AIG conclui a aquisição da Validus

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A AIG anunciou hoje a finalização do processo de aquisição da Validus Holdings Ltd. (“Validus”), após aprovações regulatórias e dos acionistas da Validus. A transação foi anunciada pela primeira vez em 22 de janeiro de 2018.

Como parte da AIG, a Validus acrescenta franquias atraentes e diversificadas ao portfólio da companhia, incluindo a Validus Re, plataforma líder de resseguro; AlphaCat, gestor de ativos de títulos ligados a seguros; Talbot, consórcio do banco Lloyd; Western World, especialista nos Estados Unidos em riscos comerciais para pequenas e médias empresas; e Serviços de Riscos Agrícolas, que fornecem acesso ao mercado norte-americano de seguros agrícolas.

“Estamos muito felizes em receber a Validus. A experiente equipe e seus negócios complementares nos ajudarão a gerar um crescimento sustentável e lucrativo, à medida que continuamos a gerar valor aos nossos acionistas”, disse Brian Duperreault, CEO e Presidente da AIG.

De acordo com Peter Zaffino, CEO da área de Seguros Gerais da AIG, “o trabalho com o time da Validus deve expandir as capacidades e valores entregues aos clientes e corretores parceiros. Os negócios da Validus serão imediatamente acrescentados à atuação de Seguros Gerais da AIG, já que eles já fazem parte da AIG oficialmente.”

Leandro Martinez é o novo vice presidente da Chubb

A partir de julho, Leandro Martinez assume a vice-presidência de subscrição de P&C da Chubb Brasil, reportando-se diretamente ao presidente Antonio Trindade e funcionalmente a Pablo Korze, vice presidente sênior comercial do ramos não vida.

Leandro será responsável pelo P&L de Global, Middle Market/SME e Resseguros. O executivo está na companhia desde janeiro de 2011, e em agosto de 2014, passou a desempenhar o papel de Vice Presidente Regional de Linhas Financeiras, onde contribuiu com desenvolvimento das carteiras de D&O, PI, FI e Cyber na América Latina.

Leandro é advogado, pós-graduado em Direito Civil e de Empresas, com MBA pela FGV e extensões em mercado de capitais pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo.

Liberty participa de congresso Brasesul e comemora resultados na região

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No primeiro semestre de 2018, o crescimento da Liberty Seguros na região sul correspondeu ao dobro do registrado pelo mercado no mesmo período, atingindo a terceira posição no ranking das seguradoras de automóvel. Para comemorar os resultados e estreitar ainda mais o relacionamento com corretores da região, a companhia participa, a partir dessa quinta-feira, do Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros (Brasesul), em Santa Catarina.

O presidente da companhia, Carlos Magnarelli, participará do painel de seguradoras com o objetivo de discutir tendências do setor, apresentar novas estratégias, soluções, inovações, produtos e serviços e, acima de tudo, reforçar a importância dos corretores em todos esses processos.

Além da participação no painel, a companhia terá um stand no evento, que irá contar com a presença do diretor regional da região Sul, Paulo Sérgio Rodrigues. “O profissionalismo e a dedicação das diretorias dos Sincor’s de SC, PR e RS para realização do Brasesul, somados a participação expressiva dos corretores, transmite a certeza de que participaremos de um evento de sucesso”, afirma Paulo Sérgio Rodrigues.

Estudo da Aon reforça que instabilidade global tem elevado violência e riscos políticos

O Mapa de Risco Político 2018 da Aon que aborda Risco Político, Terrorismo e Violência Política, elaborado em parceria com a Continuum Economics e o The Risk Advisory Group, apontou que este ano há a maior probabilidade de novos conflitos entre estados desde a Guerra Fria. Os riscos de violência política estão crescendo cada vez mais devido às tensões geopolíticas, o enfraquecimento da democracia liberal e a repercussão dos efeitos dos graves conflitos em todo o mundo.

