AIG faz parceria com Deloitte e cria linha direta para segurados vítimas de hackers

AIG Fabio Oliveira riscos ciberneticos

Todos os funcionários da empresa recebem um email assim: o vale refeição de todos passou de R$ 30 para R$ 50. Clique aqui e pegue a nova versão. Quais as chances de boa parte da equipe clicar no link? Certamente maior do que 50%. São frases atrativas como essa que hackers usam para conseguir entrar no sistema da empresa e fazer um estrago considerável. “Quanto antes isso for descoberto, entendido e sanado, menor o prejuízo a empresa e para a seguradora, caso haja um seguro de riscos cibernéticos. Por isso, lançamos neste sexta (13), o serviço “linha direta”, em parceria com a Deloitte, que já usamos em outros países e tem tido um excelente resultado”, disse Flávio Oliveira, CEO da AIG, durante evento promovido para corretores e clientes, em São Paulo.

Trata-se do primeiro atendimento às empresas vítimas de ataques cibernéticos. Um canal de primeira resposta, que trabalha 24 horas por dia, sete dias na semana. “Este momento é determinante para controlar os danos de imagem, financeiros e até operacionais que podem ser causados”, acrescenta Flávio Sá, gerente responsável por seguros financeiros na AIG, pioneira no lançamento de seguros com o D&O e riscos cibernéticos no Brasil.

A consultoria está disponível para os segurados da AIG, sem custo extra. Sem citar o valor investido, Sá afirmou que é um investimento da AIG na carteira para trazer sustentabilidade para o negócio, que gira mundialmente vendas de US$ 6 bilhões por ano, sendo a AIG a líder. “Quanto mais rápido somos acionados e temos uma equipe preparada para agir, menor será o prejuízo do cliente e, consequentemente, o nosso”, comentou o segurador.

Elder de Abreu, diretor de ciber risk da Deloitte, explica que a consultoria tem uma equipe de 180 profissionais especializados em riscos digitais e por trás do canal telefônico de orientação haverá uma equipe de 20 experts disponíveis por 24 horas e nos sete dias da semana. “Mas temos de ter alguém na empresa que seja treinada para fornecer as informações corretas”, afirmou. Segundo ele, muitas vezes o hacker faz um estrago que funciona como uma nuvem para encobrir o que realmente está hackeando. “Ter um profissional treinado para responder as perguntas iniciais da triagem na linha direta é de extrema importância para que possamos agir e mitigar o risco o máximo possível”.

Há muitas preocupações que gravitam em torno deste assunto, que é o risco mais temidos por gestores de riscos em todo o mundo, como perda máxima, se o seguro cobre o prejuízo como um todo, se é preciso comprar uma apólice à parte ou se o programa tradicional de seguros cobre danos como se um hacker causa a explosão de uma caldeira, por exemplo.

Além desses, outra grande preocupação é com a entrada em vigor da  Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei nº 13.709/2018). Será que os hackers vão aguardar a entrada em vigor da lei para fazer ataques e exigir pagamento “resgate”, uma vez que a lei responsabiliza as empresas? A questão do auditório teve como resposta um “pode ser”. “Tendo como base o que observamos nos casos de empresas que estavam preparando emissões de papeis e tiveram dados vazados, achamos que sim. Hackers já tinham acessado o sistema das empresas e ficaram esperando o melhor momento para revelar o ataque e pedir regate”, citou Sá.

De acordo com os especialistas, ransomware foi o segundo maior tipo de ataque sofrido pelas empresas globalmente, no ano passado, com 18% dos casos, segundo dados da AIG. O comprometimento de e-mails, com vazamento de informações, foi o maior problema, com 23% das ocorrências. O número de ataques em 2018 foi mais que o dobro do registrado em 2016 e 2017.

Pesquisa – Durante a apresentação, a seguradora realizou uma pesquisa que revelou a falta de conhecimento dos presentes sobre o tema. O setor de saúde é o mais afetado e a tendência é sofrer mais, diz o especialista da Deloitte, Elder Abreu. “É um setor que tem dados super sensíveis e pouco protegidos. Varejo tem tendência de sofrer ataques pelo ecommerce, mas tem uma maturidade maior em relação ao tema”, afirmou. Segundo ele, os criminosos vão nos setores mais fáceis. “Um dos setores que tem potencial destrutivo é o de manufatura. Se o hacker tem acesso aos sistemas industrias pode cometer uma catástrofe, com explosão, por exemplo”.

