Zurich registra avanço nas vendas mundiais até setembro

O grupo Zurich registrou crescimento nas vendas de janeiro a setembro deste ano, sendo de 2% nos prêmios de seguros gerais, para US$ 25,87 bilhões, e de 3% em vida, para US$ 3,57 bilhões. A Farmers registrou prêmios de US$ 15,5 bilhões no período, alta de 2%. O grupo confirmou suas metas financeiras nesta quinta-feira, apesar do impacto das perdas maiores do que o esperado por catástrofes naturais. Na América Latina, os prêmios brutos emitidos aumentaram 7%, impulsionados pelos negócios de varejo no Brasil e na Argentina.

“Estamos satisfeitos com o desenvolvimento de nossos negócios nos primeiros nove meses do ano e estamos no caminho certo para alcançar nossas metas financeiras de 2017-2019”, disse o diretor financeiro, George Quinn, em um comunicado distribuído à imprensa. “A vida continua a ter um desempenho muito forte, enquanto os Farmers Exchanges2 estão vendo um bom momento nas principais métricas dos clientes e na lucratividade subjacente. Em Property & Casualty continuamos a nos concentrar na rentabilidade sobre os volumes no que continua sendo um ambiente desafiador. Também continuamos a executar nossa estratégia com a anunciada aquisição da Adira Insurance na Indonésia e a integração dos negócios adquiridos da QBE na América Latina. ”

O grupo não divulga números do lucro de nove meses, mas disse que as perdas climáticas e catástrofes naturais estavam um pouco acima dos níveis esperados. Esperava perdas de aproximadamente US$ 175 milhões do furacão Michael no quarto trimestre.

O grupo também informou que entrou em um acordo para vender a Zurich Seguros S.A. na Venezuela, da qual espera ver um ajuste negativo de conversão de moeda de cerca de US$ 258 milhões.

As seguradoras em todo o mundo vêm reestruturando seus negócios para lidar com pressões competitivas e regulatórias, incluindo pressões de preços e as perdas recordes de desastres naturais do ano passado.

Grupo Mapfre lucra 529 milhões de euros até setembro

O lucro líquido da Mapfre nos primeiros nove meses deste ano totalizou 529 milhões de euros, valor que representa um aumento de 18,9% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi afetado pelas reivindicações catástrofes excepcionais. As receitas, por sua vez, situaram-se em 20.297 milhões de euros (-4,7%) e os prêmios em 17.219 milhões de euros (-4,3%). O grupo cita em nota divulgada que considera o resultado forte diante de um contexto complicado pela forte depreciação das moedas dos países em que opera (24,5% da lira turca, 17,5% do real brasileiro, 7,6 % do peso mexicano, 6,1% da moeda peruano, 5,6% do dólar, entre outros) e a queda do retorno financeiro, como resultado da baixa taxa de juros. A uma taxa de câmbio constante, as receitas teriam crescido 1,4% e os prêmios 2,2%, destaca. No Brasil, o grupo destaca premios de 2,9 bilhões de euros no final de setembro, 13,4% a menos. Essa redução reflete a desvalorização do real, uma vez que os prêmios em moeda local cresceram 5%, impulsionados pelos negócios de seguros gerais (+ 3%) e de seguro de vida (+ 10%).

Wady Cury assume novas funções na BB Seguros

Wady Cury, que esteve a frente da operação de seguro rural por anos no grupo BB Mapfre, agora assume a área de seguros residencial, empresarial e PME com faturamento de até R$ 15 milhões. Paulo Hora assume rural. ”Boa parte do público que vou atender não compra seguro por inúmeras razões, entre elas porque ninguém oferta o produto para ele. Nós precisamos entender a cadeia de valor do habitante da casa para ofertar produtos que despertem o interesse”, disse Wady ao blog Sonho Seguro.

A estratégia que será adotada em sua gestão foi batizada por ele de “PG”, que significa Porta Giratória. Onde tenho porta giratória que trava meu relacionamento com o cliente. O foco é criar fluidez, mesmo tendo segurança. “Como diz a Bíblia: orai e vigiai. Precisamos confiar no relacionamento, como faz o Uber quanto contrata um motorista e o passageiro. O aplicativo de aluguel de imóveis Airbnb também. O investidor aluga um apartamento para quem não conhece e recebe essa pessoa na sua casa em travas. É isso que queremos fazer”, disse ele durante o intervalo das palestras do Insurance Meeting, evento realizado pela CNseg, em São Paulo, nos dias 7 e 8 de novembro.

