A revista IstoÉ conta que desde o final de setembro, os 16 navios-sonda em construção pela empresa perderam a apólice de seguros da Chubb. Por conta disto, o controverso investimento bilionário está desprotegido e em risco. A Sete Brasil ignorou as práticas do mercado e criou um caminho próprio e controverso.
A comissão para as seguradoras foi de 15% e totalizou US$ 18,6 milhões. Para as resseguradoras, 20% e somou US$ 20 milhões. No caso da Sete Brasil, o valor da apólice de quase US$ 125 milhões também foi pago de uma vez.
A nova negociação entre a Sete Brasil e a Chubb, que está em curso e pode ser fechada nos próximos dias, vai reduzir as apólices de BAR de 16 sondas para quatro (as que estão em estágio mais avançado de conclusão). Outras seis, em estágio inicial, vão receber uma cobertura diferente, para obras paralisadas. As demais não terão qualquer proteção e serão abandonadas. O contrato deverá ser fechado pela seguradora-líder, a Chubb. Bradesco Seguros, Fairfax, BB Mapfre serão cosseguradoras, apoiadas por outras 30 resseguradoras internacionais.
Procurada, a Chubb não quis dar entrevista Bradesco Seguros, Fairfax e BB Mapfre não comentaram a operação. A Sete Brasil, que tem pressa para fechar o contrato, também não se pronunciou. O tema é tão complexo que vale a leitura completa da matéria.
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20161021/bomba-relogio-sete-brasil/424959

















