Seguro educacional é alvo de corretoras e seguradoras neste período de matrículas

Fonte: BR Insurance

O aumento no número de desempregados no Brasil também tem refletido diretamente em um ponto crucial para o desenvolvimento da sociedade: a educação. A crise econômica que assola o País tem feito com que muitas famílias estruturem seus orçamentos a uma outra realidade, muitas vezes diminuindo os investimentos em educação, ou até mesmo, em casos de desemprego, retirando o aluno da escola ou faculdade, o que compromete a evolução do aprendizado e afeta o caixa das instituições de ensino.

Para ajudar as famílias e as escolas a enfrentarem esse problema, a BR Insurance, corretora única e integrada, atua na oferta ao mercado de uma solução que visa tanto a proteção do estudante quanto a da instituição de ensino. Trata-se do Seguro Educacional, um produto que, além de indenizar em casos de acidentes, também garante pagamento para morte ou desemprego do provedor financeiro.

Na prática, a dupla cobertura permite a continuidade do pagamento das mensalidades caso o responsável pelo estudante fique impossibilitado temporariamente e ainda dá suporte à instituição indenizando pagamentos atrasados e ressarcindo, inclusive, as despesas necessárias se houver acidentes com algum aluno dentro das dependências da escola.

Dentre os principais diferenciais da solução também estão o acompanhamento total do evento e o desenvolvimento de uma página personalizada para cada escola ou faculdade, o que permite aos gestores acompanharem todos os processos de sinistros gerados.

“O Seguro Educacional funciona como uma proteção financeira e tem uma função social muito importante, que é garantir o investimento para que o estudante possa continuar os estudos, em casos de perda de emprego ou morte do provedor, sem perdas no processo de aprendizado”, explica Aquiles Poli, diretor de Benefícios da BR Insurance.

“Além de ser uma solução fundamental para as instituições de ensino, que permanecem com os investimentos garantidos em casos de sinistros, o grande atrativo do produto é o seu custo, que representa uma porcentagem mínima da mensalidade”, conclui.

A contratação do Seguro Educacional ocorre de forma coletiva, ou seja, via escola ou universidade. Graças à abrangência das coberturas oferecidas, a BR Insurance já conta com mais de 400 instituições educacionais em sua carteira de clientes.

Liberty oferece proteção customizada para salões de beleza

De acordo com dados do Sebrae de 2016, o Brasil tem mais de 300 mil salões de beleza e cerca de sete mil salões são abertos mensalmente no país. Acompanhando esta tendência e para garantir tranquilidade para os empreendedores deste setor, a Liberty Seguros oferece o Liberty Salões de Cabeleireiros.

O produto traz coberturas básicas contra incêndio, explosões e quedas de raio, e coberturas adicionais contra danos elétricos, roubo de bens e responsabilidade civil, entre outras.

O Liberty Salões de Cabeleireiros oferece também coberturas adicionais para este tipo de negócio, incluindo danos a bens de clientes em guarda-volumes, despesas extraordinárias com salários de funcionários temporários e danos causados por problemas hidráulicos.

“Temos um forte DNA voltado a soluções de seguros para pequenas empresas. Por isso, investimos na criação de produtos customizados, o que nos permite oferecer aos clientes produtos nos quais eles se reconheçam e enxerguem seu próprio”, comenta Rosy Herzka, diretora de Seguros Patrimoniais da Liberty Seguros, em nota divulgada à imprensa.

Entre as coberturas exclusivas, o Liberty Salões de Cabeleireiros cobre possíveis danos corporais causados aos clientes em decorrência de acidentes com instrumentos para corte de cabelo, queimadura na pele causada por secador ou chapinha e outros tratamentos químicos de cabelo.

Venda de ativos da AIG para Fairfax não inclui Brasil

Atualizada as 15h45 com entrevista com a Fairfax:

Mais um anúncio de fusão e aquisição no mundo de seguros. Mas desta vez o Brasil ficou de fora. A seguradora American International Group (AIG) fechou acordo para vender para a canadense Fairfax Financial Holdings alguns negócios na América Latina e também da Europa Central e Oriental por cerca de US$ 240 milhões em dinheiro.

