Chubb nomeia Juliana Santos como responsável por entretenimento na AL

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 01-10-2013 : Retratos dos executivos da Chubb. - (Foto: Rodrigo Capote/trëma)

Fonte: Chubb

Juliana Santos, executiva da Chubb responsável pela área de seguros para Entretenimento no Brasil, agora está à frente desse mesmo setor em nível regional. Com isso, ela também passa a apoiar os profissionais que atuam nesse mesmo ramo nos demais países da América Latina onde a companhia opera.

“Vou trabalhar para promover uma maior integração entre as equipes da região. Como são mercados similares, vejo como muito importante o compartilhamento de experiências no desenvolvimento de produtos, treinamento de parceiros, conscientização de potenciais segurados, cotação, comercialização, apoio de ferramentas digitais, atendimento a sinistros e vários outros aspectos. Com isso, a qualidade dos serviços tende a aumentar ainda mais para corretores e clientes de cada um dos países da região”, revela Juliana Santos.

A executiva afirma que, pessoalmente, está levando do Brasil para outros países uma experiência pioneira, que começou em 2001. “No período, foram introduzidas no nosso mercado diferentes soluções tais como os seguros de Cancelamento, Adiamento e Interrupção de Eventos, Seguro de Produções Audiovisuais e Responsabilidade Civil de Eventos”, relata.

Com 19 anos de experiência no mercado de seguros, Juliana Santos foi a responsável pela área de seguros para Entretenimento da Chubb no Brasil nos últimos 15 anos. De lá para cá, a seguradora passou a oferecer soluções para pequenas, médias e grandes empresas nos setores de eventos, audiovisuais e produções fotográficas. No período, a executiva ampliou as suas funções ao agregar a responsabilidade por outras duas áreas que também demandam conhecimento especializado: Life Science (2017) e Healthcare (2019).

Prudential lança primeira campanha para vida em grupo

Prudencial seguro vida em grupo

Grupo ingressou em vida em grupo há 18 meses, com a aquisição da carteira do Itaú em 2017

Depois de um ano da estreia em seguro de vida em grupo, a Prudential do Brasil lança sua primeira campanha para estimular corretores a levarem às empresas a importância do planejamento financeiro por meio da proteção do seguro de vida. “A Prudential é uma das maiores do mundo em seguro individual. Em empresaria, fora dos Estados Unidos, a Prudential atua com empresarial no Brasil, com a compra da carteira do Itaú em 2017, e na Argentina, onde começou do zero”, conta o vice-presidente Carlos Guerra.

Passados dezoito meses do processo de integração, a Prudential parte para a conquista de mercado. Tem hoje uma equipe de 80 funcionários, cerca de R$ 300 milhões em prêmios e mais de 2 milhões de clientes. “Neste período, registramos 90% de renovação dos contratos provenientes da carteira adquirida do Itaú”, comemora Guerra.

A campanha ‘You Rock Awards 2020’ tem o objetivo de prestigiar o trabalho dos corretores de seguros. Serão reconhecidos os 21 corretores que mais se destacarem no ano de 2019, de acordo com os critérios de pontuação e ranking elaborados pela companhia.

O prêmio será uma viagem com direito a acompanhante, entre os dias 18 e 21 de junho de 2020, para a paradisíaca Playa Del Carmen, no México, com hospedagem no Hilton, em sistema all inclusive. Durante o período, haverá no local um evento promovido pela seguradora para celebrar e agradecer aos vencedores da campanha. O primeiro lugar receberá, ainda, um troféu de reconhecimento pelo trabalho realizado.

“Essa é a primeira campanha que a Prudential do Brasil Vida em Grupo desenvolve para o ramo de seguros coletivos, segmento que operamos desde 2017 e já contamos com mais de dois milhões de vidas seguradas, além de R$ 323,3 milhões em prêmios, só no ano passado. A ação é mais uma forma de reconhecer o excelente trabalho realizado pelos corretores de seguros, que acreditam e confiam nos produtos da companhia”, destaca Guerra. 

A You Rock Awards 2020 já está valendo e vai até o final de abril de 2020. Poderão participar somente os corretores cadastrados, devidamente autorizados a oferecer os produtos de vida em grupo da Prudential do Brasil.  Mais informações sobre a campanha pelo email  informativovg@prudential.com .

IRB, Austral e Hiscox lançam seguro para remoção de plataformas

Fonte: IRB

Apólice, inédita no Brasil, visa cobrir riscos de responsabilidade civil e de danos físicos no processo de descomissionamento de estruturas offshore

De olho no início das desativações de plataformas offshore no País, o IRB Brasil RE e a Austral Seguradora, em parceria com a inglesa Hiscox, lançam o seguro de descomissionamento, que visa cobrir riscos de responsabilidade civil e danos físicos durante todas as etapas do processo de remoção desses ativos. Ou seja, da desmontagem dos módulos ainda no mar à descarga final em estaleiros.

