SulAmérica lucra R$ 135,4 milhões no segundo tri, alta de 68%

sulamerica

Comunicado

A SulAmérica (B3: SULA11), maior seguradora independente do País, encerrou o segundo trimestre de 2018 com lucro líquido de R$ 135,4 milhões, aumento expressivo de 68% no comparativo com o mesmo período do ano passado. No semestre, esse crescimento foi de 32,3% frente aos seis primeiros meses de 2017, totalizando R$ 276,8 milhões. As receitas operacionais também registraram alta e alcançaram a marca de R$ 5,1 bilhões no segundo trimestre deste ano, o que representa aumento de 16,7% no comparativo com o mesmo período de 2017.

“Nossos resultados apontam novamente que estamos no caminho certo de aproveitar as oportunidades de crescimento nas diferentes frentes de negócios em que atuamos, alcançando importantes ganhos de rentabilidade. Seguimos consistentes em relação à operação, com estratégia direcionada à disciplina de subscrição de riscos, gestão de capital e controle de custos e despesas. Tudo isso sem perder o foco nos nossos mais de sete milhões de segurados, que acompanham nossos esforços constantes voltados ao lançamento de produtos e serviços inovadores”, afirma o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella.

No segmento de saúde e odontológico, as receitas operacionais registraram crescimento de 14,8% no segundo trimestre de 2018 em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a R$ 3,8 bilhões. No período, todas as carteiras de planos coletivos apresentaram desempenho positivo, mantendo o ritmo dos últimos ciclos, com crescimento nas modalidades PME, odontológico e empresarial/adesão, que registraram aumento de 25,5%, 15,6% e 11,8%, respectivamente, no comparativo com o segundo trimestre de 2017. Os resultados obtidos no período reforçam a atuação da companhia no incentivo a vendas novas, expansão regional e altos índices de retenção de clientes.

Também no segundo trimestre de 2018, a carteira de planos coletivos de saúde e odonto apresentou crescimento de 8,6% na base de clientes em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, totalizando 3,1 milhões de segurados. O aumento no número de beneficiários nos planos de saúde acompanha um cenário de emprego mais favorável no País.

Segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) referentes a maio de 2018, em todo o sistema são 47,3 milhões de segurados em saúde e 23 milhões em odontológico, altas de 0,1% e 5,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2017. “Os últimos dados apontam para um ciclo interessante de recuperação. Essa evolução somada à força da marca SulAmérica, além das inovações que temos apresentado aos nossos clientes como a plataforma Sharecare, o reembolso digital e o Médico em Casa disponíveis no aplicativo de saúde, têm contribuído para ampliar a experiência do segurado e atrair novos beneficiários”, completa Portella.

No segmento de seguros de automóveis houve a consolidação da trajetória de retomada de crescimento da carteira iniciada no segundo trimestre de 2017. As receitas operacionais registraram aumento de 25,7% no segundo trimestre de 2018 no comparativo com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 910,0 milhões. Destaque para a sinistralidade que registrou redução expressiva de 7,8 pontos percentuais no primeiro semestre deste ano no comparativo com 2017, alcançando 60,4%.

A frota segurada reflete o ciclo de recuperação no contexto de mercado e totalizou 1,6 milhão de veículos neste segundo trimestre de 2018. O bom desempenho da carteira no período também está relacionado à estratégia da companhia voltada a novas ferramentas de subscrição, foco na adequação dos níveis de exposição a riscos e contínuas melhorias operacionais, além dos investimentos em tecnologia que contemplam a telemetria no aplicativo Auto.Vc.

As demais linhas de negócio da companhia acompanham os resultados positivos registrados pela SulAmérica no período. As receitas operacionais da carteira de massificados atingiram R$ 42,8 milhões no segundo trimestre do ano, aumento de 9,3% em relação ao mesmo período de 2017. A operação de vida volta a apresentar bom desempenho e as receitas operacionais alcançam a marca dos R$ 123,4 milhões no segundo trimestre, alta de 15,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já nas reservas de previdência, o aumento foi de 9,6% em relação ao mesmo período de 2017, totalizando R$ 6,6 bilhões. O segmento de capitalização fechou o trimestre com crescimento de 13,2% nas receitas operacionais no comparativo com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 14 milhões.

