Yelum celebra o sucesso do Festival Internacional de Luzes de São Paulo 2025

por Yelum

Reforçando seu compromisso com a cultura, a inovação e a inclusão social, a Yelum Seguradora celebrou sua participação como patrocinadora do Festival Internacional de Luzes de São Paulo 2025, projeto viabilizado pelo Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realizado pela Visualfarm, o evento transformou a capital em um palco de experiências imersivas que uniram arte digital, tecnologia e cultura urbana, com programação gratuita e aberta ao público.

Ao longo de três fins de semana, entre 22 de agosto e 6 de setembro, milhares de pessoas puderam vivenciar apresentações de grande impacto visual em pontos icônicos da cidade de São Paulo. Entre os dias 22 e 23, o Beco do Batman foi transformado em uma galeria imersiva a céu aberto, com instalações de vídeo mapping e lasers que destacaram a arquitetura e as intervenções artísticas do espaço. 

Já nos dias 30 e 31, o Monumento às Bandeiras foi palco para o espetáculo com projeção mapeada e a Praça Armando de Sales Oliveira reuniu um show multimídia com lasers e a performance de 300 drones sincronizados, compondo uma narrativa visual sobre o universo marinho.

“O Festival de Luzes representou muito mais do que uma agenda cultural, ele foi um convite para a cidade se reconectar com sua identidade criativa, tecnológica e inclusiva”, afirma Daniel Mello, diretor de Transformação do Grupo HDI. “Para a Yelum, estar presente como patrocinadora reforça a essência da marca de iluminar o mercado de seguros com clareza, inovação e inspiração por meio de experiências únicas e impacto positivo não só com os nossos públicos, mas em toda população.”

Para o encerramento, nos dias 5 e 6 de setembro, a Avenida Paulista recebeu ativações no Boulevard das Artes, na Praça dos Arcos e em diversos pontos da região. O coração da cidade foi tomado por instalações visuais que conectaram arte, arquitetura e tecnologia, proporcionando ao público uma experiência urbana vibrante e inesquecível.

Com realização da Visualfarm, a edição de 2025 do Festival Internacional de Luzes de São Paulo foi apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Yelum Seguradora, com financiamento via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Resseguradoras latino-americanas se reposicionam com demanda aquecida

resseguro

relatório de segmento de mercado da AM Best, “Resseguradoras latino-americanas se reposicionam à medida que a demanda se fortalece”, afirma que as perdas seguradas por catástrofes naturais totalizaram US$ 11,6 bilhões em 2024;no entanto, apenas US$ 1,5 bilhão foi segurado, pois a penetração dos seguros continua muito baixa. As resseguradoras globais reforçaram seu interesse na região. Ao mesmo tempo, os participantes locais pretendem continuar crescendo e fortalecendo suas marcas, aproveitando os espaços criados pelo mercado sólido do passado.

“Embora as linhas expostas a catástrofes envolvam negociações mais complexas, especialmente em países com grande exposição, como México, Guatemala, Costa Rica, Peru e Chile, os preços têm sido muito competitivos, com condições flexíveis em geral”, disse Inger Rodriguez, analista financeira da AM Best.

Embora o setor de seguros primários do Brasil seja mais rentável do que o setor de resseguros, a principal seguradora do país se dedica exclusivamente ao resseguro. No entanto, o relatório observa que a empresa começou a reduzir seu volume de subscrição, selecionando cuidadosamente seus riscos e, consequentemente, proporcionou a outros participantes do mercado a oportunidade de diversificar os riscos entre diferentes empresas.

“Embora o volume de resseguro aceito pelas resseguradoras brasileiras tenha crescido, a participação das resseguradoras brasileiras no total de prêmios cedidos pelas seguradoras locais diminuiu, indicando que as seguradoras locais estão cedendo significativamente mais para resseguradoras offshore”, disse Ricardo Rodriguez Perez, analista financeiro sênior da AM Best.

Estadão: Reforma tributária: Relator faz mudanças na cobrança do imposto sobre herança; veja quais

Fonte: Estadão

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do segundo projeto para regulamentar a reforma tributária, fez modificações nas regras de incidência do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), que incide sobre heranças e doações.

