Lucro da SulAmérica avança 30,7% em 2019, para R$ 1,2 bi

As receitas operacionais somaram R$ 22,3 bilhões no ano, 8,9% superiores a 2018

Fonte: SulAmerica

A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhao em 2019, 30,7% acima do resultado do ano anterior. No quarto trimestre, o ganho foi de R$ 452,9 milhões. As receitas operacionais somaram R$ 22,3 bilhões no ano, 8,9% superiores a 2018. “2019 foi um ano para ficar marcado na história da SulAmérica. Um período de resultado operacional recorde, com crescimento consistente e melhoria de rentabilidade combinados à expansão da nossa base de clientes e ao aumento dos níveis de experiência e satisfação de nossos beneficiários”, comenta Gabriel Portella, presidente da companhia. “Também intensificamos os investimentos em inovação, tecnologia e digitalização de processos e serviços, que são fundamentais para a sustentabilidade da nossa operação”, completa. 

Nas operações de seguro saúde e odontológico, o grupo destaca a retenção de clientes e em vendas novas, com mais de 4 milhões de beneficiários, com adições líquidas de 84 mil vidas em planos de saúde coletivos ao longo do ano. Em odonto, a recente conclusão da aquisição da Prodent, contribuiu para que a operação alcançasse 1,7 milhão de beneficiários em dezembro de 2019. A sinistralidade dessas operações em 2019 apresentou melhora de 0,3 p.p. em relação a 2018, para 78,9%, o melhor número para esse indicador desde 2010. 

“Nossos resultados são frutos de uma visão de longo prazo, com uma adequada estratégia de subscrição, força de vendas, qualidade dos serviços e da nossa operação, conjugada com a gestão de sinistros, dos nossos custos e despesas e, mais recentemente, da coordenação de cuidado”, comenta Portella. “A expansão da estratégia de Cuidado Coordenado segue em ritmo acelerado, com o desenvolvimento de iniciativas para colocar cada vez mais o beneficiário no centro das decisões”, completa, referindo-se aos mais de 400 mil beneficiários na plataforma e 1,7 mil médicos. 

Nos segmentos de automóveis e ramos elementares, a companhia encerrou o ano com receitas operacionais de R$ 3,5 bilhões, redução de 3,3% em relação a 2018. Em paralelo, a SulAmérica segue no processo de separação da operação para a conclusão da transação de venda destes segmentos para a Allianz, cujo fechamento é esperado para o terceiro trimestre de 2020.

Nos segmentos de vida e previdência foram alcançados R$ 8 bilhões em reservas de previdência, aumento de 12,4% na comparação com dezembro de 2018. A variação positiva é resultado principalmente do maior volume de contribuições e aportes, além da rentabilidade acumulada dos fundos de previdência. As receitas operacionais foram de R$ 794,2 milhões no ano, 25,1% superiores em relação a 2018, reflexo principalmente do crescimento do produto VGBL, contribuindo também para a evolução positiva da margem bruta no ano. O segmento de vida apresentou receitas operacionais de R$ 504,9 milhões, cerca de 5% superiores ao ano de 2018. 

A SulAmérica Investimentos encerrou o quarto trimestre com o montante recorde de R$ 46 bilhões em ativos sob gestão, um aumento de 10,7% em relação a 2018. O crescimento é principalmente relacionado ao maior volume de ativos de terceiros, que atingiram R$ 28,2 bilhões (crescimento de 13%). 

O ano de 2019 também marcou importantes evoluções da companhia em temas ambientais, sociais e de governança (ASG). Além do reconhecimento, pelo segundo ano consecutivo, integrando a carteira do Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, recentemente a SulAmérica Investimentos lançou o SulAmérica Total Impacto FIA, fundo de investimento em ações com critérios socioambientais para a seleção de ativos e doação de 100% da taxa de administração para uma organização de impacto social na Amazônia.

“Com uma evolução relevante nos índices de liquidez e negociabilidade de nossas units na B3, passamos a integrar também o principal índice da Bolsa de Valores Brasileira — IBOVESPA, desde de janeiro deste ano”, finaliza Portella.

