Andreia Araújo é a nova diretora de negócios da Previsul

Andreia Araújo é a nova diretora de negócios da Previsul Seguradora. Com 110 anos de atuação no Brasil e presente em nove estados brasileiros, 8 sucursais e 8 escritórios, além da matriz em Porto Alegre (RS), a Previsul vive um momento de evolução, em que se apresenta como uma nova geração de seguradora muito mais simples, fácil, flexível, moderna e inovadora.

“Neste contexto, meu principal desafio é contribuir para acelerar o crescimento, buscando novas oportunidades e novidades para o nosso principal cliente, o corretor. É preciso maximizar o tempo para atender todas as atribuições da nova função e estar sempre disponível a ouvir os parceiros para, juntos, entendermos e atendermos o novo perfil de consumidores de seguros”, afirma Andreia.

A executiva é responsável pela captação de oportunidades em novos negócios, prospecção de parcerias estratégicas, liderança e expansão da área comercial – além de atuar na gestão 360º da área de marketing nacional da companhia.Formada em Direito e com pós-graduação MBA em Gestão de Pessoas e Gestão Comercial, a executiva está há 16 anos na Previsul e já atuou como gerente de contas, gerente da Sucursal RS, Superintendente Regional e Nacional.

Startup Lemonade avança em NY e anima empreendedores a inovar em seguros

A Lemonade, nova companhia de seguros que se consolida como a “mais mais” entre as startups do mercado segurador, anunciou ontem nomeação de John Peters como diretor de underwriting. Ele vem da Liberty Mutual, onde ocupou cargos de liderança, incluindo vice-presidente executivo, diretor de underwriting e chief product officer. Peters anteriormente serviu como co-head de underwriting na McKinsey & Company, e foi um membro da Casualty Actuarial Society.

“Ter John no time sinaliza uma virada de jogo”, disse Daniel Schreiber, CEO e co-fundador. “Limonade repensa os modelos de negócios, ciências e tecnologias que revolucionam o setor ao entender o comportamento da nova sociedade. John tem o que é preciso para trazer este nível de inovação para o núcleo do seguro: a subscrição.”

Peters se junta à equipe de seguro da startup sediada em Nova York, incluindo Ty Sagalow, ex-presidente de produto na AIG; James Hageman, anteriormente SVP Claims, na ACE; e Ron Topping, ex-chefe de P&C Planejamento Financeiro e Análise da AIG.

O alvo da Limonade, que atua com seguros que envolvem a residência, é levar o seguro para a sociedade sem qualquer papel e atribuir ao seguro a imagem de um bem social e não um mau necessário. A proposta é aproximar grupos de pessoas querendo comprar seguros e investidores querendo bancar esse risco.

https://lemonade.com

XVII Conec: Saúde tem remédio, diz Solange Beatriz

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“Saúde tem remédio e passa pela parceria entre todos os envolvidos neste segmento”. Foi com essa declaração que Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), iniciou sua participação no painel “Saúde tem remédio?” realizado, na última quinta-feira (6/10), durante o XVII Congresso de Corretores de Seguros (Conec), em São Paulo.

O painel apresentou um panorama da saúde no Brasil e as dificuldades do setor, entre as quais, alta sinistralidade e elevada inflação médica, agravadas com a crise econômica. “Foi uma oportunidade para debater ações envolvendo corretores de seguro saúde no sentido de informar e conscientizar consumidores sobre uma boa utilização e o que esperar dos planos de saúde e quanto à escalada de custos desse segmento”, afirma a presidente da FenaSaúde.

De acordo com a federação, em 2015, a saúde suplementar contribuiu com 40% da arrecadação do mercado segurador. Em 2017, tem uma previsão de receita de aproximadamente R$ 187 bi. O orçamento previsto para o Sistema Único de Saúde (SUS), no mesmo período, é de R$ 112 bi. Apesar desses números, o mercado opera com margens apertadas. De 2007 a 2016, por exemplo, foram registrados resultados negativos em seis anos em um setor que entrega anualmente cerca de 1,4 bilhão de procedimentos. “Em nove anos, tivemos seis resultados operacionais negativos e é por isso que alertamos para a crise de sustentabilidade que ameaça o setor”, explica a presidente da entidade.

