AXA lucra € 3,9 bilhões em 2019

A gigante francesa de seguros e investimentos AXA viu seu lucro líquido em 2019 saltar 75%, para € 3,9 bilhões, com crescimento em todas as linhas de negócios e geografias. O avanço no lucro líquido foi impulsionado principalmente por uma redução no valor do ágio de € 3 bilhões relacionada à Equitable Holdings em 2018.

Os ganhos subjacentes aumentaram 2%, para € 6,5 bilhões, o que, segundo a AXA, reflete o desempenho operacional positivo da França (+ 9%), Internacional (+ 17%), Ásia (+ 3%) e Europa (+ 1%). O índice combinado de seguros e responsabilidade civil (RC) ficou em 96,4%, melhora de 0,6 ponto, devido a uma melhor experiência de sinistros e a um desenvolvimento mais favorável das reservas do ano anterior. As receitas totais aumentaram em todas as linhas de negócios, totalizando 103,5 bilhões de euros no ano, contra 102,9 bilhões de euros em 2018.

“A AXA registrou outro forte desempenho operacional em 2019”, disse Thomas Buberl, CEO da AXA. “As receitas aumentaram 5%, para 104 bilhões de euros, com crescimento em todas as linhas de negócios e geografias. “Em 2019, o Grupo alcançou um aumento de 5% no lucro por ação subjacente, com alta lucratividade técnica em todos os nossos negócios. Com base no forte desempenho operacional e na força do balanço da AXA, o Conselho de Administração propõe um dividendo em euros 1,43 por ação, um aumento de 7% em relação ao ano passado, o que corresponde a uma taxa de pagamento de 52%.

“O grupo alcançou um marco significativo em 2019 em sua estratégia de mudar seu perfil para longe dos mercados financeiros e para o risco técnico, saindo totalmente do mercado de Life & Savings dos EUA e integrando o Grupo XL, e ao mesmo tempo reduzindo seu índice de endividamento. . ”

A AXA XL, que nesta manhã anunciou a nomeação de Scott Gunter como seu novo CEO, viu sua receita total aumentar em 10%, para € 18,7 bilhões. No entanto, o índice combinado anual da unidade foi de 101,5%. Segundo relatos, outras medidas foram tomadas para reduzir a volatilidade dos lucros na AXA XL em 2020, principalmente por meio da exposição reduzida aos negócios de catástrofe imobiliária, dimensionamento de linhas em acidentes e coberturas adicionais de resseguro.

As receitas de resseguros aumentaram 2%, para € 4,5 bilhões, impulsionadas principalmente por volumes mais altos nas linhas especiais, parcialmente compensados ​​pela subscrição seletiva no Property Cat.

As receitas de seguros da P&C aumentaram 18%, para € 9,1 bilhões, enquanto as receitas de seguros especiais aumentaram 6%, para € 4,9 bilhões, principalmente em riscos políticos, em parte devido a sinergias de receita.

Os aumentos de preço das renovações no ano foram de 8,3% em Seguros e 3,0% em Resseguro. O ambiente favorável de preços nos negócios de seguros da AXA XL teve uma melhoria contínua, com renovações discretas no quarto trimestre, com um aumento de 14%.

“Na AXA XL, impactado novamente pela experiência adversa em reclamações em 2019, estamos registrando fortes aumentos de preços e tomando outras medidas para reduzir a volatilidade”, acrescentou Buberl. “Também estou muito feliz em receber Scott Gunter no grupo AXA para conduzir a próxima fase de desenvolvimento do AXA XL.

“O papel ativo de liderança da AXA no combate às mudanças climáticas também continuou, como investidor global, seguradora global e construtora de coalizões. Em 2019, a AXA dobrou sua meta de investimentos verdes, lançou títulos de transição como uma nova classe de ativos, fortaleceu ainda mais sua política de subscrição de carvão, estabeleceu a AXA Climate e ingressou na Net Zero Asset Owner Alliance.

