MAG Seguros fortalece estrutura comercial para 2020

Fonte: MAG

A MAG Seguros, que completou 185 anos em janeiro deste ano, apresentou seu novo modelo de estrutura comercial da diretoria de Varejo, comandada por Marcio Batistuti, com cinco superintendentes regionais. Ari Lima passa a comandar a regional SP/SUL que, além das duas unidades na capital paulista, conta com outras oito praças localizadas na região Sul do país. Karina Castro, que era superintendente em São Bernardo do Campo, assume o desafio de liderar uma das maiores sucursais da MAG Seguros: a de São Paulo. 

Leandro Fortunato é o responsável pela regional SP/Interior, que passa a contar com 13 unidades da seguradora. Reforçam o time Juan Alves, promovido a superintendente de São Bernardo do Campo; Paulo Emílio Fortunato, que assume São José dos Campos; Rodrigo Pereira, que passa a comandar São José do Rio Preto, e Felipe França, que volta para a MAG Seguros assumindo a unidade de Campinas. 

A regional Norte/Nordeste é comandada por Miguel Duarte, incorporou a Sucursal Manaus e conta agora com cinco sucursais da seguradora. Já a regional Sudeste/Centro é liderada por Ronaldo Gama. Reforçam o time o superintendente Rafael Rocha, que deixa Salvador para assumir a unidade de Belo Horizonte; WaleskaSevergnini, que passa a comandar as operações em Vitória; e João Manoel Rezende, promovido a superintendente de Salvador. 

Por fim, a regional Leste é chefiada por Wagner Lima, que tem sob o seu comando sete unidades. Tem como novidades as promoções de Rodrigo Prevot, superintendente do Rio de Janeiro e de Marcos Veríssimo, que assume a superintendência em Niterói. A companhia também passa a contar com um novo escritório na Barra da Tijuca, comandada por Fabio Cardoso. O objetivo da MAG Seguros é fortalecer o atendimento dos corretores de seguros da Zona Oeste, do Rio de Janeiro. 

“Nós somos uma empresa muito dinâmica e estamos sempre atentos ao mercado e às oportunidades que ele nos mostra. Isso se reflete tanto em produtos, linhas de negócio, como estrutura. Isto é fundamental para que possamos contar com uma boa dinâmica de relacionamento e ações para nossos corretores e parceiros em todo o país”, reforça Batistuti. 

GEO mira bancos digitais e seguradoras para operações de crédito digital

Empresa conta com soluções tecnológicas para apólices obrigatórias em operações como home equity, que tiveram crescimento no últimos anos no mercado brasileiro

A inovação avança no crédito digital. A GEO, empresa de tecnologia pioneira na gestão e comercialização 100% online de seguros, divulgou que já tem em sistema para esse segmento como o DFI Sistema Financeiro e o Seguro Habitacional – Apólice de Mercado, que contam com a garantia da seguradora Zurich, e o Seguro Prestamista, em parceria com a seguradora MetLife.

Um dos grandes nichos no alvo da empresa é bancos digitais. Apesar de numerosos (Nubank, Original, Inter, C6, Next…), os bancos digitais ainda não entraram em segmentos como na oferta de crédito consignado e empréstimo com garantia de imóvel – atualmente com forte presença dos concorrentes já estabelecidos, que inclusive tem parcerias estratégicas com seguradoras para essas operações.

Segundo resolução 4.676 do Banco Central, a oferta de crédito pessoal com garantia de imóvel é classificada como um modelo de financiamento imobiliário e assim conta com duas coberturas obrigatórias no ramo Habitacional, são elas: Morte e Invalidez Permanente (MIP Prestamista) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI). “Dessa forma, o seguro Habitacional Apólice de Mercado disponível no Portal GEO contempla todo o marco regulatório em apenas uma apólice”, ressalta.

O seguro Prestamista oferecido ao mercado pelo portal GEO em parceria com a Metlife atende às exigências necessárias na contratação de apólices de seguro para cobrir morte ou invalidez de devedores, decorrente da tomada de crédito – parcelamento de cartões de crédito, financiamento para aquisição de bens ou crédito pessoal ou credito consignado, consórcios, entre outros. Além da emissão da apólice em tempo real, a GEO oferece taxa única, independente da idade do devedor, e a opção de flexibilização do pagamento do seguro, que pode ser mensal e sem juros.

A apresentação da Declaração Pessoal de Saúde (DPS), só é necessária caso ultrapasse os limites de Importância segurada x idades, conforme tabela, abaixo.

