Liberty Seguros apresenta novas campanhas de incentivo para corretores

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A Liberty Seguros apresenta novidades em suas campanhas de incentivo, que em 2017 premiarão mais de 600 corretores. As principais mudanças são no Conexão Mundo e Conexão Brasil, que premiam corretores de todo o país com viagens nacionais e internacionais.

As ações fazem parte do Programa Conexão, a iniciativa de relacionamento entre a seguradora e corretores de todo o país. O programa é baseado em cinco pilares que mantém os corretores bem informados, treinados, incentivados, encantados e motivados a inovar.

A campanha Conexão Mundo, que premiará corretores com viagens para Los Cabos, no México, acontece entre outubro de 2016 e fevereiro de 2017. Já a Conexão Brasil, que acontece entre outubro de 2016 e janeiro de 2017, além de levar os vencedores para Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, vai premiar corretores com vouchers de R$ 1.500 para o resgate de prêmios no catálogo de produtos.

Outras novidades são a inclusão de novos produtos na campanha, como o Auto Essencial, Transporte Fácil, Liberty Apartamento, Liberty Home Office, Liberty Perfumarias, e o aumento na pontuação de outros produtos, incluindo o Liberty Auto Perfil e Auto Exclusivo, Liberty Frota, Liberty Vida Perfil, Comércio e Serviços.

“O Programa Conexão já beneficiou mais de seis mil corretores com capacitações, prêmios e ações como as viagens da Conexão Mundo e da Conexão Brasil”, diz Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros. “Acreditamos que, além de incentivar, essas campanhas também estreitam nosso relacionamento com os corretores, que são elos fundamentais da nossa cadeia de valor”, finaliza.

Mais uma novidade das campanhas é a premiação intermediária para os produtos de Comércio e Serviços. Os corretores que se destacarem nessas vendas, em outubro e novembro, receberão um prêmio especial. Na Conexão Mundo, 25 deles serão contemplados com um frigobar retrô. Já na Conexão Brasil, 126 vencedores ganharão uma adega de 12 garrafas, e outros 74 uma cafeteira Nespresso.

Delphos cria plataforma para reduzir fraudes; em 2105, mais de R$ 4,5 bi pagos foram considerados suspeitos

No ano passado, aproximadamente R$ 4,5 bilhões pagos pelas seguradoras em indenizações foram considerados suspeitos. Desse total, R$ 600 milhões foram comprovadamente motivadas por sinistros fraudulentos. De acordo com os gerentes da Delphos Sérgio Delecrode e José Agnaldo Borges de Sousa, para ajudar o setor a reduzir tais indicadores, foi criada a Plataforma Delphos de Prevenção a Fraudes (PDFP), com o objetivo de realizar análises preditivas e detectar a possibilidade ou indícios de fraudes em seguros, com foco nas áreas de subscrição e sinistros.

“Com​o mostra o último relatório do SQF, o valor das fraudes que puderam ser comprovadas em 2015 representa quase 14% dos sinistros suspeitos. É uma perda considerável para as seguradoras, e ferramentas específicas e modernas são necessárias para mitigá-la”, explicam os executivos em comunicado distribuído à imprensa. A pesquisa indica ainda que as carteiras de Transporte, Pessoas e Automóvel são as mais suscetíveis às tentativas de golpe.

Por meio da análise de dados históricos, a PDPF reúne estratégias para indicação de comportamentos e anomalias que contenham combinações de variáveis “fora da curva”. Também contempla modelos preditivos para identificar padrões complexos de fraudes, somados ao exame de informações extraídas de redes sociais e semânticas em informações não estruturadas. “O produto é mais uma iniciativa inovadora da Delphos que promete agregar valor às seguradoras”, finalizam os gerentes.

Swiss Re se torna uma das maiores em grandes riscos ao firmar joint venture com Bradesco

O Bradesco divulgou nesta manhã a venda da carteira de grandes riscos para a Swiss Re. Mais detalhes serão fornecidos na coletiva de imprensa prevista para as 13h30 desta quinta-feira, em São Paulo. O comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informa que a Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions firmaram negócio pelo qual a Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros assumirá as operações de seguros de P&C (Property and Casualty) e de transportes da Bradesco Seguros passando a ter acesso exclusivo aos clientes Bradesco para explorar a comercialização dos seguros de grandes riscos.

