Briga entre Fenacor e Youse se intensifica

ATUALIZADA AS 19:20 DO DIA 19 DE NOVEMBRO DE 2016

A briga entre a Youse, seguradora digital da Caixa Seguros, e a Federação dos Corretores de Seguros ganha proporções semelhantes aos taxistas e o aplicativo Uber. Digo mais: pode acabar arranhando a imagem do setor, que investiu muito dinheiro, tempo e dedicação para alcançar o patamar que conquistou nos últimos dois anos. Ambos tem dado munição aos jornalistas para detonar um ao outro que todos serão prejudicados: eles e o setor.

De um lado o governo tem todo o interesse em agilizar a regulamentação para que a Youse conquiste logo a sua licença como seguradora da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Isso porque a seguradora digital da Caixa pode acrescentar alguns milhões de reias ao IPO da Caixa Seguridade, que está na agenda do governo para 2017.

De outro, os corretores estarrecidos com a propaganda agressiva da Youse, que afirma quer o profissional de vendas totalmente dispensável. O que não é para muitos casos. Em outros, pode até ser, mas sempre haverá o pagamento de uma comissão para uma corretora, ainda hoje uma exigência no arcabouço regulatório do setor. E é esse valor pago na compra de todos os seguros que mantém instituições, juntamente com parte dos recursos do DPVAT. Instituições que investem em educação, treinamento e políticas necessárias para o crescimento sustentável do mercado segurador.

Enfim, a notícia de ontem é que o juiz Alberto Nogueira Junior, da 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro, deferiu, nesta sexta-feira (18/11), liminar impetrada pela Fenacor e determinou que a Youse cesse imediatamente a comercialização de quaisquer modalidades de seguros.

Segundo release da Fenacor, a liminar também veda a divulgação de publicidade sobre os produtos da Youse, que fica ainda impedida de renovar as apólices contratadas até hoje. O juiz também estabeleceu que a empresa publique a íntegra da decisão em seu sítio na Internet, assim que receber a intimação.

Segundo a diretoria da Fenacor, essa é uma conquista histórica não apenas em defesa dos corretores de seguros, que estavam sendo desrespeitados pela Youse, mas também do mercado e, principalmente, dos consumidores brasileiros.

Isso porque a Youse vinha atuando irregular e ilegalmente, comercializando apólices de seguros mesmo sem ter a devida autorização legal do órgão regulador do mercado, a Susep.

Diante das atitudes da direção da Youse e de sua controladora, a Caixa Seguros, não restou alternativa à federação que não fosse buscar a tutela jurisdicional do estado para frear essa atuação ilegal e imoral, que desrespeitava a lei e o órgão regulador.

A semana promete o revide da Youse, que certamente irá gerar mais revides da Fenacor. Nesse fogo cruzado, espero que surja um bom gestor de crise para colocar esse imbroglio nos trilhos.

CNseg anuncia os finalistas da 6ª edição do Prêmio de Inovação em Seguros

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) anunciou nesta sexta-feira, 18, os 15 finalistas do Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, edição 2016 . Agora, os autores e coautores dos projetos selecionados, divididos nas categorias Processos, Comunicação e Produtos e Serviços, farão a defesa oral de seus trabalhos para a comissão julgadora do Prêmio. Esta etapa ocorrerá entre os dias 28 e 30 de novembro, na sede da CNseg, no Rio de Janeiro.

Nesta edição, a Comissão julgadora é composta pela economista Maria Eugenia Buosi; a Defensora Pública Estadual Patrícia Cardoso Maciel Tavares; o professor de economia da Unicamp Antônio Márcio Buainain; o gerente geral da Associação Palas Athena do Brasil, Julio Albuquerque Bierrenbach; o diretor da Associação Brasileira de Gerentes de Riscos e cronista do jornal Estado de S. Paulo, Antonio Penteado Mendonça; o presidente nacional do Brasilcon, Bruno Miragem; o economista Sergio Besserman; o professor de Direito Constitucional da FGV – RJ Joaquim Falcão; e o economista e professor da UFRJ Helio Portocarrero.

Para a vice presidente da CNseg e presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a indicação de um projeto como finalista do Prêmio, já resulta em uma valorização das empresas e profissionais envolvidos. ”A indicação desses projetos como finalistas, mais do que um estímulo ao empreendedorismo e ao desenvolvimento de carreira dos autores, é algo que agrega valor ao negócio e ao cliente. Acreditamos que isso gere ainda mais valor às marcas”, afirma Solange.

