Liberty Seguros seleciona projetos sociais que receberão apoio em 2020

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Fonte: Liberty

Este ano, a seguradora irá apoiar 6 projetos alinhados aos seus valores de sustentabilidade e responsabilidade social para impactar milhares de pessoas 

Com o objetivo de reforçar as causas que já trabalha, impactar mais pessoas e promover uma maior transformação positiva na sociedade, a Liberty Seguros anuncia os nomes das instituições sociais selecionadas para receberem apoio e patrocínio da companhia ao longo de 2020. O projeto faz parte do seu programa de sustentabilidade, que já recebeu cerca de 100 propostas e, dentre estas, selecionou 6 iniciativas alinhadas às crenças e valores da empresa. 

Para definir quais projetos seriam incentivados, a empresa levou em conta algumas premissas como o reforço às causas do empoderamento feminino e de jovens – com os programas Liberty Mulheres Seguras e Jovens do Futuro -, a área de atuação e credibilidade da ONG, investimento e impacto da organização em transformações sociais, visibilidade e retorno para a companhia, ativação dos stakeholders da Liberty, abrangência territorial, entre outros.

As 6 iniciativas foram selecionadas para patrocínio através das Leis: Rouanet (Lei de Incentivo à Cultura), FUMCAD (Fundo Municipal da Criança e do Adolescente), Lei de Incentivo ao Esporte e o Fundo do Idoso:

Conscientizar e empoderar sempre

Há três anos, a Liberty Seguros é uma das patrocinadoras do maior festival de sustentabilidade da América Latina, a Virada Sustentável. O evento, realizado em diversas cidades do país, gera empregos, encaminha resíduos para reciclagem, estimula novos talentos e ajuda a conscientizar a sociedade sobre o tema. A companhia é Patrocinadora Master da Virada de Porto Alegre e Co-patrocinadora em Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. No ano passado, foram conduzidas mais de 1.400 atividades, que contaram com a presença de 690 mil pessoas. 

A seguradora também é apoiadora do Hacktudo, Festival de Cultura Digital, no Rio de Janeiro. O evento, que no ano passado reuniu 14 mil visitantes, tem como principal atração o MEGA HACKATHON, atividade que desenvolve soluções para resolver problemas existentes na sociedade. Na última edição, o Liberty Mulheres Seguras, projeto da seguradora que tem foco no empreendedorismo e empoderamento feminino, ofereceu o Hack Delas – uma iniciativa voltada ao incentivo da igualdade de gênero – e o Hack Conference – com participação da CIO da Liberty, Ana D’Amaral, e que impactou 450 pessoas. 

Capacitação desde a base

Pelo quarto ano consecutivo, a Liberty apoia o CEAP (Centro Educacional Assistencial Profissionalizante), que oferece qualificação profissional aos estudantes da cidade Ademar, em São Paulo. Denominado Programa Liberty de Educação Profissional para o Mercado de Seguros, o projeto foi desenvolvido em conjunto com o corpo docente da instituição e ensina fundamentos básicos do mercado de seguros como diferenciais competitivos para os jovens que aplicarão às vagas no setor, além de aquecer o mercado. Até 2019, 150 alunos fizeram o curso e em 2020, a expectativa é de impactar mais 50 jovens. 

A companhia também irá apoiar em 2020 o Instituto Techmail (ITM), que tem como objetivo combater a desigualdade social por meio da educação e emprego. O ITM ministra cursos que ajudam a preparar e capacitar os alunos para ingressar no mercado de trabalho. A instituição já formou 810 jovens em 32 turmas, com aproveitamento de 530 pessoas no mercado como aprendizes ou estagiários. Dentre os cursos oferecidos, há opções técnicas de modalidades como administração, contabilidade e finanças, além de temas específicos sobre seguros, gestão de riscos e transações imobiliárias. 

Incentivo ao esporte

Também pelo quarto ano consecutivo, a Liberty apoia a Fundação Tênis, ONG que ensina o tênis e a cidadania a crianças carentes de cidades no Rio Grande do Sul e de São Paulo. Atualmente, a instituição atende mais de 1.000 crianças e suas famílias e as encaminham a cursos profissionalizantes. Além disso, a Fundação tornou-se signatária do Pacto Global da ONU apoiando diversos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável).

