Marsh e Prevent Senior firmam parceria para comercializar planos de saúde

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A corretora de seguros e consultoria de riscos Marsh e a operadora de saúde Prevent Senior fecharam uma parceria para comercializar planos de assistência médica individual. Especialista em serviços de saúde, a Prevent Senior oferece planos individuais com atendimento na rede própria ou credenciada, composta por médicos, clínicas, hospitais e serviços auxiliares de diagnósticos, entre outros serviços de promoção à saúde.

“O diferencial deste plano, além dos serviços próprios da rede Prevent Senior, é o desconto de 50% na adesão. Além disso, há a comodidade de contratá-lo diretamente através do site do ClubMMB – www.clubmmb.com.br. Uma plataforma moderna e dinâmica com condições diferenciadas em relação às praticadas no mercado”, afirma Odete Queirós, Superintendente de Consumer da Marsh Brasil.

“O canal facilita o acesso a um produto sob medida e somos a primeira empresa a ofertar um plano de saúde no canal totalmente digital. Após a aquisição pela plataforma Club MMB temos toda uma equipe preparada para atendimento e suporte aos beneficiários”, complementa o executivo.

A executiva da Marsh diz que a parceria também proporciona uma oportunidade para o colaborador contratar uma assistência médica para cônjuges, pais ou outros familiares pois, o ClubMMB é um benefício já oferecido por muitos RHs de empresas parceiras da Marsh. “Muitos funcionários já adquirem produtos e serviços exclusivos como planos de previdência complementar, seguros auto, residencial, viagem, portátil, PET e bike na plataforma ClubMMB”, explica.

A rede própria da Prevent Senior é composta pelos núcleos de Medicina Avançada, Núcleos especializados em Cardiologia, Dermatologia, Oftalmologia, Oncologia/ Hematologia, Ortopedia/Traumatologia e Reabilitação; Prevent Senior Medicina Diagnóstica e rede hospitalar Sancta Maggiore.

O plano de saúde da Prevent Senior atende as principais necessidades dos consumidores. Atualmente, a assistência médica é o terceiro maior desejo do brasileiro e a principal razão disso é a qualidade do atendimento, tanto dos médicos quanto dos hospitais, de acordo com levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). “O plano da Prevent Senior médica atende esse público que deseja ter um serviço de saúde com preço acessível e coberturas adequadas para os cuidados da saúde”, diz.

Liberty lança Academia Digital para treinar o corretor com imersão no Facebook

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Atenta à tendência de digitalização e dedicada a ajudar os corretores parceiros a crescerem seus negócios, a Liberty Seguros acaba de lançar um formato de treinamento inovador para esse público: a Liberty Academia Digital, que conta com importantes insights do time de atendimento do Facebook no Brasil e tem como principal objetivo habilitar os corretores a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

A Liberty Academia Digital consiste em um treinamento digital por meio de vídeo-aulas baseada no conceito de gamificação e com foco na experiência de vender seguros. O treinamento atende aos mais diferentes perfis de corretores: aos que tem pouco conhecimento em mídias sociais, aos que possuem algum conhecimento, mas que não sabem como criar conteúdo e aos que já produzem conteúdos, mas que não sabem como otimizar seus resultados.

As aulas serão divididas em três módulos: o Módulo 1, que pode ser acessado por qualquer profissional do Brasil e estará disponível na página do Programa Conexão no Facebook; o Módulo 2 e o Módulo 3, que só poderão ser acessados se o corretor for parceiro da Liberty Seguros, por meio da plataforma de treinamento da seguradora. Caso o profissional inicie o treinamento e ainda não seja parceiro, pode facilmente tornar-se um por meio do site da Liberty Seguros.

Ao final do Módulo 3, o Facebook receberá em sua sede, em São Paulo, um grupo de corretores para uma verdadeira imersão em suas plataformas – Facebook e Instagram. Além disso, os corretores que concluírem o curso contarão com um consultor digital, que estará à disposição, via Facebook Messenger, para orientar e tirar as principais dúvidas, garantindo que os principais objetivos das campanhas de mídia sejam alcançados.