A SulAmérica Investimentos fechou o segundo trimestre de 2018 com montante de R$ 37,6 bilhões em ativos sob gestão, aumento de 11,9% no comparativo com 2017. Os resultados acompanham os avanços do volume de ativos de terceiros, ativos próprios da seguradora e de previdência privada, que registraram alta de 10,6%, 17,9% e 9,6%, respectivamente, encerrando o segundo trimestre do ano com R$ 23 bilhões, R$ 8,1 bilhões e R$ 6,6 bilhões.

Corretora inglesa JLT reúne executivos do grupo no Brasil para debater crédito

Release

Cerca de 20 executivos da especialidade de CPS (riscos de crédito, político e de segurança) da JLT vieram dos Estados Unidos, Londres, Argentina, Chile, Colômbia e Peru para um encontro de alinhamento estratégico no Brasil.

O grupo se reuniu em São Paulo com o head global de crédito do JLT Group, Nick Robson. Entre os objetivos do encontro estão ampliar o conhecimento e a expertise na América do Sul, desenvolver um senso de oportunidade coeso e um plano nos vários países da região e para a região.

“A capacidade da equipe de CPS é bastante alta. Não só do ponto de vista técnico, mas também de vendas e relacionamento com o cliente. Vemos uma grande oportunidade em quase todos os países, e certamente nos cinco principais da América do Sul representados aqui hoje”, afirma o executivo.

Recentemente, a JLT adquiriu a International Risk Consultant (IRC), uma das corretoras líderes no segmento de seguro de crédito e risco político, com operação nos Estados Unidos, Brasil e Ásia. Com a aquisição, a IRC Brasil passou a integrar a divisão de CPS da JLT Specialty Brasil, proporcionando uma maior escala e alcance da corretora nestes mercados.

 

 

Ismar Tôrres começa a colher resultados positivos após 18 meses no comando da Seguradora Líder-DPVAT

Há menos de dois anos no comando, Ismar Tôrres se diz satisfeito de poder apresentar ao Conselho de Administração da Seguradora Líder propostas de melhorias para a administração do Seguro DPVAT, o seguro obrigatório que todo proprietário de veículo deve pagar ao fazer o licenciamento. “São tantas frentes que temos de dividir em temas, pois todos são relevantes e trarão grandes benefícios para a sociedade”, garante o executivo que assumiu a presidência da Líder no final de 2016, sob fogo cruzado. Além de mais de120 projetos em tramitação no Congresso Nacional que envolvem o seguro, no final de 2016 foi encerrada a CPI do DPVAT e divulgada a conclusão de auditoria feita, na Susep, pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Desde que assumiu, Tôrres e sua equipe vasculham a companhia para entender quais os processos que podem ser melhorados e onde é possível obter ganhos deprodutividade. Muitos contratos foram revisados, outros encerrados e novos fechados com grande economia de escala, cita Tôrres.

Até o fim de 2018 será lançado um aplicativo para o cidadão solicitar a indenização de forma ágil e rápida. Mas como esse assunto ainda é guardado a sete chaves até ser totalmente concluído, o primeiro tema a ser abordado pelo blog Sonho Seguro envolve uma das 19 sugestões sugeridas à Superintendência de Seguros Privados (Susep) pela Líder para aprimorar o DPVAT. Desde março de 2018, a Líder integra a comissão especial criada pela Susep com o intuito de debater melhorias no atualmodelo do seguro obrigatório de acidentes de trânsito do Brasil.

As sugestões fazem parte de um estudo contratado com a consultoria MCKinsey, no qual foram analisados os modelos de seguro de acidentes de trânsito, adotados em 36 países. Uma entre as 19 sugestões, se destaca. O estudo comparou o valor das indenizações no Brasil com os demais países do mundo. O valor da Importância Segurada (IS) no Brasil, congelado há 11 anos, está atrás de países como Indonésia, Nigéria e Bolívia.

A Rússia possui indenização aproximadamente três vezes superior a do Brasil, apesar de o PIB per capita ser próximo. “A nossa sugestão é que em vez de reduzir o preço do seguro, elevar a indenização máxima no Brasil passe de R$ 13,5 mil para R$ 25 mil”, diz. De 2016 para 2017, o preço do DPVAT passou de R$ 105 para R$ 63. Em 2018 uma nova redução, passando a custar R$ 45 por ano.