Auxílio na melhor idade

Fundada em 1931 pelo Rotary Clube de Porto Alegre, a SPAAN se dedica a proporcionar uma velhice digna, com conforto, atenção e qualidade de vida às pessoas idosas residentes da instituição. É a primeira vez que a companhia patrocina o projeto com foco em ampliar e modernizar os programas e o atendimento da instituição, instalar placas solares de captação de energia no local e criar uma estufa para cultivo de alimentos orgânicos em horta comunitária e atividades de inclusão digital – todas atitudes sustentáveis e que atendem aos ODS da Agenda 2030 da ONU.

“A Liberty Seguros tem um compromisso com o desenvolvimento sustentável e proporcionar oportunidades para todos os nossos públicos fazerem o bem”, explica Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros. “O ato de incentivar essas instituições vai além do patrocínio, pois promovemos diversas ações durante o ano para beneficiar esses projetos alinhados com os valores da companhia – como doações e ações em conjunto nas campanhas de voluntariado – e que ajudam a transformar o mundo em um lugar melhor”, completa. 

Austral Seguradora amplia portfólio com novo seguro E&O

Fonte: Austral

A Austral Seguradora está lançando o seguro E&O (do inglês Errors & Omissions, Erros & Omissões), que garante a cobertura de qualquer tipo de prejuízo causado por falhas cometidas por profissionais liberais, como contadores, advogados e engenheiros, quando exercem suas atividades. 

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), esse seguro cresceu 70% nos últimos 5 anos e movimentou mais de R$ 403 milhões em prêmios emitidos em 2019. A expectativa da Austral é que sua participação de mercado neste ramo atinja cerca de 6% em 3 anos.

O produto vem completar o ramo de Responsabilidade Civil da seguradora. Em 2019, a Austral marcou sua entrada em D&O e, em 4 meses, emitiu R$ 6 milhões. 

Já em operação, o seguro E&O está integrado a um amplo processo de transformação digital que envolve toda a companhia. Ainda no primeiro trimestre, o produto fará parte de uma nova plataforma digital, construída para facilitar o dia a dia de corretores, assessorias e parceiros de negócios.

“O seguro E&O tem total sinergia com nosso portfólio, cada vez mais completo e qualificado em riscos corporativos”, avalia Rodrigo Campos, diretor de Subscrição da Austral Seguradora.

Sobre o potencial deste mercado, Rodrigo lembra que, além do aumento da conscientização em relação à importância do seguro, ele tem se tornado uma exigência por parte de alguns clientes para contratarem os seus fornecedores. “E no caso do E&O, vemos ainda um movimento de judicialização no país, sendo cada vez mais comuns as reclamações feitas contra profissionais liberais”, conclui. 

Seguro no centro das políticas econômicas é estratégico para ancorar o progresso, diz Coriolano

“Os setores de seguros e previdência somam mais de R$ 2 trilhões de garantias – as chamadas provisões técnicas – investidas em ativos que representam metade da dívida pública consolidada brasileira”

Fonte CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, chamou a atenção para o fato de o seguro precisar ser verdadeiramente colocado no centro das reformas estruturais para o crescimento sustentável do País. Ele assinalou que esta lacuna implicou, historicamente, que País não contasse com a contribuição do seguro em seu papel de ancoragem das políticas econômicas de longo prazo, afetando assim a resiliência da economia brasileira. As declarações de Marcio Coriolano ocorreram durante a solenidade de abertura do 24º Encontro Nacional FenaPrevi, realizado na Bahia, de quinta-feira (13) até domingo, 16. 

“Olhando o histórico da nossa atividade, faltou-nos mais sorte, que é um ingrediente importante do sucesso. Por que digo isso? Porque com os planos de estabilização, os seguros tiveram desenvolvimento inédito. Mas, as políticas econômicas de estabilização – e seus efeitos sociais – drenaram toda a atenção para a dimensão financeira, retirando espaço da visão dos formuladores para a contribuição do setor de seguros em seu papel de ancoragem das políticas no longo prazo. Já nos governos Lula e Dilma, o setor também avançou, mercê do ciclo de crescimento pela via da demanda, ganhos de renda média e desconcentração geográfica. Mas a efetiva inclusão da dimensão dos seguros nas políticas públicas não aconteceu, prejudicando a sustentação do desenvolvimento”, afirmou ele. 

Marcio Coriolano declarou-se um otimista incorrigível, vendo um quadro positivo para a atividade, em virtude da recuperação dos fundamentos econômicos, a diretriz da liberdade de empreender e um ambiente regulatório geral de desburocratização. “O comportamento da demanda por seguros tem sido muito impressionante, principalmente a preferência pela proteção da vida, formação de previdência privada e saúde suplementar”, disse ele, ao destacar que, entre 2008 e 2018, a participação da cobertura de pessoas passou de 30% para 34% do total da arrecadação, enquanto saúde suplementar, de 42% para 45%. 