“Acreditamos muito no valor dos corretores e queremos que nossos parceiros desenvolvam seu negócio, e cresçam com a Liberty. Apoiar o corretor para ingressar no mundo digital e utilizar o online a seu favor é um tema muito importante para nós. Desde 2015, a Liberty investe em treinamentos de mídias sociais para captação e fidelização de clientes. A Academia Digital reúne três anos de feedback dos nossos parceiros, além de incentivos para nossos corretores desenvolverem suas campanhas nas mídias sociais gerando resultados para o seu negócio” comenta Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.

A ação foi cocriada junto à CuboCC, que lidera a comunicação digital e de performance da Liberty Seguros.

Prêmio de Inovação em Seguros da CNseg recebe inscrições até 28 de setembro

A Confederação das Seguradoras (CNseg) informa que as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros podem ser realizadas, gratuitamente, até o próximo dia 28 de setembro, pelo site: www.premioseguro.com.br.

Os interessados poderão inscrever projetos em três categorias – Produtos e Serviços; Processos e Tecnologia; e Comunicação. Quinze trabalhos serão classificados para a etapa final do Prêmio – cinco em cada categoria –, que serão divulgados em 16 de novembro. Na sequência, de 27 a 29 de novembro, os autores finalistas farão a defesa oral dos projetos à comissão julgadora. Serão oferecidos aos vencedores prêmios em solenidade a ser realizada em 19 de dezembro, no Copacabana Palace Hotel.

Alguns passos devem ser observados pelos participantes do concurso da CNseg para ter o projeto mais bem-avaliado pelos jurados. O mais importante deles é a estrutura indicada na apresentação do projeto, que deve conter entre 9 e 14 páginas e ser dividido em três seções: elementos pré-textuais, plano de negócios e anexos. Outra dica é oferecer um tema de real interesse do setor de seguros, com alto potencial de inovação e relevância para o modelo de negócio.

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

O Prêmio, criado em 2011 pela CNseg, está em sua oitava edição e avalia a inovação dos projetos, sua relevância para o negócio e implantação, entre outras métricas. Todos os anos, a iniciativa reúne cases alinhados com o que há de mais avançado nas práticas das seguradoras e dos demais players que valorizam o potencial empreendedor de seus colaboradores e, em última instância, beneficiam os consumidores. Desde o lançamento, o Prêmio já reuniu mais de 450 projetos. Na edição de 2017 foram inscritos 89 projetos inovadores, envolvendo 255 profissionais do mercado.

A escolha do nome do empresário Antonio Carlos de Almeida Braga tem a ver com seu espírito inovador e visionário do mercado segurador do País. Além de investir em novas modalidades de seguros, ele aperfeiçoou o atendimento ao cliente, incentivou a capacitação por meio da contratação de profissionais de áreas distintas e foi o primeiro a distribuir produtos de seguros por meio da rede bancária.

Renato Rodrigues assume novas funções com integração da XL na AXA

Renato Rodrigues, da XL, assume o cargo de Deputy CEO da AXA no Brasil e passa a integrar o Comitê Executivo da empresa. Para ele, a integração entre as empresas será estimulante. “Estou muito contente em integrar ao time AXA. Com a união das duas empresas, somada à força global da marca, teremos uma operação ainda mais robusta e sustentável, com uma oferta excelente de produtos e serviços para as empresas no Brasil”, afirma.

O cargo “Deputy” que além de responsável pela divisão de Grades Riscos e Riscos Especiais (AXA XL) também será sua responsabilidade toda a carteira de riscos corporativos (middle market e SME) que fazem parte da divisão de General Insurance do grupo.

O anúncio sobre o novo posto de Rodrigues faz parta do processo de integração com o Grupo XL foi concluído, formando a nova divisão AXA XL, composta pela AXA Corporate Solutions, a AXA MATRIX Risk Consultants e a AXA Art e as operações de seguro e resseguro da XL.