  • Até 55 anos: R$ 750 mil
  • De 56 a 65 anos: R$ 500 mil
  • De 66 a 75 ans: R$ 300 mil
  • De 76 a 80 anos: R$ 150 mil

Segundo nota divulgada pela GEO, esses serviços podem ser aproveitados por bancos digitais que ainda não contam com ofertas de crédito, assim como por bancos tradicionais que ainda não digitalizaram todo o seu portfólio. No caso do mercado brasileiro, uma modalidade de crédito que tem se destacado é o home equity, com a utilização de imóveis como garantia para empréstimos ou cartões de crédito.

“Entendemos que esse guia serve também para reforçar ao mercado segurador as possibilidades que surgem ao trabalhar em conjunto das fintechs bancárias e de crédito. Analisamos o panorama local e também o global, que pode servir de indicador do trabalho feito em outros países e que pode ser reproduzido no Brasil. Apesar de ser parte de um movimento recente da GEO, esse é um mercado com tendência de forte crescimento no país”, analisa Rossana Costa, diretora da GEO.

Diante do crescimento, a GEO anuncia o lançamento do Guia do Seguro para o Crédito Digital. A iniciativa busca educar sobre o papel do seguro e como ele pode influir positivamente na cadeia de crédito, seja na entrada de novos devedores ao oferecer maior eficiência no processo de adesão, ou no aumento da escalabilidade de oferta em decorrência da sua facilidade de contratação e capilaridade, ou até ao padronizar as atividades do segmento.

O mercado de crédito digital conta com rápida expansão no Brasil. Segundo pesquisa da PwC e da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital), as fintechs brasileiras receberam o dobro de pedidos de crédito por pessoas físicas em 2018 em comparação com o ano anterior.

O portal GEO garantiu mais agilidade às contratações de seguros para mais de 7,5 mil empresas em todo o território nacional. Desde 2001, quando foi fundada em Porto Alegre, o grupo acumula mais de mil corretoras de seguros em todo o Brasil, as quais se cadastraram em no portal para comercializar as apólices que disponibilizamos ao mercado. “Somente em 2019, o montante de crédito imobiliário que ajudamos a segurar passou a marca de R$ 78 bilhões”, cita o ebook. “Por escolhermos um modelo de negócio sustentável e sem qualquer impressão de papel, alcançamos em 2019 o total de 75 milhões de folhas poupadas. Isso representa quase 900 mil árvores e outros recursos naturais poupados pela digitalização.”

O guia em formato ebook pode ser acessado nesse link: http://bit.ly/guia-credito

Morre em SP, aos 72 anos, o advogado Victor José Petraroli Neto

Atuante há mais de trinta anos com Responsabilidade Civil, Contratos de Seguro, Resseguro e Direito Bancário, Petraroli foi superintendente de uma das maiores seguradoras da América Latina. 

Pela sua perda, o escritório Petraroli Advogados Associados divulgou a nota abaixo:

Queridos parceiros,  

 É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do nosso sócio fundador Dr. Victor José Petraroli Neto. Para os que tiveram a alegria da convivência, ficam as recordações de seu sorriso largo, das palavras sempre gentis e dos ensinamentos ilimitados. Contudo, para aqueles que não tiveram essa oportunidade, resta a certeza que irão colher os frutos de um legado. Com a permissão de breves palavras, o Victor é luz. Uma pessoa que tratava a todos de forma indistinta, sempre preservando o “bom dia”, “como você está?” e “o que posso fazer para ajudar?”. Transformou a impessoalidade comum de grandes escritórios em um ambiente familiar, acolhedor, onde cada advogado cuida da carteira de forma única, respeitando suas nuances e detalhes. Em suas sábias palavras, “tão importante quanto ganhar a ação é não permitir a perda um segurado. Trate-os com respeito, simpatia e justiça. Lidamos com a dor de quem aciona um seguro e dentre as várias formas de demonstrar a correta postura da Seguradora, a única opção é a ética.” Ele nos engrandeceu, acolheu, compartilhou conhecimento e sabedoria, tornando a Petraroli um patrimônio de todos os funcionários, parceiros e colaboradores. Acreditamos que essa foi a sua missão, se perpetuar na história de tantas pessoas além de sua família. O mundo jurídico não perdeu um grande mestre, ganhou com todas as suas contribuições e faremos questão de lembrar a todos disso. Por essa enorme parte dele que habita em cada um de nós seguiremos em frente, mantendo a honra do seu nome, que ele dizia ser: trabalho. Sigamos. Ele ficará cada dia mais orgulhoso de nós.

Equipe Petraroli.

