Covid-19 ainda não afeta o resultado operacional do setor segurador no primeiro trimestre

Impacto na linha final deveu-se à queda geral da bolsa de valores e juros baixos

FonteL CNseg

A queda dos resultados na linha final das seguradoras, entidades abertas de previdência privada e empresas de capitalização, no primeiro trimestre do ano, demonstra os  impactos da perda geral do valor das ações no mercado financeiro e da queda da taxa de juros. Já os demais indicadores, como as receitas operacionais, ainda não foram afetados pelo novo coronavírus, informa a Conjuntura CNseg (edição nº22). “Houve uma queda nos resultados financeiros, mas o impacto da Covid-19 ainda não figurou no setor, até porque os primeiros efeitos do estado de emergência ocorreram na última semana de março”, afirma o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano.

A instabilidade do mercado financeiro e o ajuste da taxa de juros já vinham acontecendo antes da pandemia. Para o conjunto das seguradoras, o resultado financeiro, de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre, encolheu 49,4% em relação ao mesmo período de 2019, levando o lucro líquido a R$ 1 bilhão, 50,1% menor na comparação de igual período.

No segmento de previdência privada, a queda do lucro líquido foi de 35,1%. Na capitalização, o resultado financeiro e o lucro líquido global foram, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 188,5 milhões, correspondendo à queda de 92,8% e 46,0%, na mesma sequência. Ainda assim, segundo Marcio Coriolano, o setor segurador mantém níveis adequados de solvência, somando, ao final do primeiro trimestre de 2010, provisões técnicas de R$ 1,1 trilhão, com um total de ativos superior a R$ 1,2 trilhão.

Na margem (variação mês a mês), a arrecadação de prêmios é outro indicador que mostra que as altas taxas de crescimento observadas desde o segundo semestre de 2019 não conseguem se sustentar. A receita de março último, de R$ 19,9 bilhões, foi 4,3% inferior à obtida em fevereiro, que já caíra 11,5% na comparação com o mês anterior. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o dado é positivo, com crescimento de 3,3% em março e outros 4% em fevereiro sobre o mesmo mês de 2019, ano que teve um desempenho tímido nos meses iniciais em termos de prêmios.

No primeiro trimestre deste ano, constata-se evolução operacional do setor, acumulando R$ 64,5 bilhões, o que corresponde evolução de 7,8% na arrecadação sobre os três primeiros meses de 2019. Na ótica de 12 meses, móveis fechados em março, o crescimento foi de 12,5%, maior ainda do que o obtido em fevereiro (12,2%), mais uma vez em razão de um desempenho tímido nos primeiros meses de 2019.

Os dados de abril, já disponibilizados pela Susep, e em fase de análise, serão objeto da próxima edição da Conjuntura CNseg (nº 23).

CNseg webinar: Microsseguros, residência, vida e saúde estao na pauta das seguradoras

Buscando abordar, em termos práticos, os impactos da Covid-19 nos setores regionais de seguros, vida e previdência, saúde suplementar e capitalização, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg promoveu, em 3 de junho, a quarta edição da série “CNseg Webinars”.

O evento reuniu o Presidente da Confederação e Diretor-Presidente da Fenaseg, Marcio Coriolano, com: i) Presidente do Sindicato das Seguradoras da Bahia, Sergipe e Tocantins, Alexandro Barbosa – também Diretor Regional N/NE da Allianz Seguros; ii) o  Presidente do Sindicato de São Paulo, José Rivaldo Leite, também Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Porto Seguro; iii) o Presidente do Sindicato de Minas-Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, Marco Antonio Neves,  Diretor da SulAmérica Seguros e iv) Presidente do Sindicato do Norte e Nordeste, Ronaldo Dalcin, também Superintendente Comercial Nordeste da Tokio Marine.

O presidente da CNseg iniciou os debates apresentando um panorama do setor segurador brasileiro. Segundo Coriolano, o setor nacional de seguros movimenta anualmente mais de R$ 470 bilhões e possui ativos na ordem de R$ 1,2 trilhão, sendo, individualmente, “o setor da economia que mais forma poupança interna”. E ressaltou:  “essa solidez ajudará o setor a atravessar esse momento difícil em que vivemos; até o primeiro trimestre de 2020, o setor segurador cresceu mais que a sua média histórica registrada desde 2008”.

