JSL Corretora agora é Madre Seguros

Com 37 anos de experiência, corretora do Grupo JSL troca de nome, tem novo posicionamento e foca estratégia em inovação e tecnologia  

A Madre Seguros nasce a partir de um nova visão de corretora de seguros. Através do uso de inteligência da informação, redes sociais e canais digitais, a Madre conecta seguradoras, parceiros operacionais e clientes para oferecer o que há de mais moderno e eficiente no mercado.

Com um jeito mais prático e rápido, a Madre sabe como e onde encontrar produtos inteligentes e de acordo com a necessidade do cliente. “Nossa equipe atua de forma segmentada, com especialistas nos vários ramos de seguro e que unem tecnologia e conhecimento para oferecer os melhores produtos e serviços”, explica Bruno Borghetti, diretor da Madre Seguros. “Temos gestores especializados em seguros de automóveis, caminhões, agrícolas, vida, garantia e transporte, entre outros”.

Na opinião de Borghetti, as operações dedicadas às unidades de negócios do Grupo JSL são importante vantagem competitiva da Madre Seguros.  “Atendemos as 15 lojas da Original Concessionárias, 64 lojas Seminovos Movida e clientes do Grupo Vamos (concessionárias Valtra e VW/Man). É um diferencial competitivo significativo para nós e que nos coloca em posição de destaque no cenário de seguros. Vale ressaltar que aplicaremos tecnologia também nos canais de vendas tradicionais e jamais deixaremos de estar próximos aos nossos clientes”.

E este conceito inovador se aplica a todo mercado, não apenas às empresas do Grupo JSL. “Madre, vem de Mãe. Sinônimo de cuidado, atenção e confiança. Uma protetora que não mede esforços para manter todos SEGUROS. A escolha do nome vem daí. É assim que vamos atender todos os nossos clientes”, explica Borghetti.

Na Zurich, corretor de seguros escolhe como quer se comunicar: digital ou olho no olho

Zurich benevides

Marcio Benevides sempre foi corretor e por isso entende bem a dor do profissional de vendas. Ainda mais nestes tempos em que o mundo ainda tateia as inovações trazidas pela inteligência artificial. Todos sabem o quanto é chato ter um problema e ficar refém de um “robô”, que ainda não tem respostas para algumas perguntas. Ainda mais quando o tema é seguros, um setor que luta para deixar de ser complexo e ingressar no mundo da simplicidade.

Desde 2016, Benevides é diretor-executivo de distribuição da Zurich. Enquanto corretor, sentiu um distanciamento das seguradoras com o profissional de vendas. “A tecnologia veio, é importante para diversas situações, mas todos sentem que o ser humano acabou se distanciando. Em qualquer relação. Até mesmo em grupos familiares. Em aniversário, por exemplo, muitos mandam mensagens em vez de ligar ou dar um abraço pessoalmente. Isso me incomoda muito”, comenta ele com o blog Sonho Seguro.

Carismático, Benevides recorda dos tempos áureos do mercado, quando todos se relacionam olho no olho. “Pena essa humanização ser deixada de lado diante do novo comportamento trazido pela revolução digital. Mas aqui na Zurich estamos restabelecendo isso”, afirma. 

Uma das iniciativas são os encontros do Experiência Zurich, que visa restabelecer o contato, olho no olho, aperto de mãos e, principalmente, a confiança no relacionamento. Em 2018, foram realizados 18 encontros e, neste ano, 14 em diversas cidades do Brasil. Com cerca 30 pessoas em cada evento, quase mil corretores já participaram da experiência, que traz bons frutos para todos. 

“Não somos só Inteligência Artificial. Nosso mercado é feito por gente. Nosso objetivo é aproximar as pessoas. Estreitar relacionamentos. Quero que o meio tecnológico nos ajude, mas não quero a distância entre corretor e seguradora. Como nosso negócio é transacional, uma hora ou outra uma das partes pode se equivocar e nada melhor saber com quem falar para que o negócio se construa de maneira sustentável”, afirma Benevides.

Para tanto, a Zurich investiu em tecnologia para dar ao corretor e ao cliente a comodidade de se comunicarem como for melhor. “Nosso desejo é que eles se comuniquem conosco no canal que quiserem, dos digitais aos analógicos. Chat, central de atendimento, whatsapp, telefone ou pessoalmente. Aproximamos as pessoas. A Experiência Zurich não é um encontro somente da área comercial. É de toda a companhia. Nosso CEO Edson Franco já participou de vários eventos, o que mostra que não é encontro comercial, mas uma aproximação da Zurich com os corretores. Óbvio que discutimos negócios. Mas esse não é o objetivo”, acrescenta.