Segundo nota da AXA, a partir de hoje inicia também a integração da XL à AXA Brasil, mesmo que em nível local o processo ainda esteja sob análise da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Delphine Maisonneuve, CEO da operação no Brasil comenta: “Estamos construindo um novo capítulo da AXA no Brasil e a integração com a XL vai acelerar nosso crescimento, trazendo novas oportunidades de negócios em Grandes Riscos e Specialties. Além disso, a XL tem uma equipe de altíssimo nível que, certamente, vai contribuir para atingirmos nossa ambição, de estar entre as maiores seguradoras do mercado brasileiro”, afirma Maisonneuve, que na próxima quarta-feira uma coletiva com a imprensa para detalhar o processo.

CESVI BRASIL é referência em sustentabilidade em veículos salvados

Com um sistema diferenciado para gerenciamento de resíduos sólidos (GRS) em pátio de veículos salvados, o CESVI Brasil/Mapfre (Centro de Experimentação e Segurança Viária) acaba de vencer o Prêmio AEA de Meio Ambiente, na categoria “Responsabilidade Ambiental”, ficando à frente de projetos apresentados por empresas como Volvo do Brasil e Fiat, segundo e terceiro colocados respectivamente.

O pátio de salvados é o destino de veículos classificados pelas seguradoras como “indenização integral”, quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro alcançam porcentagem próxima do valor contratado, até irem a leilão. No local, os automóveis passam por uma limpeza, quando são retirados os resíduos, e são preparados para a venda.

Inaugurado em 2015, em Caçapava (SP), o pátio de veículos salvados do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, administrado pelo CESVI, foi todo pensado para atender a requisitos de sustentabilidade, respeitando as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, implantada pela Lei Federal 12.305, e as legislações relativas ao descarte correto de materiais.

“As empresas precisam cada vez mais ser eficientes e estarem atentas ao impacto ambiental de suas atividades. Existem normas e leis que exigem que os detritos provenientes do trato dos veículos salvados sejam gerenciados em todo o processo e, para termos controle absoluto de todas as etapas, criamos um SGR (Sistema de gerenciamento de Resíduos), que se tornou referência no mercado”, afirma Emerson Feliciano, superintendente técnico do CESVI Brasil/Mapfre.

Quando o veículo chega ao pátio, ele é vistoriado e limpo, antes de ir para estoque. A infraestrutura do local conta com área específica para armazenagem dos resíduos retirados, que são classificados em dois tipos: perigosos – como materiais infectantes, óleo lubrificante, pilhas e baterias, lâmpadas e sucatas eletrônicas – e não-perigosos – que pode ser, por exemplo, metais, plásticos, vidros, papeis e papelões.

Todos os 60 colaboradores – diretos e terceiros – que atuam no Pátio de Salvados são capacitados sobre gestão e descarte correto de materiais, além de receberem constantes atualizações sobre o tema.

Um software faz a leitura do cenário e aponta a legislação aplicável, além de quais ações deverão ser tomadas. O recurso tecnológico foi adotado para facilitar o sistema de gestão ambiental, que precisa de agilidade para acompanhar as mudanças na lei e ajustar processos. Os resíduos recolhidos são, então, acondicionados de forma a evitar riscos de contaminação ou acidentes.

Depois disso, são coletados por empresas licenciadas. Todo o processo é acompanhado de perto pelo CESVI para garantir que esses materiais não acabem em lixões ou contaminando solos ou lençóis freáticos, por exemplo. “Em muitos casos, é possível reaproveitar ou reciclar os componentes”, afirma Feliciano.

Desde que o sistema foi implantado, o trabalho de gerenciamento de resíduos tem apresentado resultados positivos. Para se ter ideia, de maio de 2017 a abril deste ano, 118 toneladas de materiais foram descartadas de forma correta, sendo 99 toneladas direcionadas à reciclagem, e 1,3 mil litros de combustíveis (etanol e gasolina) foram retirados dos veículos e reaproveitados.

