Fisher Venture Builder lança e-book sobre insurtech

e-book insurtech

Startups atuam em soluções para incrementar o core business; inovação disruptiva ainda é perspectiva mais distante

O reporte mensal da Fisher Venture Builder mapeou as 75 startups brasileiras que atuam no setor de seguros e também traz um panorama global. O levantamento aponta que, seguindo uma tendência global, as insurtechs têm atuação concentrada em etapas como distribuição e  soluções para a cadeia de seguros e menos no produto em si.

O reporte contabilizou 30 insurtechs com negócios dedicados a plataformas de gestão, análise, controle ou melhora de eficiência e 25 focadas em soluções de distribuição. As startups com produtos para o cliente final ainda são minoria, somam 15. 

“Nosso estudo de tendências mostra que a melhora da experiência do cliente está no centro das discussões – e dos planos investimentos. Já vimos isso acontecer em outros setores como no financeiro e de serviços. Com base nisso, acreditamos que teremos pela frente uma próxima onda de inovação com maior impacto para o consumidor final.  Podemos esperar um ambiente mais amigável e menos burocrático quando o assunto for contratar ou acionar um seguro”, explica Pietro Bonfiglioli, co-fundador da Fisher Venture Builder.

As tecnologias IA, Big Data e Blockchain serão as grandes protagonistas nesse sentido já que são elas que vão facilitar a vida do cliente, seja coletando automaticamente dados, oferecendo cotações instantâneas, viabilizando assinatura digital de contratos e, principalmente, facilitando o processo de abertura de sinistro. “O momento de acionamento do seguro é a oportunidade para colocar em prática o propósito de toda fintech: resolver um problema real através da tecnologia”, reforça Bonfiglioli.

O reporte também traz um panorama sobre as insurtechs nos Estados Unidos e no mundo. Foram 28 rodadas de captação em 2018, com cerca de US$ 30 milhões por rodada. O maior aporte foi de US$ 500 milhões para a Cambridge Mobile Telematics, líder mundial em telemetria via IoT para segurança em estradas. Em seguida vem a Oscar Health, operadora de saúde digital, que captou US$ 375 milhões. Globalmente foram investidos U$4 bilhões em insurtechs.

O estudo completo está disponível de forma gratuita neste link:

Liberty Seguros discute equilíbrio de gênero na sociedade durante Virada Sustentável em SP

Fonte: Liberty

Oferecido pelo Programa Liberty Mulheres Seguras da seguradora, o bate-papo contou com depoimentos de convidadas especiais com diferentes perspectivas sobre o tema

A Liberty Seguros realizou durante a Virada Sustentável em São Paulo o painel “Equilíbrio de Gênero: benefícios para a sociedade, empresas e as famílias”. O evento aconteceu no espaço Unibes Cultural e reuniu empreendedores, corretores e funcionários da seguradora, além do público da Virada, para discutir de forma interativa a importância da igualdade de gênero na comunidade. A ação faz parte do programa de empoderamento feminino Liberty Mulheres Seguras, promovido pela companhia desde 2015.

Mediado pela coach e consultora empresarial Fernanda Mendonça, da empresa de inteligência de gênero ImpulsoBeta, o painel ilustrou as origens da multiplicidade e desigualdade de gênero a partir de três perspectivas diferentes –- da sociedade, das empresas e da família –- e como isso afeta a sociedade todos os dias. Além disso, para abordar cada ponto de vista, a cerimônia contou com três porta-vozes femininas – Célia Kano, especialista em projetos da Rede Mulher Empreendedora; Simone Martins, corretora e vice-presidente do SINCOR; e Renata Santos, embaixadora do programa Liberty Mulheres Seguras –, que contaram suas histórias de vida e como vivenciaram diferentes tipos de equilíbrio ou desequilíbrio de gênero em suas trajetórias pessoais e profissionais.

“Na Liberty Seguros, nós acreditamos que a equilíbrio de gênero é o caminho para um mundo mais sustentável e foi muito inspirador poder contar com os depoimentos das nossas convidadas e embaixadoras”, diz Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “Participar de eventos como a Virada Sustentável reforça a importância da diversidade e o compromisso da companhia com esse tema”, completa.

