Não seja refém financeira em um relacionamento

O consultor Francisco Galiza captou um belo estudo do “Insurance Information Institute”, denominado “What Victims of Domestic Abuse Need To Know About Insurance And Finances”. Ou seja, o que as vítimas de violência doméstica devem saber sobre seguros e finanças.

A ideia é que a segurança financeira pode fazer uma grande diferença nas vítimas de violência, na hora de decidir deixar um relacionamento abusivo. E o seguro, sendo um componente importante no planejamento financeiro, deve ser considerado nessa estratégia. Na verdade, estudos mostram que o abuso financeiro é uma tática comum usada para ganhar poder e controle em um relacionamento; quem pratica violência física também acaba praticando violência financeira. Muitas vezes, as vítimas são freqüentemente impedidas de desenvolver as habilidades financeiras necessárias para alcançar a independência. Por exemplo, nos EUA, 85% das vítimas da violência doméstica voltam a um relacionamento por falta de condições financeiras!

Nessa linha, o texto dá dicas simples e objetivas de como as vítimas podem ter mais compreensão da sua situação financeira, de como guardar os seus documentos, e até que tipo de seguro se deve fazer em uma separação nessas condições. “Uma iniciativa interessante, mostrando como o seguro pode orientar e influenciar diretamente a vida de muitas pessoas”, comenta Galiza.

Veja o estudo

Allianz lucra 1,86 bilhão de euros no terceiro trimestre

A seguradora alemã Allianz divulgou lucro líquido de 1,86 bilhão de euros no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado vai de encontro com a meta traçada para o ano, estimada e confirmada em ser alcançada de 10,5 bilhões de euros em 2016. Segundo informou Dieter Wemmel, diretor financeiro da Allianz, em comunicado, o grupo manteve padrões técnicos na subscrição, optando por não sacrificar o lucro para obter crescimento das vendas e market share. “Nossos esforços para manter a rentabilidade em um ambiente complexo que temos vivido se mostra em nosso balanço financeiro”, comentou.

AIG vende operação de vida no Japão para FWD Group

Menos de um mês depois de ter anunciado a venda de operações na América Latina e países da Ásia para a FairFax, a American International Group anunciou nesta segunda-feira um acordo para vender a sua subsidiária japonesa Fuji Life Insurance Company para o FWD Group, divisão de seguros do Pacific Century Group. A transação está sujeita a aprovações regulatórias. Os termos do acordo não foram divulgados. Esta transação não afeta a atuação de seguros não-vida da AIG no Japão, a maior das seguradoras estrangeiras no país.

“Como outras ações que fizemos este ano, a venda da AIG Fuji Life nos torna uma seguradora mais enxuta que está melhor focada nas geografias e segmentos onde temos a massa crítica e experiência para fornecer valor aos nossos clientes”

A AIG continuará a se concentrar no mercado japonês de seguros de bens acidentes através de suas subsidiárias locais Fuji Fire & Marine Ltd., AIU Insurance Company e American Home Assurance Company. Bem como linhas de cobertura de seguro pessoal, incluindo acidente e saúde, auto, imóveis e seguro de viagem. O Japão, onde a AIG opera desde 1946, é o terceiro maior mercado e o maior mercado de seguros de pessoas a nível global para a AIG, com base nos prémios líquidos emitidos por país.

No início do novembro, a seguradora AIG reportou lucro operacional de US$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre deste ano, superior aos US$ 691 milhões registrados em igual período do ano passado. De acordo com o balanço, o resultado da empresa foi prejudicado por uma multa de US$ 404 milhões por reconhecer perdas em investimentos. O lucro líquido ficou em US$ 462 milhões, revertendo o prejuízo de US$ 231 milhões em mesmo período anterior.

