Bradesco Seguros lucra R$ 7,5 bilhões em 2019

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O braço segurador participou co 28,8% do lucro obtido pelo banco, de R$ 25,8 bilhões no ano passado.

Fonte: Bradesco Seguros

O grupo Bradesco Seguros divulgou lucro líquido de R$ 7,5 bilhões em 2019, nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. O resultado, que representa expansão de 16,6% em relação ao obtido em 2018, foi influenciado, entre outros fatores, pelo crescimento de 12,7% em operações de Seguros, Previdência e Capitalização, de R$ 14,8 bilhões, e também pela alta de 10,9% do resultado financeiro. O grupo também destacou a redução de 6% nas despesas administrativas em 6%. O Patrimônio Líquido registrou crescimento de 16,8%, e o Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio foi de 23,5%. 

Todos os índices de desempenho do grupo apresentaram evolução favorável no conceito anual, com destaque para os índices de sinistralidade, que registrou recuo de 0,5 ponto percentual, e o combinado, que atingiu sua melhor marca anual em mais de dez anos: 83,3%. 

“São números que refletem um momento muito especial vivido pela companhia. Estamos evoluindo, de forma gradual, de uma estratégia tradicionalmente centrada na distribuição de produtos para uma visão com foco total na jornada do cliente, a partir de um amplo movimento de transformação digital, que envolve não apenas tecnologia, mas também mudança na maneira de pensar. O objetivo é oferecer processos mais simples, intuitivos e digitais para o nosso cliente”, destaca o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz. 

Como fruto desse processo, a venda de produtos por meio dos canais digitais aumentou 82% em 2019 em relação ao ano anterior. Foi atingida a marca de cerca de quatro milhões de downloads do aplicativo da Bradesco Seguros e mais de um milhão de itens comercializados por esses canais. Em Saúde, 40% do reembolso já é realizado por meio digital. Em Auto, 64% das vistorias de sinistro e 16% dos pedidos de assistência já são digitais. 

Em Saúde, o grupo informa alta de 28% no lucro líquido no comparativo 12 meses. O ganho é reflexo, principalmente, do aumento do faturamento, que tem sido impulsionado pelas ações estratégicas que melhoraram o nível de retenção de clientes por meio de novas formas dos contratos, bem como a oferta de novos produtos, manutenção do índice de comercialização e aumento no resultado financeiro. A carteira de segurados apresentou novamente leve incremento, indicando novo ciclo de crescimento.

Complementando as principais informações da companhia, as Provisões Técnicas cresceram 6,2% na comparação com 2018, atingindo cerca de R$ 275 bilhões – correspondentes a aproximadamente 24% do total do mercado segurador – e os Ativos Financeiros, 7,1%, para R$ 307 bilhões. Outro dado relevante foi o valor pago em indenizações e benefícios, de R$ 33 bilhões, o que corresponde a cerca de R$ 130 milhões por dia útil. 

Os resultados refletem o compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a busca por eficiência administrativa e excelência no atendimento, além da contínua evolução de seu modelo de atuação multirramo e multicanal, com presença em todo o país, visando a entregar soluções completas de proteção a seus clientes, em seus diferentes ciclos de vida. 

Matthew Crane é o novo CEO do THB e AmWINS Group

Matthew Crane

A AmWINS Group, distribuidor global de produtos e serviços de seguros, anunciou nessa segunda-feira, 03/02, a chegada de Matthew Crane como novo CEO do Grupo THB e presidente da divisão Internacional da AmWINS. O executivo será o sucessor de Frank Murphy, até o final deste ano.

Em seu novo cargo, Crane supervisionará uma plataforma global que representa mais de US$ 2 bilhões em prêmios. Como veterano do setor, o executivo ocupou vários cargos de liderança no QBE Insurance Group PLC e, mais recentemente, atuou como diretor executivo de gerenciamento de mercado da QBE.

Frank Murphy, que atua como CEO da THB desde 2009 e como presidente da divisão internacional da AmWINS desde 2012, terá uma nova função como consultor estratégico sênior da empresa e permanecerá no comitê executivo.

Para Eduardo Lucena, CEO do Grupo THB no Brasil, as mudanças e a chegada do novo executivo vão de encontro com o constante crescimento e expectativas positivas da empresa para o próximo período. “Seguiremos nosso projeto de expansão no Brasil mantendo o espírito empreendedor de nosso Grupo e a cultura que nos diferencia. Matthew Crane é um veterano com profundo conhecimento do mercado e dará continuidade ao projeto de crescimento global”, concluiu.