Marcio Coriolano finalizou seu discurso lembrando que “os setores de seguros e previdência somam mais de R$ 2 trilhões de garantias – as chamadas provisões técnicas – investidas em ativos que representam metade da dívida pública consolidada brasileira”. “E podemos contribuir mais”, concluiu. 

BTG reduz recomendação da BB Seguridade de “compra” para “neutra

Preço-alvo em R$ 39,00, mas grupo deve ter um ano bastante desafiador em 2020

Um comentário do relatório do BTG Pactual sobre a BB Seguridade me chamou muito a atenção, pois há tempos penso nisso. Não só em relação a BB Seguridade mas em relação a muitas empresas quando saio do mundo das palavras ditas em entrevistas e testo seus produtos. “Embora nós gostemos do que o novo CEO, Bernardo Rothe, está fazendo e de como ele vê os desafios da BB Seguridade à frente, achamos difícil visualizar como eles farão a transição de uma companhia orientada pelo produto para uma empresa voltada ao cliente”.

Segundo divulgou o Valor Investe, o banco reduziu sua recomendação de BB Seguridade de “compra” para “neutra”, mas manteve o preço-alvo em R$ 39,00. Segundo os analistas, a companhia divulgou resultados melhores do que o esperado esta semana, mas deve ter um ano bastante desafiador em 2020 e já subiu mais de 40% nos últimos 12 meses.

“Contra todas as probabilidades, a BrasilSeg, que lidera o mercado de previdência privada, aumentou suas contribuições em 22% em 2019, acima do ritmo dos rivais. Os resultados financeiros também foram fortes, o que naturalmente significa uma base de comparação difícil para 2020”, diz o BTG.

Mercado segurador cresce 12,1% em 2019, para R$ 270,1 bilhões

Marcio Coriolano cnseg

Números não consideram DPVAT e Saúde. Para 2020, as expectativas são de que o setor segurador poderá repetir o índice alcançado no ano passado, com destaque para os seguros de saúde e vida, acumulação, patrimoniais, rural, grandes riscos de engenharia e de transporte, crédito e garantia, marítimo e aeronáutico

Fonte: Agência Brasil

O mercado de seguros nacional fechou o ano de 2019 com arrecadação de R$ 270,1 bilhões, excluindo saúde suplementar e o seguro de DPVAT. O aumento nominal sobre o ano anterior foi de 12,1%. Descontada a inflação, o aumento real em comparação a 2018 foi de 8,1%. Os dados foram divulgados ontem pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“O resultado foi bom”, comemorou o presidente da CNSEG, Marcio Coriolano. De 2009 a 2014, o setor de seguros brasileiro cresceu mais de dois dígitos, superando o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), com maior crescimento, de 21,7%, em 2012, “quando o Brasil estava bombando”, disse Coriolano.

Com as expectativas econômicas começando a melhorar no ano passado, o setor de seguros experimentou uma recuperação significativa, mostrando mudança no perfil dos contratos, com a busca pela proteção contra infortúnios eventuais, explicou Coriolano. As provisões técnicas que garantem os riscos do sistema atingiram a cifra inédita de quase R$ 1,2 trilhão, ativos que retornam ao país sob a forma de lastro para financiamentos e pagamento da dívida pública.

Expectativas – Para 2020, as expectativas são de que o setor segurador poderá repetir o índice alcançado no ano passado, com destaque para os seguros de saúde e vida, acumulação, patrimoniais, rural, grandes riscos de engenharia e de transporte, crédito e garantia, marítimo e aeronáutico. “Esses setores vão alavancar mais os seguros”, disse Coriolano, acrescentando que tudo vai depender do aumento da produção industrial e da recuperação dos setores da indústria nacional.

Em uma avaliação pessimista, a CNSEG prevê que o aumento do setor segurador em 2020 poderá atingir 6,7%, subindo essa taxa para 13,4%, em uma perspectiva otimista. O índice será alinhado ao longo do ano, disse Marcio Coriolano, acrescentando que o avanço menor ou maior vai depender dos rumos da economia, incluindo três fatores principais, a produção, o emprego e a renda.