A AIG, que tem estado sob pressão dos acionistas para enxugar seus custos e divulgou no início do ano um programa de cortes de custos, disse que iria vender operações na Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela e Turquia. A Fairfax também vai adquirir operações na Bulgaria, República Tcheca, Hungria, Polonia, Romania and Slovakia.

Na América Latina, a Fairfax não levou as operações do Brasil, México Porto Rico e Equador da AIG. Brasil, México e Porto Rico se reportam ao CEO da unidade brasileira, Paride Della Rosa. “Esses países são considerados mercados estratégicos, com projeções de crescimento de vendas e de rentaiblidade promissoras”, explicou o executivo ao blog Sonho Seguro. Segundo ele, México e Porto Rico não tiveram mudanças como a que vimos no Brasil, que teve a operação repaginada neste ano.

Segundo Jacques Bergman, chairman da Fairfax para a América Latina, sediado no Brasil, o grupo amplia sua atuação na região com a compra anunciada hoje pela matriz. “Cada país tem o seu CEO e todos terão apoio da unidade de Miami para a integração assim que as autoridades regulatórias aprovarem as negociações”, comentou ele ao blog Sonho Seguro.

A Fairfax começou do zero no Brasil em 2010 para atuar em grandes riscos e com a mudança de cenário do Brasil a partir do final de 2014 passou a atuar em novos nichos para compensar a paralisação dos investimentos corporativos. A perspectiva é de que 2016 seja o primeiro ano de lucro para o grupo. Entre as carteiras com maior destaque neste ano, Bergman cita responsabilidade civil, garantia judicial e rural, que contribuíram para a companhia exibir índice combinado de 101% até setembro deste ano.

Quanto a AIG e Fairfax atuarem como joint venture, assim como acontece em outros países, ambos executivos desconhecem qualquer iniciativa das matrizes a este respeito no Brasil. “O Brasil ficou fora do pacote negociado por ser um país estratégico dentro das metas traçadas pelos acionistas”, enfatizou Paride Della Rosa.

Em agosto, a AIG vendeu sua unidade de hipotecas de garantia para o Arch Capital Group Ltd por cerca de US$ 3,4 bilhões. No mês passado, vendeu seu sindicato do Lloyd’s of London o Ascot, para o Canada Pension Plan Investment Board em um negócio avaliado em cerca de US $ 1,1 bilhão.

Prem Watsa, que comanda a Fairfax, tem sido comparado pela mídia internacional a Warren Buffett, por formar um conglomerado com empresas de diversos segmentos, que em 2015 reportou ativos de US$ 27,8 bilhões. Comprou a unidade da Ucrânia da QBE no ano passado e a Brit por cerca de US$ 1,88 bilhão para se tornar uma das cinco maiores subscritoras do Lloyd’s of London.

AIG no Brasil – Recentemente, o grupo vendeu para a Porto Seguro a carteira de seguro de carro, iniciada há três anos, e que contava com cerca de 25 mil apólices. “A operação de automóvel exigia muitos investimentos para se consolidar, o que ia contra a estratégia mundial de focar a operação em nichos já rentáveis para o grupo”, comentou Paride.

Segundo ele, neste cenário de instabilidade econômica e desaceleração de investimentos, as empresas precisam ser criativas e buscar alternativas para continuarem competitivas. Uma das estratégicas da AIG é focar na constante melhoria operacional para se destacar no mercado e mostrar aos corretores parceiros e clientes as facilidades e agilidade em trabalhar com a companhia.

O grupo amarga prejuízo por conta de alguns sinistro de grande porte e também pelo investimento pesado na plataforma digital, na qual os corretores fazem cotações de maneira rápida e simplificada, acompanhando o status das transações e emitindo as apólices em tempo real, tudo 100% online, além de poder buscar informações sobre produtos e treinamentos.

Segundo a AIG, o portal foi desenvolvido com o objetivo de ser um facilitador dos negócios do corretor e já tem disponível os seguros empresarial, Responsabilidade civil (RC) profissional e outros gêneros de RC, gestão protegida/D&O, modalidades de seguro transporte, ambiental, property e Cyber Edge®. Além dos produtos para pequenas e médias empresas, como o Gestão Protegida 360º e Responsabilidade Civil, a AIG no Brasil está focada no segmento corporativo, incluindo: aeronáutico, seguro ambiental, linhas financeiras, transportes, patrimonial, PME, garantia e crédito. A AIG também continua com todos os produtos para clientes multinacionais e os seguros de garantia estendida e viagem.