Uma das perguntas foi sobre o impacto financeiro médio por vazamento de dados no Brasil. Cerca de 49% responderam corretamente. Mais de R$ 5,5 milhões. No entanto, 51% ficaram perdidos entre as alternativas, que iam de R$ 1,2 milhão a mais de R$ 12 milhões, valores estimados que ainda não consideram o ônus trazido pelas regulações como a LGPD.

Outra questão que sinaliza o quanto esse tema ainda precisa ser debatido entre clientes e seguradoras é quanto ao tempo médio decorrido entre a invasão e a descoberta da violação. O intervalo das respostas era de 5 dias a 200 dias e a maioria opinou por até 60 dias. A resposta correta é mais de 300 dias para descobrir a invasão e mais de 100 dias para conter, o que mostra a fragilidade e a diferença na percepção das pessoas sobre o tema. Brasil está atrás apenas do Oriente Médio.

Liberty inicia segunda turma de Conselho de Corretores em todo o Brasil

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros anuncia o início da segunda edição do Conselho de Corretores, projeto que integra parceiros de todo o país. A iniciativa, que consiste na co-criação de projetos que resultam em produtos, ferramentas e serviços para beneficiar corretores de todas as regiões de atuação, teve seu primeiro workshop na sede da companhia, em São Paulo.

O Conselho de Corretores teve início em 2015 e já totalizou mais de 180 horas de trabalho, além de resultar em diversos projetos especiais como: a criação da Aliro, marca da Liberty que oferece seguros mais enxutos para clientes sensíveis a preço, e o Meu Marketing, ferramenta da seguradora que oferece aos parceiros uma série de materiais de comunicação pré-formatados que permite que os profissionais personalizem suas comunicações com clientes. 

Outro projeto proveniente do Conselho foi a plataforma de treinamentos da seguradora, localizada dentro do site da companhia na seção Meu Espaço Corretor – acessada apenas pelos parceiros – que oferece cursos à distância focados em três linhas de treinamento correspondentes ao perfil de cada profissional.

“O Conselho de Corretores surgiu da necessidade de estarmos cada vez mais próximos dos nossos parceiros”, afirma Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros. “Em 2019, começamos o nosso segundo grupo do Conselho e estamos muito felizes com as ideias que estão surgindo. Focamos em co-criar soluções com esse público, que é tão importante para o nosso negócio”, completa.

Aprovada na CCJ livre escolha de oficina por clientes de seguradoras

Fonte: Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (11), Projeto de Lei da Câmara (PLC) 179/2017, que garante aos clientes das seguradoras de veículos o direito de livre escolha da oficina em caso de sinistros. A proposta segue para a Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC).

Com isso, terão a oportunidade de escolher a oficina que lhes for mais conveniente para efetuar o reparo dos danos ocorridos ao veículo, sem limitação quanto à lista de oficinas e profissionais credenciados impostos pela seguradora, num estabelecimento que seja de sua confiança, ainda que não esteja cadastrado na seguradora.

— O projeto é muito simples, é assegurar o direito do consumidor que tiver veículo avariado num acidente poder escolher livremente a oficina com a qual quer tratar – explicou o relator, senador Lasier Martins (Podemos-RS).

Emenda de Lasier estendeu o direito ao terceiro envolvido no acidente. O texto em análise na CCJ já previa a cobertura, mas exigia que o veículo estivesse na garantia de fábrica. O senador eliminou essa imposição, para evitar que o cliente que acionou o seguro fosse obrigado a pagar custos extras no caso de o veículo do terceiro não ter garantia vigente.

O projeto prevê também que a escolha do cliente irá abranger qualquer tipo de oficina — mecânica, lanternagem, pintura, recuperação, limpeza de interior ou outras similares —, desde que legalmente constituída para essas finalidades e que apresente orçamento compatível com os preços médios praticados pelo mercado.

De autoria do ex-deputado Cabo Sabino, o PLC deixa claro que as seguradoras não poderão criar qualquer obstáculo ou impor tratamento diferenciado em razão do exercício de livre escolha pelo segurado ou pelo terceiro envolvido. A intenção é proporcionar maior equilíbrio à relação contratual entre seguradoras e clientes, garantindo-lhes o direito de escolher uma empresa de sua confiança.

