Paulo Kudler assume como VP de vida e afinidades da AXA

A AXA no Brasil anuncia hoje seu novo vice-presidente, Paulo Kudler, que conta com mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros brasileiro. O executivo chega para ampliar o desenvolvimento das áreas de Vida e Afinidades e tem como reportes diretos o diretor comercial de vida e afinidades, Guilherme Menezes, e o diretor técnico de vida e afinidades, Eduardo Santos.

“Estou muito feliz em poder contribuir e orgulhoso por integrar o time da AXA no Brasil, sobretudo nessas duas áreas com imenso potencial de crescimento para a companhia no país”, comenta Paulo Kudler. A contratação do executivo integra um conjunto de ações estratégicas que visam dar continuidade ao plano de expansão da AXA no Brasil.

Currículo – Paulo Kudler é engenheiro formado pela USP com extensão em Administração e Marketing pela FGV e Thunderbird USA. Com um background de mais de 30 anos em seguros de Pessoas, tem sólido conhecimento nas operações de Saúde, Vida e Afinidades, com trajetória de liderança em organizações nacionais e multinacionais como SulAmérica, Marsh e Aon e com passagem recente pela Fairfax. Kudler acumula experiência em todo o ciclo da cadeia de seguros – implantação de negócios e stratups, operações, administração geral, além da gestão de vendas e distribuição multicanal.

Insurtech Vencorr faz parceira com concessionárias John Deere

A insurtech Vencorr acaba de fechar uma parceria com a Associação dos Concessionários da John Deere Brasil (Assodeere) para ofertar produtos da Sompo Seguros. “Agora são mais de 120 pontos de vendas, concessionárias de máquinas agrícolas, usando nossa ferramenta de vendas, o V Sales, e os clientes usando o aplicativo, Meus Seguros, aonde podem acessar todos os recursos da apólice”, conta Rodrigo Simões, CEO e  fundador do INNO Group uma empresa de investimento e desenvolvimento de startups, investidora da Vencorr Corretora de Seguros.

Segundo o executivo, a plataforma é uma nova forma de potencializar o canal de vendas com seguros. “Certamente um dos grandes desafios do mercado de seguros é unir a tecnologia como facilitadora com a credibilidade conquistada pelo canal de vendas perante o consumidor final para contratação de seguros”, comenta.

Em operações de varejo, o ticket médio é baixo, necessitando de alta escala para se viabilizar, explica. Segundo ele, o propósito da Vencorr é trazer escala para reduzir custo com backoffice, que consomem às margens das operações. “É com isso em mente que nasce a Vencorr, uma corretora de seguros com DNA Digital, que acredita no potencial do canal de vendas e os ajuda a ter um processo de oferta de seguros de forma simples e ágil, aliando experiência de contratação pelo cliente final”, acrescenta.

Como funciona? Foi criada uma plataforma exclusiva de vendas para a loja/revenda: o V-Sales, que integrado com o CRM, já recebe o lead e em poucos clicks envia a cotação para o cliente, que aceita e assina pelo próprio celular. Ao dar o aceite, o software transmite o pedido para a seguradora e acompanha todas as pendências notificando o cliente, ou seja, o backoffice com atividades operacionais foi robotizado.

“Para o cliente, a experiência é fantástica, pois o mesmo consegue acompanhar todo o fluxo de emissão. Ao final do processo, recebe uma pesquisa de satisfação e baixa o aplicativo, onde tem acesso a todos os recursos da apólice, chat de comunicação e abertura de sinistros”, afirmou. A ferramenta já passou pelo período de testes, atualmente abrange mais de 100 pontos de vendas nos seguimentos de bikes, auto e equipamentos, mas será ampliada para outros segmentos.

Além de máquinas agrícolas, a Vencorr atua com o mercado de bikes e máquinas de construção. “Em 7 meses são mais de 900 clientes na Vencorr Corretora. Nossa parceria são Berkley e Sompo. Estamos terminando de desenvolver uma versão com Inteligência Artificial, que vai permitir a venda de seguros mais complexos de forma simplificada”, avisa o executivo, que tem 12 anos de experiência no mercado de seguros, entre Itau , HDI e JLT Seguros.