Mapfre é a seguradora oficial dos desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro

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Apólice cobre eventos ocorridos na Marquês de Sapucaí durante os ensaios técnicos, desfiles e apresentações das campeãs

Fonte: Mapfre

Pelo sétimo ano consecutivo, a Mapfre é a seguradora oficial do Carnaval do Rio de Janeiro, que acontece de 21 a 29 de fevereiro e deve levar cerca de 200 mil pessoas ao Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Contratada pela Liga Independente das Escolas de Samba (LIESA), a apólice cobre todos os problemas e imprevistos que envolvem a realização do espetáculo desse tamanho. Pensada exclusivamente para o Carnaval do Rio de Janeiro, a apólice contempla os ensaios técnicos, os desfiles e as apresentações das campeãs. “O seguro resguarda ainda a organização contra incidentes climáticos que levem ao cancelamento do evento ouque impeçam a sua realização”, afirma o diretor de Empresas da Mapfre, Jonson Marques, companhia líder na área de Grandes Riscos no país. 

O público que for ao sambódromo em qualquer um destes momentos também estará protegido por meio da cobertura de Responsabilidade Civil, que resguardará os participantes contra danos físicos e materiais que venham a sofrer. 

“Um evento com a dimensão do carnaval do Rio de Janeiro requer um gerenciamento de riscos que considere diversas situações. Por este motivo, foi necessário estruturar uma apólice customizada, considerando tanto os apontamentos dos organizadores, quanto a experiência que acumulamos nas últimas sete edições nas quais fomos a seguradora da festa”, finaliza Marques. 

Susep cria canal para responder perguntas sobre a autoregulação dos corretores

Site da reguladora manterá chat sobre desburocratização da atividade

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba criar um canal para chat que responderá perguntas de profissionais e consumidores sobre desburocratização da atividade, a autorregulação e as entidades certificadoras, bem como a fiscalização da Susep sobre as seguradoras.

Além do chat, a autarquia lançou 21 perguntas e respostas com as principais dúvidas. Veja no portal. Veja algumas delas:

Os empregos dos corretores de seguro serão reduzidos?

Não. A expectativa da Susep é que, com as medidas que estão sendo adotadas, o setor de seguros cresça e surjam mais corretores no mercado. Especialmente porque a certificação do corretor poderá ser obtida de diversas formas diferentes e em diversas instituições.

Para onde vai o valor da corretagem quando não uso o serviço de corretor?

Antes da MP 905/2019, que revogou a obrigatoriedade do recolhimento da corretagem, o valor era encaminhado para a Escola Nacional de Seguros quando o corretor não fazia a intermediação. A partir da MP 905 espera-se que esta diferença vá para o bolso do consumidor.

É verdade que, com a MP 905/2019, os empregos de milhares de corretores de seguros vão desaparecer?

Não. A expectativa da Susep é que novos empregos surjam a partir da flexibilidade das normas e crescimento do setor.

Com a MP 905/2019 os consumidores ficarão desprotegidos?

Não. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) continua se aplicando plenamente aos contratos de seguro, assim como todos os mecanismos de proteção do consumidor já existentes. Além disso a Susep exercerá a fiscalização sobre as seguradoras e autorreguladoras a fim de garantir os direitos do consumidor.

A qualidade do serviço de corretor irá piorar?

Não, o que se espera é exatamente o oposto. Com as seguradoras e autorreguladoras atuando juntamente com a Susep na supervisão da atividade de corretor, o processo de reciclagem e qualificação deverá ser mais ágil e eficiente, melhorando ainda mais a qualidade do serviço prestado.

Chubb lucra US$ 4,4 bilhões em 2019

Evan Greenberg, presidente e CEO da Chubb, afirmou durante teleconferência com analistas que o trimestre foi marcado por um excelente crescimento da receita globalmente

A Chubb obteve lucro líquido de US$ 4,454 bilhões em 2019, acima dos US$ 3,962 bilhões do ano anterior. O lucro operacional foi de US$ 4,641 bilhões comparados com US$ 4,407 bilhões em 2018. O Índice Combinado de P&C foi de 90,6% e o Índice Combinado Global de P&C, excluindo agricultura, foi de 90,3%.

Evan Greenberg, presidente e CEO da Chubb, afirmou durante teleconferência com analistas que o trimestre foi marcado por um excelente crescimento da receita globalmente, impulsionado por um ambiente de preços e subscrição cada vez melhor, que está se espalhando para mais linhas de negócios e mais territórios. “Nosso crescimento orgânico no ambiente de subscrição de linhas comerciais foi o melhor em mais de cinco anos”, comentou.