“O segurado passará a escolher oficinas que sejam mais próximas da sua residência ou de seu local de trabalho, que gozem de boa reputação e que tenham prazos menores para a elaboração dos serviços, colaborando para que o contrato de seguro traga maior bem-estar ao consumidor”, considera o relator.

Além de acabar com as exigências para terceiro envolvido no sinistro, Lasier fez mais duas alterações à proposta.  Ele acrescentou ao projeto a garantia da responsabilidade solidária dos fornecedores pelos vícios e fatos dos produtos e serviços nos termos do Código de Defesa do Consumidor.

“Quando o segurado realiza serviços na rede referenciada, sabe que há toda uma estrutura de qualidade, controle e eficiência dedicada a prestar o melhor serviço possível. Mas na hipótese de fazê-lo fora dessa rede, como previsto nesse projeto, não há essa mesma certeza. Portanto, é prudente que se estabeleça a responsabilidade solidária dos fornecedores, como forma de garantir a qualidade dos serviços e a necessária reparação em caso de dano ao consumidor”, explica

Já a terceira emenda garante às seguradoras a verificação da legalidade e procedência das peças utilizadas no conserto do veículo segurado.

Brasil sediará a Conferência Hemisférica de Seguros da Fides em 2021

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Fonte: CNseg

A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida para sediar a 38ª Conferência Hemisférica de Seguros da Fides, em 2021. Pela terceira vez na história da Fides (Federação Interamericana de Empresas de Seguros), fundada em 1946, o Brasil abrigará esse importante evento internacional do mercado segurador, que reunirá 3 mil participantes – entre delegações de resseguradoras e seguradoras globais.

O evento da Fides ocorre a cada dois anos e a edição de 2019 está sendo realizada essa semana (8 a 11), em Santa Cruz, na Bolívia, onde uma delegação liderada pela CNseg representa o Brasil.

A CNseg, a Confederação das Seguradoras, ficará responsável pela organização do evento, que ocorrerá de 9 a 12 de maio de 2021, no Windsor Expor Center, na Barra da Tijuca. Um vídeo sobre a cidade do Rio, produzido pela CNseg, foi exibido aos participantes da conferência Fides 2019 na terça-feira (10), anunciando, além das belezas do Rio, a abertura imediata das pré-inscrições para o próximo encontro Fides 2021 (www.fidesrio2021.com).

O Brasil é líder em arrecadação de prêmios na América Latina e 12º lugar do ranking mundial. No ano passado, a receita do setor representou 6,5% do PIB, incluindo Saúde Suplementar, e os chamados ativos financeiros administrados pelas seguradoras, R$ 1,3 trilhão.

A primeira Conferência Hemisférica de Seguros, realizada em Nova York, em maio de 1946, foi o passo inicial para a constituição da Fides, para quem “não é possível alcançar um desenvolvimento amplo da indústria e do comércio, sem o seguro”. A Fides agrega entidades de seguros privados de 19 países das Américas, incluindo os Estados Unidos e Espanha e, entre outras atribuições, cabe-lhe cuidar da imagem institucional do seguro e do resseguro, de estimular seu desenvolvimento, de promover o intercâmbio entre os mercados regionais, realizar pesquisas e programas de educação em seguros.

Mongeral Aegon acelera inovação com treinamento da equipe em cursos no Brasil e no mundo

Nos últimos dois anos, acompanho nas redes sociais uma intensa movimentação de executivos da Mongeral Aegon em eventos ligados a inovação, tanto internos como externos. No Brasil e em outros países. A Mongeral, uma das mais antigas seguradoras do país, se redesenha sob a liderança de Helder Molina, que assumiu como CEO em 2004. Cinco anos depois, selou a associação com a holandesa Aegon, que atua em mais de 20 países. Ambas protagonistas da inovação em seguro de vida. Curiosa, pedi para Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação da Mongeral Aegon, nos contar um pouco sobre o que anda acontecendo dentro da companhia de mais de 200 anos.

A Mongeral Aegon é uma das companhias mais ativas em inovação, pelas ações que acompanho nas redes sociais. Quais as principais iniciativas do grupo em 2019? 