A THB Brasil é uma empresa especializada em corretagem de seguros, resseguros, gestão de benefícios, afinidades e gerenciamento de riscos. Desde o início da sua parceria com a AmWINS em 2012, a empresa teve expressivo crescimento do valor dos seus prêmios anuais administrados.

CNJ libera troca de depósito por seguro garantia, informa o Valor

Fonte: Valor

O Conselho Nacional de Justiça concedeu liminar para suspender a validade de uma previsão do Tribunal Superior do Trabalho que dificulta o uso de seguro garantia ou fiança nos processos judiciais. A decisão foi dada em pedido do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil).

Os dispositivos estabelecem condições para usar o seguro garantia, como a necessidade de ser apresentado antes do depósito ou penhora de valores. Além disso, impede a substituição do depósito que já foi feito pelo seguro garantia. Existe uma divergência entre as turmas do TST. A 2ª Turma, por exemplo, não aceita a substituição do depósito judicial porque o seguro garantia tem prazo de vigência.

Bancassurance, um dos quatro pilares de crescimento da Zurich Seguros no Brasil

“Crescemos 35% ao ano nos últimos três anos. Ou seja, dobramos de tamanho. Agora, com a tecnologia pronta para plugar e desplugar serviços e produtos, certamente dobraremos de tamanho em dois anos”, diz o diretor Sidemar Spricigo

Depois de anos de discussão se os bancos deveriam ou não vender seguros, o Bancassurance, um termo francês para vendas de seguros pelas instituições financeiras, finalmente deixou de ser um tema tabu. Afinal, corretores nunca gostaram de ser ameaçados pela concorrência dos gerentes e corretoras cativas de bancos. Porém, com a tecnologia, eles descobriram que o Bancassurance não é uma ameaça e sim uma oportunidade de fechar negócios. 

Os bancos também descobriram que ofertar a plataforma digital para quem realmente entende do assunto traz mais lucro do que atuar no segmento assumindo riscos. Assim surgiram várias parcerias de sucesso, como Itaú e Porto Seguros em auto e residência; Santander e Zurich em vida; Santander e HDI em auto; Bradesco e Swiss Re em riscos empresariais; Banco Inter e Liberty Seguros em auto; BMG e Generali, entre tantas outras.

A Zurich conta com quase 20 parceiros entre instituições financeiras e varejistas. E mostra cada dia mais apetite para novas parcerias, como a fechada com o BanQi, banco digital controlado pela Via Varejo. Em março de 2019, anunciou uma aliança estratégica com a varejista catarinense Havan, do empresário Luciano Hang, para distribuir seguros massificados em sua rede de lojas, assim como já faz com Via Varejo e FastShop. A parceria estima gerar R$ 2,4 bilhões em prêmios de seguros pelos próximos cinco anos. Em bancos, além do Santander, a Zurich tem acordos com BMB, BRB, Daycoval, entre outros.

As seguradoras independentes vivem agora uma nova onda: a conquista dos bancos digitais e fintechs. “A Zurich tem como meta ser um player relevante no mercado de bancassurance, um dos quatro pilares da estratégia da empresa”, afirmou Sidemar Spricigo, diretor responsável pelo canal na Zurich. Completando os outros pilares estão os segmentos de seguros pessoais, seguros comerciais e afinidades, que é a venda de seguro por meio de parceria com redes varejistas e corretores.

“Crescemos 35% ao ano nos últimos três anos. Ou seja, dobramos de tamanho. Agora, com a tecnologia pronta para plugar e desplugar serviços e produtos, certamente dobraremos de tamanho em dois anos”, diz ele, com grande otimismo amparado por grandes investimentos em APIs, a “ponte” que conecta parceiros e aplicativos nos últimos dois anos.

A Zurich parte para conquistar os digitais e fintechs, que crescem num ritmo frenético com a flexibilização regulatória nas áreas financeira, incluindo aí seguros também. Quem acompanha de perto inovação, sabe do alarmante número de empreendedores apresentando projetos que visam entregar uma experiencia diferenciada aos clientes dos patrocinadores de hubs de inovação como o Cubo, do Itaú Unibanco, o Habitat, do Bradesco, Oxigênio da Porto Seguro, Distrito, que conta com participação da HDI entre outros tantos. Segundo pesquisa realizada pela Distrito, foram realizadas 260 rodadas de investimentos em empresas de tecnologia do País no ano passado. O setor de fintech lidera em quantia e aporte de recursos.