Um dos efeitos positivos de se valorizar o relacionamento interpessoal em tempos de “robôs” é o crescimento das vendas e da lucratividade, cita Benevides. Segundo ele, enquanto o mercado segurador avançou cerca de 6% no primeiro semestre, sem considerar dados de saúde, a área de distribuição da Zurich saltou 16% no primeiro semestre.  “O seguro de carro, por exemplo, anda de lado e registramos crescimento de 18%, com resultado, no canal corretor.  Isso sinaliza que o corretor aprova a nossa iniciativa e se sente acolhido por todos dentro da companhia. É uma estratégia vencedora num mundo cada dia mais conectado”, finaliza o executivo, que tem a agenda cheia para novos encontros até o final deste ano.

Equipe jurídica da Seguradora Líder contabiliza resultados positivos

Fonte: Seguradora Líder

A Seguradora Líder, por meio da ampliação do conhecimento e esclarecimento sobre o acesso ao Seguro DPVAT, tem somado esforços a fim de reduzir a judicialização na Companhia. Os resultados podem ser vistos em números. Nos últimos quatro anos, o estoque total de processos caiu 15%. Se considerarmos uma visão atualizada com os primeiros oito meses de 2019, tivemos um estoque que reduziu de 419.615 para 357.747 processos, o que demonstra evolução e amadurecimento da estratégia adotada pela Administração da Seguradora Líder.

No histórico de entradas de novas ações nos últimos quatro anos, a Seguradora também acumula recuos, chegando a uma redução de 51% com a comparação dos oito primeiros meses de 2019 com o mesmo período de 2015.

Os êxitos da área jurídica também estão expressos na quantidade de causas ganhas nos últimos anos. O percentual de sucesso em 2015 era de 35,3% e, em 2018, o percentual de sucesso atingiu 62,9%, que representa um aumento de 31% durante este período. Com a evolução dos estudos de teses e maior entendimento de atuação de cada Tribunal, nos oito primeiros meses do ano de 2019, os ganhos de causa já representam 65,9% do total de processos julgados nos últimos quatro anos.

Os êxitos são resultado da ampliação do diálogo da Seguradora Líder com toda a sociedade e da clareza da legislação vigente e aplicável ao Seguro DPVAT. O lançamento da Cartilha “Seguro DPVAT: Legislação e Jurisprudência”, é um exemplo das ações que acompanha essa diretriz. No entanto, algumas vítimas e familiares buscam a Justiça antes mesmo de entrarem com a solicitação de indenização na Seguradora Líder. Em 2018, cerca de 22% das ações judiciais não tiveram registro de pedido na Seguradora. Assim, um pagamento que pode ser efetuado em até 30 dias pela via administrativa acaba levando, em média, dois anos por meio de uma ação judicial.

“O desafio está em ampliar o conhecimento sobre o Seguro DPVAT com o intuito de reduzir a judicialização e facilitar cada vez mais o acesso às indenizações e reembolsos. Para isso, a estratégia tem sido disseminar as principais informações do benefício para a sociedade e garantir adequado embasamento e segurança jurídica para a resolução de possíveis novos conflitos”, destaca o Diretor Jurídico da Seguradora Líder, Hélio Bitton. O executivo reforça, ainda, que nos últimos anos a área passou por uma verdadeira metamorfose. “As mudanças que estamos implantando em prol dos beneficiários e segurados e o nosso trabalho de esclarecimento sobre as regras do Seguro DPVAT estão refletidos nos nossos números”, esclarece.

Tokio Marine já disponibiliza aos corretores seguro auto tradicional com peças compatíveis

Pioneira no lançamento do seguro popular de automóvel, a Tokio Marine também inova ao disponibilizar para os corretores a opção do seguro tradicional de auto em conformidade com a nova circular da Superintedência de Seguros Privados (Susep), que permite o uso de peças peças novas paralelas ou similares, importadas ou nacionais, no reparo de veículos no conserto nas oficinas.