A remoção de instalações offshore — ou descomissionamento como é chamado tecnicamente o processo, que ocorre quando a vida útil do campo está chegando ao fim — é uma novidade para a indústria de óleo e gás no Brasil. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) acaba de autorizar o processo em seis plataformas e analisa outros cinco pedidos.

Desenvolvido para suprir as necessidades específicas da cadeia brasileira, o seguro — que já existe no exterior, onde o processo é comum — tem o valor de cobertura para riscos de responsabilidade civil e danos físicos customizado de acordo com o tamanho e a necessidade dos projetos de descomissionamento.

“Estamos atentos às necessidades do mercado, com objetivo de oferecer serviços cada vez mais aderentes ao setor. Até 2040, considerando toda a cadeia produtiva, R$ 50 bilhões, segundo a ANP, serão investidos no descomissionamento. Ou seja, esse processo é uma realidade e uma oportunidade. Por isso, decidimos desenvolver este produto pioneiro no Brasil, juntamente com a Hiscox e a Austral Seguradora, voltado especificamente para a cobertura de descomissionamento de plataformas offshore”, explica a diretora de P&C Internacional, O&G e Retrocessão do IRB, Isabel Solano.

Para as empresas, o potencial de comercialização do produto, protocolado no dia 16/08 na Superintendência de Seguros Privados (Susep), é grande. “Se olharmos para mercados onde a atividade de descomissionamento é mais madura, como Inglaterra, Estados Unidos e Noruega, enxergamos um potencial de receita relevante”, afirma o gerente de Energy & Marine da Austral Seguradora, Thiago Navega.

Atualmente, de acordo com dados a ANP, o Brasil tem 66 instalações offshore com mais de 25 anos de operação e que estão em vias de serem desativadas. Outras 23 plataformas têm entre 15 e 25 anos de operação, o que reforça a necessidade do produto.

“Estamos satisfeitos com o produto desenvolvido porque acreditamos que será capaz de atender a indústria, absorvendo as maiores exposições, como os altos custos atrelados à remoção de destroços e a danos físicos a outras plataformas, embarcações e pipelines, dentre outros riscos inerentes”, complementa a subscritora de Energy da Austral, Narely Nicolau.

Para a Hiscox, o descomissionamento é uma oportunidade. “A capacidade de desenvolver um produto para atender às novas demandas do mercado segurador brasileiro, juntamente com o IRB e a Austral Seguradora, é para a Hiscox uma excelente oportunidade de fortalecer a presença no mercado brasileiro, assim como o relacionamento e troca de experiência”, diz o subscritor de Responsabilidade Civil da Hiscox, Phil Furlong.

Novos modelos de remuneração são parte de mudança estrutural

Fonte: FenaSaúde

No Summit Saúde Brasil, Vera Valente defendeu formas de ampliar o acesso à saúde 

Principais lideranças do setor de saúde participaram nesta quinta-feira (22 de agosto) do Summit Saúde Brasil 2019 (“Saúde na era digital”), promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo na capital paulista. No evento, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) foi representada pela Diretora-executiva da entidade, Vera Valente, que participou do painel “Medicina baseada em valor: como avançar nos novos modelos de remuneração”.

Em sua apresentação, a diretora da FenaSaúde destacou que mudar os serviços de saúde é uma preocupação global, visto que os custos dos tratamentos são crescentes, a demanda está aumentando e os recursos estão mais escassos. No Brasil, a situação é ainda mais árdua, com a crise fiscal que afeta o Sistema Único de Saúde (SUS), a perda de 3,5 milhões de beneficiários de planos privados e o modelo assistencial em vigor, que eleva os custos.

“O mundo vive uma situação desafiadora, com a saúde ficando mais cara e um número maior de pessoas necessitando e utilizando os serviços e recursos. Em nosso país, o cenário é ainda mais crítico e, da maneira como está, é insustentável”, ressaltou Vera Valente durante o evento.

A discussão sobre modelos de remuneração faz parte de uma série de mudanças que já começam a acontecer para que os brasileiros tenham mais acesso à saúde de qualidade, assim como mecanismos que ampliem as opções de oferta e estimulem novas formas de contratação, garantindo a sustentabilidade de todo o sistema de saúde, com reflexos positivos inclusive para o SUS. Para a diretora da FenaSaúde, tanto no Brasil, quanto em outros países, já ficou claro que é preciso modificar o modelo de assistência, com práticas e estruturas que tenham como foco melhores resultados para os pacientes.

“As operadoras associadas à FenaSaúde já vêm adotando novos modelos, implementando projetos de atenção primária e prevenção, melhorando a qualidade do atendimento e reduzindo desperdícios. Esse é o principal objetivo dos nossos esforços para o desenvolvimento do setor”, apontou Vera Valente.

