Generali faz parceria com TEM Saúde e entra no segmento doenças graves e diária hospitalar

A Generali Brasil Seguros firmou acordo com a fintech TEM Administradora de Cartões, gestora do Programa TEM Saúde, para criar planos com produtos diferenciados. Estes farão parte dos benefícios dos cartões pré-pagos ContaSaúde e atualmente já contam com serviços para uso em consultas e exames médicos e laboratoriais.

Segundo release, a parceria entre Generali e TEM visa atender a um público em busca de uma alternativa acessível e de alta qualidade frente aos desafios de demora e ineficiência do sistema público de saúde, atendendo não somente a população sem acesso ao sistema de saúde privado, mas também aos milhões de brasileiros impactados pela crise financeira que acabaram perdendo o seus planos.

A partir de agora, o consumidor contará com benefícios especialmente pensados e desenhados para essa população. Podemos destacar o seguro para diárias de internação hospitalar e o de diagnóstico para cobertura de doenças graves, modalidades pouco difundidas no mercado nacional, porém com alto valor agregado. “Nossa intenção é minimizar os problemas dos segurados e reduzir significativamente seus custos”, declara Claudia Papa, responsável por canais massificados da Generali, no comunicado distribuído a jornalistas.

A operação marca a entrada da seguradora neste mercado, um dos que mais crescem no país, formado majoritariamente por startups. Dos 200 milhões de brasileiros, 155 milhões não possuem planos de saúde e dependem do SUS. A nova parceria visa atingir em no máximo 4 anos, de 6% a 7% desses desprovidos de planos, chegando à marca de 10 milhões de segurados. “Essa fintech é uma alternativa para reduzir custos de atendimentos médicos, dentistas e de laboratórios de todo o Brasil, com uma rede de atendimento ampla, abrangendo praticamente todo o território nacional. É uma forma inovadora, criativa e ferramenta de inclusão social”, esclarece Antonio Cássio dos Santos, CEO das Américas e do Sul da Europa da Generali.

“Os cartões TEM são comercializados em planos individuais e familiares, possibilitando a adesão de outros membros da família, sem carência nem limite de idade, além de possibilitarem ao usuário valores para os procedimentos médicos menores do que os praticados no atendimento particular”, afirma Tuca Ramos, co-fundador da TEM, ao lado de Igor Pinheiro.

Sócia de salão de beleza agradece por ter comprado seguro após roubo

O maior investimento de uma empresa é tratar bem o consumidor. Pois se não fizer isso, não tem investimento em tecnologia de ponta que vai garantir uma base fieis de clientes. Feliz de ver esse depoimento de cliente da Travelers, que criou uma linha completa de produtos personalizados para segurar os riscos específicos enfrentados pelos salões de beleza, como acidentes com funcionários, roubos, incêndios e ações judiciais.

“Embora o negócio de salões de beleza ofereça grandes oportunidades para empreendedores como eu, também apresenta muitos desafios”, afirmou Alessandra Fernando, sócia do salão Fama, em São Paulo. “No início, achávamos que o seguro era uma despesa desnecessária, e acabamos comprando apenas para ter tranquilidade. Ainda bem que fizemos essa escolha, porque depois fomos roubados e alguns computadores e equipamentos foram levados. Felizmente, nossa perda foi mínima porque todos os itens roubados estavam segurados. Depois dessa experiência, adicionamos mais coberturas”, diz.

“Os salões de beleza, de todos os portes, estão expostos a muitos riscos e assim como outros negócios necessitam de proteção correta”, explica Leonardo Semenovitch, diretor geral da Travelers no Brasil. “Garantir proteção adequada é um primeiro passo muito importante para qualquer proprietário de salão de beleza, para mitigar potenciais perdas”, acrescenta.

