SulAmérica agora integra o Índice Dow Jones de Sustentabilidade

A SulAmérica Seguros é a única seguradora independente latino-americana a integrar o índice Dow Jones de Sustentabilidade. A conquista veio após 802 companhias ao redor do mundo terem sido convidadas a participar, sendo apenas 24 companhias de seguros de mercados emergentes, e somente a SulAmérica foi a empresa brasileira adicionada ao índice este ano.

O Índice Dow Jones de Sustentabilidade (Dow Jones Sustainability Indices – DJSI) foi lançado em 1999 com o objetivo de listar empresas comprometidas com as questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG). A seleção das companhias é feita a partir de um amplo questionário centrado na proposta de geração de valor de longo prazo, a partir de práticas de gestão ASG e relacionamento com seus stakeholders. O DJSI adota a metodologia conhecida como “best in class”, que seleciona as empresas com o melhor desempenho em cada um dos setores econômicos.

“É a primeira vez que concorremos ao índice e foi com muita satisfação que recebemos esse reconhecimento. Ele evidencia as decisões acertadas e ações consistentes para a integração da sustentabilidade à nossa agenda estratégica, com intensa participação dos Comitês Executivo e de Sustentabilidade”, declara Patrícia Coimbra, diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da seguradora.

O Índice Dow Jones de Sustentabilidade é considerado a maior referência de integração da sustentabilidade à estratégia de negócios das empresas, além de servir como um direcionador para uma série de investidores institucionais.

Universidade da Líder ganha novas funcionalidades e cursos

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A Universidade Corporativa da Seguradora Líder (UniLíder) completa dois anos com novidades. A plataforma de educação ganhou mais de 10 novos cursos e recursos inéditos. A partir de agora, os usuários contarão com um catálogo mais amplo de áreas de conhecimento, além de uma ferramenta mais interativa. Uma das novidades é o sistema de gamificação, em que cada curso concluído valerá pontos e badgets. Criada em 2016, a UniLíder é uma importante ferramenta para a qualificação dos colaboradores da Seguradora Líder, garantindo que todos tenham conhecimento aprofundado sobre o Seguro DPVAT e as principais tendências do mercado de trabalho.

Entre as novidades está a segmentação de cursos por coleções e trilhas de aprendizagem, permitindo que as aulas sejam organizadas de acordo com a sua natureza e associadas a cada um dos valores da companhia. A Essência Líder, por exemplo, oferece treinamentos sobre o seguro, principalmente para novos funcionários. Há ainda as coleções Protagonismo Líder, com conteúdos voltados para o desenvolvimento de competências comportamentais, e Atitude Líder, focada em temas para a gestão de pessoas. Outro destaque da nova UniLíder são os fóruns para estimular a troca de conhecimento entre todos os times da Seguradora.

“Queremos que os nossos profissionais aprofundem seus conhecimentos, mergulhem em novos aprendizados e busquem novas habilidades. O resultado final dos cursos da UniLíder estará em profissionais periodicamente treinados e muito qualificados sobre todos os aspectos do Seguro DPVAT”, afirma Ismar Tôrres, diretor-presidente da Seguradora Líder.

No total, são mais de 33 cursos, abordando temas que fazem parte do trabalho realizado pela Seguradora Líder, como combate às fraudes e segurança da informação. Com as aulas, a equipe também têm a oportunidade de planejar sua carreira e formação. Em breve, será possível acessar a UniLíder dos smartphones, facilitando e dando mobilidade aos treinamentos.

Somente em 2017, a UniLíder registrou 10.807 participações em treinamentos online. A criação de universidades corporativas é uma tendência entre as companhias brasileiras. Dados divulgados no ano passado pela consultoria Deloitte indicam que o número de empresas que têm universidades cresceu 42%, entre 2014 a 2016.

Resseguro movimenta R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2018

Relatório divulgado pela Terra Brasis Resseguros revela que no primeiro semestre de 2018, o volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 5,6 bilhões, um aumento de 3,6% em comparação aos R$ 5,4 bilhões do mesmo período de 2017. Deste volume, R$ 4,1 bilhões (73% do total) foi colocado em resseguradoras locais, um crescimento de 0,8%.

