Campanha Amanhã Seguro destaca papel do seguro diante do aumento dos riscos climáticos

As mudanças climáticas deixaram de ser uma preocupação restrita ao meio ambiente para se tornarem um dos principais desafios econômicos e sociaisda atualidade. Chuvas intensas, enchentes, vendavais, secas prolongadas e ondas de calor têm provocado prejuízos cada vez maiores para famílias, empresas e o poder público, reforçando a necessidade de ampliar a cultura da proteção financeira.

Diante desse cenário, a campanha Amanhã Seguro, iniciativa do Sincor-SP e do Sindseg SP, dedica sua programação de julho ao tema “Seguro e Clima”,promovendo uma série de conteúdos para mostrar como o seguro contribui para reduzir os impactos econômicos dos eventos climáticos extremos e aumentar a capacidade de recuperação da sociedade. A iniciativa integra o movimento “Construindo um Amanhã Seguro”,criado para ampliar a conscientização da população sobre o papel do seguro na proteção financeira.

O tema também tem ganhado destaque entre os reguladores do setor. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) vem defendendo que o aumento dosriscos climáticos exige mecanismos mais sofisticados de proteção econômica e que o Brasil precisa ampliar a cobertura securitária como forma de reduzir vulnerabilidades e fortalecer a resiliência diante de eventos extremos.

Na avaliação da autarquia, o país precisa desenvolver instrumentos capazes de responder de forma mais rápida aos choques ambientais e econômicos,preservando a sustentabilidade fiscal e o desenvolvimento de longo prazo. Atualmente, o setor supervisionado pela Susep administra cerca de R$ 2 trilhões em provisões técnicas, evidenciando sua importância para a estabilidade econômica.

O movimento também é percebido dentro do próprio mercado. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) passou a tratar a transição climáticacomo um dos pilares estratégicos para o desenvolvimento do setor. Entre as iniciativas estão a criação de um Hub de Inteligência Climática, o desenvolvimento de novos produtos voltados à transição climática e a elaboração da Taxonomia Sustentável do MercadoSegurador, destinada a orientar a classificação de produtos e serviços alinhados à sustentabilidade.

O avanço dessa agenda já pode ser observado nas seguradoras. De acordo com o Relatório de Sustentabilidade do Mercado Segurador 2025, 86% das empresasjá identificam riscos climáticos em seus processos de gestão, enquanto 57% incorporam diretrizes ASG no desenvolvimento de produtos e serviços. Além disso, 35% já identificam e classificam produtos e serviços que geram benefícios climáticos, ambientais ou sociais, demonstrando que as mudanças climáticas passaram a integrar a estratégia do setor.

Para o coordenador da campanha Amanhã Seguro, Luiz Morales, discutir mudanças climáticas também significa discutir proteção financeira. ”Os eventos climáticos extremos estão acontecendo com mais frequência e impactando diretamente a vida das pessoas. A prevenção continua sendo fundamental, mas também precisamos fortalecer a capacidade de recuperação da sociedade. É nesse contexto que o seguro exerce um papel estratégico, ajudando famílias e empresas a enfrentar perdas sem comprometer sua estabilidade financeira.”

Segundo Morales, um dos objetivos da campanha é aproximar esse debate da população. “Queremos mostrar que o seguro vai muito além da indenização.Ele representa planejamento, tranquilidade e resiliência. Quando falamos em construir um amanhã mais seguro, estamos falando de preparar pessoas e empresas para enfrentar riscos que fazem parte da realidade.”

O presidente do Sincor-SP, Boris Ber, destaca que ampliar a cultura da proteção é um desafio coletivo. “Os efeitos das mudanças climáticas mostramque estamos diante de uma nova realidade. O corretor de seguros tem um papel essencial ao orientar pessoas e empresas sobre as formas de proteger seu patrimônio e minimizar os impactos financeiros dos eventos extremos.”

Para a presidente do Sindseg SP, Patricia Chacon, fortalecer a cultura do seguro também significa contribuir para uma sociedade mais resiliente. ”O seguro permite que famílias e empresas se recuperem com mais rapidez após um imprevisto. Ao ampliar o conhecimento sobre proteção financeira, contribuímos para que a sociedade esteja mais preparada para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas.”

Ao longo de julho, a campanha Amanhã Seguro abordará diferentes aspectos da relação entre mudanças climáticas e proteção financeira, mostrando como o seguro pode contribuir para reduzir vulnerabilidades, preservar patrimônios e fortalecer a capacidade de recuperação da sociedade diante de um cenário de riscos cada vez mais frequentes.

Zurich amplia oferta de seguros para motos

Zurich Seguros - 23/08/2022 - Executivos. Foto: Leonardo Rodrigues

A Zurich Seguros está ampliando sua atuação no segmento de motos com uma oferta voltada a motocicletas de baixa cilindrada, de olho na expansão da modalidade no mercado brasileiro. A expansão inicia-se por cidades do interior do país e busca atender um público que carece de opções em regiões com alto potencial de crescimento.