“Já temos uma rede de fornecedores em razão do seguro popular, o que nos deu agilidade para trazer ao corretor o novo produto de forma ágil”, contou José Adalberto Ferrara ao blog Sonho Seguro. “Reiteramos que optamos desde o início em não trabalhar com peças usadas, eliminando completamente riscos envolvidos nesse tipo de operação”, reforça Marcelo Goldman, diretor da companhia japonesa, quinta maior seguradora de auto do Brasil. Se o cliente optar pela oficina referenciada, consegue ainda mais desconto. “São formas de baratear do seguro, que chega a custar até 30% menos do que o tradicional”, acrescenta Goldman.

Um dos principais cuidados da Tokio é que fique bem claro para o corretor que ele precisa explicar direitinho para o consumidor a diferença entre os produtos. “Peças compatíveis, mas não fabricadas pelas montadoras. Se isso for muito claro, nao terá problemas”, aposta Goldman. 

Segundo a seguradora, o cliente terá a opção de escolher o tipo de peça que gostaria de utilizar no momento da proposta. “Reforçamos também que o consumidor sempre terá acesso aos dois tipos de peça e que as diferenças entre ambas sempre serão esclarecidas conforme cotação, proposta, apólices e condições gerais, assim como no momento da contratação”, informa.

De acordo com Rafael Scherre, diretor da Susep, o tema ainda precisa ser mais debatido, mas inicialmente a intenção é reduzir em pelo menos 10% o custo do seguro e ampliar a base de veículos cobertos pela proteção no país, que atualmente é inferior a 30% da frota circulante. “A medida visa contribuir com o consumidor num momento de orçamento familiar mais restrito”, comentou ele em palestra na Conseguro 2019, realizada em Brasília, no dia 5 de setembro.

A partir de agora será necessário, portanto, que o corretor altere o cálculo para ter acesso à peça Nova Compatível. Peças “Novas Compatíveis” já são utilizadas há mais de dois anos para o seguro auto popular e a Tokio Marine conta com uma cadeia de fornecedores robusta e frequentemente realiza vistorias nas oficinas para confirmar a adequada instalação das mesmas.

O grupo destaca que no início das vendas do seguro popular foram feitas ações junto aos corretores para confirmar que estavam cientes da reparação do veículo por peças “Novas Compatíveis”, garantindo, dessa forma, a transparência da operação de ponta a ponta. A venda no seguro tradicional também segue os mesmos princípios de treinamento dos corretores, que devem vender o produto de forma transparente para seus clientes, que podem optar por pagar mais barato para um seguro que, no caso de necessidade de reparo em oficina, concorda com o uso de peças compatíveis.

Riscos cibernéticos em debate em evento online 100% gratuito para o mercado de seguros

Fonte: AIG

Uma semana inteira de conteúdos exclusivos, 100% gratuitos e com a participação de grandes especialistas do mercado de seguros aguarda os corretores de seguros brasileiros no maior evento online do país voltado à categoria. Promovida pela Educa Seguros em parceria com a Segfy, a Conferência Seguros na Prática 2019 acontecerá entre os dias 9 e 13 de setembro, e poderá ser acessada no ‘Seguros Na Prática’, portal desenvolvido para fomentar a evolução do corretor de seguros por meio de capacitação, relacionamento e soluções para o mercado.

Serão mais de 40 palestras com temas diversas, entre elas, uma conversa ao vivo (live) com Tiago Lino, Especialista em Riscos Cibernéticos da AIG, para esclarecer dúvidas dos corretores, além de um treinamento completo sobre Sinistros em Responsabilidade Cibernética, ministrado por Victor Perego, também Especialista da AIG.

Vendas, competitividade, gestão e crescimento do negócio serão outros temas abordados pelos palestrantes. Entre eles estão o fundador do CQCS, Gustavo Doria; o fundador da Treinaseg, André Santos; o CEO da Q+ Consultoria e Capacitação, Richard Hessler Furk; e o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Fabio Izoton.

A conferência é uma evolução da Semana do Corretor de Seguros, realizada em 2018, que contou com mais de 20 horas de conteúdo ao vivo. Com o novo formato, a expectativa é de que haja cerca de 15 mil participantes inscritos em 2019.

“O objetivo do evento é incentivar o corretor de seguros a superar desafios, inovar e desenvolver o seu negócio neste momento de transformação digital, buscando o crescimento, sem deixar de lado todo o ecossistema de distribuição de seguros que está à sua volta”, afirma o fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope, que também está na lista de palestrantes.

