Através de uma plataforma acessada via celular do cliente, o vistoriador conduz a inspeção do bem segurado, agilizando o processo e garantindo o rigor da avaliação
Fonte: AXA
Para ampliar a eficiência de seus processos, a AXA adotou uma nova forma de realizar a regulação de sinistros dos seguros Condomínio e Empresa Flex. Através de um aplicativo, é possível utilizar a câmera do celular do cliente para transmitir imagens ao vivo do bem segurado para o vistoriador especializado. Além de manter a acuidade das vistorias, toda a comunicação entre reguladores, clientes e seguradora será feita por meios digitais.
“A ampliação da vistoria remota está dentro do pacote de iniciativas que estamos implementando nesse período. Realizamos um projeto piloto com parceiros da AXA para garantir o bom funcionamento da ferramenta e entender, junto dos corretores, os pontos a aprimorar. Com estas ações, vamos garantir o pleno andamento das nossas operações com segurança e conseguiremos agilizar os processos, beneficiando a todos”, explica Arthur Mitke, Superintendente de Sinistros da AXA no Brasil.
O processo é muito simples. Após solicitar a abertura de sinistro, o cliente receberá via SMS um link para acessar a plataforma da vistoria remota. O vistoriador vai conduzir a inspeção junto do cliente, que vai transmitir as imagens em tempo real pelo celular, para que o vistoriador possa registrar o sinistro. Nessa mesma plataforma o vistoriador pode gravar fotos, vídeos e áudios, checar o local da vistoria através de geolocalização, fazer um orçamento de reparo, com total segurança. Ao final do processo, é gerado um relatório da vistoria, enviado para todas as partes.
A partir de abril, tanto o Condomínio quanto o Empresa Flex estão com condições diferenciadas de pagamento, com opção de parcelamento em até 6x sem juros.
Em parte graças ao investimento em tecnologia que já estava há bastante tempo em curso, o setor segurador segue firme com as suas atividades, mesmo em meio às dificuldades trazidas pela pandemia. Em pouco tempo, as seguradoras conseguiram colocar 100% de sua força de trabalho em home office e manteve a prestação de serviços. A avaliação é de Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em entrevista online.
“A implementação da tecnologia e a modernização dos processos e serviços foram essenciais para que o setor mantivesse o relacionamento com seus clientes, contribuindo com a economia do país. Foi uma resposta efetiva à qualificação de nosso setor como ‘obsoleto’. Nesta pandemia, nada foi desligado da tomada”, ressaltou. Em 2019, o setor segurador, um dos principais segmentos econômicos do Brasil, registrou arrecadação (sem Saúde e DPVAT) de R$ 270,1 bilhões, evolução de 12,1% sobre 2018. Isso deve servir como um colchão para esse primeiro semestre de dificuldades, adicionou Coriolano.
“O setor de seguros é um dos mais regulados do mundo, se não o mais. Ainda assim, seguimos nos modernizando e as empresas do setor têm feito um trabalho importante para ampliar a solvência dos negócios”, explicou o executivo. Esse avanço conjunto das seguradoras tem contribuído, ano após ano, para uma expansão contínua, mesmo diante da situação desafiadora do País. “Os desafios da economia enfrentados pelo país nos últimos dois anos de recessão acabaram levando as famílias a fazerem maior investimento em seguros para se proteger, sobretudo, da ameaça do desemprego e da perda de renda”, disse Marcio Coriolano.
O presidente da CNseg considera ainda cedo para fazer um balanço da performance do setor durante a pandemia, e de cenários para produtos, mas já aponta caminhos. Um deles deve ser a comercialização do seguro temporário e intermitente, que veio para ficar, porque trouxe um avanço para as relações de consumo do setor on demand. Com isso, as seguradoras passarão a oferecer produtos diferenciados ao segurado, que estará coberto pelo período específico que desejar, seja ele anual, mensal ou por poucos dias. “Foi um passo adiante dado pela Susep”, pontua Coriolano.