DICAS DA TRAVELERS:

Para ajudar os salões a minimizar riscos, a Travelers recomenda as seguintes precauções:

Armazene toalhas sujas e lixo em recipientes fechados para evitar a contaminação dos clientes e manter a limpeza e organização do salão;

Sempre pergunte ao cliente sobre alergias e sensibilidade;

Siga cuidadosamente as instruções de uso dos produtos;

Mantenha o registro de compras de todos os produtos utilizados no salão;

Inspecione periodicamente as cadeiras elevatórias para prevenir algum tipo de defeito e evitar que o cliente se machuque;

Proteja os secadores com um disjuntor automático para evitar o superaquecimento;
Dimensione devidamente os sistemas elétricos para evitar sobrecarga na rede e consequentemente curtos e incêndios;

Posicione os extintores de incêndio de forma estratégica e treine todos os funcionários para utilizá-los e garantir uma rápida resposta em casos de incêndio;

Inspecione com frequência os aparelhos elétricos para evitar que hajam fios desencapados que possam eletrocutar clientes e funcionários;

Garanta acesso livre às saídas de emergência para que as pessoas possam sair sem dificuldade.

Ministra Cármen Lúcia suspende a regulamentação dos planos de co-participação

A mídia destaca a saúde suplementar hoje. A ministra Cármen Lúcia suspendeu ontem a resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que permitia que operadoras de saúde colocassem em prática novos planos de co-participação nos quais clientes podem ser responsáveis pelo pagamento de até 40% do valor dos atendimentos. A decisão tem caráter liminar e ainda terá seu mérito julgado pelo plenário do Supremo.

Como justificativa à suspensão, a presidente do tribunal argumentou que os usuários dos planos foram “surpreendidos” por uma medida não discutida na sociedade, traz a Folha. A ANS afirmava que a medida atingiria apenas os contratos novos, mas, nos planos coletivos empresariais, que representam a maioria do mercado, as empresas poderiam aderir às novas regras de franquia e coparticipação na renovação do contrato, feita anualmente, destaca O Globo.

A ANS informou que a decisão do STF foi proferida sem que a agência tenha sido ouvida e destacou que a norma nem sequer está em vigor. O órgão diz ter sido notificado da decisão na tarde de ontem. Em nota, a ANS acrescentou que tampouco teve conhecimento da ação da OAB e “editou a norma observando rigorosamente o rito para edição de ato administrativo normativo, especialmente quanto à oportunidade de participação da sociedade”.

Além disso, sustenta a nota, a norma “foi analisada pela Advocacia-Geral da União (AGU), sem que tenha sido identificada qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade”. “A agência reafirma seu compromisso de estrita observância do interesse público, especialmente no que concerne à defesa dos beneficiários de planos de saúde.”

A Abramge informou que a decisão do STF será melhor analisada e decisões da Justiça devem ser respeitadas. A FenaSaúde informou que não comenta decisões provisórias da Justiça.

A Ordem dos Advogados dos Brasil (OAB) acredita que, se entrar em vigor, a norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que permite a cobrança de franquia e de coparticipação de até 40% em procedimentos médicos vai balizar o mercado nesse patamar.

MetLife: Corretor com melhor desempenho no ano ganhará R$ 100 mil para repaginar a sede de sua empresa

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Em comemoração aos 150 anos de atuação global, a MetLife – uma das líderes mundiais no mercado de seguros – vai repaginar o escritório do corretor parceiro. Essa é a proposta da Campanha Negócio Concreto, que está entre as iniciativas da seguradora para celebrar mais um aniversário. A ação premiará com uma reforma de até R$ 100 mil reais o corretor do segmento Special que atingir seu objetivo de vendas e tiver a maior produção (venda nova anualizada) do segmento em 2018.

“A celebração de nosso 150º aniversário passa pelo reforço da estratégia de nosso negócio, prevendo uma relação cada vez mais próxima com o corretor. Para nós, é muito importante que ele faça parte dessa comemoração, pois nosso sucesso depende em grande parte do sucesso dessa parceria”, afirma Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife.

A inspiração para a criação da Campanha Negócio Concreto surgiu das mudanças promovidas dentro da seguradora, segundo o executivo. “Quando mudamos nossa estrutura física, queríamos transmitir o sentimento de uma MetLife aberta, colaborativa, ágil e organizada para estar próxima dos corretores”, diz Gomez. “Com a reforma que estamos propondo para o ambiente de trabalho do próprio corretor, também esperamos ajudá-lo a criar um ambiente que estimule a produtividade de sua equipe e onde o cliente final se sinta mais confortável e acolhido”, complementa. “Em outras palavras, queremos que ele tenha melhores condições para gerar mais negócios”.

