Bruno Freire, CEO da Austral Re, é o novo presidente da ANre

Comunicado

Bruno Freire, CEO da Austral Re, assume a presidência da ANRe. Ele substitui Paulo Eduardo Botti, que completou dois anos de mandato à frente da Associação. A nova diretoria é composta ainda pelos Vice-Presidentes José Carlos Cardoso e Rodrigo Botti e pelos Diretores Nicolás Jesus Di Salvo e Petronio Duarte Cançado.

Em mais um passo na evolução da ANRe, juntamente com a posse de Bruno, está sendo também criado o Conselho Consultivo, formado por Presidentes e Vice-Presidentes da ANRe que já cumpriram seu mandato e que continuam ativos em companhias integrantes da Associação, atualmente composto por Paulo Botti, José Carlos Cardoso e o próprio Bruno Freire.

Mesmo sendo uma instituição jovem, a ANRe já estabeleceu um diálogo aberto e permanente com todas as entidades do mercado de seguros e resseguros e vem participando de diversas iniciativas em busca do desenvolvimento do setor.

Em 2018 o objetivo principal da Associação é promover o aprimoramento e aumento da competitividade do mercado ressegurador local para atuação doméstica e internacional, incentivando o debate e o desenvolvimento de conhecimento e de instrumentos que possam colaborar para o estabelecimento do Brasil como um Centro Regional Exportador de Resseguros.

 

Roberto Takatsu deixa Tokio Marine para assumir diretoria de investimento na HDI

O vai e vem de executivos no mercado de seguros está num ritmo frenético. A notícia da semana vem de Roberto Takatsu. Ele deixa a japonesa Tokio Marine para assumir a diretoria de planejamento e investimentos na alemã HDI. Ele também e o presidente da Comissão de Investimentos da Confederação das Seguradoras (CNseg).

Takatsu iniciou sua carreira como trainee no banco Pactual em 1994 e ingressou em seguros em 1995, como analista da Seguradora Brasileira de Fianças. Em 1998 assumiu como gerente na Real Seguros, onde ficou até a compra da Real pela Tokio Marine, em  2005, por quase R$ 900 milhões na época. O executivo sempre atuou com investimentos, sendo o “head” da diretoria desde 2012 até o hoje na Tokio Marine.

Vamos apurar mais a notícia para saber quem fica no lugar de Takatsu na Tokio Marine e quais os desafios na HDI.

Valor Econômico traz especial de Seguros: No bolso do cliente

O Valor Econômico publica hoje um especial de seguros com 23 matérias sobre diversos temas do setor. As matérias podem ser lidas por assinantes no portal. Não assinantes tem a opção de comprar a edição do jornal nas bancas, que traz o especial encartado.

 

Desafios e Estratégias – As seguradoras enfrentaram desafio semelhante ao dos bancos no período em que a inflação e os juros começaram a cair.Márcio Coriolano, presidente da CNseg, afirma que a mudança estrutural do setor começou na década de 90, quando detinha participação inferior a 1% no Produto Interno Bruto (PIB), com reservas técnicas em torno de R$ 3 bilhões. “Hoje o mercado contabiliza mais de R$ 1,2 trilhão em ativos, que são equivalentes a mais de 25% da dívida pública brasileira”, destaca. “As seguradoras foram obrigadas a se reestruturar, investir em tecnologia, criar facilidades e uma comunicação com mais empatia com o consumidor para manter a lucratividade”, sintetiza Edson Franco, CEO da Zurich.