Valor: Susep reduz custo de apólice auto e mira mercado informal

Valor Econômico destaca que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu acabar com a exigência do uso de peças originais, que levam a marca das montadoras, no atendimento dos sinistros de seguro de automóveis.

Além da redução do preço das apólices, a iniciativa embute um objetivo maior e menos óbvio. A autarquia quer nivelar o campo da concorrência contra a chamada proteção veicular, um sistema informal de cobertura, ou seja, fora da regulação e fiscalização do órgão, segundo o diretor de supervisão de conduta do regulador, Rafael Scherre.

“A gente espera que [com a iniciativa] as seguradoras passem a alcançar uma parte do mercado informal e a cobertura da frota aumente dentro da indústria formal”, afirma Scherre ao Valor. De acordo com Felipe Bastos, sócio do escritório Veirano Advogados, “o mercado de seguros tradicional é altamente regulado e com forte estrutura de governança, isso acarreta custos e barreiras de entrada e desequilibra a concorrência com o mercado marginal”.

A autarquia editou ontem uma carta-circular pela qual formaliza a flexibilização do uso de autopeças nos procedimentos de reparos de veículos. A Susep esclarece que as companhias podem utilizar peças similares em lugar das originais, que chegam a custar até o dobro do valor do genérico.

De acordo com o documento, para isso, será preciso autorização do cliente e que os contratos especifiquem qual tipo de peça pode ser usada e em quais casos. Na prática, significa que os clientes terão de optar por produtos distintos. “Se o consumidor quiser peças originais o seguro será mais caro, senão haverá uma redução de preço”, aponta Scherre.

O representante da Susep explica que, na verdade, não houve uma mudança efetiva de regulação. “O objetivo foi dar segurança jurídica às seguradoras.” Segundo Scherre, a legislação atual já permite o uso de similares, mas uma interpretação rígida do Código de Defesa do Consumidor restringia a possibilidade. “Emitimos uma carta-circular para esclarecer e ratificar o entendimento da Susep sobre o artigo 21 do Código, que permite a utilização de todos os tipos de peças desde que o consumidor tenha autorizado, esteja ciente nas condições contratuais e as peças mantenham as especificações dos fabricantes.”

Na visão de Bastos, do Veirano, a opção da Susep pela carta-circular ajuda a agilizar processos normativos. “Apesar de não ser uma norma formal, a carta-circulares é um conteúdo normativo importante”, afirma. Para o especialista, “o processo de uma nova norma seria muito mais moroso e a carta-circular acaba tendo uma eficácia vinculante”.

Allianz compra carteiras de seguro de carro, casa, condomínio e empresarial da SulAmérica por R$ 3 bilhões

Allianz compra Sulamerica auto

Depois de muito negociar, Allianz e SulAmérica chegaram a um acordo. A gigante alemã vai desembolsar R$ 3 bilhões para assumir as carteiras de seguros automóvel, condomínio e de riscos patrimoniais da centenária seguradora brasileira, segundo fato relevante publicado há pouco. “O excelente relacionamento da SulAmérica com corretores, assessorias e canais alternativos foi um dos grandes atrativos para o inicio das negociações”, disse Eduard Folch Rue, CEO da Allianz Brasil. ao blog Sonho Seguro. O total de receita em prêmios das unidades compradas totalizou aproximadamente R$3.629 milhões de reais (806 milhões de euros) em 2018, sendo R$ 3.427 milhões (762 milhões de euros) provenientes da carteira de automóvel e R$ 202 milhões (45 milhões de euros) das operações de Ramos Elementares.

“Esta negociação é extremamente importante para a SulAmérica, para nossos parceiros, corretores, assessorias, clientes e para o país. O mercado ganha mais relevância com esse novo investimento da Allianz, que reconhece o modelo de negócios desenvolvido pela SulAmérica, investindo ainda mais e acreditando no potencial do setor de seguros brasileiro”, afirma Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

A integração das carteiras depende da autorização da compra pelos órgão reguladores, prevista para um prazo de até doze meses. Enquanto isso, Allianz e SulAmérica seguem independentes, sem qualquer alteração no atendimento a corretores, clientes e fornecedores. Até lá, não haverá mudanças na administração, nas equipes, relações comerciais, fornecimento e oferta de produtos da SulAmérica. Ambas empresas continuarão trabalhando de forma independente uma da outra. “Até a conclusão, tudo continua igual”, enfatiza Portella.

Enquanto a negociação traz um enorme ganho de escala para a Allianz em seguro auto, residência e condomínio, a SulAmérica afirma que a venda permite à empresa focar nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida, Previdência e Gestão de Ativos. Saúde representa 80% de receitas do grupo e é um setor que requer atenção total tanto pelo grande potencial de crescimento, tendo em vista que ter um plano de saúde é um dos três principais desejos das famílias, como também porque o segmento passa por uma readaptação estratégica e regulatória para se tornar mais acessível para a população e rentável.

