HDI inclui seguro nos patinetes compartilhados pela Grin

Fonte: Release enviado pela HDI

A HDI Seguros anuncia que é a seguradora da Grin, startup latino-americana dedicada a conectar pessoas de maneira simples e ecológica. A empresa, que começou a operar no Brasil em agosto de 2018, disponibiliza patinetes elétricos em pontos estratégicos das cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Florianópolis (SC), cobrando R$ 3,00 para os três primeiros minutos de uso e R$ 0,50 para os seguintes, independentemente da duração do passeio.

A parceria assegura aos usuários da Grin indenização em caso de ocorrência de sinistro com o patinete durante seu uso. A cobertura abrange acidentes que causem lesões físicas e as despesas médicas decorrentes deles. 

“A mobilidade tem cada vez mais se tornado o principal anseio da sociedade hiperconectada em que vivemos. Oferecer às pessoas a comodidade de ir a um ponto a outro, com agilidade e segurança, é o nosso objetivo nesse cenário e a parceria com a Grin ilustra isso. Querem cada vez mais oferecer às pessoas proteção durante seus trajetos”, afirma Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros no Brasil.

Na capital paulista, a Grin distribui patinetes em diversos bairros como Brooklin, Vila Madalena, Pinheiros, Jardim Paulista, Faria Lima, Itaim Bibi, Vila Nova Conceição, Vila Olímpia, Jardim Europa e Jardim América, além das cidades de Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

Austral promove executivos

Três executivos da Austral Seguradora estão assumindo novos desafios na companhia. Claudia Novello Ribeiro, que desde 2012 atuava como atuária responsável técnica da Austral Seguradora e da Austral Re, agora responde pela Diretoria Técnica da Seguradora. Com mais de dez anos de experiência no mercado de seguros e resseguros e participação em Comissões da Susep, CNSeg, Fenaber e IBA, Claudia é pós-graduada pela Fundação Getúlio Vargas em Gestão Econômica e Financeira de Empresa e graduada em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Na empresa desde sua fundação, em 2010, Rodrigo Campos, que ocupava a posição de head de Surety, é o novo Diretor de Subscrição da Seguradora. Campos possui MBA em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas e graduação em Administração pela Candido Mendes.

A Diretoria Financeira da Austral Seguradora passa a ser comandada por Ricardo Villela. Em 2010, o executivo ingressou como atuário responsável da Seguradora. De lá para cá, vem ocupando cargos de crescente reponsabilidade no Departamento Gerencial e como controller do grupo Austral. Formado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Villela possui MBA Executivo no COPPEAD-UFRJ e MBA em Finanças pelo IBMEC.

A Seguradora, que completou 8 anos no final de 2018 e é referência em setores de grandes riscos, aposta em um modelo de meritocracia para valorizar, motivar e reter de forma clara e democrática os colaboradores que fazem a diferença nos negócios, garantem resultados e o crescimento da organização.

Planos odontológicos apresentam forte alta no fim de 2018, aponta IESS

Fonte: release do IESS

O total de beneficiários de planos de saúde exclusivamente odontológicos avançou 6,9% nos 12 meses encerrados em novembro de 2018, com 1,6 milhão de novos vínculos. Com isso, de acordo com a Nota de Acompanhamento dos Beneficiários (NAB) do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o segmento já conta com 24,2 milhões de beneficiários.

“O setor tem se beneficiado de custos mais acessíveis em relação aos planos médico-hospitalares e tem crescido constantemente. Um movimento que deve se manter ao longo de 2019”, avalia Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. “Além dos custos mais atraentes, o setor ainda assiste apenas pouco mais da metade das vidas dos planos médico-hospitalares, o que demonstra que o mercado está longe de alcançar seu potencial”, destaca.

Em números absolutos, a região Sudeste foi a que registrou o maior número de novos vínculos: 1 milhão ou 65,6% dos contratos firmados entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. Com alta de 7,7%, a região já conta com 14,2 milhões de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos. Apenas em São Paulo foram registrados 423,8 mil novos vínculos e, no Rio de Janeiro, mais 405,7mil.

