Fisher Venture Builder lança e-book sobre insurtech

Startups atuam em soluções para incrementar o core business; inovação disruptiva ainda é perspectiva mais distante

O reporte mensal da Fisher Venture Builder mapeou as 75 startups brasileiras que atuam no setor de seguros e também traz um panorama global. O levantamento aponta que, seguindo uma tendência global, as insurtechs têm atuação concentrada em etapas como distribuição e  soluções para a cadeia de seguros e menos no produto em si.

O reporte contabilizou 30 insurtechs com negócios dedicados a plataformas de gestão, análise, controle ou melhora de eficiência e 25 focadas em soluções de distribuição. As startups com produtos para o cliente final ainda são minoria, somam 15. 

“Nosso estudo de tendências mostra que a melhora da experiência do cliente está no centro das discussões – e dos planos investimentos. Já vimos isso acontecer em outros setores como no financeiro e de serviços. Com base nisso, acreditamos que teremos pela frente uma próxima onda de inovação com maior impacto para o consumidor final.  Podemos esperar um ambiente mais amigável e menos burocrático quando o assunto for contratar ou acionar um seguro”, explica Pietro Bonfiglioli, co-fundador da Fisher Venture Builder.

As tecnologias IA, Big Data e Blockchain serão as grandes protagonistas nesse sentido já que são elas que vão facilitar a vida do cliente, seja coletando automaticamente dados, oferecendo cotações instantâneas, viabilizando assinatura digital de contratos e, principalmente, facilitando o processo de abertura de sinistro. “O momento de acionamento do seguro é a oportunidade para colocar em prática o propósito de toda fintech: resolver um problema real através da tecnologia”, reforça Bonfiglioli.

O reporte também traz um panorama sobre as insurtechs nos Estados Unidos e no mundo. Foram 28 rodadas de captação em 2018, com cerca de US$ 30 milhões por rodada. O maior aporte foi de US$ 500 milhões para a Cambridge Mobile Telematics, líder mundial em telemetria via IoT para segurança em estradas. Em seguida vem a Oscar Health, operadora de saúde digital, que captou US$ 375 milhões. Globalmente foram investidos U$4 bilhões em insurtechs.

O estudo completo está disponível de forma gratuita neste link:

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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