“Temos apresentado as nossas propostas para vários congressistas, jornalistas e empresas que de alguma forma estejam envolvidos com o DPVAT, para que juntos possamos construir um projeto consistente, independente e inovador do seguro, que reflita efetivamente as necessidades do conjunto da população”, disse. Tôrres ressalta que a CNseg e a FenSeg participaram deste trabalho, manifestando integral concordância com os resultados, posicionamentos e com a proposta apresentada à Susep.

Os temas do estudo da McKinsey estão divididos em quatro princípios: Foco no Cidadão; Sustentabilidade no Modelo; Interações com o Estado; e Alta Eficiência Operacional. Todos serão alvos de posts no blog Sonho Seguro semanalmente, com o objetivo de contribuir com as discussões sobre o atual modelo de operação do Seguro DPVAT, tema em pauta em mais de 120 comissões do Congresso Nacional.

Lucro do setor avança para R$ 7,5 bilhões no semestre; dois grupos concentram 56% do ganho

As seguradoras registraram  lucro líquido de R$ 7,5 bilhões no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. Mesmo com a queda da taxa básica de juros de 10,25% de junho de 2017 para 6,5% em junho de 2018, as companhias aumentaram em R$ 1 bilhão seus ganhos. Em mesmo período do ano passado, o lucro foi de R$ 6,5 bilhões. A Selic remunera praticamente a totalidade de ativos do setor, com provisões técnicas acima de R$ 1 trilhão.

A Bradesco lidera o ranking de lucro líquido, com R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre, acima dos R$ 2 bilhões do mesmo período do ano passado, segundo dados enviados à Susep. O grupo Banco do Brasil, que concentra operações de seguros com sócios como Mapfre, Principal e Icatu entre as principais, registrou ganho de R$ 1,6 bilhão no acumulado até junho deste ano. Ou seja, apenas as duas representam 56% de todo o lucro do setor, que reune cerca de 100 companhias fiscalizadas pela Susep.

 

 

Susep empenhada em regular insurtechs

O titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha, disse em sua palestra no CQCS Insurtech e Inovação que a autarquia já tem uma agenda junto às comissões de inovação para trabalhar de forma atenta aos avanços da tecnologia do setor de seguros. Esta área será como outras já trabalhadas, como o mercado marginal, capitalização, resseguros, entre outros, informa a Revista Apólice.

“A está fazendo a sua parte dentro de suas estruturas. O grande desafio é buscar o ponto de equilíbrio, porque não se pode comparar um produto de seguros com outros produtos. Nós vendemos confiança e proteção e, por isso, os cuidados devem ser maiores”.

Ele disse que o setor de tecnologia em seguros não poderá agir como um Uber, que chega, atua e depois é regulado. Segundo o superintendente, a está adiantada em termos de inovação. “Precisamos de calma, porque tratamos de um mercado regulado e que lida com a vida dos segurados”.

O mercado deve ser disruptivo, mas isso não acontece de forma abrupta, nem o tempo todo. “E o mais importante”, destacou Mendanha, “é que as pessoas compram promessas, por isso as reservas das empresas precisam ser garantidas, com custos melhores para os produtos e maior transparência no relacionamento”.

Ele lembrou que, em um país de dimensões continentais, 86% da distribuição está nas mãos dos corretores de seguros, que fazem um bom trabalho e que precisam incorporar a inovação para ampliar seu acesso aos clientes. “Mas quem vai decidir o canal pelo qual comprar será o consumidor”, pontuou.

As mídias destacaram a participação do órgão regulador no evento, uma vez que todos aguardam a regulamentação das insurtechs para que as iniciativas em curso sejam divulgadas, assim como aconteceu com as Fintechs após o Banco Central ter divulgado as normas de atuação das novatas de tecnologia. Aliás, o BC autorizou as fintechs a vender seguros, o que torna ainda mais urgente a iniciativa da Susep para garantir negócios para as seguradoras tradicionais e para as que investem nas startups. Afinal, ficar amarrado à espera de normas pode fazer a novata perder o “time” e os recursos investidos. Por outro lado, o que o setor menos precisa é de aventureiros que ameacem a denegrir a imagem do setor diante dos consumidores.