Realmente inovação e pioneirismo estão no DNA da Mongeral Aegon. Posso citar como algumas das ações deste ano a criação da superintendência de Gestão da Inovação, que tem como objetivo cuidar de todo ecossistema e iniciativas da companhia, além da participação do Rise 2019, na China, e continuidade aos programas inovação com a PUC-RJ e IRB, e o voltado para os nossos colaboradores de todo o país.

Conte sobre a China, o novo berço de inovação do mundo

No Rise, por exemplo, pudemos conhecer mais sobre modelos de pagamento e vivenciar a cultura do teste e erro. Esse, por exemplo, é um dos aprendizados que certamente vamos adotar na companhia ainda neste ano. Embora não seja efetivamente uma inovação, contribui fortemente para o seu fomento. Este é um dos processos que já estamos usando na seguradora, pois entendemos que é muito importante para o desenvolvimento da cultura da inovação. Ainda na China, tivemos a oportunidade de visitar grandes empresas que estão revolucionando o país em termos de inovação. Posso citar a SenseTime, principal empresa de plataforma de inteligência artificial do mundo; a WeBank, primeiro banco privado totalmente digital da China; e a Zhon Na, do grupo Alibaba, primeira empresa Insurtech online na China.

Como a inovação tem mudado a companhia? Cite exemplos, dos mais simples aos mais complexos. Comente os beneficios trazidos pela parceria com FGV e IRB. Qual o resultado obtido até agora?

A Mongeral Aegon tem investido fortemente em inovação. No ano passado, estruturamos um moderno processo de digitalização das vendas através da ferramenta Venda Digital. Ela permite que o corretor parceiro comercializar todo portfólio de produtos da seguradora de forma ágil e segura. Além disso, o processo de implantação das propostas também é mais rápido pois, em diversos casos, há a possibilidade do aceite ser automático. Também posso citar os estudos que a companhia tem realizado em torno de machine learning para regulação de pagamento de benefícios. Trata-se de uma ferramenta de inteligência artificial que avalia o pagamento de benefícios para alguns casos específicos, com base no histórico da companhia. Embora em fase de estudo, temos percebido bom percentual de acerto e agilidade nos processos. Outro ponto importante é a parceria com as startups WinSocial, que visa oferecer seguro de vida para pessoas com diabetes a partir de tecnologia; e com a O2O Bots, que distribui os produtos da Mongeral Aegon via chatbot.

A Aegon tem promovido muito a inovação nos países onde atua. O que pode ser trazido da matriz para o Brasil? E o que da subsidiaria brasileira pode ser exportado para o grupo?

Nós temos a cultura de compartilhamento e troca muito forte ente as operações e com o Centro de Excelência do grupo Aegon. A cada dia percebemos que o Brasil está muito bem quando falamos de inovação. Uma das trocas realizadas foi sobre o Venda Digital, que impressionou bastante a todos pelo nível de complexidade, vantagens e modernidade da ferramenta. O processo de digitalização das vendas foi, inclusive, finalista da edição do ano passado do Global Aegon Awards.

Como vê o mercado de seguro de vida em cinco anos?

O mercado de seguros de vida e previdência vai estar cada vez mais moderno do ponto de vista de produtos quanto de operação e distribuição. A tecnologia é e continuará sendo uma grande aliada aos corretores e à expansão do mercado. Também acredito que teremos formas cada vez mais modernas para avaliação de riscos. Isso, consequentemente, vai mexer no preço do seguro. As empresas que saírem na frente terão em seu portfólio soluções cada vez mais competitivas.

E o de previdência aberta?

A tendência é de crescimento. Já estamos vivendo isso com um aumento considerável da procura de previdência no primeiro semestre. Entendo que um dos grandes desafios deste ramo é pensar a acumulação de reserva em um cenário de longevidade. Vamos viver mais e, para isso, é preciso de dinheiro por mais tempo.

Como vê a Mongeral Aegon em cinco anos?

O mercado de seguros de vida e previdência vai estar cada vez mais moderno do ponto de vista de produtos quanto de operação e distribuição. A tecnologia é e continuará sendo uma grande aliada aos corretores e à expansão do mercado. Também acredito que teremos formas cada vez mais modernas para avaliação de riscos, entender e construir ofertas personalizadas. Isso, consequentemente, vai mexer no preço do seguro.