Previdência – O tema traz quatros matérias no especial de hoje. A participação dos títulos públicos nas carteiras dos fundos de previdência privada – cujo patrimônio líquido somava R$ 765,61 bilhões em janeiro – bateu recorde naquele mês: respondiam por 85% dos portfólios, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). As novidades, que constam de resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) publicada em setembro de 2017, atenderam um antigo desejo do mercado de flexibilizar as regras de investimento e prometem trazer maior atratividade aos fundos de previdência complementar abertos a partir deste ano. “A partir de agora, será possível para a indústria desenhar produtos de previdência em que o investidor capture os retornos da renda variável”, explica o diretor do grupo Bradesco Seguros, Vinicius Cruz. Outra reportagem aborda que a pauta da reforma da Previdência Social, que permeou a agenda política de Brasília em 2017, deve passar ao largo das discussões dos candidatos no pleito eleitoral deste ano. “O desafio este ano é extraordinário. Temos cada vez mais que entender as necessidades do cliente e trabalhar com conceito de inovação digital. Utilizar as ferramentas de mídias sociais para treinar e fomentar a discussão”, diz Marco Barros, presidente recém-empossado da Brasilprev. A concorrência dos fundos também é tema do especial.  A possibilidade de cobrança de taxa de performance pelos fundos de previdência, prática que aproximará esse instrumento a outras categorias de fundos, como os de ações ou multimercados, é outra mudança relevante introduzida pela resolução do CNSP. “A cobrança da taxa de performance deverá atrair para o mercado de previdência um número relevante de gestores independentes e qualificados”, diz o vice-presidente da SulAmérica Investimentos, Marcelo Mello. Também é citado que a mudança no patamar de juro no país e a aprovação de regras mais flexíveis para os planos de previdência têm sacudido o setor desde o fim do ano passado. “Ela é importante, pois permitir a criação de novos produtos tanto para clientes do varejo, que poderá ter até 70% (dos recursos aplicados) em renda variável, quanto para o investidor qualificado, em até 100%”, explica Edson Franco, presidente da Fenaprevi. A legislação, até então, proibia mais do que 49% de ativos de renda variável nos planos.

Saúde – Depois de perder quase três milhões de beneficiários nos últimos três anos, o setor de saúde suplementar espera pequena melhora em 2018 e conta com a retomada do emprego para isso, já que os contratos coletivos firmados por empresas somam 67% do total. Segundo a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz Palheiro Mendes, 85% dos custos das operadoras são “não gerenciáveis”, ou seja, de difícil previsão. Ela coloca nessa conta tanto custos ligados aos serviços assistenciais, como de judicialização, desperdício e fraudes. “Temos que avaliar esses fatores que impulsionam a elevação dos custos. A solução depende de todos os players do setor, e não apenas das operadoras”, diz ela.

Capitalização – A Superintendência de Seguros Privados (Susep) vai anunciar na segunda quinzena de abril o novo marco regulatório do ramo de capitalização, que passará das atuais quatro modalidades (tradicional, popular, incentivo e compra programada) para seis categorias, com a regulamentação das modalidades instrumento de garantia e filantropia premiável.

Resseguro – O mercado de resseguros mostrou resiliência para enfrentar os anos de recessão. Com aposta na pulverização de linhas de negócios e maior interesse em assumir riscos do exterior, o volume de resseguros atingiu R$ 7,97 bilhões em 2017, alta de 7,9% sobre 2016 – considerando apenas os prêmios cedidos pelas seguradoras brasileiras.  No mesmo período, segundo aponta relatório da T erra Brasis Resseguros, as resseguradoras locais também aceitaram mais riscos do exterior – foram R$ 2,26 bilhões em 2017, um avanço de 57% sobre 2016.

Corretores – A atividade de corretagem de seguros está em plena transformação no país, migrando cada vez mais para o digital. Embora ainda existam poucas iniciativas, as insurtechs – startups que aplicam tecnologias inovadoras para melhorar a experiência dos consumidores no setor de seguros -, vêm apresentando crescimento significativo depois de receberem aportes de grandes fundos de venture capital.

Insurtechs – Não há dúvidas de que a tecnologia invadiu o mercado segurador brasileiro. De um lado, observa-se uma corrida de grandes seguradoras para aprimorar a experiência dos clientes. De outro, o movimento crescente das startups no setor. Em fevereiro deste ano, existiam 55 insurtechs no Brasil, quantidade três vezes maior que um ano atrás, conforme levantamento feito pela Conexão Fintech a pedido do Valor.

Educação Financeira –  A pauta educação financeira pode não ser nova para o setor de seguros, mas ganhou relevância e peso de dois anos para cá. Com a utilização mais agressiva de canais de comunicação, as seguradoras tentam chegar próximo de quem desconhece a funcionalidade ou a importância dos produtos que oferecem.

Fusões e Aquisições – Não existe um mês sequer em que o mercado segurador mundial deixe de anunciar negócios envolvendo fusões e aquisições (M&A). Segundo relatório do escritório de advogacia inglês Clyde & Co divulgado no início de março, 350 aquisições foram concluídas no setor de seguros em 2017 – em 2016 foram 387.