De acordo com a Agência Estado, a Susep está se abrindo às novatas do mercado de seguros, as chamadas insurtechs. O colegiado da autarquia saiu do território carioca para participar de um evento sobre startups do setor e inovação em São Paulo. Foi a primeira vez que a xerife do mercado de seguros se relacionou com esse público, que vai além dos tradicionais players, como seguradoras, corretores e resseguradoras. Ao dividir a plenária com o regulador de Portugal, o superintende da Susep, Joaquim Mendanha, reforçou que a autarquia está aberta às novas tecnologias, mas lembrou que as regras estabelecidas seguem ditando o jogo para o setor, destaca a Agência Estado.

Já o DCI destacou que a Susep deixará a regulamentação para a compra e venda de seguros Peer to Peer (P2P) apenas para 2019. O processo, porém, viria como prioridade em uma lista de medidas a serem analisadas pelo órgão fiscalizador. De acordo com o superintendente da Susep, a comissão de inovação do órgão responsável pela aná lise do processo P2P no mercado segurador “já colocou algumas ações em prática” no setor. “Já temos algumas empresas no mercado marginal utilizando o P2P na área de conduta e estamos praticando o processo para entender sua estrutura. Mas de qualquer forma, é preciso ter cuidado na inovação”, afirmou o executivo.

Ataídes reforçou que o assunto é “prioridade na lista de medidas a serem analisadas” e que uma reunião será feita com a comissão de inovação da Susep na semana do dia 13, mas que ainda não devem haver novidades sobre o assunto ainda neste ano. “Estamos tentando acelerar todos os processos e avaliações, mas acho difícil conseguirmos trazer algo ainda neste ano. Em 2019 é mais provável”, afirmou o executivo.

O DCI também destacou a opinião do presidente do Insuretech Connect, Caribou Honig: “A  projeção é de que em 10 anos, teremos só metade do número de corretores que temos hoje. Há espaço para que esse profissional se automatize, mas é preciso adaptação e investimento para conhecer essas novas tecnologias”.  “A intervenção humana sempre será necess&aac ute;ria, principalmente para facilitar a inclusão financeira desses serviços”, acrescenta Almaça. “A linha de ação precisa ser de avaliar a regulação já existente e garantir espaço para as inovações tecnológicas no sistema”.

José Antonio Figueiredo Almaça, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões de Portugal trouxe as características gerais e os desafios para o setor de seguros resultantes da regulamentação que entrou em vigor na União Europeia em maio deste ano. “A proteção de dados individuais é cada dia mais importante. Temos informações transmitidas a outrem todos os dias – quando ligamos a TV, quando compramos no supermercado. São tantas que podemos perder o controle”, disse Almaça.

A preocupação com a privacidade não é uma novidade na Europa. Já havia uma diretiva em vigor desde 1995, mas o atual regulamento difere desta em alguns aspectos, especialmente no que se refere a cada um dos países da UE, que estão impedidos de fazer ajustes locais às novas normas.

O RGPD permite ao cidadão controlar melhor a circulação dos seus dados pessoais, e ainda simplifica o ambiente regulatório. “A reforma beneficia a economia digital”, afirmou Almaça. As regras se aplicam a qualquer pessoa que esteja na UE, independentemente do país de residência.

O regulamento é baseado em princípios, entre eles o tratamento lícito dos dados, leal e transparente em relação ao titular. “As informações devem ser recolhidas para finalidades determinadas e legítimas, não sendo permitido utilizá-las posteriormente de outras formas”, explica.

O responsável pelo tratamento dos dados responsabiliza-se também por zelar pelo cumprimento dos princípios gerais. A violação das normas pode ser punida com multa, com o máximo variável entre $ 20 milhões de euros e 4% do volume de negócios anual da empresa.

Por outro lado, o regulamento implica em desafios para o setor de seguros. “Os dados de saúde constituem uma das matérias-primas de alguns seguros, mas o regulamento não previu o tratamento destes dados no contexto do segurador”, destaca Almaça. “A solução está nas exceções previstas, nomeadamente, na obtenção do consentimento por parte do titular”.

A prevenção de fraudes também deverá se apoiar nas exceções, uma vez que a lei estabelece prazos de conservação dos dados e o segurador precisa analisar séries de dados históricos para esta tarefa. Dos desafios nascem oportunidades, entre eles tornar os processos mais eficientes, transparentes e ampliar a segurança. “Em Portugal estamos a aprender”, disse Almaça, uma vez que a lei nacional ainda está em discussão.