Resseguradoras lucram R$ 877 milhões no 1o. semestre

A Terra Brasis acaba de publicar a prévia da edição #32 do Terra Report, referente ao período de janeiro a junho do ano de 2019. O panorama mantém-se positivo, com destaque para o aumento dos prêmios de resseguro e melhora dos lucros líquidos.

O volume de resseguro cedido pelas Seguradoras Brasileiras (bruto de comissão) foi de R$ 6,23 bilhões, um aumento de 10,9%. O Resseguro emitido pelas Resseguradoras Locais (bruto de comissão), considerando negócios domésticos e do exterior, foi de R$ 6,50 bilhões, um crescimento de 18,5%. A aceitação de riscos do exterior das Locais continua impulsionada, apresentando um aumento de 35,4% em comparação aos primeiro semestre de 2018. 

A sinistralidade bruta das Resseguradoras Locais registrou 71%, frente a 61% do mesmo período de 2018. O Combined Ratio ficou em 94%, uma piora em comparação aos 89% do mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido no primeiro semestre deste ano registrou R$ 877 milhões, uma melhora frente aos R$ 631 milhões do mesmo período de 2018.

EXPO ABGR 2019 vai reunir mais de 3 mil participantes

A programação prevê a reunião dos maiores risks managers do país para debater com a indústria de seguros os assuntos mais relevantes do momento. Segundo a direção da ABGR, será uma oportunidade importante para que os compradores de seguros dialoguem com a cadeia produtiva e conheçam o leque diversificado de produtos disponíveis hoje no mercado de seguros.

A estimativa da diretoria da ABGR é de que cerca de três mil pessoas, entre inscritos, convidados, empresas consumidoras dos mais diversos tipos de seguros, personalidades e profissionais do mercado de seguros, participem do evento. 

Grandes players da indústria de seguros, tais como, Tokio Marine, Chubb, Sompo, Mapfre, Liberty, IRB Brasil RE, AIG, Zurich, Swiss RE, Fator, AXA/XL, Mitsui, Marsh, Alper, Aon, Willis, Lockton, MDS, Convista e CIST garantiram espaço no pavilhão de exposições, por onde devem circular cerca de 1800 pessoas. Será uma oportunidade única de interação e conhecimento entre as instituições, risk managers, empresas interessadas no setor securitário nacional e internacional.

Lançamento – Nesta quinta-feira, 12 de setembro, a diretoria da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) irá lançar oficialmente a EXPO ABGR 2019 – XIII Seminário Internacional da ABGR.

Durante a programação do coquetel, em São Paulo, será apresentado o novo conceito adotado pela entidade para a realização do evento. A atual diretoria aposta que o formato inovador deste ano será um grande marco em seu projeto de reposicionamento institucional da ABGR.

O mote do encontro em 2019 será o elo entre a gestão de riscos e o desenvolvimento sustentável nos negócios. “A ideia foi trazer para o evento uma discussão atual, seguindo a lente da ONU que sugere uma agenda voltada para os 17 pontos principais para a segurança do planeta, os quais são chamados de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”, explica Izabel Barbosa, diretora executiva da Bethe B Comunicação, recrutada pela entidade para idealizar e transformar em realidade essa renovação.

Trazendo na bagagem a produção de grandes eventos nacionais e internacionais do mercado de seguros, como a recém-realizada CONSEGURO, da CNseg, a empresa promete criar uma experiência enriquecedora de contato presencial, no qual os participantes poderão aproveitar oportunidades de carreira e negócios, ampliando o seu networking em um ambiente inovador. 

O coquetel desta quinta-feira contará com a presença de gestores de risco de grandes empresas do mercado, além de líderes das principais seguradoras, resseguradoras e corretoras brasileiras. Já a Expo ABGR 2019 será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, no World Trade Center São Paulo.

Momento é de esperar para ver, diz CEO da Allianz

A jornalista Flávia Furlan, do Valor Econômico, traz uma entrevista interessante com Oliver Bäte, presidente mundial do grupo Allianz, na qual responde com extrema transparências as perguntas. Ele assume erros do passado, conta sobre as medidas tomadas, sinaliza os riscos que estão na estratégia e mostra otimismo com o Brasil.

