MDS Brasil anuncia Flavio Zoppello como diretor de relacionamento de riscos corporativos em SP

A MDS Brasil uma das principais corretoras do país nos segmentos de seguros, resseguros, consultoria de riscos e gestão de benefícios, anuncia a chegada de três novos executivos para ampliar sua equipe de Riscos Corporativos, reforçando sua presença nas principais regiões do país.

Flavio Zoppello assume como Diretor Executivo de Relacionamento em São Paulo. Com três décadas de experiência no mercado de seguros, Flavio tem passagem por grandes empresas como Allianz, AXA XL, Mitsui Sumitomo, Itaú e RSA. É especialista em gestão de filiais, liderança de equipes e negociação de grandes riscos. Formado em Direito pela FMU.

No Rio de Janeiro, Renata Freitas é a nova Diretora da filial da MDS Brasil. Com 30 anos de carreira, atuou como Gerente Regional na Chubb Seguros nas regiões do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Nordeste, além de experiências em XL Catlin, Itaú, Unibanco AIG, RSA e Marsh. Renata é formada em Administração pela Universidade Cândido Mendes e tem MBA em Relações Internacionais pela FGV.

Fulvio Augusto assume como Diretor de Transporte da MDS Brasil. Com mais de 25 anos dedicados à Unificado Corretora de Seguros, uma empresa MDS Brasil, Fulvio é referência em seguros corporativos focados em logística. Atuou como Diretor Geral da corretora, liderando a gestão com destaque para o segmento de transportes.

“Estamos muito felizes em anunciar a chegada de Flavio, Renata e Fulvio. Suas habilidades e experiências diversificadas são exatamente o que precisamos para expandir ainda mais nossa atuação e oferecer serviços mais completos e personalizados aos nossos clientes, garantindo soluções sob medida e proximidade no atendimento”, destaca Caio Carvalho – Vice-presidente – P&C e Resseguros.

Diretoria Atual do Sincor-SP é reeleita para novo mandato até 2029

O Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) terá continuidade em sua liderança. A eleição para a gestão 2026-2029 será realizada com chapa única, encabeçada pelo atual presidente, Boris Ber, que seguirá no comando da entidade pelos próximos quatro anos.

A chapa única foi registrada dentro do prazo estabelecido pelo Estatuto do Sincor-SP, conforme publicação no jornal O Estado de S. Paulo no dia 29 de agosto. O pleito acontecerá por aclamação em Assembleia Geral marcada para o dia 13 de novembro de 2025, na sede do Sincor-SP, localizada na Rua Líbero Badaró, 293, Centro de São Paulo.

Composição da chapa 2026-2029

A nova diretoria executiva mantém nomes já consolidados na gestão atual e inclui representantes com forte atuação no mercado de seguros:

Presidente: Boris Ber

1ª Vice-Presidente: Simone Cristina Fávaro

2º Vice-Presidente: Braz Romildo Fernandes

1º Secretário: Marcos Abarca

2º Secretário: Rogério Freeman

1º Tesoureiro: Edson Lasse Fecher

2º Tesoureiro: Fernando Antônio Kauffman Alvarez

Suplentes de Diretoria: Arnaldo Odlevati Junior, Leonardo Elias Moreno da Silva, Claudemir Machi, João Carlos Garrucho, José Roberto Placco Rodriguez, Betine Theisen de Castro, Rodrigo Matos

Conselho Fiscal: Eduardo Vidal Pileggi, Lenira Castro Leão Jollo, Carlos Alberto Caporali

Suplentes do Conselho Fiscal: Márcio José da Silva, Francisco Flávio Machado, Silvia da Silva Camacho

Delegados Fenacor: Manuel Dantas Matos, Boris Ber, Braz Romildo Fernandes, Lauro Ruv Carelli Barreto

Ouvidor: Octávio José Milliet

DPO: Marco Antônio Damiani

Ao comentar a aclamação da chapa, Boris Ber destacou que a continuidade da gestão reflete o reconhecimento do trabalho realizado e a confiança da categoria: “Recebo com grande satisfação esta aclamação, que demonstra que estamos no caminho certo. É um sinal de que as ações que temos desenvolvido pelo fortalecimento da corretagem e pela valorização do corretor de seguros estão sendo reconhecidas. Seguiremos com disciplina, união e inovação para representar cada vez melhor os nossos associados e a sociedade”, afirmou.

