CONSEGURO: Profissionais de auditoria interna discutem desafios da implementação da LGPD

A lei, que entra em vigor em agosto de 2020, foi ponto de um dos debates do 13º Seminário de Controles Internos & Compliance.

Fonte: CNseg

Os desafios do mercado de seguros diante da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), no Brasil, foram discutidos no 13º Seminário de Controles Internos & Compliance – Auditoria e Gestão de Riscos, na CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), e encerrado ontem em Brasília. 

Inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), da União Europeia, a LGPD (Lei nº 13.709/2018) inaugura uma nova realidade no contexto do tratamento de dados pessoais no Brasil, “não só em termos jurídicos, mas sobretudo com relação a aspectos culturais e comportamentais”, explicou Fabrício Mota, consultor da Comissão Europeia e ex-assessor parlamentar do Senado Federal. 

Fabrício Mota acompanhou a formulação da nova legislação no Senado e, na CONSEGURO, apresentou aspectos gerais da lei de proteção de dados brasileira. Ele garantiu que a LGPD “não é um fator impeditivo para o tratamento dos dados e não busca dificultar os negócios, ela apenas quer um novo patamar de segurança para o titular dos dados”. 

O especialista afirmou ainda que o Brasil já vivencia um “efeito LGPD”, apesar de a regulação entrar em vigor apenas em agosto de 2020. “A lei não está em vigor, mas a cultura jurídica de proteção de dados já está presente”, afirmou. Como exemplo, Fabrício relatou a aplicação de duas multas, pelo Procon-SP, às empresas Google e Apple, por terem comercializado, em suas lojas de aplicativo, o FaceApp, um software russo de reconhecimento facial. De acordo com Fabrício Mota, a ação movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avaliou que a política de privacidade do aplicativo é obscura, o que justificou a aplicação das sanções. 

Na opinião de Glauce Carvalhal, superintendente Jurídica da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a LGPD “é uma lei complexa, mas, ao mesmo tempo, extremamente necessária. Como o setor segurador tem a informação como insumo, agora enfrenta o desafio da nova legislação. Mas ela é também a oportunidade para assegurar mais segurança em suas operações com clientes, fornecedores e demais participantes”. 

A superintendente da CNseg listou uma série de desafios apresentados pela LGPD que devem ser observados pelo mercado de seguros, especialmente relativos ao que consta das dez bases legais para tratamento e compartilhamento de dados. Entre eles, Glauce apontou as regras que vedam a discriminação e o compartilhamento de dados, sem o consentimento do titular, na saúde suplementar, como também o trecho que estipula o livre acesso dos dados ao titular, caso solicite. 

“Eu vejo que nós temos que dar acesso ao titular, mas evidentemente cotejando com o segredo comercial e empresarial, que é algo que a própria lei protege. Nós precisamos refletir sobre como essa informação será disponibilizada para o segurado, a fim de garantir o direito dele, mas, ao mesmo tempo, garantir também o direito das seguradoras”, argumentou. 

Assízio Oliveira, consultor da LR Consultoria, afirmou que, embora a LGPD entre em vigor em agosto de 2020, os setores de auditoria interna não devem aguardar sua vigência para iniciar as mudanças. “Não há nenhuma necessidade de esperarmos uma regulamentação da lei, pela autoridade ou por quem for, para que comecemos a atuar. A hora de atuar é agora”, defendeu. Ele acredita que, se a lei não é um impeditivo para os negócios da companhia seguradora, a auditoria interna “também não deve assumir o papel de impedir que os negócios sejam feitos exatamente por causa dessa lei. É preciso ter isso como foco”. 

O consultor ressaltou que a auditoria interna é uma atividade independente e objetiva de garantia e consultoria e que sua missão é fornecer avaliação, assessoria e conhecimento. Ele defende que, embora também tenha um viés fiscalizador, este não deve ser preponderante em sua atuação. 

CONSEGURO: como equilibrar a viabilidade econômica e a proteção do consumidor

Fonte: CNseg

O equilíbrio entre as demandas do consumidor e a saúde financeira das seguradoras, em um contexto de flexibilização das regulações, para ampliar as ofertas de serviços de proteção à população é o grande desafio do setor de seguros. O tema foi um dos principais debates da CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.   

O professor de Direito do Consumidor, Ricardo Morishita, introduziu o tema dizendo que a transparência dos debates é condição necessária para a convergência das relações de consumo.