Uma das mudanças foi a exclusão da incidência do imposto sobre os planos de previdência privada: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). A isenção atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que a tributação ITCMD sobre os produtos de previdência privada é inconstitucional.

Braga também ampliou a gama de opções para imunidade do imposto. Ele incluiu:

  • doações de imóveis destinados à reforma agrária;
  • transmissões à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos;
  • transmissão de livros, jornais e periódicos (e seus insumos);
  • transmissão de fonogramas e videofonogramas musicais brasileiros.

O relator também manteve a tributação sobre trusts no exterior, assim como contratos com características similares às do trust.

A taxação sobre PGBL e VGBL constava da minuta do projeto de lei complementar elaborada pelo Ministério da Fazenda,como revelou o Estadão em junho de 2024, mas foi retirada a pedido de Lula após repercussão negativa. A Câmara, porém, retomou a cobrança, mas prevendo atenuantes. Agora, após decisão do STF, no texto do Senado, a taxação foi excluída novamente.

Regras gerais

O projeto define que o tributo tem como fato gerador a transmissão decorrente de óbito do titular (causa mortis), ainda que os bens ou direitos sejam indivisíveis. Por exemplo: em uma herança que seja dividida entre três herdeiros, serão considerados três fatos geradores, um para cada transmissão.

A base de cálculo do ITCMD será o valor de mercado do bem ou do direito transmitido. O Senado estabelecerá uma alíquota máxima, e caberá aos Estados definirem as alíquotas. Também serão definidas por leis estaduais o conceito de “grande patrimônio”, sobre o qual incidirá a alíquota máxima.

Ativos financeiros, bens imóveis e direitos

Para ativos financeiros, caberá às entidades de previdência privada complementar, abertas e fechadas, às seguradoras e às instituições financeiras fazer a retenção do ITCMD.

Já para bens imóveis e direitos, a regra varia. Para os que estão situados no Brasil, a cobrança será feita pelo Estado da situação do bem, ainda que o de cujus ou doador tenha domicílio no exterior.

Já para os bens imóveis e direitos situados no exterior, a cobrança também será feita de duas formas:

  • pelo Estado de domicílio do de cujus ou doador, se domiciliado no Brasil;
  • pelo Estado do domicílio do sucessor ou donatário, se o de cujus ou doador for domiciliado no exterior.

O relatório foi lido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira, 10. A previsão é que seja votado no colegiado em 17 de setembro.

CNseg participa de debate sobre melhoria na regulação do setor segurador

Apesar de participativo na construção e nos debates das normativas da Superintendência de Seguros Privados, a Susep, a avaliação é de que ainda é possível ser mais participativo. Esse foi um dos pilares da participação do diretor Técnico, de Estudos e de Relações Regulatórias da CNseg, Alexandre Leal, durante evento promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília, que discutiu melhorias da participação setorial na regulação econômica e financeira, com foco em seguros.
 

O encontro, intitulado “Implementando a Melhoria Regulatória na Regulação Econômica e Financeira: Desafios e Oportunidades”, contou com a presença de representantes do setor segurador, da Susep, da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), além de autoridades do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e Banco Central do Brasil.
 

“Uma reflexão que nós da CNseg temos que fazer é que, mesmo tendo um número significativo de participações de empresas de seguros, de previdência e de capitalização, ainda há carência na participação individual. A Confederação busca trazer consensos do setor e, obviamente, é super legítimo que, individualmente, as empresas também se manifestem endossando ou discordando daquilo que foi consensuado. Faz parte do jogo, mas temos que participar mais destes debates”, lembrou.
 

Para o coordenador-geral de Estratégia e Organização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Lucas Barrios, há uma barreira que a autarquia vem buscando enfrentar para que haja maior na participação de indivíduos na construção das políticas do setor segurador. “Em outros setores regulados, temos uma presença maior de indivíduos participando. A Susep tem buscado, junto ao setor, fomentar e divulgar mais a atuação da autarquia e dos temas de seguro, e dar mais transparência para justamente aproximar mais os consumidores”, destacou.
 