A executiva também ressaltou que 30% do que se gasta em saúde é despesa como desperdício. “O consumidor precisa se engajar para também auxiliar no combate a essa escalada dos custos em saúde. Esses custos podem ser controlados. Desperdício se combate com práticas e conscientização”, pondera Solange Beatriz, que citou como exemplo os números de realização de exames de ressonância magnética. Em cada 1 mil habitantes o SUS realiza sete, os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) realizam 60 e a saúde suplementar brasileira, 132.

Outro ponto de atenção apresentado foi a relação entre preços. Segundo dados da FenaSaúde, uma prótese de joelho pode ter seu valor final 8,7 vezes maior que o custo inicial de R$ 2 mil a R$ 18 mil, devida as margens que são impostas a comercialização do produto.

Para a presidente da FenaSaúde, os corretores precisam conhecer as características do setor para poder orientar os beneficiários para que eles possam entender sobre o que estão contratando e como melhor utilizá-lo. Quanto mais conhecimento sobre o sistema de saúde privado, o papel da ANS, os números do setor, as previsões do Rol de Procedimentos, as causas de Judicialização e o papel das ouvidoras, mais dados os corretores terão para orientar e tornar-se parceiro do setor.

O evento reuniu milhares de profissionais do mercado segurador e contou com a participação das principais lideranças do setor. No painel sobre saúde suplementar, a presidente da Federação dividiu o palco com Ariovaldo Bracco, representando a comissão de Saúde do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP); Cássio Zandoná, diretor nacional de Vendas da Amil, e Raquel Giglio, diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes da SulAmérica Saúde. Simone Martins, segunda vice-presidente do Sincor-SP, foi a mediadora do debate.

Sustentabilidade – Em sua apresentação, Cássio Zandoná, alertou que antes de crescer o setor precisa sobreviver. “Temos uma receita de país em desenvolvimento com custos de primeiro mundo. O desafio é fazer mais, por menos. É preciso vencer a guerra contra o desperdício”.

De acordo com o médico, 70% dos exames apresentam resultados normais e 30% dos pacientes não buscam os resultados dos seus exames. “A sustentabilidade do setor passa pela medicina de qualidade, por isso a importância do atendimento primário com uma equipe focada na saúde. Além disso, novos produtos como franquia e participação podem ser uma saída porque agregam responsabilidade ao consumidor”, explica Zandoná.

Judicialização – Segundo Raquel Giglio, entre 2010 e 2016, houve um aumento de 736% em Judicialização no setor de saúde. São 220 mil novas ações por ano. Atualmente são 110 milhões de processos em andamento no Brasil. Ainda de acordo com Raquel, uma pesquisa de um hospital de São Paulo, realizada entre 2011 a 2012, apontou que entre 500 pacientes com diagnóstico de indicação de cirurgia apenas 41% tiveram a necessidade do procedimento confirmada.

Para Raquel, a solução desse problema está na especialização de juízes em saúde, na criação de bancos de dados específicos para dar mais conforto às decisões jurídicas e, também, na necessidade de valorizar os Núcleos de Apoio Técnico (NATS) nos quais especialistas médicos ajudam os juízes no entendimento das ações.

“O juiz precisa do apoio da sociedade e do setor de saúde. Esse tema é extremamente relevante. Não é um problema só das operadoras, nem só do SUS, é de toda população. Porque cada procedimento, cada medicamento que é judicializado, volta depois na precificação de tabelas de vendas e nos reajustes. O recurso que se tem tanto no público quanto no privado é finito e a sociedade precisa saber aplicar da melhor forma possível”, comenta a diretora Técnica e de Relacionamento com Clientes da SulAmérica Saúde.

Oportunidades – Ariovaldo Bracco defendeu que o produto saúde exige profissionalização do corretor que deve estar qualificado para atender o cliente. “O corretor deve ser um empreendedor e estar sempre atento as novas oportunidades de negócios. A maior contribuição do corretor para que a saúde tenha remédio é conhecer o produto para orientar o beneficiário corretamente”, afirma.