A Vencorr é uma insuretech que trabalha focada em canais de distribuição. A  proposta do grupo se baseia em 4 pilares. O primeiro deles é tornar o processo de vendas simples. Através de uma aplicativo, o V Sales, com cinco clicks já apresenta o preço para o cliente e compartilha a proposta com o cliente, a partir daí todo fluxo de vendas é monitorado.

O segundo pilar é a robotização do backoffice. Todo processo de transmissão de proposta, acompanhamento de pendências, parcelas pendentes é feito por robôs gerando notificações para o cliente. O terceiro pilar é o aplicativo Meus Seguros, onde o cliente tem todo acesso aos recursos da apólice, tais como: parcelas, apólice digital , abertura de sinistros entre outros.

E o último pilar é a telemetria de dados. Todas as informações são estratificadas em um BI gerando informações estratégicas da operação. “Enfim, conseguimos explorar diversos pontos de vendas com uma estrutura enxuta, escalando com rentabilidade”, comenta.

 

CMN autoriza fintechs a intermediar a venda de seguros

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a regulamentação das fintechs de crédito no Brasil e que também acaba afetando o mercado segurador. Daniel Alvarenga, sócio de Noronha Advogados no departamento bancário e securitário e especialista em Fintechs,  e tem diversos artigos escritos sobre o tema, informa que resolução nº 4.656/2.018, que regulamentou as fintechs de crédito, faculta a elas a possibilidade de prestarem serviços de intermediação na contratação de seguros, desde que a operação que se quer segurar esteja relacionada com as atividades fins das fintechs de crédito, são elas: operações de empréstimo, de financiamento e de aquisição de direitos creditórios, a serem realizadas exclusivamente por meio de plataforma eletrônica.

Para que elas possam operar como representante de seguros, é necessário que atendam as exigências que constam na resolução nº 297, de 25 de outubro de 2013, do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que disciplina as operações das sociedades seguradoras por meio de representantes de seguros.

“As fintechs têm muito a ganhar se olharem para o mercado segurador e as insurtechs tem muito o que aprender com as fintechs. É uma combinação perfeita”, afirma Gustavo Zobaran, entusiasta em insurtechs e atualmente é head de digital e inovação na Porto Seguro, uma excelente oportunidade para aumentarmos a penetração dos seguros no Brasil e acelerar essa mistura entre Fintechs e InsurTechs, sem contar que abre novas oportunidades de negócios para as seguradoras, corretoras e corretores.

Segundo entendimento de Alvarenga, as fintechs deverão agir e ater-se às instruções recebidas pelas sociedades seguradoras, com clareza, boa-fé, transparência, eficiência e confiança no atendimento aos proponentes, segurados e beneficiários, sob pena de responder por perdas e danos caso a intermediação não tenha sido clara e transparente. “O artigo 3º, da resolução CNSP nº 297/2.013, prevê diversos ramos de planos de seguros que poderão ser negociados pelos representantes de seguros, porém as fintechs poderão apenas negociar seguros que estejam relacionados com o risco de inadimplemento”.

De acordo com o artigo 2º da mencionada resolução CNSP nº 297/2.013, no contrato a ser firmado entre a sociedade seguradora e determinada fintech, deverá constar a prestação de, pelo menos, um dos seguintes serviços, que serão fornecidos sempre em nome da sociedade segurador.

São eles: 1 – oferta e promoção de planos de seguro; 2 – recepção de propostas de planos de seguro, emissão de bilhetes de seguros e apólices individuais; 3 – coleta e fornecimento à sociedade seguradora dos dados cadastrais e de documentação de proponentes, segurados, beneficiários e corretores de seguros e seus prepostos; 4 – recolhimento de prêmios de seguro; 5 – recebimento de avisos de sinistros; 6 – pagamento de indenização; 7 – orientação e assistência aos segurados e seus beneficiários, no que compete aos contratos de seguros, inclusive por meios remotos; 8 – orientação e assistência aos corretores de seguros e seus prepostos, se for o caso; 9 – apoio logístico e administrativo à sociedade seguradora, visando à manutenção dos contratos de seguro; e 10 – outros serviços de controle, inclusive controle e processamento de dados das operações pactuadas em nome da sociedade seguradora.