Um exemplo citado pelo executivo é a atual apólice de residência, que exclui equipamentos de trabalho. “Há 15 anos isso poderia fazer sentido. Hoje não mais, pois boa parte da população trabalha em casa”, citou. Segundo ele, todos os processos passarão por um pente fino e certamente isso acarretará num crescimento significativo das vendas.

Renovação constante é o lema de Roberto Barroso, presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder

Fonte: Boletim da Seguradora Líder

O Seguro DPVAT é um direito de mais de 208 milhões de brasileiros, mesmo sem apuração de culpa, constituindo um instrumento de proteção social singular. Construir um modelo de gestão eficiente e sustentável para esse seguro, que garanta o cumprimento de seu papel de forma transparente, ágil e eficaz, é uma tarefa desafiadora e um dos compromissos da atual administração da Seguradora Líder. Com o objetivo de comentar as medidas em curso para o aperfeiçoamento do Seguro de Acidente de Trânsito, convidamos o presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder, Roberto Barroso, para uma entrevista exclusiva nesta edição da newsletter “Seguradora Líder Informa”. Confira:

Qual a percepção da Presidência do Conselho de Administração sobre o atual momento da Seguradora Líder?

A Seguradora Líder é uma empresa privada e, como todas, precisa estar, permanentemente, se renovando. A atual diretoria, liderada pelo presidente Ismar Tôrres, vem investindo nessas mudanças, com foco especial no combate à fraudes, com uso intensivo de tecnologia. Todos os procedimentos e contratos estão sendo revistos, buscando colocar a Seguradora Líder em um patamar adequado de eficiência operacional. A internalização de processos considerados estratégicos – que, desde o início das operações da Líder estavam sob a responsabilidade de terceiros e, agora, estão sob o comando de equipes próprias – apresentam resultados visíveis.

Impressiona-me, particularmente, a competência e a capacidade de trabalho dos atuais executivos e gestores da Seguradora Líder. Temos um time mais do que adequado ao atual momento de transformação da Seguradora Líder.

Quais as principais diretrizes do Conselho de Administração para a Diretoria da Seguradora Líder?

As principais diretrizes estão inseridas no Planejamento Estratégico, guia básico de direção não só para a Diretoria, mas para todos os que trabalham na Seguradora Líder. Aqui, gostaria de destacar a necessidade de melhorarmos muito a nossa atenção para com as vítimas de acidentes de trânsito. Não há como falarmos em avanços, se não houver percepção de melhoria no atendimento às vítimas de acidentes de trânsito, causados por veículos automotores.

Em seguida, precisamos buscar, incessantemente, a eficiência operacional, mediante correta alocação de recursos. Gastar mais com os “bons gastos”, que nos ajudem a bem cumprir o nosso objeto social, reduzindo, ou mesmo eliminando, os “maus gastos”, não necessários para execução de nossas atividades.

Como você avalia as mudanças introduzidas pela Seguradora Líder nesses dois pontos: melhoria do atendimento ao cliente e busca constante pela eficiência operacional?

Entendo que os avanços conquistados no aumento da eficiência operacional pela diretoria da Líder, seus superintendentes, gerentes e demais colaboradores são fantásticos. A recente criação da área de Controladoria deu materialidade a essa eficiência, a partir da produção de indicadores que permitem aos gestores da Seguradora ter visão cristalina do que ocorre em todas as relações da companhia, adotando as medidas corretivas de forma focada e tempestiva. A revisão de contratos e formas de relacionamento com fornecedores também vem produzindo importante redução de custos, que permitem à Seguradora Líder melhor investir na consecução de seus objetivos estratégicos.

Já no campo da melhoria do atendimento ao cliente, precisamos avançar ainda muito. As bases para isso estão sendo fundadas pela atual Dire toria: simplificação na exigência de documentos; digitalização; emprego de inteligência artificial no combate às fraudes; melhor entendimento entre as seguradoras integrantes do Consórcio DPVAT; revisão de processos internos, entre outras modificações. Infelizmente, o tempo de maturação dessas mudanças é longo. Acredito que, a partir do início do próximo ano, esses resultados se materializarão, com maior efetividade no atendimento às vítimas de acidentes de trânsito, causados por veículos automotores.

Você gostaria de deixar uma mensagem final aos leitores de nosso Informativo?