A representatividade das motocicletas de baixa cilindrada no mercado brasileiro está em franca expansão.  Segundo a Abraciclo, esses modelos responderam por 77,7% da produção nacional no primeiro bimestre de 2026, com 270.919 unidades fabricadas. A entidade projeta ainda que a produção total de motocicletas no país ultrapasse 2 milhões de unidades em 2026.

Nos pequenos municípios, o Zurich Moto contemplará agora motos de até 300 cilindradas, utilizadas no deslocamento diário e na locomoção ao trabalho. A proposta é oferecer uma solução mais acessível e aderente à realidade desse público, com contratação simples, preço competitivo e coberturas ajustáveis conforme o perfil do cliente.

“A moto tem papel essencial na mobilidade de milhões de brasileiros, especialmente em cidades menores, onde muitas vezes é o principal meio de deslocamento. Ao direcionar uma oferta para esse público, aproximamos o seguro da realidade de consumidores que ainda contam com poucas opções de proteção”, afirma João Merlin, diretor de Negócios em Automóvel da Zurich.

A iniciativa terá abrangência nacional, com prioridade para regiões de forte uso de motocicletas, como Norte, Nordeste e interior do país. Para a Zurich, esses mercados combinam uma frota representativa, demanda crescente por proteção e espaço relevante para desenvolvimento do seguro.

Os corretores terão papel central na distribuição, especialmente pela proximidade com os clientes em mercados regionais e pela capacidade de orientar a contratação de acordo com o perfil de uso de cada motociclista. As cotações do Zurich Moto, inclusive, serão contabilizadas para os corretores que participam da campanha Arrancada.

“Para os corretores, essa frente representa uma oportunidade de ampliar a base de clientes em um segmento ainda pouco explorado pelo seguro. Queremos apoiar esse avanço com uma solução simples, flexível e competitiva, capaz de gerar novos negócios e fortalecer o relacionamento com os consumidores”, acrescenta João.

A nova oferta reforça a estratégia da Zurich de desenvolver soluções mais aderentes a diferentes perfis de consumidores e ampliar sua presença em mercados regionais com demanda crescente por seguros. Para os demais municípios, a Zurich segue atuando com o scooters e motos a partir de 500 cilindras, utilizadas para lazer ou locomoção diária (sem fins comerciais).

Diferenciais do Zurich Moto

Em todo o território nacional, a contratação do Zurich Moto segue sendo simples, com preço competitivo e coberturas ajustáveis conforme o perfil do cliente. Confira os diferenciais do produto:

  • Coberturas para colisão, incêndio, roubo ou furto;
  • Assistência 24h à residência do cliente pessoa física.
  • Despachante em caso de sinistro;
  • Assistência 24h, com pacotes de Assistência Básico, Completo ou VIP, e possibilidade de contratação de quilometragem adicional.
  • Cobertura adicional de Despesas Judiciais, que garante reembolso em consequência de inquérito policial ou processo criminal contra o segurado em virtude de acidente de trânsito.
  • Cobertura adicional de Danos Morais e Estéticos, que assegura oreembolso das indenizações por danos morais que o segurado for obrigado a pagar em função de ação judicial, em decorrência de acidente com a motocicleta segurada.
  • Cobertura adicional de Danos Materiais e Corporais a terceiros.
  • Cobertura adicional de Carta Verde, que garante a proteção de terceiros que possam ser afetados por acidentes de trânsito no período da sua viagem aos países do Mercosul.
  • Cobertura adicional para vidros, com opções de pacote básico (que garante o reparo ou a substituição de peças em lanternas, faróis e retrovisores) ou completo (que inclui também pequenos reparos na lataria e a substituição ou reparação da roda, pneu e componentes do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais contra objetos cortantes, buracos e desníveis acentuados).
  • Cobertura adicional de acessórios, quegarante o reembolso do valor dos acessórios, em caso de indenização integral, como alforges, afastador de alforges, para-brisa, slider, sissybar, protetor de mãos e baú bauleto.
  • Cobertura adicional para equipamentos de proteção, com cobertura para capacete, macacão, bota, jaqueta e demais acessórios de proteção em caso de indenização integral do equipamento e da motocicleta.

Levantamento da CNseg revela quem é o consumidor de seguros no Brasil e aponta baixa cobertura entre famílias

Alexandre Leal _CNseg

Um levantamento inédito, desenvolvido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), traçou um retrato do consumidor pessoa física de seguros no Brasil e identificou que o acesso à proteção financeira ainda permanece concentrado entre famílias de renda mediana, moradores do Sudeste e consumidores em faixas etárias economicamente ativas ou mais maduras. A análise também aponta espaço relevante para expansão do setor, sobretudo em produtos ligados ao cotidiano das famílias, como seguro Automóvel, seguro Residencial e títulos de Capitalização.
 

