Mongeral usa Novembro Azul para alertar sobre câncer de próstata

Se há risco, há seguro. E assim é também com o câncer de próstata. Quase 62 mil novos casos de câncer de próstata no Brasil em 2016. Este dado alarmante é uma estimativa do Instituto Nacional do Câncer e que mostra a relevância de dedicar um mês para a conscientização sobre a doença. O diagnóstico não é uma sentença de morte, no entanto, a seguradora Mongeral Aegon ressalta que o estar preparado financeiramente é muito importante quando o assunto é saúde.

De acordo com a análise da seguradora, de setembro de 2015 em relação ao mesmo mês deste ano, a preocupação com a situação financeira em caso de doença é evidenciada pelo aumento de 52,2% da procura do público masculino à solução Doenças Graves, da Mongeral.

“Este é um produto bastante procurado por cobrir doenças com grande incidência, como, por exemplo, o câncer de próstata. Além disso, ele tem um baixo custo para o segurado e possibilita um apoio financeiro para as despesas do tratamento”, comenta o superintendente de Marketing da Mongeral Aegon, Leonardo Lourenço.

O Doenças Graves da Mongeral Aegon prevê o pagamento de uma quantia previamente estabelecida em contrato no caso de diagnóstico de uma das doenças cobertas, como todos os tipos de câncer, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Estas enfermidades são elencadas pelo Instituto Lado a Lado – organizador da campanha Novembro Azul no Brasil – como mais recorrentes na fase adulta masculina. De janeiro a setembro deste ano a seguradora já realizou, apenas para homens, o pagamento de mais de R$ 750 mil em benefícios a clientes com esta cobertura contratada. “Muitos de nossos clientes utilizam este recurso para subsidiar tratamentos alternativos que não são cobertos pelas redes pública e privada, além de custear os medicamentos necessários. Outra finalidade é suprir uma eventual perda de renda durante o tratamento”, acrescenta Leonardo.

O seguro Doenças Graves garante o pagamento do benefício contratado pelo cliente no caso de diagnóstico de uma das doenças cobertas: câncer, leucemias e doenças malignas do sistema linfático como a doença de Hodgkin; infarto agudo do miocárdio; acidente vascular cerebral (AVC); cirurgia de revascularização (bypass) e mal de Alzheimer. O cliente tem direito ao benefício a partir do 30º dia do diagnóstico da doença.

Na Mongeral Aegon é possível que esta cobertura seja contratada separadamente. Para um homem de 39 anos que contrata um benefício de R$ 100 mil o valor pago é de R$ 35 por mês. O mesmo capital segurado de R$ 100 mil para uma pessoa com 33 anos custa R$ 14 mensais.

QBE Brasil quer quadruplicar faturamento até 2020

Raphael Swierczynski, CEO da QBE Brasil Seguros, segue otimista com o Brasil. A multinacional do grupo australiano QBE Insurance Group, recebeu um novo aporte de capital de R$ 9,9 milhões. O investimento é parte do plano de expansão da seguradora, que deve crescer 30% este ano, para quadriplicar o seu faturamento, hoje de R$ 285 milhões, para R$ 1 bilhão até 2020. Veja abaixo a entrevista concedida pelo CEO para o blog Sonho Seguro.

Em que áreas a QBE atua hoje?

Hoje a QBE atua de forma ampla em seguros de pessoas – Personal Lines (viagem, auto, PET e outros produtos massificados) e Seguros Corporativos – Commercial Lines (Transporte, Property, Equipamentos Pesados, Responsabilidade Civil e Seguro de Crédito).

Quais são prioritárias?

As linhas corporativas. Ficamos focados no segmento de Personal Lines de 2007 até 2014, e com esta área consolidada e que também continuará ajudando em nosso crescimento, a QBE decidiu entrar neste mesmo ano de 2014 na linha de equipamentos pesados. Com a nova estratégia de diversificação, já entramos nos segmentos de transportes (nacional e internacional), property, RC, seguro de credito.

Quais os próximos passos?

Os próximos passos já estão definidos: entrar na carteira de RC, em todas as modalidades, lançar os produtos de D&O e o E&O e continuar ganhando espaço com produto de equipamentos pesados.

Como conseguirá quadruplicar o seu faturamento? Com aquisições?