Proporcionalmente, contudo, as Regiões Centro-Oeste e Sul tiveram resultados ainda mais expressivos. Ambas cresceram 8,6% no período analisado. No Centro-Oeste foram firmados 120,7 mil novos vínculos, o que elevou o total de beneficiários desse tipo de plano para 1,5 milhão na região. Já no Sul, há 2,5 milhões de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos, 199,8 mil a mais do que em novembro de 2017.

Enquanto os planos exclusivamente odontológicos apresentam ótimos resultados, os médico-hospitalares continuam estáveis, esperando uma retomada mais expressiva do emprego formal no País para ensaiar um avanço efetivo. Nos 12 meses encerrados em novembro de 2018, o setor teve ligeira variação positiva de 0,1%, com 49,3 mil novos vínculos. Carneiro lembra, contudo, que uma variação tão baixa pode ser revista para um número negativo quando a ANS revisar os dados do setor em alguns meses. “Nessa frente, apesar de não registrarmos mais sucessivas quedas como aconteceu nos últimos anos, ainda não há o que comemorar”, afirma.

Liberty beneficia mais de 30 instituições de idosos no Brasil

Fonte: release da Liberty Seguros

A Liberty Seguros anuncia os resultados da última edição de seu Natal Solidário, campanha de voluntariado que neste ano elegeu os idosos para serem beneficiados com ações em todo o Brasil. Ao longo do último mês, voluntários da companhia realizaram 6 atividades na matriz, em São Paulo, e as filiais de outros estados também promoveram ações específicas, contabilizando um total de 800 participações de mais 670 voluntários da empresa.

Dentre as conquistas do projeto, que contou com a participação dos funcionários da Matriz em São Paulo e de 33 filiais de diferentes partes do país, a Liberty realizou o sonho de um grupo de idosos do ILPI Butantã de São Paulo em conhecer a praia e ainda construiu uma sala sensorial dentro desta Instituição, organizou uma troca de presentes entre líderes da seguradora e um grupo de idosas da ONG Projeto Velho Amigo e arrecadou centenas de itens de higiene e vestuário para a ONG Velhinhos Dona Adelaide, além da doação de sangue por um grupo de funcionários da companhia. Abaixo, mais detalhes das iniciativas.

Cofrinho para meu sonho

Voluntários da Liberty arrecadaram mais de R$3.000,00 e realizaram o sonho do grupo de idosos do ILPI Butantã de conhecer o mar pela primeira vez. A viagem aconteceu no dia 17 de dezembro. Oito idosos e funcionários da Instituição passaram um dia muito agradável no Guarujá, onde visitaram a praia, conheceram a cidade e puderam almoçar em um restaurante com vista para o mar.


Neto por um dia

A iniciativa consistiu em um dia de troca de experiências com os idosos do ILPI Butantã. Uma parte do grupo ficou responsável por criar uma sala para desenvolver as habilidades sensoriais e motoras dos moradores e a outra realizou uma atividade interativa com os idosos e criaram juntos cadernos personalizados com fotos, imagens e mensagens positivas para 2019.

Sonho de Natal

A Liberty Seguros convidou um grupo de líderes para realizar o sonho de natal de idosas da ONG Projeto Velho Amigo. 25 líderes apadrinharam 35 idosas e um grupo especial, composto por alguns desses padrinhos, realizou a entrega dos presentes em uma manhã de troca de experiências e interação, que ainda contou com um show especial dos Trovadores Urbanos.

Doar faz bem

Voluntários da seguradora arrecadaram mais de 400 itens de higiene pessoal e vestuário para a ONG Velhinhos Dona Adelaide, indicada por uma funcionária que já apoia a Instituição.

Ações nas filiais

Ao todo, foram 33 Filiais participando e espalhando o bem pelo Brasil em diversas atividades, como em São Paulo, em que as filiais se uniram e arrecadaram uma quantia em dinheiro para ajudar com a compra de medicamentos para os idosos do  Lar dos Velhinhos.