O estudo foi elaborado pela Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg com base em informações fornecidas por seguradoras que representam cerca de 56% do mercado analisado, sendo 76% do segmento de Danos e Responsabilidades e 24% do segmento de Capitalização. A análise avaliou o perfil dos consumidores de seguro Automóvel, seguro Residencial e títulos de Capitalização, cruzando faixa etária, renda, gênero e distribuição geográfica.
 

No seguro Automóvel, o levantamento mostra que o consumidor está concentrado principalmente na classe média. Cerca de 41% dos segurados pertencem à classe C, com renda entre R$ 5.648 e R$ 14.120 mensais. Outros 24% pertencem à classe B, enquanto 23% estão na classe D, com renda entre R$ 2.824 e R$ 5.648.
 

A faixa etária predominante é a de adultos economicamente ativos: 29% têm entre 36 e 45 anos e 26% entre 46 e 55 anos. O levantamento também aponta predominância masculina entre os segurados, com 51% dos clientes homens e 42% mulheres.
 

Cenário regional

Regionalmente, o Sudeste concentra 53% dos consumidores de seguro Automóvel do país, seguido pelo Sul (16%) e Centro-Oeste (15%). Segundo a CNseg, o comportamento acompanha a distribuição da frota nacional, mas também reflete diferenças de renda e acesso ao crédito entre as regiões.
 

O levantamento mostra ainda que a maior parte dos veículos segurados no país possui valor de até R$ 70 mil, faixa que representa 46% da carteira analisada. Outros 27% possuem valor entre R$ 71 mil e R$ 100 mil.
 

Mesmo com a relevância do produto, a taxa de cobertura ainda é considerada baixa. Dados cruzados pela CNseg com informações da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) mostram que apenas 29% da frota nacional possui seguro. Em dezembro de 2024, o Brasil possuía cerca de 63,3 milhões de automóveis, mas somente aproximadamente 18 milhões estavam segurados.
 

No seguro Residencial, o perfil do consumidor apresenta diferenças importantes em relação ao do Automóvel. O estudo mostra maior presença de consumidores mais velhos: 24% dos segurados têm entre 56 e 65 anos e outros 17% possuem mais de 65 anos. A renda também aparece mais distribuída. Cerca de 31% dos clientes pertencem à classe C, enquanto 27% estão na classe D e 21% na classe B.
 

Assim como visto no Automóvel, o Sudeste também lidera a contratação do seguro residencial, concentrando 56% dos clientes, seguido pelo Sul (15%), Nordeste (13%), Centro-Oeste (11%) e Norte (5%).
 

Os dados indicam ainda que o seguro Residencial segue distante da maior parte da população brasileira. Segundo estimativas utilizadas pela CNseg, com base no Censo do IBGE e dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), apenas 17% das residências brasileiras possuem seguro Residencial.
 

Alexandre Leal, Diretor Técnico, de Estudos e Relações Regulatórias da CNseg, destaca que o levantamento chama atenção para o fato de que mesmo regiões frequentemente afetadas por eventos climáticos extremos, como a Região Sul, ainda apresentam baixa cobertura securitária residencial. Para ele, o chamado “gap de proteção” representa simultaneamente um desafio econômico e uma oportunidade estrutural de expansão do mercado segurador brasileiro.
 

“Quando observamos que apenas 17% das residências brasileiras possuem seguro e que menos de um terço da frota nacional está protegida, fica evidente que existe um espaço importante de vulnerabilidade patrimonial das famílias. Ao mesmo tempo, isso mostra o tamanho do potencial de crescimento do setor e a necessidade de ampliar o acesso à proteção financeira no país”, afirmou.
 

Leal destacou que o mercado vem discutindo produtos mais aderentes à realidade da classe média e das famílias de menor renda, com modelos mais simples, acessíveis, personalizáveis e conectados ao cotidiano da população. “O setor tem avançado na discussão de produtos voltados principalmente para a Classe C, que hoje já aparece como protagonista em segmentos importantes, como Automóvel e Residencial. Há um esforço crescente para desenvolver soluções mais acessíveis, ampliar canais digitais, fortalecer educação financeira e aumentar a presença do seguro em momentos importantes da vida do consumidor”, disse.
 

Capitalização

Entre os três produtos analisados, os títulos de Capitalização aparecem como o segmento com maior presença entre consumidores de menor renda. De acordo com o levantamento, 38% dos clientes pertencem à classe E e outros 24% à classe D.
 

O estudo também mostra que a distribuição regional da Capitalização é menos concentrada do que em outros produtos do setor. O Sudeste representa 30% dos clientes, seguido pelo Sul (25%), Nordeste (19%), Centro-Oeste (15%) e Norte (11%).
 

“O comportamento sugere que os títulos de Capitalização vêm funcionando como uma porta de entrada para produtos financeiros e de proteção entre famílias de renda menor, especialmente devido ao baixo valor médio de contribuição mensal”, destacou Leal.
 