Evidentemente, quanto maior a quantidade de serviços a serem prestados ao público em nome da sociedade seguradora, maior será o ganho do mercado segurador, maior será a remuneração das fintechs de crédito, maior será a segurança da fintech em receber pela operação de crédito e menor será o risco. “Portanto, quanto menor o risco, menor será a taxa a ser cobrada pelo empréstimo do dinheiro”, finaliza Alvarenga.

Robert Bittar, presidente em exercício da Fenacor, afirmou que a federação dos corretores  entende que a regulamentação das fintechs pelo CMN não se sobrepõe à legislação específica do setor de seguros. Portanto, a oferta de seguros relacionados continuará a exigir que estejam em consonância com os ditames da lei 4594 , ou seja, respaldada por uma corretora de seguros ou como prevê o artigo 19 da mesma lei.

O Artigo 19 diz o seguinte: Nos casos de aceitação de propostas pela forma a que se refere a alínea “b” do artigo anterior, a importância habitualmente cobrada a título de comissão e calculada de acordo com a tarifa respectiva será recolhida ao Fundo de Desenvolvimento Educacional do Seguro, administrado pela Fundação Escola Nacional de Seguros, que se destinará à criação e manutenção de escolas e cursos de formação e aperfeiçoamento profissional de corretores de seguros e prepostos;  e bibliotecas especializadas, segundo redação incluída pela Lei nº 6.317, de 1975.

 

 

 

Robôs avançam na área de seguros

Especial do Valor sobre Tecnologia Bancária traz os debates ocorridos no CIAB Febraban realizado nos dias 12 a 14 de junho, em São Paulo. O texto conta que a robotização faz parte de uma realidade irreversível no mercado segurador. O ponto não é se as empresas do mercado de seguros vão adotar a robótica, mas quando. “No futuro, os robôs estarão cada vez mais entre nós e, às vezes, nem perceberemos que eles estão ali e isso não será ruim, diz Gustavo Canteiro Leanca, gerente executivo de projetos e processos do grupo segurador BB e Mapfre.

O diretor de estratégia digital, inovação e tecnologia, Cristiano Barbieri, cita como diferencial o uso de chatbots com capacidade transacional e não apenas informativa. “Além de esclarecer dúvidas, a tecnologia tem autonomia para realizar, em poucos minutos, uma gama de serviços. Os corretores podem verificar questões de pré e pós-venda relacionadas às apólices e fazer solicitações referentes a propostas, pagamentos, atualização cadastral e segunda via de boletos”, explica.

Na área de seguros empresariais, a expectativa é de que a robotização crie novas funções para auxiliar humanos a julgar casos complexos. Manuel Rodrigues, diretor de operações da Zurich, conta que a robotização já é uma uma rotina na área de seguros massificados vendidos nas redes varejistas. “Hoje são feitos 40 mil pagamentos robotizados por mês”, revela.

Segundo Alexandre Leal, diretor técnico da CNseg, os debates na Trilha de Seguros do CIAB Febraban demonstraram a relevância da inovação e da tecnologia na melhoria dos processos das seguradoras, em especial na construção de interfaces mais eficazes com seus clientes e consumidores em geral. “O CIAB, e em particular a trilha de seguros, comprovam mais uma vez a importância desses fóruns para a troca de experiências e busca de soluções aos desafios enfrentados pelo mercado segurador brasileiro.”

A revista CIAB Febraban acrescenta que o mercado de automação de processos robóticos habilitado por inteligência artificial (AI) tem crescido rapidamente e deve atingir US$ 5 bilhões até 2020, segundo estudo da consultoria Deloitte. Pesquisa divulgada no final de 2017, com 400 empresas de diversos setores, mostrou que 50% delas já têm ou começaram processos de robotização. Outros 25% têm planos de iniciar nos próximos anos. “Em seguros e no Brasil não é diferente: de cada 10 empresas, nove têm projetos estruturados de robótica”, afirma Elias Zoghbi, sócio líder do setor de seguros da Deloitte no Brasil.