A campanha faz parte das ações do programa BE – The Broker Experience, programa de relacionamento da seguradora que prevê uma série de benefícios para os corretores com produção e relacionamento com a companhia. Lançado em 2017, o programa reúne os parceiros em diferentes categorias, que oferecem reconhecimentos como viagens de experiência, coberturas e assistências extras, remuneração diferenciada e muito mais. Além do prêmio que reformará a corretora, o programa BE viabilizará em 2018 um curso de atualização em gestão de negócios e inovação elaborado pela Fundação Dom Cabral.

Os termos e condições da Campanha Negócio Concreto podem ser consultados no regulamento disponível no Portal do Corretor, acessível pelo site www.metlife.com.br. Dúvidas podem ser esclarecidas com a equipe comercial da MetLife ou pelos canais de atendimento disponíveis no Portal. Ao longo do ano, outras iniciativas da companhia para celebrar seus 150 anos entre corretores e demais públicos de relacionamento serão anunciadas.

Peter Rebrin retorna à Zurich e assume diretoria de linhas pessoais e bancassurance

O executivo de seguros Peter Rebrin está de volta à Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, para assumir a Diretoria Executiva de Personal Lines e Bancassurance. Com ampla experiência no mercado internacional de seguros e histórico em diferentes áreas, como Gerenciamento, Subscrição, Operações, Recursos Humanos e Planejamento Estratégico, Rebrin terá o desafio de implementar a estratégia de crescimento e inovação com foco na satisfação do cliente.

Anteriormente, Peter Rebrin atuou na Zurich por 15 anos, de 1999 a 2014, ocupando diferentes cargos e posições. Entre 2009 e 2011, esteve como Diretor Presidente da Zurich América Latina, com sede em Miami (EUA), onde foi responsável pelas operações da companhia em seis países, impulsionando novas estratégias e alcançando crescimento de dois dígitos por ano. Em 2014, já de volta ao Brasil, assumiu a função de Head Global de General Insurance da Zurich.

O executivo está vindo da QBE Brasil, onde ocupava o cargo de CEO desde fevereiro de 2017, sendo que antes também ocupou a mesma função na unidade Porto Rico da companhia australiana. Recentemente, a Zurich adquiriu as operações da QBE na América Latina (Brasil, Argentina, Colômbia, Equador e México). O processo no Brasil foi concluído no início de julho, com a aprovação da aquisição pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Pitzi contrata ex-Lojas Marisa para ampliar parcerias da insurtech

A insurtech Pitzi contratou Eduardo di Loreto, ex-responsável pela área de produtos para serviços financeiros das Lojas Marisa. “Com a venda de proteções em mais de 2 mil lojas no Brasil, a chegada de Eduardo ao time comercial da Pitzi trará velocidade para as inovações da empresa no setor de seguros. Eduardo será responsável por criar valor aos parceiros da Pitzi no varejo e seguradoras, acrescentando ao time todo o know-how sobre diversos programas varejistas”, informa o release distribuído aos jornalistas.

“Conheço muito bem as dores e as necessidades de quem gerencia programas de seguros com foco no cliente e a Pitzi busca, através de investimento em tecnologia, criar esta diferenciação” afirma Eduardo.  “A experiência do Eduardo liderando programas de seguros e serviços nos auxiliará em nossa estratégia em fazer parcerias impactantes com seguradoras e varejos com o objetivo de transformar a indústria”, afirma Daniel Hatkoff, fundador e CEO da Pitzi.

 

FenaCap lança campanha para estimular cidadão a poupar dinheiro

‘Você é o melhor amigo do seu dinheiro’ é o slogan da campanha institucional que a Federação Nacional de Capitalização  (FenaCap) e suas 17 empresas associadas lançam hoje nas mídias sociais e em portais noticiosos de grande audiência nas praças do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Porto Alegre. O investimento não foi revelado, mas a campanha escolheu as seguintes mídias: Youtube, Google, mídia programática, Google Search, Facebook Ads e UOL.