Bradesco Seguros é anfitriã de seguradoras de 11 países na Assembleia Anual RIDA

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros vai sediar, nesta quarta e quinta-feira, 19 e 20 de outubro, a Assembleia Anual RIDA 2016. A RIDA é uma rede internacional de empresas de seguros de natureza privada, composta de companhias seguradoras líderes em países da América Latina e Península Ibérica, visando atender, em nível regional, clientes empresariais dessas regiões com operações em diferentes países e que requeiram serviços que os ajudem a proteger suas atividades e investimentos.

Participam do evento organizado pelo Grupo Bradesco Seguros – em sua sede no Rio de Janeiro – empresas da Argentina, Uruguai, Porto Rico, Paraguai, Colômbia, Peru, Venezuela, Honduras, Equador, Panamá e Bolívia. Cada membro da RIDA é autônomo e responsável pela coordenação e administração do negócio, baseado nos princípios e valores desta rede internacional que visa promover e difundir a cultura do seguro, com o apoio de seus membros.

Para José Sergio Bordin, Diretor-Geral de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros, “a Assembleia Anual da RIDA é uma oportunidade de o mercado segurador avançar nas ações de promoção de produtos, serviços e benefícios e debater a legislação nos mercados em que a RIDA atua, no sentido de aprimorar e dar maior transparência aos negócios regionais”. Entre os serviços que a RIDA oferece a seus associados, está: a inspeção e subscrição de riscos, a emissão de apólices, a regulação e pagamento de sinistros, entre outras atividades, principalmente para riscos patrimoniais e de pessoas.

Entre os princípios da RIDA, da qual o Grupo Bradesco Seguros é parte integrante, destacam-se: fornecer serviços de seguros de alta qualidade e oportunidade em diversos países, oferecendo os melhores padrões e condições; respeitar a legislação e as práticas do mercado local, assim como a autonomia de cada empresa membro da Rede; valorizar os acordos bilaterais entre as partes em contratos de seguros e resseguros; gerar vantagem competitiva aos membros da Rede.

A Assembleia Anual da RIDA 2016 é restrita aos seus participantes, mas suas resoluções são amplamente difundidas com o objetivo de fortalecer o mercado segurador em toda a região da América Latina e Península Ibérica.

Susep aprova regras para seguros D&O e de riscos de engenharia

Fonte: Susep

O Conselho Diretor da Susep, em sua reunião realizada em 13/10, aprovou duas Circulares que estabelecem regras para os seguros de responsabilidade civil de gestores (D&O) e para seguros de riscos de engenharia. As duas normas foram publicadas no Diário Oficial da União e passam a vigorar a partir desta data.

O seguro de responsabilidade civil para gestores tem como foco diretores e administradores de empresas e já vinha sendo comercializado pelo mercado. Mais conhecido como D&O (Directors & Officers Liability), o produto era contratado com base nas regras gerais de seguros de danos de responsabilidade civil. No entanto, recentemente, a Susep começou a receber com mais frequência pedidos de esclarecimentos de dúvidas em relação a esse seguro e resolveu criar regras específicas para o produto.

Entre as várias consultas feitas à Superintendência, relacionadas ao D&O, havia sempre dúvidas quanto às coberturas abrangidas pelas apólices, principalmente se o seguro cobriria multas e penalidades aplicadas aos gestores no exercício de suas funções. Essa possibilidade foi entendida pelo Conselho Diretor da Susep como passível de ser segurada e consta do parágrafo 4º do artigo 5º da Circular.

As normas referentes ao seguro de riscos de engenharia, que também passam a vigorar a partir de hoje, trazem duas novidades em relação às regras anteriores. O produto passa a ter uma única cobertura básica e os gastos para remoção de entulho passam a ter limites, desde que não seja menor do que 5% do valor da apólice.

Pelas normas anteriores, os custos com a retirada de entulho podiam consumir uma parte significativa do limite máximo da apólice, comprometendo a verba das coberturas principais. A Circular manteve a possibilidade de cobertura adicional para cobrir gastos com remoção de entulho.