Brasilprev tem lucro líquido de R$ 1,4 bilhão no ano de 2019

No mesmo período, a companhia apresentou crescimento de 12,9% em ativos sob gestão e reconquistou a liderança do mercado em captação líquida

A Brasilprev divulgou lucro líquido ajustado (ou seja, que exclui resultados extraordinários) de R$ 1,4 bilhão em 2019, valor 43,5% superior ao registrado em 2018. Os ativos sob gestão avançaram para R$ 292,3 bilhões, evolução de 12,9%. A arrecadação total da companhia atingiu R$ 42,2 bilhões, crescimento de 21,3%. Já a captação líquida avançou 68,7%, para R$ 13,3 bilhões.

“Os resultados demonstram um crescimento sustentável da Brasilprev, em um período importante para o mercado”, afirma Nelson Katz, diretor de Planejamento e Controle da companhia. “Em 2019 tivemos as discussões em torno da Nova Previdência, um cenário econômico que traz novos desafios e um aumento de competitividade do setor de previdência privada. Nesse contexto, a companhia manteve seu foco no produto Brasilprev Fácil, que democratiza o acesso à previdência no país, em consultoria especializada, bem como trabalhou fortemente em estratégias aderentes à nova realidade econômica.”, explica Katz.

Marcio Hamilton, presidente da Brasilprev, comenta as novidades para 2020. “Neste mês de fevereiro nós tivemos o lançamento das novas estratégias que trabalhamos em 2019. Com esse portfólio, estamos preparados para levar a todas as pessoas um produto mais diversificado. Tudo isso está sendo realizado com um forte alinhamento com a força de vendas para que os clientes recebam a devida consultoria com suitability, adequando a carteira de cada participante ao seu perfil e momento de vida.”, finaliza.

SulAmérica disponibiliza plano Direto para empresas a partir de 3 vidas em SP

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Linha Direto amplia sua atuação, mantendo suas características e benefícios principais

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica começa a comercializar os planos da família Direto para empresas a partir de 3 vidas, entre colaboradores e dependentes. Disponível em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba e com robusto plano de expansão pelo país, o Direto foi concebido para quem prioriza atendimento no local onde mora ou trabalha. “Tivemos bastante cuidado na hora de montar a rede de prestadores para esse plano para que o beneficiário tivesse ​acesso ao melhor cuidado em uma rede extremamente qualificada”, ressalta Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica. 

O Direto, além oferecer uma rede integrada, qualificada e bem distribuída nos principais municípios da região, também oferece acesso aos serviços diferenciados da seguradora, como Orientação Médica por Telefone e Médico na Tela. “Estamos aumentando o acesso aos planos da SulAmérica, mantendo a excelência e os serviços inovadores que facilitam tanto a vida das pessoas”, garante Raquel, acrescentando que, em breve, o Direto também será aceito para planos coletivos por adesão. 

Quem contratar o Direto (Sampa, Rio ou Curitiba) terá direto a usufruir do Médico na Tela, que permite ao segurado realizar uma videochamada via aplicativo SulAmérica com pediatra ou clínico-geral para orientações de saúde, evitando corridas para o pronto-atendimento sem necessidade, o OMT (Orientação Médica por Telefone), além de todas as outras funcionalidades do app de saúde da seguradora (carteirinha virtual, busca de médicos, clínicas e hospitais por geolocalização e Benefício Farmácia). 

Para André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing da SulAmérica, a família Direto gera ainda mais oportunidades de negócios para os corretores. “Quando construímos esse plano, tivemos ampla participação dos corretores, que nos trouxeram desejos de seus clientes. Todo mundo sai ganhando com esse produto personalizado e com excelente custo benefício”, assegura. 

Locais já disponíveis – O Direto Rio está disponível na capital fluminense, Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Queimados, São João de Meriti, Itaguaí, Niterói e São Gonçalo. O plano foi lançado primeiramente para os cariocas em 2019 e o beneficiário conta com os hospitais da Rede D’Or e outros parceiros complementares, localizados em diferentes regiões para garantir acesso rápido a atendimento ambulatorial, internações, urgência e emergência. 