Coronavírus: dicas para multinacionais

Brasil tem 9 casos suspeitos de coronavírus. O governo, no entanto, não vê necessidade de adotar qualquer medida especial para prevenir a infecção durante o Carnaval e não restringirá o trânsito de chineses. A Air China, que oferece dois voos semanais do Brasil para a China, cancelou os voos de janeiro e fevereiro. O surto de coronavírus matou ao menos 170 pessoas desde dezembro, todas na China. Com epicentro na cidade de Wuhan, a onda de casos confirmados de infecção já atingiu outros 15 países.

Mesmo sem medidas específicas no Brasil, grandes companhias decidiram se precaver, informa o Valor. A Vale suspendeu, por tempo indeterminado, viagens para a China ou do país asiático para qualquer unidade da empresa. As operações nos portos chineses seguem normalmente. Na Weg a orientação é postergar todas as viagens para depois de 8 de fevereiro, data que as autoridades chinesas estipularam para as empresas voltarem a trabalhar. Na Marcopolo, a situação é similar. BMW restringiu as viagens de executivos para a China, seguindo a recomendação da OMS e do governo alemão.

Alimentos e banco. A BRF suspendeu as viagens de executivos para países da Ásia afetados pelo coronavírus, disse Lorival Luz, CEO da companhia. O Itaú Unibanco não tem escritório na China, mas recomendou aos funcionários com viagem marcada que as adiassem.

Turismo. Arnaldo Franken, sócio do Grupo AD Turismo e Viagens, disse que muitos clientes com viagens programas para março, abril e maio estão pedindo cancelamentos.

Feiras. O Grupo BTR Varese, que realiza semestralmente missões de empresários para a China, também avalia suspender uma missão prevista para abril, que levaria 90 pessoas. A Maringá Turismo, do grupo Arbaitman, informou que só ontem três empresas adiaram comitivas para Indonésia, Cingapura e Hong Kong.

Segundo relatório da Marsh, embora a maioria dos casos relatados até agora tenha sido na China, outros também foram relatados no Japão, Cingapura, Coreia do Sul, Tailândia, Vietnã e EUA. “As organizações multinacionais devem agir agora para proteger sua equipe e operações”, reforça a corretora aos seus clientes gestores de risco.

Riscos de Longo Alcance

Os coronavírus podem causar uma variedade de doenças, desde o resfriado comum até doenças severas, como Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Os sintomas comumente apresentados no surto atual incluem febre, tosse e dificuldade para respirar, segundo a OMS; casos leves se assemelham à gripe.

O destaque de Wuhan como destino turístico, cidade portuária e centro de transporte, e um centro regional de educação e fabricação levantaram preocupações de que o surto possa continuar se espalhando, especialmente durante o período de férias do Ano Novo Lunar. As autoridades chinesas restringiram as viagens em Wuhan e em outros lugares e cancelaram algumas grandes reuniões de feriados. Aeroportos em diversas grandes cidades dos EUA e de outros lugares iniciaram a triagem de entrada de viajantes de Wuhan e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) agora recomendam evitar viagens não essenciais para a região; o Departamento de Estado, por sua vez, recomenda que os viajantes na China “exerçam maior cautela“.

Organizações com populações significativas de funcionários na China correm um risco particular, enquanto restrições de viagem, interrupções na cadeia de suprimentos e absenteísmo de funcionários dentro de fornecedores e outros parceiros no país poderiam reduzir a produtividade e eficiência para empresas sediadas em outros lugares.

Os temores sobre o vírus também poderiam reprimir viagens e turismo e afetar negativamente a economia global. As organizações multinacionais devem revisar, testar e atualizar planos críticos relacionados à continuidade de negócios, gerenciamento de crise e comunicações de crise. Ao examinar os planos existentes, considere os efeitos potenciais que uma piora do surto poderia ter sobre funcionários, receita, fornecedores, reputações e muito mais e trabalhe com stakeholders interessados para se preparar de acordo.

Atenção especial:

  • Políticas de Viagens. Se a viagem para Wuhan for necessária, o CDC recomenda evitar o contato com pessoas doentes; evite contato com animais, com mercados de animais, carne e outros produtos animais; e lave as mãos frequentemente. Os viajantes que retornam apresentando sintomas devem procurar imediatamente atendimento e evitar contato com outros.
  • Bem-estar dos funcionários. Monitore as atualizações de funcionários de saúde pública e governos e mantenha os funcionários informados e educados sobre o surto e quaisquer medidas que estão sendo tomadas para salvaguardar sua saúde. Incentive os funcionários a permanecerem em casa quando doentes e fazerem home office se o surto piorar.  
  • Cadeias de suprimentos. Identifique os impactos operacionais e de receita de possíveis interrupções a fornecedores e distribuidores-chave. Considere também a viabilidade de fornecimento de bens, ingredientes e componentes de fornecedores alternativos.
  • Cobertura do seguro. Revise as apólices de seguro aplicáveis, prepare-se para possíveis sinistros e consulte o seu corretor se tiver perguntas. 