Ao final do processo, 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria receberão prêmios de R$30 mil, R$15 mil e R$10 mil, respectivamente. Os vencedores serão conhecidos durante cerimônia de confraternização do mercado segurador, a ser realizada dia 15 de dezembro, no Rio de Janeiro.

Confira abaixo a lista dos classificados:

Categoria Processos

APP Rede UNNA – Autor: Carlos Roberto Montefusco – Empresa: Odontoprev
Casa Protegida: Regulação de Sinistro com WhatsApp – Autor: Alexandre de Souza Vieira – Empresa: Tokio Marine Seguradora
Integração: A Evolução ao Alcance das Nossas Mãos – Autor: José Roberto Bezerra de Lima – Empresa: Bradesco Seguros
Recurso de Glosa Eletrônico (RGE) – Autor: Alexandre Nicola – Empresa: SulAmérica Seguros e Previdência
Agro Field Inspector App – Autor: Seetharam Guruvayoorappan – Empresa: Tata Consultancy Services do Brasil
Comunicação

Somos Todos Ouvidores – Autora: Gisele Garuzi Oggioni de Araújo – Empresa: Bradesco Seguros
Plano de Comunicação de Combate à Corrupção – Autora: Cassia Cristina Ferreira de Sousa Monteiro – Empresa: SulAmérica Seguros e Previdência
O Arthur Vai Amar – Autora: Larissa Amado Osório de Almeida – Empres: Icatu Seguros
Painting Experience – Autora: Fernanda Nepomuceno de Oliveira – Empresa: IRB Brasil RE
Vídeos Personalizados – Autora: Etienne da Costa Gonçalves – Empresa: Liberty Seguros
Produtos e Serviços

Protector Bikes – Tecnologia e Inovação em um Único Produto – Autor: Fernando Figueiró Cantreras – Empresa: Argo Seguros Brasil
Projeto Parto Adequado – Autora: Janaína Consolação Ferreira – Empresa: SulAmérica Seguros e Previdência
BB Seguro Residencial na Internet – Autor: Ismael Tessari Grandi – Empresa: BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens
Telemetria: Direção em Conta – Autor: José Luiz Pessoa de Mello – Empresa: Liberty Seguros
A Solução que o Mercado de Turismo Aguardava – Autor: Waldir de Menezes Júnior – Empresa: Ifaseg Corretora de Seguros

Sobre o Prêmio

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros busca reconhecer trabalhos que contribuem para a inovação no mercado. Lançado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), a premiação, que está em sua sexta edição, tem como objetivo estimular a evolução do setor e o aprimoramento das relações com o consumidor.

O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em um prêmio de inovação em seguros. Nascido em 1926, filho de engenheiro português dos setores imobiliário e de seguros, ele fez da Companhia Atlântica uma das maiores seguradoras da América Latina. Foi ainda o fundador, posteriormente, da Icatu Seguros, além de ter sido o pioneiro na distribuição de produtos de seguros por meio da rede bancária. Com seu espírito inovador, foi capaz de aperfeiçoar o atendimento no mercado. Por isso, mereceu esta homenagem e serve como inspiração para os seguradores da atualidade.

thinkseg traz o seguro “pague conforme você usa” para taxistas

Com o download do aplicativo thinkseg no smartphone do taxista, a condução do veículo passa a ser monitorada por meio das variáveis: tempo do trajeto, modo de aceleração, maneira da freada e jeito de fazer as curvas. Essa é a novidade que a thinkseg propõe aos taxistas no Brasil. A tarifa do seguro do carro é mais alta para o taxista, quando comparada a dos automóveis particulares. Isso ocorre porque as seguradoras consideram que existe um maior risco de acidente pelo fato do taxista rodar o dia inteiro, transportando mais pessoas no veículo.

Em outras palavras, o estilo de condução do motorista do taxi vai indicar a abordagem profissional dele e o risco que ele representa para a seguradora. Quanto mais prudente no volante, mais descontos haverá no preço do seguro. Há perspectivas de descontos de até 40% no seguro de veículo comercial.

Segundo estimativa da British Insurance Brokers’ Association (Biba) – Associação dos Corretores de Seguros na Inglaterra – o modo de condução do taxista, por meio de aplicativos com telemática, deve alcançar 500 mil usuários no final de 2017 na Inglaterra. Estes são dados de um mercado segurador evoluído, no qual várias grandes companhias de seguros já aderiram a esse tipo de programa. No Brasil, a thinkseg é a primeira plataforma online a trazer essa inovação que está em expansão na Inglaterra e também nos Estados Unidos.

