Covid-19 acelera processo de regulação digital da NEWE Seguros em agronegócio

Em segmento disputado por 14 seguradoras, NEWE se destaca por ser especialista em Agronegócio e priorizar agilidade na regulação e pagamento de sinistro

Quem imaginava, tempos atrás, que um sinistro de seguro rural seria regulado por meio de um aplicativo. Certamente ninguém. Somente o setor agrícola vendeu em 2019 cerca de R$ 2,4 bilhões em  prêmio de seguros e pagou R$ 1,95 bilhão em indenizações. Trata-se de um seguro volátil por depender das condições climáticas. Por mais evoluído que o agronegócios possa estar, ele ainda é refém do clima. 

Tanto que a safra inverno mal começou e a NEWE Seguros, antiga Markel, já registra centenas de avisos sinistros. “Nossa previsão é de que a safra inverno termine com cerca de 2 mil sinistros comunicados”, contou ao blog Sonho Seguro Rodrigo Motroni, vice-presidente comercial da seguradora, que conduz a área Sinistros que já é referência no Brasil entres os peritos especializados no ramo.

Ser digital é o foco da NEWE Seguros, que tem dois importantes projetos em andamento. O aplicativo, no qual o perito será acionado pela área de sinistro. Algo semelhante ao que acontece no aplicativo Uber. Se o perito aceitar, vai ao local e faz tudo virtualmente. “Digita o relatório no próprio celular, tira fotos e o produtor já aprova, com ou sem ressalvas. Com um clique, a seguradora recebe a regulação e já pode avaliar e iniciar o processo de regulação e pagamento da indenização. 

Outro projeto que já está em andamento é o sensoriamento remoto, que permite fazer uma análise prévia da área, assim a seguradora não fica tão dependente de dados do IBGE e do próprio produtor. “Isso ajuda a fazer uma análise de risco mais próxima da realidade, beneficiando o produtor com um preço de seguro ajustado a sua realidade”, explica o executivo. 

Ele afirma que a seguradora conseguiu se reinventar nessa crise do Covid-19, pois acelerou o processo de digitalização. “Já nascemos tecnológica e agora estamos a um passo de sermos 100% digitais de ponta a ponta, ou seja, da subscrição ao pagamento das indenizações”, afirma Motroni. “Todos nos caímos nesta pandemia desencadeada pelo coronavírus. Ninguém imaginava algo como esta crise sanitária sem precedentes. E tivemos que rapidamente tomar decisões para manter a operação dentro das necessidades dos nossos clientes. Muitos dependem da regulação do sinistro para plantar a próxima safra ou da vistoria prévia para ter acesso ao seguro. E nós conseguimos achar um caminho de atender a todos, sem perder a técnica exigida em seguro rural”, afirmou.

Quando a pandemia chegou ao Brasil, a NEWE estava em plena regulação de centenas de sinistros no Sul do País, causados pela seca. Tivemos mais de 200 sinistros avisados em uma semana. São poucos peritos para atender 14 seguradoras que atuam no segmento”, disse ele. Como ainda não tem o aplicativo pronto, a saída foi criar um protocolo de atendimento diferenciado, dentro das condições inusitadas que a pandemia impôs ao mundo com as restrições de circulação de pessoas e do fechamento do comércio. 

Hoje o perito é demandado por e-mail, vai a campo e devolve o laudo em arquivo PDF, ritual que demanda alguns dias. “Mesmo sendo assim, temos um processo rápido por ter um time experiente”, diz Sergio Kumoto, um dos principais nomes do mercado quando o assunto é perito agrônomo. Todos no mercado o conhecem, pois treina cerca de 200 profissionais por ano, participa de vários comitês sobre o tema e passa o dia viajando para vistoriar perdas. “Me sinto um passarinho na gaiola nesta pandemia”, comentou. 

“Já temos quase 1.200 avisos de sinistros para a safra de inverno, que acaba de começar,

Como boa parte dos peritos na região Sul do Brasil está no estado do Paraná, eles deixaram as regulações no Rio Grande do Sul, pois os hotéis e restaurantes fecharam e a circulação era restrita, com barreiras policiais. Para resolver a questão, a NEWE criou um protocolo no qual o produtor poderia colher 90% da área, desde que deixasse uma faixa testemunha das lavouras, para quando o perito pudesse retornar para fazer a avaliação. 

“O protocolo foi criado em 48 horas, por ser uma situação atípica, e atendeu a todos satisfatoriamente. Com isso não tivemos prejuízo na avaliação da vistoria e ajudamos que o produtor pudesse fazer a colheita. “Usamos imagem de satélite para acrescentar alguma informação e conseguimos finalizar a safra de verão. Outro problema enfrentado é que muitos produtores, acima de 60 anos, não queriam atender o perito. “Mas como precisavam começar a fazer a colheita da soja, delegaram a tarefa para corretores ou representante das cooperativas”, conta Sergio. 

Com a safra verão finalizada, a NEWE vive intensamente a safra inverno. “Já temos quase 1.200 avisos de sinistros para a safra de inverno, que acaba de começar, boa parte pelo evento seca, na cultura milho e no Paraná, o que ajuda, pois é onde está a maioria dos peritos, permitindo que todas as vistorias sejam feitas no método usual”, comenta Sérgio.