Os impactos de uma potencial piora no surto de coronavírus de Wuhan para o seu negócio podem ser severos, mas tomar essas medidas agora pode ajudá-lo a preparar melhor, planejar e proteger as pessoas e as operações.

“Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?”

Fonte: Swiss Re

A transformação digital capacita os consumidores para que sejam mais informados e independentes do que nunca, e mune as seguradoras de ferramentas que lhes permitem dar resposta às necessidades atuais e futuras dos clientes. Isto leva ao desenvolvimento de novos modelos de negócio orientados por dados, afetando toda a cadeia de valor de seguros, segundo o mais recente estudo sigma “Data-driven insurance: ready for the next frontier? (Seguros orientados por dados: pronto para a nova fronteira?)“.

Ainda que os pontos de contato entre o consumidor e o fornecedor se tornem predominantemente digitais, a interação humana continuará a desempenhar um papel: através do feedback e da análise do consumidor, as seguradoras continuarão a ser capazes de identificar quando um compromisso presencial é mais eficaz. Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial oferecido pela digitalização, como em muitos outros mercados.

O ponto de partida é digital ao invés de analógico.A disponibilidade de dispositivos com conexão à internet e conectividade universal alterou os comportamentos e expectativas do consumidor, especialmente entre as gerações mais novas. Empoderados com informações facilitadas pela tecnologia digital, os consumidores esperam um acesso rápido às informações, transparência e mais experiências de compra personalizadas que correspondam aos seus estilos de vida.

“Como resultado da digitalização, as seguradoras possuem agora uma conexão direta com os seus clientes“, afirma Jeffrey Bohn, Diretor de Inovação e Investigação do Swiss Re Institute. “Com a disponibilidade de dados granulares, as seguradoras poderão segmentar os clientes mais facilmente, permitindo o desenvolvimento em tempo real de novos produtos e serviços personalizados, além de aperfeiçoar os existentes. Isto beneficia tanto os clientes quanto as seguradoras.“

Com a crescente granularidade de insights no que diz respeito aos comportamentos de clientes, o papel das empresas de seguros está evoluindo de indenizações por perdas a um serviço de consultoria mais abrangente de prevenção de riscos e mitigação, incluindo as novas necessidades do cliente, tanto privadas quanto comerciais, ao longo do tempo. Por exemplo, as fontes de dados digitais apontam mudanças nas condições de vida de um indivíduo, como o casamento, uma nova casa ou trabalho. Em resposta, as seguradoras podem direcionar uma orientação personalizada para o cliente em relação às próximas ações previsíveis e prescritivas de mitigação de riscos.

A relação direta com clientes evoluirá para novos pontos de contato e os canais serão normalizados. Processos administrativos, tais como marketing/vendas, subscrições e administração de sinistros, serão cada vez mais automatizados. Para complementar os níveis de eficiência da digitalização, as seguradoras serão capazes de fazer um uso mais eficaz dos insights e orientar compromissos presenciais em casos em que os consumidores esperam uma resposta empática, tais como uma crise de saúde ou morte de um familiar. O toque pessoal em situações delicadas tornará a área de seguros mais humana.

Cada vez mais as seguradoras operarão em um ambiente no qual possuem acesso contínuo a diferentes fontes de dados, incluindo de fornecedores de plataformas e de objetos conectados, e insights comportamentais do consumidor e dados do ambiente. Esta mudança representará a evolução de novos modelos de negócio orientados por dados, levando as seguradoras além das suas cadeias de valor existentes. A verdadeira vantagem surgirá através de parcerias com fornecedores de dados-chave.

“A inovação continuará a transformar a indústria de seguros“, afirma Thierry Léger, presidente executivo da Swiss Re Life Capital. “As alterações nos ambientes de risco, as mudanças nas atitudes do consumidor e os avanços crescentes na tecnologia serão os fatores-chave nos próximos anos. Teremos de aproveitar os insights provenientes dos nossos dados e parcerias para atualizar as nossas práticas comerciais.“

Emergentes – Até o momento, as seguradoras em mercados emergentes assumem a liderança ao otimizarem o potencial do acesso a diferentes fontes de dados e pontos de contato com o consumidor. Elas estão estabelecendo parcerias com plataformas e ecossistemas digitais consagrados para combinar elementos normalmente oferecidos por empresas independentes estabelecidas em um serviço de balcão único. As seguradoras trazem conhecimentos em subscrição, enquanto as plataformas e ecossistemas oferecem aos clientes acesso através da sua capacidade para atingir segmentos específicos e extrair comportamentos dos usuários, bem como oferecer pontos de contato múltiplos para captar a atenção dos usuários.