Para os jovens condutores de carros que usam aplicativos direto com os seus passageiros no Brasil, o monitoramento do estilo de condução, proposto pela plataforma online thinkseg, pode evitar a alta taxa inicial de seguro que esses condutores pagariam em uma cobertura padrão.

A thinkseg é independente, de “low cost” e transparente. É independente por não ter ligação com os grandes conglomerados financeiros do País. A eficiência do novo modelo, sem a burocracia das grandes empresas, resulta em soluções ágeis – tudo pelo smartphone-, com menor custo.

Já a transparência faz parte de todo o processo na thinkseg, desde a comunicação do sinistro até a indenização final. Cada etapa será monitorada e visualizada pelo segurado e pelo corretor em tempo real, por meio do aplicativo thinkseg no smartphone.

O seguro “pague conforme você usa”, modelo inovador da thinkseg para o Brasil, começa a partir de determinado valor. Quem tem bons hábitos de condução, tem descontos no prêmio do seguro. Em breve, a thinkseg lançará uma campanha de conscientização das pessoas no volante, ressaltando os descontos para os bons condutores. Já os motoristas mais arrojados ou imprudentes apenas não terão esses descontos.

O aplicativo thinkseg foi disponibilizado para alguns motoristas em São Paulo que estão sendo monitorados. O app só passa a ser comercializado assim que os testes e ajustes estiverem finalizados.

Prejuízos com violência no trânsito poderiam ser revertidos em investimentos para áreas sociais

Release

Em tempos de recessão, com recursos cada vez mais escassos, sobretudo no setor público, imagine se o Brasil pudesse construir 28 mil escolas de Educação Básica, a um custo de R$ 2 milhões cada unidade? Cada estado poderia comemorar mais de 1037 escolas para os cidadãos.

E se o Governo Federal, em reposta a crise crônica no sistema de saúde, pudesse anunciar recursos par a construção de 1800 novos hospitais para o país, custando R$ 30 milhões cada – o que daria mais de 66 hospitais por estado computando-se os 26 estados e o Distrito Federal?

Tudo isso poderia ser realidade se a violência no trânsito não “sequestrasse” todo ano esses recursos para pagar os custos das mortes e tratamentos das vítimas e sequelados nas vias. E essa conta alta não para aí. O Brasil perdeu com a violência no trânsito em 2014 (último ano com os dados consolidados de mortes no trânsito pelo SUS), 56 bilhões de reais, o correspondente a todo o repasse de recursos do Governo Federal para a região Norte (sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), mais estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Se considerarmos os últimos 5 anos de dados disponíveis, esse montante chegaria a quase 250 bilhões de reais, o equivalente a: 125 mil escolas, ou mais de 8 mil hospitais.

Os números de mortes por acidente de trânsito no país são preocupantes e nos levam a crer que o país dificilmente atingirá a meta de redução do número de mortes estabelecida no contexto da Década Mundial de Ações para a Segurança Viária. O gráfico a seguir mostra a evolução no número de mortes no pías de acordo com os dados oficiais do Ministério da Saúde.

Desse total de mortes, em 2014, por exemplo (ano com informações mais recentes disponíveis), cerca de 1/3 concentra-se em apenas 3 estados brasileiros: São Paulo (7032), Minas Gerais (4396) e Paraná (3076). Há de se ponderar, no entanto, que estes também são os estados que concentram parcela significativa da população e frota no Brasil. Ao analisarmos índices de acidentes, percebe-se que a situação é muito mais crítica nos estados do Piauí (taxa de mortes por 10 veículos igual a 13,62), do Maranhão (taxa de mortes por 10 veículos igual a 13,19) e de Alagoas (taxa de mortes por 10 veículos igual a 12,33).

Esse conjunto de dados que revela a dimensão dos prejuízos com a violência no trânsito no Brasil é o principal alerta que o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, em conjunto com o SindSeg-SP, traz à sociedade para marcar o Dia Mundial das Vítimas de Acidentes de Trânsito, que será lembrado no próximo dia 20 deste mês, terceiro domingo de novembro, em todo o mundo. Dados detalhados para o estado de São Paulo mostram a evolução das mortes no gráfico que segue.