O estudo, que está em uma versão prévia, destaca que as resseguradoras locais também aceitaram riscos do exterior (bruto de comissão) estimados em R$ 1,3 bilhão contra R$ 1,06 bilhão no mesmo período do ano anterior, alta de 30,3%. O resseguro emitido pelas resseguradoras locais (bruto de comissão), considerando negócios domésticos e do exterior, foi de R$ 5,5 bilhões, um crescimento de 10,2% ante o período anterior.

A sinistralidade bruta das resseguradoras locais permaneceu estável em relação ao mesmo período de 2017, em 61%. O Combined Ratio ficou em 89%, uma melhora em comparação aos 95% apresentados no ano passado.

Fusões e aquisições movimentam especialistas em seguros

As seguradoras estão de olho nos dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que representa as instituições do mercado de capitais brasileiro. No primeiro semestre de 2018 movimentou R$ 84 bilhões em operações de fusões e aquisições, o maior desde 2010 para o período. Ao todo, foram 43 negociações. A maior delas foi a compra da Fibria pela Suzano, que movimentou R$ 47,7 bilhões. A compra da Eletropaulo pela Enel foi a segunda em valor, com R$ 7,5 bilhões. A terceira foi a compra da Somos Educação pela Kroton, com R$ 5,4 bilhões.

Bruna Reis, líder da prática de fusões e aquisições da Marsh Brasil, comenta que a maior demanda é para risco transacional, com coberturas que ajudam a mitigar riscos que possam ameaçar os negócios. O seguro protege os participantes de litígios surgidos após o fechamento da operação. No ano passado, o número de apólices contratadas cresceu 38% em relação a 2016, ultrapassando a marca de US$ 20 bilhões no mundo, segundo estudo da Marsh. Não há dados estatísticos sobre a venda deste seguro no Brasil, mas o produto está presente em boa parte das negociações de M&A.

Boa parte das negociações conta com um seguro para riscos específicos. Flavio Sá, executivo da AIG, informa que a apólice de seguros de fusões e aquisições, também conhecida por Representations & Warranties Insurance (R&W), é contratada pelo comprador e oferece cobertura para as perdas financeiras resultantes de infrações às representações e garantias dadas pelo vendedor no contrato de compra e venda. A cobertura é exclusiva para os passivos ocultos, ou seja, aquele passivo não mencionado, não conhecido e não esperado, durante o processo de due diligence.

De acordo com o estudo global divulgado pela AIG Seguros com cerca de 1 mil apólices vendidas entre 2011 e 2015, dentre os principais tipos de situações reportadas que solicitaram indenização estão as demonstrações financeiras (20%), seguido pela conformidade com legislação (15%), contratos relevantes (14%), situações tributárias (14%), propriedade intelectual (8%), relações trabalhistas (8%) entre outras.

No cenário brasileiro a expectativa é que riscos tributários, ambientais e relacionados aos demonstrativos financeiros representem a maior parcela dos casos. Outra característica dessa solução é a cobertura para a fraude do vendedor, não sendo necessário iniciar uma ação contra o vendedor para utilização da apólice.

A especialista da Marsh explica que a demanda pelo seguro é fomentada, principalmente, pelo temor dos riscos desconhecidos e ocultos. O passivo oculto em alguns casos pode acabar sendo até maior que o valor do negócio. Atualmente, os envolvidos em negociações demostram muita preocupação com alterações que ocorrem em planos de benefícios previdenciários e de saúde, bem como reorganizações societárias que impliquem transferência de empregados, riscos regulatórios e ambientais, com legislações cada dia mais punitivas aos transgressores.

Em 2017, a procura por produtos de risco transacionais tradicionais e inovadores aumentou significativamente. A Marsh colocou mais de 700 apólices de seguro de risco transacional, um aumento de quase 28% em relação a 2016. Além disso, a Marsh atuou como consultora na estruturação de soluções mais criativas de risco transacional, incluindo seguro para tratados de dupla tributação, conformidade com novas legislações e riscos envolvendo planos de saúde.

Na América Latina, os investidores estrangeiros buscam coberturas para riscos transacionais, gestão de risco, due diligence e serviços pós aquisição. Ou seja, soluções que possam auxiliar na identificação de riscos, facilitar transações, proteger e maximizar o retorno do investimento para os acionistas.