Saúde, aliás, é uma das carteiras que a Allianz também quer apostar. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defende regras mais flexíveis para as operadoras de convênios médicos. Questionado se venderia a carteira de saúde de planos empresariais que possui para a SulAmérica, o CEO da Allianz afirmou que não vende nada. Pelo contrário, o grupo alemão segue atento a boas oportunidades de negócios. “Estamos criando uma nova Allianz no Brasil, combinando as melhores pessoas de ambos os lados e formando uma excelente equipe que aproveitará as oportunidades do mercado brasileiro com total comprometimento e confiança”, diz Folch Rue. “Nossa marca registrada será a inovação, a digitalização e o serviço aos nossos clientes por meio de nossos principais parceiros, os corretores e assessorias. Combinaremos o conhecimento local da SulAmérica com todos os pontos fortes que um grupo internacional como a Allianz possui. ”

“Esta é uma transação relevante, que une expertises de duas grandes companhias, gerando ainda mais oportunidades de negócios para os corretores e para as assessorias”, ressalta André Lauzana, vice-presidente comercial e de marketing da SulAmérica, que nas próximas semanas terá uma agenda de visitas para conversar pessoalmente com os parceiros comerciais, assim como outros executivos da companhia. O resultado da transação, além do reforço do posicionamento estratégico, agregará um montante importante de liquidez, que contribuirá para o desenvolvimento da companhia, inclusive em oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico.

Além da carteira de ramos elementares, a SulAmérica vendeu a participação na Caixa Seguradora para a Icatu Seguros, por R$ 183 milhões; a carteira de grandes riscos para a francesa AXA, por R$ 135 milhões; e a carteira de seguros habitacionais para a Pan Seguros, por R$ 60 milhões. Além disso, a empresa informou investimentos na plataforma especializada em investimentos pessoais, a Órama.

Trata-se de um valor significativo para o Brasil, principalmente se considerarmos que o país perdeu quase R$ 20 bilhões em investimentos estrangeiros até meados de agosto. “O Brasil é um país muito promissor e apostamos na retomada do crescimento da economia nos próximos anos, com geração de empregos e aumento da renda familiar, indicadores que beneficiam muito o mercado segurador local, que ainda tem grande potencial de avanço se considerarmos a baixa penetração do setor no PIB brasileiro”, disse.

É a maior aquisição feita no Brasil neste ano, sem considerar o movimento do mercado acionário envolvendo a venda da participação de acionistas (governo, Caixa e Banco do Brasil) no IRB Brasil Re, que levantou cerca de R$ 10 bilhões. Outras negociações estão no forno, como a oferta do balcão de seguro da Caixa Seguridade. As seguradoras também disputam parcerias com bancos digitais, fintechs, varejos e concessionárias de serviços. Em 2018, foram 17 negociações locais de compra e venda. De 1999 a 2018, 295, segundo dados da KPMG.  Uma das maiores negociações anunciada nos últimos anos foi a suíça ACE adquirindo a americana Chubb, por US$ 28,3 bilhões, em 2015.

O estudo global da Deloitte “Perspectivas do setor de seguros 2019” destaca o movimento de fusões e aquisições como uma das formas para as seguradoras enfrentarem uma desaceleração econômica, ou mesmo uma recessão mundial já em 2020. Há também inquietudes com o potencial de disputas sobre tarifas e regras comerciais entre Estados Unidos, China e outros países. “A mensagem subjacente é que, embora a indústria tenha de lidar com inúmeras pressões internas e externas, o fator determinante será o quão comprometida e preparada cada seguradora estará em se adaptar a um ambiente de negócios em rápida transformação”.

E foi exatamente isso que motivou a negociação da Allianz com a SulAmérica. “Quando olhamos os mercados emergentes, o Brasil tem alto potencial. Na América Latina é o maior mercado. Atuamos em 73 países e para nós se a economia crescer um pouco menos do que o previsto é normal. O investimento do grupo é no longo prazo”, afirmou Folch Rue.

Ranking automóvel – O grande negócio desta aquisição é da carteira de seguro de carro, que leva a Allianz para o seleto grupo do bilhão, passando da oitava posição (R$ 971 milhões) para a segunda colocação do ranking ao somar os prêmios ganhos da SulAmérica (R$ 1,67 bilhão), totalizando R$ 2,6 bilhões em vendas no primeiro semestre deste ano. Superada apenas pelo grupo Porto Seguro, com R$ 4,7 bilhões (R$ 3,2 bilhões da Porto e R$ 1,5 bilhão da Azul).

Seguro automóvel é o terceiro maior segmento de seguros no Brasil, representando 11% de todos os prêmios de seguro no país. Os prêmios atingiram R$ 35,9 bilhões em 2018, um aumento de 6% em relação ao ano anterior, impulsionado em parte por um aumento de 15% na venda de veículos novos, comparado a uma queda de 7% em 2017.