DPVAT: quase 200 mil indenizações pagas por acidentes com motocicletas nos últimos dez anos

Fonte: Seguradora Líder

Ao todo, foram 3,2 milhões de pagamentos em ocorrências com a categoria de veículo que mais mata no trânsito no Brasil. Entre 2009 e 2018, os casos de invalidez permanente cresceram 142%

Condições climáticas, vias danificadas e sinalização inadequada. Os motociclistas são frequentemente expostos a muitos riscos, mas os índices de imprudência também são altos. A combinação destes fatores traça um cenário no qual motocicletas e ciclomotores protagonizam a maioria dos acidentes de trânsito no país. Nos últimos dez anos, o Seguro DPVAT pagou mais de 3,2 milhões de indenizações por ocorrências envolvendo os dois tipos de veículos. Deste total, quase 200 mil pessoas morreram e 2,5 milhões ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Os números ainda mostram que, na última década, os benefícios destinados a vítimas de acidentes com motos e as “cinquentinhas” representam cerca de 72% do total de pagamentos efetuados pelo seguro obrigatório (4,5 milhões).

Os dados são do boletim especial Motocicletas e Ciclomotores Dez Anos, produzido pela Seguradora Líder, com o objetivo de dar visibilidade ao grave problema de violência do trânsito brasileiro. Entre 2009 e 2018, as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT cresceram 28%. Quando observadas apenas as ocorrências com motocicletas e ciclomotores, o aumento foi de 72%. Os casos de invalidez permanente por conta de acidentes envolvendo essas categorias de veículos são os que mais chamam atenção, com crescimento de 142% na comparação entre 2009 e 2018. Já os pagamentos por acidentes fatais aumentaram 14%.

Entre as regiões brasileiras, o Sul concentrava a maioria das indenizações pagas por acidentes com motocicletas e ciclomotores (55.007 benefícios pagos) em 2009. No entanto, com um crescimento de frota de mais de 137% nos últimos 10 anos, o Nordeste se tornou a área que mais conta com vítimas indenizadas pelo Seguro DPVAT em função de ocorrências com motos. No recorte por estado, São Paulo lidera o ranking em quantidade total de indenizações pagas. Em dez anos, foram 344.134 pagamentos, destes, 27.198 por morte. O Ceará é o segundo colocado, com mais de 335 mil benefícios pagos. 

Quanto ao perfil das vítimas, os motociclistas são os mais atingidos nos acidentes com motocicletas e ciclomotores. Entre 2009 e 2018, mais de 2,3 milhões de vítimas foram indenizadas na condição de motoristas. O número representa mais de 71% do total de benefícios pagos por ocorrências com motos no período. A maioria dos condutores (75%) ficou com algum tipo de sequela definitiva após o acidente, concentrando mais de 1,7 milhões de pagamentos. Se comparado o ano de 2009 com o de 2018, houve um aumento de 125% nos casos de invalidez permanente entre condutores.

Os pedestres são o segundo tipo de vítima que mais corre risco nos acidentes com motocicletas e ciclomotores. Em dez anos, foram pagas mais de 493 mil indenizações a pessoas que se deslocavam a pé no momento da ocorrência. Após ser atingida por uma moto ou ciclomotor, a maioria também ficou com algum tipo de sequela definitiva: foram mais de 417 mil sinistros pagos a pedestres vítimas de invalidez permanente no período. Entre 2009 e 2018, o aumento foi de 254%.

As estatísticas por idade seguem o mesmo comportamento. Há dez anos, os jovens de 18 a 34 anos já eram a maioria atingida, com mais de 92 mil benefícios pagos. Só no ano passado, foram 130.365 indenizações pagas para esta faixa etária.

Apesar de representarem apenas 27% da frota nacional, o crescimento do número de motocicletas e ciclomotores no país, nos últimos dez anos, foi de 81,6%. Para Arthur Froes, superintendente de Operações da Seguradora Líder, o cenário indica uma realidade mais preocupante.