“Nossa presença como correalizadora e patrocinadora reforça a proximidade da Segfy com as corretoras de seguros, que são nossas maiores parceiras de negócios. Queremos fortalecer ainda mais o relacionamento e o engajamento com os corretores, por isso vamos ajudá-los a melhorar realmente os seus resultados na conferência”, completa o diretor da Segfy, Dielson Haffner.

Pela primeira vez, além das palestras tradicionais, serão realizadas entrevistas para gerar insights e inspirar os corretores de seguros por meio da trajetória de profissionais de sucesso. Uma série de workshops também vai mostrar como conteúdos técnicos e de produtos podem ser aplicados no dia a dia.

Poderão participar do evento corretores de seguros, gestores, líderes e responsáveis técnicos, comerciais, calculistas, analistas de sinistros e financeiro, profissionais de atendimento, pós-venda, produtores de seguros e todos os profissionais que atuam nas mais diversas etapas da comercialização de produtos do setor.

O evento online conta com apoio do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) e patrocínio da AIG, Baeta, MegaLuzz Negócios, Ping Seguro, Profee, Ragaz, Seguralta e VitalCard.

Confira algumas das palestras que farão parte da programação:

– “Como as tendências comportamentais impactarão no mercado de seguros” – Richard Furck, da Q+ Consultoria Capacitação. 

– “Sinistros em Responsabilidade Cibernética” – Victor Perego, Especialista da AIG

– “Direto ao ponto: desafios e oportunidades para o corretor de seguros” – Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS.

– “Cláusula de rateio do seguro empresarial” – Lovani Zerwes Silva, professora da Escola Nacional de Seguros, diretora e consultora especialista da Piúva Corretora de Seguros.

– Live sobre Riscos Cibernéticos – Tiago Lino, Especialista da AIG

– “Outbound Marketing – Prospecção de vendas” – Davi Oliveira, especialista no assunto da Educa Seguros.

– “Os hábitos de consumo das novas gerações” – Marina Zanco, gerente de projetos da Educa Seguros.

– “Criando relacionamento e gerando oportunidades de vendas através de conteúdos que educam” – Anderson Ojope, fundador da Educa Seguros.

Inclusão e oportunidade a profissionais negros é tema de debate da AIG

aig diversidade

O Fórum de Diversidade Racial contou com representantes da KPMG, Dow, e Demarest Advogados como painelistas para compartilhar suas experiências e práticas em suas empresas 

Fonte: AIG

Com a proposta de discutir as barreiras socioeconômicas da inclusão dos profissionais negros no mercado de trabalho corporativo, o grupo diversidade étnico-racial da AIG DAERC reuniu corretores parceiros, funcionários e representantes de outras companhias no Fórum de Diversidade Racial. O encontro aconteceu nesta quinta-feira (5), em São Paulo, e marcou o lançamento do grupo, a mais recente mobilização da companhia em favor da diversidade e inclusão.

Ao lado dos profissionais Robson de Oliveira, advogado do Demarest Advogados; Thays Cristina dos Santos e Hure de Andrade, ambos executivos da Dow e líderes do GAAN (Global African Afinity Network) na companhia, e Marília Melo, sócia da KPMG e uma das líderes do grupo Ebony, de etnias e raças na empresa, Jorge Sousa, responsável pela área de Negócios Públicos na AIG e líder do DAERC, levantou questões sobre a abertura e desenvolvimento profissional dos negros, oportunidades e conscientização sobre os vieses existentes em nossa sociedade.

Logo na abertura do evento, Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG, destacou a relevância da pauta tanto sob o aspecto interno, em favor da transformação do ambiente de trabalho, quanto do ponto de vista da sociedade. Na AIG, as discussões de diversidade e representatividade estão cada vez mais maduras e colocadas em prática. Com a questão racial não é diferente. Sabemos do nosso papel como agentes de transformação e queremos fazer a diferença rumo a uma sociedade mais igualitária, comentou.

Protásio Oliveira afirmou que dentre os mais de 130 grupos de diversidade existentes na AIG em todo o mundo, o DAERC, no Brasil, é a primeira iniciativa focada na questão racial a existir em outro país fora dos Estados Unidos.