Aprimoramento regulatório
 

Durante o encontro foi apresentado a pesquisa “Ferramentas de Melhoria Regulatória no Setor de Seguros: estudo empírico e recomendações de aprimoramento”. Conduzida pela professora de Direito da FGV, Natasha Schmitt Salinas, o estudo investigou como a governança regulatória do setor de seguros privados vem utilizando ferramentas de melhoria, como consultas públicas, avaliações de impacto (AIRs e ARRs) e agendas regulatórias.
 

Para o coordenador de Projetos Institucionais da FGV Direito, Péricles Gonçalves Filho, discutir o tema de regulação e suas formas de aprimoramento é sempre importante. “Nesse evento encontramos um ambiente em que temos pessoas, profissionais extremamente capacitados para discutir um tema que nós sabemos o tamanho da relevância para os setores regulados do país. E aqui tivemos a convergência de várias instituições, contando com a presença de representantes de agências reguladoras e entes regulados”, ressaltou.

Rodobens firma parceria com a Alper e amplia presença nacional em consórcios

Antônio Azevedo VP auto Alper Seguros

A Rodobens acaba de anunciar uma parceria estratégica com a Alper, uma das maiores plataformas de seguros e benefícios do país, para ampliar sua presença no segmento de consórcios. Pelo acordo, os produtos da companhia nas modalidades de automóveis, veículos comerciais e imóveis passam a ser oferecidos em 29 escritórios da Alper, distribuídos por diversas regiões do Brasil.

A iniciativa visa facilitar o acesso dos clientes da Alper às soluções da Rodobens, aproveitando a força de vendas da nova parceira — com mais de 1.200 profissionais — e somando essa capilaridade à experiência de quase 60 anos da Rodobens no setor. “Estamos diante de uma oportunidade concreta de escalar nossa presença em um mercado que registrou recorde de vendas no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 26% nas adesões, totalizando 1,23 milhão de cotas vendidas. Com a força comercial da Alper e nossa estrutura tecnológica e de atendimento, unimos tradição e inovação em uma parceria que fortalece ambas as marcas e coloca o cliente no centro da operação”, afirma Humberto Mazzotti, diretor Comercial de Consórcios da Rodobens.

A operação contará com o suporte de soluções digitais da Rodobens que tornam a jornada do cliente mais simples e eficiente. Entre elas estão o Escritório Digital, plataforma que permite o gerenciamento de propostas e o atendimento remoto com segurança e agilidade, e o Credita, ferramenta que facilita a análise e a aprovação de crédito de forma mais rápida e digital.

“Os profissionais da Alper também serão capacitados por meio da Universidade Rodobens, ambiente dedicado à formação em vendas, atendimento e aspectos técnicos do consórcio. Além disso, a equipe contará com suporte comercial especializado da Rodobens para garantir uma experiência fluida e de qualidade aos clientes”, explica Sebastião Cirelli, diretor de Consórcios da Rodobens.

Como parte das ações de lançamento da parceria, a Rodobens patrocinou o evento comercial anual da Alper, reforçando seu compromisso com a nova operação e com a consolidação dessa frente como um novo pilar estratégico de crescimento.

“Estamos muito animados com essa nova parceria, uma vez que o Consórcio Rodobens é uma das maiores administradoras do mercado. Essa será uma excelente opção para oferecermos consórcio de bens móveis e imóveis à nossa base de mais de 1 milhão de segurados, entre pessoa física e jurídica”, disse o VP de Auto, Frota e Consórcio da Alper Seguros, Antônio Azevedo.

A expectativa é de que o acordo gere impactos positivos tanto na base de clientes quanto no volume de vendas. Os consumidores que aderirem aos consórcios por meio da rede Alper serão atendidos diretamente pela equipe da Rodobens, com padrão de excelência e atendimento personalizado.

Allianz traz especialistas para a Casa do Seguro, durante a COP 30

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

Uma das empoderadoras da Casa do Seguro, iniciativa da CNseg durante a COP 30, a Allianz Seguros promoverá dois painéis no espaço, com a participação de executivas globais da companhia, especialistas em Sustentabilidade, como keynote speakers. Os painéis serão realizados no dia 12 de novembro, no período da manhã.