Pelo terceiro ano consecutivo, houve mais países com taxas de risco crescentes (17) do que decrescentes (6). Este ano:

40% dos países estão classificados como expostos ao risco de terrorismo e sabotagem;
60% expostos ao risco de tumultos civil;
33% expostos ao risco de insurreição, guerra ou golpe político

Atualmente, 46 países ou territórios possuem risco alto ou grave, representando 22% do total global.

A probabilidade de conflito entre estados, envolvendo até mesmo grandes potências, é a maior desde o fim da Guerra Fria. No último ano, a crescente competição geopolítica e a fragilidade de lideranças na diplomacia internacional contribuíram para a permanência ou aumento dos riscos de conflito armado. O crescimento da polarização em questões políticas, econômicas e sociais em democracias maduras, e divisões entre potências ocidentais frente às ameaças e riscos complexos também contribuíram para o agravamento da segurança global e maior incerteza estratégica.

Em 2017, o número de ataques terroristas nos países ocidentais mais que dobrou (204) em relação a 2016 (96), porém manteve um número similar de vítimas fatais (1.092 em 2017), indicando redução da letalidade dos ataques.

É notável que a difusão da ameaça do Estado Islâmico diminuiu – mas ainda não cessou. O EI realizou ataques terroristas em 29 países nos cinco continentes em 2017, o mesmo número de países em relação a 2016 e 19 países a mais em relação a 2015. No entanto, o alcance global do EI parece ter atingido seu máximo e, provavelmente, o número de países onde é capaz de executar ou inspirar ataques será menor em 2018.

Especificamente, o setor de turismo está, hoje em dia, enfrentando um aumento dos riscos gerados pelo aumento do terrorismo, pois o setor se tornou um alvo altamente atrativo para algumas organizações terroristas. Em 2017, houve pelo menos 35 ataques em todo o mundo, direcionados a setores comerciais essenciais à indústria do turismo, como hotéis e resorts, casas noturnas, aviação civil e atrações turísticas.

Risco Político – No último ano, o risco político cresceu em 11 países e diminuiu apenas em dois países, indicando a persistência do risco político no mundo, marcado pelo aumento da violência política e da interrupção da cadeia de fornecimento. Em muitos países, o risco de interrupção da cadeia de fornecimento aumentou devido aos impactos climáticos e ao enfraquecimento da situação fiscal.

Na América Latina, os riscos políticos crescem frente a uma temporada eleitoral movimentada, com o atraso das grandes reformas no Brasil e alimentando temores quanto ao cancelamento de reformas no México. Os maiores países estão sob risco de eleger governos populistas, e os países menores também estão passando por agitações políticas.

No Brasil, os problemas enfrentados com a crise da cadeia de suprimentos e o baixo crescimento econômico, diante das dificuldades em aprovar as reformas necessárias, acabam gerando um cenário de difícil previsibilidade para as próximas eleições. O Governo se mostra enfraquecido e provavelmente conduzirá o País sem força até que o próximo candidato assuma. O país encontra-se muito polarizado, e as instituições permanecem funcionando democraticamente. O País precisa realizar investimentos importantes em infraestrutura para resolver os gargalos existentes, e o quadro atual não é favorável para que isso ocorra no curto prazo.

É importante observar que, no último ano, os acordos comerciais dos países asiáticos foram direcionados à China, e não mais aos EUA. Isso se deve ao desenvolvimento econômico da China e sua ascensão como um gigante comercial. Em meio à alta da China, as exportações da Ásia para os EUA reduziram 23% em relação a 2000 e permaneceram em torno de 12% nos últimos anos. Por outro lado, as exportações para a China mais que dobraram na última década, ou seja, 23% atualmente.

De forma mais ampla, a região que mais sofre é a África. Os conflitos frequentes, a perda da governança democrática e os escândalos de corrupção cada vez mais frequentes causaram cada mais violência política. Enquanto isso, grupos como o EI e o Boko Haram se beneficiam das instituições frágeis e fronteiras vulneráveis. Em outra região, o Oriente Médio contém alguns dos países de maior risco no mundo: Iraque, Síria, Iêmen e Egito. A instabilidade e a violência na região chegaram aos países vizinhos, prejudicando o comércio e o turismo.