Do ano passado para cá surgiram no Brasil nomes como Sofia, Bia, Lia, Marina. São os nomes dos chatbots usados por seguradoras como HDI, Bradesco, Liberty e Tokio Marine, respectivamente, que já resolvem mais de 80% de todas as dúvidas de clientes, corretores e funcionários. A Sofia já faz mais de 1,6 mil atendimentos por mês na HDI. A Lia, acionada cerca de 500 vezes ao mês, resolve pouco mais de 90% das demandas de atendimento de guincho da Liberty, que tem como parceira a prestadora de serviços 24 horas Mondial. Já a Marina, desenvolvida pela Tokio Marine para tirar dúvidas de colaboradores sobre benefícios, como salário e férias, faz cerca de 1,5 mil atendimentos mensais.

Leia o especial Tecnologia Bancária completo no portal do Valor Econômico.

Leia a revista CIAB Febraban no portal do evento.

Eletronorte pagará mais de R$ 55 milhões a seguradoras por interrupção do fornecimento de energia

Fonte: STJ, em 19.06.2018

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recurso especial da Eletronorte que buscava reverter condenação de mais de R$ 55 milhões estabelecida em favor de um grupo de seguradoras devido à interrupção do fornecimento de energia elétrica para a empresa segurada, a Albrás Alumínio Brasileiro, em acidente ocorrido em 1991.

No mesmo julgamento, o colegiado também deu provimento a recurso da Sul América para fixar o marco inicial dos juros de mora a partir da data do efetivo desembolso da indenização securitária. Além disso, a turma elevou os honorários advocatícios estabelecidos na denunciação da lide, que foi rejeitada pela Justiça do Distrito Federal.

De acordo com os autos, houve um acidente na linha de transmissão Tucuruí, que interrompeu o fornecimento de energia ao parque industrial da Albrás por mais de 12 horas. O acidente teria sido causado pela falha em uma das peças (concha olhal) que integrava a linha de transmissão.

Em virtude do episódio, as seguradoras pagaram à Albrás indenizações em âmbito judicial e administrativo. Posteriormente, as empresas de seguro ajuizaram ação de regresso contra a Eletronorte, pleiteando o ressarcimento dos valores pagos a título de indenização.

Caso fortuito

O pedido de ressarcimento foi julgado procedente em primeira instância, em sentença que também negou pedido de denunciação da lide à empresa que, segundo a Eletronorte, teria fabricado a peça defeituosa. Em relação ao valor principal de ressarcimento e à impossibilidade de denunciação da lide, a sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF).

Em recurso especial, a Eletronorte alegou, entre outros pontos, que estaria prescrito o pedido de ressarcimento, já que incidiria no caso o prazo de cinco anos previsto no artigo 1º do Decreto 20.910/32 e no artigo 27 do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A concessionária também alegou que não estaria configurado o dever de indenizar, porque a interrupção ocorreu em razão de caso fortuito.

Economia mista

O relator do recurso especial, ministro Moura Ribeiro, destacou que o TJDF entendeu que o artigo 1º do Decreto 20.910/32 não seria aplicável à Eletronorte, já que a empresa, embora concessionária de serviço público, assumiu a forma de sociedade de economia mista e, nessa condição, estaria submetida ao mesmo regime jurídico ao qual se submetem as empresas privadas.

Nesse contexto, o relator também destacou jurisprudência do STJ no sentido de que o prazo prescricional quinquenal previsto no Decreto 20.910/32 não se aplica às ações de cobrança movidas contra sociedades de economia mista.

Segundo o relator, na hipótese dos autos, incide a Súmula 39 do STJ, que estabelece que prescreve em 20 anos a ação de indenização, por responsabilidade civil, de sociedades de economia mista.

“O simples fato de a empresa estatal contemplar, entre suas atividades, a prestação de um serviço público não lhe garante, por si só, o mesmo tratamento dispensado à Fazenda Pública. Para tanto é necessário que o serviço público em questão seja prestado sem finalidade lucrativa, sem possibilidade de concorrência com empreendedores privados e que haja previsão legal expressa conferindo essa prerrogativa”, afirmou o ministro ao também afastar a possibilidade de incidência do CDC ao caso.