Cidades resilientes em foco

Para abordar o tema “Cidades resilientes: planejamento urbano para um clima imprevisível”, o painel terá Lena Fuldauer, líder global de Soluções de Sustentabilidade e Resiliência da Allianz Commercial. A executiva trará sua visão sobre o impacto das mudanças climáticas em áreas urbanas, além das estratégias aplicadas globalmente em cidades expostas a eventos extremos e as iniciativas de incentivo à adaptação urbana sob a ótica do seguro. Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, será o responsável pela moderação do painel, que também contará com a participação de Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da companhia, como palestrante. 

Na Allianz Commercial, Lena atua no desenvolvimento de produtos e serviços resilientes frente a riscos climáticos, biodiversidade e mitigação de riscos ESG. Anteriormente, atuou como consultora e pesquisadora de organizações como a Global Center on Adaptation, Climate Compatible Growth e a UNOPS, agência da ONU especializada em infraestrutura e gestão de projetos. Doutora e mestre pela Universidade de Oxford, dedicou suas pesquisas ao desenvolvimento sustentável e às mudanças climáticas.

Em 2020, foi vencedora do Allianz Climate Risk Award, premiação anual da companhia para iniciativas voltadas a riscos e resiliência climática. No doutorado, desenvolveu métodos inovadores para avaliar como os riscos climáticos afetam o ambiente – natural e construído – e seus impactos no desenvolvimento sustentável, aplicando-os na ilha caribenha de Santa Lúcia. “Essa experiência consolidou o meu propósito de transformar ciência em soluções práticas, cocriadas com parceiros locais, e que possam gerar impactos reais para comunidades e negócios”, afirma a executiva.

Resiliência no seguro

O segundo painel, intitulado “Mudanças climáticas e o novo paradigma do seguro”, contará com Gabrielle Durisch, CSO da Allianz Commercial. A executiva trará uma perspectiva internacional sobre os riscos climáticos e seus impactos no setor, abordando ainda as estratégias globais da companhia para adaptação de produtos, gestão de riscos e fortalecimento da resiliência. Assim como no primeiro painel, a moderação ficará a cargo de Eduard Folch. Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil, também estará presente como painelista. 

Com mais de dois anos na Allianz Commercial, Gabrielle já atuou anteriormente como head global de Sustentabilidade na companhia e foi promovida a CSO, em dezembro de 2024, para impulsionar a estratégia e a implementação da sustentabilidade nas principais áreas de negócios: soluções, operações e governança. Acumula mais de 20 anos de experiência nos setores de seguros e automotivo, com sólida formação em finanças e consultoria, tendo atuado na KPMG e na Deloitte, em funções que incluíram projetos de fusões e aquisições.

Segundo Gabrielle, a sua função atual integra as áreas de finanças, sinistros e mitigação de riscos e representa um avanço natural em sua carreira. “Entender como a sustentabilidade impacta áreas-chave do setor de seguros nos permite desenvolver uma abordagem orientada ao mercado para a sustentabilidade, com foco em como as mudanças climáticas e outros temas impactam os nossos clientes e como podemos alavancar a nossa experiência para apoiá-los de forma abrangente”, afirma.

Casa do Seguro

Espaço idealizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Casa do Seguro tem o objetivo de posicionar o setor como agente fundamental na busca por soluções relacionadas à sustentabilidade e riscos climáticos. Inédita no segmento, a ação acontecerá em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro e será realizada durante a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que reunirá líderes mundiais, cientistas e ativistas ambientais. 

“A crise climática exige respostas colaborativas, estruturadas e de longo prazo. Trazer especialistas para a Casa do Seguro durante a COP 30 é uma forma de contribuir com o debate, compartilhando conhecimento e impulsionando soluções práticas”, pontua Eduard Folch. Ele reforça que o setor tem uma posição privilegiada para transformar dados e previsões em mecanismos concretos de proteção e resiliência. “Queremos apoiar os nossos clientes, empresas e governos na transição para um futuro mais sustentável e seguro, fortalecendo a capacidade de adaptação das cidades e da sociedade como um todo”, conclui.

Mediservice ultrapassa a marca de 750 mil beneficiários com rede compartilhada e soluções personalizadas

por Bradesco Seguros

A Mediservice, operadora do Grupo Bradesco Saúde, superou a marca de 750 mil beneficiários no acumulado até o mês de julho, crescimento de 25% na comparação com igual período do ano passado.