Vai e Vem – Desde 2017, a troca de executivos no mercado de seguros tem sido intensa. Parte desse movimento é consequência das fusões e aquisições, parte vem da aposentadoria de alguns profissionais. Mas a grande maioria delas decorre de mudanças das estratégias das empresas para enfrentar o futuro.

Seguro Garantia – Enquanto aguardam o destravamento da agenda de concessões e privatizações do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), cujos aportes em obras de infraestrutura podem chegar a R$ 132,7 bilhões, os players que operam com seguro garantia de grandes obras estão em compasso de espera pela aprovação, ainda em 2018, do Projeto de Lei (PL) 6814/2017.

Seguro Auto – O seguro para automóveis, por décadas, apresentou crescimento do volume de prêmios em torno de dois dígitos. Com a retração econômica a partir de 2014, o setor de seguro auto sofreu com o minguado incremento de 3,5% em 2015, queda de 2,4% em 2016 e aumento de 6,7% no ano passado. Em 2018, segundo os profissionais consultados, o prêmio do seguro auto vai ser mantido na casa de um dígito.

Seguro Rural – Após ver as apólices contratadas aumentarem 86,7% de 2015 para 2016, os cortes no orçamento do programa de subvenção do seguro rural levaram esse número a uma queda de quase 10% em 2017, na comparação com o ano anterior. O principal motivo foi a redução do valor destinado ao programa de subvenção do seguro rural, que passou de R$ 387 milhões em 2016 para R$ 368 m ilhões no ano passado, uma contração de quase 5%, explica Vitor Ozaki, diretor do departamento de gestão de riscos do Ministério da Agricultura.

Seguro Vida – O seguro que protege a vida das pessoas deve registrar, neste ano, crescimento parecido com os 10% observados no ano passado, quando começou a retomada da economia. O potencial é grande, avalia o presidente da CNseg, Marcio Coriolano. Segundo dados da FenaPrevi, o mercado de seguros para a proteção das pessoas – que in o mercado de seguros para a proteção das pessoas – que inclui as modalidades vida, acidente s pessoais, viagem, educacional, financiamentos, doenças -, fechou 2017 com R$ 34,53 bilhões em prêmios, valor 10,9 % superior aos R$ 31,13 bilhões de 2016.

Seguro Transporte – A vertiginosa escalada de roubos de cargas nos últimos anos alterou a relação entre as seguradoras, embarcadores e transportadoras. Em razão do alto risco de determinadas cargas e das falhas dos planos de gerenciamento de risco (PGR), algumas das mais importantes companhias deixaram de operar no ramo transportes e as que permaneceram aumentaram o seu rigor nas exigências, provocando um aumento médio nos pr&# 234;mios que pode chegar a 30%, principalmente nos trajetos que incluem as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Seguro Riscos Cibernéticos – A seguradora inglesa Lloyd’s prevê que os ataques de hackers causarão US$ 2 trilhões em prejuízos no mundo todo em 2020. Com isso, o crescimento do mercado de seguros para riscos cibernéticos é exponencial. Em 2017, o segmento gerou US$ 4 bilhões em prêmios nos EUA. O volume cresceu quatro vezes em apenas dois anos e deve chegar a US$ 10 bilhões em 2020.

 

Seguro D&O – O reaquecimento da economia, a retomada dos processos de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), o maior rigor de órgãos reguladores e a aprovação das novas regras introduzidas pela Circular 553/2017 da Superintendência de Seguros Privados (Susep) que permite a contratação de cobertura para multas e penalidades devem fazer com que a arrecadação da carteira do D&O, o seguro de responsabilidade civil de executivos, avance dois dígitos em 2018.

Seguro Crédito – Pode-se dizer que períodos de crise econômica ajudam a alavancar algumas modalidades de seguro, como o de crédito. E o motivo é simples. Os calotes e as incertezas de fluxo de caixa e pagamentos entre empresas e seus fornecedores levam a busca por este tipo de proteção.

 

Confirmado: Vinicius Albernaz, hoje da Bram, será o novo presidente da Bradesco Seguros

Conforme antecipou o blog Seguro ontem a noite, hoje pela manhã o Bradesco confirmou a notícia por meio deste comunicado:

O Bradesco informa que o executivo Vinicius Almeida Albernaz, 47 anos, será o novo presidente do Grupo Bradesco de Seguros. Atualmente, Albernaz é o diretor superintendente da Bradesco Asset Management (Bram), uma das maioresgestoras privadas de fundos de investimento do País, com mais de R$ 600 bilhões em ativos.