“A moto é um veículo de baixa participação na frota nacional que, ainda assim, é a que mais mata no trânsito brasileiro. Isso é consequência, principalmente, da imprudência. Muitos não usam capacete e outros equipamentos de segurança ao usarem esses veículos. É fundamental que os condutores saiam das autoescolas conscientes da importância da utilização dos itens de segurança e dos perigos de se misturar álcool e direção, bem como do respeito à sinalização”, explica.

Em agosto, otimismo continuou, mas parou de subir

Fonte: Fenacor

A edição de agosto do Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICCS) indica que, em linhas gerais, o mercado de seguros brasileiro continua otimista, pois os indicadores permanecem acima de 100 pontos, situação que se repete desde outubro do ano passado. Contudo, a trajetória ascendente do índice, verificada nos dois últimos meses, foi interrompida em um patamar de 115 pontos. 

O Estudo é realizado todos os meses pela Fenacor para medir o grau de confiança de corretores de seguros, seguradores e resseguradores quanto ao crescimento da economia, rentabilidade do setor de seguros e faturamento do mercado.

De acordo com o consultor Francisco Galiza, responsável pelo estudo, neste momento, as respostas das empresas estão “com uma grande dispersão”, sinalizando dúvida sobre o comportamento das variáveis. “A pergunta agora é se, até o final do ano, o índice poderá voltar a recuperar o fôlego ou então, ao contrário, sofrer uma nova reversão, como já tivemos nos primeiros meses de 2019”, explica o consultor.

INDICADOR. O ICSS é um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil. Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade.

Embora todas as perguntas sejam de caráter institucional, as respostas das companhias não são divulgadas individualmente.

No seu cálculo, o indicador leva em conta três aspectos: economia brasileira, faturamento e rentabilidade de cada um dos setores citados.

A partir dessas informações, e após cálculos estatísticos, é definido esse índice, cujo valor varia de 0 a 200. O número 100, que divide o índice ao meio, sinaliza que a expectativa atual é que a situação permaneça a mesma no futuro. Por outro lado, quanto maior esse valor, mais otimista está o segmento; e vice-versa.

Rafael Sales assume a gestão de riscos da Via Varejo

Reestruturar a área de seguros do grupo Via Varejo. Esse é o desafio do gestor de riscos Rafael Sales, que assumiu o posto há uma semana. As mudanças são necessárias diante da alteração acionária recente, com a família Michael Klein, fundadora da Casas Bahia, tornando-se o principal acionista, com 27% do capital, numa negociação realizada em junho passado. O GPA vendeu sua participação de 36% na Via Varejo em um leilão na B3. Além da família Klein, os compradores incluíram um grupo de fundos coordenados pela XP Investimentos. Antes do negócio, a família já possuía 25,4% da Via Varejo, que também é dona do Ponto Frio.

Além deste desafio, Sales já chega para administrar uma concorrência em andamento para escolha de parceiros para as apólices de riscos cibernéticos e de fraudes. O gestor de risco, que atuava no ramo de ferrovia, tem em suas mãos diversos contratos de seguros da rede varejista, considerando-se Via Varejo, Casas Bahia, Extra.com, Bartira e Ponto Frio, vai administrar algo em torno de R$ 25 milhões por ano em seguros gerais, que incluem propriedades, bens e seguros financeiros.

“Temos desafios, pois o segmento de varejo sofre algumas restrições das seguradoras no quesito apólices de armazéns, que seguem uma legislação internacional. Riscos cibernéticos também está na lista de desafio de Sales, “pois temos de estar aderentes a uma nova legislação, além de D&O, por sermos uma empresa de capital aberto”, disse ele ao blog Sonho Seguro durante sua participação no evento Improve, da Zurich Seguros. 

Outro braço de seguros que também está sob sua responsabilidade é a área de seguros de afinindades, que tem a Zurich como parceira na Via Varejo. Parceiras desde 2012, Zurich e Via Varejo (Casas Bahia e Ponto Frio) celebraram no final do ano passado a extensão contratual do prazo do acordo para distribuição de seguros.