Em relação à alegação de caso fortuito, o ministro lembrou que a orientação jurisprudencial do STJ é a de que não é apto a excluir o nexo de causalidade o chamado fortuito interno – eventos que, de alguma forma, possam constituir riscos intrínsecos à atividade.

“No caso dos autos, conforme já relatado, a interrupção no fornecimento de energia ocorreu por conta de um defeito em umas das peças que integrava a linha de transmissão: a ‘concha olhal’. Assim, considerando que o dano teve origem em uma peça defeituosa, é de se reconhecer, na hipótese, evidente fortuito interno, incapaz de afastar o nexo causal”, concluiu o ministro.

(REsp 1539689)

 

AIG adquire Ellipse, seguradora de vida da Munich Re

A AIG e a Munich Re anunciaram hoje que a AIG Life Ltd. (AIGLL), uma subsidiária britânica da AIG Life & Retirement, concordou em adquirir a Ellipse, uma empresa especialista em proteção contra riscos de vida em grupo do Reino Unido. Os recursos de proteção de grupo da Ellipse, que incluem produtos de vida, doença grave e proteção de renda, juntamente com seu modelo de negócios habilitado por tecnologia com altos níveis de processamento direto, posicionarão a AIGLL gerenciar com eficiência os riscos de grupo para empresas de todos os portes.

Kevin Hogan, vice-presidente executivo e CEO da AIG Life & Retirement, disse: “A aquisição da Ellipse reflete nossa abordagem disciplinada de expandir seletivamente nossos negócios existentes de Life & Retirement enquanto buscamos crescimento orgânico e de oportunidades como esta. A Ellipse traz uma equipe forte com uma plataforma de negócios escalável para o nosso bem-sucedido negócio de vida no Reino Unido, voltado para a tecnologia.”

“O negócio de vida em grupo da Ellipse é complementar à oferta existente da UK Protection Individual da AIG. Isso nos posiciona para capitalizar o forte potencial de crescimento no mercado de grupos do Reino Unido, permitindo-nos oferecer um conjunto holístico de produtos de proteção inovadores que melhor atendam nossos clientes e parceiros ”, disse Adam Winslow, CEO da AIGLL.

Thomas Braune, diretor executivo de vida e resseguro de saúde da Munich Re na Europa, América Latina e Oriente Médio, disse: “Estamos felizes por ter encontrado um parceiro confiável para este negócio na AIG, combinando o ajuste estratégico correto do lado deles com um boa oportunidade para reorientarmos nossa abordagem de mercado no Reino Unido. Esta é uma ótima oportunidade para ambos os lados”.

Desde o seu lançamento em 2009, a Ellipse cresceu e se tornou o 6º maior provedor de vida em grupo do Reino Unido com base nos novos volumes de negócios de 2017. A Elipse alcançou 8% de novos prêmios de negócios e 4% de prêmios em vigor em 2017. Em maio de 2018, a empresa detém aproximadamente £ 64 milhões de prêmios em vigor e quase 4.500 apólices em vigor cobrindo mais de 370.000 vidas.

A transação, cujos termos não foram divulgados, será integralmente financiada em dinheiro. A aquisição deve ser concluída no primeiro trimestre de 2019, sujeita à aprovação regulamentar exigida. A Munich Re foi assessorada pela Fenchurch Advisory Partners.

Líder participa de audiência pública na Câmara dos Deputados para discussão do SOAT

Release

A Seguradora Líder participou, nesta terça-feira (19/06), de audiência pública na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados para discutir o Projeto de Lei 8.338/2017. De autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO), a proposta criaria o Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (SOAT), um novo modelo de seguro obrigatório de trânsito no País. Na ocasião, o diretor-presidente da Seguradora Líder, Ismar Tôrres, apresentou o histórico da criação do Seguro DPVAT, os avanços obtidos com o atual modelo de consórcio, e os resultados da atuação da Seguradora como gestora do DPVAT.

A audiência pública foi conduzida pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ), e contou também com a participação do diretor de solvência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ícaro Demarchi Araújo Leite; do diretor técnico da CNseg, Alexandre Henriques Leal Neto; e do diretor-executivo do Fundo Nacional de Saúde (FNS), Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior.