Já o Direto Sampa, que além da capital paulista atende os municípios de Barueri, Osasco, Guarulhos, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá e Taboão da Serra, oferece cobertura variada, com um parceiro de ampla capilaridade e atendimento de qualidade, as clínicas do Dr. Consulta. Para cirurgias eletivas e tratamentos de alta complexidade, o paulista tem à disposição o Hospital Oswaldo Cruz Vergueiro, um dos mais qualificados da cidade, além de outros parceiros complementares, como hospitais especializados, atendimento para urgências, emergências e maternidades. 

O Direto Curitiba, disponível também em Almirante Tamandaré, Araucária, Colombo, Fazenda Rio Grande, Pinhais e São José dos Pinhais, segue a mesma diretriz, com prestadores qualificados, entre eles os laboratórios da rede Frischmann Aisengart, o Hospital Infantil Pequeno Príncipe, o Médico dos Olhos, o Erasto Gaertner e a Maternidade Santa Brígida. 

Os Diretos Sampa, Rio e Curitiba também estão disponíveis para empresas a partir de 30 vidas, entre titulares e dependentes. O plano de expansão deste plano de saúde é bem robusto para 2020, contemplando cidades de diferentes regiões do Brasil. Para mais informações, acesse www.sulamerica.com.br ou entre em contato com seu corretor. 

Risco cibernético é principal ameaça global para as empresas, revela estudo da Allianz

Incidentes cibernéticos tornaram-se mais perigosos e com maior custo para as companhias — muitas vezes resultando em processos judiciais e litígios

Fonte: AGCS

Pela primeira vez desde o início da pesquisa, os Incidentes Cibernéticos (39% das respostas) ocupam o 1º lugar global como o risco comercial mais preocupante, de acordo com o Allianz Risk Barometer 2020, tendo Interrupção nos Negócios (BI) (37%) na segunda posição. As ameaças cibernéticas vêm crescendo rapidamente nos últimos anos, impulsionadas pelo fato de as aumentarem a dependência de dados e sistemas de TI e devido ao histórico de incidentes high-profile. Há sete anos, cyber ocupava o 15º lugar, com apenas 6% de respostas. 

Mudanças de Legislação e Regulamentações (3o lugar com 27%) e Mudanças Climáticas (7a posição — 17%) foram as ameaças que tiveram as maiores arrancadas, principalmente em decorrência da guerra fiscal entre China e EUA, Brexit e pela preocupação das empresas e nações também com o aquecimento global. A pesquisa anual que mapeia os riscos aos quais empresas do mundo todo estão sujeitas, é realizada pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) e mostra, este ano, a visão de um recorde de 2.718 especialistas, incluindo CEOs, gestores de risco, corretores e profissionais da área de seguros. 

“O Allianz Risk Barometer 2020 destaca que riscos cibernéticos e as mudanças climáticas são dois desafios importantes para os quais as empresas precisam voltar sua atenção nesta nova década,” afirma Joachim Müller, CEO AGCS. “Existem muitos outros riscos, porém se os executivos e gestores de risco não cuidarem especialmente de cyber e da questão climática, isso terá um impacto significativo na performance das companhias, nos resultados financeiros e na reputação da empresa. O planejamento frente a essas ameaças demonstra tanto uma vantagem competitiva quanto uma questão de resiliência em uma era de digitalização e aquecimento global”. 

América do Sul: planejamento contra imprevistos 
Ao passo em que, mundialmente, o principal perigo as empresas são os ataques cibernéticos, companhias sul-americanas estão mais preocupadas com a Interrupção nos Negócios. Primeiro colocado no ranking Brasil (33%) e Colômbia (35%), este é um risco que reflete a necessidade de as empresas pensarem em planos de prevenção e de contingência para os mais diversos incidentes. “BI pode muitas vezes ser somente a ponta do iceberg em termos de perdas para uma empresa. Um sinistro de Interrupção de Negócios pode desencadear diversos outros, levando uma companhia a perdas inimagináveis”, comenta Glaucia Smithson, CEO AGCS América do Sul. 