Apesar do previsível avanço deste mercado, seja com a maior consciência da sociedade em adquirir seguros ou novos investimentos feitos para reter e atrair novos consumidores, o surto deve afetar algumas áreas do ramo este ano. “Os seguros de vida e de saúde tendem a ser os mais afetados, já que óbitos, afastamentos por invalidez e internações serão maiores. Já os de Patrimoniais e Responsabilidades devem ser mais resilientes. Mas serão os mais afetados pela queda da produção de setores importantes da economia. Ao mesmo tempo, vimos que o seguro de vida e o seguro residência retomaram a importância nas carteiras das empresas. Segurar a casa é relevante porque ela se tornou também o escritório”.
Coriolano afirmou ainda que a crise do novo coronavírus deixa um sentimento de finitude e abre uma possibilidade do reforço do mutualismo. “Sabemos que essa crise é passageira. Ao mesmo tempo, abre uma grande possibilidade para o setor segurador por meio do mutualismo, que é quando todos se unem na busca por um mesmo destino, na mesma direção: a proteção, independente de raça, gênero, credo ou posição social. Essa é uma importante missão e visão civilizatória que enxergamos como legado da crise”, finalizou.
Há coisas extraordinárias que podem acontecer e mudar o rumo da nossa vida. Precisamos estar conscientes para fluir neste momento. E praticar a respiração consciente é o caminho para essa transformação, ensina a monja
Sem perder a calma, Edson Franco, CEO da seguradora suíça Zurich (país conhecido pela pontualidade), ficou por 18 minutos tentando conectar a monja Coen na live pelo Instagram, tendo quase 2 mil pessoas conectadas. Foi um teste de paciência, vencido com louvor por todos, pois o número de pessoas conectadas seguiu numa curva crescente, chegando a 4 mil internautas. “Isso nos mostra que estamos flexíveis para entender os desafios de aprender a lidar com a tecnologia e em aceitar que problemas acontecem o tempo todo, mas são superados”, comentou ele, com alegria ao ver a monja ao vivo no Instagram da seguradora.
As lives da Zurich geralmente tem como pauta conteúdos técnicos. Já foram realizadas duas sobre o tema previdência, com gestores de fundos parceiros. Nas próximas semanas, o seguro cibernético é pauta da série de lives. “Nem todas as empresas e indivíduos dispõem de dispostivos para ter segurança cibernética. Neste momento em que todos trabalham remotamente, se conscientizar e se proteger deste risco é prioridade para todos”, comentou Franco enquanto aguardava a conexão com Coen.
A opção de chamar a monja teve como premissa trazer aos internautas, em sua grande maioria corretores, clientes e parceiros, um tema para provocar uma reflexão individual. “Este momento mundial é muito diferente. Seria um desperdício não aproveitarmos essa oportunidade de retiro espiritual quase obrigatório para nos transformamos em seres melhores”, comentou o CEO da seguradora.
Segundo a monja, a base de tudo nesta jornada, de sermos átomos transformadores de uma sociedade evolutiva, começa com a respiração consciente. “Aprender a respirar é uma benção. Quando respiramos conscientemente, todo o corpo todo se alinha”, disse ela, pedindo que todos a acompanhassem na inspiração e expiração para ativar a tensão dos 18 minutos de problemas tecnológicos e num ambiente mais pleno iniciar seus comentários sobre a oportunidade de aprender a praticar a sabedoria e compaixão nesses tempos de pandemia.
“Este é um momento único. E para aproveitarmos, temos de estar presente. E respirar conscientemente é o caminho para percebermos o que acontece em nós e à nossa volta. O vírus nos mostra que somos todos membros de uma única família: a humana. O universo nos da uma oportunidade e tanto de ficar em casa. Antes reclamávamos que não tínhamos tempo para nada. E agora temos esse tempo para nos aprofundarmos em nós mesmos. Estamos todos juntos neste barco”, comentou.