A Tokio Marine divulgou release sobre um lançamento feito no primeiro dia do evento. A seguradora informou que criou a plataforma Brokertech, especialmente desenvolvida para capacitar os Parceiros de Negócios a respeito das ferramentas disponibilizadas para fomentar negócios em um ambiente cada vez mais digital. “A tecnologia é uma aliada do Corretor de Seguros sobretudo na agilização de processos, abordagem comercial, realização de negócios e ampliação d a base de Clientes. Tenho absoluta confiança de que a Brokertech será bastante útil para reforçar que a Tokio Marine está investindo cada vez mais em tecnologia com dois objetivos principais: auxiliar nosso Corretor a vender mais e reduzir seu trabalho operacional”, finaliza o CEO José Adalberto Ferrara.

A insurtech Thinkseg anunciou durante o evento uma nova vertical de negócios dedicada aos corretores de seguros. A iniciativa é o primeiro resultado da união das empresas e, apesar de ser uma vertical incubada dentro do grupo, atuará de maneira independente. Para André Gregori, fundador e CEO da Thinkseg, a iniciativa promoverá a valorização do corretor, um dos principais protagonistas no mercado de seguros, e dará a esses profissionais o acesso a novos clientes, novos produtos e a uma maior eficiência operacional em suas vendas, permitindo mais escalabilidade para o seu negócio. “O corretor cadastrado poderá acessar novos clientes gerados pela plataforma ou indicar clientes para ela, assim como fazer todas as atividades de seu atendimento dentro dela, usufruindo ainda de modelos de análise preditiva e análise comportamental para oferecer os melhores produtos para os seus clientes no melhor momento para eles”.

Heitor Ohara, diretor de planejamento da SegPartners Brasil, afirmou durante palestra no CQCS que o uso de IoT ajuda na queda do custo de armazenamento de dados. “No caso dos automóveis entra a Telemática, que acelera todo o processo”, comenta. Outro ponto mencionado são os fatores de riscos, que mudaram ao longo dos tempos. “Agora, novos sensores trazem mais informações como distância, vel ocidade, tempo no trânsito, dados da rota, entre outras coisas. Tudo vem para somar para justificar a precificação”, explica Ohara. Gustavo Muller, CIO da CEABS Serviços e Marcio Pessoa, CEO da DriveOn também abordaram o uso da tecnologia no seguro de carro, informa release distribuído.

Ao iniciar o painel intitulado “A importância da TI no futuro do Bancassurance”, durante o Cqcs, Heverton Peixoto, CEO do ZIM, fez uma ressalva interessante: “se você atua no mercado de seguros brasileiro, esse assunto vai impactar os seus negócios”. Segundo o executivo, o modelo bancassurance tem se firmado como um dos principais canais de venda de seguros e passará por uma fase desafiado ra no Brasil.  “As vendas não serão mais baseadas em marcas, pois o cliente já não é tão dependente a elas. O cliente é digital e a empresa deve ser ágil e moderna. As oportunidades serão desafiadoras e os bancos tradicionais têm perdido espaço para fintechs e bancos inovadores. Quem não se reformular, não conseguirá segurar seus clientes”, alerta, informa release.

O executivo Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros, aposta na mudança de foco de “reparar danos” para “prevenir danos”. A Inteligência Artificial (IA) terá papel fundamental nesta transformação, por meio de dispositivos (como um relógio) capazes de medir os dados vitais do segurado, por exemplo. Qualquer anormalidade gera o envio de um alerta, criando uma base de dados para o refinamen to de perfil. “O seguro passa a ser dirigido a uma pessoa e não a um grupo”, diz Blay.”O ser humano será necessário em questões de maior complexidade, como análises de contestações de fraude”, disse. Mais do que isso, são as pessoas que farão a diferença nas empresas de sucesso. “O jogo vai ser ganho no lado humano e não tecnológico”, aposta o CEO.

De acordo com Dilmo Bantim Moreira, presidente do conselho consultivo da CVG/SP, 99% das vendas de seguros não são realizadas de forma digital. Ainda segundo o executivo, com base em uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), os compradores têm receio do comércio on-line nesta área. Essas afirmações demonstram um distanciamento do segmento no e-commerce. “No entanto, sms e call center têm participação crescente”, explica.