Muito vem sendo feito para melhorar a atuação da Seguradora Líder, parte importante, mas não única, do Sistema DPVAT. Sabemos que há muito mais por ser feito do que o já foi feito. Com o apoio recebido de todos vocês e a partir de estudo de benchmarking realizado em 36 países, com apoio de renomada Consultoria Externa, temos já identificadas as principais mudanças que precisam ser feitas no sistema, em todos os níveis (Legislativo, Conselho Nacional de Seguros Privados, SUSEP, Seguradora Líder e Seguradoras Consorciadas). Precisamos do apoio de todos nessa empreitada. Temos, no Brasil, um seguro muito bem idealizado de cobertura às vítimas de acidentes de trânsito, mas que, como tudo, precisa ser atualizado e aprimorado.

Corretora It’sSeg Company compra carteira da LP Corretora

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A It´sSeg Company, uma das maiores corretoras de seguros do país, especializada na gestão de benefícios e seguros de ramos elementares, fechou contrato para compra da carteira da LP Corretora. Este é a sétima aquisição realizada pela It’sSeg desde que a companhia foi criada em 2014 pelo executivo Thomaz Menezes, ex-presidente da SulAmérica Seguros, em sociedade com fundo inglês Actis.

A LP Corretora tem 180 clientes, mais de 12 mil vidas sob gestão e registrou R$ 40 milhões em prêmios em 2017. A carteira será incorporada ao longo do próximo ano. O sócio da corretora, Artur Pesce, se integrará ao time de associados da It´sSeg Partners. “Seguimos na posição de consolidadores de mercado para construir uma operação robusta e diferenciada na gestão de carteiras de benefícios corporativas, oferecendo consultoria e oportunidades de redução de custos com seguros para grandes e médias empresas”, diz Menezes, CEO e sócio fundador do grupo.

Com a integração, a It´sSeg passa a gerenciar 770 mil vidas e uma carteira com 900 clientes corporativos e mais de 20 mil CNPJs ativos no segmento de PMEs. Em 2017, a companhia bateu a marca de R$ 1,8 bilhão em prêmios administrados e este ano deve superar R$ 2 bilhões em prêmios no mercado brasileiro. Cerca de 80% dos negócios da companhia estão concentrados em seguro saúde.

Menezes tem longa história no setor. Além de presidir a SulAmérica Seguros, entre 2010 e 2013, o executivo foi por mais de 20 anos presidente da corretora norte americana Marsh, responsável pelas operações no Brasil e na América Latina e Caribe. O fundo inglês Actis, sócio da operação, tem mais de US$ 9 bilhões de ativos sob gestão globalmente. A estratégia da It´sSeg tem sido a de comprar empresas de alta reputação com atuação principalmente no nicho de benefícios e gestão de risco para a atender à demanda de empresas por redução de custos com seguro saúde, hoje o segundo maior custo das organizações após a folha de pagamentos.

Marsh realiza festa beneficente em prol de instituição de educação infantil

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A Marsh & McLennan Companies (MMC) promove nesta quinta-feira, 8 de novembro, a tradicional festa beneficente do Centro de Educação Infantil (CEI) Vila Cisper II. O evento tem como principal objetivo a arrecadação de fundos para a instituição, que oferece educação de qualidade para mais de 150 crianças, com idade de 0 a 4 anos, de famílias com condições socioeconômicas desfavoráveis.

Cerca de 400 pessoas, entre colaboradores do grupo MMC, parceiros, seguradoras, reguladoras de sinistros e escritórios de advocacia, participam da festa que acontece, a partir das 19h, no Villa Bisutti Tenerife, em São Paulo. Todo ano os funcionários da companhia realizam diversas iniciativas de voluntariado em prol da instituição como doações de brinquedos, mutirões para pintura, ações de jardinagem entre outras atividades. Os familiares das crianças também têm oportunidade de participar constantemente de atividades realizadas no CEI.

Fundada em 2001 pela Associação dos Funcionários do Grupo MMC, responsável atualmente pela administração da entidade, o Centro de Educação Infantil conta com profissionais qualificados que oferecem diariamente às crianças orientação e educação por meio de atividades pedagógicas e educacionais. A MMC acredita que através de atividades pedagógicas e educacionais é possível proporcionar um amadurecimento cognitivo das crianças e auxiliar na construção de sua identidade social.

A Marsh & McLennan Companies agradece os patrocinadores ouro, prata e bronze do evento: AIG, Careplus, Fairfax, Liberty Seguros, Sompo, Starr Seguradora, Tokio Marine, Allianz Seguros, Axa, Bradesco Seguros, HDI Global, Mapfre, Sura, Zurich, Argo Seguros, BMG Seguros, Chubb, Fator Seguradora, Intermédica, JMalucelli Seguradora, Mitsui, RTS International Loss Adjusters, Serra e Company, Santos Bevilaqua, SulAmérica, Swiss Re, Travelers e XL Catlin.

