O Valor Econômico relata que as mudanças previstas para os corretores de seguros na medida provisória 905, que cria o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, colocaram a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Fenacor, que representa os corretores, em um embate. A MP acaba com a exigência de habilitação e registro dos profissionais pela superintendência. O Brasil tem cerca de 100 mil corretores e cerca de 140 seguradoras.
De um lado, a Susep aponta que as comissões cobradas no país são as mais altas do mundo – 20%, em média. De outro, os corretores defendem que os valores não são elevados e que há distorções, por exemplo, nos mercados varejista e imobiliário. Além disso, a federação afirma que os profissionais assumem todos os custos da operação de venda dos seguros, folha de pagamento e demais despesas administrativas e operacionais.
A expectativa é que o texto-base do projeto de lei seja entregue pelo relator, deputado Christino Áureo (PP-RJ), hoje. O trâmite prevê análise pela comissão mista designada para apreciar o assunto, além de votações pela Câmara e pelo Senado. A MP entrou em vigor em novembro passado e atinge diversos setores.
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APPGroove analisa aplicativos de diversos segmentos, incluindo seguros
Liberty Mutual tem o melhor APP entre seguradoras, segundo pesquisa feita pela AppGroove. Notícia captada pelo consultor Francisco Galiza. A escolha foi feita a partir dos estimados 7 milhões de aplicativos atualmente existentes no mercado. A AppGroove, fundada em 2011, desenvolveu um ranking dos melhores produtos nos diversos tipos de segmentos.
Os critérios usados na seleção são variados, como a quantidade de avaliações positivas, o volume de utilização, a velocidade de processamento, etc. Na seleção, todos os posicionamentos são calculados em termos de algoritmos.
A empresa dividiu a análise em impressionantes 600 temas de interesse. Assim, há um capítulo específico para seguradoras, onde, nesse caso, foram avaliados 544 produtos.
Ressegurador afirma que as demonstrações foram auditadas pela PricewaterhouseCoopers e Ernest Young
Dia intenso para o IRB Brasil Re, que divulga seus resultados e concede teleconferência com analistas ao longo do dia. Há grande expectativa com os debates sobre os questionamentos da gestora carioca Squadra feitos nas últimas semanas, que devem ser melhor esclarecidos durante esta quarta-feira com as perguntas dos analistas e jornalistas.
O lucro líquido registrou expansão de 44,7% em relação a 2018, passando de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,7 bilhão. No resultado de 2019 foram reconhecidos alguns eventos específicos que ora contribuíram positivamente ora negativamente. No ano de 2019, o segmento rural no Brasil contribuiu negativamente para o resultado de subscrição, em decorrência do efeito do El-Niño, com isso reportou um acréscimo na sinistralidade desse ramo específico de R$ 697 milhões, quando consideramos os sinistros líquidos de retrocessão.
Além do impacto atípico por conta do efeito do El-Niño, verificado no seu sinistro retido, o IRB também deixou de utilizar parte relevante do benefício fiscal decorrente desse segmento no Brasil de acordo com o Decreto Lei no 73 de 1966, o qual reduziu a tributação do ano de 2018 em R$ 123,9 milhões e em 2019 reduziu a tributação em apenas R$ 31,6 milhões, conforme Nota Explicativa 25.10 das Demonstrações Financeiras. Assim tal fator influenciado pelo fenômeno do El-Niño, que ocorre a cada quatro anos, gerou expressivo impacto negativo no resultado, informa nota do balanço.
O volume total de prêmio emitido foi de R$ 8,5 bilhões, 22,3% acima do registrado em 2018. Do total de prêmio emitido, R$ 4,8 bilhões foram emitidos no Brasil (56,7% do total) e R$ 3,6 bilhões no exterior (43,3%). O maior volume de prêmios emitidos no Brasil refere-se ao segmento patrimonial, correspondente a 33% do total. Outros destaques foram: rural (23%) e riscos especiais (14%).
O total do prêmio emitido no exterior cresceu 34,4%, com destaque para o segmento vida, o qual assumiu a liderança, com 37% do volume total de prêmio emitido, seguido por patrimonial (25%) e rural (19%), mesmos setores em que tem expertise em sua atuação local.
O índice de sinistralidade total foi de 51,1%, contra 55,9% em 2018, uma melhora de 5 pontos percentuais. O resultado de underwriting totalizou R$ 1,5 bilhao, evolução de 30,9% sobre R$ 1,1 bilhão registrados em 2018. Esse avanço reflete a combinação dos principais fatores demonstrados anteriormente.
O resultado financeiro consolidado da controladora e de suas subsidiárias/sucursais foi R$ 733,5 milhões em 2019, ante R$ 628,9 milhões em 2018, incremento de 16,6% no período.