“Gostaria de agradecer a todos os nossos colegas e parceiros que trabalham juntos para fornecer esses resultados e conquistas transformadoras, bem como aos nossos clientes por sua confiança contínua”.

Valor: NotreDame Intermédica vê oportunidade “enorme” em verticalização

Fonte: Valor

O presidente do grupo NotreDame Intermédica, Irlau Machado Filho, disse nesta sexta-feira ao Valor Online que a companhia não acredita ter mais um limite de 70% na verticalização e que ainda há muita oportunidade nesse processo.

“Podemos imaginar [um percentual] de 75% a 80% em consultas. Já estamos em 70% em hospitalização, podemos chegar a 75%. Já temos objetivos importantes, que com a construção de uma rede própria vai acontecendo”, disse o executivo.

Ele citou uma das iniciativas nesse sentido, que é a migração para produtos próprios na Green Line, comprada em 2019. “Antes a única que conseguia tirar vidas nossas era a GreenLine. Agora estamos oferecendo dentro da própria operação”, afirmou. Perguntado sobre a oferta de planos para pessoas com mais de 50 anos, lançada em setembro, Machado Filho disse que as vendas estão três meses mais avançadas que o planejamento inicial e que o objetivo para 2020 é ampliar a cobertura, que hoje está restrita às cidades de Sorocaba e Jundiaí, no Estado de São Paulo.

O executivo disse ter uma visão positiva para o primeiro trimestre e também para o ano de 2020. “Vejo uma redução no número de demissões nas empresas e um ambiente competitivo favorável”, disse o executivo, adicionando que o número de contratações tem avançado, mesmo que em um ritmo ainda não muito forte. Machado Filho disse não enxergar desaceleração no ritmo de crescimento orgânico da companhia para o ano, mas destacou também o papel das aquisições, afirmando que a lista de potenciais candidatos foi ampliada nos últimos tempos. Em 2019, a companhia fez seis operações.

Wiz tem lucro de R$ 223,7 milhões em 2019

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros registrou lucro líquido de R$ 50,7 milhões no quarto trimestre, com alta de 2,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita bruta cresceu 18,6%, a R$ 205,3 milhões, destaca o Valor Online. No ano fechado de 2019, a Wiz teve lucro de R$ 223,7 milhões, com expansão de 21,3%.

Segundo a Wiz, a receita no quarto trimestre foi impulsionada pelo crescimento dos produtos vida e prestamista, vendidos pelo canal de bancassurance com a Caixa, e o resultado da subsidiária Wiz BPO, responsável pela gestão de operações pós-venda. A linha de custos e despesas subiu 18,4%, a R$ 78,1 milhões no quarto trimestre.

O crescimento foi puxado pela BPO, com salto de 168,6%, a R$ 15,9 milhões. A despesa com pessoal avançou 24,2%, a R$ 19,3 milhões. “Encerramos 2019 com receita bruta em patamares recordes de R$ 763,7 milhões, 16,5% acima de 2018. […] Esse desempenho demonstra o sucesso na implementação da estratégia de diversificação da companhia e do nosso modelo de gestão, focado em eficiência operacional e entrega de resultados financeiros”, diz o relatório da administração.

Em 2019, a participação do canal bancassurance na receita total da Wiz caiu 7,9 pontos porcentuais, para 70,2%

Valor: Caixa Seguridade protocola pedido de IPO na CVM

IPO Caixa Seguridade

Valor Online informa que a Caixa protocolou nesta sexta-feira na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de IPO da Caixa Seguridade, sua holding para atuação em seguros. A oferta, estimada em cerca de R$ 15 bilhões, será apenas secundária – ou seja, com venda de ações que hoje estão nas mãos do banco.

Até 40% das ações objeto da oferta serão destinadas a investidores do varejo, de acordo com o prospecto da operação. Entram nessa conta os investidores que fizerem seus pedidos de reserva diretamente ou por meio do FIA Caixa Seguridade.