Quase metade dos consumidores (48%) possui contribuições mensais de até R$ 300. Ao mesmo tempo, 55% dos títulos possuem sorteios médios de até R$ 70 mil.
 

A divulgação do levantamento ocorre em um momento de crescimento do setor segurador brasileiro. Dados da CNseg mostram que o mercado encerrou 2025 com arrecadação de R$ 764,5 bilhões e pagamento de R$ 548,4 bilhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios. Nos últimos cinco anos, a arrecadação do setor cresceu mais de 52%, passando de R$ 501,3 bilhões em 2020 para R$ 764,5 bilhões em 2025. Já os pagamentos saltaram 70%, de R$ 322,5 bilhões para R$ 548,4 bilhões no período.
 

Novo cenário do setor 

Para 2026, a entidade projeta arrecadação de R$ 808,5 bilhões, com crescimento estimado em 5,8%, mesmo em um ambiente de juros elevados, inflação próxima de 5% e desaceleração econômica. Entre os destaques estão os seguros habitacionais, com projeção de alta de 12,3%, e o seguro Automóvel, que deve crescer 7,8%, impulsionado pela expansão da venda de veículos, inclusive híbridos e elétricos. 
 

A CNseg também avalia que o aumento dos eventos climáticos extremos deve acelerar mudanças na forma como a população percebe a necessidade de proteção financeira e patrimonial. De acordo com o levantamento, as mudanças demográficas e econômicas devem alterar gradualmente o perfil do consumidor de seguros no país. Dados do Censo 2022 mostram que o Brasil possui uma população mais envelhecida e com idade mediana de 35 anos, seis anos acima da registrada em 2010.

Grupo A12+ anuncia Geniomar Pereira como diretor de novos negócios

por Karem Soares

O Grupo A12+ comunica a chegada do Geniomar Pereira, como diretor de Novos Negócios. A nomeação reforça o movimento de profissionalização da gestão e marca uma nova etapa na estratégia da organização, com foco no fortalecimento de parcerias, na ampliação de oportunidades comerciais e no desenvolvimento de novos modelos de negócios que gerem ainda mais valor para as corretoras e parceiros do grupo.

Formado em Ciências Administrativas e Contábeis, Geniomar possui especializações em Gestão Empresarial, Finanças, Marketing e Negócios por instituições como a FGV, UFMG e UFJF. Ao longo de sua trajetória, consolidou ampla experiência na estruturação e expansão de negócios, no desenvolvimento de canais de distribuição, como bancassurance, corretoras e modelos alternativos, além da liderança de equipes e da condução de projetos de alta complexidade.

Segundo Renner Fidelis, presidente do Grupo A12+, a criação da Diretoria de Novos Negócios representa mais um passo na evolução da organização ,e no compromisso de agregar valor para as corretoras parceiras. “O Grupo A12+ nasceu com a vocação de promover o desenvolvimento e o crescimento do corretor de seguros. Ao longo da nossa trajetória, ampliamos esse compromisso por meio do desenvolvimento tecnológico, da capacitação, do fortalecimento organizacional, da evolução comercial e da abertura de novos mercados, como os segmentos corporativo e financeiro. Essa evolução nos transformou no Grupo A12+, refletindo nossa missão de oferecer cada vez mais soluções para o corretor de seguros”. 

Com mais de 40 anos de atuação nos mercados financeiro e de seguros, o executivo acumula experiência em grandes instituições financeiras e seguradoras, além de participação no desenvolvimento e na expansão de relevantes projetos voltados ao fortalecimento de canais de distribuição e de negócios no setor. Essa trajetória amplia a capacidade do Grupo A12+ de desenvolver novas soluções, fortalecer seu ecossistema de parceiros e acelerar sua estratégia de crescimento.

Para Geniomar Pereira, assumir a Diretoria de Novos Negócios representa a oportunidade de contribuir com uma organização que investe continuamente na evolução de suas corretoras e na construção de soluções inovadoras para o mercado. “Chego determinado a agregar neste modelo de sucesso, porque nele percebo um compromisso com a evolução dos corretores e parceiros. Minha missão será contribuir com a estruturação de novas oportunidades, fortalecer alianças estratégicas e impulsionar o fortalecimento do ambiente corporativo de forma consistente, profissional e sustentável, a fim de viabilizar novas fontes de receita ao grupo”, concluiu.

MDS Brasil anuncia novo COO para fortalecer estratégia operacional  

A MDS Brasil anuncia a chegada de André Gibrail como novo Chief Operating Officer (COO), passando a integrar o Comitê Executivo da companhia. A contratação reforça a estratégia de evolução operacional da empresa em um momento de expansão dos negócios e fortalecimento de sua atuação no mercado brasileiro. 