Para 2020, as projeções apontam para crescimento entre 22% a 27% no premio emitido no Brasil e entre 23% e 28% no exterior.
A BB Seguridade Participações aprovou orientação à BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens (“BB Corretora”), subsidiária integral da BB Seguridade, para votar favoravelmente ao aumento de capital da Ciclic Corretora de Seguros, até o limite de R$ 34.133.048,00.
Considerando a participação no capital da Ciclic, cabe à BB Corretora a integralização de até R$ 25.598.754,21, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A integralização do aporte de capital poderá ser realizada em tranches, sendo a primeira no valor de R$ 17.001.400,00 e as demais até o final do exercício de 2022, a depender do desempenho da Ciclic em indicadores de performance.
Confederação apoia ação em prol de pessoas com deficiência
Fonte: CNseg
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) patrocinará a participação da organização não governamental “Escola de Gente” na Zero Project Conference, que ocorrerá na Áustria de 19 a 21 de fevereiro. Na ocasião, a Escola de Gente – que produz e realiza projetos acessíveis sobre os temas de inclusão e crianças com deficiência em diversas plataformas, jogando luzes sobre os direitos dos deficientes – apresentará seu guia para a produção de eventos acessíveis, feito em parceria com a Fundação Essi, promotora da conferência de Viena.
Por meio do patrocínio da CNseg, o guia da entidade será traduzido para o português, servindo de um manual para os realizadores de eventos interessados em serem mais inclusivos. “É mais uma prova de nosso compromisso com a diversidade e inclusão, disponibilizando um rico material para inspirar e fortalecer iniciativas no plano da mobilidade em favor dos grupos vulneráveis, como as pessoas com deficiência”, destacou a diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, lembrando que as melhores práticas de diversidade e inclusão estão no radar do mercado, a ponto de haver uma data sua celebração no setor segurador, todo dia 25 de setembro.
A Escola de Gente é uma das cinco ONGs mais premiadas do mundo. É a única da América Latina a acumular seguidos prêmios na Zero Project Conference, tendo em vista o nível de inovação de seus projetos (2014, 2016 e 2019). Por conta disso, a ONG brasileira terá direito de apresentar seu mais novo projeto no evento na Áustria. Desta vez, um aplicativo (‘Vem Cá’), que reúne opções de cultura acessível, por meio de 12 tipos de atividades culturais e 12 recursos de acessibilidade.
Nos últimos 15 anos, a Scor mantinha parceria com a AgroBrasil, inicialmente como resseguradora, e desde 2013 por meio da seguradora brasileira, a Essor Seguros
A resseguradora francesa SCOR anunciou a aquisição da corretora voltada para a agricultura familiar, da AgroBrasil Administração e Participações Ltda (AgroBrasil), informa o grupo para agências de notícias internacionais. A aquisição de uma participação majoritária na empresa marca um passo significativo no desenvolvimento contínuo da estratégia de Seguros Especiais da Scor e fornece à resseguradora acesso a um mercado crescente e lucrativo para suas operações de resseguro e operações especializadas de P&C.
Ao mesmo tempo, a SCOR afirma que a aquisição fortalece sua experiência na agricultura, permitindo o compartilhamento de conhecimento aprimorado, melhor atendimento ao cliente e mais oportunidades de negócios em sua plataforma global de P&C.
Laurent Rousseau, vice-presidente executivo da Scor Global P&C e CEO da unidade de seguros especializados, comentou: “Através dessa aquisição, a SCOR está construindo ainda mais seu knowhow em seguros especializados e a plataforma MGA. A Scor também fortalecerá sua experiência em seguros agrícolas, uma especialidade altamente complexa: estar na vanguarda do conhecimento técnico de riscos e promover a inovação de produtos para o benefício de nossos clientes em todo o mundo é parte integrante de nosso DNA. ”
A Scor atua no mercado agrícola brasileiro como resseguradora há algum tempo e agora adquiriu um especialista reconhecido com forte acesso aos produtores, apoiado por uma rede de engenheiros agrônomos especializados e uma plataforma digital proprietária.
Após o fechamento da transação, as operações da AgroBrasil permanecerão inalteradas, e Laura Neves continuará atuando como CEO da empresa e, sujeita a aprovação regulatória, ingressará no Conselho da Essor. “O apoio total da AgroBrasil por uma resseguradora global de Nível 1 fortalecerá nosso posicionamento único no mercado brasileiro, permitirá ampliar nossa oferta de mercado e aprofundar nossa infraestrutura. Nosso pessoal se conhece há muito tempo e estou ansioso para ingressar na equipe Scor ”, disse Laura.