Com a diversificação de portfólio/novas linhas de atuação da companhia (notadamente das linhas corporativas), investir em pessoas e processos como também em composição de reserva por conta do crescimento no volume de prêmios, foi inevitável. Isso justifica os aportes que recebemos do grupo QBE Insurance este ano. Novos investimentos serão feitos para suportar a expansão que temos planejado para a QBE Brasil, onde esperamos chegar a R$ 1 bilhão de prêmios até 2020. A nossa estratégia prevê um crescimento orgânico. Neste momento, a QBE Brasil Seguros não considerando aquisições. No entanto, estamos sempre olhando as oportunidades de mercado.

Brasil é o grande destaque do balanço mundial da Mapfre

A receita global da Mapfre durante os nove primeiros meses deste ano totalizou 20,9 bilhões de euros, incremento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido foi de 572 milhões de euros, um decréscimo de 3,8% em relação ao mesmo período em 2015. O volume de prêmios emitidos, por sua vez, alcançou 17,1 bilhões de euros (decréscimo de 1,3% em relação ao ano anterior).

O Índice Combinado (principal indicador do setor de seguros), melhorou 1,5 ponto percentual em relação aos nove primeiros meses de 2015, atingindo 97,2%. Os ativos totais do Grupo em setembro são de 68,6 milhões de euros, com crescimento de 8% desde o encerramento do exercício de 2015. O Patrimônio Líquido avançou 6,8% e fechou setembro com 9,2 milhões de euros. Os recursos sob gestão cresceram a uma taxa de 5% nos primeiros nove meses do ano, e totalizaram 38,7 milhões de euros, impulsionados pela aquisição da carteira de Vida do Bankinter, em Portugal, e pela evolução positiva dos volumes de Fundos de Investimentos distribuídos a terceiros.

O resultado antes de impostos de todas as atividades no Brasil somou R$ 2,3 bilhões ou 600 milhões de euros (-7,6% em euros e + 1,5% em moeda local). Estes resultados são importantes e demonstram a capacidade da companhia em manter a rentabilidade, mesmo em um cenário econômico adverso localmente. O volume de negócios na Regional Brasil alcançou R$ 12,9 bilhões, decréscimo de 1,6% em relação ao mesmo período de 2015. Em euros, as receitas totais somaram 3,3 bilhões, decréscimo de 10,4%.

A depreciação do real em relação ao euro, observada na comparação com o mesmo período do ano anterior, e a menor atividade de vendas de seguros vinculados a empréstimos concedidos pelo canal bancário (vida) afetaram o crescimento da companhia no país. No entanto, é importante considerar as condições do mercado local, em que alguns negócios seguem com importante avanço. É o caso do seguro Agrícola, que cresceu 15%, e da área de Riscos Industriais, que registrou evolução de 4% em relação ao ano anterior.

Segundo Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil, “todo o mercado sentiu os impactos da retração da economia, principalmente nos produtos para pessoas físicas e relacionados a concessão de crédito”. O executivo sinaliza que os consumidores buscam produtos mais simples e com preços mais ajustados aos orçamentos familiares e ao cenário de incertezas atuais. “Por outro lado, as grandes e médias empresas, de forma geral e prudencial, mantiveram suas proteções patrimoniais, buscando seguradoras com excelência no atendimento e serviço, preços competitivos e com capacidades de resseguro adequadas. O setor agrícola, assim como no contexto macroeconômico, mais uma vez demonstrou sua competência e produtividade, aproveitando a antecipação de crédito disponibilizada no primeiro semestre”, afirma o CEO.

Quanto aos resultados gerais, Toneto comenta que “os grandes vilões deste ano foram os segmentos de Automóveis e de Transportes Nacionais, que registraram elevações importantes na frequência de roubo, principalmente na região Sudeste do País. Não fosse o aumento da sinistralidade no segmento de autos, que representa quase um terço do nosso negócio no Brasil, e do roubo de cargas, teríamos um crescimento ainda mais expressivo em nosso resultado. Estamos convencidos que todas as medidas adotadas devem surtir efeitos nos próximos meses e nos colocar em posição privilegiada para aproveitar a gradual retomada econômica que projetamos para os próximos anos”, conclui o executivo.