CNseg: primeira etapa da taxonomia sustentável apresenta avanços para enfrentamento da transição climática

por CNseg

O governo federal, por meio do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CITSB), aprovou a primeira edição do documento que detalha ações para a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB). A publicação totaliza 880 páginas e levou mais de 350 pessoas de 63 instituições, incluindo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a participarem de sua elaboração, estabelecendo critérios para classificar atividades econômicas com base em seus impactos socioambientais.

A TSB é vista como a espinha dorsal do Plano de Transformação Ecológica do governo federal. A subsecretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destaca que a taxonomia não é uma mera cópia de modelos internacionais. Para ela, é um elemento que prioriza objetivos nacionais, como a mitigação das mudanças climáticas, a adaptação a seus efeitos e, de forma inédita, a redução das desigualdades socioeconômicas, incluindo aspectos de gênero e raça.

Para a diretora de Sustentabilidade da CNseg, Claudia Prates, a TSB estabelece uma base sólida para que empresas financeiras e não financeiras — incluindo seguradoras — alinhem suas estratégias às metas nacionais de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, à redução das desigualdades socioeconômicas e à promoção da inovação sustentável. Já em sua primeira versão, contempla setores estratégicos — como agricultura, energia, construção, transporte, saneamento e indústria — criando uma linguagem comum entre agentes públicos e privados e oferecendo maior clareza e segurança ao mercado. 

“A TSB abre novas possibilidades para que instrumentos financeiros, incluindo seguros, sejam rotulados de forma consistente e transparente como sustentáveis. Com isso, o mercado poderá identificar com maior precisão o volume de recursos efetivamente direcionados a projetos e atividades alinhados aos objetivos socioambientais e econômicos do país, além de orientar esforços e fornecer subsídios para o aprimoramento de produtos, o desenvolvimento de novas soluções e a ampliação da escala de instrumentos capazes de apoiar a transição climática e o avanço de uma economia de baixo carbono”, afirmou.

TSB e setor de seguros

Na implementação inicial da TSB, os relatos de empresas financeiras e não financeiras serão voluntários, tornando-se obrigatórios posteriormente. Inicialmente, abrangerão companhias abertas listadas e instituições financeiras reguladas pelo Bacen nos segmentos S1 e S2, com indicadores-chave de desempenho definidos. Outras categorias, como companhias abertas não-listadas, companhias fechadas, seguradoras, gestoras de recursos e fundos de investimento, serão incluídas em fases posteriores, com processos e indicadores específicos a serem definidos à medida que a taxonomia evolui.

A TSB encontra-se em fase final de aprovação, com implantação gradual prevista, incluindo publicação oficial em setembro de 2025 e adaptação progressiva por parte de reguladores e empresas.

A importância da TSB para o setor de seguros, para o sistema financeiro e para a economia real será tema de debate em painéis da programação da Casa do Seguro durante a COP30, em Belém, de 10 a 21 de novembro.

Abrangência da TSB

A primeira edição da taxonomia aborda oito setores-chave da economia, como agricultura, pecuária, indústria, energia, construção e transporte. A publicação oficial dos cadernos técnicos está prevista para setembro, e a implementação será gradual, começando com a adaptação de regulamentos por parte de órgãos financeiros e, depois, alcançando grandes empresas e instituições financeiras.

No futuro, a TSB será expandida para incluir outros setores, como minerais críticos e a bioeconomia, além de criar diretrizes específicas para micro, pequenas e médias empresas.