Violência Política: A probabilidade de conflitos entre estados, envolvendo até mesmo grandes potências, é a maior desde o fim da Guerra Fria. A crescente competição geopolítica e a liderança frágil na diplomacia internacional contribuíram para o aumento dos riscos de conflito armado.

Terrorismo: Em 2017, houve o dobro de ataques terroristas nos países ocidentais, somando 204 no total, enquanto que em 2016 o numero alcançou a 96, embora o número de vítimas tenha sido similar. Além disso, várias zonas de guerra ainda são consideradas como “incubadoras” do terrorismo internacional, mesmo que a ameaça global do Estado Islâmico pareça estar diminuindo.

Risco Político: No ano passado, o risco político aumentou em 11 países, com o enfraquecimento da condição fiscal decorrente de mudanças climáticas ou impacto dos preços das commodities, aumentando o risco da violência política e ruptura das cadeias de suprimento.

Coface nomeia Carmina Abad Sanchez para liderar a região da América Latina

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Coface anuncia hoje a nomeação de Carmina Abad Sánchez como a nova CEO da região da América Latina. Ela integra o comitê executivo e reporta para Xavier Durand, CEO do grupo. Assumindo a posição de Bart Pattyn, que após uma longa carreira na empresa (17 anos), decidiu buscar novas oportunidades de carreira fora do grupo. Durante os últimos anos, ele construiu uma sólida equipe de lideres ao redor de toda a região, que continuarão a direcionar os negócios da empresa sob a liderança da Carmina.

Carmina possui mais de 30 anos de experiência em posições de liderança sênior no setor de seguros. Antes de ingressar na Coface, ela era Chairman da Swiss Re Group no México e CEO da Swiss Re Corporate Solutions Mexico. Anteriormente, ela trabalhou por 25 anos na MetLife, atuando em países como México, Espanha e Estados Unidos.

Carmina traz para a Coface uma forte reputação no setor de seguros. Ao longo de sua carreira, Carmina demonstrou grande comprometimento com a responsabilidade social corporativa, diversidade e inclusão.

Carmina é formada pela Smith College em Northampton, pela Kellogg School of Management da Northwestern University e possui várias certificações da Universidade de Harvard. Ela também é bacharel em ciências atuariais pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e seguiu estudos de pós-graduação em Gestão Corporativa Sênior no Instituto Pan-americano de Direção Executiva Corporativa (IPADE).

CVM autoriza a operação da IRB Asset Management

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou o IRB-Brasil RE, maior ressegurador local do Brasil, a atuar como gestora de recursos por meio da IRB Asset Management, segundo nota publicada no Diário Oficial da União ontem. A autorização vem quase seis meses depois de anunciada a estratégia. O objetivo é aumentar a eficiência da gestão de ativos financeiros da própria companhia, além de explorar novas fontes de receitas provenientes de serviços de gestão de recursos de terceiros.

Copa do mundo estimulou vendas de seguro viagem na Porto

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A Rússia recebeu, até 15 de julho, o maior torneio de futebol mundial. O evento reuniu seleções de diversos países, assim como milhares de torcedores apaixonados pelo esporte, e para curtir esse momento sem transtornos e garantir diversão e tranquilidade, o seguro viagem é um parceiro fundamental. Empolgada com a competição, a torcida brasileira foi a responsável pelo crescimento de 9% na contratação do Seguro Viagem – Plano Europa – nos três meses que antecederam a ocasião.

O Porto Seguro Viagem possui diversos tipos de planos, com limites de coberturas e assistências que mais se adequam às necessidades de cada cliente e de cada região de destino. Além disso, o seguro cobre situações como extravio e danos a bagagens, remarcação de passagem para regresso, despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas, indenização em caso de invalidez permanente total ou parcial por acidente, entre outras coberturas.