Segundo o presidente executivo do Bradesco, Octavio de Lazari, a escolha de Albernaz é resultado de suas experiências profissionais e a perspectiva de um novo ciclo de crescimento da economia.“Entendemos que Albernaz será fator de criação de valor para o Grupo Bradesco de Seguros, dado seu perfil profissional qualificado, mesclado ao cenário desafiador, que apresenta grande potencial de expansão do negócio de seguros”, disse. 

Na visão de Lazari, a inflação sob controle e juros historicamente baixos irão propiciar ambiente ideal para o crescimento gradual da participão do setor de seguro no PIB. “A Seguradora tem DNA de liderança e vocação comercial inata, a esses atributos se agrega a visão financeira de Albernaz para a gestão de R$ 280 bilhões em ativos”, acrescentou.

O novo diretor superintendente da Bram será Ricardo Almeida, atualmente diretor de investimentos (CIO), sendo responsável pela gestão de todos os fundos e carteiras da Bram.  

Vinicius José de Almeida Albernaz é formado em economia pela PUC/RJ, com Advanced Management Program do ISE-IESE. Depois de passagens pelo Icatu, Credit Suisse e GP Asset, Albernaz ingressou em 2007 no Bradesco BBI e foi transferido para a tesouraria do Bradesco dois anos depois. Em 2011 foi eleito diretor do Bradesco e, em 2013, assumiu a diretoria financeira do Grupo Bradesco de Seguros. Desde 2016, era diretor superintendente da Bram.

Ricardo Pereira de Almeida é formado em economia pela PUC/RJ, com mestrado em finanças pelo IBMEC-SP e MBA pela Carson School. Teve sua carreira formada em instituições como Icatu, CCF, ING, e um fundo global da gestora Black River. Ingressou na Bram em 2015, como superintendente de renda variável.

Vinicius José de Almeida Albernaz deve assumir como CEO da Bradesco Seguros

Me parece que Vinicius José de Almeida Albernaz, diretor superintendente da Bradesco Asset Management (Bram), é o novo CEO da Bradesco Seguros. Ele assumiu o posto em junho de 2016. Até então era diretor financeiro da Bradesco Seguros.  Segundo fontes próximas das decisões do banco, esse é o nome escolhido por Octavio de Lazari, que deixa o comando do braço de seguridade para assumir o comando do banco. Se confirmado em um anúncio previsto para amanhã cedo, será uma surpresa para o mercado de seguros, que aposta em outros quatro executivos: Jorge Nasser, Renato Ejnisman, Marcos Gonçalvez e Ney Dias.

Travelers lança aplicativo para gestão de risco na construção civil

A Travelers Seguros  lançou o aplicativo Travelers, o ZoneCheck℠. Segundo nota do grupo, o aplicativo é o primeiro deste tipo para ajudar os segurados a identificarem áreas no entorno da obra, que podem ser afetadas por vibrações derivadas de equipamentos pesados.

O lançamento foi o ponto alto do segundo International Summit ontem em São Paulo, reunindo construtoras, resseguradores e corretores especializados em seguros para construção civil na semana passada. O objetivo do evento foi trazer aos convidados a expertise da seguradora em gerenciamento de riscos e as tendências da indústria de construção.  “Eventos como este nos permitem trocar experiências com os corretores e destacar nossa habilidade de auxiliá-los a gerenciar riscos inerentes aos clientes da indústria de construção civil”, diz Leonardo Semenovitch, Diretor-presidente da Travelers no Brasil.

A nova ferramenta, já oferecida pela Travelers nos Estados Unidos, visa  beneficiar os segurados e corretores no Brasil. O ZoneCheck gera um relatório personalizado, inclusive delimita áreas onde recomenda-se realizar vistorias cautelares.  O ZoneCheck permite que o usuário insira o endereço a ser mapeado, ou pode ainda apontar o endereço preciso onde o aplicativo está sendo utilizado, baseado em recursos de geolocalização.  Basta que o cliente informe sobre o tipo de solo e de equipamento da obra, para que o sistema gere uma imagem aérea do local, delimitando áreas em que as pessoas podem sentir vibrações e zonas onde as edificações podem ser afetadas.

A ferramenta também permite documentar as etapas de um programa de controle de riscos, que posteriormente podem ser utilizadas para ajudar a proteger os segurados da responsabilidade de possíveis danos às propriedades vizinhas. Os relatórios do ZoneCheck podem ser facilmente armazenados em PDF e compartilhados.