A regional do Rio de Janeiro se mobilizou para beneficiar a instituição Lar dos Velhinhos de Volta Redonda – Monte Castelo e arrecadaram 612 fraldas geriátricas e 45 litros de óleo.

A filial de Feira de Santana, na Bahia, ajudou o Lar do irmão Velho, uma instituição que desde 1959 abriga idosos em situação de vulnerabilidade social. A equipe arrecadou materiais de limpeza e higiene pessoal e fez a doação pessoalmente.

As crianças não poderiam ficar de fora

Um grupo de funcionárias de São Paulo se uniu para ajudar a Associação Beneficente São José Operário, localizada na Zona Leste da capital paulista, que cuida de 90 crianças carentes, filhos de imigrantes.


Já a filial de Uberlândia, com a ajuda de cinco corretoras parceiras, arrecadou quase 100 itens de alimentação, como gelatinas, biscoitos, bolachas e achocolatados para a ONG Luz do Mundo em Uberlândia, beneficiando 105 crianças de 0 a 5 anos.

Mongeral Aegon comemora mais um ano

A Mongeral Aegon celebrou, no dia 10 de janeiro, 184 anos de uma história de atuação ininterrupta no mercado de seguro de vida e previdência. Embora seja a seguradora mais longeva do Brasil, a empresa continua crescendo ano a ano e não abre mão de ser inovadora.

Pelo segundo ano, a seguradora promove o Insurtech Innovation Program, ao lado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e do IRB Brasil RE. Os vinte selecionados participam de aulas por um ano que se iniciam em fevereiro.

A venda digital também já é uma realidade. Sem descuidar do treinamento dos parceiros comerciais e da oferta personalizada de acordo com o cliente, o projeto ganhou corpo em 2018 e será consolidado neste ano. Espera-se que até dezembro 90% das vendas sejam feitas pela ferramenta, sem o uso do papel.

Embora invista forte em inovação e ferramentas digitais, a companhia não deixa de lado o atendimento humanizado. A seguradora busca constantemente formas de encantar e de estar cada vez mais próxima dos seus clientes, beneficiários, parceiros e colaboradores.

“Somos uma empresa de pessoas para pessoas. Nenhuma empresa chega aos quase 200 anos de atividade por acaso. Tampouco, nenhuma empresa de serviço chega tão longe se não for reconhecidamente sólida e digna da confiança dos clientes. Este é o nosso caso”, comenta Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.

Marco Barros vai comandar a Caixa Seguridade, informa Agência Estado

A Agência Estado divulgou nesta sexta-feira que o atual presidente da Brasilprev, Marco Barros, foi escolhido para presidir a Caixa Seguridade, holding que concentrará as operações de seguros da Caixa Econômica Federal. Sua principal missão será tirar do papel o plano de abrir o capital da companhia, que se arrasta desde 2015.

Barros substituirá José Raimundo Santos Lima, que está há menos de um ano no comando da Caixa Seguridade, informa a nota da coluna Broadcast. Além da experiência no setor, Barros foi diretor de Seguros, Previdência e Capitalização do Banco do Brasil durante a reorganização societária da área e ainda comandou a diretoria de Mercado de Capitais na época do IPO da BB Seguridade. Barros iniciou a carreira no BB em 1981.

Susep aprova Santander Auto a operar com capital de R$ 15 milhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou as mudanças necessárias para que a Santander Auto, seguradora digital fruto da parceira entre a alemã HDI e o espanhol Santander, comece a operar. Segundo a portaria, a companhia começa com capital social de R$ 15 milhões. A plataforma digital vem sendo construída desde 2018.

Segundo explica Murilo Riedel, CEO da HDI, em suas entrevistas, o Santander Auto fará a emissão, oferta e comercialização de seguros de automóveis, de forma 100% digital, estabelecendo novos patamares de serviços para o mercado de seguros e proporcionando aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro auto. 

A estratégia é oferecer seguro de automóvel junto com a plataforma de crédito do Santander em um movimento que aposta na retomada da venda de veículos no País. A Santander está entre os líderes do mercado de crédito para a compra e venda de veículos, com cerca de 22% de market share, e a HDI é a quinta maior no ranking de seguros de automóveis, com uma carteira acima de 1,5 milhão de veículos.