Com 36 startups inscritas e três dias de evento, a etapa nacional do Campeonato de Inovação da seguradora recebeu grandes iniciativas, com destaque para a PAI Health
Fonte: Zurich
A rodada nacional do Campeonato de Inovação da seguradora Zurich ocorreu em janeiro, na própria sede da empresa no Brasil. Nessa etapa, as 26 startups inscritas tiveram a oportunidade de apresentar os seus projetos para serem avaliados e seguirem na etapa regional da competição.
Dentre as finalistas, PAI Health conquistou o primeiro lugar com o projeto de prevenção de doenças cardiovasculares por meio da tecnologia. Essa é a primeira startup a utilizar métricas de atividades físicas, cientificamente comprovadas, para ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares em uma média de 25%, por meio de orientações personalizadas para exercícios que otimizam os níveis de aptidão cardiorrespiratória, tudo com a utilização de tecnologias presentes em smartphones e smartwatches.
O segundo lugar ficou com a Pet Assist, serviço de proteção e cuidado para o PET em caso de falecimento do dono. Já Surfly obteve a terceira colocação com a utilização da tecnologia de co-browsing, que permite a humanização do atendimento digital.
“Nesses três dias de evento, tivemos a chance de conhecer projetos inovadores que trazem revoluções com o uso da tecnologia para as mais diversas áreas do mercado. Ficamos muito felizes em recebê-los e fazer parte dessa seleção, que foi muito difícil, pois todos trouxeram iniciativas maravilhosas,” diz Rodrigo Barros, Diretor de Estratégia e Inovação da Zurich no Brasil.
O vencedor nacional continuará para a próxima rodada global, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Já os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.
Os três finalistas da rodada global terão a oportunidade de desenvolver um projeto piloto com a respectiva unidade de negócio, na qual ele foi eleito na rodada local.
“Nossa finalidade é disponibilizar produtos e serviços inovadores aos nossos clientes em seus respectivos países e regiões, podendo ser expandidos globalmente para proteger as próximas gerações com impactos sociais e ambientais positivos no mundo”, afirma o Diretor da Zurich.
Iniciativa visa desenvolver soluções em pesquisa aplicada e tecnologia para gestão de risco no agronegócio
Fonte: Brasilseg
Para apresentar o dia a dia da seguradora e conhecer os projetos acadêmicos sobre inovação tecnológica apresentados no Agrohackathon, realizado em Curitiba, em 2019, a Brasilseg, uma empresa BB Seguros, recebeu alunos de ciências agrárias da Universidade Federal do Paraná (UF-PR) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) em sua sede, em São Paulo.
O encontro possibilitou a integração entre seguradora e academia para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas e soluções tecnológicas voltadas ao segmento agropecuário. Durante a visita, a área técnica apresentou os processos da companhia e o trabalho de monitoramento da produção, avaliação e aceitação de riscos, apuração dos sinistros e o desenvolvimento de produtos, além da gestão das lavouras com o sensoriamento remoto.
“Somos a seguradora que mais investe no agronegócio brasileiro e essa iniciativa reforça o nosso compromisso de buscar e apoiar o desenvolvimento de soluções capazes de atender às necessidades dos produtores rurais. Além disso, apoiamos a produção acadêmica e a formação profissional de jovens para atuar no setor. Fomos mentores na excelente iniciativa do Agrohackathon, que contou com o apoio do Ministério da Agricultura, e gostaríamos de dar continuidade e oportunidade aos alunos para apresentar seus projetos e conhecer melhor a seguradora”, afirma Paulo Hora, superintendente de seguros rurais da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.
Na opinião de Gilson Martins, fundador e coordenador do Centro de Economia Aplicada, Cooperação e Inovação no Agronegócio (CEA) da UF-PR, os encontros com o setor produtivo permitem aos alunos entender as reais necessidade do setor, estimulando a produção de soluções tecnológicas práticas. “A aproximação do setor de seguro agrícola com a academia é histórica, porque ainda são poucos os centros universitários brasileiros que se ocupam com esse tema. A importância que o seguro agrícola vem ganhando nos últimos anos torna iniciativas como esta ainda mais relevantes, pois o setor vai precisar cada vez mais aprimorar seus produtos e serviços e a academia vai contribuir muito ao trazer docentes e estudantes para ajudar a pensar soluções inovadoras à gestão de riscos rurais”, explica.
A UFPR foi a primeira a incluir o tema seguro e crédito na grade de ciências agrárias.
No segmento de seguros para o agronegócio desde 2000, a Brasilseg possui mais de 700 mil produtores com apólices de seguros rurais vigentes, nos diversos ramos que atua no segmento (máquinas, benfeitorias, vida do produtor rural, agrícola e pecuário).