Com o crescimento acelerado registrado nos últimos anos, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições, a MDS Brasil avança na integração entre suas diferentes unidades de negócio, ampliando sinergias, compartilhando melhores práticas e impulsionando a eficiência operacional em toda a organização. Nesse contexto, o novo COO terá a missão de promover uma visão transversal das operações, atuando em conjunto com as lideranças das diferentes áreas para apoiar o próximo ciclo de crescimento da companhia. 

“Nosso crescimento nos trouxe até aqui graças à dedicação e à expertise dos times de operações em cada unidade de negócio. Este é um novo passo na evolução da MDS: investir em uma camada de gestão que amplie ainda mais nossa capacidade de gerar eficiência e uma experiência consistente para nossos clientes, em todas as frentes em que atuamos”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. 
 

André Gibrail possui mais de 30 anos de experiência em operações, atendimento ao cliente, transformação de negócios e gestão de serviços. Ao longo de sua trajetória, ocupou posições de liderança em empresas dos segmentos de saúde, seguros, corretagem e serviços financeiros, conduzindo projetos voltados à transformação organizacional, inovação, eficiência operacional, experiência do cliente e crescimento sustentável. 

Graduado em Administração pela FAAP e com MBA Executivo pela USP, o executivo chega à MDS Brasil para contribuir com o fortalecimento da estratégia operacional da companhia, apoiando a integração entre as áreas de negócio e o desenvolvimento de iniciativas que ampliem a excelência na entrega aos clientes e parceiros. 

Saúde suplementar supera 2 bilhões de procedimentos em um ano e reforça desafio da sustentabilidade do setor

A saúde suplementar brasileira ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 2 bilhões de procedimentos assistenciais realizados em um único ano. Os números, divulgados no Mapa Assistencial 2025 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mostram que o setor realizou mais de 2 bilhões de consultas, exames, terapias, internações e procedimentos odontológicos ao longo do ano, um crescimento de 3,7% em relação a 2024.

O levantamento evidencia a crescente demanda pelos serviços de saúde suplementar, que atualmente atende cerca de 53 milhões de beneficiários. Na prática, isso representa uma média de quase 5,5 milhões de procedimentos realizados por dia, ou aproximadamente 230 mil atendimentos por hora.

Para a FenaSaúde, os dados confirmam a relevância do setor para a assistência à saúde da população brasileira, mas também reforçam a necessidade de ampliar a eficiência do sistema para garantir sua sustentabilidade diante do aumento contínuo da utilização.

“Superar a marca de 2 bilhões de procedimentos em um único ano demonstra a dimensão da contribuição da saúde suplementar para o acesso da população aos serviços de saúde. Ao mesmo tempo, esse crescimento evidencia a necessidade de aperfeiçoarmos continuamente a eficiência do sistema, reduzindo desperdícios e avançando em modelos que privilegiam qualidade, melhores desfechos clínicos e sustentabilidade para beneficiários e operadoras”, afirma Bruno Sobral, diretor executivo da FenaSaúde.

Crescimento das internações reforça necessidade de cuidado mais eficiente

Entre os procedimentos realizados em 2025, os exames diagnósticos continuaram representando a maior parcela da assistência prestada pelos planos de saúde. Foram 1,23 bilhão de exames realizados, alta de 3,9% em relação ao ano anterior, respondendo por mais de 60% de todos os eventos assistenciais registrados.

As internações hospitalares apresentaram o maior crescimento percentual entre os principais indicadores, alcançando 9,9 milhões de ocorrências, aumento de 8,9% na comparação com 2024. As terapias somaram 71,8 milhões de atendimentos, crescimento de 6%, enquanto os procedimentos odontológicos chegaram a 203,7 milhões, alta de 6,7%.

As consultas médicas totalizaram 288,7 milhões de atendimentos, crescimento de 1,5%, e os demais atendimentos ambulatoriais somaram 205,7 milhões de procedimentos, avanço de 1,8%.

Segundo a FenaSaúde, o aumento da utilização dos serviços reforça a importância de fortalecer ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e coordenação do cuidado, além de estimular a adoção de modelos assistenciais mais eficientes e integrados.

“Superar a marca de 2 bilhões de procedimentos em um único ano demonstra a dimensão da contribuição da saúde suplementar para o acesso da população aos serviços de saúde. Ao mesmo tempo, esse crescimento evidencia a necessidade de aperfeiçoarmos continuamente a eficiência do sistema, reduzindo desperdícios e avançando em modelos de remuneração baseados em valor, que privilegiem qualidade, melhores desfechos clínicos e sustentabilidade para beneficiários e operadoras. Esse cenário torna ainda mais importante investir em prevenção, acompanhamento contínuo dos pacientes, interoperabilidade de dados em saúde e inovação na gestão da assistência. O objetivo é oferecer um cuidado cada vez mais qualificado, preservando o acesso dos beneficiários e a sustentabilidade da saúde suplementar no longo prazo”, conclui Sobral.