Segundo Motroni, já foram vendidas mais de 6 mil apólices de seguros no ano de 2020 e a seguradora já contabiliza mais de 1.200 sinistros avisados. A previsão é chegar a 2 mil avisos de sinistros até o final da safra de inverno. “E isso nos motiva a tornar a companhia ainda mais digital e especializada, com peritos experientes, que são os responsáveis por nos ajudar a prestar um atendimento de qualidade, com técnica e transparência.  Continuaremos investindo na melhoria dos processos da NEWE e seguiremos com o objetivo de sermos reconhecidos como a melhor pelos nossos clientes”, finaliza.

“Moro em apartamento. Devo investir em um seguro residencial?”

Data: 25.05.2018 Local: Rio de Janeiro, RJ. Cliente: Bradesco Seguros Assunto: Ney Dias, diretor do Bradesco Auto/RE. Fotógrafo: Julio Bittencourt Assistente: Luiz Michelini

Executivo da Bradesco Auto/RE esclarece dúvidas e apresenta informações sobre seguro residencial

Fonte: Release Bradesco Seguros

Muitas pessoas têm dúvidas sobre contratar ou não o seguro residencial para um apartamento por acreditar que os riscos são mais baixos nesse tipo de imóvel, principalmente em relação à ocorrência de roubos e furtos. Apesar de estar amparado pela estrutura do edifício e por um seguro do condomínio, afinal é necessário contratar seguro para um apartamento?

Segundo dados do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, o número de incêndios em edificações (residenciais, comerciais, públicos e privados) cresceu 10% entre 2017 e 2018 – de 7.416 casos para aproximadamente 8.165. Por sua vez, o Sindicato das Seguradoras do Rio revelou que o número de indenizações pagas por seguros residenciais até julho de 2019 aumentou 21% em relação ao mesmo período de 2018 em todo o Brasil. Esses dados só corroboram a necessidade de proteção ao imóvel.

Fato é que a ocorrência de algum evento inesperado no seu imóvel — seja ele próprio ou alugado — pode gerar perdas significativas. Além de oferecer uma boa relação custo x benefício para o segurado, se comparada a outras modalidades, o seguro residencial também possui uma variedade de assistências que simplificam a vida de quem contrata, como chaveiro, eletricista e encanador, por exemplo, na cobertura básica. Para esclarecer as principais dúvidas, Ney Dias, diretor-geral da Bradesco Auto/RE – empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros –, explica como funciona o produto, esclarece as dúvidas e orienta sobre como adquirir uma proteção vantajosa para seu imóvel.

Patrimônio protegido: segurança e tranquilidade – O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, que pode ser habitual ou de veraneio, mas também móveis, roupas, eletrodomésticos, entre outros bens. “O seguro pode ser contratado pelo proprietário ou pelo inquilino do imóvel. É possível contratar coberturas apenas para a residência, só para o que estiver dentro dela ou para ambos”, destaca Ney Dias.

A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. Os planos também oferecem diversas coberturas adicionais, as principais são: danos elétricos, desmoronamento, despesas emergenciais, quebra de vidros, vendaval, roubo e furto, entre outros.

Moradia Temporária – Há casos em que o prejuízo causado ao imóvel impossibilita a permanência dos moradores no local. Neste momento conturbado, seja o segurado proprietário ou inquilino, ainda há preocupação adicional com custos para permanência em outro lugar temporariamente. Assim, em caso de interdição do imóvel segurado, a cobertura acessória para moradia temporária garante despesas como hospedagem e aluguel que o segurado tenha que arcar nesse período.

Cobertura envolvendo terceiros – Outro ponto importante que deve ser observado é cobertura de Responsabilidade Civil Familiar (RCF), que contempla ocorrências envolvendo terceiros. “Se a reforma que você realizou no seu apartamento afetou a casa do vizinho ou se uma planta cai da sua varanda e atinge uma pessoa, se o seu cachorro morde alguém, você pode ficar despreocupado, pois se você contratou esta cobertura, logo, estará protegido das consequências desses episódios”, explica Ney Dias. Estes são exemplos de danos involuntários, corporais ou materiais, causados a terceiros pelo segurado ou por menores de idade sob sua responsabilidade que estão previstos neste tipo de cobertura.

Por fim, é importante não confundir o seguro residencial do apartamento com o seguro de condomínio. No Brasil, por exigência legal, é obrigatório que edifícios possuam seguro de condomínio, que ofereça, no mínimo, proteção contra incêndio ou destruição, parcial ou total. “A maior aceitação do seguro residencial está relacionada à conscientização das pessoas sobre a necessidade de garantir proteção a um dos patrimônios mais importantes que alguém pode conquistar em vida, que é a residência e os seus bens. Esse tipo de seguro oferece diversos benefícios, adequados aos mais variados perfis de clientes”, conclui.

SulAmérica compra Paraná Clínicas por R$ 385 milhões

sulamerica

A SulAmérica informou aos seus acionistas e o mercado em geral que sua controlada indireta Sul América Companhia de Seguro Saúde assinou no dia 5 com o grupo Rede D’Or São Luiz (“Rede D’Or”), contrato para aquisição da Paraná Clínicas, com sede na cidade de Curitiba pelo preço base de R$ 385 milhões.

Fundada em 1998, a Paraná Clínicas é a 5ª maior operadora de planos de saúde do estado do Paraná, com mais de 90 mil beneficiários e com centros clínicos que suportam a eficiência de sua operação, assim como o credenciamento do Hospital Santa Cruz. Em dezembro de 2019 a Rede D’Or divulgou a transação para aquisição destas operações e, com a conclusão da Transação ora anunciada, a operadora Paraná Clínicas passará a ser gerida pela SulAmérica e o Hospital Santa Cruz pela Rede D’Or.