Lockton contrata ex-Marsh, analisa aquisições e fecha contrato para vender PME para banco

O otimismo tem sido o tom das entrevistas neste começo de 2019. Até mesmo no segmento de corretores de seguros, que se sentem ameaçados com as plataformas de vendas digitais que se proliferam no Brasil e no mundo. Principalmente os de varejo. No caso da Lockton, focada em seguros empresariais e listada entre as 10 maiores corretoras de seguros do mundo, o otimismo vem por diversas razões. “A tecnologia nos afetou positivamente, pois como atuamos com riscos corporativos, ela nos ajuda a gerenciar ainda mais riscos. No cenário macroeconômico, acreditamos no Brasil, um país com grande potencial para crescer em diversas áreas, principalmente em projetos de infraestrutura, energia, óleo e gás, agronegócios. Sem falar em riscos como ataques cibernéticos, crédito e garantias judiciais e de contratos”, diz empolgadíssimo Marcelo Elias, que depois de quase 30 anos atuando em aéreas estratégicas da Marsh, a número um do mundo, assumiu neste ano a Diretoria Geral de riscos corporativos (“risk solutions”) da Lockton no Brasil.

Depois de ter priorizado investimentos na Ásia nos últimos anos com a aquisição de alguns concorrentes, sendo o principal a Alexander Forbes, a bola da vez do grupo sediado em Kansas, Estados Unidos, é a América Latina, com destaque para o Brasil, país que registrou quatro aquisições entre 2010 e 2014. “Nosso mix de produtos era 90% em riscos patrimoniais, que inclui também seguros financeiros. Agora somos meio a meio riscos patrimoniais e 50% planos de benefícios, com saúde, dental, vida e previdência. Depois de absorvidas as aquisições, nosso planejamento prevê crescimento orgânico e também aquisições, caso se mostrem adequadas”, diz Elias durante almoço com o blog Sonho Seguro.

No Brasil, o grupo encerrou 2018 cerca de R$ 1 bilhão em prêmios administrados e 220 funcionários. O faturamento em comissão não é revelado pelos corretores no Brasil. Já no mundo sim, por serem quase todos de capital aberto. A Lockton é praticamente a única no ranking das dez maiores que tem o capital fechado. “Somos especializados em seguros sob medida para corporações. A concorrência é grande, mas nos temos conseguido blindar nossos clientes e conquistar novos com serviços diferenciados”, conta Marcelo Elias. “Veja, temos um índice de retenção de clientes no mundo de 96%, 11% acima da média do mercado”, apontando para o folder do grupo que registrou faturamento de US$ 1,57 bilhão em 2018, com 52 mil clientes atendidos por mais de 90 escritórios espalhados pelo mundo.

Hoje a Lockton tem no Brasil cinco escritórios: São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas (SP), Recife (PE) e Curitiba (PR), de onde atende toda a região Sul do país. “Estamos olhando alguma aquisição para nos ajudar a crescer em Minas Gerais e também fortalecer a região Sul”, contou o executivo, que responde ao CEO Tony Gusmão, que assumiu o comando no Brasil em 2013 depois de ter gerenciado empresas na área de consultoria atuarial na África do Sul e na Inglaterra.

Além da responsabilidade de expansão comercial com produtos e serviços que façam a diferença para as médias e grandes empresas, Elias também tem de viabilizar um contrato com grande potencial fechado com a Santander Corretora. A Lockton será a corretora do banco espanhol no Brasil para atender às necessidades de proteção patrimonial dos clientes médios e grandes. O contrato, muito disputado, foi fechado no ano passado e ainda está sendo construído por nós e pela equipe da Santander Corretor, como produtos a serem ofertados e parceiros especializados”, antecipou.