A data foi instituída em 1993 pela Road Peace, uma organização do Reino Unido, em prol das vítimas de acidentes rodoviários; e, em 2005, adotada pela ONU – Organização das Nações Unidas – para mobilizar países de todo o mundo para lembrar essas vítimas e também conscientizar sobre os prejuízos de toda ordem com os acidentes rodoviários. De acordo com a ONU, mais de 1,3 milhão de pessoas morrem em acidentes de trânsito por ano, em todo o mundo.

Com a proposta de sensibilizar a sociedade para esse enorme problema, o OBSERVATÓRIO ainda levantou mais comparativos para reflexão nesta data. A cada minuto no país, uma pessoa fica com sequelas permanentes, resultantes dos acidentes nas vias e rodovias do país. Os inválidos permanentes, de acordo com dados do DPVAT , foram quase 600 mil cidadãos só em 2014. O gráfico a seguir mostra a evolução do número de pagamentos de indenizações do Seguro DPVAT por invalidez permanente em acidente de trânsito.

Probalidade de mortes nas vias

Outros paralelos também podem ser feitos com esses prejuízos. Em tempos de intenso uso das redes sociais, tendo o país 99 milhões de usuários do facebook, nos próximos cinco anos (2016-2021), seis dos seus amigos do facebook perderão a vida; ou serão sequelados de forma permanente; ou, ainda, sofrerão com a perda de alguém para a violência no trânsito. Essa conta foi feita considerando que cada pessoa tenha 200 amigos no facebook. Se forem 300 amigos, seriam 9 vítimas. 400 amigos, 12 vítimas. 500 amigos, 15 vítimas. Só pra caso queiram complementar.

Com esse apanhado de dados, o OBSERVATÓRIO quer alertar a sociedade que o somos todos vítimas da violência no trânsito; e a conta a pagar por isso é muito alta. De acordo com o presidente, José Aurélio Ramalho, há uma penalização em série com a violência no trânsito: somos punidos com as perdas das vidas, com as perdas emocionais, com os prejuízos/custos dos acidentes. “Perde a sociedade, perde a saúde, perde a educação, perdem os programas sociais que poderiam ver os prejuízos no trânsito serem transformados em investimentos para as mais diversas necessidade da população brasileira”.

Para engrossar a lista de comparações, Ramalho cita que tudo que o Brasil gasta, por exemplo, com o Bolsa Família, poderia ser triplicado, se os R$ 56 bilhões de gastos com a violência no trânsito fossem usados nesta área”.

Ele esclarece que a adoção dessa ação, que tem como slogan “Somos todos vítimas”, no Dia Mundial das Vítimas de Acidentes de Trânsito, inclusive com a mesma hashtag, busca quantificar as enormes perdas do trânsito para toda a nação. Os esforços para essa conscientização vão estar focados nesta primeira etapa do trabalho na imprensa em geral e nas mídias sociais, sites, facebook e twitter. O objetivo é ressaltar esses comparativos, comprovando que a prevenção não é só economia, mas fonte de recursos para outros investimentos.

Os reflexos negativos dos acidentes, lembra Ramalho, não afetam apenas as famílias dos vitimados, mas toda a sociedade (por isso, o #somostodosvítimas). Os acidentes precisam deixar de ser vistos como fatalidade e, sim, como ocorrências que podem (e devem) ser evitadas. “O trânsito no Brasil está doente. E todos nós temos de nos envolver na busca de outro cenário, ou seja, na cura para este mal”, ilustra.

Por conta disto, o diretor-presidente do OBSERVATÓRIO apela também aos veículos de Imprensa para que divulguem em seus canais de comunicação o material preparado pelo OBSERVATÓRIO, como forma de colaboração na tarefa de conscientização da sociedade para a construção de um trânsito mais seguro e sem vítimas no país. As peças publicitárias enfocarão a relação entre acidentes e seus custos para TODA a população e não só para a dos vitimados. Todas as peças, que serão divulgadas nos canais de comunicação do OBSERVATÓRIO e de seus parceiros, contam com espaços para a inclusão de logomarcas dos apoiadores.

Mais sobre o Dia Mundial das Vítimas de Trânsito

O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito foi criado em 1993, pela Road Peace, uma organização do Reino Unido, em prol das vítimas de acidentes rodoviários. Desde então, a Road Peace, a Federação Europeia e as organizações parceiras, realizam essa mobilização em todo o mundo.