O Conselho Diretor da Susep, em sua reunião realizada em 13/10, aprovou Circular que estabelece regras para o seguro de responsabilidade civil de gestores (D&O). A norma foi publicada nesta segunda-feira (17/10) no Diário Oficial da União e passa a vigorar a partir desta data.

O seguro de responsabilidade civil para gestores tem como foco diretores e administradores de empresas e já vinha sendo comercializado pelo mercado. Mais conhecido como D&O (Directors & Officers Liability), o produto era contratado com base nas regras gerais de seguros de danos de responsabilidade civil. No entanto, recentemente, a Susep começou a receber com mais frequência pedidos de esclarecimentos de dúvidas em relação a esse seguro e resolveu criar regras específicas para o produto.

Entre as várias consultas feitas à Superintendência, relacionadas ao D&O, havia sempre dúvidas quanto às coberturas abrangidas pelas apólices, principalmente se o seguro cobriria multas e penalidades aplicadas aos gestores no exercício de suas funções. Essa possibilidade foi entendida pelo Conselho Diretor da Susep como passível de ser segurada e consta do parágrafo 4º do artigo 5º da Circular.

CNseg lança campanha sobre educação em seguros nas mídias sociais

Fonte: CNseg

A CNseg lançará, amanhã, a campanha ‘Você Consegue’ nas mídias sociais, que contempla o lançamento do hotsite voceconsegue.cnseg.org.br, a página no Facebook e perfis no Twitter e no LinkedIn. Segundo o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, o objetivo da campanha é utilizar a linguagem popular na internet e ampliar os canais de comunicação entre o mercado de seguros e a sociedade.

Assinada pela agência BTG, a campanha iniciou, no dia 10 de outubro, a sua primeira etapa, com duas frentes de atuação: a ação ‘transmídia’, realizada no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, com a instalação de um muro estampado com a hashtag #deixeiparatrás. Aqueles que por ali passavam eram convidados a registrar o que haviam abandonado por se preocupar com o futuro. Na outra frente de ação, com a participação de influenciadores no Twitter e Instagram, foi lançado o hotsite deixeiparatras.com.br, apontando o que levou as pessoas a desistirem de projetos de vida.

O muro foi totalmente preenchido em cinco horas, e a campanha on-line alcançou 1.000 curtidas nas primeiras 24h, chegando ao Trending Topics do Twitter logo no primeiro final de semana. “É imprescindível que o setor entenda a população, seus desejos, suas aspirações. A vida não é mais linear, é multicanal”, reflete o diretor geral executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros.

A partir das respostas dos participantes, obtidas na primeira etapa, foi construída a comunicação da virada de campanha, agora denominada ‘Você Consegue’. A proposta é mostrar, a partir das narrativas apresentadas, de que forma o seguro, a previdência privada, a saúde suplementar e a capitalização podem assegurar o futuro. Além do lançamento do hotsite voceconsegue.cnseg.org.br, entrará no ar a página da CNseg no Facebook, com conceitos e publicações sobre produtos e serviços do setor de seguros.

Até dezembro deste ano a campanha ‘Você Consegue’ englobará outras ações como publicações educativas, além da criação do canal da Confederação no Youtube e do perfil no LinkedIn. “Importante ressaltar que a construção da estratégia é amparada no Programa de Educação em Seguros, e pretende fazer com que a população reconheça a CNseg como representante do setor”, finaliza o presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Acesse voceconsegue.cnseg.org.br e confira!

O Mago dos Seguros

Antonio Cássio dos Santos, o Mago dos Seguros, segundo matéria da revista IstoÉ Dinheiro. Ele tem a missão de ultrapassar os obstáculos atuais e fazer a companhia centenária, que acumula prejuízos no Brasil e ocupa apenas a 24ª posição no mercado local, finalmente engrenar. Para isso, terá R$ 200 milhões à disposição para investir na operação brasileira, o maior aporte feito até hoje por aqui. A ideia, segundo ele, é que seja o início de uma revitalização da subsidiária, que tem participação tímida diante dos EUR 74 bilhões em ativos globais da Generali, a terceira maior da Europa.