ANS

Para o presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS), Leandro Fonseca da Silva, a regulação que hoje trava o mercado de saúde suplementar foi feita numa ótica do consumidor. “A missão das agências é buscar o equilíbrio nos mercados em que atuam. Na saúde temos de entender o contexto do país, que se prestou a oferecer saúde universal e gratuita”.

Segundo ele, pensando em uma regulação do futuro, o melhor caminho é o da transparência e da análise técnica. “Ao darmos transparência, podemos trazer o debate para um nível menos apaixonado e mais técnico”, afirmou Leandro Fonseca.

Para o diretor-presidente da ANS, é importante existir uma perspectiva de longo prazo para a regulação do setor de saúde suplementar. No início, a oferta contava com limites de internação, contratos com letras miúdas e a cobertura não era clara. Transformar isso exigiu uma regulação forte.

O marco legal procurou reduzir a assimetria das informações e determinar um patamar mínimo de coberta que as operadoras deveriam ofertar. O segmento passou, então, de 30 milhões de beneficiários para 47 milhões, evolução de quase 50%, enquanto a população cresceu 20% no mesmo período. “Ou seja, a regulação e a criação de um rol mínimo de procedimentos ajudou a aumentar a cobertura e incentivou o crescimento do segmento”, comentou.

Susep

“Para tentar harmonizar o mercado, cabe ao regulador e às outras instituições que atuam na proteção ao consumidor estimular o diálogo entre os diversos stakeholders, como os poderes Executivo, Legislativo, a indústria, os órgãos de controles e a sociedade”, defendeu Rafael Scherre, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para ele, o fundamental é “entender que tudo tem um custo benefício”.

Senacon 

Se a regulação então é necessária, com afirmaram os representantes da ANS e da Susep, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (Senacon), Fernando Meneguin, questiona como a defesa do consumidor poderá ser aprimorada.  “Temos grandes desafios diante da enorme variedade de produtos lançados, o que torna a escolha do consumidor ainda mais difícil”, afirmou Fernando, complementando que, em alguns casos, o Estado quer defender o consumidor mas, muitas vezes, erra ao tentar resolver uma falha do mercado e gerar uma falha ainda pior, conhecida como falha de governo.

Ele citou alguns exemplos, como a norma da Senacon que, após diversas intervenções, proibiu a diferença de preços entre homens e mulheres nas baladas. “Por que o estado tem de agir em relação a isso? Homens e mulheres poderiam escolher se querem entrar em um lugar que cobre determinado preço. Isso é algo para refletirmos”, ponderou.

Superior Tribunal da Justiça

A excessiva regulamentação foi a preocupação levantada pelo ministro Ricardo Cueva, do Superior Tribunal da Justiça (STJ). Segundo ele, há muitos recursos para evitar o problema. “Esse é um tema que tende a revolucionar alguns dos mercados, como o de seguros, como mostrou a Susep ao regulamentar o uso de peças não originais no seguro de carro e a liberalização do seguro intermitente, que possibilita um avanço no ambiente regulatório”, disse.

Para ele, o ponto principal do debate é como o Judiciário faz o controle da legalidade da regulação. “No STJ isso é dramático. Tivemos 514 mil processos em 2018. Isso nos causa até vergonha diante de colegas estrangeiros”, comentou. “Boa parte das demandas vêm de casos envolvendo a saúde pública e a saúde suplementar”. 

Para ele, há uma evolução clara da complexidade da judicialização da saúde e isso precisa ser mais bem esclarecido, sendo a transparência com o consumidor um dos pontos de melhoria.  “É certo que se precisou expandir os direitos dos consumidores, como mencionou a ANS, mas isso levou a extinção dos planos individuais”.

CNseg

O presidente da CNseg, Márcio Coriolano, citou duas experiências internacionais em regulação. Uma delas foi a bolha imobiliária dos Estados Unidos em 2008; o segundo, o caso das franquias nos planos de saúde. No primeiro caso, as facilidades criadas levaram o setor à insolvência. O segundo caso, tornou o consumidor mais ativo na escolha dos procedimentos médicos, uma vez que ele passou a custear parte do valor do serviço. Os casos, segundo ele, mostram que a regulação do futuro deve ter o bastão da proteção do consumidor, mas levar em conta que as garantias não podem ser infinitas, porque prioridade também deve ser conferida à sustentabilidade dos mercados. Para ele, o consumidor  não é suficientemente informado sobre a impossibilidade de seus direitos serem infinitos.