Em outubro de 2005, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Resolução 60/5 para melhorar a segurança rodoviária no mundo. A resolução convida os Estados-Membros e a comunidade internacional a designar o terceiro domingo de novembro como o Dia Mundial de lembrança às Vítimas do Trânsito.

A celebração do dia é uma oportunidade para aumentar a consciência pública em relação ao custo dos acidentes rodoviários e enfatizar a necessidade de intensificar os esforços para controlar este importante problema de saúde, além de desenvolver apoio às vítimas. De acordo com estudos da ONU morrem a cada ano em acidentes de trânsito em todo o mundo cerca de 1.3 milhão de pessoas.

Mapfre discute revolução digital em Investor Day e afirma meta de faturar 31 bi de euros em 2018

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Mais de 880 analistas e especialistas financeiros reuniram-se em Madri no primeiro Investor Day da Mapfre, celebrado em 16 de novembro. A iniciativa integra o esforço que a empresa está realizando em prol da transparência, visando aumentar a quantidade e qualidade das informações que os diferentes stakeholders da Mapfre recebem sobre a companhia.

Ao longo dos últimos dias, a Mapfre também realizou a reunião internacional de CEOs da companhia, na qual a estratégia de crescimento para os próximos anos foi analisada.

Na última Assembleia Geral de Acionistas realizada no mês de março passado, o presidente da Mapfre, Antonio Huertas, mostrou-se convencido da capacidade da empresa para alcançar os objetivos financeiros e estratégicos assumidos para o período de 2016-2018.

Na revisão da evolução do Plano Estratégico lançado este ano, o presidente reconheceu que o alcance dos compromissos assumidos representa um desafio para a companhia, ao mesmo tempo em que demonstrou estar convencido de que a Mapfre conta com a estratégia adequada, recursos e pessoal necessários para alcançar estes objetivos.

Huertas reafirmou ainda que “também estamos totalmente seguros de que, diante da transformação digital pela qual este setor passará nos próximos anos, satisfazer esses compromissos é a alavanca necessária para colocar a Mapfre em uma sólida posição de competitividade”.

O Plano Estratégico 2016-2018 está focado no crescimento rentável com base nos quatro pilares básicos para a companhia: foco no cliente, transformação digital, excelência na gestão técnica e operacional, e cultura e talento humano.

Ele inclui, ainda, objetivos financeiros, tais como a previsão de atingir receitas no valor de 31 bilhões de euros no fechamento de 2018, remunerar seus acionistas com, no mínimo, 50% dos lucros do grupo durante o período, manter o índice médio combinado abaixo de 96% e obter um ROE médio que não fique abaixo de 11%.

Participaram no Investor Day alguns dos principais executivos da companhia. Esteban Tejera, vice-presidente da Mapfre, e Fernando Mata, atual diretor corporativo de Estratégia e Desenvolvimento e novo Chief Financial Officer (CFO) a partir de janeiro, após a aposentadoria de Tejera, foram as pessoas responsáveis pela apresentação do evento. A posição financeira da companhia e a evolução da estratégia também fizeram parte dessa apresentação.

O CEO da Mapfre na área territorial da Iberia, José Manuel Inchausti, explicou, do mesmo modo, a situação do grupo na Espanha e em Portugal. Aristóbulo Bausela, CEO da LATAM a partir de janeiro, e Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil, por outro lado, explicaram a situação na América Latina.

Por outro lado, Jaime Tamayo e Alfredo Castelo, respectivamente CEOs da Mapfre na Área Internacional e na América do Norte a partir de janeiro, fizeram uma revisão da situação do grupo nesses mercados, enquanto que o CEO da Mapfre Re, Eduardo Pérez de Lema, explicou o negócio de resseguros do Grupo. O diretor geral corporativo de Investimentos, José Luis Jiménez, explicou, por sua vez, a gestão de ativos da companhia.

Planos de saúde têm venda online autorizada

Fonte: Fenasaude

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamentou as regras para aquisição de planos de saúde por meio de plataformas digitais, como portais de internet e aplicativos. A Resolução Normativa nº 413, publicada dia 14 de novembro, já está em vigor e é facultativa às operadoras e seguradoras.