A Bradesco Seguros passará a deter participação acionária de 40% na Swiss Re Corporate Solutions Brasil e os demais 60% de participação acionária permanecerão com a sua controladora Swiss Re Corso. A Swiss Re Corporate Solutions Brasil será a plataforma exclusiva para explorar os produtos de seguros de grandes riscos no Brasil.

Como resultado da transação, a Swiss Re Corporate Solutions Brasil se tornar uma das líderes no mercado de seguradoras comercias de grandes riscos do País. A transação está sujeita à aprovação das autoridades competentes e demais condições contratuais usuais para este tipo de transação. A Bradesco Seguros contou com a assessoria financeira exclusiva do Banco Bradesco BBI e assessoria jurídica do Mattos Filho Advogados.

Agostino Galvagni, CEO da Swiss Re Corporate Solutions e membro do Comitê Executivo do Grupo Swiss Re, comentou em comunicado distribuído à imprensa: “Temos grande satisfação em unir forças com a Bradesco Seguros para criar uma das cinco maiores seguradoras comercial de grandes riscos no mercado brasileiro. O contrato contribui para a execução da nossa estratégia de expandir nossa plataforma e fortalecer nossa posição de mercado na América Latina. O conhecimento local e os canais de distribuição da Bradesco Seguros, somados à nossa capacidade e expertise global de subscrição, nos permitirão entregar produtos de primeira linha aos nossos clientes brasileiros e internacionais.”

Randal Luiz Zanetti, presidente do Grupo Bradesco Seguros, afirmou no mesmo comunicado: “Esta transação confirma a visão estratégica da Bradesco Seguros de proporcionar a seus clientes o maior e melhor leque de produtos em todas as linhas de seguros. A escolha da parceria com a Swiss Re Corporate Solutions está alinhada com a nossa estratégia na medida em que nos agrega ainda mais expertise e amplitude. Nossa participação relevante na joint venture, reforça nossa convicção de que o seguro de grandes riscos é um negócio promissor no Brasil.”

A rede de distribuição da Bradesco Seguros é composta por mais de 4.600 agências do Banco Bradesco em todo o Brasil e cerca de 40 mil corretores e agentes de seguros cadastrados na Bradesco Seguros. Como parte da transação, a equipe de profissionais da Bradesco Seguros, responsável pelo negócio de grandes riscos em São Paulo e no Rio de Janeiro, irá integrar a SRCSB.

Segundo fontes, o contrato foi assinado na terça-feira à noite e até agora todos estão comemorando a conclusão da negociação que era prevista para ser concluída no primeiro trimestre do ano, mas com a morte de Marco Antonio Rossi, em novembro passado, que comandava as negociações, tudo foi suspenso. A conclusão da transação está sujeita à aprovação das autoridades competentes e demais condições precedentes usuais.

De acordo com fontes, a disputa pela área de grandes riscos foi tão acirrada como foi a do Itaú Unibanco, que acabou sendo adquirida pela ACE, hoje Chubb, por R$ 1,5 bilhão, um ágio elevadíssimo segundo analistas, de quase quatro vezes o valor patrimonial. Em maio de 2015, a francesa AXA levou a carteira de grandes riscos da SulAmérica, por R$ 135 milhões.

Trata-se de um segmento importante dentro do setor, mas que enfrenta muitos desafios atualmente, com vendas estagnadas pela crise pela qual passa o Brasil. Além dos investimentos estarem travados há quase dois anos, os pedidos de indenização crescem com a elevação do número de acidentes e também pelos contratos interrompidos pelas investigações da Lava Jato. Muitos deles tinham seguro que garantiam os contratos, a conclusão das obras, riscos de engenharia e risco operacional.

No entanto, as expectativas da retomada dos investimentos em 2017 são grandes e as seguradoras já se organizam para estarem prontas para a retomada dos negócios. Há duas semanas, a seguradora italiana Generali fez um coquetel em São Paulo para anunciar a unidade brasileira da Generali Global Corporate & Commercial, criada globalmente em 2013 para atender clientes com faturamento acima de 25 milhões de euros. No Brasil, a área está sob comando de Werner Stettler, que tem em seu histórico profissional 28 anos na Zurich Seguros.