Associação ProconsBrasil

Filipe Vieira, presidente da Associação ProconsBrasil, assinalou que os Procons representam, hoje, a ponte da amizade entre consumidores e empresas e destacou a necessidade das regulamentações não visarem apenas o avanço de mercados, mas também em preservar direitos dos consumidores. Nesse sentido, o presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Sillas Rivelle, outro debatedor, destacou a importância das ouvidorias das seguradoras no atendimento dos interesses dos consumidores, destacando números que mostram elevado grau de resolução das demandas, que podem ser, ou não, favoráveis aos pleitos do clientes.

D’Or Consultoria incorpora Mavera e acelera expansão

Empresa prevê fechar 2019 com prêmio de R$ 3 bilhões e superar 2 milhões de vidas

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria, empresa do Grupo Rede D’Or São Luiz especializada em seguros e benefícios, tem atuado como aceleradora de pequenas e médias corretoras por meio do programa AceleraD’Or, e anunciou a aquisição da Mavera Gestão de Benefícios e Seguros.

Bruno Iannuzzi, Vice-Presidente da D’Or Consultoria, ressalta que a estratégia de aquisições tem contribuído efetivamente na trajetória de sucesso trilhada pela companhia. “O compartilhamento dos recursos já investidos internamente irão potencializar o atendimento e o excelente serviço já prestado pela Mavera”, avalia o executivo.

Com os projetos de aceleração, a D’Or Consultoria tem uma projeção de encerrar 2019 com presença em sete estados e mais de 580 colaboradores. “Tecnologia, gestão de saúde e recursos humanos são parte do nosso diferencial para alcançar tais resultados”, explica Iannuzzi.

A reputação da marca e sua força de mercado levou Cátia Magalhães, CEO da Mavera Gestão de Benefícios & Seguros a fechar negócio com a D’Or Consultoria. “Unindo forças, traremos uma carteira composta por pequenas e médias empresas, em sua maioria multinacionais”, cita Cátia. 

Com 23 anos de atuação no segmento, a corretora garante que a retenção de mais de 95% da carteira de clientes atesta o seu diferencial. “As essências das duas empresas estão alinhadas: cuidar verdadeiramente das pessoas”, reforça a executiva.

A notícia da união com a D’Or Consultoria tem repercussão muito positiva e a expectativa é que haja um crescimento substancial na carteira.  “E o principal é ajudar empresas com a redução de custos, para que a saúde suplementar seja sustentável, cuidar dos seus colaboradores de maneira humanizada, promover a mudança de hábitos e atuar sempre preventivamente”, diz Cátia.

Carlos Alberto Oliveira, diretor da D’Or Consultoria destaca que desde 2018, com a criação do programa AceleraD’Or, voltado aos pequenos e médios corretores de seguros, já somam mais de R$ 800 milhões de prêmio e cerca de 12 corretoras.

“O AceleraD’Or é uma excelente oportunidade para as empresas alcançarem um patamar de negócios que trará um crescimento bem acima da média e de forma sustentável.  A oportunidade é para todos que vislumbrem um horizonte de crescimento acelerado ao unir forças e capturar sinergia com a nossa empresa”, declarou Carlos.

As corretoras interessadas em se candidatar ao programa AceleraD’Or devem encaminhar o pedido diretamente a D’Or Consultoria, através do e-mail:  programaacelerador@dorconsultoria.com.br.

Liberty Seguros lança campanha com foco no nicho de Comércio e Serviços

Fonte: Liberty

Profissionais parceiros que se destacarem nas vendas poderão ganhar mil reais em prêmios

A Liberty Seguros apresenta sua mais nova campanha de incentivo para corretores, desta vez, com foco no produto Liberty Comércio & Serviços. A nova campanha pontua os corretores por cotações, emissões e até treinamentos realizados sobre o produto. Os pontos acumulados serão revertidos em crédito em prêmios em catálogo exclusivo e podem variar de R$ 200 a R$ 1 mil.

Além de premiar as vendas, a Liberty também oferece aos corretores um conteúdo repleto de dicas para ter a melhor abordagem ao prospectar os pequenos e médios empresários, assim como um treinamento completo com detalhes e forma de contratação dos produtos.

“Queremos que nossos parceiros aproveitem as oportunidades de crescer seus negócios investindo em produtos que apresentam um alto potencial de vendas. E para isso, eles podem contar com a Liberty para lhes dar o máximo de informações para a hora da venda e também premiar seu desempenho”, explica Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.

A campanha será válida até o dia 30 de setembro e participam as emissões de seguros novos e renovações congêneres com prêmio líquido mínimo de R$ 500. Acesse o regulamento na íntegra no Meu Espaço Corretor Liberty Seguros: https://meuespacocorretor.libertyseguros.com.br.