A partir do sucesso do projeto, o CESVI desenvolveu um manual interno de gerenciamento de resíduos para orientar os colaboradores do pátio de veículos salvados sobre os requisitos legais, as orientações e as boas práticas do mercado.

Benefícios: pesquisa da Willis Towers Watson revela desafios

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A consultora e corretora Willis Towers Watson acaba de divulgar pesquisa Benefits Trend Survey, uma projeção da visão do empregador versus empregado em relação aos benefícios até 2019. O estudo revela que 80% das companhias brasileiras acreditam que os custos dos benefícios são uma fonte de preocupação. Em relação à América Latina, as companhias brasileiras parecem mais pessimistas quanto aos custos. Ao menos 84% delas afirmam que até 2020 o aumento do custo do benefício será um desafio, contra 68% na América Latina. O estudo entrevistou 1.103 instituições na América Latina, sendo 356 companhias brasileiras.

Suporte financeiro insuficiente para fazer as mudanças necessárias e o impacto das mudanças regulatórias são os desafios que aparecem na sequência, respectivamente com 57% e 39%.

Quando questionadas sobe quais as alternativas para gerenciar recursos, 85% das companhias falam de redesenhar os benefícios, enquanto 84% acreditam que é necessário melhorar o comportamento dos empregados em relação ao seu pacote de benefícios.

Para Renné Ballo, Consultor de Saúde e Benefícios, o crescimento do custo dos benefícios pode ser considerado um dos grandes desafios para as empresas nos próximos anos. “O clima da organização potencializa o resultado, porém as empresas estão atentas em relação aos sinistros gerados pela assistência médica”.

Flexibilização dos benefícios – Quando se trata da flexibilização dos benefícios, o estudo apontou que 53% dos funcionários avaliam que o seu atual pacote de benefícios não é o ideal enquanto 66% dos empregadores acreditam que a medida promoveria a compreensão/valorização dos benefícios, pois os funcionários saberiam a quantia disposta pela empresa e promoveria uma gestão mais transparente. Entretanto, o especialista da Willis Towers Watson afirma que há diferença entre ser flexível nos benefícios e adotar uma política de benefícios flexíveis tal como se conhece hoje, que pode gerar mais ônus ainda às empresas.

De acordo com Felinto Sernache, líder de Consultoria e Soluções em Previdência para a América Latina, um dos obstáculos para o crescimento do programa de benefícios é o fato dos funcionários terem medo de se exporem como parte de grupos de riscos. “Há muito receio por parte dos funcionários, que temem perder seus empregos caso sejam vistos como potenciais usuários de assistência médica em excesso, por exemplo”.

SulAmérica agora integra o Índice Dow Jones de Sustentabilidade

A SulAmérica Seguros é a única seguradora independente latino-americana a integrar o índice Dow Jones de Sustentabilidade. A conquista veio após 802 companhias ao redor do mundo terem sido convidadas a participar, sendo apenas 24 companhias de seguros de mercados emergentes, e somente a SulAmérica foi a empresa brasileira adicionada ao índice este ano.

O Índice Dow Jones de Sustentabilidade (Dow Jones Sustainability Indices – DJSI) foi lançado em 1999 com o objetivo de listar empresas comprometidas com as questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG). A seleção das companhias é feita a partir de um amplo questionário centrado na proposta de geração de valor de longo prazo, a partir de práticas de gestão ASG e relacionamento com seus stakeholders. O DJSI adota a metodologia conhecida como “best in class”, que seleciona as empresas com o melhor desempenho em cada um dos setores econômicos.

“É a primeira vez que concorremos ao índice e foi com muita satisfação que recebemos esse reconhecimento. Ele evidencia as decisões acertadas e ações consistentes para a integração da sustentabilidade à nossa agenda estratégica, com intensa participação dos Comitês Executivo e de Sustentabilidade”, declara Patrícia Coimbra, diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da seguradora.

O Índice Dow Jones de Sustentabilidade é considerado a maior referência de integração da sustentabilidade à estratégia de negócios das empresas, além de servir como um direcionador para uma série de investidores institucionais.