Simone Martins completa dizendo que os corretores de seguro têm um nicho muito importante na área de seguro saúde. “É importante saber diversificar a carteira porque este é um ramo de muita rentabilidade e tem uma administração tranquila”.

No final do debate, a afirmativa inicial de Solange Beatriz foi apoiada pelo público. Uma enquete realizada durante o painel revelou que 80% dos participantes consideraram que a saúde tem remédio.

Allianz lança seguro de Responsabilidade Civil para PME

Fonte: Allianz

De auditórios a bares e restaurantes, condomínios, proprietários e locatários de imóveis. Clubes e estabelecimentos de ensino. Comércio e indústria. Prestação de serviço e promoção de eventos. Esses são alguns dos ramos de negócios que podem ser cobertos pelo produto de Responsabilidade Civil PME que a Allianz passa a disponibilizar às pequenas e médias empresas. Danos causados a terceiros pelo segurado, seu cônjuge, filhos menores de idade, empregados e até mesmo animal de estimação também estão contemplados em uma das modalidades desse seguro.

Até então, no mercado segurador brasileiro não tinha produto de Responsabilidade Civil desenvolvido especificamente para negócios de pequeno e médio portes. Além de chegar com esse perfil, o seguro da Allianz, devido às suas 11 modalidades, permite que sejam ofertadas coberturas personalizadas de acordo com o ramo de atuação da empresa. Nele, o limite máximo de indenização pode variar de R$ 100 mil a R$ 5 milhões.

Em muitos países, o seguro de Responsabilidade Civil já está estabelecido. Já no Brasil, o aculturamento em relação às responsabilidades vem crescendo. Ao longo dos últimos anos a procura por esse tipo de proteção aumentou. “De modo geral, o brasileiro está mais disposto a precaver riscos e prejuízos. E, portanto, esse comportamento acaba estendido às empresas, incluindo as PMEs, que precisam de soluções que assegurem a sustentabilidade e competividade do negócio”, ressalta Mario Jorge Pereira, diretor de Negócios Corporativos da Allianz Seguros.

O produto da Allianz conta com outra inovação. Ele é o primeiro seguro de Responsabilidade Civil comercializado no Brasil que pode ser cotado online e com 11 das principais modalidades de seguro do RC. Agora, em poucos minutos, o corretor de seguros pode optar pelas coberturas e os limites apropriados ao cliente já com acesso ao valor da apólice. Com isso, o canal de distribuição ganha autonomia tornando a negociação e a oferta ao segurado mais ágeis.

Títulos de capitalização arrecadam R$ 13,6 bi até agosto

A receita global das 17 empresas que comercializam títulos de capitalização no país superou os R$ 13,6 bilhões no acumulado até agosto deste ano, queda ide 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As provisões técnicas – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – superaram R$ 29,5 bilhões no mesmo período.

De acordo com os dados da Susep agrupados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), entre janeiro e agosto de 2016 as empresas do segmento distribuíram, juntas, R$ 699 milhões em sorteios. O montante registra um crescimento de 6,3% em relação ao mesmo período de 2015, e equivale ao pagamento de R$ 4,1 milhões em prêmios por dia útil no período.

O Sudeste foi a região que recebeu o maior volume de prêmios. Ao todo, foram R$ 363 milhões distribuídos para os clientes dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

“O sorteio é uma forma de antecipar o que gostaríamos de realizar com o montante acumulado ao longo da vigência do título de capitalização. Mas, se nesse período o cliente não for sorteado, ele tem a opção de resgatar a sua reserva. É importante observar que há prazo de carência para resgates e que só é possível reaver todo o dinheiro guardado ao fim do prazo de vigência.

Antes disso, há percentuais diferenciados de devolução, dependendo do momento de retirada dos recursos”, diz Marco Barros, presidente da FenaCap. Por esta razão, ele orienta: “O título de capitalização é uma solução para quem quer guardar dinheiro e concorrer a prêmios e não para os que visam ao curto prazo. É um produto que contribui para a disciplina financeira e para o desenvolvimento do hábito de guardar dinheiro, mas não é um investimento”, alerta.