Time da Rede Lojacorr realiza imersão em inovação

lojacorr inovacao

Fonte: Lojacorr

O time de colaboradores da Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil, realizou uma imersão em inovação durante todo o mês de agosto, que foi concluída no último dia 02 de setembro, com um projeto prático. 

Após a inauguração, no início de agosto, do ambiente da empresa na Comunidade Distrito Spark em Curitiba, – que abriga startups, corporações e investidores, por meio de um forte ecossistema de inovação – a empresa deu início à agenda de visitação dos colaboradores no novo espaço e, na sequência, houve palestras, formação e vivências. O espaço, que é inovador para o setor de seguros no Sul do País, objetiva fomentar conexões entre o mercado, sociedade e hub de inovação. O segundo momento da implantação desse novo canal do processo de transformação digital da empresa é o envolvimento do quadro colaborativo no ambiente e no mundo inovador das startups. 

Durante o mês de agosto, o time de colaboradores recebeu o professor e fundador das startups Saphari e Strategyplace, Ricardo Almeida Pereira, especialista em estratégia, processos, inovação e performance, além de mentor de programação de aceleração de startups. Contou também com a palestra da psicóloga e professora Aline Marty, pós-graduada em Planejamento e Gestão de Negócios e Marketing, com mais de 20 anos de experiência em gestão de equipes comerciais, atuando em segmentos da indústria, serviço e comércio. Juntos trabalharam os pilares de Criatividade, Inovação e Proteção. 

Matheus Campos, coordenador de Atração e Desenvolvimento da Rede Lojacorr, explica que ao envolver o colaborador numa vivência de desenvolvimento da organização, incentiva que o profissional coloque suas ideias em prática mediante métodos e ferramentas. “O exercício provoca mais transparência na criatividade das pessoas e o marco do mês da inovação mostra o mindset de acolhimento dessas ideias”, acrescenta.

Na oportunidade, os especialistas apresentaram informações, novidades e tendências criativas e incentivaram o envolvimento do profissional da rede em iniciativas e projetos da comunidade seguradora. O intuito foi mostrar que o colaborador pode ser o autor de inovações da marca e do ecossistema, mesmo que não seja diretamente ligado à sua função principal. Isso permite flexibilidade de atuação, novas possibilidades e leituras de melhorias e desenvolvimento, além de despertar no profissional o comportamento intraempreendedor, para que a cultura da inovação, possa ajudar o brasileiro a se proteger mais e melhor.

Ricardo Almeida Pereira explica a importância da conexão para abrir portas de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional. “Ao fazer parte movimento, a pessoa cria novas metodologias para a solução de problemas mediante um benchmarking do cenário da inovação. Ao se aproximar desse cenário, a empresa tradicional amplia as potencialidades da organização e de todo o seu ecossistema”, ressalta. 

Já no último dia 2 de setembro, foi de dedicação total ao evento dos colaboradores da Rede Lojacorr, que foi coordenado pelo o professor Ricardo Pereira e pelo fundador da Noviggi Workshops para Inovar, Iuri Alencar. Durante todo o dia, 30 colaboradores e seis equipes, construíram seus projetos utilizando metodologias de Design Thinking e apresentaram para uma banca composta pelo do presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, a concessionária da Unidade Curitiba, Renata Vieira, o proprietário da OS Corretora de Seguros e Intermediação de Serviços, parceiros da Rede, Kleber Caetano de Souza e a Community Manager no Distrito CWB. O grupo vencedor terá seu projeto realizado e apoiado pela Rede Lojacorr.  

O fundador da Noviggi, Iuri Alencar, conta que a mão na massa na resolução de problemas, ao envolver o colaborador num momento leve, permite que os participantes foquem no envolvimento maior da solução. “É um exercício de integração e união para a conclusão de uma causa, que instiga a essência do funcionário como colaborador e que beneficia o seu dia a dia na organização”, diz.

De acordo com Lohara Brigadeiro dos Santos, analista de Operações e colaboradora da Rede Lojacorr há oito anos, o novo formato em que os colaboradores são convidados a atuar como atores da transformação e desenvolvimento empresarial gera oportunidades de crescimento e desenvolvimento do funcionário ao ser engajado nos projetos inovadores. “Notamos e observamos cada mudança que ocorre na organização e o mais bacana desse modelo é que a empresa, apesar de inovar, continua seguindo compartilhando novidades com os colaboradores e os envolvendo, dando voz ao colaborador”, conta.