A importância da prevenção e do planejamento, além do diálogo próximo e aberto entre empresa e seguradora são fundamentais para minimizar os riscos e as perdas. “Trabalhando de maneira bem próxima com o cliente, nós podemos oferecer uma análise da operação e da natureza da companhia, avaliando quais os riscos que podem afetá-la e o que o cliente pode fazer para diminuir ou até mesmo eliminar os riscos em sua operação. A AGCS trabalha com uma rede global integrada de especialistas que podem desenhar, junto com nosso cliente, modelos de prevenção e planos de contingência, além de termos um processo de sinistros muito eficiente e parceiro dos clientes, que fazem a diferença quando a operação de uma empresa está parada”, completa a executiva. 

Ameaças cibernéticas continuam a evoluir 
Além de ser o risco número 1 no mundo, Incidentes Cibernéticos estão no top 3 de muitos dos países entrevistados: Áustria, Bélgica, França, Índia, África do Sul. Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. As empresas enfrentam quebras de dados cada vez maiores e mais custosas, um aumento nos casos de ransomware e spoofing, além de multas e litígios decorrentes desses incidentes. Uma mega quebra de dados — comprometendo mais de um milhão de registros — agora pode custar aproximadamente $42mi[1], aumento de 8% comparado ao ano passado. “Os incidentes estão se tornando cada vez mais prejudiciais, visando cada vez mais empresas grandes, com ataques sofisticados e demandas pesadas de extorsão. Cinco anos atrás, uma demanda típica de ransomware estaria na casa das dezenas de milhares de dólares. Agora eles podem estar na casa dos milhões,” afirma Marek Stanislawski, Vice Diretor Global Cyber AGCS. 

A extorsão é apenas uma parte do problema: as empresas podem sofrer grandes perdas de BI devido à indisponibilidade de dados, sistemas ou tecnologia críticos, seja por meio de uma falha técnica ou por um ataque cibernético. “Muitos incidentes são resultado de erro humano e podem ser mitigados por treinamentos de conscientização da equipe, que ainda não são uma prática rotineira nas empresas.,” completa Stanislawski. 

Interrupção nos Negócios — uma ameaça antiga com novas causas 
Após sete anos no topo, BI cai para a segunda posição no Allianz Risk Barometer. No entanto, a tendência para perdas de BI maiores e mais complexas continua inabalável. As causas estão se tornando cada vez mais diversas, variando de incêndio, explosão ou catástrofes naturais a cadeias de suprimentos digitais ou até violência política. “As plataformas e cadeias de suprimentos digitais hoje permitem total transparência e rastreabilidade de mercadorias, mas um incêndio em um data center, uma falha técnica ou uma invasão pode trazer grandes perdas de BI para várias empresas que confiam e compartilham o mesmo sistema e que não podem voltar atrás aos processos manuais ”, diz Raymond Hogendoorn, Diretor Global de Sinistros de Property e Engenheria AGCS. 

As empresas também estão cada vez mais expostas ao impacto direto ou indireto de protestos, manifestações civis ou ataques terroristas. “O ano passado foi de grande mobilização popular em vários locais como Hong Kong, França, Chile, Bolívia e Colômbia, resultando em danos a propriedades públicas e privadas, interrupção em diversos negócios e até mesmo serviços básicos à população”, relembra Smithson. 

Mudanças de Legislação e Regulamentações aparecem como terceiro risco na pesquisa, uma posição acima de 2019. Sanções, Brexit, tarifações e protecionismo foram citados como as principais preocupações. Só em 2019 foram cerca de 1.300 novas barreiras de comércio implementadas. A disputa comercial EUA-China aproximou a tarifa média dos EUA a níveis vistos pela última vez na década de 1970. “Diretrizes comerciais estão se tornando apenas mais uma ferramenta política para muitos fins diferentes, como diplomacia econômica, influência geopolítica ou política ambiental”, explica Ludovic Subran, Economista-Chefe da Allianz. “Esse ativismo não se restringe aos EUA: se espalhou pelo Japão e Coréia do Sul, Índia e UE”. 