Este, aliás, foi um dos pontos discutidos entre os painelistas e participantes do Fórum: apesar da importância e necessidade de trazer a temática racial à mesa, é, em geral, o assunto mais recente levantando no ambiente corporativo, em comparação com as demais vertentes da diversidade, como gênero, orientação sexual e deficiência. No Brasil, ainda é comum a percepção de que não existe racismo, daí a complexidade em trabalhar a questão dentro das empresas. É preciso reconhecer a presença estrutural e institucional e promover formas eficazes de combatê-lo, sendo necessário o acolhimento, a capacitação e a retenção dos profissionais negros e negras, para que haja inclusão e representatividade nas instituições, disse Robson de Oliveira.

Para Marília Melo, esse tipo de discussão, felizmente, é um caminho sem volta. Os esforços que temos feito é para receber cada vez mais pessoas diversas nas empresas, com uma proporção que reflita a nossa sociedade. A afirmação foi endossada por Thays dos Santos. Se conseguirmos compartilhar o que aprendemos nas empresas com diferentes grupos da sociedade, conseguiremos a representatividade e, consequentemente, empoderar mais o indivíduo, cada vez mais ciente de seu potencial e das escolhas que pode fazer, relatou.

Entre as iniciativas atualmente em prática pela AIG e também compartilhada pelos palestrantes sobre suas empresas, está a frequente aproximação com jovens como uma forma de capacitação e oferta de diferentes opções de carreira, muitas vezes desconhecidas ou consideradas impossíveis. Outras práticas em andamento são processos seletivos obrigatoriamente diversos em todos os níveis e acompanhamento profissional por meio de mentoria e aconselhamento. Somente conseguimos transformar o ambiente empresarial com o apoio e engajamento da liderança. Ela deve ser envolvida na discussão, com compromissos claros, afirmou Hure de Andrade.

Na AIG, o DAERC é um grupo de diversidade que nasce alinhado com outros cerca de 130 grupos em todo o mundo. No Brasil, ele completa, ao lado do [email protected] (WOW) Mulheres e Aliados e Diversitas LGBTI e Aliados.

DPVAT paga 155 mil indenizações no primeiro semestre, informa Líder Seguradora

Fonte: Líder

A Seguradora Líder pagou nos seis primeiros meses do ano 155.032 indenizações, nas três coberturas previstas pelo Seguro DPVAT (morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas), correspondendo a R$ 654,3 milhões. No primeiro semestre, a arrecadação bruta foi de R$ 1,4 bilhão, uma queda de 54,8% em relação ao mesmo período de 2018, e foram processados mais de 43,8 milhões de bilhetes do Seguro DPVAT, o que representa um crescimento de 4,4% em relação ao ano passado.

A parcela destinada ao FNS (Fundo Nacional de Saúde) ficou em R$ 630,9 milhões, no primeiro semestre de 2019 (R$ 1.393 milhões, no primeiro semestre de 2018) e a do Denatran em R$ 70,1 milhões (R$ 154,7 milhões, no primeiro semestre de 2018). Esses valores seguem diretamente da rede bancária arrecadadora para os cofres da União, sem passar pelo caixa da Seguradora Líder. O montante arrecadado e os respectivos repasses foram impactados pela redução de 63,3%, em média, do prêmio tarifário do Seguro DPVAT em 2019.

Os dados fazem parte do Relatório da Administração e Demonstrações Financeiras do primeiro semestre de 2019, acompanhado do Relatório do auditor independente, do Relatório do Comitê de Auditoria e do Parecer do Conselho Fiscal.

O relatório semestral também apresenta as principais ações estratégicas para o aprimoramento do Seguro DPVAT, entre elas simplificação de documentos, com destaque para o Formulário de Pedido do Seguro DPVAT, lançado em outubro de 2018, que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do Seguro. A criação do aplicativo do Seguro DPVAT, em dezembro de 2018, que permite aos beneficiários dar entrada no pedido de indenização diretamente na Seguradora Líder também é um dos destaques. Até junho de 2019, foram mais de 100,9 mil downloads do aplicativo, disponível na Apple Store ou Google Play.

CONSEGURO: reforma da Previdência e seguro intermitente abrem novas perspectivas para o setor

Consumidor deve ser o maior beneficiado pelas mudanças

Fonte: CNseg

O mercado brasileiro de seguros abre uma nova fronteira com duas grandes novidades: a reforma da Previdência e a regulamentação dos seguros intermitentes e por prazo definido.  Os dois temas fecharam os debates da CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília. 