Oxigênio Aceleradora dá início ao 8º ciclo de aceleração

Fonte: Oxigênio

Seis startups foram selecionadas entre mais de mil iniciativas inscritas

A partir deste mês de setembro seis startups selecionadas começam o processo de aceleração promovido pela Oxigênio Aceleradora. Com o objetivo de impulsionar startups em estágios já avançados, o 8º ciclo de aceleração utiliza um novo modelo, o equity free, que oferece às selecionadas a oportunidade de créditos em consultorias jurídicas, designer, growth, desenvolvimento e assessoria de imprensa, além de créditos em nuvem, plataforma de contratação de desenvolvedores e vouchers de desconto com parceiros.

“Nosso maior objetivo é colaborar para o desenvolvimento de empresas com soluções inovadoras e estimular assim o ecossistema do empreendedorismo no Brasil. O novo modelo, implantado com base em feedbacks de outros ciclos, reforça nosso objetivo, além de trazer inovações para o Grupo Porto Seguro”, destaca Mauricio Martinez, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora.

Confira abaixo as startups participantes do oitavo ciclo de aceleração:

Fhinck: software que identifica atividades e comportamentos para aumentar a performance e eficiência operacional. Uma vez instalado, o software entende automaticamente como os usuários estão trabalhando, promovendo insights com foco em melhorias operacionais e people analytics (fhinck.com).

Maio Marketing: por meio de uma plataforma, o Datalive, tem o objetivo de otimizar a maneira como as empresas se conectam e acionam seus clientes e prospects (maiomarketing.com.br).

Niduu: solução para capacitar de forma inteligente os colaboradores, mudando o comportamento e aprimorando os resultados das empresas. A plataforma também conta com recomendação inteligente de treinamentos e rastreamento detalhado dos gaps de conhecimento de cada colaborador ou de um setor (niduu.com).

SoluCX: mede a satisfação do cliente após cada touchpoint e entrega as informações de forma simplificada, além de contar com inteligência artificial para a análise dos comentários (solucx.com.br).

Kidopi: a iniciativa visa promover a gestão de saúde populacional a partir de planos de cuidado personalizáveis direcionados ao paciente por meio de inteligência artificial, aliando protocolos estruturados baseados em eventos, processamento de língua natural e feedbackhumano para uma comunicação com o paciente (kidopi.com.br). 

Hi Technologies: iniciativa pioneira no serviço de telemedicina para exames laboratoriais, como: HIV, zika, chikungunya, dengue, hepatite, teste de gravidez, colesterol total, HDL, hemoglobina glicada, vitamina D, glicemia, dentre outros. A tecnologia é uma nova categoria em análises clínicas que associa internet das coisas e inteligência artificial para acelerar o diagnóstico médico (hilab.com.br).

Liberty Seguros disponibiliza cobertura de rodas, pneus e suspensão para clientes de todo o Brasil

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros apresenta a expansão da cobertura Roda e Pneu para clientes auto de todo o Brasil. A partir deste mês, segurados de todo o território nacional poderão contar com o produto que engloba diversos serviços como troca exclusiva de pneu e roda com extensão para substituição do sistema de suspensão em caso de impactos acidentais em guias, meio-fios, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados, pedras e vidros.

“A Liberty Seguros trabalha para sempre oferecer aos seus clientes produtos e serviços inovadores com as coberturas mais completas, para que eles aproveitem os momentos que realmente importam sem preocupação”, diz Paulo Umeki, Vice Presidente de Produtos da Liberty Seguros. “Com essa expansão em parceria com a Autoglass, passamos a oferecer a nova cobertura em âmbito nacional e damos aos corretores mais um diferencial no momento de fidelizar sua carteira de automóvel”, completa.

CONSEGURO: Brasil é destaque no programa da ONU sobre Princípios para Sustentabilidade em Seguros

Fonte: CNseg

Incêndios florestais, poluição nos mares, estiagem, enchentes, doenças provocadas por tabagismo e até a resistência a antibióticos, que pode se tornar a principal causa de mortes em 2050. São muitos os fatores que colocam em risco a saúde e a economia das nações ao redor do mundo. Atento a esse cenário, o setor de seguros no Brasil se destaca globalmente dentro dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês), Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O tema foi destaque do painel “O seguro em um cenário de imprevisibilidade” da 1ª Conferência de Sustentabilidade e Diversidade da CONSEGURO 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília (DF), até essa quinta-feira (05). 