Também haverá uma alocação prioritária de até 5% dos papéis entre os funcionários da Caixa. Os investidores estarão sujeitos a um “lock-up” (período de restrição de venda das ações) de 90 dias – esse prazo cairá à metade para quem ficar com papéis remanescentes da oferta do varejo.

O IPO será realizado na B3 e a expectativa é que seja precificado entre o fim de março e o começo de abril.

Em preparação para levar a empresa de seguros à bolsa, a Caixa fez uma ampla reorganização na holding ao longo do ano passado. Sob o comando de Pedro Guimarães, o banco reviu todos os seus acordos com seguradoras, renegociou contratos e, até agora, fechou parcerias em seis áreas.

Com base nessas renegociações, CNP Assurances, Tokio Marine e Icatu vão pagar um total de R$ 9,5 bilhões à Caixa pelo direito de usar a rede do banco para distribuir seus produtos. Ainda falta firmar acordos em mais cinco ramos de seguros, mas eles representam apenas 10% da receita, afirmou Guimarães em entrevista nesta semana.

HDI Seguros faz parceria com projeto que estimula mobilidade social por meio do esporte

Iniciativa voltada para educação esportiva seleciona jovens de baixa renda para formar profissionais do tênis

A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóvel e a sexta de residência no País, é parceira pioneira do projeto Primeiro Serviço, iniciativa socioeducativa voltada para a inclusão de crianças e adolescentes da comunidade de Paraisópolis, em São Paulo (SP).

Recém lançado, o projeto educacional foi desenvolvido pela Fabiana Freitas, uma das sócias do complexo esportivo Play Tennis, e Glauco Pereira, coordenador técnico do Play Tennis, e oferece formação profissional para futuros professores de tênis, além de prática esportiva, curso de português e inglês e outras atividades educacionais para jovens de baixa renda. “Acreditamos no esporte em geral e no tênis em particular como um meio de mobilidade social. Pegadores de bola viram jogadores e professores, e encontram novos interessados entre os pegadores recém-chegados”, diz Murilo Riedel, presidente da HDI.

O executivo ressalta que, embora o tênis ainda seja percebido como um esporte elitizado, muitos projetos sociais vêm trabalhando para ampliar o acesso de outras classes sociais à modalidade, incentivando crianças e adolescentes a jogarem. “É exatamente esse aspecto que nos chamou a atenção, por ser algo conectado com algo que acreditamos, que é a mobilidade social por meio do esporte”, completa Riedel.

A primeira etapa da seleção dos candidatos ocorreu em janeiro, na Play Tennis Morumbi, com cerca de 90 jovens de baixa renda, com idades entre 10 e 25 anos. Ao final, foram selecionados 37 jovens para participar do Primeiro Serviço, sendo que sete serão contratados pela Play Tennis em regime CLT e terão acesso ao programa educacional; os outros 30 também participarão do projeto educacional completo, que engloba outros cursos de formação, inclui outros cursos de formação, cursos de inglês, aulas de tênis e outras atividades. A inserção no projeto é totalmente gratuita.

Patrocinadora do Rio Open 2020

A HDI Seguros é patrocinadora da edição 2020 do Rio Open, maior torneiro de Tênis da América Latina. A competição acontece entre os dias 15 e 23 de fevereiro, no Jockey Clube Brasileiro, localizado no bairro da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ). Em sua 7ª edição, o torneio vai reunir alguns dos melhores tenistas da atualidade, entre eles, o austríaco Dominic Thiem, número 5 do ranking da ATP, e o croata Borna Coric, número 25.

Prudential incentiva venda de seguro para PME

Com abrangência nacional e voltada para todas as corretoras de seguros parceiras da companhia, a ação tem o objetivo de fortalecer ainda mais o relacionamento com os corretores

A Prudential do Brasil Vida em Grupo começou 2020 em pleno vapor com a nova campanha ‘PMExpress’. A iniciativa, de abrangência nacional e voltada para as cerca de 1.600 corretoras de seguros parceiras da empresa, tem o objetivo de estreitar e fortalecer ainda mais o relacionamento com os corretores.