Os resgates finais e antecipados das reservas dos clientes atingiram R$ 13,3 bilhões no período. Isso representa um aumento de 19,4% em relação aos R$ 11,1 bilhões devolvidos no mesmo período de 2015. “São recursos que voltam às mãos dos clientes, movimentam o mercado e aquecem a economia”, diz Marco Barros.

Saúde: Consumidores estão dispostos a mudar de planos

Fonte: CVA Solutions

A saída de aproximadamente 2 milhões de usuários dos planos de saúde, em função da recessão e desemprego, descongestionou vários serviços e fez com que os consumidores passassem a avaliar um pouco melhor seus planos de saúde e a apontar menos problemas. Em relação a 2015, o número de pessoas que dizem não ter tido problemas com seus planos aumentou de 36,6% para 42,9% e a nota do setor subiu de 6,67 para 7,00. Mesmo assim, se fosse fácil e descomplicado, 72,9% mudariam de operadora. Desses, 81% gostariam de ter um preço mais baixo e 19% um serviço melhor.

Essas são algumas das conclusões do novo Estudo Planos de Saúde 2016, da CVA Solutions, que acaba de ser finalizado e entrevistou 7.090 usuários de todo o país. “Diferentemente de outros seguros, os planos de saúde são bastante usados pelos usuários. As pessoas têm contato com o plano e usam. E começam a crescer os serviços oferecidos, como descontos em medicamentos, clube de vantagens, programas de prevenção e promoção da saúde. Mas falta comunicação. As empresas precisam comunicar a existência desses serviços, pois o usuário que conhece, avalia melhor o seu plano de saúde”, afirma Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA Solutions.

Outro problema detectado pelo estudo da CVA, foi o uso do Pronto Atendimento como busca para problemas que poderiam ser resolvidos em uma consulta médica. Nos últimos 12 meses, 64,8% dos entrevistados afirmaram que ele, ou alguém da sua família, foram ao Pronto Atendimento. “Se os planos fossem mais ágeis em marcar consultas, o uso do pronto atendimento seria menor”, explica Cimatti, lembrando que 20,7% dos entrevistados reclamam da demora ou burocracia para agendar consultas.

Serviços e Programas de prevenção e promoção da saúde

Os planos de saúde têm criado serviços adicionais e novos programas de prevenção, mas não têm tido bons resultados na comunicação. Na opinião de Sandro Cimatti, “para os doentes crônicos faltam programas mais efetivos de prevenção, para reduzir o nível de hospitalização. Para os saudáveis faltam programas para evitar obesidade, tabagismo, sedentarismo, entre outros. Faltam ações que levem os beneficiários a conhecer e participar dos programas de prevenção de doenças e promoção da saúde”. De acordo com o novo estudo da CVA Solutions, 38% já ouviram falar dos programas de prevenção e promoção da saúde, mas apenas 13% já participaram de algum deles.

Médicos de Família podem ajudar a reduzir custos

Entre os entrevistados, 62% afirmaram ter um médico que acompanha regularmente sua saúde ou de sua família. Para Sandro Cimatti, os planos de saúde deveriam trabalhar mais próximos destes médicos para que eles ajudem na redução de custos evitando que os beneficiários iniciem o tratamento por médicos especialistas, façam exames desnecessários ou utilizem o Pronto Atendimento. “Além disto, estes médicos poderiam ajudar a comunicar e estimular os beneficiários a participarem dos programas de prevenção e promoção de saúde”, sugere.

Objetivo do Estudo e Marcas citadas

O Estudo da CVA Solutions mostra o comportamento, hábitos dos usuários, perfil em termos de obesidade, tabagismo e doenças crônicas. Analisa a Força da Marca e o Valor Percebido (custo-benefício) dos Planos de Saúde com Rede Própria e das Seguradoras de Saúde sem Rede Própria.

Os estudos da CVA Solutions têm por objetivo entender a estrutura de Valor Percebido (custo-benefício percebido) no mercado, a partir do ponto de vista do consumidor. Além de medir a posição competitiva dos principais players e diagnosticar possibilidades de criação de vantagem competitiva sustentável. Os estudos avaliam ainda a Força da Marca, que é a atração menos rejeição perante clientes e não clientes.