“A inciativa dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros, que no Brasil foi criada em 2012, está moldando a agenda global de sustentabilidade do setor”, disse o líder do programa, Butch Bacani. Segundo ele, a questão da sustentabilidade é importante não só para a indústria, mas para os setores reguladores, governos e a própria sociedade. Nesse contexto, os compromissos assumidos pelas seguradoras podem promover grandes mudanças estruturais e trabalhar com o foco na avaliação dos riscos, reduzindo os prejuízos causados pela má gestão e pela falta de planejamento sobre os riscos futuros.

Bacani falou sobre os cenários previstos para o meio ambiente, como a ameaça de elevação da temperatura nos oceanos e suas implicações, sobre as atividades extrativistas e a situação hídrica na Amazônia. Essa última, em especial, foi objeto de um alerta feito no início dos trabalhos do PSI em 2012, quando analisou a estrutura das hidrelétricas da região e seus impactos socioambientais.

O líder do PSI lembrou que o Brasil assumiu compromisso com a transparência do risco climático ao tornar-se o primeiro mercado de seguros do mundo. Ele mencionou os avanços nas tratativas com o setor brasileiro e falou sobre o workshop que será realizado em pareceria com a CNSeg em outubro, em São Paulo, onde falará para o mercado sobre as boas práticas no setor Sustentabilidade em Seguros.

O painel que abordou a seguridade em um cenário de imprevisibilidade durante CONSEGURO 2019 também contou a participação da integrante da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), Denise Pavarina. Ela mostrou pela primeira vez ao setor de seguros sobre as recomendações objetivas e os riscos financeiros associados às mudanças climáticas. Segundo ela, o trabalho da Task Force é fazer com que as seguradoras possam compreender o risco financeiro que as empresas correm por conta das mudanças no clima e devido à transição mundial para uma economia de baixo carbono. 

“Nosso papel é fazer essa disseminação de dados para que as empresas adotem as recomendações. Até hoje 833 empresas já aderiram às recomendações. Não existe uma meta objetiva, porque a gente quer o maior número possível de adesão das empresas. Porém, a ideia é que ao longo de cinco anos tenhamos um número bem expressivo de companhias que tenham optado por essa nova política”, diz Denise.

A diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNSeg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, informou que a Confederação foi a primeira instituição fundadora/apoiadora dentro do setor a aderir ao PSI, o que ocorreu já em 2012. “Em seguida, seguradoras se tornaram signatárias e, em 2016, foi a vez da Superintendência de Seguros Privados (Susep)”, informou.  Solange Beatriz também mostrou a importância desse mecanismo que incentiva a aceitação de risco moderado por parte da população.  “É importante entender que o seguro não é apenas um mecanismo de transferência de riscos para compensar perdas financeiras, mas também um mecanismo de gerenciamento de risco porque os seguradores podem adotar medidas de prevenção de sinistro e atenuação das perdas, que acabam incorporadas aos negócios”, explicou.   

Conhecimento e consciência socioambiental

Para a diretora da Mapfre, Fátima Lima, que produziu o relatório de sustentabilidade da CNSeg, é importante ir além e fomentar a consciência da sociedade sobre a exposição a todos os riscos ambientais. Ela acredita que focar a questão socioambiental dentro do setor de seguros é fundamental para integrar questões à estratégia de negócio da empresa. “Não pode ser um tema à parte dentro da companhia”, ponderou.

Ela explicou que o relatório revelou indicadores importantes que foram coletados no setor de seguros em 2018. Um exemplo é que 60% das empresas afirmaram integrar questões Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) em seus planejamentos estratégicos. “Isso mostra que está sendo incorporado às empresas uma agenda em desenvolvimento com a criação de uma nova visão dos riscos para que as oportunidades de negócio surjam a partir dessa nova visão socioambiental”.

Para Laurindo Anjos, gestor de riscos do Itaú Unibanco, é preciso atuar e catequizar as empresas com relação ao PSI e ao TCFD. “Iniciativas como essas são pilares necessários para que isso comece a permear de fato a cultura de cada instituição. Vejo um caminho próspero. Precisamos começar a pensar coletivamente o que queremos para todos nós. Do contrário, as empresas estarão despreparadas para o futuro”.

Fernando Malta, consultor sênior da SITAWI, falou sobre o trabalho que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) fez em 2018 para avaliar o nível de maturidade das instituições financeiras em relação ao TCFD. Segundo ele, 1/3 dos bancos mal tinham ouvido falar sobre o tema, e a metade já conhecia o assunto, mas não havia construído qualquer planejamento para ingressar o TCFD internamente. Ele relatou que o material foi uma ferramenta de sensibilidade climática para permitir uma análise de como a carteira dos bancos estaria exposta à mudança do clima, e que procedimentos tinham que ser feitos para incorporar esse risco climático no seu dia-a-dia.