De acordo com Ronaldo Dalcin, o setor segurador foi auxiliado pelo fato de estar “completamente inserido no processo de transformação digital”, o que permitiu, por exemplo, que as seguradoras pudessem implantar os regimes de home office rapidamente, sem comprometimento da qualidade dos serviços prestados a clientes e parceiros. Entretanto, alertou para a necessidade de adequação dos produtos para a nova realidade e para os novos consumidores que se apresentam. E sugeriu adotar maior simplificação e customização dos produtos de seguro, de acordo com o comportamento dos clientes.

Já Marco Neves afirmou que o aumento da percepção da necessidade de proteção por parte de sociedade reforça a cultura do seguro. Para Neves, o setor sairá fortalecido da crise devido às mudanças que estão sendo implementadas. Destacou, também, o papel da tecnologia que, segundo ele, “vem ditando o ritmo das mudanças e alterando hábitos dos consumidores e da indústria de seguros”. Como exemplo, citou o microsseguro que, em sua análise, “será alavancado justamente por essas novas tecnologias”. Marco afirmou também que “as seguradoras devem traduzir melhor para os corretores as informações que possuem”, subsidiando-os para aprimorar o diálogo com os clientes.

Alexandro Barbosa reconheceu também a capacidade de reação das seguradoras à pandemia e destacou a resiliência do setor. Barbosa alertou para o potencial gigantesco a ser explorado no mercado de pequenas e médias empresas. Para tanto, defendeu maior simplificação dos produtos, permitindo que os corretores alcancem maior capilaridade. Os Corretores foram parabenizados por Alexandro pelo profissionalismo demonstrado especialmente nesse período de isolamento social.

Aproveitando a oportunidade, o presidente da CNseg esclareceu, detalhadamente, baseado nos questionamentos do público que acompanhava o webinar, que as seguradoras não precisam informar o percentual de comissão dos corretores em suas apólices ou contratos. “Não há previsão legal para tal”, afirmou Coriolano. O comando da norma é claro, no sentido de atribuir aos corretores a obrigação de informar o valor aos proponentes de seguros na fase de propostas. Às seguradoras, o comando é de zelar para que os corretores saibam dessa obrigação, complementou.

Rivaldo Leite começou sua participação no evento citando a frase “por favor, não desperdicem a crise”, alegando que as crises ajudam a acelerar processos de inovação, como foi o caso da telemedicina que, segundo ele, “só andou quando a crise chegou”. Para Rivaldo, o momento é de união. “A  concorrência deve ser deixada um pouco de lado para todos colaborarmos com o mercado”, observou. E destacou que, em sua análise, as mudanças climáticas podem vir a gerar impactos ainda mais nocivos que a pandemia do novo coronavírus.

Ao ser abordado por Marcio Coriolano com a pergunta “se o home office veio para ficar?”, Rivaldo Leite afirmou que o importante é a produtividade e as entregas, independentemente do local de trabalho. Entretanto, afirmou:  “esse modelo também pode desgastar mais as pessoas, sugando a energia e o poder de concentração, obrigando que as empresas adotem um processo de implantação gradual”.

Na próxima quarta-feira, 10 de junho, a partir das 10 horas, será realizada a quinta edição da série “CNseg Webinars”. O evento terá como participantes o Presidente da CNseg e da Fenaseg e os presidentes de Sindicatos de Seguradoras do Rio de Janeiro e Espírito Santo; Paraná e Mato Grosso do Sul; Santa Catarina, e Rio Grande do Sul.  

Wady Cury assume a diretoria Técnica da Sancor Seguros

Fonte: Sancor

Wady Cury, ex head de Insurance Solutions na Agrotools, assume a diretoria Técnica da Sancor SegurosWady Cury, executivo com quase 40 anos de experiência no mercado de seguros, com passagem na diretoria da Aliança do Brasil, diretor Geral no Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, e ex head de Insurance Solutions na Agrotools, acaba de assumir a diretoria Técnica da Sancor Seguros.  

A empresa, parte do maior conglomerado segurador da Argentina, com mais de 70 anos de atuação naquele país, opera no Brasil desde 2013. A seguradora conta com a larga bagagem de Cury para trazer um olhar ainda mais apurado para os negócios da companhia, que atua nos segmentos Pessoas, Auto, Patrimonial e, também, no Agronegócio, produto que coloca a Sancor Seguros no terceiro lugar do ranking das maiores a atender o setor agrícola.  

Atuação – Formado em engenharia civil pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Cury fez cursos Universidade de Navarra/Espanha e no Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD Business School). Além de atuar na iniciativa privada, Wady Cury foi presidente da Comissão de Resseguro da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e da Comissão de Seguros Rurais da Federação de Seguros Gerais (FenSeg).  