Fabio Lins deixará a Prudential após 14 anos; Marcelo Mancini assume a presidência

Fabio Lins deixa o comando da Prudential
Fabio Lins deixa o comando da Prudential
A Prudential do Brasil (POB) anunciou hoje que seu atual presidente e CEO, Fabio Lins, comunicou sua intenção de deixar a empresa no final de março de 2017, com o objetivo de dedicar-se a projetos pessoais. Como resultado desse anúncio, a POB nomeou Marcelo Mancini Peixoto, atual vice-presidente executivo da POB, como presidente e CEO adjunto da companhia. Para assegurar uma transição tranquila, Mancini e Lins trabalharão juntos nos próximos meses e Mancini assumirá a posição de presidente e CEO na saída de Lins.

Lins integrou a Prudential do Brasil por mais de 14 anos, atuando como COO e, posteriormente, como presidente e CEO, posição que ocupou por quase sete anos. Além do papel de liderança de Lins dentro da empresa, ele também participou ativamente de várias organizações da indústria, incluindo a CNSeg, a Confederação Nacional de Seguros Privados do Brasil, a Fenaprevi, a Associação de Seguros de Vida e de Fundos de Pensão do Brasil, o Conselho Empresarial de Seguros e Resseguros da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), e atuou no conselho de desenvolvimento do Centro de Proteção e Serviços de Seguros da CNSeg.

“Quero agradecer ao Fabio por sua liderança e pelo grande impacto que ele gerou no negócio e nas pessoas que fazem parte da Prudential do Brasil. Gostaria de desejar sucesso a ele e à sua família na próxima fase de sua vida pessoal”, declarou James Weakley, Presidente da Prudential International Insurance para Europa e América Latina. “Ao mesmo tempo,” Weakely complementa, “estou feliz de que Marcelo, dado a seus anos de experiência, esteja pronto para assumir a função de CEO e dar continuidade ao trabalho do Fabio para assegurar a segurança financeira dos brasileiros”.

Lins deixará a empresa no final do primeiro trimestre de 2017. Até lá, ele trabalhará muito próximo a Mancini para garantir uma transição tranquila. Mancini está na POB há mais de dez anos, estando muito envolvido em todos os aspectos do negócio e, mais recentemente, liderando a aquisição (ainda pendente) da empresa de seguro de vida em grupo do Itaú. Antes disto, ele era o CFO da empresa. Seu conhecimento no setor de seguros e sua posição de liderança dentro da empresa fazem dele a pessoa ideal para continuar o sucesso que a POB conseguiu sob a gestão Fabio Lins. A liderança para o negócio de vida em grupo será anunciada em algumas semanas.

“Aproveitei muito minha carreira na POB, mas estou ansioso para desenvolver mais plenamente meus interesses pessoais”, disse Lins. “A missão de trazer segurança financeira para os brasileiros é algo pela qual eu sei que Marcelo tem grande paixão. Ele traz grande experiência e talento para o papel de CEO, e estou certo de que a empresa irá prosperar sob sua liderança.”

BTG vende Ariel Re para Argo por US$ 235 milhões

Fonte: Reuters

O Banco BTG Pactual informou nesta segunda-feira que, em conjunto com seu sócio Abu Dhabi Investment Council, concordou em vender participação acionária na Maybrooke, holding da resseguradora Ariel Re, para o Argo Group International Holdings, por US$ 235 milhões. O BTG e o Abu Dhabi Investment Council detinham cada um 50% na companhia. Em comunicado ao mercado, o BTG disse que não espera ganhos ou perdas materiais com a transação.

CIO da Liberty está entre as finalistas do IT Leaders

Ana Lúcia Santi D’Amaral, CIO da Liberty Seguros, está entre as três finalistas da edição de 2016 do IT Leaders, que tem como novidade a inclusão da categoria Women in Tech, que vai premiar a executiva de TI com maior pontuação no ranking, dentre as que se inscreveram e responderam a pesquisa. Ela concorre com Cláudia Maria de Andrade, CIO da Receita Federal e Fernanda Morais de Carvalho, CIO da consutoria Michael Page. A vencedora será revelada no dia 17 de novembro, junto com a lista de 100 IT Leaders e os vencedore(a)s das outras 16 categorias.