Dependendo da jurisdição e do tipo de produto de seguro procurado, é possível obter mais de US$ 1 bilhão em limite disponível em uma única transação, informa Bruna. Globalmente, os preços para produtos transacionais de risco continuam em queda, como resultado do aumento significativo da concorrência entre seguradoras e resseguradoras. Em 2017, o preço médio caiu quase 13% em relação a 2016, em comparação com uma queda
de cerca de 2% em 2016, a partir de 2015.

A executiva da Marsh afirma que o seguro se torna mais competitivo comparado a garantias financeiras, caso despesas desconhecidas apareçam futuramente. As garantias ficam disponíveis para o comprador por um período de cinco anos e sua liberação, se necessária, pode gerar litígios que atrasam a transação. Por isso, a apólice se torna uma vantagem competitiva. Com a cobertura de seguro, a responsabilidade de cobrir tais eventos recai sobre o seguro, liberando a empresa da necessidade de alocar fundos para garantia financeira.

AIDA abordará novas tecnologias em congresso mundial no Rio

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Entre os dias 11 e 13 de outubro acontecerá, no Rio de Janeiro, a XV edição do Congresso Mundial da AIDA (Associação Internacional de Direito de Seguros). O evento, promovido a cada quatro anos, contará com palestrantes internacionais, reuniões com grupos de trabalho e temas atuais do mercado de direito do seguro e resseguro.

Robert Merkin e Kyriaki Noussia, professores de direito, abordarão as novas tecnologias em um dos painéis da programação. Robert Merkin comenta que temas como blockchain, big data e processamento e uso de informações pelas seguradoras tem sido buscados pelos principais especialistas no assunto em muitos países. “Nossa sessão apresentará os pontos de vista desses profissionais”, garante.

A mesa também discutirá o assunto sob o aspecto do seguro. “Iremos apresentar um relatório sobre a estrutura legal em segurança cibernética, embarcações autônomas e veículos, robôs e Inteligência Artificial em muitas jurisdições. Teremos uma visão detalhada da lei nesta área nos vários sistemas legais ao redor do mundo”, completa Kyriaki.

Além de novas tecnologias, o Congresso trará palestras de outros temas relevantes, como estipulações pré-contratuais e ciência das partes, governança de companhias seguradoras e o seguro poluição. “As pessoas podem esperar uma reunião de profissionais e acadêmicos de todas as partes do mundo”, explica Robert. “Será um congresso com todos os mais recentes desenvolvimentos globais em lei de seguro e resseguro”, conclui Kyriaki.

Acesse a programação completa e faça sua inscrição em: https://www.aidario2018.com.br/

Prudential do Brasil cresce 23% no primeiro semestre de 2018

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O volume total de prêmios da Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A, nos primeiros seis meses de 2018, atingiu R$ 985 milhões, sendo sua totalidade oriunda da comercialização de seguro de vida individual. O crescimento, em relação ao mesmo período do ano passado, foi de 23%. Os números foram aferidos com base nas práticas contábeis brasileiras BRGAAP (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles). Esse resultado representa um lucro líquido de mais de R$ 63 milhões, um aumento de 130% em relação ao semestre anterior.

A base de segurados da Prudential do Brasil manteve a trajetória ascendente verificada nos últimos anos, alcançando 403 mil contratos de seguro de vida individual em vigor até 30 de junho de 2018. Como consequência, também registrou um crescimento de 28% no capital segurado em vigor, chegando a mais de R$ 303,8 bilhões.

As reservas técnicas atingiram R$ 3,6 bilhões no primeiro semestre de 2018. As aplicações financeiras da Prudential do Brasil, no mesmo período, foram da ordem de R$ 4,1 bilhões, investidas exclusivamente no Brasil.

A vice-presidente financeira da Prudential do Brasil, Thereza Moreno, destaca a estabilidade da companhia: “A seguradora se mantém em uma elevação constante, com uma média de 31% de crescimento registrado na última década, resultado do trabalho e da dedicação de todos os colaboradores. Além do importante papel dos corretores franqueados e das empresas parceiras que levam a nossa proteção aos brasileiros”.