A regulação terá um papel importante no suporte da integração de nova tecnologia e dados na área de seguros entre diferentes jurisdições. Ao atribuir um valor monetário ao potencial da digitalização, as seguradoras precisarão gerir os requisitos locais de proteção de dados e de privacidade. A longo prazo, as seguradoras bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem aproveitar os insights dos seus investimentos e parcerias sobre dados e analíticas, e desenvolver soluções de proteção de riscos atrativas alinhadas à evolução das regulações.

A.M. Best: mercado de seguros da AL aumenta se os riscos econômicos e políticos diminuírem em 2020

Agência de Rating espera que as economias latino-americanas se recuperem um pouco em 2020, o que ajudaria os mercados de seguros nesses países a explorar melhor seu potencial de crescimento

Em um novo relatório especial, intitulado “América Latina: os riscos econômicos e políticos podem diminuir em 2020”, a AM Best ressalta que os países latino-americanos estão emergindo de dois anos de baixo crescimento e ventos contra devido a uma série de fatores. Esses fatores incluíram o fim do super ciclo de preços das commodities, instabilidade política e a incerteza política resultante, um menor crescimento global e regional e fluxos de investimento voláteis. Apesar desses desafios, os mercados de seguros permaneceram resilientes. Estima-se que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 seja de 1,8%, após 0,2% no ano anterior e 1,0% em 2018.

As economias dos países latino-americanos são diversas e dinâmicas, com grande potencial devido à abundância de recursos naturais, afirma a agência em seu relatório. No entanto, a dependência de produtos básicos torna a região vulnerável a condições e choques externos. Esses países são amplamente heterogêneos e as diferenças podem ser atribuídas a reações individuais e exposições a choques internos e externos.

A AM Best avalia e incorpora o risco-país em todas as suas classificações de crédito, o que implica identificar os vários riscos em um país que podem afetar direta ou indiretamente uma companhia de seguros. Os riscos se dividem em três categorias principais: riscos do sistema econômico, político e financeiro. O risco do sistema financeiro é dividido em riscos de seguro e não seguros.

As taxas de penetração de seguros na região são em média 2,3% e, dada à baixa taxa de penetração, a região tem um potencial de crescimento significativo. No entanto, o crescimento dos prêmios, que atingiu um máximo de US$ 165 bilhões em 2013, ficou abaixo da tendência nos últimos anos. Quatro dos cinco principais mercados: Brasil, México, Colômbia e Venezuela, não atingiram o nível dos prêmios de 2013 nos últimos anos. O Brasil, o maior mercado por prêmios, registrou US$ 75 bilhões em 2013 e diminuiu aproximadamente a metade em 2016, antes de se recuperar levemente em 2017. O México, o segundo maior mercado da região, estagnou nos últimos anos. O mercado venezuelano entrou em colapso completamente e é pouco provável que se recupere por algum tempo.

No entanto, para os dois maiores mercados de seguros da América Latina e para a maior parte da região, a AM Best espera uma melhoria no entorno econômico, externo e nacional, bem como uma diminuição na incerteza das políticas públicas impulsione o entorno de seguros da região.

Para acessar a cópia completa deste relatório especial, visite http://www3.ambest.com/bestweek/purchase.asp e faça o cadastro.

AXA adere ao Movimento Mulher 360

Seguradora junta-se ao grupo que reúne empresas comprometidas em impulsionar a liderança feminina e promover a diversidade no mundo corporativo. 

Fonte: AXA

A AXA no Brasil, que integra um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de aderir ao Movimento Mulher 360, associação sem fins lucrativos que articula e mobiliza a comunidade empresarial com o propósito de empoderar as mulheres dentro do ambiente corporativo. 

“Com a adesão ao Movimento abrimos mais um canal para de discussão e troca de experiências sobre as melhores práticas de mercado em relação à equidade de gênero” comenta Fabiana Moreira, Superintendente de Recursos Humanos e integrante do Comitê de Diversidade e Inclusão da AXA no Brasil

“A agenda da AXA no Brasil é pautada pela diversidade de forma ampla, incluindo gênero, LGBTI+, geracional, racial e necessidades especiais. A equidade de gênero é uma das prioridades estabelecidas local e globalmente, e desenvolvemos iniciativas focadas não apenas na mudança de mindset e cultura, mas no aumento real do número de mulheres em cargos de liderança” explica Alexandre Campos, Diretor de Recursos Humanos da companhia. 