A proposta dessa nova categoria de IT Leaders segue a tendência mundial de valorizar e expor as lideranças femininas em TI para que sirvam de modelo para atrair as novas gerações para a área. Um estudo realizado pela CompTIA com adolescentes nos EUA comprova: 69% das meninas não pensam em seguir carreira em TI porque não sabem das oportunidades disponíveis e, mais da metade delas (53%), disseram que saber mais sobre a carreira as faria considerar um trabalho em TI.

A proposta dessa nova categoria de IT Leaders segue a tendência mundial de valorizar e expor as lideranças femininas em TI para que sirvam de modelo para atrair as novas gerações para a área. Um estudo realizado pela CompTIA com adolescentes nos EUA comprova: 69% das meninas não pensam em seguir carreira em TI porque não sabem das oportunidades disponíveis e, mais da metade delas (53%), disseram que saber mais sobre a carreira as faria considerar um trabalho em TI, segundo informou o portal Computerworld.

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Um simples “Oi” rende pauta com possível “sinistro” de até R$ 4 bi

Fonte: Blog Seguro S/A Infomoney

Pergunto a um especialista sobre o seguro garantia judicial, um dos produtos que mais cresceu em 2016. As vendas superaram R$ 670 milhões no primeiro semestre deste ano, 20% acima do mesmo período do ano anterior. “É um produto sério ou vai dar problemas no futuro?”, questiono. Neste exato momento, um outro executivo sai de uma sala, passa atrás da fonte que conversa comigo e eu digo “Oi”.

O especialista do judicial acredita que eu estava me referindo a operadora que enfrenta um processo de recuperação judicial e societário. “Ah, não vou te enganar. Você já sabe. O caso da Oi está deixando os executivos que atuam com o seguro garantia judicial de cabelo em pé. A Oi tem uma dívida que gira em torno de R$ 65 bilhões, sendo R$ 20 bilhões com a Anatel, e o seguro judicial tem uma exposição que pode chegar até a R$ 4 bilhões neste cliente”, disparou o executivo.

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Levantamento da Minuto Seguros avalia os preços das apólices em cinco capitais do País

A Minuto Seguros, uma das principais corretoras do País e líder no segmento de seguros online, realizou um estudo com base na lista divulgada pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) com os carros mais vendidos no Brasil em Outubro.

Pelo décimo mês seguido, o Onix e o HB20, consecutivamente, fazem a dobradinha na liderança da lista. O hatch da Chevrolet segue na primeira posição com 14.087 unidades vendidas no período, enquanto que o automóvel da Hyundai aparece em segundo, com 11.350 vendas.

A Minuto Seguros avaliou os preços dos seguros nas capitais de cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Rio Grande do Norte. O estudo considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e casado.

Para esse tipo de perfil, o preço do seguro do Corolla pode apresentar uma diferença de mais de R$1.300 entre as capitais. No Rio de Janeiro o seguro ficou em R$ 3.659, enquanto que em São Paulo, o seguro do mesmo veículo apresentou um valor de R$ 2.325. Por outro lado, a cotação do Novo Palio é a que possui a diferença mais baixa entre os veículos cotados. Em Santa Catarina, o valor é o mais baixo, R$1.700 e no Rio de Janeiro, o mais alto, R$2.026, uma distância de R$ 326.

“As variações que ocorrem nos preços das apólices de um mesmo carro, em diferentes capitais, considerando um mesmo perfil de segurado, são decorrentes das frequências de roubo e furto de carro, além da constância de acidentes de trânsito envolvendo tais veículos nesses locais. Esses, na verdade, são os grandes motivos pelas variações. Mas, também podemos citar os valores das peças e mão de obra, que influenciam e podem fazer com que o seguro fique mais caro ou mais barato”, aponta Manes Erlichman, sócio-diretor da Minuto Seguros.

Das capitais avaliadas, Florianópolis é a que possui o seguro mais barato para a maioria dos carros analisados. Já o Rio de Janeiro é a capital que apresenta os preços mais altos.