Inovação e repercussão internacional

O documento brasileiro tem um caráter pioneiro globalmente. O Brasil se destaca como o primeiro país a incluir o objetivo de redução de desigualdades raciais em sua taxonomia, um avanço que será levado para discussões na COP30, em Belém.

Segundo o governo, a TSB também é a primeira a publicar a metodologia de seleção das atividades econômicas e a apresentar uma definição clara de salvaguardas mínimas, ou seja, as leis e indicadores que devem ser seguidos para que uma atividade seja considerada sustentável.

“Envelhecendo, eu?!”: Grupo Bradesco Seguros promove live sobre tempo, saúde emocional e autonomia

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No próximo dia 10, o Grupo Bradesco Seguros realizará a live “Envelhecendo, eu?!”, como parte das ações da plataforma de capacitação Espaço Universeg. A transmissão, que ocorrerá no canal oficial da seguradora no YouTube, convida o público a uma reflexão sobre o cuidado integral com o corpo e as emoções ao longo da vida.

O encontro contará com a participação da jornalista Laura Medina, especialista em saúde e bem-estar, e de Bianca Vilela, especialista em longevidade e TEDx Speaker. As convidadas compartilharão suas perspectivas sobre qualidade de vida e autocuidado, em uma abordagem leve, acessível e inspiradora. Mais do que uma conversa, será um convite à reconexão com o que realmente importa: valorizar o aprendizado emocional adquirido ao longo da trajetória e estimular escolhas conscientes que fortaleçam o bem-estar e a autonomia em todas as fases da vida.

“O cuidado com as pessoas é um dos pilares que sustentam nossa atuação. Iniciativas como essa refletem o nosso compromisso em promover conhecimento sobre como podemos buscar ter longevidade com qualidade. Ao cuidarmos do corpo e das emoções, não estamos apenas ampliando o tempo de vida, mas, sobretudo, a qualidade desse anos”, afirma Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Ouvidoria do Grupo Bradesco Seguros.

Com uma trajetória marcada pelo compromisso com a promoção da saúde e do bem-estar ao longo da vida, o Grupo Bradesco Seguros tem a longevidade como um de seus pilares estratégicos. Para conhecer mais sobre o tema, acesse os conteúdos da Trilha da Longevidade na plataforma Espaço Universeg, pelo endereço www.espacouniverseg.com.br.

Serviço 

Live: Trilha de Longevidade – Envelhecendo, eu?! 
Data: 10/09 (quarta-feira) 
Horário: 9h às 10h30 
Onde assistir: youtube.com/bradescoseguros 

Seguradoras registram a menor sinistralidade desde 2014

 O índice de sinistralidade registrado pelo mercado de seguros no primeiro semestre de 2025 foi de 41,9%, menor valor registrado desde 2014, ano de início da série histórica. Nos seis primeiros meses deste ano, a redução foi influenciada, principalmente, pelas linhas de negócio Patrimonial e Vida, que registraram queda de, respectivamente, 13,4 p.p. e 1,7 p.p.. Os dados constam na 54ª edição do Boletim IRB+Mercado, que acaba de ser divulgada pela plataforma IRB+Inteligência.
 

De acordo com o boletim, no primeiro semestre, o faturamento do mercado segurador alcançou R$ 107,4 bilhões, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024. O avanço foi observado em quase todos os segmentos, com exceção do Rural. O destaque ficou com o segmento Crédito e Garantia, que registrou aumento de 20,6%. O lucro líquido do setor somou R$ 19,4 bilhões, resultado 11,3% superior aos seis meses iniciais de 2024.

Como instrumento de proteção às suas operações, as seguradoras destinaram, de janeiro a junho de 2025, R$ 15 bilhões para resseguro, alta de 12% frente ao primeiro semestre de 2024, impulsionada, principalmente, pelas linhas de negócio Automóvel e Patrimonial. Apenas em junho, os prêmios cedidos em resseguros totalizaram R$ 3,2 bilhões. 
 