Cidades inteligentes abrem novas oportunidades para setor de seguros

Fonte: Kelly Lubiato – Revista Apólice

A transformação das metrópoles em cidades inteligentes é uma realidade que vai tomando forma aos poucos. Renato de Castro, especialista deste tema da SmartUp, vê com entusiasmo as mudanças e afirmou que o mercado de seguros será um dos setores mais impactados por esta atualização. Sua palestra aconteceu no 12º Insurance Service Meeting, promovido pela CNseg, em São Paulo.

A 4ª Revolução Industrial será a mais importante de todos os tempos. Tudo pode ser visto como uma nova oportunidade de negócios, segundo o especialista. Para isso, ele apresentou alguns dados. Em 2030, 70% de toda a população mundial estará em zonas urbanas. O que para os brasileiros pode não ser nenhuma novidade, mas, para lugares como a Índia e China, este é um grande problema. Neste caso específico, a Organização das Nações Unidas (ONU) nem fala mais em Cidade Inteligente, mas em Vila Inteligente, que mantém o cidadão onde ele está.

O aspecto de maior impacto nas cidades inteligentes é o de mobilidade urbana, pois 25% da poluição do mundo é causada por veículos automotores. A poluição causa 100 milhões de ausências laborais por ano e 400 mil morte por ano. “Estamos falando de um meio de transporte ineficiente, mas que ainda é responsável pelas maiores carteiras de seguro. Em 10 anos, o seguro de automóvel deve sofrer queda e pode até desaparecer da forma o conhecemos”, advertiu.

Para ele, haverá como surgimento dos carros autônomos chega também a discussão de como será o seguro de Responsabilidade Civil em caso de acidentes. “O responsável é o programador do veículo, a empresa que construiu o carro, a empresa que opera o veículo, o gestor da cidade que não fornece iluminação suficiente nas ruas?

“Mobilidade será o primeiro grande impacto, mas a saúde é que nos mata”, advertiu. 95% das pessoas sofrem de algum tipo de doença, segundo o Lanced, Word Health Organization. O desafio será predizer o que as pessoas podem sofrer de acordo com as informações disponíveis, seja em dispositivos wearables ou em mídias sociais.

O que mata nosso futuro é a educação. Segundo a Unesco, 64 milhões de crianças estavam fora das escolas em 2017. “A tecnologia pode ser o grande fator para mudar esta realidade”, comemorou Castro.

Ele explicou que cinco pilares guiam os princípios das cidades inteligentes: gestão inteligente, orientação da gestão para o cidadão; valorização da qualidade de vida; nova economia (criativa, compartilhada e colaborativa); e resiliência.

As cidades inteligentes devem abarcar vários indicadores tecnológicos, como blockchain, internet das coisas e inteligência artificial. O desafio, segundo Castro, é resolver a dicotomia inclusão digital x exclusão social. Para isso, além de democratizar o acesso à tecnologia será preciso normatizar a forma como ela será utilizada. “A internet das coisas já é chamada de ‘internet de tudo’, numa clara alusão de que em breve a conexão será massiva. Nos próximos três anos, teremos mais de 50 bilhões de conexões”, antecipou Castro, acrescentando que em cada uma das possibilidades de interação abre-se um novo leque de oportunidades para o mercado de seguros, principalmente, novamente, no campo da responsabilidade civil.

As seguradoras vão se tornar empresas de hardware. Elas serão as responsáveis por fornecer os sensores vestíveis que tornaram o seguro customizado para as pessoas. O desafio será tornar os riscos acessíveis para as pessoas que mais precisam dele, para aquelas cujos riscos são altos.

O mais importante será harmonizar a análise crua dos riscos da sociedade do ponto de vista de comunicação, pois a imagem do setor poderá ser sensivelmente afetada. A grande sacada da tecnologia não é precificar o risco, mas predizer os sinistros que podem acontecer.

O que pode mudar no mercado de seguros?

Foco no consumidor, com a criação de experiências para ele, através de sensores vestíveis, monitoramento de redes sociais;
Simplicidade: todo o processo deve ser dirigido para isso. O cliente deve ser capaz de emitir o seguro e receber a indenização de forma eletrônica;
Parceria: uma nova era de fusões e aquisições e muito investimento em startups e spinoffs;
Predição, para diminuir os riscos e atuar ativamente na prevenção dos sinistros. Evitar que o sinistro aconteça.