Novos desafios regulatórios na próxima década se concentrarão no impacto ambiental, descarbonização e mudanças climáticas. “A regulamentação de sustentabilidade da UE nada mais é do que uma virada no jogo. O impacto nas empresas será tão amplo quanto o das novas regras de contabilidade e proteção de dados foram no passado ”, diz Subran. 

Mudanças climáticas trazem maior complexidade de risco
As Mudanças Climáticas alcançaram seu patamar mais alto — 7o lugar — em toda a história do Risk Barometer e é um dos três principais riscos na região Ásia-Pacífico, sobretudo na Austrália, Hong Kong, Índia e Indonésia. Um aumento nas perdas físicas é o que os gestores de risco mais temem ( 49% das respostas) já que a elevação do nível dos oceanos, períodos de secas severos, tempestades intensas e inundações ameaçam fábricas, ativos fixos, redes de transporte e energia que conectam cadeias de abastecimento. Há ainda a preocupação com impactos operacionais (37%), tais como realocação de unidades e potenciais impactos regulatórios e de mercado (33% e 35%). As empresas precisam estar preparadas para um aumento na quantidade de litígios futuros –casos de mudança climática direcionados a ‘empresas de carbono’ já foram apresentados em 30 países ao redor do mundo, com a maioria dos casos nos EUA. 

“Há uma crescente conscientização entre as empresas de que os efeitos negativos do aquecimento global acima de dois graus Celsius terão um impacto dramático”, diz Chris Bonnet, Diretor de Serviços Empresariais ESG na AGCS. “A falta de ação desencadeará ações regulatórias e influenciará as decisões de clientes, acionistas e parceiros de negócios. Ignorar as mudanças climáticas custa mais do que lidar com elas. Portanto, toda empresa precisa definir seu papel, posição e ritmo para sua transição durante a mudança climática – e os gestores de risco precisam desempenhar um papel fundamental nesse processo. ” 

Carnaval 2020: Seguro para celular pode evitar prejuízos

Em 2019, os roubos de aparelhos celulares representaram 63% dos assaltos registrados no Estado, com uma média 13 aparelhos furtados ou roubados por hora

Os números da folia batem recorde a cada ano. O Rio de Janeiro espera receber cerca de 1 milhão e 900 mil turistas para o Carnaval, segundo levantamento feito pela Riotur, movimentando cerca de R$ 4 bilhões na economia da cidade. Em São Paulo, de acordo com a Prefeitura, serão 644 blocos em 678 desfiles.

Quem não abre mão de levar o celular para os desfiles e blocos deve redobrar a atenção para roubos e furtos. Outra orientação para diminuir uma eventual dor de cabeça é contratar um seguro para o aparelho. 

“Os celulares são indispensáveis nos dias atuais e o valor de alguns smartphones chegam a custar mais de R$ 5 mil. Diante das estatísticas levantadas no último ano sobre a ocorrência de furtos e roubos de aparelhos móveis, a contratação do seguro se torna essencial e traz mais segurança aos clientes, em especial em grandes eventos”, pontua o advogado Leonardo Coriolano, sócio do Máximo de Souza & Coriolano Advogados, escritório especializado em Direito Securitário.

De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, em 2019, os roubos de aparelhos celulares representaram 63% dos assaltos registrados no Estado, com uma média 13 aparelhos furtados ou roubados por hora. 

“Ao buscar esse tipo de serviço, o segurado deve ficar atento ao tempo de uso de seu aparelho e o respectivo valor de mercado. Também é importante ter a nota fiscal do aparelho, ainda que tenha sido adquirido no exterior, já que algumas seguradoras utilizam esses parâmetros para viabilizar a contratação do seguro”, esclarece Leonardo Coriolano.