O desempenho foi impulsionado pelo serviço de compartilhamento de rede, com o acréscimo de 150 mil vidas. Nesse modelo, no qual a Mediservice intensificou atuação a partir de 2021 e é líder de mercado, a sua base de prestadores médico-hospitalares credenciados é compartilhada aos grupos de autogestão — ou seja, quando uma empresa ou instituição é responsável pela gestão do próprio plano de seus empregados ou associados.

O compartilhamento de rede se destaca como solução eficiente para garantir atendimento de qualidade aos beneficiários, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais para as empresas contratantes.  “Esse modelo proporciona ao mercado soluções sob medida e sustentáveis. Com nossa operação, conseguimos agregar uma plataforma de gestão de saúde completa, com capilaridade, gestão assistencial integrada, inovação e experiência do cliente, atendendo às necessidades assistenciais específicas das autogestões”, comenta José Ayres Brandão, superintendente da Mediservice.

Para atender principalmente às necessidades dos clientes, a Mediservice conta com uma rede robusta, com mais de 21 mil prestadores médico-hospitalares pelo país, composta por clínicas, prontos-socorros, hospitais e serviços de diagnóstico. “Essa capilaridade nos possibilita, por exemplo, atender necessidades específicas de operadoras e autogestões em determinadas regiões”, ressalta Ayres.

Além do compartilhamento de rede, a Mediservice também atua como provedora de sua própria marca de planos de saúde corporativos, no modelo pós-pagamento.

A operadora disponibiliza aos clientes ferramentas tecnológicas de monitoramento de contas médicas, soluções digitais como o reembolso 100% online e a plataforma de telemedicina Saúde Digital, que permite atendimento remoto em diversas especialidades. Os beneficiários contam, ainda, com acesso à rede de clínicas Meu Doutor Novamed, oferecendo cuidados primários, exames e atendimento especializado com qualidade e agilidade.

MAPFRE lança programa para integrar corretores à sua estratégia de sustentabilidade

por Mapfre

A MAPFRE, companhia global de seguros e reconhecida por sua atuação em sustentabilidade, anuncia o lançamento do programa “MAPFRE +Corretor Sustentável” – uma iniciativa pioneira que vai trazer o corretor de seguros para o centro de sua estratégia de sustentabilidade, para gerar valor compartilhado.
 

O objetivo é trazer a sustentabilidade para uma agenda de crescimento e rentabilidade, com a participação dos corretores, gerando benefícios reais e transformando os desafios sociais e ambientais em diferenciais competitivos.
 

Diante das transformações sociais e ambientais, o corretor de seguros exerce um papel estratégico na identificação de riscos e oportunidades. Muitos já atuam de forma alinhada à sustentabilidade, embora nem sempre reconheçam essas ações. A proposta da MAPFRE é apoiar esses parceiros na valorização de boas práticas, incentivando uma postura mais sustentável, com impacto real no meio ambiente, na sociedade e nos negócios.
 

“Com o ‘MAPFRE +Corretor Sustentável’, reforçamos nosso compromisso de liderar a transformação no mercado segurador, inspirando nossos parceiros a serem protagonistas de um futuro mais consciente e responsável”, afirma Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da MAPFRE. “Por meio dessa iniciativa, estamos reafirmando que a jornada para um futuro sustentável é um processo contínuo e uma responsabilidade compartilhada. E nós acreditamos na capacidade de nossos corretores serem verdadeiros agentes de transformação”, completa a executiva. 
 

A iniciativa consiste em uma jornada de gamificação que reconhece e beneficia os parceiros que incorporarem ações sustentáveis nas áreas ambiental, social, de governança e negócios em suas operações diárias. Por meio de uma plataforma, os corretores poderão acessar uma vasta oferta de recomendações de iniciativas e compartilhar suas práticas sustentáveis para acumular pontos e subir no ranking. As ações estão organizadas em quatro pilares interconectados – Ambiental, Social, Governança e Negócios (ASG+N) – e são inspiradas no Plano Estratégico de Sustentabilidade da MAPFRE, que possui metas e compromissos globais. 
 

“A sustentabilidade é um pilar estratégico para a MAPFRE e o ‘MAPFRE +Corretor Sustentável’ foi pensado exclusivamente em nossos parceiros corretores, que são parte fundamental de nossa trajetória. Esta iniciativa pioneira reforça nosso compromisso com o futuro e demonstra que é possível alinhar negócios com a construção de um mundo mais sustentável”, destaca Karine Brandão, diretora Comercial do Canal Corretor da MAPFRE.
 