“Trata-se de mais um canal para facilitar o acesso da população aos planos de saúde. A informação disponibilizada na internet aumenta o conhecimento sobre os serviços oferecidos e, consequentemente, dá maior poder de escolha para os consumidores, além de proporcionar uma otimização de recursos por parte das operadoras”, explica Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

A FenaSaúde participou ativamente dos debates sobre o tema junto ao órgão regulador. Entre as contribuições acolhidas destacam-se o oferecimento facultativo e a vigência do contrato a partir do efetivo pagamento da primeira contraprestação. A venda online de planos de saúde já era permitida antes da RN nº413, mas a norma trouxe mais segurança tanto para os consumidores quanto para as operadoras no oferecimento dos serviços.

Em um mundo conectado, Solange Beatriz destaca a importância do papel do corretor de planos de saúde: “Continua sendo um agente fundamental. Como profissional especializado, presta um serviço técnico de consultoria para pessoas e empresas interessadas em adquirir o serviço. O meio online é também um canal de oportunidades para esse profissional”.

Saiba mais sobre a RN nº413: clique aqui

Liberty inova com a implementação de atendimento regional de sinistros

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros comemora um ano da implementação do novo modelo de atendimento regional de sinistros, que trouxe mais agilidade e eficiência para o processo. O principal objetivo do projeto é melhorar continuamente o atendimento aos segurados e corretores.

A operação é baseada em São Paulo, onde um time de mais de cem profissionais de sinistros atua conjuntamente, mas divididos em sete grupos. Cada um desses núcleos é focado em atender regiões específicas do Brasil, entendendo melhor as características regionais dos clientes e corretores.

Os grupos foram estruturados de acordo com o volume de solicitações e as similaridades regionais. Por se tornarem especializados, os analistas ganham um conhecimento valioso sobre as características e necessidades específicas dos clientes e corretores daquela região, trazendo eficiência e maior empatia ao processo de atendimento de sinistro.

“Ao complementarmos a nossa operação centralizada com esse modelo dividido regionalmente, percebemos que o atendimento se torna mais rápido e faz com que os analistas se sintam mais preparados para ajudar o segurado e corretor a resolver suas solicitações da melhor forma possível. Também expandimos recentemente este conceito regional para os peritos de orçamentação por imagem, aumentando assim o relacionamento e conhecimento deles com as oficinas da região e os resultados são excelentes”, diz Dennis Milan, diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.

Além de melhorar os resultados, o projeto tem recebido feedbacks positivos de corretores e clientes. Desde que o foi adotado, os contatos espontâneos para elogiar o atendimento de sinistros aumentaram mais de 300%.

“O número de contatos médio para a resolução de sinistros, por exemplo, caiu de 3,6 para 3,1”, diz Marcio Probst, diretor de Sinistros de Automóvel da Liberty Seguros. “Temos um compromisso com o atendimento excepcional, que tem como uma de suas bases os contatos ativos com os segurados, mantendo-os sempre informados de cada passo de suas solicitações”, diz Probst.

Brasilprev supera R$ 184 bilhões em ativos sob gestão

Fonte: Brasilprev

A Brasilprev, especialista em previdência privada, mantém a liderança do mercado em ativos sob gestão e captação líquida PGBL e VGBL, bem como em arrecadação total, segundo dados da Federação Nacional de Previdência e Vida (Fenaprevi), referentes ao fechamento do 3º trimestre de 2016.

A companhia atingiu no período R$ 184,6 bilhões em ativos sob gestão, valor 32,2% maior que o registrado no mesmo mês de 2015 e acima da média do mercado, que mostrou evolução de 23,3%. “O crescimento da Brasilprev demonstra que o brasileiro tem buscado investir cada vez mais em previdência privada como um meio para a aposentadoria e para a concretização de projetos de vida de longo prazo.”

A Brasilprev também manteve a liderança em arrecadação total, com 40,1% de participação de mercado no acumulado do ano, e captação líquida, com 53,6% de market share entre janeiro e setembro de 2016. “Nossos resultados refletem a oferta de produtos flexíveis e acessíveis, a consultoria adequada no momento da venda e o trabalho de pós-venda, com suporte e serviços adequados aos clientes”, comenta o presidente da Brasilprev, Paulo Valle, em comunicado enviado à imprensa.

Rádio CNseg lança aplicativo para smartphones

Fonte: CNseg

A partir de agora os ouvintes da Rádio CNseg estarão mais conectados com as notícias do mercado de seguros, por meio do aplicativo gratuito, que já está disponível para os sistemas Android e iOS. A operação pode ser realizada em poucos instantes. O aplicativo, além de possuir interface simples, dispõe de abas de notícias e de entrevistas. Há ainda um espaço para comentários, onde o ouvinte poderá expor dúvidas sobre os seguros, em geral.