Argo lança seguro sob demanda para carros

Seguradora entra para competir com a plataforma ThinkSeg, que atua em parceira com a seguradora Generali

A Argo Seguro lança o seguro ‘Instant’, produto lançado para automóveis com proteção por perda total por acidente. Com apenas oito anos de atuação no Brasil, a companhia já nasceu em um formato mais digital e não deseja competir com as demais seguradoras que já atuam no ramo de automóveis.

“Nosso foco são os veículos com valor de mercado até 30 mil reais e que ainda não tem seguro por conta do preço. Como o Instant é um produto ‘pay per use’ (pago por uso), seu custo é muito mais baixo se comparado a um seguro Auto tradicional”, explica Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros.

A contratação será feita através do corretor de seguros, que vai cadastrar o cliente em um aplicativo especialmente desenvolvido para funcionar como uma carteira digital, onde será possível acessar os créditos, ativar o período de cobertura, obter dados da apólice e pontos de contato.

“Antes de viajar, o cliente vai acionar o seguro através do app, indicando seu ponto de partida e o destino. O seguro cobrirá todo o trajeto, ou seja, a estrada ou rodovia, além de parte do perímetro urbano, por 24 horas. O valor final vai depender da importância segurada, no caso, o valor de tabela do veículo”, explica Bruno Porte, diretor de Operações e TI da Argo Seguros.

O processo de contratação é simples e intuitivo, de forma que a jornada de compra do seguro ofereça a melhor experiência possível ao segurado. Um bom exemplo é a vistoria digital do veículo. 

“O Instant é um modelo de seguro inovador e disruptivo. Ele é o primeiro de vários outros que vamos oferecer com esse mesmo conceito. Queremos popularizar a cultura do seguro, levando proteção para pessoas de todas as classes sociais, já que elas pagarão apenas pelo o que usar, tornando todo processo o mais justo possível”, concluiu Newton.

SulAmérica Direto amplia oferta de produto para os paulistanos

Fonte: SulAmérica

Em parceria com a Rede D´Or São Luiz, SulAmérica Direto Sampa está disponível para empresas a partir de três vidas e carteira de adesão na capital e região metropolitana 

A família SulAmérica Direto está crescendo! Lançamos mais um plano de saúde inteligente e personalizado para empresas de São Paulo e região metropolitana, o Direto Sampa Azul, desenvolvido em parceria com a Rede D’Or São Luiz, que possui ampla experiência em gestão hospitalar e prestação de serviços médicos de alta qualidade. Trata-se do segundo produto da linha Direto em São Paulo, que já conta desde 2019 com o Direto Sampa Branco, lançado em parceria com Dr. Consulta, Hospital Alemão Oswaldo Cruz Vergueiro e outros prestadores médicos. “Essa solução de ter mais de uma possibilidade do Direto na mesma região é uma oportunidade para os corretores de seguros gerarem mais negócios, oferecendo um portfólio variado para seus clientes”, diz André Lauzana, vice-presidente Comercial e Marketing da SulAmérica. “Colocar as necessidades dos clientes no centro de nossa estratégia, com cada vez mais produtos customizáveis, proporciona autonomia de escolha de acordo com as necessidades de cada um”, completa. 

Durante a pandemia de COVID-19, a SulAmérica passou a oferecer acesso ilimitado aos serviços de telemedicina Médico na Tela e Psicólogo na Tela, além do canal telefônico exclusivo para dúvidas sobre o coronavírus. A família Direto também conta com esses importantes serviços desde sua contratação, além da comodidade de ter uma central exclusiva de agendamento de consultas e exames. “Os beneficiários do Direto contarão com toda a orientação e o cuidado que estamos oferecendo neste momento para preservar a saúde, o bem-estar e a segurança de todos”, reforça Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica. “Reunimos em um único produto a qualidade, a capilaridade e a capacidade de gestão em saúde da Rede D´Or com a excelência do corpo clinico e a eficiência dos demais prestadores parceiros.”. 

O corretor de seguros poderá oferecer o novo produto para diversos tipos de empresas, sobretudo pequenas e médias, a partir de três vidas, entre titulares e dependentes e para carteira de adesão. Além da capital paulista, serão atendidos pela rede referenciada de excelência os municípios de Barueri, Carapicuíba, Guarulhos, Osasco e Taboão da Serra, Santo André, São Bernardo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá e Ribeirão Pires. 