“A boa notícia é que estamos preparados para esta realidade”, afirma o executivo da Zurich. Segundo ele, além de a empresa contar com o mais amplo portfólio de produtos do mercado e ter a inovação fortemente presente em seu DNA, conta, ainda, com três modelos distintos de parceria. A tradicional, onde a Zurich oferta todos os produtos com a corretora cativa do grupo parceiro, com ou sem acordo de exclusividade. Até agora, a maioria dos acordos fechados prevê a exclusividade da Zurich nas ofertas. O segundo modelo, que tem ganhado força, é onde, além da corretagem de seguros, há o compartilhamento de resultados com o parceiro na operação. E o terceiro modelo é a criação de uma joint venture, com resultado compartilhado – nesse caso, em operações muito especificas e de amplitude muito relevante.

Segundo Spricigo, os produtos não serão tão diferentes do que há hoje. Seguro de vida vai cobrir vida e invalidez; seguro de celular vai cobrir roubo, furto e quebra acidental; seguro de carro roubo e colisões; imóveis terão o seguro incêndio como base de cobertura. “A grande novidade será a inovação inserida no acesso e no uso do produto, no autosserviço, como poder ativar e desativar o seguro no momento em que o consumidor deseja, assim como faz com Netflix, por exemplo”.

Os produtos tradicionais seguem tradicionais, mas o público jovem passa a ter opção também. “O desafio está em atrair os jovens, um público ainda distante do tema seguros e completamente distinto do público tradicional. A grande questão é como tornar o seguro um produto de valor para o jovem”, afirma. Ofertar o autosserviço – ele escolhe como quer se comunicar, quais coberturas lhe interessam, quando suspender ou cancelar o serviço – e ter uma experiência fluida, é o grande diferencial, segundo Spricigo, que não vê o preço como um fator impeditivo para a venda. “Inicialmente, jovens precisam de pouca importância segurada e as taxas de risco são pequenas em razão da idade, o que torna o custo benefício do produto muito atraente para a entrada no segmento”, explica.

O que importa para as fintechs e bancos digitais é a capacidade de integração dos sistemas e de inovação. Sem ter a troca de dados via API’s, nem se começa a conversar”, enfatiza. “Estamos prontos e com muitas novidades neste assunto em 2020”, finaliza o executivo da Zurich, que atua em mais de 210 países e territórios e já contabiliza acordo com mais de 70 bancos no mundo para vender seguro, que ajudam a imputar conhecimento nos projetos em andamento no Brasil.

Desde que o seguro surgiu no Brasil, nada impede que seja comercializado através de bancos. Situação oposta nos EUA, onde até pouco tempo atrás os bancos eram proibidos de vender seguros pela Lei Glass Steagall. O que a lei americana queria proteger era a imposição da venda do seguro pelo gerente do banco a clientes que buscavam crédito.

O lobby das seguradoras, que não queriam concorrentes, foi quem criou a força da lei nos EUA. Mas com o passar dos anos, com o aumento dos custos de comercialização e a globalização do mundo financeiro, as seguradoras sentiram-se pressionadas a reduzir custos. Com isso, elas passaram a encarar o bancassurance com uma forma de alavancar as vendas.

Foi a França que alavancou as vendas de seguros através dos bancos, como uma oferta complementar aos riscos inerentes a cada ciclo da vida do correntista, com produtos simplificados e personalizados. O Brasil já é um case de sucesso quando o assunto são os produtos planos de previdência, capitalização e seguro de vida prestamista, que protege a dívida. Agora é um candidato a ter enorme destaque com a venda de seguros diversos, como para celular, bolsa protegida, dental, garantia estendida entre tantos outros. 

Zurich anuncia nova head de Canais Digitais e Atendimento ao Cliente

Fonte: Zurich

 Lucía Aparicio Sarraceno é a nova líder da área de Canais Digitais e Atendimento ao Cliente da Zurich no Brasil, que chega para inovar a linguagem dos serviços digitais, melhorando cada vez mais a experiência do cliente. 