“Queremos que a ferramenta seja um facilitador para o consumidor encontrar respostas mais rapidamente. Unir a força que o rádio possui e a tecnologia disponível é mais um caminho de conexão entre o mercado segurador e a sociedade”, afirma o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano.

O aplicativo pode ser baixado nas lojas virtuais — App Store ou Play Store — de acordo com o sistema operacional do smartphone.

As relações de consumo no Brasil são o foco da programação da Rádio CNseg esta semana. O presidente da Confederação, Marcio Coriolano, fala sobre os avanços no relacionamento entre empresas e consumidores brasileiros, e como a CNseg trabalha junto aos poderes constituídos para conscientizar sobre a importância do seguro. “Na medida em que o consumidor fica mais consciente, ele amplia seu poder de escolha e fica também mais exigente, obrigando as empresas a se tornarem cada vez mais ágeis e modernas, para atender às novas demandas”, afirma Coriolano.

Sobre o mesmo tema, o quadro “Entrevista especial” recebe o presidente do Instituto de Pesquisas Jurídicas e Sociais (IPJUS), Ricardo Morishita Wada, que aponta caminhos que levem a um número menor de processos no judiciário brasileiro. ”É importante que todos nós, como sociedade, estejamos comprometidos com esse processo. É debater, dialogar e exercitar, na substância, a democracia. Nesse sentido, as ações que investem em conscientização e empoderamento são medidas fundamentais, não apenas para diminuir litígios, mas também para a construção da cidadania”, pontua Morishita.

No quadro “Conheça os Seguros Gerais”, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil Geral da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marcio Guerrero, abordará o seguro de responsabilidade civil para inquilinos e locatários em contrato de aluguel. Ele fala sobre os tipos de cobertura e os cuidados que devem ser observados ao se contratar este produto. “A responsabilidade civil em contrato de aluguel foca o dano que o inquilino pode causar a um terceiro. Então, recomenda-se sempre que o inquilino contrate também uma cobertura de responsabilidade civil sobre o imóvel”, avalia. Já no quadro “Qual é a dúvida?”, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, responde a dúvidas do consumidor sobre o mercado de seguros.

A rádio traz ainda, diariamente, um boletim de serviço, notícias do setor, da economia e da política, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Rádio CNseg

A Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da CNseg, e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade, combater a desinformação e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a Rádio é transmitida por meio do site http://radio.cnseg.org.br. Também poderá ser acessada pelo portal www.cnseg.org.br.

Aplicativo SulAmérica Auto oferece serviço para pequenos reparos

Fonte: SulAmérica

O aplicativo SulAmérica Auto ganha mais uma novidade para proporcionar agilidade, economia e praticidade aos segurados. O app, disponível na App Store (iOS) e no Google Play (Android), passa a oferecer serviço de pequenos reparos, em parceria com a Car10.

A nova funcionalidade dentro do aplicativo pode ser utilizada para pequenos reparos no veículo – arranhões, amassados etc. Em poucos cliques, o segurado envia fotos do local do dano no veículo e recebe orçamentos de oficinas em poucas horas para realização do reparo. Após a escolha, o cliente agenda o atendimento, vai até a oficina e pode pagar direto pelo aplicativo. A novidade permite ainda acompanhar todas as etapas do processo.

“O aplicativo SulAmérica Auto é parte importante da nossa estratégia de estar presente em todos os momentos do cliente com o carro, oferecendo proteção completa com praticidade e comodidade. Vemos o app como uma central de serviços para o cuidado com o automóvel, o que ganha ainda mais força com esta nova funcionalidade”, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

Além de poder acionar e acompanhar o trajeto do reboque em tempo real e solicitar mecânico para emergências, no aplicativo o segurado pode também utilizar com desconto os serviços da Easy Carros, que oferece lavagem ecológica, higienização de ar-condicionado, cristalização de vidros, limpeza técnica de motor, hidratação de couro, higienização interna, enceramento e polimento. Os serviços são realizados na data e no local escolhidos pelo segurado e também podem ser pagos direto pelo aplicativo.

O app disponibiliza ainda o cartão do segurado, informações sobre a apólice, pagamento, localização dos postos de vistoria e dos Centros Automotivos SulAmérica (CASA) e canais de atendimento da seguradora, tornando-se, assim, um dos apps mais completos do mercado.