“O aplicativo ZoneCheck embasa as construtoras sobre os potenciais sinistros que as vibrações de uma obra podem causar, gerando economia e eficiência ao fornecer recomendações diligentes de gerenciamento de riscos”, explica John Komidar, vice-presidente de Controle de Riscos na Travelers. Ainda de acordo com o executivo, a Travelers possui mais de 100 anos de experiência em serviços de Controle de Risco. Este know-how permitiu o desenvolvimento de soluções customizadas para os clientes, ajudando-os a proteger ativos tangíveis e intangíveis, como a reputação das marcas e a credibilidade das empresas.

Negócios em infraestrutura   A Travelers vem ampliando sua presença na indústria de engenharia, infraestrutura e construção com parcerias de corretoras especializadas e aprimoramento dos serviços, como acontece com o ZoneCheck. “A previsão de retomada do setor de infraestrutura e construção nos deixou otimistas para continuar trazendo ao Brasil toda a experiência internacional para demonstrar como os nossos produtos podem beneficiar os negócios no Brasil”, analisa Semenovitch.

Em 2018 estão previstos investimentos significativos em infraestrutura pelo governo brasileiro. Cerca de R$ 132 bilhões foram anunciados para aportes na construção civil, principalmente no setor de transportes, como rodovias e aeroportos. “A Travelers está preparada para atender essa demanda com o apoio do nosso time de subscritores de Construção para recomendar coberturas e proteções adequadas para obras de todos os portes”, afirma Julian Stroud, vice-presidente de negócios internacionais da Travelers.

A companhia está comprometida em investir no relacionamento com os corretores e implementar inovações tecnológicas no Brasil. A Travelers oferece coberturas sob medida para empresas que ajudam a fomentar a infraestrutura do País, com especialização nos setores de energias renováveis, construção, educacional, hospitalar e de saneamento.

Em 2017, a Travelers desenvolveu e consolidou importantes parcerias na área de construção com corretoras experientes no segmento, como por exemplo, a atuação conjunta com a Conset e Euroamérica. “Somos uma empresa especializada em seguros da área de infraestrutura e a Travelers tem uma equipe de especialistas que é referência em seguros de construção de rodovias e de infraestrutura, por isso temos utilizado bastante a seguradora para cotação e emissão dos seguros de nossos clientes. A união de nossas expertises tem nos ajudado a atender nossos segurados, com boas soluções e viabilizando mais negócios”, diz Roulien de Freitas Marques, diretor técnico da Conset.

A parceria com essa Euroamerica, bastante especializada em construção civil e grandes obras, levou a Travelers a concretizar diversas negociações, além de abrir novas oportunidades dentro do segmento. Foram mais de 60 negócios fechados, sendo 11 deles em projetos de infraestrutura. “Contar com a Travelers na oferta de soluções de seguros foi fundamental para garantir a concretização de bons acordos. Estamos confiantes no avanço de negócios e oportunidades neste novo ano que se inicia”, afirma Robert Sarkis, responsável pela área de engenharia e infraestrutura da Euroamerica.

 

Chubb nomeia Rafael Domingues como diretor regional de linhas financeiras da AL

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A Chubb anunciou a nomeação de Rafael Domingues como Diretor Regional de Linhas Financeiras da Chubb para a América Latina, que se reportará à Pablo Korze, Vice-Presidente Sênior de Property e Casualty da Chubb América e matricialmente à Timothy O’Donnell, Diretor de Operações Comerciais P&C Chubb Overseas General.

Rafael Domingues era diretor de Linhas Financeiras e Energia da Chubb no Brasil, antes de ser promovido a esta posição. Em suas novas funções, será responsável por continuar a apoiar os países em desenvolvimento e o crescimento das linhas financeiras para a região, tendo entre os produtos mais importantes: D&O, E&O, Instituições Financeiras, Medmal e Cyber.

Domingues tem 14 anos de atuação em seguros de linhas financeiras. Durante sua carreira, ocupou vários cargos de administração e subscrição. Rafael é graduado em Administração de Empresas pela PUC -SP e pós graduado em Finanças Corporativas e Investment Banking pela FIA.