Generali Brasil destaca que experiência do cliente impulsiona a performance dos negócios  

Ao compartilhar a forma como a Generali Brasil vem acelerando sua transformação com o cliente no centro da estratégia, Daniel Patini, diretor de Marketing e Jornada do Cliente da seguradora, participou da 17ª edição do ClienteSA XSummit 2026, no dia 30 de junho, debatendo o tema “Como definir metas que tragam performance”.

Na sessão, Patini defendeu que metas de performance operacional devem andar junto com indicadores qualitativos para garantir a humanização na interação com os clientes.”Performance operacional é importante, mas não pode acontecer às custas da empatia e cordialidade. Na Generali, combinamos indicadores quantitativos, análise de sentimento por inteligência artificial e uma cultura centrada no cliente para entregar uma experiência de excelência.”

Há dois anos, a Generali estruturou um grupo de embaixadores do cliente, formado por colaboradores de diferentes áreas, responsável por disseminar a cultura de experiência do cliente e liderar iniciativas de melhoria. O programa já resultou em mais de 30 projetos implementados com baixo investimento, demonstrando que aprimorar a experiência do cliente não depende, necessariamente, de grandes aportes financeiros.

“Na Generali, acompanhamos indicadores operacionais e de experiência do cliente porque ambos impactam diretamente os resultados do negócio. Um atendimento de qualidade fortalece a confiança dos parceiros distribuidores, impulsiona as vendas, contribui para a renovação de contratos e reforça a sustentabilidade das parcerias. A experiência do cliente deixou de ser apenas um indicador de satisfação e passou a ser um indicador estratégico de negócio”, conclui Patini.

A 17ª edição do ClienteSA XSummit 2026 reuniu mais de 100 palestrantes e cerca de 3 mil participantes. Realizado nos dias 29 e 30 de junho, o encontro promoveu conteúdo, conexões, tendências e discussões práticas sobre a nova economia da experiência.

No encerramento da programação do ClienteSA XSummit, foi realizada a cerimônia de premiação, na qual a Generali Brasil conquistou o Prêmio ClienteSA, na categoria Ouro – Excelência em Liderança de CX, um dos mais importantes reconhecimentos voltados à experiência do cliente no Brasil.

CNseg: audiência pública na ALMG defendeu obrigatoriedade de cobertura securitária para municípios

O mercado de seguros desempenha papel estratégico como indutor de desenvolvimento socioeconômico, gerador de empregos e promotor de estabilidade financeira. Esse foi o foco de debates entre especialistas e parlamentares na audiência pública realizada nesta quarta-feira (8) pela Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O encontro, solicitado pelo deputado estadual Rafael Martins (PSD), buscou demonstrar caminhos para disseminar a “cultura do seguro” no Brasil e ampliar o acesso ao setor, inclusive na esfera pública. O setor de seguros movimentou cerca de R$ 700 bilhões no Brasil no último ano, o equivalente a 6% do PIB nacional, com Minas Gerais respondendo por 9,2% desse montante. Do total arrecadado no País, cerca de 70% retornaram à sociedade como indenizações na forma de sinistros pagos. O setor também sustenta mais de 400 mil empregos (diretos e indiretos) e detém R$ 2 trilhões em reservas, sendo mais de 90% aplicados em títulos públicos. 

Atualmente, o país conta com 22 milhões de veículos e 13 milhões de residências seguradas. Apesar do volume expressivo, o diretor de relações institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Hailton Madureira, destacou que é um grande desafio a inclusão do setor na proteção e no desenvolvimento socioeconômico do país, principalmente para proteger as pessoas em diversas localidades diante das mudanças climáticas.

“Quando foi perguntado: ‘Como é que a gente pode desenvolver seguro para tornar as cidades mais protegidas?’, eu dou o exemplo do seguro rural no governo federal. Os agricultores contratam o seguro rural e o governo federal dá um subsídio, ele paga um pedaço do seguro rural. É um formato. Agora, uma outra forma de incluir essa proteção seria um seguro habitacional de alagamento, que é um jeito de proteger as cidades, com os setores privado e público trabalhando juntos”, disse.

Segundo ele, os municípios poderiam contratar seguro, por exemplo, para escolas. “Pois, quando tem uma enchente, elas estão protegidas? Às vezes, o município, se o governo do estado não apoiar, vê-se sem capacidade de colocar a escola para funcionar no dia seguinte por falta de recurso. Então, acho que os municípios podem, junto com o sindicato dos corretores daqui, ajudar a viabilizar vários tipos de proteção, incluindo o seguro para pontes, escolas, hospitais, entre outros bens públicos com proteção securitária”, afirmou.

O presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros e Capitalização de Minas Gerais (Sincor-MG), Gustavo Pereira Bentes, alertou que a participação do setor no PIB nacional está abaixo da média de 10% registrada em países desenvolvidos. Relembrando as recentes tragédias causadas por chuvas na Zona da Mata mineira, Bentes propôs a criação de uma legislação que torne obrigatório o seguro de cidades e equipamentos públicos, amparado por dotação orçamentária específica. “O seguro precisa chegar antes que a tragédia aconteça. Sabemos que elas vão ocorrer, só não sabemos quando, nem onde”, afirmou.