Com 12 anos de experiência no Grupo Zurich, sendo oito anos na Zurich Argentina, Lucía ocupou importantes posições no grupo como Assistente Estratégica da CEO Latam, Claudia Dill, com foco em Inovação, Clientes e Estratégia para toda a região. Agora, a executiva passa a compor o time de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil e terá um importante papel nas práticas de relacionamento com os clientes e na condução da Zurich em sua estratégica jornada digital para atingir os seus três públicos – parceiros de negócios, clientes e corretores. 

Formada em Ciências Atuariais pela Universidade del Salvador, Lucía iniciou sua trajetória profissional no Grupo Zurich como operadora júnior e, hoje, toma a frente dessa nova área.

SulAmérica conclui venda para Icatu

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A SulAmérica informou em comunicado que concluiu a venda das suas operações de capitalização para a Icatu. A operação havia sido anunciada em maio do ano passado, com o valor podendo chegar a R$ 183 milhões, dependendo do cumprimento de algumas condições. Além da carteira de capitalização da própria SulAmérica, o negócio inclui também a fatia de 24,5% que a companhia tinha na Caixa Capitalização. Com isso, a Icatu passa a ter 49% desse negócio, sendo a fatia restante da Caixa Seguros, joint venture entre a Caixa e a francesa CNP Assurances.

Contratar seguro para o novo coronavírus, uma missão quase impossível

O famoso mercado de seguros Lloyd’s of London ainda não constatou uma explosão das atividades de seus membros que gostariam de cobrir sua exposição, segundo duas fontes no famoso mercado londrino

Fonte: AFP

Londres, 4 Fev 2020 (AFP) – Diante da disseminação do novo coronavírus chinês e da perturbação que causa, empresas e turistas terão dificuldade em obter indenizações de seguradoras que frequentemente se recusam a cobrir epidemias desse tipo.

Embora seja difícil, nesta fase, avaliar o impacto econômico do vírus, que já deixou mais vítimas na China que a SARS no início dos anos 2000, ele perturba os planos de muitos turistas e cadeias de abastecimento.

Mas obter indenização será um obstáculo e ocorrerá nos detalhes dos contratos, especialmente para empresas presentes em vários territórios. É, por exemplo, muito improvável que os seguros contratados ao comprar uma viagem cubram epidemias.

Em vez disso, os turistas deverão procurar seus fornecedores de cartão de crédito, ou operadoras de turismo, para reembolso em caso de cancelamento, ou custos médicos.

Para as empresas, especialmente as companhias aéreas que interromperam ou reduziram o serviço para a China, pode até não haver qualquer recurso, alerta Clarissa Franks, diretora de gerenciamento de riscos da corretora londrina Marsh.

“O diabo está realmente nos detalhes”, disse ela à AFP, enfatizando que certas disposições nas apólices de seguro podem cobrir doenças transmissíveis, mas que, em geral, epidemias como o coronavírus são excluídas.

– “Converse primeiro com a seguradora” -O novo vírus contaminou mais de 20.400 pessoas e a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a epidemia como uma “emergência de saúde pública de alcance internacional”, embora nesta terça-feira tenha afirmado que ainda não é uma pandemia.

O famoso mercado de seguros Lloyd’s of London ainda não constatou uma explosão das atividades de seus membros que gostariam de cobrir sua exposição, segundo duas fontes no famoso mercado londrino.

Mas, na própria China, a epidemia “deve pesar sobre os resultados e sobre as receitas das seguradoras” do país em 2020, estima a agência de classificação S&P, que evoca razões como a volatilidade dos mercados financeiros e menos trocas com os clientes.

No entanto, a epidemia de SARS iniciada na China em 2002 pode dar uma ideia dos possíveis conflitos entre seguradoras e clientes. Somente para o setor de turismo, o impacto da SARS foi estimado entre 30 e 50 bilhões de dólares pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo.

À época, porém, a economia chinesa pesava apenas 5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 20% agora, sem mencionar que os chineses se tornaram os viajantes mais frequentes do mundo.

O setor de seguros estará “muito atento”, segundo Malcolm Tarling, porta-voz da Associação de Seguradoras Britânicas (ABI). “Se alguém viajar (para a China) sem seguir as diretrizes do governo, muitos seguros não serão válidos. Se você acha que sua viagem é essencial, deve falar com sua seguradoraprimeiro”, disse.

A seguradora britânica Aviva explica à AFP que os clientes devem ter cobertura especial para “interrupções de viagens”, a fim de garantir o reembolso. “Estamos monitorando a situação de perto, mas até agora a grande maioria dos pedidos está relacionada a clientes que viajam de e para a China”, mais do que empresas preocupadas, disse um porta-voz do grupo.