A rede referenciada do Direto Sampa Azul inclui atendimento ambulatorial e hospitalar nas unidades da Rede D’Or São Luiz de São Paulo. São elas: Alphamed, Assunção, Aviccena, Bartira, Hospital da Criança, Jabaquara, Brasil e Villa Lobos. A rede hospitalar é complementada por instituições de reconhecida qualidade médica, técnica e de atendimento: Albert Sabin, Hospital das Clínicas, Hospital Santa Marcelina, Nipo Brasileiro, Sepaco, Leforte Morumbi e Hospital de Olhos Paulista. Para clínicas e medicina diagnóstica, a rede conta com mais de 350 prestadores. Assim como nos outros produtos da família Direto, os serviços de urgências e emergências podem ser usados nacionalmente. 

O plano oferece cobertura para todos os procedimentos hospitalares, ambulatoriais e laboratoriais previstos no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com as opções de acomodação em enfermaria ou apartamento, para atendimento ambulatorial e hospitalar e disponível com ou sem coparticipação. 

O produto está disponível com e sem coparticipação, um instrumento importante para o uso consciente do seguro. A linha de produtos “SulAmérica Direto” está sendo disponibilizada gradualmente em várias cidades brasileiras, em parceria com prestadores médicos nas diversas regiões. Além de São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro também já têm o plano à disposição.

Susep cria metodologia para avaliar riscos de seguradoras

Primeira etapa de diálogo sobre a iniciativa com o setor sobre a proposta ocorreu hoje, em webinar com diretores e coordenadores da autarquia. Ferramenta tem a finalidade de aperfeiçoar a supervisão

Fonte: Susep

Em linha com as melhores práticas internacionais de supervisão, a Susep está desenvolvendo um Sistema de Rating com a finalidade de aperfeiçoar seu processo de supervisão. A classificação final será confidencial e comunicada somente para a entidade supervisionada objeto da avaliação, que não poderá divulgá-la. Hoje, 03 de junho, a autarquia realizou um webinar para apresentar o projeto de implementação do sistema e dialogar com o setor sobre a proposta.

Na abertura do seminário digital, a superintendente Solange Vieira destacou a importância do diálogo com o mercado para o desenvolvimento eficaz dos projetos: “Este processo ainda está em gestação e nosso objetivo hoje é ouvir o setor e passar a metodologia para vocês”, disse. “O projeto é mais uma etapa do processo de simplificação da fiscalização, em linha com o Ministério da Economia para desburocratização da Administração Pública”, completou.

O Sistema de Rating proporcionará à Susep uma visão mais abrangente das empresas supervisionadas, com foco em sua situação econômico-financeira; e na qualidade de sua governança, de seus processos de gestão de riscos e de seus controles internos. Busca-se, dessa forma, estabelecer uma sistemática eficaz de indução de melhoria nos processos de gestão de riscos das supervisionadas.

Após a realização da análise, será atribuída uma nota para cada supervisionada. A coordenadora geral Myrian Neves explica como se dará a pontuação, que ficará acessível somente para a empresa analisada: “A nota final será apurada com base no mapeamento de riscos e de seus respectivos controles, além da própria solidez econômico-financeira da entidade. Serão considerados elementos e critérios quantitativos e qualitativos, que serão apurados e avaliados pelas áreas de supervisão da Susep.”

Projeto piloto

O Diretor Vinicius Brandi explica que os próximos passos do projeto envolvem a implementação de um piloto – prevista para o segundo semestre deste ano. “Será importante intensificar nosso diálogo, por isso nós vamos promover outros eventos e conversas. Contamos com o apoio de todos vocês para que consigamos ter uma supervisão mais eficiente. A Susep entrará em contato com algumas empresas para debater sobre o método e o projeto piloto, que deve ser iniciado no segundo semestre deste ano”, informa.

O webinar de Rating da Susep contou também com a participação de outros coordenadores gerais da autarquia: Carlos Queiroz (fiscalização prudencial), Roberto Seabra (monitoramento prudencial), Eduardo Rente (seguros massificados, pessoas e previdência) e Diogo Ornelas (Grandes Riscos e Resseguros).  

O Projeto de Rating faz parte do contexto de transformações no processo de supervisão da autarquia, que busca eficiência em processos mais intensivos em informação, maior integração entre a supervisão prudencial e de conduta. Além disso, está alinhada à consolidação de um modelo de supervisão baseada em riscos, no qual os recursos utilizados no processo serão intensificados nas entidades que concentram maiores riscos.

