Isolamento social e retorno financeiro elevam lucro da Porto Seguro no semestre em 30%, para R$ 885 milhões

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A Porto Seguro divulgou lucro líquido de R$ 656,7 milhões no segundo trimestre (+72,4% vs. 2T19) e R$ 885,1 milhões no semestre (+30,1% vs. 1S19), resultando num ROAE de 34,9% no segundo trimestre e de 23,2% no primeiro semestre. Excluindo o efeito do excesso de capital e considerando uma remuneração de 100% do CDI para os investimentos, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio seria de 31,5% no trimestre e de 25,4% no semestre.

O grupo destaca em comunicado que apresentou aumento relevante de sua rentabilidade no segundo trimestre e no primeiro semestre de 2020, decorrente principalmente dos efeitos do isolamento social, que resultou na significativa queda da sinistralidade e consequente melhora do desempenho operacional, e também pelo elevado retorno das aplicações financeiras no segundo trimestre, que capturou a recuperação dos preços dos ativos e compensou as perdas do primeiro trimestre.

O elevado retorno das aplicações financeiras no trimestre se deve ao incremento de posições em renda variável realizadas no 1T20, compensando as perdas observadas no primeiro trimestre, e a realização de títulos públicos atrelados a inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex-previdência) foi de 5,3% (719% do CDI) no trimestre.

Apesar dos reflexos da pandemia, as iniciativas adotadas pela empresa desde o início da crise permitiram manter os índices de renovação em patamares elevados e mitigar os impactos principalmente nos Negócios Financeiros, demonstrando a resiliência do seu modelo de negócios em meio a um cenário desafiador de mais um período de crise.

O seguro Auto registrou queda de 9,9% no segundo trimestre, afetado pela retração na venda de novos seguros e pela redução do prêmio médio, como resultado da diminuição do risco, contudo o índice de renovação permaneceu elevado, favorecido pelas medidas adotadas para proteção da carteira.

Os prêmios do Saúde expandiram 16,7% em comparação ao 2T19, mantendo a trajetória de crescimento em duplo dígito observada nos últimos anos. Nos seguros Patrimoniais, os prêmios decresceram 6,7% (vs. 2T19), e o Vida recuou 1,3% (vs. 2T19).

O índice combinado de seguros atingiu 83,8% no trimestre (-9,6 p.p. vs. 2T19), melhor resultado da história da Porto Seguro, beneficiado pela expressiva queda na sinistralidade do seguro Auto (-15,4 p.p. vs. 2T19), decorrente principalmente da redução da circulação de veículos em função do isolamento social, e da relevante melhora na sinistralidade do Saúde (-18,5 p.p. vs. 2T19), fruto em maior parte da diminuição dos procedimentos eletivos realizados no período, também devido aos efeitos da pandemia, enquanto o índice consolidado de despesas administrativas e operacionais reduziu 0,4 p.p. no trimestre (vs. 2T19). Desconsiderando despesas e incentivos a programas sociais para combater os impactos da pandemia de Covid-19 na sociedade, o índice de D.A + D.O teria reduzido 1,1 p.p. no 2T20.

Nos Negócios Financeiros e Serviços, as receitas trimestrais aumentaram 7,6% (vs. 2T19), impulsionadas pelas Operações de Cartão de Crédito e Financiamento, que expandiram 10,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, com aumento de 28,9% no número de cartões emitidos (vs. 2T19), que atingiu 2,8 milhões de unidades ao final do trimestre. A inadimplência (NPL +90 dias) atingiu 6,1% ao final do 2T20, aumento de 0,4 p.p. em relação ao 2T19. Apesar dos desafios enfrentados no período, os Negócios Financeiros reagiram à crise de forma consistente, beneficiados pela gerenciamento eficaz da carteira e ações adotadas para mitigação do risco, principalmente nas renegociações de dívidas.

BB Seguridade lucra R$ 1,8 bilhão no primeiro semestre

BB Seguridade

A BB Seguridade divulgou que o lucro líquido do primeiro semestre, descontados os efeitos extraordinários, retraiu 10,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O grupo ressalta em nota enviada a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que no 1º semestre de 2020 a companhia não contou com a receita do investimento que mantinha no IRB Brasil RE, que no 1º semestre de 2019 contribuiu com R$ 118,8 milhões para o lucro líquido. “Apesar da alienação do investimento, em julho de 2019, ter gerado valor para os acionistas da BB Seguridade, a inexistência dessa receita em 2020 prejudica a comparação anual e responde por mais de 52% da queda no lucro líquido ajustado da BB Seguridade no semestre”.