A Paraná Clínicas conta com liderança e corpo clínico de excelente perfil técnico e altamente comprometido com o futuro da empresa. Em 2019, de acordo com dados da ANS, a Paraná Clínicas registrou receitas que totalizaram aproximadamente R$ 200 milhões.

A transação representa um importante movimento para reforçar a posição e relevância da SulAmérica no Sul do Brasil, com um novo padrão de ticket médio, ampliando seu portfólio de produtos e market share na região. Adicionalmente, este movimento representa um marco na história da SulAmérica com a aquisição de uma operação que muito tem a contribuir para melhorar ainda mais a experiência da SulAmérica na sua estratégia de Gestão de Saúde e de Cuidado Coordenado.

A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais, conforme previstas no respectivo contrato, incluindo a aprovação prévia dos órgãos reguladores competentes. A companhia esclarece, ainda, que a Transação não depende de aprovação em assembleia de acionistas e não ensejará direito de recesso aos acionistas da companhia, uma vez que não se enquadra no art. 256 da Lei nº 6.404/76.

Zurich é reconhecida por suas melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil

Seguradora se destacou, na segunda edição do Guia Exame de Diversidade, por suas iniciativas na promoção de um ambiente de equidade

Fonte: Zurich

A Zurich, seguradora global com 80 anos de atuação no mercado brasileiro, foi reconhecida como uma das empresas com as melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil, na segunda edição do Guia EXAME de Diversidade.

Como uma das duas únicas empresas do setor de seguros que figuraram entre as mais bem pontuadas pelo ranking, a companhia se posiciona no seleto grupo das 52 organizações com nota superior a 7 na avaliação das políticas de desenvolvimento.

Diversidade e equidade são princípios da Zurich e a companhia sempre esteve na liderança de políticas e práticas no sentido de criar um ambiente que ofereça as mesmas condições para cada colaborador desenvolver o seu potencial.

“É muito gratificante estar entre as empresas mais diversas do Brasil no Guia EXAME de Diversidade. É um reconhecimento do nosso compromisso de sempre acolher e valorizar os profissionais e respeitar as diferenças. Estamos no caminho certo”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

O reconhecimento faz parte de uma iniciativa da EXAME em parceria com o Instituto Ethos, que há 22 anos ajuda empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável. Neste ano, o ranking avaliou o desempenho em diversidade de 96 companhias em todo o país. 

Inadimplência é mais perigosa para saúde suplementar do que para outros setores

Fonte: FenaSaúde

 A diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, afirmou hoje que há uma verdadeira “pandemia de projetos de lei” atingindo os planos de saúde. Ao congelar prestações, suspender reajustes ou permitir a inadimplência, essas iniciativas comprometem não apenas o setor, mas todo o sistema de saúde. 

“A inadimplência na saúde suplementar é mais perigosa do que em qualquer setor. Compromete a liquidez do sistema, as relações contratuais e pode levar à insolvências de várias empresas. E vai se refletir na assistência às pessoas”, disse ela durante o webinar “Saúde Suplementar pós-covid 19: o que deve mudar”, promovido nesta quinta-feira, 4/6, pela Central Nacional Unimed, uma das 16 associadas da FenaSaúde.

A maior parte das propostas legislativas nesse sentido deriva da falta de compreensão sobre o funcionamento da saúde suplementar. “Não existe conhecimento, o que leva a políticas populistas que afetam o setor”, lamentou ela. 

O setor de saúde suplementar funciona como uma espécie de “caixa d’água”, que irriga toda a cadeia: 90% do que hospitais privados recebem e 80% das receitas dos laboratórios de medicina diagnóstica têm como origem os repasses dos planos de saúde. Essas interconexões, contudo, nem sempre têm sido levadas em conta pelos legisladores. 

O PL 1.542/2020, por exemplo, aprovado no Senado nesta semana, impôs congelamento no valor das prestações por 120 dias, sendo que operadoras ligadas à FenaSaúde, por iniciativa própria, já haviam suspendido todos os reajustes de contratos de planos individuais, coletivos por adesão e empresariais até 29 vidas por 90 dias, até 31 de julho. 

“As operadoras estão muito sensíveis ao que os contratantes estão sofrendo. Existem negociações acontecendo o tempo todo. Ninguém quer deixar ninguém desassistido. Mas o PL, infelizmente, não permite iniciativa da operadora de ir de cliente em cliente. Que se chame a ANS para que ela seja ouvida”, pediu a diretora executiva da FenaSaúde.  

 Como a cadeia é toda interconectada, um eventual enfraquecimento da saúde suplementar afeta também o SUS. Hoje são 47,1 milhões os usuários dos planos e seguros de saúde. Em caso de insolvência de operadoras, principalmente pequenas, beneficiários podem migrar para o sistema público, afetando ainda mais os conhecidos gargalos do SUS. 

Também participaram do webinar o presidente da Central Nacional Unimed, Alexandre Ruschi; o superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), José Cechin; e o presidente do Grupo Dasa (reúne mais de 40 marcas de laboratórios referência no país), Pedro Godoy Bueno.  A mediação foi do superintendente executivo da Central Nacional Unimed, Rodrigo Guerra.   