O segmento Vida, responsável por cerca de 36% do faturamento do setor, arrecadou R$ 6,3 bilhões em junho, 9% superior ao mesmo período de 2024, e R$ 38 bilhões no acumulado até junho. O resultado foi impulsionado, majoritariamente, pelos produtos Vida, Prestamista e Acidentes Pessoais, que juntos representam quase 88% da carteira. A taxa de sinistralidade permaneceu estável e encerrou o semestre em 27,3%.
 

No primeiro semestre de 2025, o segmento Automóvel cresceu 5,9% em relação ao mesmo período de 2024. Em junho, o faturamento chegou a R$ 4,9 bilhões. De janeiro a junho, a taxa de sinistralidade se manteve estável em 59,6%.
 

No acumulado até junho, o segmento Corporativos de Danos e Responsabilidades evoluiu 9,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para seguros de Riscos Diversos, que aumentou 23,4%. Outra contribuição relevante veio do seguro Habitacional, que cresceu 14,3%. A sinistralidade recuou 3,7 p.p. no semestre, atingindo 45%.
 

Com crescimento de dois dígitos em quase todos os meses do semestre, o segmento de seguros Individuais Contra Danos avançou 12,3% na comparação entre o primeiro semestre de 2025 e 2024, impulsionado, sobretudo, pelos seguros Compreensivo Empresarial (16,8%) e Compreensivo Residencial (7,6%). Em junho, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão. No semestre, a sinistralidade do segmento recuou 6,6 p.p., encerrando em 28,8%.
 

Ao longo do primeiro semestre de 2025, o faturamento do Rural oscilou entre crescimentos e retrações, encerrando com variação negativa de 1,5% em relação a igual período de 2024. O total de prêmios emitidos em junho foi de R$ 1,1 bilhão. A sinistralidade recuou no semestre para 36%, queda de 6,9 p.p frente a 2024. 
 

O segmento de Crédito e Garantia teve destaque no semestre devido ao crescimento de 20,6%, impulsionado, sobretudo, pelo produto Garantia Segurado – Setor Público, que registrou um aumento de 32,8% nas emissões de prêmio em relação ao primeiro semestre de 2024. Quanto à sinistralidade, houve um aumento de 10,3 p.p. ante 2024, encerrando o acumulado até junho com 62,6%.

Corretora de seguros Lockton discute a importância do road show para programas de grandes riscos

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Por Simone Ramos, diretora de Portos & Logística, e Marcelo Mencaroni, diretor de Contas Estratégicas

No contexto dos grandes riscos, caracterizados por operações complexas, múltiplas variáveis de exposição e impactos sistêmicos, a gestão estratégica de seguros exige não apenas produtos adequados, mas sobretudo inteligência aplicada. É nesse cenário que o Road Show de Grandes Riscos se apresenta como uma ferramenta essencial: um espaço de compartilhamento estruturado de conhecimento, integração com clientes estratégicos e construção de soluções personalizadas. O road show é um exercício de gestão integrada. Ele conecta teoria, prática e inovação em um único espaço de diálogo com os clientes.

Entre os resultados tangíveis para clientes e mercado, ela destaca a antecipação de riscos: mapeamento de cenários de falhas, sinistros e impactos financeiros, permitindo respostas preventivas; a integração regional: presença em diferentes localidades estratégicas, levando conhecimento especializado onde os riscos acontecem; o alinhamento estratégico: redução de assimetrias de informação entre segurados,corretores e seguradoras; o fortalecimento institucional: apoio ao cliente na gestão de riscos como diferencial competitivo; e os benefícios financeiros e contratuais: empresas que planejam investimentos significativos em melhorias de suas operações têm maior possibilidade de alcançar savings relevantes, bem como negociar aprimoramentos em clausulados e limites de suas apólices;

Nossa experiência na condução de road shows de grandes riscos já se consolidou ao longo dos últimos anos como uma estratégia consistente de relacionamento e geração de valor. Temos aplicado esse modelo em diferentes segmentos e regiões, transformando discussões técnicas em ações concretas para clientes e parceiros. Os resultados são evidentes: maior alinhamento entre áreas técnicas e executivas, ganhos em eficiência operacional e, principalmente, a construção de soluções de seguros mais robustas e aderentes às necessidades de cada operação. Essa trajetória confirma que o road show não é apenas uma prática pontual, mas parte integrante da forma como entendemos e conduzimos a gestão estratégica de riscos.