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Ramon Goméz é o novo diretor comercial da MetLife

A MetLife reforça seu time com a chegada de Ramon Goméz, que assume como diretor comercial. Com sólida experiência, Gómez construiu sua carreira em empresas como a Allianz Seguros, Itaú Unibanco e Redecard. Ele é graduado em Engenharia Eletrotécnica e Propaganda e Marketing, com MBA em Finanças, Marketing e Administração pela Fundação Dom Cabral.

A mudança faz parte da estratégia da MetLife de ampliar sua presença no Brasil e reforçar seu time comercial a frente do canal corretores. Recentemente ingressaram na companhia Jaime Neto (Diretor Regional para o Interior de São Paulo e Minas Gerais) e Durvalice Fontana (Gerente Regional para as regiões Norte e Nordeste) que, ao lado de Gustavo Toledo (Diretor Regional para São Paulo), João Levandowski (Diretor Regional para Sul) e Denise Carvalho, (Diretora Regional para Centro-Oeste, Rio de Janeiro e Espirito Santo) completam a liderança do canal.

Cassia Gil, que acumulava a diretoria comercial e dental desde 2014, passa a ser responsável pela área de Operações e Dental da MetLife no Brasil.

Braço segurador responde por 31,8% do lucro do Bradesco

O Bradesco divulgou hoje lucro líquido ajustado de R$ 12,7 bilhões no período de nove meses de 2016, redução de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, correspondendo a R$ 3,13 por ação e rentabilidade de 17,6% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado. O braço segurador do grupo contribuiu com R$ 4 bilhões, representando 31,8% do total.

As vendas de seguros, contribuições de previdência e receitas de capitalização totalizaram R$ 50,1 bilhões, sendo R$ 711 milhões relativos à consolidação do HSBC Brasil, de janeiro a setembro, evolução de 10,3% em relação ao mesmo período de 2015. As provisões técnicas alcançaram R$ 213,6 bilhões, evolução de 26,7% em relação ao saldo de setembro de 2015.

Na comparação com os nove primeiros meses de 2015, os segmentos que apresentaram maior evolução foram Saúde (16,2%) e Vida e Previdência (9,8%).

Em Saúde, a carteira de Pequenas e Médias Empresas cresceu 31,5% em receita, atingindo cerca de um milhão de vidas e mais de 140 mil empresas clientes. No total, o Grupo Segurador conta com mais de 4,2 milhões de segurados no segmento. Dentre as cem maiores empresas em faturamento no Brasil, 43 possuem seguro saúde do Grupo.

Já no segmento de Vida, a expansão foi de 14,1% no período. O volume de Provisões Técnicas registrou aumento de 26,7%, atingindo R$ 213,6 bilhões, e os ativos financeiros avançaram 26,5%, superando R$ 230 bilhões. Já o total pago pelo Grupo Bradesco Seguros em indenizações e benefícios alcançou R$ 38,7 bilhões de janeiro a setembro de 2016, alta de 16,7% em relação a igual período de 2015.

Destaque, também, para o Índice de Eficiência Administrativa, que manteve o patamar de 4% no 3º trimestre de 2016, um dos menores dos últimos períodos (quanto menor o índice, melhor o desempenho), refletindo o benefício gerado pela racionalização de gastos.

Candido Bracher assumirá presidência do Itaú; seguros fica com Marcio Schettini

Seguros fica dentro da área de Marcio Schettini
Seguros fica dentro da área de Marcio Schettini
Seguros fica dentro da área de Marcio Schettini

Roberto Setubal, após mais de 22 anos liderando a organização, atingiu a idade limite para o exercício do cargo de diretor presidente e será substituído por Candido Bracher, que presidia o Itaú BBA e tem mais de 36 anos de experiência no mercado financeiro. A partir da próxima Assembleia Geral de Acionistas, em abril de 2017, portanto, Roberto deixará a Presidência Executiva do Itaú Unibanco e passará a atuar, em conjunto com Pedro Moreira Salles, como co-Presidente do Conselho de Administração da companhia.

“Foi com grande entusiasmo que recebi a notícia de minha indicação para a presidência do Itaú Unibanco. Desempenhar esta função, contando com o apoio e experiência do Pedro e do Roberto e podendo contar com os excelentes nomes que comporão o Comitê Executivo, é a atividade profissional mais estimulante que posso imaginar”, afirmou Candido Bracher, em comunicado enviado à imprensa.