“O maior presente que damos ao mundo é a nossa presença. E a respiração ajuda muito nesta presença. Quando há muito estresse, precisamos de muito oxigênio no cérebro. E a respiração ajuda nisso”. Depois da respiração, a dica é o acolhimento de si e do próximo. “Escute, sem julgar ou reclamar. Se alguém te procura, acolha”, recomenda.
Conscientes, as pessoas podem perceber coisas incríveis a respeito de si mesmo, do próximo e do ambiente à sua volta. As boas devem ser valorizadas e as “ruins” transformadas. “Para mim, não é errando que se aprende. Estar consciente é o caminho para corrigir um erro. Temos de manter nossa mente onde está o nosso corpo. Perceber o que comemos, o que falamos, o que sentimos, como nos comunicamos. E se algo incomodar, mude. Transforme”, insiste.
Ele citou o filósofo Leandro Karnal. “Ele mencionou recentemente que as classes menos abastadas estão ativas pois precisam correr para achar uma forma de conseguir dinheiro para comer. Já os mais favorecidos estão entediados em casa. Não sabem o que fazer com o tempo que tem disponível. Eis uma boa oportunidade para aprenderem a abrir o portal da mente para a realidade. De perceber que tem uma família, uma casa, conhecimento, saúde. Aprender a rir de si mesmo. E respire. Sempre”, insiste a monja em ensinar algo tão básico, mas pouco praticado, e que traz tantos beneficios para corpo, mente e para a alma.
Com a prática da respiração e da presença, a monja garante que todos perceberão que a única certeza que temos é da impermanência das coisas. “A única coisa permanente nesta vida é a impermanência. Temos a capacidade humana de fluir com a vida e cada ser tem seu estágio de aprendizado”, garante ela, citando os quatro cavalos mencionados por Buda, mas adaptados para os tempos de coronavírus.
Traduzindo para pessoas no cenário de pandemia: O primeiro se refere a pessoa que so de ter conhecimento do inicio da doença já começou a tomar atitudes para evitar passar pelo sofrimento vivido pela cidade. O segundo tipo só age quando morre alguém conhecido. O terceiro toma atitude só quando alguém muito próximo morre. Ai percebe que qualquer um pode ser contaminado a qualquer momento. “E tem outros que só se conscientizam quando a desgraça acontece com ele mesmo. E esta pessoa começa a ser grata a vida e ter novas prioridades. Mas não precisamos chegar ao ponto de perder tanto para nos conscientizar. Podemos aprender como a vida é sagrada muito antes”, disse.
Na opinião da monja Coen, quem se preparar para a mudança do mundo pós pandemia vai seguir com sucesso no mercado de trabalho. Mas quem ignorar por achar que tudo vai ser como antes, enfrentará muitos problemas. “A mudança vai depender de cada um de nós. Estamos em níveis diferentes. Alguns terão o ganho da expansão da consciência. Já outros que não estão amadurecidos devem respirar muito neste momento para aguçar os canais de percepção e ficar mais conscientes para planejar o futuro ao se conhecer melhor. Assim, serão a mudança que querem ver no mundo”.
Outra dica é seguir as regras de São Bento. Ou seja: não resmungar, reclamar. O santo padroeiro da Europa estabeleceu para suas comunidades monásticas que as pessoas deveriam cultivar a paz e o amor para viver de forma harmônica mesmo em um contexto de violência, corrupção e saqueamento que marcava o Império Romano.
“Vamos exercitar o bom humor. O estado de boa vontade é uma forma de auto educar e também de treinamento. Isso nos traz ganhos em todos as áreas da nossa vida, seja individual, familiar, social, profissional”, garante a monja. “Cada um de nós pode fazer a diferença no sociedade. Podemos nos tornar um átomo de transformação no mundo”.
Franco pediu para a monja Coen deixar uma mensagem final sobre como todos podem ajudar a transformar a sociedade. “Apreciem suas vidas. Cada instante é sagrado. Ele não volta. É único. Em cada ação, esteja presente. Preste atenção em cada pensamento. Pense antes de falar. Transmita ternura. Acolha o outro que pensa diferente de você. Aos poucos, com afeto, a gente transforma o mundo. Cative em você a sabedoria e a compaixão para fazer boas escolhas e assim ter respostas para o que o mundo realmente precisa. De amor. Obrigada.”