A holding controlada pelo Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 956,7 milhões no segundo trimestre de 2020. O resultado financeiro recuou 29% no segundo trimestre, ante um ano antes, para R$ 119 milhões. Segundo a companhia, o resultado financeiro foi impactado pela restituição de capital de R$ 2,7 bilhões e também pela taxa Selic menor, causando um impacto de R$ 35,1 milhões no lucro líquido do segundo trimestre.

Os prêmios totalizaram R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre, alta de 2,7%. O índice combinado subiu 6,7 pontos percentuais, para 77%. Em previdencia, o grupo amargou queda de 36,7% nas contribuições entre abril e junho frente ao mesmo período do ano passado.

S E G U R O S : P R Ê M I O S E M I T I D O S C R E S C E M 8 , 3 %

Na operação de seguros, os prêmios emitidos foram impulsionados pelos segmentos de rural (+21,4%) e prestamista (+6,5%). Já os prêmios de seguro de vida cresceram 2,8% no primeiro semestre, com destaque para o lançamento de novas modalidades em maio deste ano, o que levou os prêmios emitidos no segundo trimestre a um crescimento de 11,9% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Com a oferta de três opções – Vida Leve, Vida Plena e Vida Total – a nova família de produtos agrega novas coberturas e assistências associadas ao cuidado com a saúde e bem-estar, incluindo o pet da família, além de um benefício premium no plano Vida Total, onde o cliente pode escolher entre as seguintes opções: pulseira inteligente (Smart Band), mapeamento genético ou terapia online.

Outro ponto de destaque foi a queda de 1,5 p.p no índice de sinistralidade total, mesmo com a decisão da companhia de pagar todos os sinistros relacionados à Covid-19, com destaque para os seguros: prestamista (-1,4 p.p.), rurais (-1,2 p.p.), vida (-0,6 p.p.) e residencial (-5,9 p.p.). Cabe destacar que, até o momento atual, já foram pagos mais de R$20 milhões em sinistros decorrentes de Covid-19.

P R E V I D Ê N C I A : R E S E R V A S D E P G B L E V G B L C R E S C E M 7,4 %

A operação de previdência foi a mais afetada pelos efeitos decorrentes da pandemia da Covid-19, levando arrecadação a uma queda de 10,1% no semestre. Entretanto, com a redução da aversão a risco e a melhora da rentabilidade apresentada pelos fundos, as reservas de previdência voltaram a crescer, atingindo a marca de R$293 bilhões ao final de junho.

C A P I T A L I Z A Ç Ã O : A R R E C A D A Ç Ã O S E R E C U P E R A E C R E S C E E M R E L A Ç Ã O A O P R I M E I R O T R I M E S T R E

Embora a arrecadação com títulos de capitalização tenha retraído 20,1% no primeiro semestre, vale destacar a forte recuperação da arrecadação no mês de junho, levando o segundo trimestre a um crescimento de 2,1% em relação ao primeiro trimestre do ano. No primeiro semestre de 2020, foram pagos cerca de R$31 milhões em prêmios de sorteio, para mais de 7 mil títulos contemplados.

A BB Seguridade Participações informou que vai distribuir R$1 bilhão 747 milhões e 565 mil a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos. O montante equivale a 95% do lucro líquido apurado no primeiro semestre de 2020, acrescido do saldo de dividendos prescritos relativos a exercícios passados.

O Globo: ‘O mercado de seguros é muito aquém do potencial’

A economista diz que o órgão finaliza pacote para estimular competição entre seguradoras e popularizar esse tipo de produto financeiro

Fonte: O Globo

No comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a economista Solange Vieira finaliza um pacote de simplificação de regras para aumentar a competição no setor e popularizar esse tipo de produto financeiro. Na visão dela, o brasileiro ainda não vê o seguro como necessário, mas a pandemia mostrou o quanto é: houve aumento de pagamentos de seguros de vida, saúde, aluguel e previdência. Funcionária do BNDES e ex-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ela diz que o novo marco regulatório estimulará a entrada de novas empresas e o acesso dos consumidores a pacotes de pequenos seguros contra roubo de celular, computador ou bicicleta, por exemplo, a preços mais acessíveis.