Universidade da Líder ganha novas funcionalidades e cursos

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A Universidade Corporativa da Seguradora Líder (UniLíder) completa dois anos com novidades. A plataforma de educação ganhou mais de 10 novos cursos e recursos inéditos. A partir de agora, os usuários contarão com um catálogo mais amplo de áreas de conhecimento, além de uma ferramenta mais interativa. Uma das novidades é o sistema de gamificação, em que cada curso concluído valerá pontos e badgets. Criada em 2016, a UniLíder é uma importante ferramenta para a qualificação dos colaboradores da Seguradora Líder, garantindo que todos tenham conhecimento aprofundado sobre o Seguro DPVAT e as principais tendências do mercado de trabalho.

Entre as novidades está a segmentação de cursos por coleções e trilhas de aprendizagem, permitindo que as aulas sejam organizadas de acordo com a sua natureza e associadas a cada um dos valores da companhia. A Essência Líder, por exemplo, oferece treinamentos sobre o seguro, principalmente para novos funcionários. Há ainda as coleções Protagonismo Líder, com conteúdos voltados para o desenvolvimento de competências comportamentais, e Atitude Líder, focada em temas para a gestão de pessoas. Outro destaque da nova UniLíder são os fóruns para estimular a troca de conhecimento entre todos os times da Seguradora.

“Queremos que os nossos profissionais aprofundem seus conhecimentos, mergulhem em novos aprendizados e busquem novas habilidades. O resultado final dos cursos da UniLíder estará em profissionais periodicamente treinados e muito qualificados sobre todos os aspectos do Seguro DPVAT”, afirma Ismar Tôrres, diretor-presidente da Seguradora Líder.

No total, são mais de 33 cursos, abordando temas que fazem parte do trabalho realizado pela Seguradora Líder, como combate às fraudes e segurança da informação. Com as aulas, a equipe também têm a oportunidade de planejar sua carreira e formação. Em breve, será possível acessar a UniLíder dos smartphones, facilitando e dando mobilidade aos treinamentos.

Somente em 2017, a UniLíder registrou 10.807 participações em treinamentos online. A criação de universidades corporativas é uma tendência entre as companhias brasileiras. Dados divulgados no ano passado pela consultoria Deloitte indicam que o número de empresas que têm universidades cresceu 42%, entre 2014 a 2016.

Resseguro movimenta R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2018

Relatório divulgado pela Terra Brasis Resseguros revela que no primeiro semestre de 2018, o volume de resseguro cedido pelas seguradoras brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 5,6 bilhões, um aumento de 3,6% em comparação aos R$ 5,4 bilhões do mesmo período de 2017. Deste volume, R$ 4,1 bilhões (73% do total) foi colocado em resseguradoras locais, um crescimento de 0,8%.

O estudo, que está em uma versão prévia, destaca que as resseguradoras locais também aceitaram riscos do exterior (bruto de comissão) estimados em R$ 1,3 bilhão contra R$ 1,06 bilhão no mesmo período do ano anterior, alta de 30,3%. O resseguro emitido pelas resseguradoras locais (bruto de comissão), considerando negócios domésticos e do exterior, foi de R$ 5,5 bilhões, um crescimento de 10,2% ante o período anterior.

A sinistralidade bruta das resseguradoras locais permaneceu estável em relação ao mesmo período de 2017, em 61%. O Combined Ratio ficou em 89%, uma melhora em comparação aos 95% apresentados no ano passado.

Fusões e aquisições movimentam especialistas em seguros

As seguradoras estão de olho nos dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que representa as instituições do mercado de capitais brasileiro. No primeiro semestre de 2018 movimentou R$ 84 bilhões em operações de fusões e aquisições, o maior desde 2010 para o período. Ao todo, foram 43 negociações. A maior delas foi a compra da Fibria pela Suzano, que movimentou R$ 47,7 bilhões. A compra da Eletropaulo pela Enel foi a segunda em valor, com R$ 7,5 bilhões. A terceira foi a compra da Somos Educação pela Kroton, com R$ 5,4 bilhões.