Mercado segurador está na pauta da equipe do governo Bolsonaro

O mercado segurador foi um termo recorrente durante a cerimônia de posse dos ministros do governo de Jair Bolsonaro, bem como dos novos presidentes de bancos oficiais. Com base em matérias publicadas em várias mídias, podemos afirmar que o setor está com tudo. O que é muito bom para todos. Afinal, quanto maior a penetração do seguro na sociedade, mais a economia cresce. Em 2017, o setor vendeu US$ 5 trilhões no mundo. Enquanto no Brasil a participação do seguro no Produto Interno Bruto (PIB) é de 4,1% (sem saúde), a média mundial é de 6,1%, segundo estudo da Sigma, divisão de pesquisas da Swiss Re. Nos mercados avançados, a média superar 7%, como Estados Unidos com 7,1%, Japão com 8,6%, Reino Unido com 9,6%, França com 8,9%, e Alemanha com 6%, Coreia do Sul com 11,6% e Itália com 8,3%.

Sem considerar o impacto positivo da reforma da Previdência, tida como a prioridade número 1 do governo, na captação de poupança pelos fundos de previdência privada aberta, o setor vislumbra ganhos com agronegócios, ampliação da base de distribuição com o tão esperado balcão da Caixa Econômica Federal, entre outras apostas como projetos de infraestrutura e proteção ao crédito nos bancos privados, uma vez que os bancos oficiais vão se dedicar mais aos projetos sociais. “As instituições financeiras são como lubrificantes para o crescimento econômico que depende de crédito”, alertou o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou em seu discurso que as áreas de administração de fundos, meios de pagamento, seguridade, crédito a famílias e a pequenas e médias empresas são rentáveis, são “joias da cora” e, portanto, devem ser preservadas com a abertura de capital ou formação de parcerias. O BB tem várias parceiras, como Icatu, Principal, Aliança do Brasil e Mapfre.

Rural também foi destaque. Ele afirmou que pretende diminuir os incentivos ao crédito rural. Em contrapartida, falou em estimular mais a contratação do seguro agrícola, que protege o agricultor em casos de quebra de safra, segundo O Globo do dia 7 de janeiro.

Ele também fez trocas de executivos. Nomeou o atual vice-presidente de Relação com Investidores, Bernardo Rothe, para assumir a presidência da BB Seguridade, e Walter Malieni Júnior, que deixa a diretoria de crédito para a presidência da Brasilprev, hoje ocupada por Marcos Barros.

A Caixa também prioriza seguros. Carlos Daltoso, head de renda variável da Eleven Financial, informou ao Infomoney que a Caixa Seguridade deve valer entre R$ 17 bilhões e R$ 21 bilhões. Comparativamente, a BB Seguridade vale R$ 56,7 bilhões e o IRB R$ 3,5 bilhões. No IPO da Caixa, porém, deve ser colocada uma fatia entre 25% e 50% da Caixa Seguridade, o que pode render algo entre R$ 3,4 bilhões e R$ 10,5 bilhões.

A Caixa Econômica Federal tem 90 milhões de clientes, muitos dos quais utilizam apenas um produto. Pedro Guimarães, que assumiu o comando da Caixa Econômica Federal, mostrou interesse em rever contratos na área securitária, citando a corretora Wiz e a francesa CNP. Por que o contrato na área de seguros com a francesa CNP teve renovação adiada?, questionou o Valor em entrevista. Pedro Guimarães respondeu: Estou chegando agora e quero analisar. Isso não foi fechado antes então qualquer coisa relevante que venha sob a minha presidência vou avaliar. Há renegociações em vários segmentos de seguros e nesse caso diz respeito a seguros de vida, previdência e prestamista. É uma questão básica, não há como um presidente chegar e referendar uma negociação da qual não fez parte.

Em uma longa entrevista publicada pelo Valor com pessoas próximas a Guimarães, o tema seguro também foi destacado. A reportagem cita que entre os bons negócios, que tiveram desempenho positivo duradouro, estão os contratos firmados com as seguradoras Porto Seguro e SulAmérica. Também cita o caso da BB Seguridade. “Enquanto analistas de outros bancos não enxergavam tanto valor no negócio, o Pedro acreditava que a BB Seguridade valia mais que o banco. Ele comprou essa briga e estava certo”, lembra um colega. Um dos maiores IPOs brasileiros até hoje e um caso de sucesso foi conduzido por Guimarães.