“Na MAPFRE, entendemos que o corretor de seguros tem um papel fundamental nesse processo. Eles são o elo direto com o cliente e têm a capacidade de influenciar decisões com impactos social, ambiental e econômico. Por isso, acreditamos no potencial dessa iniciativa para além do mercado de seguros”, finaliza a executiva.

Coface inicia pesquisa anual sobre prazos e hábitos de pagamento na América Latina

A Coface, líder global em seguro de crédito e gestão de riscos, anuncia o início da Pesquisa LATAM 2025 sobre Pagamentos e Inadimplência, que reunirá percepções de empresas de diferentes portes e setores sobre prazos médios de recebimento, atrasos e uso de ferramentas de proteção financeira.

A pesquisa é um estudo abrangente que analisará práticas financeiras de empresas em toda a América Latina, com destaque para Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México e Peru. O levantamento retrata como as companhias estruturam suas políticas de crédito, conduzem os prazos de pagamento, enfrentam a inadimplência e adotam soluções financeiras para proteger seus resultados e sustentar o crescimento. 

Além disso, o estudo identifica semelhanças e diferenças entre países e setores, oferecendo uma visão comparativa valiosa para executivos que tomam decisões estratégicas.

Ao participar, as empresas terão acesso prioritário a um relatório exclusivo, com benchmarks regionais e insights aprofundados sobre tendências que impactam diretamente o fluxo de caixa, a saúde financeira e a resiliência organizacional. Trata-se de uma oportunidade única para entender o seu posicionamento em relação ao mercado, antecipar riscos emergentes e explorar oportunidades relevantes. 

Realizado anualmente, o estudo é uma das principais referências para acompanhar a evolução dos hábitos de crédito na região, oferecendo uma visão ampla sobre os fatores que influenciam o fluxo de caixa e a saúde financeira das empresas. Na última edição, o levantamento reuniu centenas de respostas de empresas em diversos países, revelando tendências de inadimplência e o crescente interesse por soluções como o seguro de crédito.

Com essa iniciativa, a Coface reforça seu papel como parceira estratégica na construção do futuro das empresas focando em sua sustentabilidade financeira e crescimento.

A pesquisa estará aberta durante os meses de setembro e outubro, e os resultados consolidados serão apresentados em novembro, em um evento exclusivo para jornalistas e empresas. 

“Nosso objetivo é captar os sinais de mudança no comportamento de pagamentos das empresas latino-americanas e oferecer insumos que ajudem gestores a se antecipar a riscos. Em um cenário de incerteza, informação de qualidade se torna ainda mais essencial”, afirma Isabelle Heude, Diretora Comercial e Operações.

A Coface reforça que a participação das empresas é fundamental para enriquecer a análise. O questionário pode ser acessado no seguinte link: Pesquisa de Pagamento Latam 2025 | Coface.

MetLife aposta em digitalização e parceria com Mercado Pago para expandir seguro prestamista

marcelo tomei metlife

por Denise Bueno

O seguro prestamista, tradicionalmente vinculado ao crédito bancário, vive um novo ciclo de expansão com o avanço de plataformas digitais, fintechs e varejo. No primeiro semestre, a modalidade avançou 5,4%, para R$ 10,4 bilhões em vendas, sendo o segundo mais vendido no segmento “seguros de pessoas” no ranking da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Embora a elevação dos juros e o crédito mais caro tenham moderado o ritmo de crescimento em 2025, a Confederação das Seguradoras, a CNseg, ainda projeta uma alta de 10,3% nas vendas do produto neste ano, reforçando seu papel como um dos mais procurados no segmento de pessoas.

De olho nesse movimento, a MetLife aposta na plataforma Xcelerator e em parcerias estratégicas — como a recém-lançada com o Mercado Pago — para ampliar a distribuição e levar proteção a novos públicos. Em entrevista ao Sonho Seguro, Marcelo Tomei, vice-presidente Comercial da MetLife Brasil, explica como a seguradora quer conquistar espaço em um mercado historicamente dominado por bancos.