No estudo foram citados pelos usuários cerca de 50 planos de saúde. Os mais citados foram: Unimed, Bradesco Saúde, Amil, SulAmérica, HapVida, Porto Seguro, Intermédica, Golden Cross, Allianz, Notre Dame, Cassi, Mediservice, Assim, Mapfre, Sompo e NextSeisa.

Nota baixa entre 45 setores da economia

O segmento de Planos de Saúde melhorou sua nota em relação a 2015. A nota subiu de 6,67 para 7,00 (em uma escala de 1 a 10), colocando o segmento na 39ª posição, melhor do que Cartões de Crédito e TV por Assinatura. O Valor Percebido para os 45 segmentos pesquisados pela CVA se baseia na nota de custo-benefício percebido e tem como melhor segmento o de Microondas (8,87) e o pior o de Operadora de Telefonia Celular (5,84).

Valor Percebido – Planos de Saúde com Rede Própria

O melhor Valor Percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) em Planos de Saúde com Rede Própria foi a NextSeisa – empresa da região de Guarulhos e ABC Paulista, com nota bem acima da concorrência, worldclass, 1,16. Na segunda posição vem a HapVida (da região Norte e Nordeste), seguida pela Amil, Golden Cross e Unimed.

Valor Percebido – Seguradoras de Saúde sem Rede Própria

O Melhor Valor Percebido entre as Seguradoras de Saúde foi o da Mediservice, com nota worldclass, 1,13. Em segundo lugar vem a Mapfre, seguida pela Porto Seguro e Bradesco Saúde.

Força da Marca – Planos de Saúde com Rede Própria
A maior Força da Marca (a atração menos rejeição perante clientes e não clientes) é da Amil com 12%, seguido pela Unimed e Golden Cross.

Força da Marca – Seguradoras de Saúde sem Rede Própria
A maior Força da Marca entre as Seguradoras é da Bradesco Saúde, com 16,8%. Seguida por SulAmérica, Porto Seguro e Allianz.

RANKING

Planos de Saúde com Rede própria

-Valor Percebido (relação custo-benefício percebido):
1º NextSeisa, 2º HapVida, 3º Amil, 4º Golden Cross, 5º Unimed,
6º NotreDame, 7º Intermédica.

-Força da Marca (share de atração menos share de rejeição):
1º Amil, 2º Unimed, 3º Golden Cross, 4º NotreDame, 5º HapVida,
6º NextSeisa, 7º Intermédica.

Seguros de Saúde sem Rede própria

-Valor Percebido (relação custo-benefício percebido):
1º Mediservice, 2º Mapfre, 3º Porto Seguro, 4º Bradesco, 5º Sompo,
6º SulAmérica, 7º Allianz.

-Força da Marca (share de atração menos share de rejeição):
1º Bradescol, 2º SulAmérica, 3º Porto Seguro, 4º Allianz, 5º Sompo,
6º Mediservice, 7º Mapfre.

Planos Odontológicos: potencial para crescer

A CVA Solutions também realizou um estudo sobre Planos Odontológicos, quando ouviu 3.788 consumidores de todo o país. Os usuários estão mais satisfeitos dos que os de planos de saúde, sendo que a nota do setor é 7,84. Mesmo assim, 73,3% afirmam que mudariam de plano se fosse mais fácil e descomplicado.

Os entrevistados citaram mais de 30 empresas, sendo que as mais citadas foram: Amil, Bradesco, Uniodonto, Unimed, Odontoprev, SulAmérica, Porto Seguro, Interodonto, HapVida, Odonto System, Brasil Dental, Prodent, Metlife, Caixa Saúde, Golden Cross, Assim e Gama.

“O segmento de planos odontológicos tem um bom potencial para crescer. O preço é acessível versus os tratamentos oferecidos. Não existe ainda uma cultura da necessidade de fazer ao menos uma consulta anual ao dentista, mesmo que seja apenas para um check up ou limpeza. Falta as operadoras estimularem e criarem o hábito, pois o plano odontológico é vantajoso para quem costuma ir regularmente ao dentista”, observa Sandro Cimatti.