Respire: A inspiração é passiva, o ar apenas entra. Ao inspirar, perceba que toda caixa torácica se expande em todas as direções. Aí tem uma pequena pausa. Ao expirar, a expiração é bem devagar pela boca. Deixa sair fazendo até um som. Sai pela glote, abre e faz um sonzinho. Deixa esse ar sair o máximo possível. Você percebe que, ao finalzinho, tem uma contração no baixo abdômen. Se você fizer isso umas três vezes, você já recuperou seu eixo de equilíbrio. A indicação é fazer isso de hora em hora. E você pode fazer isso caminhando, sentada. São coisas que não precisa de muita técnica para poder encontrar de novo esse eixo, ressalta.
RC Operações com cobertura RCFV 2º risco tem até R$ 4 milhões de limite segurado
Fonte: AIG
O Seguro de Responsabilidade Civil Operações da AIG voltado ao segmento de transportadoras e empresas com frotas e veículos comerciais, passa a oferecer um escopo bem amplo de coberturas, incluindo as coberturas de subsidiária de cargas e adicional de RCFV 2º risco. Esta última pode ser acionada caso seja necessário complementar o limite original da apólice da frota. São até R$ 4 milhões de limite segurado e 100% de cobertura para danos morais e estéticos.
Nathália Gallinari, Gerente de Responsabilidade Civil e Ambiental da AIG Seguros, explica que uma maneira que pode facilitar o entendimento é “imaginar um caminhão causando um acidente. Esse veículo pode atingir também um carro com uma família, causando prejuízos materiais ao veículo e lesões corporais nessas pessoas. O mesmo pode ocorrer caso a própria carga transportada atinja os terceiros. Por isso, é fundamental se prevenir desses riscos nos negócios”.
O seguro indicado para cobrir gastos do cliente sobre Eventual Responsabilidade Civil em decorrência de acidentes envolvendo terceiros é o Responsabilidade Civil Operações, produto que traz cobertura para diversos tipos de ocorrências que possam prejudicar terceiros. Se aplica para indústrias, escritórios, lojas, entre outros, mas também pode ser contratado por empresas logísticas transportadoras, especialmente para os cenários acima descritos.
“O Seguro AIG oferece as coberturas de RC Operações tradicionais, bem como a cobertura de RCFV 2º risco, em excesso, que só pode ser comercializado mediante a emissão de apólices do RC Operações. Para esta cobertura em específico, cobrimos danos em excesso ao primeiro risco, a partir de R﹩ 200 mil. Ou seja, se o segurado usou R$ 200 mil de danos a terceiros de sua apólice veicular, cobriremos o que exceder esse valor até o limite contratado na apólice”, explica Nathália.
Valor será destinado a pesquisas sobre o coronavírus e à compra de materiais de segurança para profissionais de saúde
Fonte: SulAmérica
Graças ao engajamento de seus colaboradores, a SulAmérica conseguiu arrecadar R$ 81.960 para ações de combate ao novo coronavírus e, como anunciado, fez um matching nesta doação, adicionando ao total arrecadado mais R$ 1 milhão. “A participação dos colaboradores, apoiando a cuidar das pessoas, está diretamente ligada à nossa missão”, comenta Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica. “Por isso, o incremento da companhia é uma forma de mostrar como valorizamos essa atitude solidária.”
A plataforma online, que funcionou por oito dias, recebeu 1.171 doadores únicos. O montante arrecadado será investido em duas frentes: pesquisas feitas pela FioCruz sobre a COVID-19 e compra, via Comunitas, de EPIs para profissionais de saúde. A ação contra a pandemia não é uma iniciativa isolada da companhia, que, ao lado de parceiros, também realizou doações para entregar mais de 300 novos leitos às cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, sendo 102 para a Santa Casa de Misericórdia paulistana e mais 200 em um hospital de campanha no Rio.