A carteira apresentou avanço de 3% no primeiro semestre deste ano, para R$ 17,2 bilhões. As perspectivas para o segmento são otimistas. Para 2019, a associação nacional de montadoras (Anfavea), prevê crescimento de vendas de veículos de 11% ao ano. Isso é um grande motivador para o seguro. No ano passado e neste primeiro semestre, a combinação de um melhor ambiente econômico, aumento nas vendas de veículos e menor roubo de veículos resultou em prêmios mais altos e menores taxas de perda em todo o setor.

Existem atualmente mais de 55 milhões de veículos circulando no Brasil, correspondendo a aproximadamente um veículo por cada quatro brasileiros, segundo o Sindipecas, a Associação Nacional de Peças para Veículos Automotores. Entre 2009 e 2017, o total de frota circulante cresceu de 39 milhões em 2009 para 57 milhões em 2017. A maioria dos veículos no Brasil é relativamente antiga, com uma idade média de 6,8 anos.

Apenas 8% dos veículos são novos, enquanto 22% têm de 1 a 3 anos e 70% têm mais de 4 anos. Da frota circulante, 64% são automóveis, 9% são veículos comerciais, 3% são caminhões e 23% são motocicletas. Mas apenas 20% são segurados, representando espaço adicional para crescer, destaca estudo divulgado neste ano pelo Morgan Stanley. Ainda mais agora que a Susep editou nesta semana uma carta-circular pela qual formaliza a flexibilização do uso de autopeças nos procedimentos de reparos de veículos. As companhias podem utilizar peças similares em lugar das originais, que chegam a custar até o dobro do valor do genérico. Será preciso autorização do cliente e que os contratos especifiquem qual tipo de peça pode ser usada e em quais casos.

A expectativa é de que o seguro popular de auto passe a ser mais ofertado pelas seguradoras, que aguardavam mais segurança jurídica para atuar neste nicho, hoje liderado pela Tokio Marine. Em grande parte, a baixa penetração do seguro de automóvel é consequência da idade média do veículo no Brasil, uma vez que carros mais antigos perdem atratividade diante do elevado custo do seguro. A penetração do seguro auto varia dramaticamente de acordo com a idade do veículo, com 79% dos novos veículos sendo segurados em 2018, em comparação com 34% dos veículos com até 6 anos e apenas 3% dos veículos com mais de 11 anos.

O alto custo do seguro de automóvel tem contribuído historicamente para a baixa penetração no mercado. Os brasileiros pagam, em média, R$ 3,5 mil por seguro de carro a cada ano, 71% a mais que a renda mensal média de R$ 2,1 mil, segundo pesquisa realizada em 2018 pela Tex Technology, plataforma de cálculo para corretores de seguros. Os prêmios de automóveis são ainda mais caros em regiões com altas taxas de criminalidade ou fronteiras com outros países, com um custo anual de até R$ 8,7 mil. Há que se considerar também que as famílias ricas, com mais de quatro carros, fazem o auto seguro diante dos preços praticados até 2018.

Cenário que pode mudar se a oferta for mais amigável. A boa novidade é que os preços do seguro de carro apresentaram queda no primeiro semestre, tanto pela redução da sinistralidade (menos roubos e acidentes) como também pelo uso da tecnologia que tem proporcionado economia de custos administrativos significativos. “Além de apostarmos na retomada das vendas de veículos novos, acreditamos que o brasileiro está cada dia mais consciente da importância de ter seguro de responsabilidade civil para indenizar terceiros em caso de um acidente”, argumentou Eduard Folch Rue.

Com a retomada da economia, o sonho de ter um carro novo voltará a embalar os brasileiros e isso impulsionará as vendas de seguros, segundo especialistas. Ganhará mercado aquelas seguradoras que já iniciaram um processo de atendimento digital ao corretor e ao consumidor. Embora em outros países a Allianz já tenha seguros inovadores como “on demand” e uso de telemetria, no Brasil a experiência do grupo com tais produtos virá da SulAmérica. “A inovação da SulAmérica em auto foi outro atributo que contou pontos para a negociação”, disse o executivo da Allianz.

Em países desenvolvidos, com boa infraestrutura de transportes, o seguro de carro segue sendo um dos líderes de vendas, pois o conforto proporcionado pelo automóvel ainda motiva o investimento em veículos que conquistam usuários diante das inovações tecnológicos. “O que muda é a oferta. O segmento passa a contar com diversos tipos de produtos, desde o seguro tradicional anual até o que pode ser feito por apenas algumas horas; seguros diferenciados para carros compartilhados e também elétricos, por exemplo”, cita o CEO da Allianz. “Estamos muito empolgados com esse significativo investimento feito pelos acionistas do grupo Allianz”.