Pelo PL 8338/17, os proprietários de veículos poderão escolher a companhia seguradora autorizada de sua preferência para contratar o SOAT. De acordo com Ismar Tôrres, a proposta resgata o modelo vigente até 1986, em que a contratação do Seguro DPVAT era feita, diretamente, com Seguradoras e Corretores de livre escolha dos proprietários de veículos, e que não teve êxito no passado. “O modelo anterior fracassou ao não garantir cobertura universal, essência de um seguro obrigatório de trânsito. Poucos contratavam o seguro. Receber a indenização era tarefa dificílima. A vítima de acidentes precisava identificar qual seguradora teria garantido o risco, o que muitas vezes, sem a identificação do responsável pelo acidente, não era possível”, enumerou o diretor-presidente da Seguradora Líder.

Na audiência, Tôrres também destacou o caso do DPEM, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas, operado em livre concorrência, que não é mais comercializado desde março de 2016. Atualmente, não há qualquer embarcação com seguro DPEM. “Face à necessidade de restabelecer a cobertura aos sinistros náuticos, a Susep consultou o mercado segurador que informou não ter interesse em operacionalizar o DPEM no modelo atual. O mercado, porém, admite retomar a comercialização, caso o modelo fosse semelhante ao do Seguro DPVAT, em modelo Consórcio, similar ao administrado pela Seguradora Líder”, pontuou.

Representando a CNSeg, o diretor técnico Alexandre Henriques Leal Neto explicou que sob a ótica do cliente, a proposta do PL 8.338 traria incertezas quanto ao interesse das seguradoras em oferecer o seguro obrigatório com valores acessíveis à população, principalmente para regiões do país e categorias de veículos com alta sinistralidade, como é o caso das motocicletas e do Nordeste. Alexandre Neto também ressaltou a atuação da Seguradora Líder no combate às fraudes e no aprimoramento do modelo do Seguro DPVAT. “Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento do atual modelo de gestão e a Seguradora Líder vem atuando para alcançar esse objetivo com melhorias na governança interna e atuando contra às fraudes, que prejudicam a própria Seguradora e a população”, afirmou.

Aperfeiçoamento do modelo

O diretor de solvência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ícaro Demarchi Araújo Leite, ressaltou que o órgão acredita que o Seguro DPVAT precisa ser discutido e que no início do ano estabeleceu uma comissão para debater modelos, da qual a Seguradora Líder faz parte e já foi tema da 17ª Edição da newsletter. “Foram 5 encontros e um relatório preliminar já foi disponibilizado no site da Susep. Todos os participantes da Comissão identificaram possibilidades, desde modificar ou não o modelo do DPVAT. Muito possivelmente, ao longo do segundo semestre, teremos uma proposta final para encaminhar ao CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). A Susep reconhece que houve evolução e melhoria na atual gestão da Seguradora, mas quer mais do que isso”, enfatizou.

O diretor-presidente da Seguradora Líder explicou que a Companhia, com o apoio de uma consultoria internacional, estudou seguros obrigatórios em 36 países e 40 modelos análogos foram examinados. A partir desse levantamento, a Seguradora, juntamente com a CNSeg e a FenSeg, endereçaram um documento à Susep com 19 propostas de aperfeiçoamento do modelo, entre elas a criação de uma rede de corretores de seguros em todo o Brasil – cerca de 20 mil – treinados para esclarecer dúvidas e dar entrada nos pedidos de indenização para os beneficiários.

Quando perguntados sobre o papel da CPI DPVAT e a Operação Tempo de Despertar para o aperfeiçoamento do modelo, Ícaro Dermachi deixou claro que “certamente, a Susep e a própria Seguradora Líder se debruçaram ainda mais sobre a operação e sobre a governança para reduzir significativamente a quantidade de fraudes contra o Seguro DPVAT. A própria Seguradora Líder está noticiando, com regularidade, fraudes investigadas às autoridades competentes. Uma operação grande no Ceará, por exemplo, foi deflagrada recentemente com notícias enviadas pela Seguradora”, reforçou.