O produto é um aliado tanto para amenizar situações de imprevistos como na organização da viagem. “Os segurados podem contar também com o Porto Viaje Bem, um benefício que está incluso no seguro contratado e que contempla atendimento personalizado para reserva de hotéis, restaurantes e veículos, além da possibilidade de comprar ingressos para os mais diversos espetáculos de entretenimento, museus, parques, entre outros. O serviço pode ser utilizado desde o momento da contratação do seguro”, explica Fernanda Pasquarelli, Diretora de Vida, Previdência e Investimentos, da Porto Seguro.

A contratação do seguro é simples e pode ser feita exclusivamente por quem estiver em território nacional, por meio de um Corretor de seguros, pelo site da Porto Seguro ou por uma agência de turismo. Para isso, os viajantes precisam apenas preencher um cadastro informando o destino, os dias em que viajará e os motivos de viagem, além de identificar se prevê a prática de esportes e aventuras.

Generali faz parceria com TEM Saúde e entra no segmento doenças graves e diária hospitalar

A Generali Brasil Seguros firmou acordo com a fintech TEM Administradora de Cartões, gestora do Programa TEM Saúde, para criar planos com produtos diferenciados. Estes farão parte dos benefícios dos cartões pré-pagos ContaSaúde e atualmente já contam com serviços para uso em consultas e exames médicos e laboratoriais.

Segundo release, a parceria entre Generali e TEM visa atender a um público em busca de uma alternativa acessível e de alta qualidade frente aos desafios de demora e ineficiência do sistema público de saúde, atendendo não somente a população sem acesso ao sistema de saúde privado, mas também aos milhões de brasileiros impactados pela crise financeira que acabaram perdendo o seus planos.

A partir de agora, o consumidor contará com benefícios especialmente pensados e desenhados para essa população. Podemos destacar o seguro para diárias de internação hospitalar e o de diagnóstico para cobertura de doenças graves, modalidades pouco difundidas no mercado nacional, porém com alto valor agregado. “Nossa intenção é minimizar os problemas dos segurados e reduzir significativamente seus custos”, declara Claudia Papa, responsável por canais massificados da Generali, no comunicado distribuído a jornalistas.

A operação marca a entrada da seguradora neste mercado, um dos que mais crescem no país, formado majoritariamente por startups. Dos 200 milhões de brasileiros, 155 milhões não possuem planos de saúde e dependem do SUS. A nova parceria visa atingir em no máximo 4 anos, de 6% a 7% desses desprovidos de planos, chegando à marca de 10 milhões de segurados. “Essa fintech é uma alternativa para reduzir custos de atendimentos médicos, dentistas e de laboratórios de todo o Brasil, com uma rede de atendimento ampla, abrangendo praticamente todo o território nacional. É uma forma inovadora, criativa e ferramenta de inclusão social”, esclarece Antonio Cássio dos Santos, CEO das Américas e do Sul da Europa da Generali.

“Os cartões TEM são comercializados em planos individuais e familiares, possibilitando a adesão de outros membros da família, sem carência nem limite de idade, além de possibilitarem ao usuário valores para os procedimentos médicos menores do que os praticados no atendimento particular”, afirma Tuca Ramos, co-fundador da TEM, ao lado de Igor Pinheiro.

Sócia de salão de beleza agradece por ter comprado seguro após roubo

O maior investimento de uma empresa é tratar bem o consumidor. Pois se não fizer isso, não tem investimento em tecnologia de ponta que vai garantir uma base fieis de clientes. Feliz de ver esse depoimento de cliente da Travelers, que criou uma linha completa de produtos personalizados para segurar os riscos específicos enfrentados pelos salões de beleza, como acidentes com funcionários, roubos, incêndios e ações judiciais.