Leia a matéria completa no portal da Revista IstoÉ Dinheiro

CNseg lança rádio com programação especial

Fonte: CNseg

Informação, serviço e entretenimento. A Rádio CNseg chega ao mercado no dia 19 de outubro, com a proposta de ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade, provendo conteúdo jornalístico de interesse do consumidor, sempre com viés de serviço. Durante 24 horas por dia, de segunda-feira a domingo, a grade do novo veículo apresentará reportagens especiais, dicas, boletins de notícias do setor, da economia e da política, além de programação musical. A intenção é combater a desinformação e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização.

Com o slogan “a rádio que informa e protege”, a Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) para o próximo triênio. Exclusiva para plataforma online, a Rádio será transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. Também poderá ser acessada pelo portal www.cnseg.org.br. Em breve a rádio estará disponível também em aplicativo para smartphones.

A escolha do veículo rádio como meio de comunicação institucional da CNseg está amparada em estatísticas que comprovam o poder de penetração desse canal. De acordo com dados do IBOPE, no primeiro trimestre de 2016, 89% da população brasileira, concentrada nas 13 principais regiões metropolitanas do país (52 milhões de pessoas), utilizou o rádio para se informar sobre temas diversos. Para o presidente da Confederação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, no universo digital, o potencial de abrangência torna-se muito maior, levando-se em conta a velocidade e a capacidade de disseminação do conteúdo por meio de múltiplas plataformas de comunicação.

Marco Antonio Barros, diretor geral executivo da CNseg, ressalta que há uma forte crença no poder do canal rádio como meio destinado à ampliação do conhecimento. “A Rádio CNseg será uma forma de interação do setor com o consumidor, um meio de engajar e despertar o cidadão para sua própria proteção, de sua família e de seu patrimônio”, destaca.

A programação

A grade semanal será dividida em quadros fixos e contará sempre com a participação de representantes do mercado de seguros e de órgãos reguladores e do público. Na primeira semana, um dos destaques será o “Entrevista especial”, que trará uma entrevista exclusiva com o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes, que falará sobre a regulação entre seguradoras e segurados e de que forma a comunicação facilita as relações de consumo.

Outro destaque é o quadro “Fala Presidente”, em que o presidente da confederação, Marcio Coriolano, fará uma análise conjuntural do mercado, sempre associada a algum tema da atualidade. Neste primeiro, ele falará sobre os objetivos do Programa de Educação em Seguros e da importância de se conscientizar a população brasileira sobre planejamento financeiro e proteção do patrimônio.

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Na primeira semana, o diretor geral executivo da CNseg, Marco Antonio da Silva Barros, falará, no quadro “Momento da Inovação”, sobre o CNsegPar, empresa de participações que busca startups com projetos inovadores na área de seguros. Já o assessor da FenSeg, Adhemar Fujji, comentará a Política Nacional de Resíduos sólidos, no “Sustentabilidade”. Haverá ainda o “Qual é a dúvida?”, que pretende responder as perguntas feitas pelos consumidores e o “Dica do consultor”, abordando temas relacionados à economia.

As Federações associadas à CNseg (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) terão seus espaços reservados na programação, respectivamente com os programas “Conheça os seguros gerais”, “Entenda os seguros de pessoas”, “Por dentro da saúde suplementar” e “Minuto da capitalização”.

A programação completa está disponível no site (www.cnseg.org.br).

Joint-venture Bradesco e Swiss Re é a terceira maior em grandes riscos no Brasil

“Estamos orgulhosos da nossa história, que está apenas começando”. Assim Rodolf Flunger, chefe de marketing da Swiss Re Corporate Solutions, definiu a parceria fechada com o grupo Bradesco Seguros depois de seis meses de intensas negociações. O resultado de tantas reuniões foi anunciado no dia 13 de outubro pela diretoria dos dois grupos. Valores não foram revelados. “Não se trata de um processo de venda e sim de uma joint venture. O valor ficou irrelevante diante da troca de ações”, afirmou Randal Zanetti, presidente do grupo Bradesco Seguros, durante coletiva de imprensa.

Assim que os órgãos reguladores aprovarem a criação da Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros (SRCSB), gigante até no nome, surge uma companhia de quase R$ 1 bilhão em prêmios brutos, controlada pela Swiss Re, com 60%, e pela Bradesco com 40%. “Em números de 2015, calculamos R$ 800 milhões, sendo R$ 412 milhões da Bradesco e R$ 396 milhões da Swiss Re Solutions”, informaram Zanetti e João Nogueira Batista, CEO da SRCSB.