Sobre o 1% dos produtos comercializados digitalmente estão “pessoas, residência e aluguel”, completa o executivo da CVG/SP. Questionado sobre de que maneira a instituição onde atua contribui para modernização da experiência do consumidor, o palestrante foi enfático. “Nossa contribuição começa no mercado, quando distribuímos como conhecimento, levando cultura para que haja melhores compras”.

“O fato de o Brasil vender menos seguros que a média mundial é uma questão cultural. Temos necessidade de educação para ensinar os clientes que seguros não são caros e que é possível formatar o produto como o comprador desejar”, ratifica Bernardo Teixeira, COO da ONLi Seguros.

E como usar a tecnologia para educar? “A inteligência artificial é bastante conhecida e pouco discutido, mas já conseguimos usar chatboot com linguagem atual melhorando o processo de compra. Já na inteligência artificial é possível usar bonecos para explicar os produtos”, sugere Albert Florêncio da Costa, CPO da Samplemed.

Se na pesquisa apresentada por Dilmo Moreira o avanço do digital parece distante, o COO da ONLi trouxe a experiência da empresa que representa com avanços no setor. Texeira diz que tem obtido sucesso, muito embora acredite que o “e-commerce não é simples, precisa de consultoria e regulamentação” explica. “Não tem como a máquina fazer sozinha”, completa.

Dentre os entraves para modernização de vendas, o executivo cita as papeladas na hora da contratação e a burocracia nas seguradoras. Em contrapartida, venda remota, consultoria on-line e o fato de não precisar de deslocamento são citados como vantagens, além da “venda eficaz, menor inadimplência e sem custo de impressão”, continua.

Um quesito comum entre os palestrantes é a necessidade de investimento na área de segurança. Uma pesquisa da SAS sobre fraude, trazida por Moreira, aponta que 71% das empresas têm sistemas baseadas em regras, 59% possuem alguma tecnologia contra fraude e 27% usam tecnologia de subscrição.

Instituições de saúde se unem para oferecer treinamento em atenção primária

Release

Em 2017, mais de 85% dos 214,3 milhões de consultas ambulatoriais via planos de saúde foram realizados por médicos especialistas – aponta a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Por outro lado, dados do Ministério da Saúde indicam que a atenção primária – na qual o atendimento é feito por clínicos e médicos de família – tem capacidade para lidar com cerca de 80% dos problemas de saúde da população.

Foi com base em dados como esses que, em uma parceria inédita na saúde suplementar, duas das principais instituições do setor no Brasil uniram-se para estimular o desenvolvimento da atenção primária na saúde privada. A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein desenvolveu, em parceria com a Amil, um programa para treinar médicos das unidades ambulatoriais da operadora para o atendimento de medicina de família, que engloba desde formas de abordagem até o conhecimento do contexto socioeconômico e cultural de cada paciente. Esse projeto surgiu após a Amil anunciar a contratação de 400 profissionais para compor equipes de atenção primária, entre médicos, enfermeiros e técnicos.

“Entendemos que, para a própria sustentabilidade de qualquer sistema de saúde, é primordial a promoção da saúde e não simplesmente tratar eventos ou doenças. Por isso, estamos muito satisfeitos em oferecer treinamento voltado à capacitação e desenvolvimento do conhecimento de médicos acerca da atenção primária, com base na medicina de família e comunidade”, afirma Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

A aula magna será realizada no dia 31 de julho, no Centro de Educação em Saúde Abram Szajman, do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, com a presença do diretor executivo de Qualidade da Amil, Daniel Coudry. As duas primeiras turmas contarão com 80 médicos e a metodologia de treinamento será baseada em casos de pacientes reais, com situações frequentes encontradas na prática da medicina de família e da comunidade. O conteúdo do primeiro curso também será gravado para que, no futuro, seja utilizado em formato de e-learning, alcançando, assim, profissionais de todo o Brasil.

“Queremos oferecer a melhor experiência para os nossos beneficiários, levando em consideração que o profissional de medicina de família possui ferramentas e técnicas de comunicação capazes de detectar problemas de saúde vinculados ao próprio contexto de vida de cada paciente, direcionando-o melhor dentro do sistema de saúde. Com essa iniciativa, esperamos também atrair cada vez mais profissionais interessados em atuar em medicina de família”, afirma Daniel Coudry, diretor executivo de Qualidade da Amil.