O nível de cobertura e assistência fornecida pelas seguradoras é definido pelo cliente no momento da contratação do serviço. As principais coberturas oferecidas incluem furtos, roubos e danos (físicos, aqueles ocasionados por água ou demais líquidos, além dos elétricos), mas nem todas as seguradoras oferecem uma cobertura padrão.

“É muito importante que o segurado entenda os riscos cobertos por sua apólice, já que alguns podem estar excluídos, principalmente quando o sinistro é ocasionado por culpa do próprio segurado, seja na negligência e utilização inadequada dos aparelhos ou por funcionamento em condições impróprias”, reforça Leonardo. 

Esse tipo de seguro também é expandido para acessórios, como fones de ouvido, e outros bens móveis portáteis, como notebooks, tablets, câmeras fotográficas e smartwatches, por exemplo.

Em 2019, cerca de 7 milhões de celulares tinham algum seguro. No ano, as seguradoras arrecadaram cerca de R$ 1,5 bilhão com os prêmios desses produtos, de acordo com a Federação Nacionais de Seguros Gerais (FenSeg). 

MAG Seguros estimula vendas com viagens

Os 22 vencedores do troféu Galo de Ouro conhecerão, juntamente com seus acompanhantes, a Austrália

A MAG Seguros acaba de lançar oficialmente as duas campanhas de vendas que já estão vigentes. A segunda edição da Esquenta está valendo até o dia 30 de abril, e levará os vencedores para um incrível destino da América do Sul: Cartagena das Índias, localizada no Caribe colombiano.

A Esquenta é a primeira campanha quadrimestral da MAG Seguros, e faz parte da plataforma MAG 365, que oferece uma série de vantagens para os corretores parceiros da companhia. Neste ano o número de categorias aumentou e, consequentemente de premiados, totalizando 22 vencedores.

“Promover este tipo de ação é fundamental tanto para motivar quanto para reconhecer a excelência do trabalho realizado por estes dedicados profissionais durante os primeiros quatro meses do ano”, comenta o diretor Comercial da MAG Seguros, Osmar Navarini.

Ao todo, a Esquenta 2020 envolve mais de 4.000 participantes entre os melhores corretores e profissionais de vendas de todo o país.

Galo de Ouro 2020 também já está valendo – Vale destacar que a mais tradicional campanha de vendas do mercado de seguros de vida e previdência do país já está valendo. O Galo de Ouro, que já contempla mais de 45 edições, teve a largada no início do ano. 

Os 22 vencedores do troféu Galo de Ouro conhecerão, juntamente com seus acompanhantes, a Austrália. O país conjuga, ao mesmo tempo, belezas naturais, com uma incrível costa; história, por meio dos sítios arqueológicos; fauna diversa; e um ambiente cosmopolita e moderna. 

“Mais do que nunca, este é o ano do corretor na MAG Seguros e estamos pensando em todos os detalhes para valorizar ainda mais este profissional tão importante para nós e para o nosso mercado”, finaliza Navarini.

Icatu Seguros e Banco do Nordeste anunciam parceria para distribuição de seguros

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

Seguradora reforça sua presença na oferta de soluções para microfinanças

A Icatu Seguros e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) acabam de anunciar o fechamento do acordo para distribuição de seguros de Vida, Prestamista e Previdência da seguradora nos canais do banco.

O processo foi realizado por meio de concorrência e a vencedora terá a exclusividade para distribuição dos produtos em todos os canais do BNB – físicos e digitais – até 2040. A instituição é o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina, com 292 agências no Nordeste, norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Além da rede de agências, o Banco dispõe de 685 postos de atendimento exclusivo para a área de microfinanças.

Especialista em pessoas, a Icatu é a maior entre as seguradoras independentes, considerando o consolidado das linhas de negócio e está presente em todo o Brasil através de escritórios, corretores e parceiros comerciais. Com mais de 4 milhões de clientes, o BNB é considerado o 3° maior banco de microfinanças e o 5° maior operador de microsseguros do mundo.

Tanto o microsseguro quanto o microcrédito são ferramentas que auxiliam no combate à pobreza e redução da desigualdade social, levando opções de proteção contra riscos de flutuação de renda e iniciativas para concessão de crédito a famílias e microempreendedores brasileiros.