O diretor-executivo da FenaCap, Carlos Alberto Corrêa, explica o objetivo da iniciativa: “Num país com cerca de 60 milhões de pessoas endividadas, outras milhares inadimplentes, que não dispõem de reservas para fazer frente a emergências financeiras e não conseguem preservar conquistas, tornou-se urgente incrementar os esforços de educação financeira, condição considerada essencial para promover e ampliar o bem-estar das famílias brasileiras, especialmente em momentos de instabilidade econômica”, assinala.

Estas ações estão alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), criada pelo Governo Federal, que rapidamente obteve o engajamento de instituições como a Confederação Nacional de Seguros Gerais (CNseg) e das quatro federações empresariais a ela vinculadas.

 

Atenção antes de comprar um seguro para o celular

Muita gente tem vontade de comprar o seguro se livrar de perdas com o sumiço ou danos causados ao celular, hoje considerado um objeto mais importante até mesmo que a bolsa para as mulheres e a carteira para homens. Afinal, tudo que tinha na bolsa hoje está dentro do celular: documentos, cartões, dinheiro, fotos e muito mais.

Mas não é tudo que o seguro cobre. O simples desaparecimento do celular, por exemplo, não tem cobertura. Quebra ou danos causados por água em alguns casos também tem cobertura. Dependerá da avaliação que a seguradora fará do aparelho. Se detectar fraude, ou seja, danos causados para ter a troca do aparelho, a indenização será negada. E muitas são.

Esse é hoje um dos seguros mais reclamados nos órgãos de defesa do consumidor. Por isso, fique esperto na hora de contratar. Especialmente para carências e franquias. Alguns contratos colocam carência de seis meses em um contrato de um ano. Apesar de ser considerado um absurdo tal cláusula, algumas seguradoras vendem muito esse seguro pois o cliente só vai se dar conta disto quando precisa usar. Geralmente o consumidor tem em mente o seguro de carro, que logo que compra já está valendo. Mas no celular é bom olhar o que diz o contrato. Afinal, pagar seis meses sem poder acionar o produto e depois ter uma franquia que pode chegar a 30% do valor do aparelho, certamente vale a pena procurar outra opção que apresente um custo benefício melhor.

A seguir sete dicas da Assurant, uma das seguradoras atuantes neste segmento, que ajudam a entender como funciona a proteção para smartphones:

1)      Os seguros para celular costumam oferecer cobertura para roubo, furto qualificado mediante arrombamento (quando há rompimento de algum obstáculo) e dano acidental, que em algumas situações também cobre danos líquidos ou oxidação, porém nunca para perda do aparelho ou furto simples (quando há o simples desaparecimento do aparelho);

2)      O valor do seguro depende do modelo do aparelho, que deve ser comprovado com a apresentação da nota fiscal e número do IMEI (código único de identificação do aparelho celular) no momento da contratação ou quando houver o sinistro;

3)      A maioria das seguradoras cobrem todas as marcas e modelos de smartphones novos;

4)      Algumas seguradoras, como por exemplo a Assurant, oferece seguro para equipamentos usados através de ofertas em seus parceiros;

5)      A forma de pagamento do seguro pode ser à vista, parcelada ou mensal;

6)      A maioria dos seguros não possui carência, ou seja, o cliente já estará coberto no dia seguinte à contratação. A carência poderá ser aplicada na contratação do seguro para equipamento usados;

7)      Toda apólice possui um valor de franquia que depende das coberturas contratadas e gira em torno de 25% do valor do aparelho.

Vendas de seguros avançam 9,3% na América Latina em 2017, segundo estudo da Mapfre

O setor de seguros na América Latina cresceu 9,3% em 2017, favorecido pela valorização de algumas moedas na região em relação ao dólar, principalmente o real brasileiro. O faturamento total do setor atingiu US$ 158,5 bilhões. segundo estudo publicado pela Fundación Mapfre sobre os maiores grupos seguradores da América Latina. Os 25 maiores grupos seguradores incluídos no ranking de 2017 registraram US$ 8,9 bilhões a mais em prêmios no ano passado, representando um aumento de 9,6% em relação ao ano anterior.