Outras seguradoras, com Tokio Marine, XL Catlin, AGCS, Liberty, Mitsui e Sompo também promoveram mudanças em suas estruturas para aguardarem a retomada dos investimentos.

Lloyd’s nomeia Daniel Revilla novo líder regional para América Latina

O Lloyd’s of London, mercado mundial de seguros e resseguros especializados, nomeia hoje Daniel Revilla como líder regional para América Latina. O executivo será responsável por ampliar as relações comerciais em toda a região. Ele também assume a posição de diretor-presidente para o México e ficará baseado na Cidade do México.

Daniel iniciou sua trajetória no Lloyd ́s em 2014, como Líder de Operações e Estratégia na diretoria de Mercados Globais. Antes já havia trabalhado por nove anos na Zurich, na área de Fusões & Aquisições (M&A) e em outras posições de estratégia. Seu último cargo na empresa foi como Líder de Estratégia para o Mercado Geral de Seguros. O executivo também já trabalhou com Fusões & Aquisições (M&A) e Estratégia no banco de investimentos UBS e ocupou cargos financeiros na Telefonica Sistemas e AFP Integra, no Peru.

“Com o crescimento econômico da região, o valor dos ativos que necessitam de cobertura também aumenta e enxergamos um potencial significativo para o desenvolvimento do mercado de seguros e resseguros especializados. O Lloyd ́s pode contribuir para apoiar a expansão da penetração de seguros em toda a América Latina e proteger as economias nas fases críticas de crescimento”, comentou Daniel Revilla, em comunicado distribuído à imprensa.

Vincent Vandendael, diretor de Mercados Globais, acrescentou que Daniel tem desempenhado um papel fundamental na condução estratégica global do Lloyd’s nos últimos anos e trará grande experiência para o cargo. “Nossa intenção é desenvolver os negócios em todos os mercados da América do Sul e Central.”

“A América Latina é uma parte importante da estratégia da Visão 2025 do Lloyd’s. Temos uma forte presença já estabelecida no Brasil e no ano passado expandimos nossa atuação com novos escritórios na Colômbia e no México. Vamos continuar trabalhando nas nossas relações comerciais e na oferta de produtos e serviços especializados e capacitados para dar suporte ao crescimento das indústrias na região”.

O Lloyd ́s é líder de soluções em resseguros para riscos complexos na América Latina e oferece cobertura internacional especializada para mercados específicos. Um estudo recente do Lloyd ́s em parceria com a Universidade de Cambridge, o City Risk Index, apontou que cidades da América Latina poderiam ter US$ 520 bilhões do PIB devido a uma série de ameaças. No entanto, as taxas de penetração de seguros (3,1%) são significativamente mais baixas do que a média global (6,1%).

Produtores de milho e soja em Mato Grosso recebem R$ 170 milhões em indenizações

Mais de 700 produtores de 48 cidades foram prejudicados por perdas nas lavouras de soja e milho safrinha, resultando em indenizações de R$ 170 milhões para uma área de 210 mil hectares, informa o grupo BB e Mapfre. Aa regiões mais afetadas são norte e nordeste do Estado, causadas pela seca prolongada que castigou lavouras. Somente no município de Água Boa, situado no nordeste mato-grossense, concentra mais de 10% do percentual das perdas registradas no estado do Mato Grosso, líder na produção de grãos do país.

“A seca afetou todas as etapas de desenvolvimento da planta, desde a fase inicial até o enchimento dos grãos, comprometendo todo o processo de produção. Mais de 94% dos produtores rurais que tiveram perdas em suas plantações foram impactados pela estiagem, muito severa este ano”, explica Wady Cury, diretor geral de habitacional e rural da seguradora.

Atualmente, o grupo dispõe de equipe especializada e treinada para receber ligações e atender sinistros de seguros rurais em todo o território nacional. Na safra 2015/2016, mais de 8 mil sinistros foram comunicados, com pico de 300 avisos em um único dia. Aproximadamente R$ 170 milhões já foram pagos em indenizações aos produtores em decorrência da forte estiagem.