Quando tratamos de grandes riscos, o conhecimento técnico deve caminhar lado a lado com a proximidade ao cliente. É essa combinação que garante resultados consistentes. Os road shows também cumprem um papel prospectivo: preparar o mercado para lidar com novas fronteiras de riscos — sejam eles climáticos, cibernéticos ou de infraestrutura crítica. A cada edição, reforçamos que o seguro, mais do que uma ferramenta de proteção, é um instrumento de governança e sustentabilidade empresarial.

O road show é o reflexo da nossa visão de futuro: aproximar mercado, clientes e especialistas em um mesmo ambiente de construção de soluções. É dessa forma que transformamos riscos em oportunidades. O Road Show de Grandes Riscos reafirma a importância do diálogo contínuo, da expertise técnica e da visão estratégica para enfrentar os desafios de um mercado em constante transformação. As discussões não se limitam a conceitos, mas abordam situações reais e complexas, nas quais a proximidade com os clientes permitiu desenhar soluções concretas para riscos patrimoniais, operacionais e contratuais.

Os desafios que emergem nesse processo — desde as pressões regulatórias até a necessidade de adaptar estruturas de apólices a cenários dinâmicos — são transformados em oportunidades de melhoria contínua. Cada encontro tem gerado resultados mensuráveis, seja por meio de savings relevantes, pela redução de exposições críticas ou pela evolução dos clausulados e limites contratuais.

O road show consolidou-se como parte da nossa prática de gestão de riscos: um exercício de construção conjunta com clientes e parceiros, que comprova que a combinação entre experiência técnica e visão estratégica gera resultados reais e sustentáveis.

Corretora de seguros MDS Brasil traz panorama do RH no país em estudo

por MDS

A MDS Brasil, corretora líder em Gestão de Saúde & Benefícios no país, apresentou no dia 4 de setembro de 2025, os resultados da Pesquisa de Benefícios 2025 durante um grande evento que reuniu executivos, especialistas e líderes do setor. A pesquisa, que ouviu mais de 600 empresas, revela as tendências e a prevalência dos principais benefícios oferecidos no Brasil. 

“Entender as necessidades reais das pessoas nas organizações é o primeiro passo para desenvolver benefícios que realmente fazem a diferença na vida de cada colaborador. E este é um momento para inspirar mudanças positivas, onde a gestão de benefícios se torna peça-chave para a transformação cultural nas empresas”, conta Paulo Loureiro, CCO da MDS Brasil. 

Com um questionário estruturado e cerca de 300 perguntas, a pesquisa teve como foco empresas de diferentes portes e segmentos, representando um universo de mais de 1,35 milhão de colaboradores. Os dados coletados apontam que 95,4% das empresas oferecem plano de saúde, seguido por 85% que disponibilizam plano odontológico e 84,5% que garantem seguro de vida. Além disso, 68,9% das empresas oferecem vale-refeição, enquanto 61,7% disponibilizam vale-alimentação.  

A pesquisa também destaca a crescente preocupação com a saúde financeira e física dos colaboradores. A previdência privada já é uma realidade em 45,3% das empresas com mais de 3.000 colaboradores. Políticas voltadas para saúde e bem-estar estão presentes em 46,5% das empresas, com a psicologia online sendo oferecida em 68,1% dos casos, refletindo uma valorização crescente da saúde mental no ambiente de trabalho. 

Outro aspecto relevante é o suporte às famílias dos colaboradores, com 70,2% das empresas estendendo a licença-maternidade para 180 dias e 50,3% oferecendo 20 dias de licença-paternidade. Além disso, 42,4% garantem auxílio-creche e 3,3% oferecem auxílio pet, demonstrando atenção às diferentes necessidades que acompanham a vida dos colaboradores fora do trabalho. 