Nos seguros agrícolas, em especial, oferece seguros para 18 culturas, em mais de 4 mil municípios atendidos em todos os estados produtores e mais de R$ 17,8 bilhões em capital protegido por safra, espalhados em 7,4 milhões de hectares.
Com a taxa de juros baixa, títulos de capitalização ganham ainda mais atratividade como uma opção segura e acessível a pessoas com vários perfis de consumo e renda
Fonte: FenaCap
O setor de Títulos de Capitalização – produtos que conjugam soluções de negócios com sorteios – cresceu 13,8% em 2019, acumulando uma receita global de R$ 23,9 bilhões. Os dados, divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), mostram, ainda, um aumento de 4,7% nas reservas técnicas – correspondente a recursos de clientes com títulos de capitalização ativos, resgatados ao fim da vigência ou antecipadamente – que somaram R$ 30,7 bilhões.
“Os títulos de capitalização têm se consolidado como uma alternativa para ajudar as pessoas a formar reservas, para emergências ou não – e a contar com a perspectiva de antecipar planos de vida por meio dos sorteios”, assinala Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.
Os títulos de capitalização da modalidade Tradicional continuam sendo o carro-chefe do setor, mas merece destaque, no período, o desempenho das duas modalidades criadas pelo novo Marco Regulatório da Capitalização, cuja comercialização começou em abril do ano passado. Juntos, os títulos de Capitalização Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável passaram a responder por 12% da arrecadação. “As novas regras trouxeram mais segurança jurídica para as empresas e mais transparência às relações de consumo, melhorando o ambiente de negócios. A recuperação gradual da economia também contribuiu para incrementar vendas”, avalia Farinha. Ao longo de 2019, as empresas de Capitalização distribuíram R$ 1,1 bilhão em sorteios a clientes de todo o país. Já o montante relativo aos resgates atingiu R$18,9 bilhões. “Os títulos podem ser adquiridos de maneira segura e sem burocracia. Permitem acumular recursos e oferecem dezenas, centenas de chances de sorteio, dependendo da modalidade”, completa o presidente da FenaCap.
Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes
Instrumento de Garantia – O título de capitalização substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e serve de garantia para empréstimos e qualquer outro tipo de contrato. Nessa modalidade, o cliente do título de capitalização também concorre a sorteios e resgata 100% do valor pago ao fim da vigência, atualizado pela TR.
Filantropia Premiável – O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e concorre aos sorteios previstos no contrato.
Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 10, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago.
Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro.
Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores.
Grupo italiano fechou parcerias estratégicas com corretores, bancos de nicho (BMG), Telecom (TIM), importantes redes de varejo (Lojas Americanas, Novo Mundo) e por meio de canais de venda digitais (KAKAU)
Fonte: Generali
A Generali Brasil Seguros, subsidiária do Grupo Generali, celebra 95 anos de Brasil, sendo a primeira seguradora estrangeira a chegar no país. Atualmente, tem mais de 6 milhões de clientes e cerca de 400 colaboradores nas principais regiões do território brasileiro. E, desde agosto de 2019, a Matriz nacional encontra-se em um edifício moderno e sustentável na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.
“Realizações inovadoras estão no DNA da Generali. Temos desenvolvido parcerias estratégicas com grandes empresas, demonstrando agilidade, proatividade e inovação, sempre alinhados à estratégia do Grupo na Itália e com o objetivo de nos tornarmos parceiros de nossos clientes para toda a vida”, declara Michele Cherubini, Diretor de Estratégia e Novos Negócios.
Nos últimos anos, a companhia tem focado sua estratégia na exploração de novas rotas de crescimento no mercado, estabelecendo parcerias estratégicas com corretores, bancos de nicho (BMG), Telecom (TIM), importantes redes de varejo (Lojas Americanas, Novo Mundo) e por meio de canais de venda digitais (KAKAU). Além disso, a Generali segue focada em liderar a inovação do mercado brasileiro aproveitando a experiencia do Grupo e de insurtechs locais, lançando produtos digitais para seguro auto com uso da telemática e, pela primeira vez, o seguro pay-per-use (pague pelo uso, em tradução livre).
Eleita umas das “100 empresas mais sustentáveis do mundo em 2020” pela Corporate Knights, que apresenta o ranking das 100 empresas mais sustentáveis do planeta, a companhia estabeleceu a meta de investir 4,5 bilhões de euros em investimentos verdes e sustentáveis até 2021 e um crescimento de 7 a 9% dos prêmios brutos emitidos em produtos verdes e sociais.
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