A gigante alemã Allianz acredita que os indivíduos devem primeiro entrar em contato com a companhia aérea, ou a agência de viagens, antes da seguradora.

Para as empresas, as doenças contagiosas são cobertas por políticas específicas, cujo custo pode desencorajar os assinantes. “Os seguros tradicionais não podem cobrir tudo, e os seguros não convencionais tendem a ser muito caros”, alega Franks.

Startups avançam em parcerias com as seguradoras

Melhorar a experiência dos clientes é a maior demanda, segundo as novatas

A parceria entre as seguradoras e startups está a todo vapor. Reduzir custos e melhorar a experiência do usuário são as principais demandas. Segundo informações passadas pelas startups, os resultados já são significativos para as seguradoras. Interessante são os nomes das novatas. Quero ver a turma 50+ gravar todos esses nomes. Mas fica a dica para quem está em busca de conhecer mais sobre inovação.

Segundo dados da FollowiZe, a SulAmérica saiu de 1,5% para 10% de conversão nas vendas, após iniciar parceria com a plataforma de gestão de leads. Uma outra seguradora da área de saúde, cujo nome não foi revelado, conseguiu reduzir custos de tratamentos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, após contratarem o software SenseData, primeira startup de sucesso do cliente da América Latina.

A personalização, seja no atendimento ou no desenvolvimento de produtos, é um ponto importante de atenção com o cliente, que pode fidelizá-lo. A ilegra, empresa global de inovação, design e software, auxilia as seguradoras a desenvolverem soluções personalizadas para os seus clientes, como foi o caso da Sompo Seguros.

Já a Inbenta é especialista no relacionamento com o cliente online, oferecendo soluções como chatbots, FAQs e buscadores inteligentes. Entre os clientes da empresa estão a Porto Seguro, Generali, Mapfre e Allianz.

Segue um resumo das startups…

FollowiZe – Criada em 2014 pelos fundadores e irmãos Anderson e André Gil, a startup de tecnologia desenvolveu um software de gestão de leads que permite ao usuário simplificar e padronizar o processo de atendimento e vendas, além de permitir analisar o retorno das ações de marketing. No ano de 2019, a empresa faturou R$ 2 milhões e chegou a 180 clientes. Além disso, gerou mais de R$ 3 bilhões de faturamento para seus clientes. Para 2020, a expectativa é crescer 200% e chegar ao faturamento de R$ 5 milhões. O case de sucesso com seguradoras da Followize é com a SulAmérica. A parceria teve início em fevereiro de 2019 e os resultados vêm sendo muito promissores. Com média de 5 mil leads recebidos por mês, os quais são direcionados aos corretores parceiros da SulAmérica, o grupo saiu de 1,5% para 10% de conversão de leads em vendas em menos de um ano. 

SenseData – A SenseData foi fundada no ano de 2016, se tornando a primeira plataforma de gestão de Customer Success da América Latina. Com a transformação digital cada vez mais intensa, focar no sucesso do cliente é mandatório para a continuidade do sucesso das companhias. A startup chegou a um faturamento de R$ 700 mil em 2017; R$ 2 milhões em 2018 e R$ 4 milhões em 2019. A expectativa é chegar a R$ 8 milhões em 2020. Ou seja, em termos de faturamento, conseguiram dobrar de valor todos os anos. O case de sucesso da empresa é com seguradoras da área de saúde. Para que os planos de saúde consigam gerenciar o relacionamento com seu beneficiário de forma personalizada e em escala, é necessário utilizar a tecnologia e, principalmente, a análise de dados. Apenas dessa forma é possível fazer a gestão da jornada do paciente de forma completa, desde a central de relacionamento, até o atendimento clínico.

Ilegra – A ilegra é uma empresa global de design, inovação e software. Com 17 anos de existência, a empresa busca trazer agilidade para estratégias digitais, auxiliando as companhias para a realidade de um mercado inquieto. Com parcerias estratégicas com Google, AWS e GitHub, a empresa possui em seu portfólio de clientes companhias líderes de mercado que tem a inovação em seu DNA, como Whirlpool, FCA, Bradesco, Cielo, Sapore, Agibank, Orizon, Embraco, AGCO, Thomson Reuters e Thyssen Krupp Elevadores.