Com o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento da população e o Estado assumindo papel secundário no amparo e proteção de parcela da sociedade, o hábito de poupar precisará ser incorporado à rotina de toda a população nas próximas décadas. A educação financeira será um gatilho para preparar as diversas gerações para a construção de um futuro mais seguro. Com a necessidade de planejamento, a adesão aos planos de previdência deve ganhar ainda mais destaque após a conclusão reforma constitucional, em tramitação no Congresso. As mudanças aumentarão o tempo para que trabalhadores cumpram exigências como idade mínima e tempo de contribuição.

O professor do Insper, Naercio Menezes Filho, mostrou como a evolução da expectativa de vida, as falhas da educação no Brasil, e a estagnação na produtividade, empurram cada vez mais jovens para o mercado informal ou aquele trabalho “por conta própria”, reduzindo uma fonte de receita importante para a Previdência Social.  “Apesar de os gastos por aluno do ensino fundamental terem triplicado entre 2000 e 2014, não houve efeito no aumento da produtividade, que está estagnada há três décadas”, lembrou o professor.

A estagnação da produtividade brasileira, comprometida pela falta de qualidade do ensino, pode representar uma ameaça ao desafio de custear as despesas quando na chegada da terceira idade. De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, a educação é estratégica para garantir melhoras reais do País, um mercado de trabalho mais saudável e um sistema de previdência social mais equilibrado. Segundo ele, a reforma da Previdência tornou-se prioritária porque o país caminha para estar entre as dez nações mais envelhecidas até o fim do século, e as despesas hoje já equivalem à de países maduros.

“O Brasil convive com uma rápida transição demográfica. Antes, era um dos países mais jovens do mundo. Agora, mudou sua trajetória e estará entre os 10 países mais envelhecidos. E, ao contrário da Europa, nós não estamos enriquecendo antes de envelhecer. Então teremos de ficar ricos após envelhecer, o que é desafio mais complexo”, explicou Rolim.

O presidente da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi), Jorge Nasser, apontou os planos de previdência entre as soluções para atenuar os riscos de um envelhecimento sem qualidade de vida. Segundo ele, é preciso desmistificar a ideia de que o Estado terá condições de arcar com o pagamento de vinte salários mínimos, quando elas se aposentarem pelo regime geral.

Já o presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Marcelo Farinha, ponderou que, apesar de necessário, “os trabalhadores não poderão poupar todos os excedentes para a aposentadoria e, na realização de sonhos, poderão comprar títulos de capitalização, de acordo com seus objetivos”. 

Seguro intermitente inaugura nova fase de relações de consumo no País

Depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou, na semana passada, a comercialização de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente, foi dada a largada para uma corrida que pode mudar as relações de consumo no Brasil. “No momento, o pódio está completamente vazio. Esse mercado ainda é um bebê. Alguém vai vencer essa corrida e ninguém sabe quem é. Talvez alguns vencedores estejam nessa sala”, disse o executivo e membro do Comitê LATAM do Society of Actuaries (SOA), Ronald Poon-Affat, para a plateia da CONSEGRO 2019. 

Foi com irreverência e otimismo que Poon-Affat falou sobre desafios no Brasil e tendências no setor de seguros em países desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos. No telão, ele exibiu a foto de um chocolate e de um brócolis. Em seguida, concluiu: “É mais fácil vender chocolate. E seguros não é chocolate”.  Para os futuros agentes e operadores de seguros intermitentes ficou a lição de que a criatividade irá nortear o caminho de sucesso nesse novo ramo.

Poon-Affat deu exemplos de produtos inovadores que movimentam o mercado norte-americano. A seguradora digital Lemonade (estilo turn on/ turn off), por exemplo, arrecada cerca de U$ 18 milhões a cada trimestre. A empresa é acionada para cobrir temporariamente casas alugadas pelo Airbnb. Segundo ele, esse tipo de produto tem sucesso quando os números são grandes. “O Brasil tem esses números”, disse o executivo ao mostrar um gráfico do ecommerce brasileiro, em que o país aparece acima da média mundial. 

Sobre o caminho a ser percorrido pelas empresas nessa nova fase, o superintendente Atuarial da Mitsui Sumitomo Seguros, Gustavo Genovez, destacou a flexibilidade que a regulamentação da Susep permitiu ao setor e que, agora, há uma preocupação para manter a atratividade do que já existe no mercado de seguros. “Estamos vivendo em um universo com tecnologia avançada e facilidades em nossas vidas, além de mudanças sensíveis no comportamento de consumo”, afirmou em sua fala, que também abordou os riscos de fraude nas novas operações intermitentes e uso de inteligência artificial. 