Ruschi defendeu mais flexibilização na legislação, a fim de permitir que mais pessoas consigam dispor da cobertura dos planos e seguros de saúde privados. “Chega desse debate ideológico entre sistemas públicos e privados. De que adianta esse enfrentamento? De que adianta ter um órgão regulador que não estimula o aumento do mercado?”

José Cechin previu para o futuro próximo aumentos nas despesas da saúde suplementar, quando os efeitos da covid se somarão à inevitável realização de procedimentos eletivos, por ora postergados. “Teremos o custo covid e o custo não covid”. Hoje, argumentou ele, por um lado a pandemia fez as pessoas desejarem ainda mais contar com um plano de saúde, e por outro estão sendo afetadas pela crise. O balanço final ainda é incerto. 

Enquanto as mudanças na legislação não vêm, Pedro Bueno, do Grupo Dasa, acredita que a união de todos no setor da saúde, algo que já está ocorrendo, é imprescindível para a superação da crise. “Os agente não encontrarão saídas isoladas para esse desafio”, alertou.  

Assista aqui a íntegra do webinar promovido pela CNU

Liberty neutraliza 100% do carbono emitido por seus Guinchos em atendimentos da assistência 24h

A companhia compensa mais de 6 mil toneladas de gases de efeito estufa emitidas em 2019 por meio de projetos de combate ao desmatamento na Amazônia

Fonte: Liberty

No Dia do Meio Ambiente, a Liberty Seguros anuncia sua nova iniciativa de sustentabilidade, focada na compensação dos gases de efeito estufa (GEE) emitidos pelos guinchos leves em atendimentos em 2019 e amplia as ações do Plano Liberty mais Sustentável.

O cálculo para chegar à quantidade de CO2 emitida considerou como base a estimativa de combustível utilizado pela frota de assistência nos mais de 14 milhões de km rodados ano passado. A medição foi realizada pelo Amigo do Clima, programa ambiental voluntário da WayCarbon, cujo objetivo é garantir a transparência e rastreabilidade de atividades de responsabilidade climática feitas por empresas e instituições. 

Com a iniciativa, a Liberty compensa mais de 6 mil toneladas de CO2 por meio da compra de créditos de carbono do Projeto REDD Cikel, que foca em evitar emissões derivadas do desmatamento de áreas amazônicas no município de Paragominas, no Pará. A viabilização do projeto foi feita pela WayCarbon, empresa de assessoria especializada no desenvolvimento de estratégias focadas em ecoeficiência e economia de baixo carbono.

A iniciativa cumpre com um dos objetivos estratégicos de sustentabilidade do Plano Liberty mais Sustentável, que prevê melhorias na gestão ambiental e de resíduos da companhia e está alinhado também aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que preveem uma série de ações contra a mudança global do clima – ODS 13.

“A mudança climática é um tema latente em nossa sociedade, principalmente quando pensamos no futuro e bem-estar das próximas gerações. É necessário que as companhias se comprometam cada vez mais com ações concretas para mitigar sua pegada de carbono”, comenta Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros.

“A sustentabilidade é um dos principais pilares da Liberty Seguros, pois acreditamos que é nosso papel trabalhar constantemente para diminuir nosso impacto ambiental. Começamos com a categoria de guinchos e outros veículos de socorro e, a médio prazo, vamos compensar 100% do carbono emitido pela nossa operação. “, finaliza. 

Evento da AMMS destaca importância da saúde mental no trabalho

Fonte: AMMS

A Associação das Mulheres do Mercado de Seguros – AMMS realizou nesta quinta-feira (04 de junho) o webinar “A Importância do Equilíbrio Emocional nas Organizações”. Gratuito e aberto a todos os gêneros, o evento, que foi transmitido pelo canal da AMMS no Youtube e registrou mais de 350 acessos, contou com as participações da psicóloga e Fundadora da Parceria Humana, Fabiana Garcia, e da administradora de empresas e head de Sourcing para América Latina da Dover Fueling Solutions, Cláudia Hallais.

O foco do debate girou em torno da psicologia das emoções em prol de poder alcançar a vida emocional construtiva e importantes competências comportamentais profissionais. Nesse contexto, as palestrantes discutiram as visões de Paul Ekman (criador dos personagens do “Divertida Mente” e apontado como um dos maiores psicólogos do século XX), Alan Wallace (um dos maiores eruditos no tema da meditação no Ocidente) e Eve Ekman (expert na expressão das emoções).

Na abertura, a presidente da AMMS, Margo Black, falou sobre o tema do encontro e anunciou algumas novidades que a associação está programando para os próximos meses. “Teremos mais de 10 encontros nesse modelo online. A maior novidade será a “TV Fala Mulher”. A coluna do nosso portal ganhará voz e movimento. Faço um apelo às mulheres: se associem à AMMS e venham ser protagonistas conosco”, conclamou Margo Black.

A diretora Executiva da AMMS, Márcia Ribeiro, que foi a mediadora do evento, também convocou as mulheres do mercado de seguros para participar da associação. “Acessem nosso site, se inscrevam e nos ajudem a fazer um bom trabalho”, observou.

Logo depois, Fabiana Garcia fez um relato sobre experiências pessoais que a levaram ao autoconhecimento e ao desenvolvimento emocional nos últimos anos. “A meditação e a saúde mental eram vistos como algo mais espiritual. Contudo, hoje, a ciência mostra que isso é tão necessário quanto ir ao dentista. Seus dentes são mais importantes que sua mente? É fundamental fazer meditação e pausas, que podem começar por apenas 3 minutos. Quem o faz não se torna improdutivo nem está perdendo algo. Na verdade, está ganhando muito”, asseverou.