Além disso, a Zurich passa incorporar também os canais online da varejista Até janeiro de 2025, a Zurich terá exclusividade na distribuição de seguro garantia estendida, roubo e furto, vida, prestamista e residencial em todos os canais (lojas físicas o online) na bandeira Pontofrio e no canal online da bandeira Casas Bahia e, exclusividade para distribuição de seguro de garantia estendida, roubo e furto para as lojas físicas na bandeira Casas Bahia.

Em julho deste ano, o banQi, banco digital da Via Varejo, noticiou um aporte de R$ 300 milhões a ser aplicado na captação de clientes. De acordo com Edson Franco, presidente da Zurich no Brasil, a estratégia com o banQi é oferecer produtos diversos, como proteção para celular, assistência funeral, microseguros residenciais, seguro de automóvel e previdência.

Chega a nova Unisincor com moderna plataforma de ensino a distância

Fonte: Sincor-SP

O Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) lançou nesta terça-feira, 27 de agosto, a nova Universidade Corporativa Sincor (Unisincor).

A entidade firmou parceria com a Conhecer Seguros para oferecer uma grade atualizada de treinamentos, com professores especializados nos mais diversos ramos de seguros e negócios, e para disponibilizar cursos a distância, com sistema que facilita a interação do aluno.  

Segundo o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, a transformação do mercado de seguros, em decorrência da inovação tecnológica, impactou profundamente a atividade do corretor de seguros. “Pensando nisso, buscamos uma parceria para preparar a categoria a esse novo cenário, oferecendo capacitação na forma mais adequada para o seu sucesso”. 

O 2º tesoureiro e diretor executivo responsável pela Unisincor, Carlos Cunha, explica que a instituição está, ininterruptamente, há 25 anos ao lado do corretor de seguros e de seus colaboradores, levando conhecimento e instrução. “No entanto, nos últimos anos, estudamos fazer uma parceria para atualizar a maneira como trabalhamos e promover a integração em diversas mídias”. A Conhecer Seguros conta com especialistas de reconhecida experiência profissional nos mercados de seguros e financeiro, além de sólida experiência acadêmica. Para o diretor da empresa, Julio Carvalho, essa expertise atrelada à capacidade técnica dos corretores de seguros trará grandes resultados.

“Os corretores motivam e impulsionam os negócios do mercado e é por isso que precisam contar com suporte de treinamento voltado para o seu desenvolvimento e capacitação permanentes. A educação contínua é essencial para criar e desenvolver negócios ágeis, modernos e de sucesso”, afirma Carvalho. 

Os primeiros treinamentos já estão disponíveis no site www.unisincor.com.br/web e focam diferentes competências, trabalhando desde aspectos da regulamentação das atividades do mercado de seguros até produtos para ramos específicos, finanças, vendas e gestão. “Os treinamentos privilegiam a visão do aluno e, ao mesmo tempo, cabem no orçamento de todos. Algo bastante adequado nesse momento em que vivemos de desafios de capacitação e critérios nos investimentos”, comenta o diretor da Conhecer Seguros, Sidney Dias.

Berkley contrata Fernando Cirelli

Fernando Cirelli foi contratado pela Berkley como gerente de subscrição dos produtos D&O e E&O. Ele é formado em administração de empresas e com experiência de mais de 20 anos no mercado segurador (corretoras e seguradoras).

Previdência aberta fecha semestre com R$ 55,7 bi em contribuições

Jorge nasser

Captação líquida avança 20,01% e fecha o período com saldo positivo de R$ 20,4 bilhões. Reservas já somam R$ 890,8 bilhões, volume 13% maior que o verificado em junho de 2018

Os planos de previdência complementar aberta registraram forte aumento da captação bruta no primeiro semestre deste ano, com o ingresso de R$ 55,7 bilhões em novas contribuições, valor 8,3% maior que o verificado no mesmo período do ano anterior. 

A captação líquida (diferença entre contribuições e resgates efetuados) também registrou forte avanço e fechou o semestre em R$ 20,4 bilhões, volume 20,1% maior que o verificado no primeiro semestre de 2018. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Com o resultado, as reservas dos planos de previdência alcançaram a marca de R$ 890,8 bilhões, valor 13% superior ao registrado em junho de 2018.  O sistema fechou o semestre com 13,2 milhões de participantes, mesmo patamar de junho de 2018.