Além de Água Boa, os municípios de Canarana e Nova Xavantina, situados na região nordeste, foram os mais afetados. Na região norte, os municípios de Gaúcha do Norte, Ipiranga do Norte e Nova Ubiratã foram os que mais registraram perdas. O valor indenizado é o maior já pago pela seguradora em 5 anos de operação.

“Nunca tínhamos registrado perdas significativas no estado do Mato Grosso em comparação aos demais estados da federação. Isso mostra que o risco climático faz parte da atividade rural e nenhum estado e cultura estão isentos de perdas significativas”, comenta Cury em nota divulgada à imprensa.

O produto BB Seguro Agrícola Faturamento protege a lavoura de adversidades climáticas e assegure renda, mesmo em caso de queda de preços na colheita. É a modalidade mais atrativa ao produtor, pelo fato de proteger a lavoura de adversidades climáticas e assegure renda, mesmo em caso de queda de preços na colheita.

“O grande diferencial da modalidade faturamento é o cálculo de três variáveis: área plantada, produtividade esperada e preço base, o que também garante renda ao produtor rural em caso de sinistros. Por sua vez, o seguro agrícola convencional baseia-se na relação área plantada x custos de produção”, explica Cury.

Para a safra 2016/2017 a venda do seguro já começou. O produtor pode optar pelo nível de cobertura da apólice que varia de 65% a 80% do faturamento esperado.

Insurtech: a nova fronteira da tecnologia no mercado financeiro

Leia artigo escrito por Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros sobre o evento Insurtech Connect 2016.

Estive na semana passada num evento em Las Vegas focado exclusivamente na aplicação de tecnologias na indústria de seguros, o Insurtech Connect 2016. O primeiro impacto foi a quantidade de pessoas: 1.500. A partir daí tive grande dificuldade em selecionar quais painéis assistir. Tive que optar por 20 entre mais de 50, o que por si só já foi uma tarefa penosa, pois a vontade era estar em todos. Tentarei sumarizar neste artigo um pouco do que vi e ouvi em dois dias e meio de imersão.

O primeiro ponto, que talvez sintetize o que estamos vivendo mundialmente – e o Brasil não se encontra fora desta realidade – é que a indústria de seguros é uma das últimas fronteiras do mercado financeiro que ainda não havia sido drasticamente impactada pela revolução tecnológica trazida pelas start-ups de finanças, as já populares fintechs. O futuro chegou e como medida inicial este grupo de empresas se batizou com um nome próprio para se diferenciar: são as insurtechs. Conversando com participantes do evento, a estupefação é que há um ano atrás nem se falava do novo termo específico, muito menos poderia se imaginar um evento desta magnitude com tamanha audiência.

A grande constatação é que existe muita coisa a ser feita na indústria e tomando como base um estudo do Financial Technology Partners chamado Insurance Technology Trends, aliado à minha experiência profissional e o evento em Las Vegas:

A maior parte da comunicação e o engajamento dos clientes com a categoria ainda é feita de forma ineficiente através dos canais de distribuição atuais.
O sistema de preços e as características dos produtos (e uma gama enorme de serviços) ainda são vistos como uma caixa preta pelos consumidores.
A coleta de dados para precificação e os processos operacionais são relativamente arcaicos comparados com as tecnologias disponíveis e em muitos casos ainda dependentes de papel.
As seguradoras convivem com sistemas legados difíceis de manter e integrar com o novo mundo digital.
Os sistemas e processos não foram construídos com a nova demanda de usabilidade (UX – user friendly) e são pouco flexíveis e adaptáveis.
Os modelos atuariais em uso, apesar de historicamente muito eficazes, podem ser um entrave para desenvolvimento de produtos personalizados, desenhados para situações específicas, como, por exemplo, os seguros on-demand, recém lançados no mercado por uma seguradora digital chamada Trov.
Os processos de sinistros geralmente necessitam de presença física de vistoriadores, análises profundas por técnicos especializados e períodos relativamente longos para aprovação e pagamento da indenização.

O que temos visto nos mercados com o uso da tecnologia em estado avançado:

Corretores on-line com capacidade de apresentar produtos e preços de forma mais transparente, descomplicada e rápida.
Pagamento de sinistros “real-time” através do uso de inteligência artificial.
Precificação e subscrição de riscos flexíveis. Uso de machine learning.
Aplicativos que permitem aos clientes a gestão de suas apólices
Processos simplificados integrados por webservice para corretores e prestadores de serviços.
Grande conectividade dos corretores com as seguradoras.
Produtos personalizados e on-demand.