A nova campanha – que começará em março e vai até o final do mês de maio – terá como destaque o VG Express, carro chefe da companhia. Moldado especialmente para pequenas e médias empresas, o seguro de vida em grupo proporciona cobertura básica para morte, e adicionais para morte acidental, invalidez por acidente, invalidez por doença e assistência funeral.

“As pequenas e médias empresas são especialmente importantes para a economia brasileira, já que representam atualmente a maior fonte de renda e emprego para a população. Elas chegam a ser responsáveis por mais de 50% do PIB gerado no setor de comércio e mais de um quarto do PIB total do Brasil, segundo o IBGE. Mais de 50 milhões de pessoas trabalham ou têm sua renda ligada de alguma forma às PMEs, o que mostra o enorme potencial de crescimento que podemos ter nesse setor. Desta forma, a nova campanha PMExpress representa, também, uma oportunidade de levarmos a proteção do seguro de vida para cada vez mais funcionários desse valioso segmento”, ressalta o vice-presidente de Vida em Grupo da Prudential do Brasil, Carlos Guerra. 

Allianz registra o lucro operacional mais alto na história em 2019

Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz.

A Allianz faz avanços estratégicos importantes em 2019, como as aquisições no Reino Unido e no Brasil

O grupo Allianz registrou crescimento de 5,9% em 2019 das receitas internas, considerando os ajustes por efeitos cambiais e de consolidação. As receitas totais aumentaram 7,6% totalizando 142,4 bilhões de euros. O lucro operacional cresceu 3% registrando 11,9 bilhões de euros e situando-se na porção superior da faixa prevista de 11 a 12 bilhões de euros anunciada pelo grupo.

O crescimento do lucro operacional foi impulsionado sobretudo pelo segmento Vida/Saúde, devido a uma maior margem de investimento, a um lucro pontual positivo nos Estados Unidos e ao crescimento no volume. O segmento de Gestão de Ativos também reportou um forte aumento no lucro operacional devido à média mais elevada nos ativos de terceiros sob gestão (AuM) e aos efeitos positivos da conversão de moeda estrangeira.

O segmento de Property & Casualty foi impactado negativamente pelo run-off reduzido, devido a um fortalecimento das reservas na AGCS, e ao menor rendimento operacional de investimentos. Isso foi parcialmente compensado pelo coeficiente de despesa majorado. O lucro líquido atribuível aos acionistas cresceu 6,1%, registrando 7,9 bilhões de euros, devido sobretudo ao lucro operacional ampliado e ao resultado não-operacional melhorado, bem como à alíquota fiscal menor. 

O Lucro Básico por Ação (EPS) aumentou 8,4% em 2019 atingindo um recorde de 18,90 euros. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (RoE) cresceu para 13,6% (13,2%), atingindo o nível mais alto dos últimos dez anos. O Coeficiente de capitalização Solvency II chegou a 212% no final de 2019, comparado aos 229% no final de 2018. O Conselho de Administração irá propor um dividendo de 9,60 euros por ação para o ano de 2019. Esse valor está 6,7% acima do dividendo do ano passado que foi de 9 euros e foi o sétimo aumento consecutivo. 

A Allianz finalizou o seu quarto programa de recompra de ações em 30 de julho de 2019, com um volume total de 1,5 bilhão de euros e 7,3 milhões de ações. Todas as ações recompradas foram canceladas. Em 20 de fevereiro de 2020, a Allianz anunciou um novo programa de recompra de ações de até 1,5 bilhão de euros, o qual deverá estar finalizado até o final do ano. 