O balanço do semestre da indústria de previdência também apontou uma desaceleração nos resgates efetuados pelos participantes. Os saques cresceram apenas 2,4% frente ao semestre do ano anterior. No primeiro semestre de 2018, eles haviam registrado expansão de 14,3% frente ao mesmo período de 2017. 

“As contribuições cresceram e os resgates refluíram, mostrando maior disposição dos participantes em direcionar recursos para poupança de longo prazo, de olho na formação de reservas para a aposentadoria”, diz Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi. 

No balanço do semestre, os planos do tipo VGBL responderam por 91% do volume captado entre janeiro e junho deste ano. Os planos VGBL responderam por 8% das contribuições, e os planos tradicionais de acumulação e FAPI por 1%. 

No primeiro semestre, os planos individuais, feitos por pessoas físicas, responderam por 87,9% das contribuições. Os planos coletivos, patrocinados por empresas para seus funcionários, responderam por 10,5% dos ingressos e os planos para menores corresponderam a 1,6% dos novos depósitos.

 Resultado no mês de Junho

O balanço da FenaPrevi mostra que o mês de junho marcou forte retomada da previdência complementar aberta. A captação bruta registrou R$ 10,1 bilhões no mês, aumento de 35% frente a junho de 2018. 

A captação líquida registrou R$ 4,9 bilhões em junho, valor R$ 652,2% maior que os R$ 700 milhões registrados em junho de 2018.

De acordo com os dados da FenaPrevi, o VGBL respondeu em junho por 92% do volume captado no mês. O PGBL respondeu por 7% e os planos tradicionais responderam por 1%.

Os planos individuais, contratados por pessoas físicas, responderam por 89% das contribuições registradas em junho. Os planos coletivos responderam por 10% dos novos ingressos no sistema e 1% dos recursos aportados foram direcionados para planos contratados para participantes menores de 18 anos. 

 O Tratamento Fiscal 

A opção por planos de previdência privada deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o participante. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o participante pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições a ele efetuadas durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. 

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante desse tipo de plano tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração do imposto de renda.  

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL. 

É importante destacar que, para ambas as famílias de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações. 

Outra característica dessas famílias de planos (PGBL e VGBL) é a possiblidade do participante, quando do ingresso no plano, optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem nesses planos, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente quando do resgate de recursos ou de recebimento do benefício.

OAB intensifica trabalho de prevenção em casos de condutas ilícitas no acesso ao Seguro DPVAT

fraude dpvat

Fonte: DPVAT

A Seguradora Líder tem desenvolvido um trabalho integrado com diversos órgãos e entidades de classe como parte da estratégia de combate às fraudes no Seguro DPVAT. Alinhada a este objetivo, a Ordem dos Advogados do Brasil vem adotando iniciativas que ajudem a coibir estas práticas. No Ceará e em Goiás, a instituição intensificou as ações de prevenção e medidas repressivas têm sido aplicadas para evitar ilícitos éticos praticados por advogados, especialmente no caso das captações ilícitas. Goiás ocupa a 11ª posição no ranking de fraudes por estado, com 120 registros fraudulentos. Já o Ceará lidera a lista, somando 1.149 casos detectados de janeiro a julho deste ano.

Uma das medidas adotadas em Goiás foi a ampliação da estrutura do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-GO, órgão que recebe as representações a fim de que processos disciplinares sejam julgados. Além disso, foi instalada uma Comissão Especial de Combate à Captação Ilícita, constituída por sete integrantes, e adotadas ações preventivas com orientação e aconselhamento sobre ética profissional. De acordo com o presidente do Tribunal de Ética e Disciplina, Samuel Balduíno, tramitam hoje no órgão cerca de cinco mil representações contra advogados, sendo 15% delas relativas à captação ilícita. Entre as ocorrências estão casos de fraudes ao Seguro DPVAT.