Ela destacou a relevância da felicidade sustentável e genuína. Segundo Fabiana Garcia, pode haver casos em que ganhadores da Mega-Sena que ficam mais deprimidos, por razões como a perda de amigos. “Onde estamos embasando a nossa felicidade? Na compra de um carro novo, na promoção no trabalho, no reconhecimento? A felicidade genuína precisa ser cultivada, assim como a sensação de bem estar e de realização pessoal”, afirmou.

Por sua vez, Cláudia Hallais disse que o equilíbrio está em voga e desperta interesse das pessoas. Frisou também que o estresse é resposta fisiológica do corpo para as pessoas se adaptarem. “O estresse é uma ferramenta de sobrevivência. É importante e necessário para crescermos, sairmos da inércia e da zona de conforto. Mas, o eustresse, de períodos curtos, leves e controláveis, que motiva nosso desenvolvimento pessoal, não pode evoluir para o distress, que prejudica nossa saúde”, alertou.

Ela citou estudo segundo o qual 65% dos trabalhadores dos EUA sofrem de estresse no trabalho. No Brasil, esse percentual chega a 69%. “As principais causas são salários inadequados, prazos apertados, pressão excessiva, mudança repentina e carga de trabalho excessiva”, listou.

Cláudia Hallais acrescentou ainda que o estresse elevado pode levar a perturbações emocionais, insônia, dor de cabeça ganho de peso, doenças cardíacas ou renais.

Além disso, advertiu que o estresse crônico é questão que precisa ser tratada no mundo corporativo, algo que não ocorre. “Essa omissão gera um alto preço. O Brasil é apenas o quarto colocado entre os países da América Latina em número de empresas que apresentam politicas de saúde mental e emocional para empregados. Ainda não viram benefícios nisso”, lamentou.

Por fim, respondendo a uma pergunta feita pela presidente da AMMS, Cláudia Hallais explicou que, neste momento da pandemia, no qual aumenta o estresse de homens e mulheres que trabalham em casa, no sistema de home office, é fundamental manter o equilibro e, principalmente, impor-se limites. “É importante ter consciência, enxergar e entender os limites que podemos suportar”, aconselhou.

No encerramento, a vice-presidente da AMMS, Simone Vizani, fez os agradecimentos e falou sobre novidades que estão sendo preparadas pela associação. “A gente vai estrear em breve o nosso podcast. Como disse a presidente, a coluna vai ganhar voz e movimento, ainda este mês. Além disso, teremos as lives, conduzidas por nossas conselheiras. Outra novidade é a TV AMMS, no Youtube. Aliás, informo que este evento vai ficar gravado. Fiquem atentas às nossas lives e, caso queiram, podem compartilhar os conteúdos. Não deixem de seguir a AMMS nas redes sociais. Estamos no Linkedin, Instagram, Facebook e Youtube”, acentuou Simone Vizani.

O encontro contou ainda com mensagens de executivos de empresas patrocinadoras, categoria “Black”, que abordaram as ações adotadas diante do avanço da pandemia do coronavírus.

O CEO da MDS, Ariel Couto, por exemplo, destacou que a empresa está em home office desde 16 de março. “Desde o começo definimos três prioridades: os nossos colaboradores e suas famílias, com manutenção de emprego, dos benefícios e ações de acolhimento; nossos clientes, que precisam ainda mais da MDS nestes dias, sobretudo nas áreas de saúde e benefícios; e a sociedade, com ações para contribuir neste momento tão difícil. Criamos um comitê de crise e desenvolvemos 3 ações: um hotsite com informações sobre a COVID-19; a segunda, que está no forno, uma cartilha com orientações sobre o retorno ao trabalho de forma segura, com duas versões, uma para colaboradores, outra para clientes e para a sociedade; e o terceiro, um movimento que fizemos parte, o #We see hop, que visa a reconhecer e agradecer a aqueles profissionais que estão nas ruas trabalhando enquanto nós podemos ficar em casa, em segurança”, explicou Couto.      

Já o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, falou sobre a importância do equilíbrio emocional nas organizações. “Na nossa empresa, trabalhamos os quatro PES. O primeiro e mais importante é o tratamento às pessoas; o segundo, são os processos da companhia; o terceiro os produtos da companhia; e o quarto, a paixão em tudo aquilo que fazemos. Temos uma médica contratada que dá todo o apoio emocional aos nossos colaboradores, agora, à distância. Está dando resultado muito bacana. Fiquem atentos ao movimento de retorno aos escritórios. É importante trabalhar o emocional. Na Tokio Marine, não vamos querer determinar fases para o retorno. Vamos deixar nossos colaboradores livremente aderirem. Vamos respeitar o distanciamento e quites de proteção dos funcionários. Sairemos diferentes desse distanciamento, porém, muito mais fortes do ponto de vista social e econômico’, salientou.  

Por sua vez, o presidente & CEO da Marsh Brasil, Eugenio Paschoal, revelou que o grupo, que abrange a Marsh, a Guy Carpenter, a Mercer e a Oliver Wyman, tem investido forte na saúde e no bem estar dos colaboradores e elogiou, nesse contexto, a troca de experiências que AMMS proporciona em seus eventos. “Temos a possibilidade real de criar um futuro mais justo, igualitário e inclusivo para todos nós. A AMMS tem papel fundamental nessa jornada. E estamos aqui para apoiar as suas ações. E com muita paixão acelerar essas transformações, pois, afinal de contas, essa luta também é nossa”, frisou Paschoal.