Detalhes da cotação

Capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Natal.
Seguradoras: Azul, AIG, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine
Perfil: Homem, 35 anos, casado
Plano: Cobertura de terceiros de R$ 100 mil

Lucro da PAR Corretora avança 14,4% no 3° tri, para R$ 38,5 milhões

A PAR Corretora de Seguros registrou lucro líquido de R$ 38,5 milhões no 3° trimestre de 2016, crescimento de 14,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O balanço mostra que a receita bruta atingiu R$ 115,8 milhões, um aumento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2015. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 11,8%, passando de R$ 49,6 milhões para R$ 55,4 milhões, mesmo com o incremento na alíquota de PIS e Confins no período, após a mudança para o regime de não cumulatividade.

O CEO da PAR Corretora, João Silveira, ressalta o bom desempenho da receita da companhia apesar da greve bancária, que reduziu em 28% o número de dias úteis de produção nas agências da CAIXA em todo o país no trimestre. “O bom desempenho é atribuído ao crescimento contínuo da nossa eficiência comercial e à expansão dos contratos de crédito habitacional elegíveis a seguro no período. O estoque da receita contratada, que apresentou alta de 19,3% no período, também contribuiu para o resultado”, afirma Silveira.

Ao longo do trimestre foi inaugurada uma nova central remota de vendas, com funcionários próprios, trabalhando em São Paulo, responsáveis pela venda e renovação de seguros. No período, também foi criada a Diretoria de Compliance supervisionada pelo Comitê de Auditoria. “Tivemos avanços importantes tanto na gestão operacional aliada à tecnologia, quanto em gestão corporativa com o aprimoramento da estrutura de governança da empresa”, conclui Silveira.

FenaSaúde analisa banco de dados formado por 283 operadoras

O estado de São Paulo tem o maior numero de beneficiários e operadoras de planos de saúde do país. Nos últimos doze meses terminados em junho de 2016 foram realizados mais de 16,3 milhões de procedimentos hospitalares. Esse resultado referente ao estado faz parte de um levantamento preliminar realizado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que considerou o conjunto de 283 operadoras de planos médico hospitalares cujas informações de eventos de atenção à saúde foram informados no TISS.

No total, 2,5 milhões de beneficiários realizaram em média 7,3 procedimentos per capita ao ano. Ressalta-se que os beneficiários com 80 anos ou mais de idade realizaram mais de 2,8 milhões de procedimentos hospitalares, o que corresponde a 16,9% do total e equivale a uma taxa de 11,8 procedimentos per capita ao ano. Cabe destacar que apenas dez operadoras foram responsáveis pela realização de 11,8 milhões ou 72,5% dos procedimentos realizados no período. As mulheres apresentam maior participação na utilização dos serviços hospitalares, 52,4% do total.

De acordo com o levantamento, entre os procedimentos mais realizados por esse conjunto de beneficiários, estão cesarianas, endoscopias, exames de ressonância e tomografias. Estes e outros dados já estão disponibilizados e podem ser consultados por meio do D-TISS, ferramenta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que traz informações recebidas através do TISS (Troca de Informações da Saúde Suplementar).

Com a consulta ao D-TISS é possível visualizar a quantidade e o valor médio praticado em procedimentos ambulatoriais (médicos, laboratórios, clínicas) e a quantidade dos procedimentos realizados em ambiente hospitalar dos estabelecimentos que prestam serviço às operadoras de planos de saúde. Atualmente, quase três mil procedimentos realizados na saúde suplementar estão disponíveis para consulta no D‐TISS. O período inicial dos dados compreende os meses de julho de 2015 a junho de 2016.

Na avaliação da presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, é importante que a informação esteja disponível para toda sociedade. “Essa ferramenta viabiliza um acompanhamento mais efetivo da utilização do plano de saúde e, consequentemente, ajuda a combater o elevado número de fraudes e o desperdício no setor, que chega a 30%. A FenaSaúde continuará seus esforços para disseminar as informações que impactam a denominada inflação médica para que a população beneficiária faça escolhas cada vez mais conscientes sobre o uso dos recursos que são finitos.”