Ranking residencial – Com a compra, a Allianz sobe da décima segunda posição no ranking de seguro residencial para a quinta colocação no ranking das seguradoras independentes, segundo cálculo do blog Sonho Seguro com base nos dados divulgados pela Susep de janeiro a junho deste ano. Com vendas de R$ 1,5 bilhão de seguro residencial no primeiro semestre, as companhias ligadas a bancos lideram o ranking, com Bradesco (R$ 290 milhões) e Itaú (R$ 232 milhões). Já o bloco das seguradoras independentes é liderado pela Porto Seguro (R$ 166,7 milhões), Zurich (R$ 166,2 milhões), HDI (R$ 73 milhões), Mapfre (R$ 57 milhões) e agora a Allianz (R$ 22 milhões) mais a SulAmérica (R$ 34 milhões), totalizando R$ 56 milhões.

Ranking Condominio – No seguro condomínio, a Allianz já é líder há alguns anos e agora alarga muito a distancia do segundo colocado. As vendas totais de seguro condomínio no primeiro semestre totalizaram R$ 222,1 milhões. Desse valor, a Allianz responde por R$ 41,9 milhões e a SulAmérica com R$ 30,5 milhões, totalizando R$ 72,4 milhões. Na vice liderança está a Sompo Seguros, com R$ 40,8 milhões, seguida pela Porto Seguro, com R$ 30,9 milhões, Tokio Marine com R$ 29,5 milhões e Mapfre, com vendas de R$ 25 milhões.

PREMIO JAN A JUNHO 2019
( em R$ mil)
SHARE
AUTOMÓVEL
ALLIANZ 971.0045,63%
SULA1.678.0649,74%
TOTAL A+S2.649.06815,37%
MERCADO TOTAL17.236.621100%
RESIDENCIAL
ALLIANZ 22.7921,48%
SULA 34.6352,26%
TOTAL A+S 57.4273,74%
MERCADO TOTAL1.535.486100%
CONDOMINIO
ALLIANZ 41.99518,90%
SULA 30.51213,73%
TOTAL A+S 72.50332,63%
MERCADO TOTAL222.187100%
FONTE: SUSEP E BLOG

Títulos de capitalização: mercado avança com novos produtos

Fonte: FenaCap

No ano em que completa 90 anos, a Capitalização espera iniciar um novo ciclo de crescimento

Em vigor desde abril, o novo marco regulatório da Capitalização já produziu efeitos: a arrecadação das novas modalidades alcançou R$ 577,0 milhões no último trimestre, contribuindo para que o mercado fechasse o semestre com uma receita global R$ 11,5 bilhões, avanço de 11,5% em relação a igual período de 2018. Os dados são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

“Embora o momento ainda seja desafiador,  a Capitalização, aos poucos, vem retomando seu ritmo de crescimento. O lançamento das novas modalidades abriu espaço para a criação de cerca de 400 novos produtos somente no primeiro semestre do ano e as perspectivas são as melhores possíveis para os próximos anos”, analisa Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Performance no semestre – Ainda de acordo com o balanço da Federação, no primeiro semestre do ano as provisões técnicas – montante correspondente a recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 30,3 bilhões, avanço de 3,7% no em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O valor relativo aos resgates parciais e finais de clientes de títulos de capitalização atingiu R$ 8,6 bilhões, um recuo de 1,0% em relação ao primeiro semestre de 2018. Em todo o país, foram entregues R$ 570 milhões em prêmios em dinheiro, o que equivale ao pagamento de R$ 4,6 milhões de prêmios em dinheiro, por dia útil, para clientes com títulos de capitalização sorteados.

90 anos de Capitalização – Em 1929 foi comercializado o primeiro Título de Capitalização, de lá pra cá o produto passou por diversas mudanças tornando-se cada vez mais aderente as necessidades dos consumidores.

O produto, que combina soluções de negócios com sorteios, conta atualmente com seis modalidades:  

Instrumento de Garantia – funciona como garantia para contratos de qualquer natureza, incluindo empréstimos e aluguel de imóveis, por exemplo ;

Filantropia Premiável – oconsumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização. 

Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 7, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago;

Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro;

Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores;

Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

Tokio Marine incentiva corretores a investirem em novos negócios

Por Márcia Alves

No almoço com associados do CCS-SP, seguradora apresentou produtos e ferramentas criadas para profissionais que desejam fugir do “rouba-monte”.

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu no dia 20 de agosto, no Circolo Italiano, em seu tradicional almoço mensal, a diretoria da Tokio Marine Seguradora. Acompanhado de outros executivos, o presidente José Adalberto Ferrara expôs no encontro os números detalhados do desempenho da empresa nos últimos sete anos, produtos e ferramentas recém-lançados e o planejamento estratégico para os próximos três anos. 