Marcos Spieguel, presidente da Comissão Atuarial da Confederação Nacional de Seguradoras (CNSeg) e moderador do painel, frisou que o desafio é grande e que o setor não pode ter medo de errar. “Processo de lançamento de produtos vai ser um desafio para todos nós. Vai ser preciso agilidade. Brigamos tanto por normas que nos dessem essa flexibilidade, então agora temos que responder ao regulador o consumidor de forma rápida”, concluiu.

CONSEGURO: setor de seguros encara o desafio de se tornar mais eficiente

“A governança é o timoneiro no processo de conhecimento e domínio dos riscos”, destacou uma das participantes de painel da CONSEGURO 2019

Fonte: CNseg

Tornar o setor mais eficiente, incorporando a gestão de risco à cultura das empresas e aumentando a produtividade, é um dos grandes desafios atuais para a área de seguros no Brasil. Esse foi um dos pontos abordados no painel “Análise de Riscos, Política de Compliance e Controles Internos” do 13º Seminário Controles Internos & Compliance – Auditoria e Gestão de Riscos, que encerrou a programação da CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.

Tatiana Aranovich, assessora da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), lembrou que a partir de 2023, a margem de solvência será substituída pelo capital baseado em riscos. A norma está prevista na Resolução Normativa (RN) nº 443, de 25 de janeiro de 2019, que dispõe sobre a adoção de práticas mínimas de governança corporativa, com ênfase em controles internos e gestão de riscos, para fins de solvência das operadoras de planos de assistência à saúde.

“A governança é o timoneiro no processo de conhecimento e domínio dos riscos”, ressaltou Aranovich. Ela destacou que, entre 2012 a 2018, 119 empresas do setor foram liquidadas e, em 100% dos casos, havia problemas de governança. “Em 98% dessas empresas, verificamos pendências na confiabilidade de dados e, em 82%, havia fragilidade dos controles internos”, completou.

Vinícius Brandi, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), lembrou que o Brasil tem uma das mais baixas coberturas per capita no mundo. “Buscamos uma supervisão mais eficiente para que isso se reflita no mercado e tenhamos a ampliação da cobertura e da concorrência, o reforço da credibilidade e o melhor uso da tecnologia, ferramenta essencial”, afirmou.

Simone Negrão, presidente da Comissão de Governança e Compliance da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), defendeu a adesão ao que chamou de “pratique e explique”. “As empresas precisam ter argumentos sobre o que fazem e por que fazem. Haverá tempo para adequação e fortalecimento das linhas de defesa”, disse, em referência à RN 443. “As empresas devem prezar pela eficiência, focando em resultados e mostrando que geram valor agregado”.

Laurindo Anjos, presidente da Comissão de Gestão de Risco da CNseg, enfatizou que o mercado precisa se adequar e buscar alinhamento. “Veja esse exemplo das empresas liquidadas, citado por Tatiana Aranovich. Isso representa um ponto para a conscientização do setor sobre a importância dos processos internos e da busca pela eficiência”, declarou.

Luís André Blanco, presidente da Comissão de Solvência da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), deu destaque à Consulta Pública nº 73, proposta de Resolução Normativa. A proposta, que aguardando aprovação, disciplina os critérios para definição do capital regulatório das operadoras de planos de assistência à saúde. Essa consulta tem o objetivo de colher subsídios para a proposta de modificação das regras que definem o limite mínimo de patrimônio líquido ajustado que as operadoras devem observar (capital regulatório). 

A proposta visa implementar, de forma gradual, modelo de capital baseado em riscos na saúde suplementar, em substituição à margem de solvência. “As empresas enfrentam restrições no orçamento que podem ser melhoradas”, ponderou. “Porém, a gestão de risco precisa ser incorporada à cultura das empresas”, concluiu Blanco.

CONSEGURO: desafios na precificação com novas coberturas demandam inovação do setor de saúde

Chegar a um preço justo no seguro saúde é uma operação complexa

Fonte: CNseg

A precificação dos seguros de saúde é cada vez mais complexa e implica em uma série de riscos. Estabelecer um valor justo, que atenda à legislação e à proteção do segurado, é um grande desafio para o setor. O tema foi debatido no 6º Encontro Nacional de Atuários, parte da programação da CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), e encerrada semana passada em Brasília. 