O seguro prestamista é tradicionalmente dominado pelos bancos. Qual é a estratégia da MetLife para conquistar maior participação nesse mercado?
Nossa estratégia é antecipar e acompanhar a transformação do mercado, levando o seguro para onde o cliente já está: bancos, plataformas digitais, fintechs, varejo e e-commerce. O cliente busca resolver tudo em poucos cliques, com agilidade e preço acessível. É nesse ponto que a MetLife Xcelerator se posiciona, agregando valor a parceiros e consumidores.

Como a plataforma Xcelerator contribui para aumentar a competitividade da MetLife na distribuição de produtos prestamistas?
Lançada em 2023, a MetLife Xcelerator conecta parceiros, tecnologia e clientes em jornadas 100% digitais e personalizadas. Já impactou mais de 5 milhões de pessoas no Brasil, México e Chile. Com APIs e inteligência artificial, a plataforma permite integrar seguros ao ecossistema dos parceiros em momentos-chave, como contratação de crédito ou financiamento, além de simplificar indenizações, muitas delas pagas em poucas horas.

No primeiro semestre de 2025, as vendas de prestamista cresceram 5,4%. Como a MetLife avalia esse desempenho e quais as projeções?
Foi um crescimento moderado, mas consistente diante do cenário de juros altos. Segmentos como veículos (+14,7%) e empréstimo pessoal (+15,7%) puxaram a alta. Para o segundo semestre, estamos otimistas, apoiados na expansão com parceiros estratégicos e novas parcerias.

A recente parceria com o Mercado Pago é vista como um marco. De que forma essa aliança deve acelerar a penetração do prestamista?
Ao integrar o seguro prestamista diretamente à jornada de crédito pessoal no app do Mercado Pago, o produto passa a ser parte natural da decisão financeira. Isso amplia o alcance, facilita a adesão e promove inclusão financeira, especialmente para públicos que antes não contratavam seguro.

O público do Mercado Pago é mais jovem e digitalizado. Como adaptar o produto para esse perfil?
O seguro é oferecido de forma contextualizada, no momento em que o cliente solicita crédito, com jornada 100% digital e transparente. A cobertura inclui falecimento, desemprego, hospitalização e incapacidade temporária, de forma acessível e opcional.

Qual é a expectativa em termos de volume de novos negócios com a parceria?
Ainda sem números projetados, mas esperamos escala relevante. Hoje, 23% das indenizações pagas pela MetLife já são de prestamista. Com o Mercado Pago, esse percentual tende a crescer, levando proteção a milhões de brasileiros fora dos canais bancários.

Em cenários de juros elevados, como sustentar o crescimento do prestamista?
Diversificando canais e linhas de crédito, ajustando preços para manter acessibilidade e ampliando parcerias. Juros altos reduzem o volume de crédito, mas também aumentam a preocupação das famílias com sua capacidade de pagamento — o que reforça a importância do prestamista.

E como lidar com a alta da sinistralidade?
Combinamos tecnologia e gestão tradicional. Usamos inteligência de dados para ajustar precificação em tempo real e sistemas integrados para análise de sinistros, reduzindo fraudes e acelerando indenizações.

A nova Lei 15.179/2025, que atualiza o crédito consignado privado, pode ampliar a demanda por prestamista?
Sim. O consignado privado amplia o acesso ao crédito, e o prestamista protege esse compromisso. Já atuamos em parcerias nesse segmento, com oferta integrada ao processo de crédito.

Qual é a ambição da MetLife para o produto em 2025, considerando crescimento mais moderado previsto pela CNseg?
Queremos crescer acima da média do setor, apoiados na diversificação e na força das parcerias digitais. Mesmo com ritmo menor, há espaço para aumentar a participação de mercado.

Além do prestamista, quais segmentos são estratégicos para diversificação?
Saúde e bem-estar, seguro de vida, plano odontológico e proteção para autônomos e MEIs. São públicos com baixa penetração, mas alta necessidade de cobertura.

Qual deve ser o papel do prestamista no portfólio da MetLife nos próximos cinco anos?
Será um dos pilares de crescimento da MetLife na América Latina e peça-chave da estratégia digital no Brasil, levando proteção a milhões de pessoas ainda sem seguro.