Finalmente, participei de um painel que lançou a provocação de tentar prever quais das iniciativas abaixo estariam sendo usadas daqui a 5 anos, tentado prever o que veio para ficar e o que não passa de um modismo fadado ao desaparecimento. Colocarei os termos em inglês, pois ainda não achei as melhores traduções:

Driveless cars
Telematics
Wearables
Artificial intelligence
Blockchain
Big data
Usage based pricing
Internet of things
P2P (peer to peer insurance)
Cloud computing
Machine learning.
Concluindo, o tal futuro chegou e parece avassalador. As seguradoras que estão tendo sucesso são aquelas que se aproximam deste ecossistema digital e desenvolvem soluções em conjunto com as mais variadas start-ups ao invés de tentar buscar as soluções sozinhas e o maior exemplo disso é a seguradora chinesa Zhong An.

Furacão Matthew pode gerar pedidos acima de US$ 8 bi em indenizações

O furacão Matthew, que matou mais de 800 no Haiti e pelo menos 15 nos Estados Unidos, poderá custar para as seguradoras algo próximo a US$ 8,8 bilhões, de acordo com a empresa especialista em calcular danos AIR Worldwide. O intervalo de custo de indenizações está entre US$ 2,2 bilhões e US$ 6,8 bilhões para segurados com perdas nos Estados Unidos, e entre US$ 600 milhões e US$ 2 bilhões para as ilhas do Caribe.

Esse valor poderá colocá-lo entre as dez maiores perdas do mercado segurador com desastres naturais. Seguradores e resseguradores evitam fazer estimativas, afirmando que ainda é muito cedo para falar de valores.

Seguradoras começam a pagar perdas causadas pelo furacão Matthew

Até a manhã desta quarta-feira, foram registradas 39,202 mil pedidos de indenização relacionadas com o furacão Matthew, com perdas seguradas estimada de US$ 218 milhões, segundo dados divulgados pelo Florida Office of Insurance Regulation. Como muitos moradores ainda voltam para suas casas, é possível as perdas estimadas aumentem consideravelmente.

Boa das reclamações relacionadas com o furacão vem de proprietários de casas.Menos de 700 pedidos vieram de propriedades comerciais, segundo o regulador. Dos 39,302 mil reivindicações relacionadas com o furacão Matthew arquivados, apenas 4,3% já foram pagas.

O Sul da Flórida foi poupado da fúria do furacão Matthew na semana passada quando a tempestade tomou um caminho mais nordeste. Mas outras partes da Flórida como Jacksonville e Santo Agostinho não tiveram tanta sorte. A tempestade causou mais de 800 mortes no Haiti.

Liberty Seguros lança seguro com coberturas customizadas para farmácias

As seguradoras disputam cada nicho do imenso potencial das pequenas e médias empresas. A novidade de hoje fica por conta da Liberty Seguros, que lança o Liberty Farmácias, um produto desenvolvido para a proteção de pequenas e médias empresas que atuam nesse segmento. Além da cobertura básica, o produto oferece coberturas customizadas para atender às necessidades desse tipo de negócio.

“Temos investido na criação de produtos de nicho que garantam a continuidade dos negócios dos nossos segurados, mesmo em caso de sinistro”, diz Rosy Herzka, diretora de Seguros Patrimoniais da Liberty Seguros. “O diferencial da Liberty Seguros está nas coberturas e assistências customizadas para cada tipo de negócio, para que o segurado se reconheça na apólice e se sinta protegido com o produto contratado”, comenta no comunicado enviado à imprensa.

As coberturas exclusivas do Liberty Farmácias incluem a Responsabilidade Civil em caso de danos corporais causados a terceiros em decorrência de erros no aviamento de receita médica ou na aplicação de curativos ou injeções e o danos a mercadorias expostas em caso de acidentes que causem a quebra de vidros de balcões, prateleiras e vitrines. O segurado pode contratar o Liberty Assistência 24 horas, que oferece serviços de eletricista, encanador e chaveiro, entre outros.