O evento também abordou o futuro dos benefícios personalizados, que se mostra promissor, mas ainda pouco adotado. Apenas 11,7% das empresas possuem políticas flexíveis, e entre elas, 60,6% utilizam cartões que permitem aos colaboradores montarem os pacotes de benefícios que mais valorizam. Além disso, o modelo híbrido de trabalho se consolidou, com 88,7% das empresas adotando essa prática e 45% oferecendo dois dias remotos por semana.  

A pesquisa ainda revelou que, apesar do crescimento da Inteligência Artificial em diversos setores, sua adoção no RH é muito baixa. A maioria das empresas, 64,8%, não utiliza IA em seus processos, e um grande percentual com mais de 74%, não tem planos de implementá-la no futuro. 

“Este estudo reafirma a importância de evoluir continuamente os benefícios oferecidos, alinhando-os às novas demandas do mercado e às expectativas dos profissionais para garantir engajamento e satisfação”, comenta Iannuzzi – CEO de Benefícios da MDS Brasil. 

Durante o evento, um painel sobre Gestão de Saúde e Qualidade de Vida contou com a participação de especialistas do setor. Outro painel, focado na Flexibilidade na Jornada de Trabalho, trouxe experiências e perspectivas sobre modelos que conciliam eficiência e bem-estar do colaborador. A palestra do bicampeão olímpico Giovane Gávio ressaltou a conexão entre saúde, performance e espírito de equipe, oferecendo insights sobre liderança e motivação. 

Além das atividades formais, o evento contou com o espaço “De Bem Com a Vida”, dedicado a experiências que reforçam práticas de autocuidado e saúde integral. 

São Paulo se prepara para receber o The Town: saiba como se proteger em grandes eventos

Capital de eventos e encontros culturais de grande porte, São Paulo deve reunir milhares de pessoas nos próximos dois fins de semana durante o The Town. Em meio à movimentação intensa e aos deslocamentos por diferentes pontos da cidade, surgem também os desafios de segurança para quem quer aproveitar com tranquilidade.

Patrocinadora oficial do The Town, a Porto reforça seu compromisso com a proteção e o bem-estar das pessoas dentro e fora do festival. Segundo levantamento da companhia, eventos como Réveillon, Carnaval e grandes festivais, incluindo o próprio The Town, registraram aumento médio de 61% no número de propostas e 58% nos seguros contratados, em comparação com outros períodos do ano. Também houve crescimento nas contratações para o Festival de Parintins, Fórmula 1 e São João de Campina Grande, com altas de até 10% em propostas e 4% na contratação.

No caso do seguro viagem, o volume de contratações cresce até 20% entre maio e agosto, refletindo o calendário de férias e eventos. Já os acionamentos por extravio de bagagem triplicaram no período. Outro dado que chama a atenção é o protagonismo das mulheres na hora de garantir proteção: elas representam 54% da base atual de clientes com seguro viagem, o que reforça o papel feminino no planejamento e na segurança das viagens.

Pensando nesse cenário, a Porto Seguro – uma das principais seguradoras do país – preparou um guia com dicas essenciais para quem vai curtir o evento e quer se proteger de imprevistos, especialmente com o celular ou durante deslocamentos.

Dicas da Porto Seguro para proteger o celular antes de curtir o festival

✔ Ative o bloqueio de tela
• Use senha, biometria ou reconhecimento facial.
• Configure o bloqueio automático após poucos segundos sem uso.

✔ Reforce a segurança nos aplicativos
• Proteja apps de banco, redes sociais e mensagens com senha ou biometria.

✔ Evite deixar apps financeiros visíveis
• Remova-os da tela principal e organize em pastas ocultas ou protegidas por senha.

✔ Anote o número do IMEI e guarde em local seguro
• Digite *#06# para descobrir o número.
• Esse dado é essencial para bloqueio do aparelho em caso de roubo.