A urgência de cobertura no setor público foi reforçada por Andréia dos Reis Padovani, presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização (SindSeg-MG/GO/MT/DF). Ela destacou que, nos temporais de 2024 no Rio Grande do Sul, dos R$ 100 bilhões apurados em prejuízos, apenas 6,8% estavam amparados por companhias seguradoras. “O resto caiu nas costas da sociedade porque precisou ser bancado com recursos públicos”, criticou, lembrando o impacto prolongado e a “cauda longa” de catástrofes como as das cidades mineiras de Mariana e Brumadinho.

Prevenção e legislação

O deputado Rafael Martins informou que tramita na ALMG uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de sua autoria, que prevê a destinação obrigatória de 5% das emendas parlamentares para a prevenção de desastres, verba que poderia viabilizar a contratação de seguros protetivos pelo poder público.

Além da proteção contra sinistros físicos, o debate sublinhou a importância do mercado privado de forma complementar às obrigações do Estado. João Paulo Moreira de Mello, presidente do Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), explicou que a essence do setor baseia-se no mutualismo e que o mercado atua de forma essencial na saúde suplementar e na previdência privada, uma vez que os sistemas oficiais (SUS e Previdência Social) não conseguem absorver integralmente e de maneira isolada todas as demandas sociais.

O cenário de regulação de modalidades similares também esteve em pauta na ALMG no início da semana, quando a Comissão do Trabalho discutiu o aprimoramento de projeto de lei federal para regulamentar a atividade de planos de proteção veicular e dar garantias contratuais e previdenciárias para os consultores patrimoniais mutualistas.

Durante o evento, foi lançado o vídeo institucional do Projeto “Cidades Protegidas”, idealizado pelo Sincor-MG, que destaca o projeto-piloto na cidade de Diamantina — escolhida por seu patrimônio histórico de valor inestimável. A iniciativa pretende percorrer os municípios mineiros para sensibilizar cidadãos, empreendedores e gestores públicos sobre a importância da proteção securitária preventiva.

IA impulsiona mercado de data centers e Zurich lança seguro especializado para grandes obras

Fabio Silva

O avanço da inteligência artificial, da computação em nuvem e da digitalização da economia está acelerando os investimentos em data centers no Brasil e criando novas demandas para o mercado segurador. De olho nesse movimento, a Zurich Seguros lançou o Zurich Data Center, solução voltada à proteção de projetos de construção dessas estruturas, que reúne seguro de riscos de engenharia, coberturas especializadas e serviços de engenharia de riscos.

O lançamento ocorre em um cenário favorável para o país. Segundo o JLL Latin America Data Center Report, o Brasil concentra atualmente cerca de 48% da capacidade instalada de data centers da América Latina e responde por 71% da capacidade em construção na região. O crescimento é impulsionado pela expansão da inteligência artificial, da computação em nuvem, pela disponibilidade de energia renovável, infraestrutura de conectividade e pela crescente demanda por processamento de dados.

Embora seja um mercado em rápida expansão, a construção de data centers envolve riscos técnicos elevados. São projetos altamente dependentes do fornecimento de energia, disponibilidade de água, equipamentos especializados, integração entre sistemas, cronogramas rigorosos e processos de comissionamento. Segundo o estudo Beyond 2030: The Future of Construction, do Grupo Zurich, os data centers estão entre os empreendimentos mais suscetíveis a falhas ainda durante a fase de construção devido à complexidade e à interdependência de seus sistemas.

A nova solução da Zurich tem como base o seguro de Riscos de Engenharia, modalidade destinada à proteção contra danos materiais acidentais durante a execução das obras, mas amplia a cobertura para riscos específicos desse segmento.

“O seguro pode incluir, além das coberturas tradicionais, proteções específicas para riscos com alta exposição em data centers, além de seguros complementares de responsabilidade civil para obras e perda de lucros esperados, tudo reunido em uma mesma apólice, conforme a necessidade do cliente e a análise de subscrição”, afirma Fabio Silva, superintendente de Riscos de Engenharia e Riscos Patrimoniais da Zurich Seguros.

Entre os diferenciais estão coberturas para interrupções causadas por danos em fornecedores essenciais, como empresas responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica ou conectividade, situação que pode comprometer testes, comissionamento e cronogramas de entrega. A solução também contempla riscos relacionados a equipamentos críticos, atrasos na cadeia de fornecimento, falhas em sistemas de controle de temperatura e umidade, gestão de crises e até eventos de contaminação radioativa, considerados raros, mas possíveis em empreendimentos dessa dimensão.

Além do seguro, a companhia oferece serviços da Zurich Resilience Solutions, área especializada em engenharia de riscos. A atuação inclui análise técnica desde as fases iniciais dos projetos, identificação de vulnerabilidades, recomendações para prevenção de perdas e apoio à resiliência operacional durante a construção.