A Amil tem investido, nos últimos dois anos, na implantação de unidades de atendimento multidisciplinar baseadas em atenção primária: os Clubes Vida de Saúde. Hoje, há 17 espaços do tipo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Até o fim do ano, a operadora pretende chegar a 20 clubes e ainda levar a coordenação do cuidado a mais 40 de suas unidades no Brasil, chegando a 230 mil beneficiários vinculados ao modelo. A sinergia de valores entre Amil e Einstein favoreceu a parceria.  Ambas também já adotam, dentro de casa, o serviço de atenção primária para seus colaboradores, por meio de espaços exclusivos de atendimento, realizado por equipes de coordenação do cuidado.

“Desafio Blockchain”, uma parceria ECOA PUC-Rio, TIM, Microsoft, Mongeral Aegon e IRB Brasil RE, recebe inscrições até setembro

Release

Seguem abertas até o dia 03 de setembro, no site  www.puc-rio.br/ecoa/desafio, as inscrições para o “Desafio Blockchain”, uma competição em busca de soluções inovadoras para as áreas de telecomunicações e/ou seguros a partir de aplicações de blockchain. Podem participar estudantes universitários e profissionais de todo o País, já que a competição ocorre em um ambiente on-line. O desafio é resultado de uma parceria das empresas TIM, Microsoft Mongeral Aegon e IRB Brasil REcom o ECOA PUC-RIO — uma iniciativa de educação digital, gratuita e democrática Departamento de Informática do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), que busca ecoar conhecimento através da Internet, impactando um número cada vez maior de pessoas.

Do momento da inscrição até o dia 09 de setembro, data limite para apresentação da proposta, serão disponibilizados gratuitamente aos inscritos conteúdos educacionais digitais como cursos on-line, palestras ao vivo e entrevistas. Sempre com o objetivo de estimular a criatividade, desenvolver as habilidades dos participantes e auxiliar na idealização de uma solução que explore aplicações de blockchain com benefícios para as áreas selecionadas pela TIM e pelo Departamento de Informática da PUC-Rio.

As propostas serão avaliadas por uma banca formada por membros da PUC-Rio e das empresas apoiadoras sob os seguintes critérios: grau de inovação da proposta, maior grau de impacto em uma das industrias, qualidade do pitch e clareza da prototipação. A banca escolherá as três melhores propostas submetidas e definirá a distribuição dos prêmios, que serão um notebook Macbook Air, dez mochilas da Microsoft, dez caixas de som bluetooth e R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em cursos da PUC-Rio.

Liberty é a primeira seguradora a aceitar pagamento via aplicativo

Mais uma novidade comunicada pela Liberty Seguros por conta das atualizações disponíveis no aplicativo da companhia. Trata-se da nova funcionalidade para pagamentos dentro do aplicativo permite que segurados quitem parcelas em atraso ou que estão próximas de vencer diretamente pelo celular, utilizando cartão de crédito, por meio do sistema PagSeguro. O objetivo é facilitar e diminuir o tempo levado pelos clientes para fazer pagamentos, além de melhorar a experiência do usuário.

“Nosso objetivo com essa atualização é facilitar o cotidiano de nossos segurados, dando a eles uma maior comodidade na hora de realizar o pagamento de sua apólice. Com a nova opção, reforçamos o nosso compromisso em se tornar uma seguradora cada vez mais digital, além de oferecer um atendimento próximo, que sempre descomplica o dia a dia de seus clientes”, diz Neide Pinotti, Superintendente de Tesouraria da Liberty Seguros.

Solicitar assistência para danos causados a vidros é a outra novidade. Os segurados agora podem, de forma rápida, descrever o problema, preencher os campos necessários e serem direcionados para a local de assistência mais próxima, tudo pelo celular.

“Facilitar a vida dos nossos clientes, oferecendo formas eficientes de atendimento quando ele mais precisa, é uma das nossas premissas. Graças à tecnologia, conseguimos evoluir cada vez mais nesse sentido com soluções inovadoras, para que o segurado possa ter toda a liberdade para aproveitar o que mais importa a ele”, afirma Etienne Gonçalves, superintendente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros.

AIG e Grupo Carlyle anunciam parceria com DSA Re

Release

A AIG e o Grupo Carlyle anunciaram uma parceria para estabelecer a DSA Re como uma operadora independente de resseguro, gestão de sinistros, soluções gerenciais em negócios descontinuados e riscos complexos para o setor de seguros global.