Henrique Brandão é reeleito Presidente do Sincor-RJ

O Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro concorreu as eleições efoi reeleito para atuar nos próximos quatro anos. Em um total de 550, tendo dois nulos, a chapa 1 gerida por Henrique Brandão, recebeu 285 votos válidos, enquanto a Chapa 2, liderada por Jayme Torres, obteve 255 votos. O Presidente e a diretoria agradecem pela participação dos corretores de seguros e agradecem pela confiança de todos que apostaram no trabalho junto à entidade.

Chuvas e vendavais causam prejuízos. O que o seguro cobre?

Paraná, São Paulo e Minas Gerais registram casos de danos a imóveis e veículos. Mais de 70% dos seguros residenciais e empresariais contam com cobertura contra vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo, informa a Sompo Seguros. “Primavera e verão são duas estações em que a incidência de chuvas fortes e ventanias aumenta bastante. Já contamos com um plano de contingenciamento para atender eventuais ocorrências com celeridade”, considera Andreia Paterniani, diretora de Sinistros da Sompo Seguros, empresa do Grupo Sompo Holdings.

Cobertura do Seguro

A contratação da cobertura que garante eventuais danos em decorrência de fenômenos da natureza como vendavais, furacões, tornados, ciclones ou granizo é cada vez mais comum nos seguros residenciais e empresariais. Mais de 70% das apólices residenciais e empresariais da Sompo contam com coberturas opcionais contra vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo.

Já no Seguro de Automóvel, a contratação da cobertura compreensiva, tem por objetivo indenizar o segurado dos prejuízos que o veículo venha sofrer em decorrência de colisão, incêndio e roubo, abrangendo também os danos provocados pela queda acidental de agente externo que não faça parte integrante do veículo ou não esteja nele afixado e os decorrentes de granizo, furacão e terremoto.

Prevenção

Para minimizar os riscos de danos em virtudes de chuvas e rajadas de ventos, vale observar algumas dicas básicas:

Em casa:

Mantenha a limpeza e manutenção dos telhados em dia;
Desobstrua as calhas;

Mantenha limpos os ralos, esgotos, galerias, valas etc;
Retire entulhos dos quintais;

Providencie a poda ou corte de árvores com risco de queda nos limites da propriedade do imóvel;

Reforce (ou escore) muros e paredes pouco confiáveis.
No carro:

Caso a previsão do tempo indicar chuvas e rajadas de vento, não estacione o veículo embaixo de árvores ou placas publicitárias (outdoors) ou próximo a muros;

Procure estacionar o carro em locais com estrutura sólida e robusta;
Caso seja possível, estacione em locais elevados. Assim, você evita que o veículo seja atingido, caso ocorra um alagamento;

Caso esteja dirigindo, mantenha as duas mãos ao volante, a distância do veículo a frente, reduza a velocidade e ligue faróis do carro.

Zurich aposta em gamificação para aprimorar atendimento

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A Zurich adotou em 2018 a plataforma digital de gestão gamificada Robbyson. A inovação faz uso do formato de jogo, através de pontuações individuais, para auxiliar no controle de qualidade da Central de Atendimento da empresa.

A implementação da plataforma gerou melhorias nos indicadores de produtividade logo nos primeiros meses. Manuel Rodrigues, COO da Zurich, explica que “entre junho e agosto de 2018, observamos que a média de ausência do operador no posto de trabalho caiu 1,24%, enquanto o tempo de permanência no posto teve crescimento de 4,73%”.

Os ganhos com a nova aquisição também puderam ser medidas no trato com o cliente, que recebe atendimento até 14% mais rápido do que aqueles registrados em outros períodos. A satisfação interna na companhia também teve saldo positivo. Em uma escala de 0 a 4 pontos, foi percebido um salto de 3,15 em junho, para 3,23 em agosto.

“A Zurich entende que essa nova ferramenta é uma das chaves para gerar um movimento de melhorias de forma gradual, com impacto direto na satisfação do cliente e, na outra ponta, no clima organizacional na área de atendimento”, completa Manuel.

A ferramenta, que foi desenvolvida pela AeC, permite que os operadores acessem de forma divertida e simplificada seus índices de desempenho e vejam quantos pontos ganharam com eles em relação às metas estabelecidas pela companhia. Os pontos gerados pelo bom desempenho podem ser trocados por prêmios, que vão de mochilas a dias de folga.