“Por um lado, nos beneficiamos de menores perdas por catástrofe ano a ano. Metade de nossas perdas totais no trimestre foi de um evento, um tornado que destruiu um bairro afluente nos subúrbios de Dallas, onde a Chubb tinha participação de mercado significativa. Por outro lado, relatamos uma perda de subscrição de US$ 23 milhões no trimestre em nosso negócio de seguros agrícola, atribuível a déficits de rendimento devido a condições difíceis de crescimento prejudicadas com um ganho de subscrição de US$ 161 milhões no quarto trimestre do ano passado”, comentou.

Para resumir brevemente o ano, o lucro operacional principal de US$ 4,6 bilhões subiu mais de 5%; a receita de subscrição da P&C, alta de 4,5%; a receita global de subscrição de P&C, que exclui novamente a agricultura, aumentou 18,5%. Os índices combinados globais de P&C, tanto no calendário como no ano atual de acidentes, foram simplesmente excelentes”, disse ele aos analistas.

“Os prêmios líquidos cresceram 9,8% antes do câmbio, que tiveram menos de um ponto de impacto negativo. O ambiente de preços continuou melhorando trimestre a trimestre, com a taxa de aumento acelerando e se espalhando para mais classes de negócios e tipos de risco. No geral, os preços aumentaram no seguro comercial da América do Norte, que inclui as principais contas e especialidades, bem como o mercado intermediário e o pequeno comercial em 8,3%, contra uma tendência atual de custo de perda de cerca de 4,5%”, acrescentou.

Ele comentou que a mudança de preço de renovação inclui uma taxa de 9% e um ligeiro declínio na exposição de cerca de meio por cento. “Continuamos nos beneficiando do voo com qualidade. Mais negócios continuam a atender aos nossos padrões de subscrição e os clientes novos e existentes escolhem a Chubb. Os novos negócios cresceram quase 10% no trimestre e a retenção de renovações foi excelente, 95,5% em prêmios e 87% em termos de contagem de apólices.”

“Estamos fazendo um grande progresso na reformulação do portfólio para focar mais de perto os clientes que atendem ao nosso perfil de risco. Voltando aos nossos negócios internacionais. O crescimento continua forte em nossas operações de seguros gerais no exterior, com prêmios acumulados em 9% em dólares constantes, e o câmbio teve um impacto negativo, cerca de 2,5 pontos percentuais. Os prêmios líquidos para o nosso negócio de atacado no mercado de Londres aumentaram 22%, enquanto nossa divisão de varejo cresceu quase 8%, com crescimento amplamente distribuído em todo o mundo.

O crescimento em varejo internacional foi liderado pela Europa Continental, um aumento de quase 10,5% e o melhor crescimento em muitos anos; seguido pela América Latina e Asia Pacífico, acima de 9% e 8%, respectivamente, e no Reino Unido, mais de 5,5%. “As taxas gerais em nossos negócios internacionais de varejo aumentaram 10%; propriedade, um aumento de 11%; acidente, até 3%; e linhas financeiras, um aumento de 17%. “Nosso negócio internacional de seguros de vida com foco na Ásia teve um trimestre forte, com prêmios líquidos acima de 14% em dólar constante e uma contribuição para ganhos de US$ 36 milhões, acima de 12% em relação ao ano anterior”, acrescentou.

O texto completo da teleconferência pode ser acessado neste link.


 

Corretora Alper lança plataforma healtech para teleatendimento

A Alper Consultoria em Seguros lançou hoje o Dr. Alper, uma plataforma healthtech de teleatendimento, que prestará o atendimento primário aos usuários. O objetivo é contribuir para que todas as pessoas de uma empresa, colaboradores e dependentes, tenham acesso a um atendimento médico de qualidade. “Nós somos a primeira consultoria a fornecer esse tipo de serviço para os nossos clientes. Essa plataforma permite que o paciente tenha o atendimento primário de qualquer lugar do Brasil ou do mundo”, explica o vice-presidente de Benefícios, André de Barros Martins, ressaltando ainda que o atendimento é feito por teleconferência.

O executivo observa que este é um serviço novo e que as pessoas ainda não estão acostumadas, mas ressalta que à medida que as empresas começarem a informar seus funcionários dos benefícios deste modelo, todos serão beneficiados, pois o principal objetivo dele é educar as pessoas na utilização do plano de saúde e o incentivo ao atendimento primário.