Entre as empresas do Grupo em âmbito mundial, 70% apresentaram Net Promoter Score (NPS) acima da média do mercado, comparado aos 74% registrados no ano anterior. O Índice de Meritocracia Inclusiva (IMIX), que mensura a cultura da liderança e do desempenho, alcançou em 2019 um nível sem precedentes, de 73%.

“2019 foi mais um ano bem-sucedido com resultados recordes para o grupo Allianz. Isso reflete a confiança dos clientes e acionistas, bem como o engajamento dos nossos colaboradores que são excelentes. A Allianz continuou fazendo avanços estratégicos importantes em 2019, como as aquisições que fizemos no Reino Unido e no Brasil, além de recebermos o título de primeira holding de seguros 100% estrangeira na China. Nós também contribuímos para a sociedade, como um dos iniciadores da recém-lançada Asset Owner Alliance, a coalizão de investidores institucionais convocada pela ONU. Nós nos comprometemos a fazer a transição das nossas carteiras para investimentos com emissões Net-Zero de carbono até 2050”, declara Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. 

No 4º trimestre de 2019, o lucro operacional totalizou 2,8 (2,8) bilhões de euros. O fortalecimento das reservas na AGCS levou a um lucro operacional menor no segmento de Property-Casualty, o qual foi em grande parte compensado pelo crescimento nos segmentos de atuação Vida/Saúde e Gestão de Ativos. Em Vida/Saúde, o lucro operacional aumentou sobretudo como resultado da margem de investimento ampliada. O forte aumento no lucro operacional apresentado pelo segmento de Gestão de Ativos pode ser atribuído majoritariamente ao crescimento nos ativos sob gestão (AuM), impulsionando as receitas e taxas de desempenho. O lucro líquido atribuível aos acionistas cresceu 9,5% passando a 1,9 (1,7) bilhão de euros no quarto trimestre de 2019 devido a um melhor resultado não-operacional.

“A Allianz teve um ano financeiro bem-sucedido em 2019, com lucro operacional de 11,9 bilhões de euros, situando-se na porção mais alta da faixa prevista de lucro operacional que foi anunciada pelo Grupo”, afirma Giulio Terzariol, CFO do Grupo Allianz. “A gestão de risco atuante levou a um forte coeficiente de capitalização Solvency II de 212%, mostrando a resiliência do Grupo no atual ambiente de taxas de juros negativas, promovendo um refúgio seguro para nossos clientes e acionistas. Nossa expectativa é gerar 12 bilhões de euros de lucro operacional em 2020, mais ou menos 500 milhões de euros – salvo imprevistos, crises ou catástrofes naturais.”

Property-Casualty: forte crescimento interno, contínuos ganhos de produtividade, fortalecimento das reservas na AGCS

–        As receitas totais subiram para 59,2 (55,4) bilhões de euros em 2019.  Com os ajustes por conversão de moeda estrangeira e efeitos de consolidação, o crescimento interno totalizou 4,7%, levado pelo efeito positivo no preço de 2,6% e pelo efeito positivo no volume de 2%. 

–        O lucro operacional recuou 11,9% caindo para 5 bilhões de euros em 2019, comparado ao ano anterior. Esse desdobramento foi provocado sobretudo pelo resultado na subscrição, devido ao fortalecimento de reservas na AGCS, parcialmente compensado por uma melhora no coeficiente de despesa. A receita de investimento operacional também diminuiu.

–        Como consequência, o índice combinado reduziu 1,5%, para 95,5%.

“O segmento de Property-Casualty performou abaixo das expectativas em 2019, seguido pelo baixo reforço das reservas (financeiras) na AGCS, que foram excessivamente compensadas por um ano sólido na subscrição de riscos e prêmios, além de ganhos de produtividade,” disse Giulio Terzariol. “A maior parte das nossas operações têm tido um desempenho muito bom.  Continuamos comprometidos com a nossa meta de melhorar o índice combinado para atingir 93% até o final de 2021.”