Oxigênio Aceleradora reformula modelo e amplia programa de aceleração de startups

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A Oxigênio, aceleradora de startups da Porto Seguro, lança essa semana um novo programa de aceleração. Com o objetivo de impulsionar startups que estejam em estágios mais avançados, o Tração, nome do novo programa, irá investir de R$ 350 mil a R$ 500 mil em cada empresa, com valuation de até R$ 10 milhões, dependendo da próxima rodada de investimento da startup, uma iniciativa pioneira entre o mercado de aceleradoras. Para este programa, as inscrições estarão abertas de 22 de março a 27 de maio.

Cada ciclo terá duração de 4 meses, podendo se estender por mais 3 meses na Plug and Play no Vale do Silício, e irá acelerar 3 startups. Como pré-requisito para se inscrever, a empresa deve ter receita mensal acima de R$ 50 mil ou de R$ 600 mil ao ano. Também poderão se inscrever startups que já tenham captado mais de R$ 500 mil em rodadas de investimento.

Além do novo programa, a Oxigênio também reformulou seu atual modelo, para melhor atender às novas empresas e demandas do mercado e ecossistema de startups. “Nós utilizamos nossos aprendizados com os ciclos passados para definir novos modelos para prospecção, investimento e aceleração de startups, de forma a deixar a Oxigênio ainda mais atrativa”, conta o Diretor da aceleradora, Italo Flammia. “Nosso objetivo é aumentar a sinergia e possibilidades de negócio entre as startups e a Porto Seguro”, completa ele.

O Ignição, modelo atual de aceleração da Oxigênio, ainda será focado em startups que possuam um produto constituído e/ou protótipo e estejam em um estágio intermediário de desenvolvimento, porém, agora conta com investimento de R$ 200 mil para cada uma das empresas selecionadas. Este programa também terá duração de 4 meses com a possibilidade de extensão por mais 3 meses com a Plug and Play, assim como o Tração, mas irá selecionar de 5 a 8 startups por ciclo.

“Nossa parceria com a Plug and Play, no Vale do Silício, dá às startups a possibilidade de adquirirem ainda mais expertise e se desenvolverem em mercado internacional”, comenta Italo.

As sessões de mentoria e desenvolvimento de negócios com executivos da Porto Seguro, os workshops, palestras e eventos também são diferenciais oferecidos nos dois programas. Os mentores atuam no aconselhamento estratégico das empresas e, aproximam as startups de potenciais investidores. Porém, no Tração, as empresas terão contato direto com a área de negócio sinérgica da Porto Seguro antes do início do programa, quando passam por uma avaliação para identificar potenciais parcerias.

Os dois programas serão trabalhados intercaladamente: o Tração com as inscrições abertas a partir de 22 de março e aceleração no segundo semestre de 2018 e, o Ignição com a seleção no segundo semestre de 2018 e aceleração no início de 2019. “Com um maior intervalo entre os ciclos, temos mais tempo para prospectar startups interessadas e realizar um alinhamento prévio com as áreas de negócio sinérgicas com as empresas inscritas. Isso nos permite selecionar melhor àquelas que participarão do ciclo, para oferecer um programa mais atrativo tanto para as startups quanto para a Porto Seguro”, finaliza o executivo.

Os empreendedores interessados em participar do Tração, que acontece de agosto a dezembro de 2018, podem se inscrever até 27 de maio pelo site da Oxigênio (www.oxigenioaceleradora.com.br).

ARTIGO: O maior Conec de todos os tempos

por Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros em São Paulo).

O Conec, maior evento do setor de seguros no Brasil, cresce a cada edição e este ano vai se superar. Em 2018 temos a 18ª edição deste mega evento realizado pelo Sincor-SP a cada dois anos, que nasceu em 1982 com o nome de Congresso Estadual dos Corretores de Seguros, mas há um tempo reúne profissionais de todo o Brasil.

Preparando a categoria para os desafios que surgem a cada dia em maior quantidade, especialmente por atuarmos em um setor com enorme potencial e espaço a ser percorrido, o Conec é reconhecido por oferecer conteúdo de qualidade, com temas e palestrantes relevantes do momento, e a maior feira de negócios do mercado de seguros. Combina qualificação e relacionamento, imprescindíveis para o desenvolvimento na atividade, não apenas para os corretores de seguros, como para todos os profissionais da indústria. Na 17ª edição, em 2016, 6.600 profissionais estiveram reunidos em três dias de congresso.

O maior desafio na elaboração de cada nova edição do Conec é superar expectativas. Por isso, quando acaba uma edição já começamos a pensar na próxima. Reinventar e aprimorar um evento desta magnitude é um senhor desafio, o qual aceitamos ousando e empreendendo.