Ações da SulAmérica durante pandemia
Desde o início do alerta para COVID-19, a SulAmérica vem tomando uma série de medidas para cuidar de seus colaboradores, beneficiários, corretores, parceiros e a socidade. Entre elas, destacam-se:
· Trabalho remoto (home office ou homeworking) para toda a força de trabalho elegível e terceiros; · Manutenção das contratações já previstas e participação no movimento #naodemita; · Cancelamento de viagens e adiamento de eventos; · Fechamento de escritórios com revisão de processos para manutenção da operação; · Acesso ilimitado para beneficiários de seguro saúde usarem o serviço de teleconsulta Médico na Tela por meio do aplicativo SulAmérica Saúde; · Criação de Canal Telefônico Exclusivo Coronavírus, também com acesso ilimitado, além de produção de conteúdos relevantes e avaliação preliminar de saúde por inteligência artificial via WhatsApp; · Hotsites exclusivos para corretores e beneficiários com todas as informações necessárias para a continuidade dos negócios e dos atendimentos; · Ampliação do serviço Psicólogo na Tela (sessões à distância) para todos os beneficiários.
A Liberty Seguros, um dos maiores grupos seguradores do país, comemora mais uma conquista: a certificação do Great Place to Work, empresa de consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.
A seguradora atua no mercado brasileiro desde 1996 e, nos dias de hoje, conta com uma operação de mais de 1.800 funcionários, atendendo a mais de 20 mil corretores parceiros em todo o território nacional. Com o selo do Great Place to Work, a Liberty passa a integrar o grupo das melhores empresas para se trabalhar no país, resultado de um conjunto de iniciativas internas desenvolvidas com foco no bem-estar e desenvolvimento dos funcionários e no ambiente inclusivo criado pela empresa.
“Um dos principais valores institucionais da Liberty Seguros é colocar as pessoas em primeiro lugar”, diz Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros. “Entendemos que nossos funcionários são o que a companhia tem de mais valioso, por isso, não medimos esforços para que tenham a melhor experiência conosco”, comenta.
Dentre as iniciativas da empresa focadas em garantir um excelente ambiente de trabalho, se destacam: home office, disponível desde 2014 e principal formato de trabalho atual para prevenir a transmissão da COVID-19, jornadas de trabalho mais curtas às sextas-feiras, programas de saúde física e mental, projetos de desenvolvimento como treinamentos e cursos de inglês gratuitos, entre outras.
A WinSocial conta com a parceria da MAG Seguros e registrou aumento de 60% de novas vendas de seguro de vidaem março. Vamos aguardar abril, que é quando as empresas devem sentir o impacto do isolamento
Fonte: MAG Seguros
A WinSocial é uma startup especializada na inclusão e engajamento de pessoas com diabetes. Por meio de uma moderna tecnologia de análise de riscos, a empresa realiza oferta de seguro de vida com cobertura de morte e invalidez para um público que tem dificuldade de encontrar estas soluções no mercado. A WinSocial conta com a parceria da MAG Seguros. Em março deste ano, a startup registrou aumento de 60% de novas vendas de seguro de vida, quando comparado com o mês de fevereiro.
“As pessoas com diabetes já costumam apresentar uma boa disciplina alimentar e de hábitos de exercício físico. Percebemos, também, que elas estão cada vez mais propensas a pensar no seu futuro. Por serem consideradas como grupo de risco para coronavírus, percebemos uma preocupação ainda maior para este planejamento financeiro, o que acarretou neste aumento significativo na demanda”, explica Rafael Rosas, diretor da WinSocial.
A SulAmérica traz uma nova fase da campnha que reforça o “cuidado com quem amamos.” O mote da campanha é: Sabia que quanto mais você se cuidar, mais você cuida de quem você ama? Por isso, continue seguindo as orientações e aproveite esse momento para se reinventar e descobrir novas formas de se conectar com as pessoas. Afinal, mesmo à distância, somos mais fortes juntos.