O projeto da Febraban para 2019 é ajudar as instituições a realizar práticas de desenvolvimento de cenários climáticos tropicalizados, pois esse é um problema no Brasil, que em geral trabalha com cenários internacionais. “Quando você começa a trabalhar essa questão, pelo menos saber onde sua carteira está exposta às mudanças climáticas, você já tem informação para saber como vai gerir esse risco”, detalhou consultor. Segundo ele, essas informações são capazes, por exemplo, de apontar os riscos provocados por estiagem na produção agrícola e de projetos de infraestruturas em hidrelétricas e melhorias urbanas, por exemplo.

CONSEGURO: seguro garantia para infraestrutura pode deslanchar com regulação correta

conseguro 2019

Durante o debate na Conseguro, presidente da BF Capital sugeriu alterar redação do PL de até 30% para até 100%; Junto Seguro insiste em retirar a palavra “até”

Como destravar os investimentos em infraestrutura? Esse foi o tema do painel “Infraestrutura, o seguro na agenda para o crescimento”, realizado na 9ª CONSEGURO, na manhã do dia 5, que contou com a participação de Antonio Trindade, presidente da FenSeg; Rodrigo Belloube, diretor da Fenaber; Leonardo Deeke Boguszewski, CEO da Junto Seguros; e Renato Sucupira, presidente da BF Capital.

O mediador do painel, jornalista George Vidor, pontuou que, em tempos áureos, o Brasil chegou a investir 5% do PIB em obras. Hoje, se calcula que esse indicador recuou para menos de 1%. A situação é considerada dramática, deixando o Brasil atrás na preferência dos donos do capital, superando apenas a Argentina. Segundo estudo do Banco Mundial, apresentado por Vidor, essa situação é fruto de questões regulatórias complexas, intervenção estatal, falta de segurança jurídica e de planejamento, entre outros fatores que fizeram o investidor recuar e ficar inibido de aportar recursos em projetos que são necessários para garantir o crescimento do país.

Dentro deste tema, o setor segurador tem um grande papel ao cumprir, ofertando garantias que mitiguem os riscos e, assim, atraiam o olhar do investidor para projetos com risco/retorno mais interessantes e protegidos. “E como fazer isso?”, indagou o jornalista.  O CEO da Junto Seguros acrescentou que a situação é preocupante e a solução passa pelo setor privado, como investidor, e também pelo seguro. “Na Colômbia, participamos como seguradores do projeto 4G, que teve financiamento de US$ 400 milhões do Goldman Sacks e o projeto garantido por nós, em parceria com a Travelers. Deu tudo certo e as rodovias e concessões estão em pleno funcionamento”, contou.

Segundo Boguszewski, a principal lição deste exemplo foi o diálogo. Consequência disso: o Brasil tem hoje mais de 14 mil obras paradas. “No Brasil, ou se faz tudo público ou tudo privado ou não se faz nada. É preciso intensificar o diálogo e o gerenciamento de riscos para que cada parte assuma riscos e, assim, possamos avançar na infraestrutura, que recebe investimentos mínimos, suficientes apenas para se manter. Precisamos avançar”, alertou.

Na prática, tal diálogo tem de ser imediato no que tange o Projeto de Lei nº1.262/95, que trata de mudanças na Lei de Licitações, já aprovado na Câmara e aguardando apreciação final no Senado. O PL determina que obras acima de R$ 200 milhões contratem seguro para garantir até 30% do valor inicial do contrato. O problema está neste “até”, incluído de última hora, após exaustivas discussões, e pode ser zero.“Um valor inferior a 30% não permite o bom funcionamento dos contratos de garantia, como instrumento capaz de garantir a retomada e efetiva conclusão das obras, como vimos no passado recente, quando a garantia mínima era de 5%”, reforça o executivo da Junto, ex-JMalucelli, principal player do setor de garantia de contratos.

Durante o debate na 9ª CONSEGURO, Renato Sucupira sugeriu que, no texto do PL, conste “até 100%”. “Quem quiser, faz zero, 30%, 60%, 100%”. Segundo ele, o credor quer proteção e vai buscar garantias para reduzir o custo do capital e garantir a entrega do projeto. São capitais de longo prazo e financiamentos baseados na garantia”, defendeu. Mas Boguszewski, da Junto, manteve a sugestão de que seja excluída a palavra “até” para que seja obrigatória a contratação de 30% do valor da obra em seguro garantia. “Deixar até 30%, que pode ser zero, traz um fardo imenso de responsabilidade, sem contrapartidas”, afirmou.