Seguros fica com Marcio Schettini, que desenvolveu sua carreira nos diversos negócios de varejo e teve papel fundamental na recente renovação da área de tecnologia do banco, assume a Diretoria Geral de Varejo (DGV), substituindo Marco Bonomi na gestão dos negócios de Agências, pequenas e médias empresas, Cartões e Rede, Imobiliário, Seguros e Veículos. A área de Marketing também ficará sob sua supervisão.

Marco Bonomi, que também alcançou a idade limite para o exercício do cargo de Diretor, passará de Diretor Geral de Varejo (DGV) a membro do Conselho de Administração do Itaú Unibanco, função para a qual será indicado na próxima Assembleia Geral de Acionistas. Com mais de quatro décadas de experiência em negócios de varejo, Marco certamente dará contribuições valiosas ao Conselho de Administração, em função de seus conhecimentos da atividade bancária.

A Itaú Seguridade representou 12,2% do lucro do Itaú Unibanco no terceiro trimestre deste ano. O lucro líquido recorrente das atividades foco, (que contempla o resultado das operações de seguros, previdência e capitalização), foi de R$ 647 milhões no terceiro trimestre de 2016, 4,2% menor em relação ao trimestre anterior, devido principalmente ao aumento dos sinistros, parcialmente compensados pelo incremento de prêmios ganhos.

Catástrofes naturais causam perdas significativas em outubro

As perdas econômicas totais dos Estados Unidos com a passagem do furação Matthew foram estimadas em até US$ 10 bilhões, enquanto as perdas de seguros públicos e privados podem chegar a US$ 5 bilhões, segundo relatório mensal sobre perdas com catástrofes em todo o mundo produzido pela Aon Benfield. Fora dos EUA, Matthew causou prejuízos econômicos de mais de US$ 5 bilhões fora dos EUA, com Cuba (US$ 2,6 bilhões), Haiti (US$ 1,9 bilhão) e Bahamas (US$ 600 milhões) responsáveis ​​pela maior parte do prejuízo total.

Em mortes, a perda também foi catastrófica. O relatório revela que o furacão Matthew varreu partes do Caribe e Estados Unidos, matando 49 pessoas nos Estados Unidos – incluindo 28 na Carolina do Norte – e 552 pessoas no Caribe, embora o total não oficial no Haiti sozinho era de até 1,6 mil.

Grande parte da perda de inundação no interior da Carolina do Norte ficou sem seguro devido à baixa aceitação do Programa Nacional de Seguro de Inundação (NFIP) do governo dos EUA. A umidade remanescente de Matthew causou chuvas e ventos fortes em partes do Canadá Atlântico, onde se esperava que prejuízos econômicos chegassem a dezenas de milhões de dólares. Steve Bowen, diretor de previsão de impacto e meteorologista, comentou em nota enviada à imprensa que as perdas fizeram do furacão o mais caro nos Estados Unidos desde o Sandy em 2012.

Outros eventos naturais que ocorreram em Outubro:

– Uma série de fortes terremotos atingiu a Itália central causando danos em uma região ainda em meio à recuperação de um grande tremor em agosto. Uma fatalidade e dezenas de lesões foram relatadas, com danos catastróficos ocorrendo em várias aldeias. A perda econômica deve ser significativa.

– O tornado Chaba causou perdas generalizadas e danos na Coreia do Sul. A Associação Geral de Seguros da Coréia anunciou que mais de 33.100 reivindicações foram solicitadas, totalizando US$ 126 milhões. As perdas econômicas globais foram muito maiores.

– A tempestade tropical Aere provocou inundações generalizadas e significativas no centro do Vietnã. Pelo menos 31 pessoas morreram e 122 mil casas foram inundadas. Danos significativos aos interesses agrícolas foram relatados.

– O tufão Sarika e o Super Tufão Haima fizeram estragos nas Filipinas e na China, matando pelo menos 16 pessoas e danificando pelo menos 115 mil casas. As perdas econômicas superaram US$ 1,8 bilhão, principalmente devido a danos agrícolas.