O blog Sonho Seguro pediu para a consultoria Siscorp simular o tamanho da nova companhia, levando em conta números divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) até agosto deste ano. Considerando-se os últimos doze meses, contatos de setembro de 2015 a agosto de 2016, o resultado é este: R$ 1,1 bilhão em prêmios, o que representa a terceira maior do Brasil nos ramos agrupados (riscos de engenharia, riscos patrimoniais, transportes, aeronáutico, casco marítimo, aéreo e responsabilidade civil). A tabela inclui a totalidade dos prêmios de riscos empresariais, mas apenas as empresas com faturamento acima de R$ 10 milhões é que migrarão para a nova companhia. Abaixo desse valor, continuam na Bradesco Auto RE.

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Tanto Zanetti como Nogueira afirmam que as boas perspectivas do Brasil no médio e longo prazo, bem como a retomada dos investimentos em infraestrutura, foram um grande incentivo para a associação. Mas não o foco da decisão. “O intuito na nossa estratégia, diferente de concorrentes que optaram por sair do segmento de grandes riscos, foi trazer um parceiro global para nossos clientes. Temos hoje o melhor parceiro possível para crescermos nesta nova fase do seguro de grandes riscos que se desenhou no Brasil”.

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Zanetti destacou que para o Bradesco o braço de seguridade tem um peso importante na estratégia do grupo. “Acreditamos que não só os produtos bancários dão apoio ao crescimento dos nossos clientes. O seguro é um importante ativo para preservar patrimônios do imprevisto”, comentou Zanetti, citando outros exemplos de parceria no qual o grupo não é majoritário, como Cielo, Orion e Fleury.

Para a Swiss Re, uma gigante mundial — receita total de US$ 16,1 bilhões no primeiro semestre deste ano e lucro de US$ 1,9 bilhão –, a parceria traz um canal de distribuição exclusivo pelo prazo de 20 anos, renováveis, sem igual: presente em todo o Brasil, acionistas de diversas empresas e uma carteira de clientes corporte destacada dentro do universo financeiro local. O executivo da Swiss Re destacou o apoio dos programas de seguros sob medida às empresas e investidores ao crescimento da economia. “Temos uma parceria que apenas se inicia e já nasce robusta. Apostamos no crescimento do Brasil e no atendimento das nossas empresas globais que chegam ao país”.

Um ganho para o grupo já deverá vir do resseguro, que tem o IRB Brasil Re como líder de mercado e na lista de IPOs que o governo pretende realizar em 2017. O grupo Bradesco Seguros, que detém 20,43% do capital do IRB Brasil Re, certamente revistará o programa de resseguros para passar uma parcela para a Swiss Re, que atua no Brasil também como resseguradora local e vem obtendo um crescimento expressivo nos últimos anos.

Quanto ao “run off”, que significa a gestão dos pedidos de indenizações que podem surgir de contratos existentes antes da parceria, ele faz parte do pacote. “Assumiremos o run off, que será acompanhado da reserva técnica que já garante o risco quando foi assumido”, comentou Nogueira, da Swiss Re.

A.M.Best divulga relatório sobre resseguros, com viés preocupante

Captura de Tela 2016-10-13 às 23.36.35“Os mercados de seguros e de resseguros no Brasil têm provado que são resistentes e capazes de vencer as condições mais desafiadoras da economia brasileira”, afirmaram os editores da agência A.M.Best responsáveis pelo estudo Brazil Reinsurance Market Review, publicado no último dia 11.

O estudo lembra que entre 2007 e 2009, o Brasil estava no meio de um surto de crescimento econômico que fez dele um mercado emergente líder na atração de investidores. Durante esse tempo, o país foi congratulado para sediar tanto a Copa do Mundo de 2014 como os Jogos Olímpicos de 2016. Além disso, em abril de 2008, o Brasil recebeu grau de investimento pela S&P, fato que gerou ondas de investimento estrangeiro direto em diversos segmentos da economia. Neste mesmo período, o resseguro passava por uma flexibilização do monopólio, com a permissão para novos players, colocando um fim no monopólio do IRB Brasil RE, que durou quase 70 anos.