Valor Percebido – Planos Odontológicos

O Melhor Valor Percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) entre os Planos Odontológicos foi o da Unimed, com nota 1,07. Em segundo lugar vem a Porto Seguro, seguido por Bradesco e Odonto System.

Força da Marca – Planos Odontológicos
A maior Força da Marca (a atração menos rejeição perante clientes e não clientes) é da Bradesco, com 11%, seguido pela Uniodonto, Amil e Odontoprev.

RANKING

Planos Odontológicos

-Valor Percebido (relação custo-benefício percebido):
1º Unimed, 2º Porto Seguro, 3º Bradesco, 4º Odonto System, 5º Golden Cross, 6º SulAmérica, 7º Amil, 8º Hapvida, 9º Brasil Dental, 10º Uniodonto.

-Força da Marca (share de atração menos share de rejeição):
1º Bradesco, 2º Uniodonto, 3º Amil, 4º Odontoprev, 5º Unimed, 6º Porto Seguro, 7º SulAmérica, 8º Golden Cross, 9º Odonto Company, 10º Interodonto.

CVA Solutions e Metodologia

A CVA Solutions (CustomerValueAdded) está há 15 anos no mercado brasileiro e 20 anos nos Estados Unidos. A empresa é uma subsidiária da CVM Inc., empresa criada nos Estados Unidos, em 1996, pelo engenheiro Ray Kordupleski. A CVM Inc. conta com seis escritórios associados em todo o mundo e atende a mais de 30 corporações internacionais. No Brasil, a CVA Solutions atende a empresas como Amil, Boticário, Whirlpool, Porto Seguro, SulAmérica, Fleury Medicina Diagnóstica, Dasa, Claro, Oi, International Paper, Daimler Chrysler, Philips, Colgate, Hotéis Atlântica, Natura, Banco Santander, Bradesco e Itaú.

A CVA Solutions é uma empresa especializada em ajudar seus clientes a criar vantagem competitiva sustentável, através da melhora do Valor Percebido em toda a cadeia de valor. A empresa pesquisa, analisa e indica os caminhos que levarão ao aumento do market share e da rentabilidade do cliente.

O trabalho baseia-se na metodologia criada por Ray Kordupleski, capaz de medir e gerenciar diversos atributos de valor presentes no processo de decisão de compra e experiência de consumo de qualquer tipo de produto ou serviço.
Desta forma, além de medir os atributos de valor e identificar aqueles que têm o maior impacto, do ponto de vista do cliente, também se promove uma integração entre as medidas de valor percebido pelo cliente e os processos internos da empresa, possibilitando um gerenciamento mais eficaz.

Mais informações no site http://www.cvasolutions.com/

Quem é quem – Flávio Faggion, sócio da Siscorp

Crédito: Régis Filho/Valor

Flávio Faggion é um dos mais destacado consultor e analista quando o assunto é mercado segurador brasileiro. Depois de trabalhar décadas em seguradoras, se juntou em 2003 a consultoria Siscorp, fundada em 1993 por Dawson Henriques e Marcelo Freitas. Para ele, a expectativa é de que o mercado de seguros brasileiro alcance ao final de 2016 a arrecadação de R$ 395 bilhões, significando crescimento de 1,5% sobre 2015 em moeda normalizada. Sobre o PIB, a arrecadação deverá representar 6,4%, contra 6,1% em 2015.

Captura de Tela 2016-10-09 às 20.59.22Ele explica que as projeções refletem de um lado as dificuldades do desenvolvimento da economia brasileira e de outro, a capacidade histórica do mercado de se manter com crescimentos anuais superiores ao do PIB. Porém, este fenômeno não é fato consumado, e muito menos quando se individualizam as operadoras atuantes no mercado.

“Além das variáveis econômicas e políticas presentes em nosso país, a sociedade passa por momentos de transformações nas transações comerciais, com novas práticas desafiando processos até então inquestionáveis, surgindo sem grandes alardes”, destaca em seu estudo com projeções até 2019.