A seguradora Suhai distribuiu 7 mil máscaras reutilizáveis em tecido para motoboys de São Paulo. A distribuição começou dia 24 e via até 28 de abril ou até durarem os estoques no Shopping Parque da Cidade e na sede da seguradora. Para garantir que não haja aglomeração, a entrega será realizada em formato drive thru.
“No isolamento, quando precisamos utilizar algum serviço de delivery, percebemos que alguns dos entregadores não estavam utilizando máscaras. Nossa ação foi pensada exatamente para suprir essa necessidade. Garantir a segurança deles e das famílias, quando eles retornam para suas casas”, disse Fernando Soares, CEO da Suhai Seguradora.
Pontos de distribuição:
Dias 24, 25 e 26 de abril – Shopping Parque da Cidade
CEO do mercado londrino prevê que as indenizações aos clientes podem ser superiores aos US$ 50 bilhões do furacão Katrina
O presidente do Lloyd’s em Londres, John Neal, disse ao jornal Financial Times que a pandemia de coronavírus provavelmente será o evento mais caro da história para o setor de seguros, superando outros grandes desastres como o furacão Katrina em 2005 e os ataques terroristas de 11 de setembro.
As seguradoras devem pagar uma ampla gama de apólices, desde o cancelamento de eventos até a responsabilidade administrativa, embora existam disputas crescentes sobre a extensão em que compensarão a interrupção dos negócios.
Neal disse ao Financial Times que a pandemia foi “sem dúvida o maior desafio de seguro que o setor já enfrentou”. “Você está em dezenas de bilhões, senão centenas de bilhões de perdas que serão discutidas ao longo do tempo.”
Ele disse que os pagamentos aos clientes seriam superiores aos US$ 50 bilhões do furacão Katrina. “As chances de o mercado produzir algo além de uma perda notável em 2020 são zero.”
Além de pagar as reclamações dos clientes, as seguradoras também deverão reembolsar alguns prêmios devido à desaceleração geral dos negócios. “Muitas apólices de seguro se ajustam economicamente. . . com base na rotatividade, na rolagem ou na utilização de salários ”, afirmou Neal. Isso levará a centenas de milhões de libras em prêmios a serem devolvidos pelas seguradoras.
O setor foi criticado por sua posição em relação a reivindicações de interrupção de negócios. As seguradoras dizem que as políticas padrão excluem pandemias, mas os clientes e seus advogados dizem que há boas razões para esperar um pagamento.
Na quinta-feira, o Hiscox Action Group, um grupo de mais de 200 pessoas que processa a seguradora, disse que havia nomeado o escritório de advocacia Mishcon de Reya para lidar com suas reivindicações, e estava conversando com um financiador de litígios para financiar uma ação legal.
A Hiscox sempre disse que suas políticas para pequenas empresas não cobrem pandemias. Em comunicado divulgado na quarta-feira, afirmou estar disposto a trabalhar com “o setor de seguros do Reino Unido, seus reguladores e seus clientes para buscar meios de acelerar a resolução”.
O grupo de ação disse que poderia exigir danos adicionais além dos pagamentos do seguro. A legislação de 2016 permite que as empresas reivindiquem danos às seguradoras por atraso no pagamento.
Os advogados dizem que não houve reivindicações bem-sucedidas por danos por atraso no pagamento desde que a lei foi introduzida, mas que ela poderia ser usada agora. “É um risco que as seguradoras levem em consideração”, disse Richard Mattick, advogado da Covington & Burling.
Neal exortou as seguradoras a lidar com a questão da interrupção dos negócios: “Vamos estabelecer mecanismos rapidamente para que, se houver uma disputa, ela não dure meses ou até mais”.
Ele acrescentou que as seguradoras precisam chegar a um acordo com o governo sobre como qualquer segunda onda de casos de coronavírus poderia ser coberta. “Temos semanas, não meses para resolver alguns desses problemas imediatos.”
O Lloyd’s reservou 15 milhões de libras para financiar pesquisas sobre como lidar com pandemias e outros grandes eventos no futuro.
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