Inbenta – Fundada na Espanha em 2005 e presente no Brasil desde 2011, a empresa é focada em sites comerciais e corporativos, a Inbenta é pioneira em uma nova classe de tecnologia de busca semântica para empresas, com o objetivo de melhorar a experiência dos clientes on-line. Utilizando tecnologias de processamento de linguagem natural e inteligência artificial, a Inbenta ajudou várias empresas a reduzir a quantidade de consultas via e-mail recebidos e chamadas de suporte ao cliente, uma vez que o usuário resolve suas dúvidas ao acessar o site da empresa, aplicativo ou redes sociais. A Inbenta também é especializada em autoatendimento, pesquisa de e-commerce, assistentes virtuais, chatbots, ticketing de suporte e gerenciamento da base de conhecimento.

Bradesco Seguros registra 127 chamados com chuvas e estima indenizações de R$ 1,8 milhão

Fonte: Bradesco Auto RE

Em consequência das fortes chuvas ocorridas na região Sudeste, que atingiram mais de 19 mil pessoas em mais de 100 municípios – dados da Defesa Civil, a Bradesco Auto/RE iniciou o ‘Plano de Contingência’ para atendimento de sinistros de seguros de automóveis e residenciais em situações climatológicas severas. Somente nas duas primeiras semanas de operação, a seguradora foi acionada 127 vezes para reparos de danos emergenciais e a estimativa total de avarias ultrapassa o valor de R$ 1,8 milhão. Os principais sinistros acionados foram em virtude de enchentes e inundações.

Esta é a primeira edição da operação, desenvolvida pelo Grupo Segurador, para quantificar e indenizar segurados envolvidos em tragédias naturais no menor prazo possível. Essa mobilização, em caráter especial, será estendida até a normalização do número de sinistros na região. 

“Para manter a excelência do serviço oferecido aos segurados, mesmo em um período de adversidade, reforçamos o contingente interno para dar suporte ao aumento na demanda, a fim de agilizar o processo de indenização” comenta Carlos Eduardo Oliva, Superintendente Executivo da Bradesco Auto RE.

Gestora questiona dados do IRB Brasil Re e ações despencam

irb cai na bolsa

O ressegurador informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário. Desde o começo de maio de 2018 até a última sexta-feira, as ações do IRB Brasil haviam acumulado valorização de 196%

A Squadra Investimentos divulgou uma carta a seus cotistas no dia 2 de fevereiro questionando alguns aspetos dos números divulgados pelo IRB Brasil Re. O conteúdo da carta fez as ações do IRB despencarem 15% na abertura do pregão. Ao meio dia, os papéis perdiam 10,55%, a R$ 40,21 , maior queda do Ibovespa, que subia 1,16%. A gestora citou as razões para estar vendida, ou seja, apostando na queda nas ações do IRB.

EM um detalhado estudo de quase 30 páginas a Squadra que a intenção do estudo é justificar aos cotistas a opinião de que há uma grande disparidade entre preço e valor nas ações do IRB, causada principalmente por uma percepção de parcela do mercado sobre a sustentabilidade dos seus elevados níveis de retorno sobre o capital.

“Com um lucro projetado de R$ 1,6 bilhão para o ano de 2019, o IRB está avaliado a 25x o lucro de 2019, enquanto a mediana das resseguradoras negocia a 16x. Porém, é no múltiplo em relação com o valor patrimonial que o prêmio sem paralelos atribuído à qualidade do negócio do IRB se torna mais evidente. Considerando o patrimônio líquido de R$ 4,3 bilhões em seu balanço mais recente , o IRB é cotado em bolsa a 9,6x valor patrimonial, ao passo que a mediana das resseguradoras globais negocia a 1.2x”, informa a carta.

Em comunicado ao mercado, o IRB-Brasil Resseguros afirmou que reforça que as suas demonstrações financeiras anuais, semestrais e intermediárias, assim como os respectivos relatórios da administração e comentários de desempenho que a acompanham são elaboradas segundo as normas contábeis e atuariais vigentes no Brasil com absoluta precisão, passando por um rigoroso processo de governança. O ressegurador informa ainda que está avaliando com seus assessores legais, as medidas cabíveis a serem tomadas neste cenário, onde o emissor da carta tem interesse econômico diametralmente conflitante com os interesses da companhia, finaliza o IRB em nota, que estar em período de silêncio por estar próximo da data de divulgar o balanço financeiro de 2019.