“A Icatu possui um portfólio completo de produtos de Vida e Previdência, já o BNB é especialista na distribuição de microcrédito. Com essa parceria buscamos uma troca de expertises, que vai contribuir com nosso propósito de democratizar o acesso a soluções de planejamento e proteção financeira a cada vez mais famílias brasileiras, reforçando também nossa atuação multicanal”, afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.

Para o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, a reestruturação da plataforma de seguros do Banco traz vantagens, tanto para o próprio BNB, quanto para seus clientes. “O Banco se alinha às melhores práticas do mercado e eleva seu posicionamento estratégico, cria valor para o negócio seguro, passa a ter mais uma fonte estável de receitas e reforça a sua posição como um dos principais operadores de microsseguros do mundo. Para os clientes, o BNB amplia o leque de apoio ao disponibilizar essa ferramenta de proteção às famílias, cumprindo com seu papel de Banco de Desenvolvimento.”

A iniciativa vai ampliar a atuação da seguradora na região Nordeste. “Vamos contribuir para a proteção das famílias e do planejamento financeiro dos clientes do BNB, que é referência no país ao atuar como agente do desenvolvimento sustentável da região”, explica Henrique Jenkins, diretor regional da Icatu no Nordeste.

Insurtechs recebem US$ 2 bi em investimentos em 2019

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No ano passado, o setor registrou cinco unicórnios e nos últimos três, anos 184 insurtechs que haviam tido a capacidade de levantar capital, fecharam as portas

As insurtechs receberam US$ 6,37 bilhões em 2019, sendo quase US$ 2 bilhões dos investimentos no último trimestre do ano. “Mas a inovação tecnológica não está limitada a um punhado de novas empresas. A revolução digital atravessa o setor dos seguros de forma transversal e há já algum tempo que a maioria das empresas entende que a tecnologia e a sua utilização estão a mudar definitivamente o paradigma do mercado segurador”, afirma Nuno Arruda, diretor comercial da Willis Towers Watson, em artigo publicado no portal português Eco.

Só em 2019 foi investido cerca 40% do valor histórico em insurtechs, tendo testemunhado a criação de 5 novos unicórnios, num total de 10 Insurtechs que até à data atingiram esse estágio. É inevitável que assim seja, quando o padrão e a tipologia de consumidores e mercados evoluem a uma velocidade nunca antes vista.

Por outro lado, por muito atrativa e sexy que seja esta temática, a verdade é que nem sempre a história destas empresas tem um final feliz. “De acordo com os nossos dados, nos últimos três anos 184 insurtechs que haviam tido a capacidade de levantar capital, fecharam as suas portas”, informa.

ARTIGO: Qualificação e treinamento em seguros dão força à economia

Por Robert Bittar,  presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS)
 

A indústria brasileira de seguros é dinâmica por natureza. A criação de produtos cada vez mais sofisticados, a entrada de novos players e as constantes alterações de cunho regulatório são fatores que exigem permanente atualização e qualificação da mão de obra do setor.

 Por mais que a tecnologia tenha mudado as formas de distribuição do seguro e a experiência de consumo, são pessoas fazendo negócios com pessoas. Não há como substituir a relação interpessoal em uma atividade na qual os consumidores dependem da compra orientada.

 Nesse cenário, os cursos de formação e qualificação em seguros têm agregado novas áreas de conhecimento, como Negócios, Marketing, Finanças, Gestão de Pessoas e transformação digital, entre outras. Essa interseção com atividades correlatas atrai profissionais em busca de oportunidades de trabalho e de ascensão na carreira. Portanto, 2020 será um ano para se investir em novos campos do saber.

 Em um mercado tão competitivo e cada vez mais acirrado como o de seguros, as melhores oportunidades serão aproveitadas por quem estiver bem preparado. A necessidade de atualização é permanente, seja em cursos técnicos como de nível superior, incluindo Pós-Graduação e MBA.