Outra sugestão veio para tal impasse veio de Trindade, para quem esse problema pode ser contornado pelo edital de licitação “Ganha quem oferecer o seguro mais completo. Se o contratante quiser 5% ou 10%, as seguradoras podem não ter apetite”, disse, indicando que a auto-regulação entre os players seria o ponto de equilíbrio para tamanho desgaste causado por uma simples palavra como “até”.

Além de resolver esse problema, que determinará o apetite ou a dieta das seguradoras na oferta de garantias, é preciso seguir a tendência das exigências dos resseguradores, parte importante em qualquer contrato de seguro de grandes riscos, como de infraestrutura. De acordo com Rodrigo Belloube, diretor da Fenaber e CEO da Munich Re no Brasil, há oferta abundante de capital no mundo para o país, mas algumas exigências precisam ser cumpridas.

“As resseguradoras movimentam US$ 250 bilhões no mundo e o Brasil representa menos de 1%. São mais de US$ 500 bilhões em equity e outros US$ 100 bilhões em capital alternativo disponíveis para projetos no mundo, para diversificar investimentos”, explicou.

Na visão do ressegurador, há algumas variáveis para se manter atraente. A primeira delas é a questão ambiental. “Existe hoje uma preocupação muito grande em relação a cobrança da sustentabilidade das empresas. Isso tem ganhado forca no Brasil devido aos os acidentes dramáticos que tivemos recentemente”, citou Belloube.

Outro ponto avaliado foi sobre quem poderia atuar no desenvolvimento da infraestrutura no Brasil depois do que aconteceu com as grandes construtoras com as investigações Lava Jato. Nas obras médias, segundo ele, têm se resolvido. Mas nas obras complexas são exigidos itens como a experiência em projetos semelhantes e garantias de estabilidade financeira.

O papel do BNDES no funding dos projetos é outra questão relevante para o ressegurador. Quem preenche esse lugar e quais as necessidades de seguro? “Essas são questões importantes para o mercado internacional avaliar para ingressar neste segmento”, informou o CEO da segunda maior resseguradora do mundo. “O Brasil precisa se alinhar a práticas internacionais, evitando elementos heterodoxos, para que seguro e resseguro sejam mais atraentes e relevantes na estruturação de garantias”.

Tokio Marine apresenta novas coberturas e serviços para o Seguro Simples Vida

Fonte: Tokio

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, apresenta o relançamento do Simples Vida-VG Capital Global e Simples Vida-AP Capital Global. Os produtos passam a oferecer novas coberturas, ampliação do número de vidas seguradas, facilidades de pagamento e novo sistema de cotação, com contratação ainda mais ágil e simplificada. 

“O Simples Vida é um produto voltado principalmente para pequenas e médias empresas, nas quais a rotatividade de funcionários é mais alta. Reformulamos as coberturas, pensando em levar ainda mais simplicidade e agilidade ao Corretor, desde a aceitação até as assistências, desenvolvidas para garantir maior amparo aos segurados e seus beneficiários”, afirma a Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine, Nancy Rodrigues.

Com aceitação de até 600 vidas seguradas por empresa, a Simples Vida da Tokio Marine é o único do mercado que possui a maior capacidade de vidas seguradas, com formato no qual a empresa não precisa enviar uma lista com os dados dos segurados. O limite de idade para a adesão também foi ampliado e agora contempla pessoas de até 70 anos. 

Outro diferencial do Simples Vida da Tokio Marine é a possibilidade de cotação no Cotador Tokio Vida, que reúne todas as soluções Vida em uma única plataforma, com sistema mais ágil e navegação intuitiva. “Dessa forma, os Corretores de Seguros podem obter de maneira ainda mais ágil a cotação de diversos produtos Vida e, assim, ampliar as possibilidades de negócios e oferecer soluções diferentes a seus Clientes”, completa Nancy.

O novo Simples Vida também oferece coberturas de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais, além de novos serviços e assistências, como novos limites para assistência-funeral, cartão-alimentação por afastamento, em caso de acidente ou doença para o produto VG, e Cesta Natalidade. 

O Tokio Marine Simples Vida faz parte do portfólio de produtos de Vida para empresas da Seguradora que contempla ainda outras modalidades, com serviços e proteções para as diversas necessidades de cada companhia, como Acidentes Pessoais Coletivos, Acidentes Pessoais Escolar, Acidentes Pessoais Passageiro, Assistur, Prestamista, Vida Convenções Coletivas, Vida em Grupo e Vida em Grupo PME.