O CEO da Sompo Seguros, Francisco Caiuby Vidigal Filho, também destacou as ações realizadas pela empresa neste momento de pandemia. Segundo ele, a questão do equilibro emocional conta muito para a Sompo. “Fizemos uma transição muito rápida de todo mundo do escritório para as suas casas. Se não tivéssemos uma estrutura de RH muito forte e apoio psicológico muito forte para todos os funcionários, não conseguiríamos fazer da forma como fizemos. Agradeço a AMMS. Muito bom estar com vocês em mais um evento”, observou.  

O webinar teve os seguintes patrocinadores: IRB Brasl Re, Marsh, MDS, Sompo Seguros, Tokio Marine (Black); Aon, Bethe B, MAPFRE Re, Swiss Re (Platinum); Austral Re, Bradesco Seguros, CAL – Costa, Albino & Lasalvia Sociedade de Advogados, CHUBB, Fairfax, Liberty, Liberty Mutual Reinsurance, Matos Filho, Porto Seguro, Wiz Soluções (Gold); Allianz, Alper Seguros, Fator, Lloyd`s, THB, Willis WTW (Silver); e AFL, Argo Seguros, ASAS, Austral Seguradora, Crawford, MatthewsDaniel, NEWE Seguros, Santos Bevilaqua Advogados, SCOR, Sedgwick, SomUS, TransRe e Trench Rossi Watanabe (Bronze).

Luciano Snel, presidente da Icatu, destaca a importancia da transparência em live

Fonte: Icatu

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, foi o convidado da live realizada pela seguradora para falar sobre o cenário do mercado segurador com o surgimento do coronavírus e como a Icatu vem enfrentando o momento atual. Snel, que começou sua carreira como estagiário no Banco Icatu em 1992 e desde 2014 atua como presidente da Icatu Seguros, reforçou a importância da informação e transparência em momentos de crise, além do papel do planejamento de longo prazo para lidar com adversidades. 

“É um momento desafiador, mas com muitos aprendizados. E umas principais lições que essa crise nos ensina é que precisamos aprender, desaprender e reaprender”, afirmou Snel. 

Para dar suporte aos corretores, a Icatu lançou desde março uma serie de ações que visam a sustentabilidade do trabalho desses profissionais, como a não realização de estornos de comissão nos primeiros meses do ano, a antecipação das bonificações Especial e Anual dos profissionais que fazem parte do Programa de Benefícios, além da realização de melhorias continuas no portal Casa do Corretor, através do trabalho de uma equipe engajada de mais de 50 colaboradores. 

Snel destacou a mudança que vem ocorrendo na cultura do seguro no país, onde as pessoas estão se tornando mais conscientes da importância do planejamento financeiro e de estarem resguardadas financeiramente para lidar com situações inesperadas, como uma pandemia, por exemplo. Atenta a esse movimento, a companhia realizou recentemente uma ampla reformulação em seu portfólio de produtos de Vida, com soluções mais flexíveis, através de uma grade de produtos que se complementam, com opções de contratação a partir de R$ 30. 

“Acho que o nosso legado é ser protagonista em tornar o Brasil um país mais seguro financeiramente para todas as famílias. Temos hoje uma oportunidade positiva de sensibilizar a população para o papel do mercado de seguros, para a necessidade de cuidar, de proteger”, finalizou.    

Artigo: Hackers intensificam ataques de phishing na crise provocada pelo COVID-19

ataques cibernéticos

Por Danielle Roth, Claims Manager, Cyber, AXA XL 

Em meados de março de 2020, com a pandemia COVID-19 explodindo nos Estados Unidos, chegou o ataque: hackers atingiram o Departamento de Saúde e Serviços Humanos com uma violação dos seus sistemas, lançando uma campanha de desinformação e disrupção para enfraquecer a resposta dos EUA à pandemia.

Com o foco do país voltado para a saúde e bem-estar dos residentes e dos trabalhadores do setor de saúde, os criminosos cibernéticos intensificaram exponencialmente a sua atividade com um número crescente de ataques. O aplicativo de vídeo conferências Zoom, atualmente utilizada pelas pessoas para se conectarem a familiares, amigos e colegas de trabalho, foi o alvo de ataques repetidos, ou eventos de “Zoom-bombing”, em que os hackersconseguiram obter acesso a canais de conversa privados e difundiram material inadequado para todos os participantes.

Ao mesmo tempo, também aumentaram os ataques do ransomware Maze. Os atacantes Maze utilizam vários métodos de invasão para violar sistemas e criptografar dados, fazendo com que as empresas não consigam entrar nos respectivos sistemas, provocando uma paralização no funcionamento das operações empresariais. No entanto, existe um risco ainda mais nocivo num ataque Maze: os criminosos também ameaçam divulgar publicamente informações confidenciais e proprietárias das empresas com a intenção de extorquir e conseguir um pagamento de resgate.

Infelizmente, quando um evento destas proporções chama a atenção e demanda a energia de todo o mundo, cria-se o momento ideal para os criminosos cibernéticos espalharem o caos. Quase com a mesma rapidez com que o vírus se disseminou nos Estados Unidos, os hackers começaram a se aproveitar da pandemia COVID-19, lançando ataques de phishing na tentativa de rentabilizar a procura crescente de informações e orientações.