  A força do mercado de seguros pode ser traduzida em números. Ele responde por 6,5% do PIB e acumula reservas de R$ 1,2 trilhão. A receita do setor aumentou 12,1% no ano passado, somando R$ 270,1 bilhões (sem contar Saúde Suplementar e DPVAT). Foi a maior taxa de expansão desde 2012. Descontada a inflação, o crescimento chegou a 8,1%.

 Esse desempenho foi obtido em um ano de magro crescimento do PIB real, de cerca de 1%. Já a taxa de desocupação ainda permanece elevada  (cerca de 11% da População Economicamente Ativa). A retomada do consumo de bens duráveis, dos investimentos em ativos reais e em infraestrutura, e dos empréstimos imobiliários deve estimular os seguros de danos e propriedades (ramos elementares).

 As projeções para 2020 indicam o reaquecimento de diversos setores produtivos brasileiros e, na esteira dessa boa notícia, espera-se também a tão aguardada retomada do crescimento econômico. Especialistas afirmam que haverá melhora substancial no desempenho macroeconômico do País. Recentes expectativas apuradas pelo Banco Central e publicadas no Boletim Focus sinalizam crescimento do PIB real de 2,2%, inflação estável em 3,6%

  O crescimento da renda nacional somado à reforma da Previdência deverá manter em nível elevado os aportes aos planos privados de acumulação, a despeito da queda da taxa Selic. A ampliação do crédito e a maior conscientização da população quanto à necessidade de se precaver de riscos pessoais devem continuar a fortalecer os seguros prestamista, de vida e de acidentes, que têm sido justamente os de crescimento mais acentuado e estável nos últimos anos.

 Em resumo, nesse que é o cenário projetado para a economia brasileira em 2020, o mercado de seguros  certamente ganhará ainda mais penetração na sociedade e nas atividades econômicas. E um setor em desenvolvimento não pode prescindir de capacitar, atualizar e treinar seus profissionais.

Valor: PGBL poderá ser usado para a garantia de empréstimos

O Valor Econômico destaca que o Banco Central (BC) vai autorizar o uso de investimentos em PGBL ou VGBL como garantia de empréstimos. Esses recursos são normalmente utilizados para a complementação de aposentadoria. Ao longo da vida de trabalho, os empregados são estimulados a fazer depósitos mensais nessas aplicações financeiras, muitas vezes acrescidos de contribuição da empresa onde trabalham.

A medida do BC faz parte do esforço para reduzir as taxas de juros cobradas no crédito a pessoas físicas. E deve corrigir uma distorção existente no país, pela qual, um cidadão endividado que tenha imóvel, saldo no FGTS ou PGBL/VGBL enfrenta problema idêntico ao de quem não tem nada para oferecer como garantia ao credor. Nos dois casos, os indivíduos pagam as mesmas taxas elevadas do mercado.

O Banco Central também pretende estimular o uso do FGTS como garantia de financiamentos. No fim do governo Dilma Rousseff, em 2016, o então ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, propôs ao Congresso Nacional mudança na lei para permitir essa utilização do Fundo, até o limite de 10% do saldo. A medida foi aprovada, mas não saiu do papel. No ano passado, o governo fez nova regulamentação, que também não funcionou. Agora, o BC, com ajuda do Ministério da Economia, vai reformular o mecanismo para que ele passe a ser utilizado nos financiamentos.

O uso de imóveis como garantia, autorizado no ano passado, também enfrenta problemas. Os mutuários já podem renegociar a hipoteca de seu imóvel com o banco para levantar empréstimo, mas o mecanismo não vem sendo utilizado porque, segundo o BC, há “pedras no caminho”.

Um exemplo: os bancos cobram, indistintamente, taxa de R$ 3 mil para avaliar os preços dos imóveis. Sem entender o valor dessa taxa, o BC questionou as instituições e elas disseram que a autoridade deveria falar com os peritos. Estes foram procurados e deram a seguinte explicação: “A gente cobra R$ 300; R$ 2.700 vão para os bancos”. Devolvida a questão aos bancos, estes admitiram: “É margem”, ou seja, lucro.