Conjuntura CNseg nº 21: desafios e impactos provocados pela pandemia

Fonte: CNseg

A nova edição da Conjuntura CNseg (nº 21) está disponível no portal  da CNseg (cnseg.org.br) com uma série de conteúdos que analisam os impactos e desafios provocados pela pandemia aos segmentos  de Danos e Responsabilidades, Capitalização, Saúde Suplementar e Cobertura de Pessoas, em um cenário de grande incerteza econômica, política e até mesmo jurídica. Além disso, traz artigos sobre temas como sustentabilidade, regulação, estatístico e jurídico.  

Em Danos e Responsabilidades, é apresentada a perspectiva positiva para o Seguro Residencial em consequência do regime de home officeadotado durante a pandemia. Há o consenso de que o fato da casa ter se tornado uma extensão do trabalho amplia a percepção dos riscos envolvidos, endereçando ao seguro uma demanda adicional de pedidos das mais variadas coberturas.

Em outro capítulo, o interessado é informado sobre os desafios enfrentados pela FenaCap ao assumir a operacionalização de sorteios substituindo as extrações da Loteria Federal, o que ocorreu logo após a Caixa Econômica Federal anunciar a suspensão da modalidade, cujos resultados servem de base para premiação dos títulos de capitalização.

Sobre o comportamento do mercado de Saúde Suplementar após o fim da pandemia, os efeitos ainda são incertos e será preciso avaliar ao longo do tempo como as empresas se comportarão e como a renda das pessoas será afetada. Mais do que isso, se a retomada será rápida, uma curva em V, ou se será devagar, uma curva em W ou em L.

A abordagem sobre Cobertura de Pessoas envolve “o novo consumidor e suas novas necessidades”. De acordo com o conteúdo, “a pandemia fará com que surja um novo consumidor. Embora ainda incertas suas feições finais, algumas características já são possíveis de serem vislumbradas como, por exemplo, a interação cada vez maior com os canais digitais e crescente conscientização sobre a necessidade de proteção”. 

No boxe sobre sustentabilidade, um guia produzido pela ONG global WWF, em conjunto com a Unesco e a Iniciativa Financeira do Programa Ambiental das Nações Unidas, e lançado no Brasil em outubro de 2019, ajuda a esclarecer o papel do setor de seguros na proteção da biodiversidade. No campo da regulação, a atenção dispensada aos controles internos relativos à prevenção aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo (LD/FT) deve continuar mesmo em tempos de pandemia.

Outro estudo trata de verificar a existência de quebras estruturais em séries temporais de arrecadação do setor segurador, capazes até de impossibilitar diversas análises estatísticas importantes, dependendo dos seus impactos. O tema jurídico também é abordado na publicação, destacando que desde o início da pandemia houve um aumento expressivo no quantitativo de proposições legislativas apresentadas perante o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as Assembleias Legislativas. O último capítulo é dedicado a publicações selecionadas, que abordam diversas temáticas relacionadas à atividade seguradora, na forma de trabalhos para discussão, livros e artigos acadêmicos, além de teses e dissertações de mestrado e doutorado nas mais diversas áreas do conhecimento.

HDI apoia uso de tecnologia em iniciativa para localizar pessoas desaparecidas

Solução MultiplierApp dá suporte ao projeto “Volta Pra Casa”, apoiado pela HDI Seguros, que já ajudou a localizar mais de 130 pessoas desaparecidas e reuniu diversas famílias

FonteL HDI

O projeto “Volta Pra Casa”, apoiado pela HDI Seguros e que combina tecnologia e distribuição de conteúdo em rede para potencializar os apelos de famílias à procura de parentes, ajudou a localizar 137 pessoas desaparecidas. Iniciada no último trimestre de 2019, a ação conta com a parceria de diversas ONGs e apoiadores para conectar pessoas em busca de parentes desaparecidos em todo o Brasil e até o momento colaborou para que muitas famílias pudessem retomar o convívio com seus parentes desaparecidos.

A história da família Santos, de Ibicarai, na Bahia, foi uma das mais emocionantes do projeto. A separação dos familiares aconteceu por conta da condição psiquiátrica da mãe deles, que por sofrer de esquizofrenia, teve de dar os quatro filhos para adoção. Já em idade adulta, Valdelice Santos, uma das filhas, soube do “Volta Pra Casa” e começou a busca pelos irmãos com ajuda do projeto, tendo reencontrado dois deles, Washington e Catarina de imediato, e uma sobrinha, filha de uma irmã já falecida.