Infelizmente, em 2016 o cenário mudou. A crise financeira mundial em 2008 frustrou grande parte das perspectivas futuras e também dos progressos realizados em muitas economias emergentes. Apesar dos ventos contrários da economia global, o Brasil ainda era capaz de avançar com níveis de crescimento do PIB, que eram vistos como invejável por países da Europa e também pelos EUA.

Porém, cita a análise, o escândalo da corrupção na Petrobras deflagrado em 2014 com a Operação Lava Jato, em poucos meses mergulhou o país em um escândalo político e econômico que afetou fortemente toda a sociedade brasileira. Como resultado, a turbulência interna tirou o Brasil da rota dos investidores e a economia começou a encolher, o PIB passou a ser negativo, o desemprego avançou e as agências de rating emitiram uma série de downgrade, que colocaram rating soberano do Brasil abaixo do grau de investimento, mais uma vez.

Certamente a crise chegou ao setor, que passou pela primeira vez em uma década a apresentar taxas de crescimento de apenas um dígito. Os projetos de infraestrutura da indústria de petróleo e gás do Brasil desapareceram, impactado não só pelas investigações da Petrobras, mas também pelos baixos preços do petróleo bruto, ocasionando uma queda brutal das vendas de seguros para grandes riscos. Para reforçar ainda mais os problemas do Brasil, o vírus Zika surgiu, afugentando alguns atletas olímpicos e turistas, cita o estudo.

A A.M.Best cita também o maior desastre ambiental na memória recente, com o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, com danos em uma escala sem precedentes. O acidente chega a ser comparado com o desastre do Exxon Valdez, um dos piores na história mundial do setor, com perda total para resseguros, estimada em R$ 2,3 bilhões, de uma perda econômica total projetada em R$ 26,3 bilhões, o que mostra que o risco foi amplamente subestimado, segundo divulgou um estudo da resseguradora local Terra Brasis.

Apesar de todos os aspectos negativos em curso e incerteza, sinais de esperança para o futuro permanecem, com estimativas dos economistas variando, mas alguns apostando em um PIB positivo em 2017 e um crescimento mais vigoroso nos anos subsequentes. As estimativas do FMI são agora para um crescimento de 0,5% em 2017. Há também um olhar positivo de que as investigações e punições para os réus condenados por corrupção acabará por levar a um governo melhor e condições de negociações mais seguras.

Captura de Tela 2016-10-13 às 23.49.44Até agora, alterações de rating tem sido pontuais às recentes questões sócio-políticas e macroeconômicas no Brasil. O IRB Brasil Resseguros, a maior empresa de resseguros no Brasil, subscreveu um total de R$ 4,3 bilhões em prêmios brutos em 2015, crescimento de 35% em relação a 2014, com 76% dos os prêmios do Brasil e 24% provenientes do exterior, principalmente no segmento rural e de vida. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) registrado em 2015 foi de 29%, quase o dobro dos 15% registrados em 2014. O IRB representou 85% do resseguro de subscrição no país em 2015.

A maior parte das resseguradoras avaliadas mantiveram os níveis de capitalização ajustada ao risco que ajudam a atenuar a volatilidade macroeconômica nas empresas. No entanto, o mercado brasileiro continua a ser altamente competitivo e apesar de alguns nichos de oportunidades, condições de mercado dificilmente poderiam ser descritas como difícil ou de endurecimento.

A A.M.Best destaca o crescimento do seguro de garantia judicial. Os players que mais cresceram nessa modalidade em 2015 foram: Pottencial Seguradora , Pan Seguros, ACE Seguradora, Fairfax Brasil Seguros, Tokio Marine, Itaú Seguros, Chubb do Brasil Companhia de Seguros, Swiss Re Corporate Solutions Brasil Seguros, J. Malucelli Seguradora, e Allianz Seguros. Juntas, essas empresas representavam 92% do real crescimento de R$ 490 milhões de mercado em 2015 no segmento, que passou de R$ 2,3 bilhões em 2014 para R$ 2,8 bilhões em 2015.

Há indícios de que propostas mudanças regulatórias poderia liberalizar o mercado brasileiro de resseguros e, potencialmente, ajudar a distribuir o risco de uma forma com menos restrições. No entanto, dadas as dificuldades que existem no Brasil e quando combinado com as condições desafiadoras no mercado mundial de resseguro, o ambiente de resseguro para o Brasil não é favorável, sentencia o estudo.