Para ele, o mercado de seguros por sua representatividade expressa em um de seus fundamentos, como são os volumes dos recursos administrados, tem se mantido de certa forma e com algumas exceções, conservador em suas práticas empresariais, pouco inovando em processos de valorização/conhecimento do cliente, no aperfeiçoamento ou criação de produtos concebidos segundo as necessidades de uma sociedade mais informada, e distribuição ainda carente de tecnologia mais atual/inovadora, focada para facilitar.

Captura de Tela 2016-10-09 às 20.57.58Ele destaca que alguns movimentos começam a tomar forma neste ano. São aguardados novos operadores com modelos mais convergentes com os dias atuais, que podem assumir alguns riscos e expectativa de resultados mais alongada. “As limitações do desenvolvimento do país acabam favorecendo, por paradoxal que possa parecer, esse cenário para novas atitudes e o mercado de seguros não pode ter uma postura de observador, terá que participar, aceitar os desafios postos, buscar inovações e gerenciar com modernidade. A história do mercado mostra que existem condições de superação, mas é preciso agir para sobreviver”, sentencia.

Quem é quem – Gabriel Portella, CEO da SulAmérica

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

Gabriel Portella assumiu o comando da SulAmérica em abril de 2013. Economista de formação, Portella possui experiência de 40 anos no mercado de seguros, tendo ocupado vários cargos de liderança em empresas do setor e na própria SulAmérica, grupo com o qual mantém um histórico de 32 anos de estreita relação. Na companhia, Portella já esteve à frente das áreas Comercial e de negócios de Saúde, Vida e Previdência, além de ter atuado como vice-presidente executivo da joint venture da SulAmérica com a seguradora americana Aetna. Nos quatro últimos anos, atuou como vice-presidente da unidade de negócios de Saúde e Odontológico da empresa.

Portela compartilha de uma visão de consenso pró recuperação do nível de atividade econômica do Brasil. Essa visão, é, segundo ele, sustentada pelo comportamento de certos indicadores setoriais que sugerem uma mudança de tendência em geral mais positiva. “Vimos mantendo nossos níveis de investimento e ações estruturantes, a despeito do momento de maior incerteza e volatilidade que nossa economia atravessou”, diz.

Segundo ele, momentos mais desafiadores como esses têm a virtude de exigir maior criatividade, agilidade e disciplina. “Foi isso o que observamos e realizamos na companhia. Estamos nos beneficiando de melhorias operacionais em frentes prioritárias, e ampliamos nosso portifólio de produtos para aproveitar oportunidades em segmentos e mercados onde ainda víamos potencial. Nosso negócio é movido a pessoas. Com os ajustes que implementamos, fomos capazes de manter carteiras sólidas e preservar nosso relacionamento, tanto com o canal de distribuição, quanto com nossos segurados e clientes”, comenta.

Para Portella, uma trajetória de lucros crescentes está ligada aos fundamentos das operações: um correto underwriting, uma enorme capacidade de distribuição, alicerçada no corretor de seguros, e uma atenção prioritária ao controle de custos. Esses fundamentos são o que nos permitirá performar com sucesso num ambiente de maior grau de atividade econômica.

Além disso, acrescenta, a virtude de um modelo de negócios que se baseia em uma capacidade oferta ampla e diversificada, apoiado em uma estrutura que garante alcance nacional, com mais de 90 filiais em todo o Brasil, garantiram uma trajetória de crescimento sustentável para a SulAmérica. Esse é o modelo que estamos aprimorando.

A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 126,4 milhões (+0,5%) no segundo trimestre deste ano e R$ 232,3 milhões (+1,4%) no primeiro semestres. As receitas operacionais totais acumulam R$ 4,1 bilhões (+6,9%), sendo R$ 4 bilhões (+7,6%) de receitas operacionais de seguros. A sinistralidade ficou em 77,5% e a rentabilidade sobre o patrimônio alcançou 15,5%. O segmento de saúde e odontológico avançou 15,2%, com receita de R$ 3 bilhões no segundo trimestre. Automóveis recuou 7,6%, ramos elementares 57,2% e vida e acidentes pessoais decresceu 2,5%.