✔ Proteja fisicamente o aparelho
• Use película e capa anti-impacto.
• Em locais com risco de água, prefira capas vedantes à prova d’água.

HDI Seguros entrega revitalização da quadra poliesportiva da Escola Municipal Professora Lireda Facó

Screenshot

por HDI

O tão aguardado dia chegou! No próximo dia 09 de setembro, Fortaleza será palco de um evento transformador para a comunidade escolar. A inauguração da quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó, no bairro Granja Lisboa, marca o início de uma nova fase para as crianças e adolescentes da região. O projeto Brincando na Quadra, patrocinado pela HDI Seguros, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, e realizado pela Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, promete ir além da entrega de um novo espaço esportivo — ele representa uma mudança concreta na vida de jovens atletas.

A quadra foi completamente reformada e equipada com um piso moderno de plástico polipropileno copolimerizado, que proporciona maior conforto térmico e segurança para a prática esportiva. O novo revestimento conta com um sistema de amortecimento de impacto que reduz em até 20% o risco de lesões. A reforma incluiu pintura do espaço, troca do telhado do ginásio e instalação de equipamentos essenciais, como traves de futsal, tabelas de basquete, traves de vôlei e outros equipamentos esportivos essenciais. A nova estrutura garante um ambiente seguro, acessível e ideal para o desenvolvimento esportivo e social dos estudantes.

“Estamos muito felizes em ver a transformação que a quadra da Escola Municipal Profª Lireda Facó vai proporcionar à comunidade. O Brincando na Quadra não é apenas sobre esporte, mas sobre abrir portas para um futuro mais promissor para essas crianças e adolescentes. Através do esporte, conseguimos criar um ambiente de inclusão, aprendizado e, acima de tudo, esperança”, destaca Bruno Wellington, presidente da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura.

Após a inauguração, a quadra será aberta para uso da comunidade escolar, com o início imediato das oficinas esportivas. Durante dois meses, 500 crianças e adolescentes participarão de atividades como futsal, basquete, handebol e vôlei, sempre acompanhados por educadores físicos capacitados. As oficinas visam promover o aprendizado, o espírito de equipe e a construção de um futuro mais saudável e inclusivo.

O encerramento do ciclo será marcado por um torneio esportivo, que reforçará a importância do trabalho coletivo e da convivência saudável. Além disso, todos os materiais esportivos utilizados nas oficinas serão doados à escola, garantindo a continuidade das atividades mesmo após o fim do projeto.

A comunidade está convidada para a cerimônia de inauguração no dia 09 de setembro, às 10h, uma oportunidade de celebrar junto aos alunos e conhecer de perto a nova estrutura da quadra.

Para saber mais sobre os projetos da Associação Fábrica de Saúde, Esporte e Cultura, acesse fabrica.ong.br ou siga @fabrica.ong.br nas redes sociais.

Munich Re e Swiss Re alertam para riscos crescentes e reforçam papel estratégico do resseguro

No tradicional encontro anual de Monte Carlo, que marca o início das discussões para as renovações de janeiro, Munich Re e Swiss Re trouxeram mensagens claras: o mercado global de resseguros vive um ambiente de riscos crescentes e demanda elevada, no qual a disciplina de preços, a robustez de capital e a inovação em soluções de transferência de risco serão determinantes para garantir a resiliência da indústria.

Para a Munich Re, a conjuntura geopolítica e macroeconômica aumenta a incerteza e pressiona a necessidade de proteção. Inflação volátil, tarifas comerciais imprevisíveis e perdas naturais em escala recorde — que desde 2020 superam US$ 100 bilhões anuais em indenizações seguradas — colocam o gerenciamento de riscos no centro da agenda.

Segundo Thomas Blunck, membro do board da companhia, o setor seguirá como “escudo protetor das economias nacionais contra grandes riscos”. No primeiro semestre de 2025, os desastres naturais já resultaram em US$ 80 bilhões em perdas seguradas e US$ 131 bilhões em perdas econômicas totais, com destaque para tempestades severas nos EUA.