Sexta colocada no ranking do mercado segurador, de acordo com dados da Susep até junho deste ano, a Tokio Marine cresceu 10,7% nos últimos doze meses, de agosto de 2018 a julho de 2019, superando a média do mercado, que atingiu 6,8% no mesmo período. Mas, o bom desempenho da empresa não se restringe apenas ao último ano, quando a economia apresentou fraco desempenho. Entre 2011 e 2018, a Tokio Marine cresceu 200%. 

Com 60 anos de atuação no Brasil, atualmente, a seguradora conta com um cadastro de 25 mil corretores e 1,8 milhão de veículos segurados. Nos últimos doze meses, a Tokio Marine apresentou crescimento expressivo em diversas carteiras. No seguro automóvel, que representa 62,8% da sua produção, o crescimento foi de 5,9%, enquanto o mercado decresceu 0,9%. 

Para Ferrara, o crescimento negativo do seguro automóvel é um dado preocupante também para os corretores que concentram sua atuação nesse ramo. “Esse crescimento foi muito em cima do rouba-monte, e isso não é bacana”, disse. Por esse motivo, a companhia decidiu expandir sua atuação em outros ramos, desenvolvendo ações para estimular os corretores a fazerem o mesmo.

Novos produtos

Um dos recentes lançamentos da seguradora é o Tokio Marine Aluguel, tanto para pessoa física com jurídica. Segundo Ferrara, o diferencial é a garantia do preço cotado. “O nosso preço está garantido lá na ponta, sem acréscimos, e isso faz a diferença no mercado de fiança locatícia”, disse. Outra novidade é o seguro para safras agrícolas, que abrange 82 culturas. “Lançamos há três meses e já alcançamos R$ 60 milhões em produção”, revelou.

Ferrara também citou os seguros D&O e o RC Eventos, que pode ser acessado por aplicativo, além do seguro para frotas de 3 a 50 veículos, com preço online, e o seguro para pequenos embarcadores e transportadores. “Gostaria que os corretores enxergassem esses produtos como oportunidades de negócios que farão crescer o bolo securitário”, frisou.

De acordo com o executivo, o seguro Auto Popular da companhia passou por reformulações e agora cobre desde veículos zero quilometro até com 25 anos de idade. “A vantagem é que podemos usar peças compatíveis, o que torna o preço 30% menor que outras modalidades de seguro de automóvel”, disse. Em sua visão, a expansão desse produto beneficiaria não apenas os segurados, como também o mercado ao enfrentar a concorrência com as associações e cooperativas. “Por isso, já convidei outros presidentes de seguradoras a também entrarem no Auto Popular”, afirmou.

O mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula, elogiou a iniciativa de Ferrara de tentar envolver mais seguradoras como meio de combater o mercado irregular. “Quanto maior a oferta de produtos legais e com custos adequados, mais anêmicas ficarão essas associações. Precisamos dar uma resposta ao mercado marginal”, disse.

Estratégias

Um dos focos no planejamento da empresa para 2020/2022, segundo Ferrara, é a tecnologia, tanto que a seguradora já investiu R$ 100 milhões nessa área. Dentre as inovações estão o Brokertech, para estimular o empreendedorismo digital dos corretores em diversas áreas, incluindo o e-commerce. Uma das ferramentas oferecidas é o Youtokio, um canal de vídeo para treinamento e divulgação da corretora. “São soluções para o corretor entrar na era digital”, disse. 

Para o mentor do CCS-SP, os corretores precisam conhecer melhor os produtos digitais. “O ciclo do seguro de automóvel está se encerrando e os corretores devem ficar atentos às novas oportunidades de negócios, como os seguros para riscos cibernéticos. Por isso, é importante entender como esses produtos funcionam”, disse.

O almoço do CCS-SP foi prestigiado pelos diretores da Tokio Marine, Valmir Rodrigues, João Luiz de Lima, Marcelo Goldman e Adilson Lavrador, pelo superintendente George Dutra e por autoridades do setor: Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, Arnaldo Odlevati Jr., presidente CCS-ABCDMRR, Ednir Fornazzari, mentor CCS-Osasco e Região, Luiz Ioels, presidente Credicor-SP, Marcos Colantonio, presidente Aconseg-SP, Paulo de Tarso Meinberg, diretor do Ibracor, Octavio Milliet, presidente da APTS, e Pedro Barbato Filho, presidente Camaracor-SP.

Liberty Seguros patrocina 9ª edição da Virada Sustentável de São Paulo

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros é, pelo 2º ano consecutivo, patrocinadora da Virada Sustentável de São Paulo. O evento, que acontece entre os dias 22 e 25 de agosto, contará com mais de 600 atrações gratuitas em diversos locais nas cinco regiões da capital paulista, como Parque Ibirapuera, Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural da Juventude, Teatro Sérgio Cardoso e MIS, entre outros. 