O resseguro também esteve presente nas falas de Guimarães, que veio da Plural, um dos acionistas da Terra Brasis. Ele passou a compor o conselho de administração do IRB Brasil Re, no lugar de Flavio Eduardo Arakaki. O analista Daltozo também lembrou o IPO do IRB na entrevista do Infomoney. Depois de uma tentativa frustrada de abrir o capital em 2015, o IPO em 2017 foi um sucesso, como mostra o valor de mercado do ressegurador, que dobrou da emissão até hoje.

Todos estão de olho no gigante potencial da Caixa em seguros. Além do presidente do conselho de administração da SulAmérica, Patrick Larragoiti, também esteve presente na cerimônia o presidente da seguradora Icatu, Luciano Snel. Ambas as companhias já têm parceria com a Caixa em seguros e estão na disputa pelas novas sociedades que a seguradora está ofertando. Quem também deu as caras no Planalto foi o presidente do Credit Suisse, José Olympio. O banco suíço e o BB são os atuais assessores da Caixa na reestruturação do balcão de seguros e abertura de capital da Caixa Seguridade, informou a Agência Estado.

Desestatização também é um tema em moda. O secretário-geral de Desestatização e Desmobilização do Ministério da Economia, Salim Mattar, afirmou que está desenvolvendo um programa com o objetivo de privatizar “tudo”. Para ele, até mesmo as empresas que geram lucro poderiam ser mais eficientes. “A minha secretaria é muito grande, estamos apenas no pré-projeto de um programa. Um programa para desestatizar tudo. O Estado não deve competir com a iniciativa privada. Não tem que ter corretora, seguradora”, disse. Existem hoje 138 estatais federais, sendo 47 de controle direto da União (dessas, 18 são dependentes do contribuinte). As 91 restantes são de controle indireto, sendo holdings ou subsidiárias de Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, BNDES, Caixa e Correios, destacou o Valor.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na segunda-feira, que algumas “medidas importantes” na área de crédito rural poderão ser anunciadas na próxima semana, enquanto defendeu novamente a expansão do seguro para produtores brasileiros, informou a Reuters. “Seguro e seguro, nós precisamos resolver esse entrave, quer dizer, já existe, mas nós precisamos permear ele para uma base maior de produtores rurais, de agricultores”, acrescentou.

Enfim, acredito que isso mostra que o mercado segurador terá um ano intenso. Tanto nos bastidores da política como na agenda da grande mídia.

Segplus fecha contrato com Unidas

Fonte: Segplus/VTN Comunicação

A Segplus Corretora, especializada em seguro de frotas de veículos automotores, fechou contrato de cobertura para uma frota de 43 mil veículos da Unidas, uma das maiores locadoras de automóveis do país. O contrato foi assinado no dia 23 de dezembro e entrou em vigor de imediato.

O CEO da corretora, Carlos Figueiredo, destaca que a expertise acumulada da empresa, que tem atuação de quase três décadas no segmento, além do desenvolvimento do sistema de TI Webservice, que opera de forma integrada com o cliente, foram os principais fatores que levaram à vitória no processo de concorrência. Figueiredo destaca que a Segplus foi a única corretora brasileira a apresentar proposta para a Unidas, em meio às concorrentes estrangeiras.

“Temos diferenciais importantes. Além da gestão completa da carteira, o nosso sistema oferece um mapa completo das frotas, indicando para o cliente e para a seguradora os maiores ‘ofensores’, ou seja, as que têm maior potencial de sinistro, indicados por região, dias e horários das ocorrências”, explica Figueiredo.

Segundo o executivo, este mapeamento preciso gera uma listagem dos “Top Five” às avessas, indicando mensalmente para os clientes e para as seguradoras quais são as cinco frotas mais propensas a sofrerem algum tipo de sinistro. “O objetivo é permitir que as empresas possam agir de forma didática, promovendo, por exemplo, cursos de direção defensiva e sistema de premiação para os motoristas, visando à redução de acidentes”, explica Figueiredo.