Na entrevista Ping Pong (perguntas e respostas), ele conta que o grupo alemão Allianz, que fatura perto de € 130 bilhões ao ano, acaba de fazer uma grande aposta no mercado brasileiro. Dono de uma das maiores seguradoras do mundo, assinou um cheque de R$ 3 bilhões para a compra da carteira de automóveis e ramos elementares da SulAmérica. Planeja ainda lançar planos de previdência, se a reforma da Previdência sair do papel.

“A nova compra é uma oportunidade de ganhar tamanho, acessar talentos e corretores. E, obviamente, ter ganhos de escala”, disse o alemão Oliver Bäte, presidente do grupo desde 2014, que falou ao Valor em passagem por São Paulo. No país, considerando o critério IFRS, a seguradora saiu de um prejuízo operacional de R$ 561 milhões em 2014 para um lucro de R$ 104 milhões em 2018.

CEO da Tokio Marine aposta que em dez anos seguro de riscos cibernéticos será carro-chefe do mercado

Fonte: Panorama do Seguro, do SindSeg-SP

A 37ª edição do programa Panorama do Seguro recebe o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara, que falou sobre o crescimento exponencial da companhia nos últimos cinco anos, os segmentos de seguros que mais se desenvolveram no primeiro semestre de 2019, as perspectivas para ano de 2020 e novos produtos da seguradora.

Segundo Ferrara, há estudos que comprovam que em dez anos o mercado securitário no mundo terá como carro-chefe os Seguros de Riscos Cibernéticos em substituição a atual carteira de Automóvel. “Nós entendemos que esse produto têm um potencial enorme de atingir, em especial, as pequenas e médias empresas, precisamos trabalhar na conscientização da importância desse risco no país. Essa é uma dica para os corretores e assessorias que nos assistem”, explica.

Sobre os novos produtos, ele diz que a seguradora completou o segmento de agronegócio, pois, até o momento, eles faziam somente o seguro de equipamentos agrícolas. “Agora completamos essa operação, estamos fazendo, também, o seguro de safras agrícolas. Quando falamos em agronegócios, somente 10% dos produtores agrícolas contratam seguro, então você tem 90% do mercado à disposição. O agronegócio é uma das molas propulsoras de desenvolvimento do nosso país e nós não poderíamos ficar de fora desse ramo”, conclui.

Lucro da Austral Seguradora cresce 57% no primeiro semestre

Fonte: Austral

Especialista em Riscos Corporativos, a Austral Seguradora encerrou o primeiro semestre com crescimento em todas as linhas de negócios. Os prêmios emitidos pela companhia, desconsiderando sua participação no consórcio DPVAT, somaram R$ 187 milhões, aumento de 25% frente aos R$ 149 milhões apurados no primeiro semestre de 2018.

O lucro líquido da seguradora refletiu o foco em gestão de riscos e controle de despesas administrativas e avançou 57% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 15,1 milhões. O resultado financeiro apresentou um crescimento expressivo de 70% nos seis primeiros meses deste ano comparado a 2018, para R$ 16,9 milhões. O patrimônio líquido também subiu e atingiu o montante de R$ 167,2 milhões. A companhia encerrou o semestre com um ativo total de R$ 1,4 bilhões. 

Além do sólido desempenho financeiro e operacional, a Austral Seguradora obteve forte expansão em sua área de Energy. O segmento de Riscos de Petróleo cresceu 43,6% em prêmios em relação ao mesmo período de 2018, alcançando o 2º lugar no ranking do setor. Essa performance foi motivada, em grande parte, pelo maior volume de novos negócios do setor e uma estratégia focada em inovação, agilidade e eficiência operacional. 

O primeiro semestre foi favorável ainda para a divisão de Riscos Marítimos, cujos prêmios subiram 21,3% em 2019 quando comparado com o mesmo período de 2018, posicionando a seguradora como a 3ª maior do setor, com 19% de market share. 

As iniciativas em inovação e lançamento de produtos também marcaram o semestre. Um dos projetos de transformação digital concluídos incluiu facilidades como a consulta de apólice e o aviso de sinistro online pelo novo portal da companhia. Em outra frente, a companhia marcou sua entrada em D&O, um mercado que alcançou R$ 443 milhões em vendas em 2018, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

“O semestre foi muito positivo e reflete nossa disciplina de custos, em alocação de capital e oferta de produtos sofisticados e customizados na área de Riscos Corporativos”, destaca Carlos Frederico Ferreira, CEO da Austral Seguradora.