Grupo AXA na Lista de Equidade de Gênero da Bloomberg

Globalmente o grupo AXA tem o compromisso de atingir, no máximo até 2023, a paridade entre homens e mulheres na alta liderança, formada por 150 posições. Como reconhecimento desses esforços o Grupo integra, pelo terceiro ano consecutivo, o Bloomberg Gender-Equality Index (Lista de Equidade de Gênero), índice anual que mapeia as empresas com melhor desempenho em relação inclui tema.

AIG Brasil cria grupos de diversidade que apoiam o avanço na carreira

Fonte: AIG Seguros

Os três grupos de diversidade da AIG no Brasil estão trazendo grandes avanços na conscientização sobre a comunidade LGBTQ +, recrutando mais profissionais negros para a empresa e promovendo o avanço das mulheres para cargos sênior. Juntos, os funcionários da seguradora estão envolvidos em esforços para promover uma cultura inclusiva para todos. 

Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade. 

Ajudando as mulheres a progredir em suas carreiras 

O grupo Women@Work (WOW) – Mulheres e Aliados está focado no empoderamento e desenvolvimento profissional para as mulheres na AIG Brasil. No ano passado, com o apoio da área de Recursos Humanos, o grupo iniciou um programa piloto de mentoria onde a diretoria da companhia foi treinada para apoiar dezfuncionárias que se voluntariaram para a atividade. O programa continuará com mais dez funcionárias este semestre. 

“Trabalhamos no desenvolvimento do autoconhecimento e da autoconfiança entre as mulheres, enfatizando as relações e a conscientização, inclusive com os homens, que são aliados importantes”, diz Mariangela Morenghi, líder do grupo WOW e coordenadora de comunicação corporativa da AIG. 

O grupo, que ganhou o Prêmio AIG de 2018 na categoria “Desenvolvimento de Carreira”, iniciou no mesmo anouma iniciativa com sessões de treinamento realizadas a cada dois meses para mulheres e homens em temasque vão desde falar em público e contar histórias, até finanças pessoais e competência em inglês. O grupo também promove uma iniciativa de mulheres empreendedoras, quando abre as portas da AIG para donas de pequenas empresas a cada dois meses para mostrar seus negócios e vender seus produtos. 

Este ano, elas pretendem envolver mais homens e parceiros de negócios para promover discussões sobre igualdade de gênero e desenvolvimento profissional para as mulheres. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, em março, o grupo planeja convidar mulheres negras, transgêneros e mais experientes para falar sobre os desafios que enfrentam em sua vida profissional, em parceria com outros grupos de diversidade da AIGBrasil. 

Segundo um estudo de 2016 do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Instituto Ethos, as mulheres ocupavam 31,3% dos cargos de gerente e 13,6% dos cargos executivos nas 500 maiores empresas brasileiras. 

Recrutamento de profissionais negros 

De acordo com o mesmo estudo, enquanto os negros representam 52,9% da população brasileira, eles ocupam apenas 6,3% dos cargos de gerente e somente 4,7% dos cargos executivos. Já a participação entre o total detrabalhadores de 35,7%. 

O grupo DÆRC (Diversidade Étnico-Racial Consciente) foi lançado na AIG em julho de 2019 com o objetivo de aumentar o número de profissionais negros na empresa através de uma variedade de abordagens. O grupo, que já tinha 20 membros e aliados até o final do ano passado, trabalhou em parceria com Recursos Humanospara contratar sete estudantes universitários negros para estágios de dois anos, que começaram em novembro. 

Durante o Mês Global do Voluntário, em abril de 2019, e em parceria com a Junior Achievement, uma organização sem fins lucrativos que oferece aos jovens as habilidades necessárias para alcançar o sucesso profissional, a AIG recebeu um grupo de estudantes negros do ensino médio na empresa e os colocou ao lado de líderes da companhia para que eles tivessem a experiência de trabalhar em uma empresa multinacional, em um programa denominado “empresário-sombra”.. O DÆRC tem programado ainda visitas a escolas para encorajar estudantes negros a se sobreporem às barreiras que venham a encontrar e falar sobre as habilidades necessárias para que os jovens possam se desenvolver em suas carreiras. 

“Estamos mostrando que nos preocupamos com essas pessoas e estamos fazendo algo diferente”, diz Jorge Sousa, presidente do grupo e executivo sênior de contas da AIG. “O mais importante é mostrar à comunidade negra que estamos discutindo esse tema e ajudando a encurtar caminhos”, completa. 