Espera-se que este tipo de ataque continue a aumentar, particularmente num momento em que cada vez mais empresas encorajam os seus funcionários a trabalharem remotamente durante a pandemia. Em 17 de março de 2020, 88% das empresas encorajavam ou exigiam que os seus funcionários trabalhassem de casa. Isto significa que as medidas de segurança para computadores e redes, incluindo as orientações de segurança, são mais importantes do que nunca.

Com mais funcionários trabalhando remotamente, as empresas deverão esperar mais tentativas de phishing e uma maior exposição a possíveis violações do sistema. Embora os métodos de phishing não tenham mudado, as mensagens que os hackers estão usando para violar sistemas estão ecoando os eventos atuais.

Em alguns casos, a comunidade de segurança está retaliando. Vários peritos em segurança de algumas das melhores empresas de informática formaram a Liga COVID-19 CTI (Cyber Threat Intelligence, em Português, Inteligência para Ameaças Cibernéticas), focada em combater quaisquer tentativas dos hackers de explorar a atual pandemia. O grupo anunciou que, em apenas algumas semanas, foram registados mais de 100.000 domínios que continham os termos “covid,” “vírus” ou “corona.” E, embora muitos dos domínios possam ser legítimos, a equipe sugere que todos devem ser tratados com desconfiança até que sejam verificados.

Esta medida torna-se crítica à medida que os hackers intensificam esforços para obterem acesso através de e-mails de phishing. Um estudo sobre o volume de e-mails de phishing e ameaças relacionadas com a COVID-19 revela que a atual pandemia representa, possivelmente, a “maior fusão de tipos de ataques cibernéticos em torno de um único tema” da História.

Este é o momento para as empresas comunicarem aos funcionários a forte ameaça e a necessidade de uma vigilância reforçada.

Alguns ataques de phishing que devem ser considerados incluem:

  • E-mails com um aspecto oficial aparentemente encaminhados dos Centros de Controle de Doenças ou da Organização Mundial de Saúde que contenham links;
  • Ofertas online que sugerem tratamentos para a COVID-19 ou apresentam sugestões e produtos de prevenção;
  • E-mails pedindo doação para instituições de caridade locais ou nacionais;
  • Downloads grátis ou anexos com orientações para a COVID-19.

Um estudo sobre o volume de e-mails de phishing e ameaças relacionadas com a COVID-19 revela que a atual pandemia representa, possivelmente, a “maior fusão de tipos de ataques cibernéticos em torno de um único tema” da História.

Impedir violações

Felizmente, os métodos para impedir violações de segurança são aqueles que a sua empresa pode aplicar de imediato para fazer frente ao aumento dos riscos.

Planejamento para a continuidade do negócio: A resposta mais eficaz a um ataque de phishing deve ser iniciada antes da ocorrência de qualquer ataque. Construa um plano de continuidade do negócio que ajude a sua empresa a evitar e a responder a ataques cibernéticos ou violações. 

Reúna uma equipe designada de colaboradores essenciais nomeados para funções de resposta específicas e realize exercícios práticos. A sua equipe pode experimentar um cenário de violação e aprender a trabalhar sob pressão perante a ocorrência de um evento. O planejamento de respostas a incidentes, incluindo exercícios práticos, ajudará a sua equipe a compreender as armadilhas comuns e a identificar facetas importantes de um evento real, incluindo quem tem que fazer parte da equipe de resposta.

Educação dos colaboradores: A melhor linha de defesa em qualquer tentativa de phishing é composta pelos seus colaboradores. Tome medidas para aumentar a educação dos seus colaboradores tanto no reconhecimento como na denúncia de e-mails de phishing. Recomendamos o seguinte processo de verificação:

  • Quem envia? Verifique os endereços de e-mail. Consegue reconhecer o endereço? Existe alguma hipótese de este endereço de e-mail ter sido falsificado?
  • Esperava receber um e-mail desta pessoa? Em caso de dúvida, telefone. Verifique se a pessoa indicada realmente enviou o e-mail.
  • Pense antes de clicar. Em caso de dúvida, não clique em links ou anexos. Se o fizer, poderá libertar malware.
  • Nunca descarregue conteúdos sem verificar se têm origem numa fonte legítima. Se não conseguir verificar, comunique ao departamento designado.
  • Nunca compartilhe acesso, credenciais, dados financeiros ou informações pessoais.
  • Implemente um sistema de verificação em duas ou três partes. É de conhecimento que os hackers falsificam endereços de e-mail de gestores e, em seguida, solicitam transferências bancárias. Implemente um processo que exija que duas pessoas da empresa verifiquem por voz o pedido e exija que a sua instituição financeira o faça também.
  • Evite utilizar links enviados por e-mail tanto quanto possível. Em particular com pedidos de doação, os hackerspodem obter informações financeiras fazendo-se passar por instituições de caridade. Como alternativa, acesse diretamente o website da instituição de caridade e faça a sua doação no website.



Mantenha o software atualizado
Até mesmo a prática básica de instalar correções e atualizações regulares pode proteger os seus sistemas contra violações. As atualizações incluem frequentemente reparos de falhas de segurança e de quaisquer erros que possam abrir portas para os hackers. A simples atualização regular destes programas pode reforçar a sua segurança.