No quarto trimestre 2019, as receitas totais subiram para 13,1 (12,1) bilhões de euros. Com os ajustes para conversão cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno foi para 5,6%, com os efeitos de preço e volume contribuindo com 2,9% e 2,8% respectivamente. O lucro operacional diminuiu 42,3% recuando para 861 milhões de euros comparado a 2018, devido ao resultado mais baixo na subscrição de prêmios, principalmente por conta do já mencionado fortalecimento das reservas na AGCS. O índice combinado para o quarto trimestre de 2019 caiu 5,5 pontos percentuais ficando em 99,6%.

Vida/Saúde: lucro operacional cresceu 13,4% em 2019

  • O PVNBP[1], o valor presente dos prêmios dos novos negócios, subiu para 67 (58,5) bilhões de euros em 2019. Isso foi resultado sobretudo do aumento nas vendas nos produtos de maior eficiência de capital de risco no ramo Vida na Alemanha e no segmento dos contratos não tradicionais, que contém variações anuais de performance nos Estados Unidos
  • A margem de novos negócios (NBM) declinou em 2019 para 3,2 (3,6)% devido ao impacto das taxas de juros menores, o que foi parcialmente compensado por medidas de gestão e um mix de negócios mais favorável. O valor de novos negócios (VNB) subiu para 2,2 (2,1) bilhões de euros em 2019, graças ao aumento nas vendas e à mudança continuada para linhas de negócio preferenciais, superando os efeitos adversos decorrentes do declínio no ambiente das taxas de juros. 
  • Lucro operacional subiu para 4,7 (4,2) bilhões de euros, devido principalmente à melhora na margem de investimento, impulsionada por menores insuficiências e realizações superiores, sobretudo na França e na Alemanha. Outros efeitos que contribuíram para isso incluem uma mudança no período de amortização dos custos de aquisição diferidos para contratos anuais com índices fixos nos EUA, bem como um maior crescimento de volume no segmento Vida na Alemanha, nos EUA e na região Ásia-Pacífico. 

“Enquanto o ambiente da taxa de juros se manteve desafiador, nós conseguimos aumentar nosso valor de novos negócios em 3,8% em 2019. Estou otimista com relação às nossas perspectivas de negócios. Continuamos a adotar medidas de gestão e a adaptar nossa oferta de produto para o benefício dos ossos acionistas, conforme demonstrado pelo nosso robusto lucro operacional,” destaca Giulio Terzariol.

No quarto trimestre de 2019, o PVNBP avançou para 18,1 (16,1) bilhões de euros devido ao crescimento nas vendas dos nossos produtos com eficiência de capital no ramo alemão de Vida. O lucro operacional aumentou para 1,3 (1,0) bilhão de euros, predominantemente devido a uma melhor na margem de investimento na França e nos Estados Unidos. O NBM caiu para 2,9 (3,9)%, fazendo com que o VNB recuasse para 519 (631) milhões de euros.

Gestão de Ativos: ativos de terceiros sob gestão bate recorde histórico no final de 2019

–        Os ativos de terceiros sob gestão (AuM) foram ampliados em 250 bilhões de euros e alcançaram a marca recorde de 1,686 trilhão de euros comparado ao final de 2018, configurando uma alta sem precedentes. Todos os fatores de influência exerceram aqui um efeito positivo: foram registrados efeitos positivos de mercado da ordem de 138,6 bilhões de euros e entradas líquidas de 75,8 bilhões de euros; a conversão cambial positiva subiu para 24,6 bilhões de euros e os efeitos de consolidação acrescentaram outros 11 bilhões de euros a esse aumento. O total dos ativos sob gestão se elevaram a 2,268 trilhões de euros.

–        A relação custo-rendimento (CIR) em 2019 caiu apenas 0,2 ponto percentual ficando em 62,3% devido ao maior crescimento da receita operacional comparado ao menor crescimento das despesas operacionais. 