O 18º Conec, de imediato, já apresenta grandes mudanças. Para receber o público cada vez mais crescente – nesta edição esperamos chegar a 10 mil participantes! – o evento será realizado em novo local. No Transamérica Expo Center teremos instalações maiores e mais modernas, climatizadas, possibilitando receber e desenvolver o Conec da maneira mais apropriada possível e oferecendo conforto a todos, congressistas e expositores.

Para atingirmos as 10 mil participações, algumas ações foram desenvolvidas, a começar pelas condições especiais de pagamento, com parcelamento em até 10 vezes no cartão de crédito e boleto. E temos a grande novidade com a participação de pessoas com vínculo colaborativo nas corretoras, sejam colaboradores da empresa propriamente ditos ou parceiros de negócios. Esse era um pleito antigo tanto dos corretores como de seus colaboradores, e irá permitir que aqueles que estão envolvidos com o dia a dia das corretoras absorvam esta enorme dose de conhecimento, de forma que esta ação também favorece o corretor em seu dia a dia, porque seu parceiro estará mais capacitado a cumprir com o que se espera dele e apto às mudanças do mercado.

O Conec é um evento democrático, que integra corretores de todos os portes e regiões. O Conec é do Brasil. A cada edição aumentamos o número de congressistas de outros estados, além dos corretores de São Paulo que vêm de todas as partes do Estado, sejam da capital, ou do litoral e interior. Estamos prontos para receber os visitantes com uma completa rede hoteleira, num total de 1.200 quartos, para hospedar cerca de 3 mil pessoas. Assim como acontece em outras categorias profissionais, queremos que o corretor de seguros diga com orgulho a seus clientes que estará participando do maior congresso da sua atividade, buscando se capacitar mais e mais para atender a seus clientes.

A formatação da grade de palestras também terá mudanças este ano. Realizaremos grandes palestras, com impactantes temas a serem debatidos, em formato de um único auditório. Certamente teremos plenárias cheias, concentrando o foco de todos os congressistas presentes.

Por fim, reforço que o Conec teve alteração também na data: este ano será de 27 a 29 de setembro de 2018 (quinta a sábado).

Se o Conec já era o maior congresso de corretores de seguros reunindo 6 mil pessoas, agora iremos superar todos os recordes. Contamos com o apoio de todo o setor para ampliarmos a disseminação de conteúdo e relacionamento, contribuindo ainda mais com o desenvolvimento da categoria e dos negócios em geral.

Insurance Europe divulga documento com medidas protecionistas, com destaque ao Brasil

A Insurance Europe publicou estudo com foco em cinco países: Argentina, Brasil, Índia, Indonésia e Turquia, que foram escolhidos, de acordo com a federação, porque destacam uma série de medidas protecionistas nessas jurisdições.

O documento faz três distinções, para o mercado brasileiro; já que a federação afirma que medidas positivas foram tomadas em 2017 para eliminar as restrições às transações das subsidiárias, juntamente com outras barreiras, mas permanecem vigentes restrições-chave como as retenções mínimas exigidas pelas cedentes locais e um sistema de ordem de preferência. .

No caso da Índia, a Insurance Europe reconhece que está considerando mudanças significativas em sua estrutura regulatória para resseguros. Entretanto tem um sistema de ordem de preferência. Este sistema favorece aos resseguradores nacionais frente aos resseguradores estrangeiros. Embora este seja supervisionado pela Autoridade Reguladora e de Desenvolvimento de Seguros da Índia e esteja sujeita aos mesmos requisitos regulamentares que os resseguradores indianos.

A Indonésia, que atualmente está negociando um acordo de livre comércio com a UE, mantém uma variedade de barreiras ao acesso ao mercado e ao comércio para os (re) seguradores estrangeiros. Estes incluem limites de retenção significativos de (re) seguros, limites de propriedade estrangeira para (re) seguradoras e restrições aos fluxos de dados transfronteiriços.

“Todas essas disposições não apenas representam barreiras de acesso a mercados para as (re) seguradoras europeias, mas também podem afetar negativamente o desenvolvimento econômico desses mercados locais, bem como diminuir a possibilidade de diversificar riscos e criar riscos significativos de concentração local. em caso de ocorrer um acidente grave, como um desastre natural”, conclui a Insurance Europe.