João Alceu Amoroso Lima, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), participou da CONSEGURO 2019 nesta quarta-feira, 4 de setembro. O congresso, que acontece a cada dois anos, é o mais importante do mercado de seguros e foi realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.

Amoroso Lima destacou a relevância das operadoras de planos privados de assistência à saúde na manutenção do sistema, que atualmente enfrenta, no Brasil e em vários outros países, o desafio da sustentabilidade. O descompasso entre os custos crescentes e as limitações de orçamento e renda (agravadas pela recessão e o desemprego no País) vem crescendo nos últimos anos e tem como principais causas os impactos relacionados às novas tecnologias e às mudanças dos perfis epidemiológico e etário da população. Questões relacionadas à judicialização, às fraudes, aos desperdícios e às ineficiências tornam a situação ainda mais desafiadora.

Para reverter o cenário, Amoroso Lima defendeu a ampliação das opções de cobertura dos planos de saúde como forma de oferecer mais acesso à população a serviços de qualidade e garantir, ao mesmo tempo, a sustentabilidade do setor. Segundo o presidente da FenaSaúde, a segmentação da oferta, de maneira a adequar os preços dos planos a diferentes perfis de usuários, é uma estratégia que se mostrou eficiente em outros países. “Chegou o momento de rever a legislação que vigora no País há 20 aos e buscar novas soluções para enfrentar os desafios”, afirmou.

A criação de incentivos à atenção primária, com investimentos na prevenção de doenças, e o combate a fraudes e desperdícios, que causam o crescimento de despesas do sistema de saúde, também foram destacadas. O fortalecimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também foi apontado como parte importante para o setor. “Precisamos que a Agência atue para oferecer mais estabilidade e segurança jurídica a todos os agentes do sistema”, explicou. Segundo Amoroso Lima, essas medidas têm como objetivo a redução dos preços finais dos planos, o aumento nas opções de acesso e a melhoria na qualidade no atendimento à população.

Precificação – Em outro painel, o sócio-diretor da Maravilha Atuarial Consultoria, Paulo Ferreira, alertou: “Não há seguro mais complexo em termos de precificação do que o seguro saúde. É necessário levar em consideração todas as limitações legais, técnicas e mercadológicas que envolvem o produto”. 

Paulo Ferreira destacou a importância do uso da Inteligência Artificial e de projeções financeiras dinâmicas nesse processo de precificação. O que, segundo ele, inclui a projeção de todas as receitas e despesas, incluindo os aportes e retiradas de capital, fazendo com que o prêmio calculado zere o valor presente do fluxo, descontado pela taxa de desconto de risco (Risk Discount Rate).

Ele explica que “sem credibilidade estatística não há precificação justa”. Para isso, um número considerável de sinistros é levado em conta no processo de valoração, fazendo com que a probabilidade se aproxime da frequência observada na prática. Ferreira afirma que o modelo em que é usada a estimativa de indenizações “simplesmente pela média dos sinistros passados, leva, a longo prazo e certamente, à ruína da operadora”.

Novas Coberturas e Mercado – A diretora do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Raquel Marimon, ressaltou que “temos que entender de quanto é a ampliação de cobertura que está sendo proposta” e, ao mesmo tempo, o impacto das novas coberturas e procedimentos determinados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O maior desafio, segundo ela, é saber projetar o reajuste neste novo cenário. O mercado de seguros de saúde é composto por um grande número de operadoras, cerca de 750, a grande maioria de pequeno porte. O número de planos em vigor registrados na ANS passa dos 16 mil.

Para Raquel Marimon, “o atuário precisa ir além e compreender melhor como os processos estão sendo desenvolvidos”. Segundo a diretora do IBA, entender a frequência e o custo é essencial para o profissional. Ela ressalta, ainda, a importância da Coordenação do Cuidado, que visa atender às necessidades e preferências dos usuários na oferta de cuidados em saúde, com elevado valor, qualidade e continuidade. “Nas operadoras que implantaram essa coordenação, a queda de sinistros foi significativa”, afirma. 

Antonio Penteado Mendonça, Sócio do Penteado Mendonça e Char Advocacia, concluiu que é preciso haver um movimento de consolidação nesse mercado. Ele alertou sobre os riscos da autogestão: “Diante da enorme volatilidade desse setor, a melhor coisa que a autogestão pode fazer é deixar de ser autogestão e buscar uma seguradora”.