Não seja o alvo mais fácil
Se o seu sistema for bastante fácil de violar e os seus colaboradores não estiverem preparados para enfrentar esquemas de phishing, a probabilidade de os hackers explorarem estas lacunas na segurança será muito maior. Dificultar o acesso dos hackers aumenta a probabilidade de estes focarem a atenção em alvos mais fáceis.

Mantenha o seu plano de segurança ativo. Exija alterações de senhas de forma regular. Obtenha o apoio de toda a organização e integre a segurança na cultura da empresa.


Segurança contínua
Mesmo em plena crise global, os hackers continuarão a operar e até intensificar as suas atividades. A sua empresa deve estar ciente da mudança de mensagem dos hackers com vista a rentabilizar a pandemia e a nossa sede de informação e conselhos.

Embora os seus métodos tenham mudado, os conselhos para combatê-los continuam a ser os mesmos e as boas práticas já recomendadas podem ajudar a proteger os sistemas da sua empresa. 

Seja qual for a crise, prepare-se, pois os hackers estarão prontos para explorá-la. Ao reforçar a formação dos seus colaboradores e a prontidão do seu sistema, a sua empresa pode reforçar a respectiva postura de segurança e ajudar a reduzir as hipóteses de violação do sistema.

MAG Live traz perspectivas sobre futuro da medicina

Debate promovido pela MAG Seguros trata de soluções com nomes importantes da saúde e do setor de seguros 

Fonte: MAG Seguros

A nova edição da MAG Live, realizada nesta quinta-feira (4/6), tratou sobre o futuro da saúde e dos negócios. Entre os palestrantes estiveram nomes de peso como o médico infectologista David Uip e o doutor em genética e professor da Universidade de São Paulo (USP), Michel Naslavsky, que falaram sobre “O Futuro da saúde: a nova medicina”. No segundo painel, Marco Keim (CEO da Aegon Internacional) e Tomas Alfaro (CEO da Aegon Espanha) debateram “A vida após a pandemia”. 

Mediado por Nuno Pedro David, Diretor de Marketing da MAG Seguros, o primeiro fórum apresentou os novos rumos da saúde e da medicina em prol da qualidade de vida dos brasileiros, além de iniciativas inovadoras que podem tornar o sistema de saúde mais eficiente. 

O médico David Uip ressaltou a importância da prevenção para uma boa gestão da saúde. “Nós vamos ter que trabalhar saúde e não a doença. Não será fácil por causa da cultura do país, mas vamos avançar na prevenção e no cuidado. As crises trazem aprendizados, que podem fazer grandes transformações. Mas o futuro trará um aumento dos cuidados individuais para melhorar a saúde – higiene, exercícios físicos – e uma medicina mais desenvolvida”, comentou. 

O doutor Michel Naslavsky ratificou a fala de Uip. “A melhor saúde é aquela que tem menos intervenção e por isso a prevenção é tão importante”, avaliou. “Com o advento da medicina genômica – que tem o perfil de prevenção -, em alguns anos essa cultura preventiva estará na rotina de médicos e dos sistemas de saúde”, antecipou. 

Já o Nuno David lembrou da relevância das empresas e indústrias neste momento de dificuldade para a sociedade. “Os negócios existem quando há um propósito para as pessoas. Para nós da MAG, está muito claro. Nosso propósito é ajudar vidas e famílias e é isso que a empresa tem feito através de produtos como o Bem-Estar (que traz a assistência médica para dentro de casa). A indústria precisa assumir esse papel e ajudar a sociedade nesse momento”, disse o executivo. 

O mundo pós-pandemia 

Trazendo experiência e esperança para o futuro próximo, Marco Keim e Tomas Alfaro abordaram a perspectiva econômica de quem já vive a flexibilização das regras de isolamento social e o início da queda da curva de casos. “Acho que o mundo continuou. Há quatro semanas, o sentimento era de medo e agora o sol voltou a brilhar, com a queda da curva de casos e o início da flexibilização o isolamento, ainda que o home office aqui se estenda até setembro. E com o uso das plataformas digitais, estamos sendo mais assertivos. Os agentes mais experientes que antes não usavam tanto os computadores, agora usam com frequência e têm atingido seus objetivos.”, contou Marco Keim. 

De acordo com Tomas Alfaro, o sentimento na Espanha foi o mesmo. “Em março, a incerteza era o que dominava as pessoas e a economia, mas o que vemos agora é um crescimento e o início da recuperação financeira do país. Com o isolamento, as pessoas não gastaram suas reservas. Agora, com o fim dele, as pessoas voltaram às suas vidas normais e houve aumento no número de gastos”, analisou. 

Alfaro fez ainda uma avaliação sobre como o mercado de seguros vem se comportando por lá com o fim do isolamento social. “Haverá uma percepção maior quanto à importância da prevenção e uma percepção mais aguda da necessidade do seguro. O que nós vivemos mostra como os seguros são importantes em nossas vidas”, disse. 

Para Keim, a população se tornará mais consciente. “No início da crise havia uma falta de demanda, mas após três semanas a demanda voltou a ser contínua. As pessoas estão mais conscientes e preocupadas em buscar proteção”, concluiu o CEO da Aegon Internacional. 

Ao encerrar, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina, ressaltou que o mercado continuará em expansão e a cultura do seguro fará ainda mais parte da vida dos brasileiros. “O nosso propósito é muito grande e muito nobre. As pessoas estão percebendo a importância de se proteger e não tenho dúvidas que a nossa indústria continuará crescendo e será uma das primeiras a sair mais rápido desta crise”, finalizou.