–        O lucro operacional cresceu 6,9% e ficou em 2,7 (2,5) bilhões de euros. Esse avanço se deveu sobretudo à média mais elevada de AuM de terceiros, principalmente na PIMCO, em decorrência de fortes efeitos de mercado e entradas líquidas, sustentados por efeito positivos da conversão de moeda estrangeira.

“Nosso segmento de Gestão de Ativos encerrou um ano muito proveitoso, com excepcional crescimento nos ativos de terceiros sob gestão,” afirma Giulio Terzariol. “Fortes entradas líquidas dão testemunho da proposta de valor atraente para os nossos clientes e tornam a nossa Gestão de Ativos um poderoso pilar para atingirmos nossas metas de desempenho.”

No quarto trimestre de 2019, o lucro operacional cresceu 18,5% atingindo 750 milhões de euros, sobretudo graças às receitas mais elevadas em virtude dos ativos sob gestão e das taxas de desempenho.  O coeficiente custo-rendimento baixou 1 ponto percentual e ficou em 62,7%. Os AuM de terceiros aumentaram em 5 bilhões de euros: as entradas líquidas de terceiros de 19,7 bilhões de euros e os efeitos positivos de mercado de 17,2 bilhões de euros acabaram sendo onerados pelos efeitos negativos da conversão cambial na casa dos 32,1 bilhões de euros.

MAG Seguros fecha 2019 com bons resultados

Raphael Barreto, CFO MAG Seguros

A companhia projeta um crescimento de 19% para este ano, segundo Raphael Barreto, CFO do grupo

O ano de 2019 da MAG Seguros foi muito positivo. A empresa cresceu 13% em arrecadação, em comparação ao ano de 2018, superando R$ 1.4 bilhão. O Lucro Líquido da seguradora também apresentou o expressivo aumento de 68%, totalizando R$ 69,3 milhões. As provisões técnicas superaram R﹩ 1.3 bilhão, 13% a mais do que o registrado no ano anterior. 

“Estes resultados estão alinhados com a expectativa da companhia e demonstram o sucesso alcançado nas estratégias e operações da MAG Seguros. Em 2019, demos continuidade aos investimentos em infraestrutura, tecnologia e recursos humanos, buscando a contínua expansão de seus negócios e níveis ainda mais elevados na prestação dos nossos serviços para clientes, corretores e parceiros comerciais”, comenta Raphael Barreto, CFO da MAG Seguros. 

Em 2019, a companhia alcançou ainda crescimento de 14% em novas vendas de coberturas de riscos, principalmente individuais. O patrimônio líquido fechou o ano em R$ 388 milhões e o capital segurado superou R﹩ 475 bilhões, o que representou crescimento de 14% e 21,1%, respectivamente.   

Para 2020, ano em que completou 185 anos, a MAG Seguros tem vários desafios. Em termos de resultados, a companhia projeta um crescimento de 19%. A seguradora também tem como objetivo expandir e fortalecer ainda mais os canais de distribuição de seu portfólio. Outro desafio é a consolidação das novas marcas comerciais do Grupo Mongeral Aegon, que foram anunciadas durante o evento MAGNEXT, que celebrou o aniversário da seguradora, em janeiro. 

A tecnologia e a inovação também são dois pontos que seguirão fortemente na pauta de 2020. Vale destacar que, em 2019, a MAG Seguros atingiu mais de 85% das vendas sendo realizadas pela tecnologia de Venda Digital, que permite ao corretor executar todo o processo, desde a sensibilização à implantação de modo 100% digital, ágil e com segurança.

“Somos uma das empresas mais inovadoras do nosso mercado. Continuaremos desenvolvendo novas soluções tecnológicas que contribuam para o dia a dia dos corretores parceiros, facilitem os nossos clientes e que permitam a melhoria da nossa eficiência operacional e otimizem os nossos processos”, acrescenta Barreto.

Mais motivos para celebrar

Por mais um ano, a MAG Seguros seguiu, na lista nacional e do Rio de Janeiro, das melhores empresas para se trabalhar alcançando o sétimo lugar no, segundo a Great Place To Work (GPTW).  