SulAmérica aplica iniciativas para garantir atendimento em situações catastróficas

sulamerica

A SulAmérica adota a Gestão de Continuidade do Negócio (GCN), estratégia que começou a ser desenvolvida pela companhia de forma pioneira em 2010 e que é constantemente ampliada. As grandes empresas têm incorporado e fortalecido a continuidade do negócio em suas agendas nos últimos anos. Por isso, na SulAmérica, há uma estrutura de crise que é acionada conforme o nível de gravidade do incidente – classificados em verde, amarelo e vermelho – para responder de forma rápida a qualquer tipo de interrupção.

Todos os incidentes são registrados – independente de envolverem queda ou pico de energia, queda da internet e telefonia ou greves, alagamentos, e qualquer impossibilidade de acesso aos escritórios e centrais de atendimento. As soluções também são acompanhadas e podem envolver até mesmo a orientação de home office para a equipe ou local alternativo de trabalho. Em casos mais críticos, o time de Gestão de Continuidade do Negócio é acionado, podendo envolver também o Comitê Operacional de Crise e o Comitê Executivo.

“A adoção de uma Gestão de Continuidade do Negócio é um diferencial de mercado, pois garantimos que o cliente será atendido sempre”, avalia o vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes. “Ele pode confiar que a companhia está preparada para lidar com dificuldades e crises diversas”.

Além de desenvolver os planos de GCN, a SulAmérica os testa duas vezes por ano e realiza treinamentos com seus colaboradores para que saibam como podem ser aplicados em suas respectivas áreas de atuação e tenham clareza sobre o seu papel no plano, podendo contribuir efetivamente. “As pessoas, os processos e os sistemas precisam estar alinhados para que mantenhamos níveis mínimos de serviços em caso de incidentes”, informa Antunes.

Transparência nas licitações: seguradoras apoiam

O Estadão informa que o Instituto Observ pretende criar uma plataforma online, aberta, que concentre os documentos das licitações de obras, traduza os requisitos do projeto e monitore os editais públicos. O projeto brasileiro teve sua primeira apresentação pública em Washington ontem. Em uma sala que acomodaria 30 pessoas no Brazil Institute do think tank Wilson Center, cerca de 50 curiosos acompanharam a apresentação. O projeto é tocado pelo Instituto Ethos, a empresa de tecnologia JusBrasil, a consultoria de estratégia global Albright Stonebridge Group e o escritório de advocacia Barros Pimentel, que pretendem criar até novembro o instituto. fundações com verba para investir em combate à corrupção e empresas de diversos setores, como seguradoras, demonstraram interesse em financiar o projeto.

Seguros: vendas estagnadas no acumulado do ano, até julho

Até julho deste ano, as vendas de seguros ficaram estáveis em relação ao mesmo período de 2017. Isso significa dizer zero de crescimento. Se considerarmos a inflação, de 4,48% acumulada nos últimos doze meses considerando julho passado, a crise chegou ao setor e os números mostram que as vendas estão encolhendo. Dados analisados pela consultoria Siscorp, com base nos dados estatísticos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), revelam que a arrecadação do setor totalizou R$ 117 bilhões, de janeiro a julho deste ano, considerando-se seguros gerais, de vida e VGBL (sem capitalização, PGBL e saúde).

O VGBL, que por anos puxou o crescimento do setor, segue amargando queda de 7% no acumulado dos sete primeiros meses do ano. DPVAT também recua 23%, decorrente da redução do preço do seguro determinada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Já riscos especiais, que contempla seguros sofisticados como de petróleo e nucleares, exibe alta de 108% no período analisado, para R$ 468 milhões. Segundo a corretora JLT, esse incremento vem do otimismo com a retomada do segmento de óleo e gás com o anúncio do lucro de R$ 6,9 bilhões da Petrobras e também pela arrecadação recorde na 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Vale ressaltar também a carteira de automóveis, que depois de quedas sucessivas, segue há três meses sinalizando melhora e exibe avanço de 5% até julho, para R$ 20,5 bilhões. Microsseguros, que ainda não rompeu a barreira dos R$ 100 milhões em prêmios, registrou avanço de 47%.