Aumentando a inclusão de transgêneros 

O grupo Diversitas LGBT & Aliados, por sua vez, é focado na conscientização em um país onde os direitos LGBTQ+, como casamento entre pessoas do mesmo sexo e proteção contra discriminação, foram garantidospor decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), e ainda não por lei. Este ano, o grupo tem o objetivo de darvisibilidade à comunidade de transgêneros. “Nosso principal objetivo para 2020 é trabalhar mais intensamente na inclusão de transgêneros”, disse Vinicius Mercado, co-presidente do grupo e subscritor sênior de linhas financeiras da AIG. 

Os eventos planejados incluem levar estudantes e jovens profissionais transgêneros à AIG para apresentá-los aos colaboradores e fazer uma apresentação sobre seguros, a participação na parada do Orgulho LGBT, em junho, e uma campanha para destacar a proibição brasileira de doações de sangue da comunidade gay. “Queremos que as pessoas saibam que o grupo é um espaço seguro para discussão e que se sintam incluídas”, disse Vinicius. “Estamos construindo a AIG do futuro e um ambiente em que as pessoas podem sentir que fazem parte dela”, completa. 

No mundo todo existem 142 grupos de diversidade da AIG em 37 países, todos com o objetivo de diversificar a força de trabalho da empresa e promover um sentimento de pertencimento a todos os funcionários. 

Kuantta Consultoria realiza curso prático Facebook e Instagram Ads

A Kuantta Consultoria realiza um curso sobre Facebook e Instagram Ads, nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro, das 9h15min às 11h45min. Aprenda a criar campanhas, gerar leads e aumentar as vendas na sua corretora, usando ferramentas técnicas nas redes sociais. As aulas serão ministradas por Alan Rodrigues, sócio da Kuantta Digital e terá a participação do Sócio da Moby Corretora de Seguros e Diretor de Ensino do Sincor-RJ,  Arley Boullosa.

Coronavírus: Morgan Stanley prevê perdas significativas para resseguradoras

Entre as maiores resseguradoras do mundo, a Munich Re pode ter a maior exposição a uma pandemia chinesa. Sua divisão de vida e saúde subscreveu 2,3 ​​bilhões de euros (US$ 2,54 bilhões) em prêmios na Ásia em 2018

As seguradoras e resseguradoras estão acompanhando cada minuto da situação do surto do coronavírus. O presidente Xi Jinping fala em “situação grave”. A China suspendeu viagens turísticas ao exterior. Dados atualizados neste domingo revelam que, na China, já são 2.761 casos confirmados, com o número de mortos subindo para 80. Há ainda outros 5.794 casos suspeitos sob supervisão.

Os EUA confirmaram o quinto caso da doença. O governo Trump marcou para amanhã a evacuação de cidadãos norte-americanos da cidade chinesa de Wuhan, epicentro do surto. Japão e a França anunciaram voos fretados para a retirada de seus cidadãos.

“É muito cedo e as divulgações são muito limitadas para estimar possíveis perdas em um surto mais amplo”, segundo Emanuele Musio, analista do Morgan Stanley, escreveu para seus clientes, afirmando que o potencial para uma perda segurada significativa é claro.

Entre as maiores resseguradoras do mundo, a Munich Re pode ter a maior exposição a uma pandemia chinesa. Sua divisão de vida e saúde subscreveu 2,3 ​​bilhões de euros (US$ 2,54 bilhões) em prêmios na Ásia em 2018 e pode ser o maior acúmulo de risco de pandemia, citou o analista em seu relatório divulgado pela mídia internacional.

A Scor, que subscreve prêmios de vida e saúde de € 1,2 bilhão (US$ 1,33 bilhão) na Ásia, diz em seu relatório de solvência e condição financeira que um evento de pandemia que ocorre a cada 200 anos absorveria 20% e representaria o mais grave cenário entre todos os fatores de risco. No entanto, a principal área de foco da Scor na China é uma doença crítica.

A Hannover Re subscreve € 1,37 bilhão (US$ 1,51 bilhão) em prêmios de vida e saúde na Ásia. O grupo não fornece detalhes de sua exposição à pandemia, mas afirma que a pandemia é uma parte significativa de seu requisito de capital de solvência, citou o portal Insurance Asia News.

A Swiss Re informou em seu relatório financeiro mais recente que havia aumentado sua exposição pandêmica letal na Ásia e que um evento de 200 anos geraria perdas de US$ 2,8 bilhões, o que teria um impacto de cerca de 10% em seu capital de risco.