Em 2019, a seguradora realizou o lançamento de mais de dez soluções em seguro de vida no seu portfólio, resultado do acompanhamento contínuo das tendências e demandas da sociedade. Vale destacar, ainda, ofertas inéditas para clientes com doenças crônicas, como a diabetes.

Inovação está no DNA da MAG Seguros. Neste aspecto, a seguradora criou a área de Gestão da Inovação, que gere todo ecossistema de mais de 30 iniciativas deste tema. A companhia seguiu com a parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e com o IRB Brasil RE na segunda edição do Insurtech Innovation Program.

Com Universidade Federal do Rio de Janeiro, a MAG Seguros trabalha em iniciativa para o desenvolvimento de estudos atuariais próprios, além da segunda edição do programa interno voltado para os mais de mil colaboradores da MAG Seguros no país.

A causa da longevidade com qualidade de vida ganhou ainda mais corpo em 2019, ano em que a MAG Seguros realizou a inédita exposição ‘Longevidade: os caminhos para viver mais e melhor’, no Rio de Janeiro. A mostra contou com mais de 40 mil visitantes em 45 dias.

Willis Towers Watson contrata Angela Quintans

Ela assume como diretora de relacionamento com clientes e possui vasta experiência no desenvolvimento e na implementação das diretrizes de mitigação de riscos

Fonte: Willis

A consultoria e corretora global Willis Towers Watson acaba de contratar Angela Quintans como nova Diretora de Relacionamento com Clientes. Com cerca de 30 anos de atuação no mercado segurador, a executiva passou por grandes empresas como a Vale S/A e a SulAmérica. 

Em seu último posto, foi responsável por coordenar e liderar a equipe de Seguros da Vale em escritórios do Brasil, Canadá e Suíça. Também atuou no desenvolvimento e implementação das principais diretrizes de mitigação de riscos por meio de produtos de seguros em nível global. Além disso, era a responsável por gerenciar as renovações dos principais seguros corporativos da região da América Latina como patrimônio, responsabilidade civil, carga, vida, aeronáutica, casco e P&I, entre outros. 

A executiva é formada em Engenharia Civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC — RJ) e com MBA em Marketing pela FGV-RJ. 

THB Brasil anuncia novo presidente de resseguros

Paulo Esteves Viveiro chega para somar sua experiência ao time de especialistas da empresa

Fonte: THB

A corretora THB Brasil nomeou Paulo Esteves Viveiro como novo presidente de Resseguros da companhia. Viveiro assume a posição com a missão de preservar a posição de liderança da empresa e dar continuidade a estratégia de crescimento de nossa participação no mercado de Resseguros.

Com mais de 20 anos de atuação no mercado de seguros, o executivo conta com passagens por importantes empresas como Chubb, Zurich, Itaú-Unibanco, BTG Pactual e AIG. O profissional foi responsável por estruturar e promover a área de grandes riscos nas empresas que atuou, buscando soluções no mercado local e internacional. “Estou muito honrado em assumir o desafio de liderar o time de especialistas da THB RE Brasil. Esta é uma empresa que sempre admirei e um mercado repleto de oportunidades, conclui. 

Eduardo Lucena, CEO da THB Brasil destaca que a divisão de resseguros apresentou um crescimento de 28% no último ano, e explica que o novo executivo terá um papel fundamental para que este segmento obtenha resultados expressivos, mantenha o ritmo de crescimento para o próximo período e reforce o modelo de negócios da empresa. 

“Contamos com uma equipe altamente especializada e com forte atuação em contratos facultativos e automáticos, sempre desenvolvendo soluções personalizadas para nossos clientes. Os executivos de nosso time construíram um sólido relacionamento com os maiores resseguradores do Brasil e do mundo. Paulo marca uma nova etapa para THB RE”, conclui.