Versão voltada à energia renovável

A seguradora também apresentou o Zurich Data Center Eco, destinado a empreendimentos que utilizarão exclusivamente energia renovável em sua operação. Nessa modalidade, os clientes passam a contar, sem custo adicional, com consultoria especializada em engenharia de riscos e avaliação de impactos climáticos.

O pacote inclui estudos de perda máxima estimada e perda máxima provável, elaboração de planos de ação para mitigação de riscos e análises prospectivas sobre eventos climáticos até 2100. Entre os cenários avaliados estão chuvas extremas, inundações, ondas de calor, granizo, descargas atmosféricas e outros riscos associados às mudanças climáticas.

“Os riscos em grandes obras surgem cada vez mais cedo, tornam-se mais interdependentes e são mais difíceis de recuperar quando se materializam. A viabilidade desses projetos depende de fatores como acesso à rede elétrica, disponibilidade de água, licenças, equipamentos especializados e mão de obra qualificada, aspectos que precisam ser considerados desde a fase de construção”, afirma Tiago Santana, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich.

Segundo o executivo, a proposta busca apoiar empresas na tomada de decisões relacionadas à resiliência operacional e à continuidade dos negócios em um cenário de crescente exposição a riscos físicos e climáticos.

Mercado em expansão

A Zurich informa que já segurou dez projetos de construção de data centers no Brasil, que somam aproximadamente R$ 15 bilhões em valores segurados. Globalmente, a companhia afirma ter participado de mais de 500 projetos desse tipo nos Estados Unidos nos últimos cinco anos, totalizando cerca de US$ 325 bilhões em valores segurados.

Para Fabio Silva, o crescimento da infraestrutura digital exige uma abordagem cada vez mais especializada na gestão de riscos. “Data centers são infraestruturas críticas para a economia digital e demandam uma visão integrada de prevenção, engenharia e seguros desde a fase de construção. Antecipar riscos e fortalecer a resiliência desses empreendimentos será um diferencial competitivo para os investidores e operadores nos próximos anos”, afirma.

Generali Brasil conquista prêmio por estratégia centrada no cliente 

Em um cenário no qual consumidores exigem respostas rápidas, atendimento personalizado e jornadas cada vez mais simples, a Generali Brasil vem acelerando sua transformação. A seguradora registrou avanços expressivos em seus principais indicadores de experiência a partir da implementação da estratégia “O Cliente no Centro”, que reorganizou processos, integrou áreas e colocou a jornada do segurado como prioridade em toda a companhia.
 

O resultado desse movimento já se reflete nas principais premiações do setor. A Generali Brasil conquistou o Prêmio ClienteSA, um dos mais importantes reconhecimentos voltados à experiência do consumidor, na categoria Excelência em Liderança de CX. A chancela valoriza organizações que promovem transformações relevantes nessa jornada e conseguem traduzir uma cultura orientada ao público em resultados concretos para o negócio.
 

“A premiação reconhece as iniciativas da Generali voltadas à melhoria da experiência dos nossos segurados, destacando atributos como proximidade e entrega de valor, fatores cada vez mais relevantes na escolha de empresas para fazer negócios”, afirma Daniel Patini, diretor de Marketing e Jornada do Cliente da Generali.
 

Para fortalecer uma cultura organizacional voltada ao foco no cliente, a Generali ampliou a escuta ativa dos segurados, promoveu a imersão dos colaboradores na rotina de atendimento e aproximou as áreas das necessidades dos consumidores. Além disso, as iniciativas envolvem revisão de processos, investimentos em tecnologia, fortalecimento dos canais digitais e análises de feedbacks, que corroboram a transformação do setor.
 

Indicadores refletem evolução
 

Os resultados da estratégia aparecem nos principais índices da companhia. O Net Promoter Score (NPS), indicador que mede a satisfação e a lealdade dos clientes, cresceu 38% em relação a 2024, posicionando a companhia na zona de qualidade em 2025 e alcançando, em 2026, a zona de excelência (acima de 75). O desempenho é complementado por um Índice de Satisfação do Cliente (Customer Satisfaction Score – CSAT) superior a 9, em uma escala de 0 a 10.
 

Além disso, o índice de solução de demandas dos consumidores no Reclame Aqui passou de 75%, em janeiro de 2025, para 88%, em dezembro do mesmo ano. Como reflexo desse desempenho, a empresa conquistou novamente o selo RA 1000 e foi indicada mais uma vez ao Prêmio Reclame Aqui.
 

“Com a transformação dos últimos anos, a Generali consolida uma nova forma de se relacionar com seus clientes. Os resultados alcançados reforçam que transformar cultura, processos e experiência é um movimento contínuo, guiado pelo compromisso de construir jornadas mais simples, humanas e relevantes para os nossos segurados”, conclui Patini.