A Bradesco Seguros lidera a classificação dos grupos de seguros que operam na América Latina em 2017, com uma participação de 8,2%, seguido por Brasilprev (7,6%) e Mapfre (5,8%). Em relação a 2016, a Brasilprev perdeu 1,2 ponto percentual de parte pela queda na receita de prêmios, enquanto a quota de mercado Bradesco e Mapfre ganhou de 0,5 e 0,2 pontos percentuais, respectivamente.

No segmento de seguros gerais, chamado de “No Life”, a América Latina atingiu um volume total de US$ 86,2 bilhões, 9,6% a mais que no ano anterior. Para quase todos eles, o Brasil é o principal mercado da região e suas receitas apresentaram bom desempenho e foram favorecidas pela valorização da moeda local. A Mapfre lidera o ranking neste segmento com uma participação de 7,8%, o que é quase o dobro do segundo participante classificação (Porto Seguro, com Participação de 4,2%), e 0,2 pontos percentuais acima da registrada no ano anterior.

Em relação ao segmento Vida, as três primeiras posições continuaram sendo lideradas por grupos brasileiros, que possuem um volume de prêmios que responde por mais de um terço do mercado. O tamanho do mercado em dezembro de 2017 foi de US$ 72,3 bilhões, 8,9% a mais que no ano anterior.

Seguro para equipamentos rurais é destaque em congresso de corretores em Florianópolis

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O Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros – BRASESUL vai reunir profissionais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos dias 19 e 20 de julho, no Centro de Convenções de Florianópolis, para debater as novidades do setor, que conta com aproximadamente 3.300 corretores em Santa Catarina. Ao todo, na Região Sul, são 15.652 corretores de seguros, segundo dados da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Com o tema “Caminhos, Alternativas e Soluções”, o evento terá palestrantes nacionais e internacionais que vão dividir com o público os avanços tecnológicos e as novas opções de atuação neste mercado.

Os produtos voltados para o setor agrícola estão entre os mais procurados. No Brasil, o prêmio emitido anualmente no segmento Seguro Penhor Rural – Equipamentos é de aproximadamente R$ 600 milhões. Somente a região Sul do país é responsável por 40% deste montante, emitindo um valor em torno de R$ 240 milhões ao ano.

Neste segmento, a seguradora francesa Essor, que completou seis anos de atuação no país, vai apresentar um produto que traz mais benefícios e vantagens para o mercado agrícola. Segundo o Diretor Técnico da companhia, Leandro Poli, o objetivo é trazer mais tranquilidade para os produtores rurais desempenharem suas atividades.

Inovação – “O Seguro Penhor Rural–Equipamentos oferecido pela nossa empresa tem características específicas como prazo alongado de cobertura, que pode ser de até cinco anos, condições especiais para frotas e coberturas de roubo e furto qualificados já inclusas na cobertura básica, além de ser de fácil contratação”, explica.

Para que as melhores opções de cobertura cheguem ao consumidor final, Poli defende que o papel do corretor de seguros é estratégico. Por isso, a Essor oferece, além de material de apoio com todos os aspectos técnicos, a opção de treinamento presencial ou remoto, dependendo da necessidade.

“O seguro de equipamentos é de fácil compreensão. A maioria das dúvidas dos corretores é a avaliação sobre onde enquadrar o produto, se na carteira de Penhor Rural, que é quando o equipamento é financiado por programas de incentivo de crédito rural, ou em Benfeitorias, quando não há financiamento ou se o financiamento é feito de forma diferente. Um bom corretor de seguros conhece detalhadamente o que o mercado tem a oferecer e consegue identificar mais rapidamente as necessidades do consumidor final”, afirma.

Durante o evento, a Essor também vai mostrar o seguro de Responsabilidade Civil Ônibus e o seguro Agrícola, além do Qualidade Estrutural. “O seguro de qualidade estrutural é um produto largamente comercializado em países da Europa, onde o grupo da Essor tem forte presença, e que atende às necessidades de excelência e segurança da construção civil no Brasil, evitando rachaduras, quedas e desabamentos das obras de infra-estrutura e até mesmo residenciais”, explica o executivo.