Stefan Golling, também membro do board, reforçou que a Munich Re mantém capacidade estável e independente de retrocessão, capaz de suportar até mesmo um furacão de mais de US$ 100 bilhões em perdas de mercado sem comprometer sua solvência.

Outro ponto central é o avanço do risco cibernético, cuja percepção cresce entre empresas, mas ainda encontra baixa penetração de seguro. A Munich Re projeta que esse mercado dobre de tamanho até 2030, alcançando US$ 30 bilhões em prêmios.

A resseguradora também destacou investimentos em novas fronteiras de cobertura — de baterias de armazenamento a energia geotérmica, passando por soluções paramétricas e aplicações de inteligência artificial — fruto da integração entre seguro primário, seguros especializados e resseguro.

Em Monte Carlo, a Swiss Re chamou atenção para o impacto da incerteza global no mercado de (re)seguros. Tensões geopolíticas, políticas protecionistas e mudanças econômicas estão remodelando cadeias de suprimentos, elevando custos e aumentando os riscos de fragmentação de longo prazo. Nos últimos 12 meses, mais de 70 países registraram protestos significativos, reforçando a necessidade de uma compreensão holística dos riscos e de uma subscrição disciplinada.

As catástrofes naturais continuam no centro das preocupações da indústria. Segundo o Swiss Re Institute, a combinação de crescimento econômico, inflação de sinistros e eventos mais intensos levou as perdas seguradas anuais a superar consistentemente a marca de US$ 100 bilhões. Em anos de pico, esse valor pode chegar a US$ 200 bilhões ou até US$ 300 bilhões, ressaltando a importância de medidas preventivas, como padrões de construção mais robustos, melhor zoneamento urbano e investimentos em resiliência climática por meio de parcerias público-privadas.

Outro ponto central foi o papel transformador da inteligência artificial. A Swiss Re avalia que o uso de IA para processar dados não estruturados — como e-mails, contratos e arquivos de sinistros — deixou de ser uma aspiração técnica e se tornou requisito competitivo. Para a resseguradora, a combinação de expertise, tecnologia e parcerias será decisiva para transformar esse potencial em realidade e fortalecer a resiliência do setor diante de riscos crescentes.

Crescimento das receitas de P&C

A Swiss Re destacou o crescimento do mercado global de property & casualty (P&C), que dobrou em 20 anos, alcançando US$ 2,4 trilhões em prêmios. Segundo o Swiss Re Institute, a tendência é que o setor siga crescendo em linha com o PIB mundial, quase duplicando novamente até 2040.

De acordo com Jérôme Jean Haegeli, economista-chefe global da Swiss Re, o crescimento não é apenas de escala, mas de “capacidade e resiliência”, com maior eficiência na precificação, gestão e transferência de riscos. A demanda crescente por resseguro confirma o papel da indústria como absorvedora de choques sistêmicos.

O relatório sigma mostra que a desagregação da cadeia de valor é um vetor de eficiência, com brokers e MGAs assumindo funções de subscrição e distribuição. Ao mesmo tempo, soluções alternativas — como cativas e pools públicos-privados — ampliam a capacidade em regiões expostas a catástrofes.

Para Gianfranco Lot, Chief Underwriting Officer de P&C Reinsurance da Swiss Re, a adoção de inteligência artificial tende a dividir o setor entre “seguradoras globais orientadas por dados e players especializados mais ágeis”, em um contexto de transferência crescente de riscos para resseguradoras.

Ambas as companhias reforçam que o mercado entra na temporada de renovações de 2026 com demanda em alta e capacidade estável, o que deve garantir equilíbrio, mas também manter a disciplina de preços. Para a Munich Re, preços adequados ao risco são condição inegociável. Já a Swiss Re aponta que a diversificação de players e estruturas vem ajudando a manter o seguro acessível, mesmo em um mundo mais arriscado.