Depois de 35 anos, Valdelice teve o seu primeiro contato com a família no final do ano passado, por telefone, o que ela descreve como “um presente de Natal para minha mãe e para todos nós”.  A reconstrução dos laços parentais representa o início de uma nova fase para a família, que em janeiro deste ano teve o primeiro encontro em família, com direito a fotos e vídeos registrando o momento especial. “A gente está muito feliz, pois a família é muito grande e só temos que agradecer”, comemora.  

“Dados levantados pelo projeto indicam que mais de 100 pessoas desaparecem por dia no Brasil, sendo metade delas crianças e adolescentes. Na HDI valorizamos muito o aspecto humano das ações e por isso nos sensibilizamos com o projeto e decidimos contribuir com a causa. Por meio de um aplicativo e muitos esforços, foi possível proporcionar doze finais felizes para famílias que agora estão unidas”, afirma Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

O projeto “Volta Pra Casa” utiliza o aplicativo MultiplierApp, que permite o acesso unificado de diferentes perfis de redes sociais em uma única plataforma, com a possibilidade de programar vídeos ou transmissões ao vivo, que são condensados em links compartilháveis. A partir do momento em que o link é clicado, o usuário que autorizar a indexação do conteúdo às suas redes sociais exibe o material a todos os seus contatos simultaneamente, maximizando a audiência ao produtor original.

A solução ajuda a viralizar os materiais, potencializando as possibilidades de reencontros. A entidade Mães da Sé atua como curadora dos conteúdos, que devem ser enviados por WhatsApp e compostos por um vídeo curto com as últimas informações sobre a pessoa antes do desaparecimento, duas fotos dela e o Boletim de Ocorrência do caso. Depois de validado, o material é inserido no banco de dados da entidade, sendo imediatamente encaminhado ao MultiplierApp, que faz a edição final e dispara para toda a rede cadastrada lá, disseminando assim os apelos.

Seguradoras e operadoras de saúde no Brasil na mira de hackers

É o que afirmou ontem o russo Eugene Kaspersky em coletiva

O russo Eugene Kaspersky, dono da companhia multinacional de segurança digital que leva seu sobrenome, apresentou ontem um cenário de alta nos ataques detectados globalmente entre os clientes, informa o Valor na edição do dia 3. O mês de abril superou em 10 milhões de detecções (70 milhões no total) o de janeiro, que é considerado um dos meses com maior número de ataques no ano, ao lado de dezembro.

Na América Latina, o pico foi em março. Em maio, houve recuo na região, inclusive no Brasil. O país, aliás, tem sido um dos mais visados no mundo este ano para os ataques de sequestro de dados, no qual os criminosos pedem resgate para liberar informações, o chamado ransonware, traz o Valor. 

Entre os alvos estão empresas de seguros e hospitais, o que o especialista classificou como temerário, já que isso pode acarretar problemas capazes de levar à morte de pessoas.

Leia a matéria completa no portal do Valor Econômico, que traz muitos dados interessantes.

Santander cria pacote de proteção para microempreendedores

Microsseguro tem três coberturas, custa R$ 9,90 por mês e é garantido pela Zurich Santander

Responsa Prospera, um projeto do Santander que tem como objetivo fazer o microempreendedor não parar, traz um pacote de seguros sob medida. “Se o microempreendedor deixa de trabalhar porque ficou doente, damos uma grana para ele se manter. Se precisar farmácia, temos desconto 25%, se precisar de consulta médico ou exame consulta médica por um preço especial. E também se ele tiver problemas com o equipamento dele, temos uma oferta para ele. E tudo isso por R$ 9,90 por mês”, diz Joseph, do Santander, em vídeo promocional. O seguro é garantido pela Zurich Santander.

“Orgulhoso de criar um produto inédito que romperá o conceito de microsseguro no Brasil. Se acreditamos que podemos fazer a diferença, não podemos desistir! Este é o conceito de produto que venho defendendo nos últimos anos no mercado”, disse Alex Körner, head da Auto Compara, insurtech do Santander Brasil, e membro do comitê de Inteligência de Negócios da CNseg.

“Traduzindo de fato o seguros de acordo com a necessidade do cliente”, diz entusiasmadíssimo com o pacote de seguros que sua equipe viabilizou para oferta aos microempreenderes. A mudança no setor de seguros, começou sim e este projeto prova isso”, afirmou.

Saiba mais neste link