Outra novidade, além das vendas menores, é o braço segurador do Banco do Brasil, que assumiu a liderança do ranking elaborado pela Siscorp, mesmo com queda de 13% na arrecadação comparado a julho de 2017, com receitas de R$ 22,4 bilhões nos sete meses deste ano. O Bradesco vem em segundo, com R$ 20 bilhões. Em ambos, o VGBL tem uma grande participação: 77% e 64%, respectivamente.

Caixa, Prudential, Icatu, SulAmérica e Liberty registraram no período os maiores índices de crescimento. O avanço da Caixa vem Youse, a plataforma digital que se tornou uma das maiores anunciantes do setor no ano passado. Em jantar realizado com corretores em São Paulo nesta semana, a Prudential divulgou alta de 23% na totalidade de prêmios de seguros de vida individual no primeiro semestre ante um ano, rompendo a marca de R$ 1 bilhão. A Icatu cresceu 18% em seguro de vida, enquanto o mercado apresentou crescimento de 12% no primeiro semestre de 2018.

A SulAmérica registrou crescimento de 75% no volume de prêmios em novas contratações do seguro personalizado para lojas de cosméticos e perfumarias no acumulado do primeiro semestre de 2018, em comparação ao ano anterior. O setor de institutos de beleza e estética (salões, esmalterias, espaços de depilação etc.), que também conta com um seguro personalizado da SulAmérica, igualmente apresentou aumento de prêmio em contratações novas, ficando na casa de 25% no período acumulado de 2018 contra 2017.

“A personalização de produtos conforme as demandas dos clientes é uma estratégia da companhia que evidencia o trabalho constante de ouvir e atender diferentes perfis de negócio. O avanço dos números para estes segmentos mostra que estamos no caminho certo, sempre de olho nas tendências do mercado”, avalia o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri. “Este comportamento também demonstra maturidade por parte destes setores, em franco crescimento no país, já que contratar um seguro significa reconhecer a importância de proteger o patrimônio”, completa.

A Liberty tem comemorado a venda do seguro sob medida para automóveis, comercializado pela nova marca Aliro. As soluções da nova marca foram criadas para pessoas que buscam serviços mais simplificados e acessíveis: por isso o nome Aliro, que significa acesso em Esperanto, conhecida língua criada para comunicação internacional, informa a companhia.

Apesar das vendas menores, o lucro do seguro segue avançando.  Continue

FenaSaúde divulga vídeo explicativo sobre reajuste dos planos de saúde

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A FenaSaúde, Federação Nacional de Saúde Suplementar, lançou em seu canal do YouTube um vídeo explicativo sobre o reajuste nas mensalidades dos planos de saúde. O vídeo demonstra o funcionamento do fundo gerido pelas operadoras de planos de saúde, os diferentes fatores que influenciam o aumento nas mensalidades, e porque a inflação médica não segue o mesmo cálculo que os índices de inflação geral. “A nossa intenção é trazer informação aos beneficiários sobre os planos de saúde, e os vários fatores que influenciam o reajuste na mensalidade,” diz Sandro Leal, superintendente de Regulação da FenaSaúde.

O vídeo ilustra o impacto de diferentes procedimentos e serviços custeados pelas operadoras de planos de saúde. “Procedimentos mais sofisticados e com maior custo vêm sendo mais utilizados. Além disso, nem todo mundo tem problemas iguais” diz a narradora da animação. “O aumento da mensalidade ocorre para cobrir tudo isso. Conforme a população vive mais, os serviços dos planos de saúde também são mais acessados. Então é importante entender que três fatores afetam a estabilidade financeira do fundo: a frequência com que usamos nosso plano de saúde, a longevidade da população e o aumento no preço dos serviços, como consultas, exames e medicamentos.”

O vídeo ainda compara o índice da Variação do Custo Médico Hospitalar (VCMH) com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que representa o índice oficial da inflação. “Os planos de saúde cuidam de cerca de 47 milhões de brasileiros. Só no ano de 2017 foram gastos 150 bilhões de reais para garantir os cuidados de quase 1/4 da população. É fundamental que o reajuste acompanhe os custos. Se ele não acompanhar, a conta não vai fechar”, conclui o vídeo.