A DSA Re atualmente reassegura 36 bilhões de dólares em riscos das áreas de Legado em Vida e Pensão e Seguros Gerais da AIG. O portfólio de risco diversificado da DSA Re, sua sólida operação de sinistros e eficiente capacidades de administração proporcionam a base para uma plataforma que pode ter escala com o tempo. Utilizando a competência da Carlyle em separar e levantar empresas, a AIG e Carlyle planejam estabelecer a DSA Re em uma plataforma que complementa a força financeira da DSA Re com suas capacidades estrategicamente diferenciadas.

Como parte da transação, a Carlyle adquirirá uma participação de 19,9% da DSA Re e terá uma relação de gestão de ativos estratégica pela qual DSA Re e AIG, em conjunto, alocarão 6 bilhões de dólares de ativos em várias estratégias gerenciadas pela Carlyle, por meio de private equity corporativo, ativos reais e crédito privado.

Brian Duperreault, presidente e CEO da AIG, afirmou que “a empresa lançou a DSA Re para ajudar a gerenciar de forma eficiente os legados de risco, honrar compromissos de apólices e maximizar a flexibilidade financeira. Essa parceria com a Carlyle atende esses objetivos permitindo que a AIG libere capital e participe da construção e desenvolvimento do negócio. Estamos ansiosos para trabalhar mais próximos da Carlyle para posicionar a DSA Re em um caminho de sucesso de longo prazo”.

Já Kewsong Lee, Co-CEO da Carlyle, afirma que “esta parceria estratégica amplia as capacidades de investimento da Carlyle dentro do setor global de seguros, avaliado em 15 trilhões de dólares. A Carlyle está entusiasmada para oferecer nossa plataforma de investimento global via uma variedade de classes de ativos para a DSA Re, e trabalhará para gerar retornos atrativos para o portfólio da DSA Re pelos muitos anos que virão. Temos uma parceria fantástica com a AIG e trabalharemos juntos para ajudar a DSA Re a se tornar independente e posicionada para o crescimento ao longo do tempo”.

James Bracken, CEO da AIG Legacy e da DSA Re, acrescentou que “o experiente time da DSA Re, suas competências, portfólio de risco diversificado e sólida posição de capital, aliados à capacidade de investimento da Carlyle e sucesso na construção de franquias fortes, proporcionam uma base para construir uma empresa competitiva em soluções personalizadas aos negócios descontinuados”.

Brian Schreiber, diretor gestor e co-diretor da Carlyle Global Finance Services Partners, constatou também que “vemos enormes oportunidades para a Carlyle e DSA Re à medida que seguradoras visam aprimorar os rendimentos investidos e impulsionar retornos mais elevados de capital. Nossa parceria ajudará a DSA Re efetivamente a atender esse mercado em crescimento ao oferecer soluções em resseguros para a indústria de seguro global por meio de todas as linhas de negócios”.

Espera-se que a transação se conclua em aproximadamente 60 dias, sujeita às aprovações regulatórias exigidas e outras condições finais habituais. A AIG fundou a DSA Re em fevereiro de 2018, sediada em Bermudas, como resseguradora de seu portfólio de seguros considerados legado, consolidando suas linhas secundárias de seguros sob um time especializado em descontinuidade de negócios, ao mesmo tempo em que asseguram que esses produtos cumpram suas obrigações perante os segurados.

Delphos entra no ranking das melhores empresas para trabalhar

A Delphos participou, neste ano, pela primeira vez, da disputa das Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro, promovido pelo Great Place To Work. Na divulgação do ranking de 2018, realizada na noite desta terça-feira, dia 31 de julho, a companhia ficou em 16º lugar dentre as empresas de médio porte. O evento aconteceu no espaço Vivo Rio, no Rio de Janeiro.

“Esse resultado foi atingido por conta da educação humanista que recebi de meus pais, pela formação e experiências que tive, mas, principalmente, pela dedicação dos diretores e colaboradores da Delphos e pelo apoio irrestrito de minha família e de meus amigos. A credibilidade da empresa com a condução dos seus negócios com absoluto profissionalismo, reconhecida pelos líderes de mercado, faz com que os profissionais se sintam confiantes, felizes e seguros em suas posições. Por isso, quero dividir com todos essa vitória”, agradeceu o presidente da empresa, Eduardo Menezes.