O surgimento de um novo vírus em uma cidade chinesa de 11 milhões de pessoas, pouco antes do feriado lunar do ano novo, soa como a abertura de um filme sobre desastres. Para modeladores de catástrofes, é precisamente o tipo de cenário que eles esperam para dar início à próxima grande pandemia.

A gripe espanhola pós-Primeira Guerra Mundial é normalmente usada como uma referência de pior caso para os modelos. Matou pelo menos 40 milhões de pessoas, muitas delas jovens e saudáveis. O Banco Mundial calcula que um surto semelhante hoje possa custar até 5% da produção econômica global, analisa o portal de notícias chinês.

Resta saber se o coronavírus de Wuhan afetará os resseguradores, que estão principalmente expostos ao risco de mortalidade sob as políticas de vida, acrescenta. Mas também é possível que um surto de gripe na Espanha em uma cidade chinesa moderna possa redefinir a referência, já que as pessoas hoje são muito mais móveis do que há um século atrás.

“Do aeroporto de Wuhan, existem vôos para mais de 100 destinos em 20 países”, disse o especialista em riscos de catástrofes da RMS, Gordon Woo, em um post do blog. “Com 3 bilhões de viagens realizadas no período do Ano Novo Chinês, até uma pequena taxa de infecção de uma em um milhão de viagens aumentaria o número de infecções em uma ordem de magnitude”.

A rápida disseminação do vírus fora da China sugere que a gripe de Wuhan está sendo transmitida entre as pessoas, segundo Woo, e os números oficiais sugerem uma taxa de mortalidade de mais de 2,5%. Isso é potencialmente mais preocupante do que a síndrome respiratória do Oriente Médio que apareceu há alguns anos atrás, que apresentava uma taxa de mortalidade muito alta, mas não era altamente infecciosa.

Resta saber se o coronavírus de Wuhan afetará os resseguradores, que estão principalmente expostos ao risco de mortalidade sob as apólices de vida. Certamente, a falta de transparência por parte das autoridades chinesas não ajudou a controlar a propagação da doença, a identificar de onde ela veio ou a prever a gravidade da doença.

Neil Ferguson, epidemiologista do Imperial College de Londres e consultor da RMS, estima que o número de infecções seja muito superior ao número oficial de cerca de 600. Em um artigo publicado na quarta-feira, ele e vários colegas estimam que havia um total de 4 mil casos em Wuhan até 18 de janeiro, informa a Asia News.

“É provável que o surto de um novo coronavírus em Wuhan tenha causado substancialmente mais casos de doenças respiratórias moderadas ou graves do que as que foram atualmente detectadas e relatadas”, diz o artigo citado pelo portal de notícias Asia News. “No entanto, recentes aumentos rápidos nos números de casos confirmados oficialmente informados na China sugerem que a detecção e os relatórios de casos foram substancialmente aprimorados nos últimos dias.”

A subnotificação de infecções também pode sugerir uma taxa de mortalidade muito menor, supondo que as mortes relatadas pela doença estejam menos sujeitas a informações incorretas.

Isso pode ser uma boa notícia para os resseguradores, mas a cidade de Wuhan é, no entanto, uma cidade fantasma no momento, sugerindo que existem perdas não seguradas significativas – a produção econômica da cidade em 2018 foi de aproximadamente US$ 577 milhões por dia.

Apesar de tais perturbações em larga escala nos negócios, as pandemias raramente são seguradas. Dos quatro resseguradores detalhados pelo Morgan Stanley, apenas o Hannover Re menciona cobertura pandêmica específica em seu relatório de condição financeira – oferece cobertura pandêmica baseada em índices por meio de títulos vinculados a seguros.

O surto de Wuhan pode não ser o grande problema, mas deve servir como lembrete de que são necessárias melhores soluções.

Tranparência já – A Indonesia Life Insurance Association (AAJI), a única associação para empresas de seguro de vida na Indonésia, emitiu uma declaração instando o governo a estabelecer imediatamente uma Policy Guarantee Institution (LPPP) conforme estipulado na Lei de Seguros. A declaração acrescenta que isso estaria de acordo com os esforços do governo para resolver o problema de Jiwasraya, para que os pagamentos devidos aos clientes possam ser feitos imediatamente.

A associação informa que dados do terceiro trimestre de 2019 mostram que o setor de seguros de vida fez contribuições significativas para a sociedade e o desenvolvimento da Indonésia. 62.581.600 pessoas possuíam cobertura de seguro de vida no terceiro trimestre de 2019, um aumento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos de criação de empregos, havia 622.286 agentes de seguros de vida e 21.493 funcionários no setor de seguros de vida em 30 de setembro de 2019.