Ismar Tôrres também esclareceu que o modelo atual de gestão do Seguro DPVAT não é um monopólio, já que, qualquer seguradora autorizada pela Susep a operar no País pode fazer parte do consórcio. “Para operar no consórcio do Seguro DPVAT basta que a Susep autorize. Todo ano entram e saem seguradoras. Essa é uma opção estratégica de cada companhia”, ressaltou.

Toda a audiência pública pode ser conferida clicando aqui.

NotreDame Intermédica assina acordo de compra do Grupo Samed Saúde, de Mogi das Cruzes

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) divulgou que assinou  um acordo de intenção de compra do Grupo Samed Saúde, tradicional empresa do Alto do Tietê, em São Paulo, com mais de 40 anos de atuação no mercado e pioneira em planos de saúde na região. A operação engloba uma carteira com 80 mil vidas, cujos beneficiários serão incorporados pelo GNDI, 1 hospital geral em Mogi das Cruzes com 102 leitos (Hospital Santana), três Centros Clínicos (1 em Mogi das Cruzes e dois em Suzano) e um laboratório de análises clínicas.

“Crescer por meio de aquisições tem sido fundamental para que possamos sustentar um modelo de negócios que tem nos permitido oferecer planos de saúde de qualidade a um preço acessível. Além disso, a presença do GNDI numa localidade que reúne grandes empresas e 1,3 milhão de habitantes nas principais cidades da região – Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Poá e Arujá – vai ao encontro do nosso objetivo de expandir nossa atuação em uma praça muito importante e estratégica para o Grupo”, ressalta Irlau Machado Filho, presidente do GNDI.

A transação ainda será submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, se aprovada, será a primeira aquisição do Grupo NotreDame Intermédica como empresa de capital aberto, apenas dois meses após sua estreia na Bolsa de Valores.

Nos últimos três anos, a empresa adquiriu 9 hospitais e os ativos dos planos de saúde Santamália e Unimed ABC, ambos na região do ABC Paulista, e do Grupo Cruzeiro do Sul, em Osasco. Com 50 anos de atuação na área da Saúde, a Companhia é pioneira em Medicina Preventiva e, por meio de programas estruturados, trabalha para oferecer saúde integral com acolhimento aos seus mais de 3,6 milhões de beneficiários, além de promover qualidade de vida e bem-estar, e incentivar a adoção de hábitos saudáveis.

 

VALOR: Thinkseg compra corretora Bidu

O Valor destaca que a Thinkseg, empresa que usa tecnologia para vender produtos de seguros — conhecida como “insurtech” — adquiriu toda a operação da corretora de seguros Bidu. O negócio foi fechado na última semana e envolveu “algumas dezenas de milhões de reais”, segundo Andre Gregori, presidente da Thinkseg.

Leia a noticia completa no portal do Valor Econômico.

 

Abaixo release divulgado pela Thinkseg:

 

Thinkseg compra Bidu Corretora

Nesta semana, a Thinkseg assume posição de maior insurtech de inovação do Brasil ao adquirir a start-up de seguros Bidu. As conversas entre a Thinkseg com os investidores da Bidu se iniciaram no final do ano passado. É a primeira transação entre insurtechs no setor de seguros no Brasil. Em 2018, as duas insurtechs foram mencionadas no relatório “Goldman Sachs Global Investment Research” como líderes em inovação no mercado de seguros no País.

“A compra tem o objetivo de aproveitar o conhecimento de vendas, de marketing digital e de business intelligence da Bidu”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Após a compra da Bidu, a carteira da Thinkseg passa a somar mais de 23 mil clientes ativos e quase 2 milhões de clientes cadastrados. O volume de prêmios estimado das duas insurtechs passa a ser de R$ 85 milhões, 90% referentes a prêmios de seguro auto. Além disso, a empresa incrementa sua participação de mercado na maioria dos estados do País e aumenta suas vendas online, especialmente no segmento de seguro auto, carro-chefe da Bidu desde seu lançamento.

As insurtechs Bidu, de 2011, e a Thinkseg, de 2016, são precursoras de um trabalho inovador no setor de seguros no Brasil. O ineditismo dessa operação, no segmento de insurtech no País, inicia um caminho natural para a alavancagem do modelo de negócio das start-ups de seguros via aquisição. “Somos os primeiros a realizar esse tipo de operação entre insurtechs, mas veremos outras transações no Brasil e no mundo daqui para frente”, afirma o CEO da Thinkseg.