Quem é quem – Helder Molina, CEO da Mongeral Aegon

Helder Molina assumiu a presidente da Mongeral em 2004, sucedendo o pai Nilton Molina, que passou a presidir o conselho de administração e ter uma atuação institucional relevante ao setor por ser um dos maiores conhecedores do tema “previdência” no país.

Desde que assumiu o comando da companhia, Helder comanda uma revolução sem igual, transformando uma das mais antigas seguradoras do Brasil em uma das mais modernas. A companhia está presente em todo o Brasil, com mais de 2 milhões de clientes, para os quais assegura mais de R$ 270 bilhões. Desde 2009, a empresa faz parte do Grupo Aegon, um dos maiores grupos de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo. Nos últimos anos, a expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que é formado por, além da seguradora, pelo Mongeral Aegon Fundo de Pensão, pela Mongeral Aegon Investimentos, pela empresa de gestão previdenciária Mongeral Aegon Administração de Benefícios e pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O grupo está presente em todo o país por meio de 60 unidades de negócios, 1.200 funcionários e 4 mil corretores parceiros.

Para 2017, a Mongeral Aegon espera uma retomada do crescimento econômico do país, contribuindo para um crescimento na arrecadação de produtos de risco na faixa dos 20%, média que conseguimos manter nos últimos 10 anos. Para isso, seguiremos também com disciplina orçamentária e na procura por eficiência, com a meta de fechar 2017 com mais de 80% das vendas com processo totalmente digital. Foi inovadora ao incorporar os corretores no processo digital e hoje tem mais de 320 lojas com seus principais parceiros de negócios.

Helder Molina é formado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Mackenzie São Paulo, com pós-graduação em MBA Executivo da Universidade de São Paulo (USP) e designação LIMRA Leadership Institute Fellow (LLIF), uma credencial reconhecida internacionalmente pelo desenvolvimento de executivos do mercado segurador. Desde 1997, presidente da Binswanger Brasil, empresa de consultoria imobiliária multinacional. Durante 2007 e 2011, atuou como diretor estatutário da Fenaprevi. Membro do conselho da Abraap (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada), foi membro do conselho da LIMRA, um dos maiores institutos de pesquisa internacionais do mercado segurador.

Quem é quem – Edson Franco, CEO da Zurich

Edson Franco é CEO da Zurich no Brasil, que reúne os negócios de Seguros Gerais, Vida, Previdência e Capitalização. Franco tem mais de 22 anos de experiência no mercado financeiro e segurador. Pós-graduado em Administração de Empresas com MBA pela Fundação Getúlio Vargas, atuou em organizações como ABN AMRO Real, Tokio Marine e Grupo Santander.

Desde 2012 está no grupo Zurich onde já atuou como CEO da Zurich Santander e CEO Regional da América Latina para Seguros de Vida. Também tem o cargo de Presidente da FenaPrevi, Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, e é Vice-Presidente do Conselho Diretor da CNSeg, Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

Em agosto de 2016 o grupo, que figura entre os cinco maiores do ranking de lucro líquido do setor elaborado pela Siscorp, promoveu uma reestruturação e unificou as áreas seguros e vida, seguindo a estratégia global de simplificar os processos da companhia. “Está diretamente ligada à intenção da Zurich de unir expertises e oferecer produtos e serviços cada vez melhores aos mercados nos quais atua. Exemplos destes investimentos são os aportes feitos em tecnologia e também em compartilhamento de expertises entre as áreas de risco de diversos países em que a companhia atua”, comentou.

Para ele, a oferta competitiva e a ampla diversidade de produtos são pontos fortes da companhia. “Temos produtos para desde indivíduos até grandes corporações, além de soluções para parceiros em diferentes negócios”, acrescentou. É estratégia da companhia seguir ampliando, revisando e melhorando nosso portfólio de produtos, adaptando as ofertas às necessidades dos clientes, promovendo a cultura do seguro para que o mercado possa conhecer os riscos e se proteger deles. “E seguiremos neste sentido, sempre com foco no longo prazo”, finalizou.