A cobertura básica protege o patrimônio do segurado contra incêndios, quedas de raio, explosões ou implosões e quedas de aeronaves. Também podem ser incluídas coberturas contra danos elétricos, vendaval, roubos, danos causados por problemas hidráulicos e danos a mercadorias em trânsito.

Cooper Gay unifica ações para a América Latina

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Em busca de crescimento das operações em toda a América Latina, os presidentes dos escritórios da Cooper Gay do Brasil, Chile, Equador, México, Bolívia e Uruguai decidiram unificar o modelo de negócio para atuar de forma conjunta na região, mantendo suas operações na Bolívia, América Central, Colômbia, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Venezuela. As mudanças foram aprovadas durante recente reunião realizada em Miami (EUA) e o objetivo é ampliar as sinergias entre os escritórios da Cooper Gay, uma das maiores companhias independentes de corretoras de resseguro e distribuidores de seguros do mundo.

“O mercado de seguros está muito mais complexo. Temos que reinventar o modelo de negócios para podermos crescer de forma sustentável pelos próximos anos”, afirma o presidente da Cooper Gay Brasil, Fabio Basilone, assinalando que o plano prevê iniciativas a serem implementadas até 2021.

Especialista no desenvolvimento de complexos programas de mitigação de risco, oferecendo soluções globais para atender às necessidades de seus clientes, a Cooper Gay é uma das companhias mais tradicionais do mercado, possuindo ampla rede de corretoras de resseguros na América Latina. De acordo com o CEO da Cooper Gay Chile, Luc Van Eyghen, “a decisão permitirá o aumento das sinergias entre as operações comerciais dos escritórios na região latino-americana”.

A mesma opinião manifesta Alejandro Padilla, presidente da Cooper Gay México. Segundo ela, a unificação dos negócios será excelente para todos. “O crescimento será contínuo e poderemos trocar experiências e serviços”, diz Padilla. Van Eyghen complementa: “a globalização exige essa unificação, que, sem dúvidas, será importante para atingirmos nossas metas de crescimento”. Ambos estão otimistas com as mudanças, pois consideram que o processo também será benéfico para os clientes.

A unificação das operações na América Latina está sendo tratada com grande expectativa pelos executivos dos escritórios do Brasil, Chile, Equador, México e Uruguai. “Estamos implantando medidas que já começam a dar os primeiros resultados”, ressalta Francisco Martínez, da Cooper Gay México. “Este novo modelo de negócios é essencial para que possamos expandir nossas atividades e ampliar a carteira de produtos no segmento de resseguros, sempre com enfoque em nossos clientes”, afirma Martínez.

O planejamento estratégico prevê crescimento em todos os países da região. “A Região Andina apresenta um grande potencial e estamos muito animados com o projeto de unificação“, destaca Mauricio Rodriguez, presidente da Cooper Gay Equador. “Juntos, os executivos da América Latina terão mais forças e poderão, inclusive, investir em negócios específicos para estes países”, acrescenta Rodriguez, lembrando que a Cooper Gay atua na América Latina há 25 anos.

Um dos pilares para o crescimento da Cooper Gay será por meio do desenvolvimento de tecnologias que permitirão ao corretor ter mais informações sobre os seguros oferecidos pelas seguradoras e, dessa forma, aumentar as vendas. Uma das grandes inovações da empresa, o software eCog.Broker, desenvolvido para ampliar a capacidade de resseguro dos contratos automáticos das seguradoras, é considerado um sucesso e, agora, a meta é desenvolver novos programas que auxiliem tanto as seguradoras quanto os corretores. “Há vários nichos ainda pouco explorados pelo mercado de seguros que queremos alcançar”, explica Maria Ferrari, da Cooper Gay Uruguai.

O envolvimento de todos os líderes é um dos fatores do sucesso desse novo desenho de negócios. “Todos estão incorporando as mudanças, o que fará surgir uma nova estrutura”, diz Luis Linares García, CEO da Cooper Gay Equador. Ele lembra que os desafios são imensos, mas que o otimismo é maior do que as dificuldades. “Estamos certos de que essa união será um sucesso e que em breve estarmos colhendo os frutos dessa mudança”, complementa Linares.