Bruna Reis, líder da prática de fusões e aquisições da Marsh Brasil, comenta que a maior demanda é para risco transacional, com coberturas que ajudam a mitigar riscos que possam ameaçar os negócios. O seguro protege os participantes de litígios surgidos após o fechamento da operação. No ano passado, o número de apólices contratadas cresceu 38% em relação a 2016, ultrapassando a marca de US$ 20 bilhões no mundo, segundo estudo da Marsh. Não há dados estatísticos sobre a venda deste seguro no Brasil, mas o produto está presente em boa parte das negociações de M&A.

Boa parte das negociações conta com um seguro para riscos específicos. Flavio Sá, executivo da AIG, informa que a apólice de seguros de fusões e aquisições, também conhecida por Representations & Warranties Insurance (R&W), é contratada pelo comprador e oferece cobertura para as perdas financeiras resultantes de infrações às representações e garantias dadas pelo vendedor no contrato de compra e venda. A cobertura é exclusiva para os passivos ocultos, ou seja, aquele passivo não mencionado, não conhecido e não esperado, durante o processo de due diligence.

De acordo com o estudo global divulgado pela AIG Seguros com cerca de 1 mil apólices vendidas entre 2011 e 2015, dentre os principais tipos de situações reportadas que solicitaram indenização estão as demonstrações financeiras (20%), seguido pela conformidade com legislação (15%), contratos relevantes (14%), situações tributárias (14%), propriedade intelectual (8%), relações trabalhistas (8%) entre outras.

No cenário brasileiro a expectativa é que riscos tributários, ambientais e relacionados aos demonstrativos financeiros representem a maior parcela dos casos. Outra característica dessa solução é a cobertura para a fraude do vendedor, não sendo necessário iniciar uma ação contra o vendedor para utilização da apólice.

A especialista da Marsh explica que a demanda pelo seguro é fomentada, principalmente, pelo temor dos riscos desconhecidos e ocultos. O passivo oculto em alguns casos pode acabar sendo até maior que o valor do negócio. Atualmente, os envolvidos em negociações demostram muita preocupação com alterações que ocorrem em planos de benefícios previdenciários e de saúde, bem como reorganizações societárias que impliquem transferência de empregados, riscos regulatórios e ambientais, com legislações cada dia mais punitivas aos transgressores.

Em 2017, a procura por produtos de risco transacionais tradicionais e inovadores aumentou significativamente. A Marsh colocou mais de 700 apólices de seguro de risco transacional, um aumento de quase 28% em relação a 2016. Além disso, a Marsh atuou como consultora na estruturação de soluções mais criativas de risco transacional, incluindo seguro para tratados de dupla tributação, conformidade com novas legislações e riscos envolvendo planos de saúde.

Na América Latina, os investidores estrangeiros buscam coberturas para riscos transacionais, gestão de risco, due diligence e serviços pós aquisição. Ou seja, soluções que possam auxiliar na identificação de riscos, facilitar transações, proteger e maximizar o retorno do investimento para os acionistas.

Dependendo da jurisdição e do tipo de produto de seguro procurado, é possível obter mais de US$ 1 bilhão em limite disponível em uma única transação, informa Bruna. Globalmente, os preços para produtos transacionais de risco continuam em queda, como resultado do aumento significativo da concorrência entre seguradoras e resseguradoras. Em 2017, o preço médio caiu quase 13% em relação a 2016, em comparação com uma queda
de cerca de 2% em 2016, a partir de 2015.

A executiva da Marsh afirma que o seguro se torna mais competitivo comparado a garantias financeiras, caso despesas desconhecidas apareçam futuramente. As garantias ficam disponíveis para o comprador por um período de cinco anos e sua liberação, se necessária, pode gerar litígios que atrasam a transação. Por isso, a apólice se torna uma vantagem competitiva. Com a cobertura de seguro, a responsabilidade de cobrir tais eventos recai sobre o seguro, liberando a empresa da necessidade de alocar fundos para garantia financeira.