Ele lembra, por exemplo, que muitas pessoas vão ao pronto-socorro porque estão resfriadas, com uma dor de garganta ou de ouvido e, que ao ir ao hospital estão sujeitas a outros vírus, além de também espalhar a doença para várias outras pessoas, sem dizer que muitas vezes a demora para ser atendido pode ser longa.

“Por que não fazer esse atendimento inicial de casa? O médico irá fazer as mesmas perguntas que o médico do pronto-socorro, em caso de suspeita de algo mais grave, encaminhará o paciente ao especialista. Se for apenas uma gripe, o médico recomendará o remédio pela própria chamada de teleconferência. Ou seja, o cliente não precisa sair da sua casa e esperar para ser atendido, é muito mais prático e rápido”, explica. 

Outro importante benefício é que à medida que as pessoas usam menos o pronto-socorro, o custo dos planos de saúde tende a cair. “Hoje, a inflação médica é muito alta em razão do excesso de utilização. Com o teleatendimento isso diminui, e as seguradoras terão espaço para reduzir os custos dos planos de saúde”, observa. 

AIG reverte perda e lucra US$ 3,3 bilhões em 2019

A melhoria do nosso desempenho financeiro ao longo do ano foi de base ampla, com contribuições de todos os nossos segmentos, mas o mais notável foi o retorno à rentabilidade de subscrição em seguros gerais, afirmou o CEO Brian Duperreault

A American International Group (AIG) anunciou hoje lucro líquido atribuível aos acionistas ordinários de US$ 3,3 bilhões, uma grande reversão do resultado comparado a perda líquida atribuível aos acionistas de U$ 6 milhões no ano anterior. A melhora deveu-se, principalmente, à redução nas perdas líquidas por catástrofe de US$ 1,7 bilhão (antes dos impostos) em comparação com o ano anterior; ao impacto favorável das ações de subscrição e resseguro de seguros gerais; e por um aumento na receita líquida de investimentos de US$ 2,1 bilhões (antes dos impostos), refletindo os ativos de crescimento, aumento de retornos alternativos e o impacto de taxas de juros mais baixas na opção de valor justo sobre títulos com vencimento fixo em relação ao ano anterior. 

A receita ajustada deduzidos os impostos atribuível aos acionistas ordinários da AIG foi de US$ 4,1 bilhões comparado a US$ 1,1 bilhão no ano anterior. A melhoria deveu-se principalmente às menores perdas por catástrofe, desenvolimento de reserva líquida de perda favorável em comparação com o desenvolvimento de reserva líquida de perda do ano anterior e maior receita líquida de investimentos. 

Brian Duperreault, CEO da AIG, disse: “Nossos resultados financeiros para o quarto trimestre e para o ano de 2019 refletem o progresso significativo que fizemos ao longo de 2019 em posicionar a AIG para o crescimento em longo prazo, sustentável e lucrativo. Em 2019, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROCE) ajustado foi de 8,3%. A melhoria do nosso desempenho financeiro ao longo do ano foi de base ampla, com contribuições de todos os nossos segmentos, mas o mais notável foi o retorno à rentabilidade de subscrição em seguros gerais. O índice combinado do ano inteiro foi 99,6% e o índice combinado ajustado no ano-acidente foi de 96,0%. Life & Retirement também apresentou resultados sólidos diante de ventos contrários a partir de baixas taxas de juros e ajuste nos spreads de crédito. Por fim, tivemos o prazer de anunciar que chegamos a um acordo para vender nossa participação majoritária na Fortitude Re, nossa empresa de seguros legado, que está programada para ser concretizada no meio do ano, sujeito a aprovações regulatórias”. 

“Ao olhamos para 2020, continuaremos focados na execução de nossa estratégia para posicionar a AIG como uma seguradora líder e uma empresa de alto desempenho, comprometida em atingir um ROCE ajustado de 10% até o final de 2021. Além da continuação do trabalho como parte da recuperação deGeneral Insurance, a iniciativa AIG 200 será prioridade. O AIG 200 é o nosso programa de transformação para toda a empresa, focado no longo prazo e posicionamento estratégico da AIG, rumo à excelência operacional. Estou confiante de que estamos no caminho certo e tenho muito orgulho do que nossos colegas têm feito desde minha chegada à AIG em 2017. Entramos começando 2020 com grande entusiasmo sobre o que o futuro reserva para a AIG”, acrescentou Duperreault.