Na avaliação do ex-CEO da Bidu, Rodolpho Gurgel, agora, sócio da Thinkseg, “o impacto das fintechs já começa a ser observado no dia a dia das pessoas e algumas destas empresas, como a Nubank, já viraram marcas consolidadas neste espaço. O impacto econômico das insurtechs será muito maior, embora esse ciclo esteja apenas começando. A combinação de expertises, como o uso de tecnologia aplicada ao marketing, como construímos na Bidu, combinada à aplicações mais especializadas de atuária e otimização de backoffice, que estão no DNA da Thinkseg, impulsionarão essa tendência”, diz Gurgel.

A Bidu, uma das primeiras corretoras de seguro online do País, tem experiência na aquisição de clientes e inteligência de dados. Hoje, é líder isolada na geração de tráfego orgânico e na captação de clientes para diversos tipos de seguros.

Já a Thinkseg tem expertise na tecnologia de parceria direta com diferentes seguradoras e empresas de assistências de seguros, o que permite a montagem de combos de seguros personalizados nos ramos auto, vida e gadgets (celular). No ramo auto, por exemplo, um produto exclusivo  segue a linha “pague como você dirige” (pay how you drive), que tem a precificação atrelada ao jeito da pessoa se comportar no volante.  As operações com os combos de seguros são concretizadas em ambiente online, seja no segmento pessoa física (B2C) ou pessoa jurídica (B2B). Atualmente, a Thinkseg tem11 seguradoras parceiras. Além delas, há mais três empresas de assistências parceiras que oferecem serviços como guincho, manutenção e reparos.

Ao contar,  agora, com modelos preditivo altamente calibrados e embasados em mais de 8 milhões de cotações, feitas desde 2011 pela Bidu, e um tráfego orgânico que chega próximo dos 600 mil usuários por mês, a Thinkseg  antecipa anos de aprendizado e interações, além de escalar suas vendas para outro patamar.

“Com a aquisição, será possível trabalhar toda a cadeia produtiva do mercado de seguros com maior flexibilidade, assertividade e eficiência, unindo a experiência da Bidu, em captação de clientes e inteligência de dados, com a capacidade da Thinkseg na formatação e precificação dinâmica de produtos de seguro em parceria com as grandes seguradoras do mercado”, diz Andre Gregori.

Apesar da aquisição, as operações e os sites de ambas as empresas permanecem independentes, garantindo toda a qualidade e variedade de produtos que são oferecidos pela Bidu e pela Thinkseg. Também como parte da transação, o ex-CEO da Bidu,  Rodolpho Gurgel, e outros 3 gestores da companhia, passam a ser sócios da Thinkseg.

Segundo dados do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, há 78 insurtechs no Brasil. No mundo, são aproximadamente 1,5 mil empresas.

 

IESS abre inscrições para o “VIII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar”

Release

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) acaba de abrir inscrições para o “VIII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar”. Já no oitavo ano, a premiação conta com mais de 40 trabalhos laureados e algumas centenas de estudos avaliados, consolidando-se como a principal premiação de trabalhos acadêmicos com foco em saúde suplementar no Brasil. “Temos certeza que estudos muito sérios e interessantes, com ideias novas, têm ganhado visibilidade por conta o Prêmio IESS e ajudado o setor a se desenvolver”, comemora Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. “Estamos ansiosos para ver os trabalhos que serão inscritos este ano”, complementa.

Podem ser inscritos trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Este ano, a cerimônia de entrega também terá espaço para exibição de pôsteres de trabalhos. Para esta categoria, além dos trabalhos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado e doutorado), também podem ser inscritos trabalhos de graduação (nível universitário).

As inscrições para o Prêmio IESS e para exibição de pôster são gratuitas e vão até 15 de setembro. Cada candidato pode inscrever apenas um trabalho. Veja o regulamento completo em: http://www.iess.org.br/cms/rep/regulamento.pdf.

O primeiro e o segundo lugar de cada categoria receberão prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de certificados que serão entregues em dezembro, durante a cerimônia de premiação, em São Paulo.