– Inundações graves em regiões da Ásia, América Central e Egito causaram a morte de pelo 57 pessoas e danificaram quase 210 mil casas.

Mais sobre o estudo clique aqui

Liberty Seguros vence Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros é considerada a melhor empresa para os consumidores brasileiros na categoria Seguros Gerais, de acordo com o Prêmio ÉPOCA ReclameAQUI 2016. O Prêmio teve participação popular e contou com mais de 4,5 milhões de votos ao todo. A Liberty venceu com 24 mil dos 47,662 votos de sua categoria.

“Esse é um reconhecimento importante do compromisso contínuo da Liberty em apresentar um atendimento excepcional a clientes e corretores, um dos pilares que guiam o nosso trabalho na seguradora”, diz Dennis Milan, diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros.

As empresas vencedoras receberam o prêmio em uma cerimônia na noite de segunda-feira, 7/11, no Espaço das Américas, em São Paulo.

Ganho do setor é menor no acumulado até setembro

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) agrupados pela consultoria Siscorp, o lucro líquido das companhias de seguros foi de R$ 10,6 bilhões de janeiro a setembro deste ano, abaixo dos R$ 11,5 bilhões do mesmo período do ano anterior. O valor representa 16% dos prêmios ganhos. No entanto, o ROE ainda tem uma média elevada, de 21%, comparado a média mundial de 15%.

Os balanços do terceiro trimestre divulgados até agora (Porto Seguro, Itaú Seguridade e BB Seguridade), mostram que o aumento de pedido de indenizações e a queda das vendas de seguros, principalmente de carro, são as principais razões do recuo do ganho das companhias.

A líder disparada do ranking é a Bradesco Seguros, com lucro de R$ 3,3 bilhões no acumulado do ano até setembro, segundo dados da Susep. O valor representa 39% sobre o prêmio ganho e 28% de retorno sobre o PL. O balanço da Bradesco Seguros está previsto para ser divulgado no dia 10 de novembro, coincidentemente na data que se completa um ano da morte do ex-presidente do grupo, Marco Antonio Rossi.

A BB Mapfre é a segunda do ranking, com lucro líquido de R$ 2,1 bilhões, seguida pela Itaú Unibanco, com R$ 1,8 bilhão, Caixa Seguros com R$ 1 bilhão e Zurich, com R$ 660 milhões até setembro deste ano. Completando o ranking dos dez maiores lucros, temos Porto Seguro (R$ 518 milhões), SulAmérica (298 milhões), Icatu (R$ 232 milhões), Cardif (R$ 117 milhões) e HDI (98 milhões).

Entre os maiores prejuízos até setembro o ranking traz Allianz, com perdas de R$ 133 milhões, seguida por Generali (R$ 84 milhões), AIG (R$ 83 milhões), AXA (R$ 46 milhões) e Sura (R$ 39 milhões). Vale ressaltar que as duas últimas são operações com menos de três anos no Brasil e ainda não atingiram o break-even da operação, com pesados investimentos iniciais em estrutura física, tecnologia, treinamento e campanhas de marketing para divulgação das marcas.

Márcio Coriolano deixa presidência da Bradesco Saúde e entra para o Conselho de Administração

Marcio Serôa de Araujo Coriolano, ao atingir a idade limite definida no estatuto da Organização Bradesco, deixa a presidência da Bradesco Saúde e da Mediservice. Manoel Antônio Peres, que respondia pela diretoria de gestão médica, assume como diretor geral, e não como presidente, da Bradesco Saúde e da Mediservice. O grupo Bradesco Seguros é presidido por Randall Zanetti e divulga seu balanço do terceiro trimestre e acumulado até setembro no dia 10.

Coriolano segue desempenhando importante papel de suporte estratégico para o Grupo Bradesco Seguros, o maior grupo segurador do Brasil, participando dos Conselhos de Administração de Empresas Ligadas e Controladas ao grupo e também do Conselho de Administração da Bradesco Saúde, que está em fase de constituição. Coriolano também segue na presidência da CNseg, a confederação das seguradoras, cargo que assumiu no início deste ano.

Ingressou no Grupo Bradesco Seguros em 1997 e foi superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) entre 1993 e 1996. Bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC/RJ, Marcio Coriolano é pós-graduado em planejamento pela Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia – COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.