O projeto da Virada Sustentável começou em 2011 em São Paulo e tem o objetivo de apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população. A arte e atividades lúdicas são utilizadas como as principais ferramentas, inspirando as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo.

Neste ano, a Liberty vai oferecer duas ações personalizadas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma por meio do programa Liberty Mulheres Seguras e uma atividade esportiva, são elas: 

Oferecido pelo programa Liberty Mulheres Seguras, o projeto apoia o empreendedorismo e empoderamento feminino, e será realizado em parceria com a empresa de Inteligência de Gênero ImpulsoBeta. O Fórum ocorrerá no dia 23 de agosto na Unibes Cultural, na Oscar Freire, das 8h30 às 10h30. 

Durante o painel, a equipe vai apresentar os benefícios da participação equilibrada e responsabilidades compartilhadas entre homens e mulheres no ambiente de trabalho e como essa equalidade impacta positivamente a economia brasileira. 

Além disso, participantes dessa ação irão ouvir depoimentos de convidadas especiais que trarão três diferentes pontos de vista sobre o assunto: a Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, abordará o assunto sob a perspectiva da sociedade; Simone Martins, corretora e vice-presidente do SINCOR reforçará a importância do equilíbrio de gênero para as  empresas e Renata Santos, funcionária da Liberty e Embaixadora do Liberty Mulheres Seguras, trará essa visão sob a perspectiva das famílias. 

Entre os dias 24 e 25 de agosto, a Liberty Seguros também vai realizar, no Parque Ibirapuera, uma atividade de tênis com aulas monitoradas pela Fundação Tênis, ONG parceira da companhia que promove a inclusão social e a construção de valores éticos por meio do esporte.

“O patrocínio da Virada Sustentável é mais uma forma da Liberty Seguros se engajar em um dos nossos principais pilares: a sustentabilidade”, diz  Felippe Alves, gerente de marca e sustentabilidade da Liberty Seguros. “Com o projeto, além de contribuirmos positivamente com a comunidade, nós agregamos ainda mais iniciativas ao nosso programa de sustentabilidade”, completa.

Para mais informações sobre a programação da Virada, acesse: https://www.viradasustentavel.org.br/programacao/virada-sustentavel-sao-paulo-2019

Banco Inter lança seguro auto da Liberty para danos causados a terceiros

banco inter seguros


Objetivo é oferecer uma alternativa 100% digital para clientes que não são atendidos pelos produtos disponíveis atualmente no mercado

Com o objetivo de oferecer uma alternativa para clientes que não são atendidos pelos produtos disponíveis atualmente no mercado, o Banco Inter, que tem a Liberty com parceira, lança a opção de seguro auto contra danos causados a terceiros, com contratação 100% digital.

A adesão é feita sem a necessidade de vistoria do veículo e garante exclusivamente cobertura para danos materiais e corporais causados a outras pessoas envolvidas no acidente, com proteção, inclusive, para carros antigos, com até 25 anos de fabricação. Também inclui assistência 24 horas, com chaveiro, socorro mecânico, táxi e guincho, além de sorteio de mensal de capitalização no valor de R$ 5 mil.

Segundo informações do banco enviadas ao blog Sonho Seguro, o seguro auto contra terceiros irá complementar o portfólio de cuidados com automóvel, junto com o seguro auto tradicional, que é comercializado desde 2017. “Dessa forma, nossa expectativa é ampliar nossa carteira de seguros digitais, atraindo clientes que não têm interesse ou necessidade de contratar um seguro tradicional e agora contam com uma nova opção de contratação”, disse Paulo Padilha, diretor executivo da Interseguros, corretora do banco.

O produto está disponível para contratação por qualquer cliente com acesso ao app do Banco Inter. Em junho, o banco digital contabilizava 2,5 milhões de correntistas.”Nossa estratégia de comunicação é feita de forma segmentada, com comunicações específicas para grupos com maior fit com o produto. A estratégia inclui envio de e-mails, pushes, posts em redes sociais do Banco, como por exemplo, vídeo explicativo no canal do YouTube. Com essas ações, nossa ideia é reforçar o posicionamento da Interseguros e a oferta diversificada de seguros digitais”, acrescentou.

O pagamento pode ser feito em 10 vezes de R$ 54,08. “Nosso objetivo é garantir uma proteção com preço mais acessível para quem dirige com responsabilidade, mas não quer assumir o risco no caso de se envolver em um acidente, provocando danos materiais ou físicos a outras pessoas”, explica Paulo Padilha, diretor executivo da Inter Seguros.

A cobertura contempla qualquer veículo, incluindo carros, motos, ônibus, vans, caminhões e bicicletas. Também se estende a eventuais prejuízos causados contra imóveis residenciais e comerciais, públicos e privados. A apólice também contempla pedestres vítimas de danos corporais ou morte.