“Embora o negócio de salões de beleza ofereça grandes oportunidades para empreendedores como eu, também apresenta muitos desafios”, afirmou Alessandra Fernando, sócia do salão Fama, em São Paulo. “No início, achávamos que o seguro era uma despesa desnecessária, e acabamos comprando apenas para ter tranquilidade. Ainda bem que fizemos essa escolha, porque depois fomos roubados e alguns computadores e equipamentos foram levados. Felizmente, nossa perda foi mínima porque todos os itens roubados estavam segurados. Depois dessa experiência, adicionamos mais coberturas”, diz.

“Os salões de beleza, de todos os portes, estão expostos a muitos riscos e assim como outros negócios necessitam de proteção correta”, explica Leonardo Semenovitch, diretor geral da Travelers no Brasil. “Garantir proteção adequada é um primeiro passo muito importante para qualquer proprietário de salão de beleza, para mitigar potenciais perdas”, acrescenta.

DICAS DA TRAVELERS:

Para ajudar os salões a minimizar riscos, a Travelers recomenda as seguintes precauções:

Armazene toalhas sujas e lixo em recipientes fechados para evitar a contaminação dos clientes e manter a limpeza e organização do salão;

Sempre pergunte ao cliente sobre alergias e sensibilidade;

Siga cuidadosamente as instruções de uso dos produtos;

Mantenha o registro de compras de todos os produtos utilizados no salão;

Inspecione periodicamente as cadeiras elevatórias para prevenir algum tipo de defeito e evitar que o cliente se machuque;

Proteja os secadores com um disjuntor automático para evitar o superaquecimento;
Dimensione devidamente os sistemas elétricos para evitar sobrecarga na rede e consequentemente curtos e incêndios;

Posicione os extintores de incêndio de forma estratégica e treine todos os funcionários para utilizá-los e garantir uma rápida resposta em casos de incêndio;

Inspecione com frequência os aparelhos elétricos para evitar que hajam fios desencapados que possam eletrocutar clientes e funcionários;

Garanta acesso livre às saídas de emergência para que as pessoas possam sair sem dificuldade.

Ministra Cármen Lúcia suspende a regulamentação dos planos de co-participação

A mídia destaca a saúde suplementar hoje. A ministra Cármen Lúcia suspendeu ontem a resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que permitia que operadoras de saúde colocassem em prática novos planos de co-participação nos quais clientes podem ser responsáveis pelo pagamento de até 40% do valor dos atendimentos. A decisão tem caráter liminar e ainda terá seu mérito julgado pelo plenário do Supremo.

Como justificativa à suspensão, a presidente do tribunal argumentou que os usuários dos planos foram “surpreendidos” por uma medida não discutida na sociedade, traz a Folha. A ANS afirmava que a medida atingiria apenas os contratos novos, mas, nos planos coletivos empresariais, que representam a maioria do mercado, as empresas poderiam aderir às novas regras de franquia e coparticipação na renovação do contrato, feita anualmente, destaca O Globo.

A ANS informou que a decisão do STF foi proferida sem que a agência tenha sido ouvida e destacou que a norma nem sequer está em vigor. O órgão diz ter sido notificado da decisão na tarde de ontem. Em nota, a ANS acrescentou que tampouco teve conhecimento da ação da OAB e “editou a norma observando rigorosamente o rito para edição de ato administrativo normativo, especialmente quanto à oportunidade de participação da sociedade”.

Além disso, sustenta a nota, a norma “foi analisada pela Advocacia-Geral da União (AGU), sem que tenha sido identificada qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade”. “A agência reafirma seu compromisso de estrita observância do interesse público, especialmente no que concerne à defesa dos beneficiários de planos de saúde.”

A Abramge informou que a decisão do STF será melhor analisada e decisões da Justiça devem ser respeitadas. A FenaSaúde informou que não comenta decisões provisórias da Justiça.

A Ordem dos Advogados dos Brasil (OAB) acredita que, se entrar em vigor, a norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que permite a cobrança de franquia e de coparticipação de até 40% em procedimentos médicos vai balizar o mercado nesse patamar.