“Temos um fiscal com atribuição exclusiva de atuar nos casos de captação ilícita, dispondo de todos os recursos tecnológicos necessários, tais como equipamentos de gravação de áudios e vídeos, entre outros. Essa estrutura mais robusta, por enquanto, está mais concentrada na capital, embora também haja atuação regional”, afirma Samuel Balduíno, garantindo que o objetivo do Tribunal é intensificar a regionalização.

Também foi criado um canal para denúncias direcionado diretamente para a comissão, que funciona 24h e em regime de plantão nos fins de semana e feriados. O objetivo é contribuir ainda mais com o combate às fraudes ao Seguro DPVAT.

Assim como a Secção Goiás, a OAB Ceará também tem investido na prevenção de práticas ilícitas cometidas por advogados no acesso ao seguro obrigatório. O presidente da unidade, Erinaldo Dantas, explica que algumas campanhas estão sendo planejadas em todo o estado para esclarecer dúvidas sobre o Seguro DPVAT, com o intuito de evitar que beneficiários sejam vítimas das fraudes. A secção ainda programa o recebimento de denúncias por meio de uma comissão voltada para o tema.

“Estamos trabalhando ativamente para contribuir com o combate às fraudes no Seguro DPVAT, bem como resguardar a ética profissional dos advogados do Brasil. Nossa atuação consiste em visitas frequentes a estabelecimentos onde costumam ocorrer a prática da captação ilícita do beneficiário. Além disso, estamos mantendo permanente diálogo com representantes da Seguradora Líder no Ceará, a fim de unir os esforços e tornar nossa atuação ainda mais eficaz”, explica Erinaldo Dantas.

A atuação em conjunto da Seguradora Líder com as entidades de classe conquista resultados positivos. De janeiro a julho deste ano, as notícias-crime encaminhadas pela Companhia a essas instituições já resultaram em 25 cancelamentos, suspensões ou cassações de registros de advogados em todo o país. As notícias-crime são enviadas sempre que o envolvimento de um profissional em casos de fraude é detectado.

O acesso ao Seguro DPVAT é gratuito e dispensa a necessidade de intermediários. A solicitação da indenização pode ser feita em um dos quase 8 mil postos de atendimento autorizados em todo o país ou ainda pelo aplicativo “Seguro DPVAT”. Por meio da ferramenta, vítimas e beneficiários podem solicitar o benefício diretamente de seu celular. A plataforma é gratuita e está disponível para Android e IOS.

Tokio Marine aposta na Convenção Secovi para ampliar carteira de residência

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine é patrocinadora da Convenção Secovi 2019, um dos mais reconhecidos fóruns da indústria imobiliária nacional, a ser realizado nos dias 25, 26 e 27 de agosto, em São Paulo. Na ocasião, a Companhia vai destacar as diversas soluções da Tokio Marine para o mercado imobiliário. 

“Nossa participação na Convenção Secovi 2019 vem reforçar a parceria que estamos construindo com o setor imobiliário, para o qual oferecemos um portfólio completo de produtos. Durante o evento teremos uma equipe de consultores para apresentar aos participantes nossos principais seguros: o recém-lançado Tokio Marine Aluguel, além dos seguros Imobiliário e Condomínio”, afirma Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine.

O Tokio Marine Aluguel foi bem recebido pelas imobiliárias e pelos Corretores desde o seu lançamento, em abril. Já no segundo mês de vendas, o produto alcançou a marca de R$ 1 milhão em prêmios emitidos. Embora a carteira de seguro-fiança locatícia tenha registrado 22% de crescimento no ano, dados do Secovi-SP apontam que atualmente apenas 17% dos contratos de locação são feitos com essa modalidade de proteção, o que reforça a grande oportunidade de mercado que o produto da Seguradora representa para o setor. 

Além da facilidade na contratação, que reduz o tempo necessário para a retirada das chaves pelo inquilino, o Tokio Marine Aluguel garante o pagamento integral para o proprietário durante toda a vigência do contrato de locação em caso de inadimplência. 

“Atenta às tendências que serão discutidas na convenção, a Tokio Marine oferece um produto que promove a cultura do seguro no mercado imobiliário e vai ao encontro do que há de mais atual em tecnologia e facilidade de contratação”, finaliza Goldman.