As mudanças em elaboração pela Susep, são divididas em dois eixos. Um, já em consulta pública, trata dos chamados seguros massificados, voltados para consumidores. O outro, ainda em elaboração, diz respeito a seguros de grandes riscos, para empresas, como os exigidos em obras de infraestrutura. Como órgão regulador, a Susep tem autonomia para mudanças normativas sem passar pelo Congresso.Só para alterar o DPVAT, seguro obrigatório para o trânsito criado por lei, precisa de aprovação do Legislativo.

Em 2019, o governo editou uma medida provisória para extinguir esse tipo de seguro, mas não foi votada pelos parlamentares e perdeu a validade. Em entrevista ao GLOBO, Solange diz que a proposta foi mal interpretada. Admite que não há clima agora para uma nova tentativa, mas diz que o plano de acabar com o monopólio não foi abandonado.

O que muda para o consumidor no novo marco regulatório de seguros que a Susep prepara?

A gente quer que o brasileiro faça seguro. É importante que você tenha seguro de vida, de saúde, seguro-desemprego, que cubra a escola de seu filho se a sua renda cai, para o seu aluguel se você não consegue pagar. Há vários tipos de seguros, só que as regras sempre foram muito complicadas. A Susep sempre padronizou muito, não permitindo que seguradoras pudessem fazer produtos simples. Nosso objetivo é simplificar e permitir produtos simples, de preço acessível, para que a população passe a ter acesso ao seguro.

Por que o seguro é um produto que não vende tanto no Brasil?

E uma combinação de várias coisas. A estrutura regulatória é muito ruim, difícil, tem uma linguagem pouco acessível para a população. O brasileiro, culturalmente, não sente a necessidade de fazer seguro. O seguro por danos representa 1,1% do PIB. Na Argentina, está na casa de 3,1%. Seguro não é popular no Brasil, e o nosso trabalho é mudar isso. O único seguro que é popular é o de automóveis e, ainda assim, cobre só 30%, 40% da frota.

O que a Susep está fazendo para popularizar o seguro?

Uma das ações tem um nome complicado: sandbox (modelo de flexibilização de regras para estimular inovações). A ideia é fazer com que seguradoras pequenas possam desenvolver produtos simples, como seguro de celular, de computador, de bicicleta, de patinete, de equipamentos eletrônicos. Esses seguros não são praticados no Brasil em larga escala pelas grandes seguradoras. Nós baixamos o capital inicial da empresa e já temos mais de 10 inscritas. Na tradução literal seria mesmo uma ideia de caixa de areia onde você faz um teste com a empresa, tem que ser um projeto novo, ter bastante inovação.

Qual é a essência do novo marco regulatório do seguro?

A Susep sempre padronizou muito. Colocamos em consulta pública uma norma que a gente chama de massificados, que são seguros de valores menores, contratados por pessoas físicas, micro e pequenas empresas. Nesse seguro, ainda se precisa de um arcabouço de proteção do consumidor. Já em relação ao seguro de grandes riscos, o regulador tem que deixar as partes negociarem livremente. O objetivo é estimular a competição e produtos mais adequados. Quando o regulador interfere demais, você não consegue competir via preços porque todas as regras são dadas.

Qual a importância da flexibilização do seguro de grandes riscos?

Com a aprovação da nova lei do saneamento pelo Congresso, o Brasil tem um potencial enorme. São grandes obras de infraestrutura. Isso será importante em outras áreas, como energia elétrica, óleo e gás, construção de rodovias, hidrovias, aeroportos, na aviação e na exportação. A expectativa é que surjam novas empresas seguradoras no Brasil e haja atratividade para novos entrantes do mercado internacional. A gente tem 122 empresas, mas há espaço para muito mais. O mercado brasileiro se desenvolveu pouco devido ao regulador, e isso acabou gerando um número de empresas no mercado muito aquém do potencial.

Com o avanço da tecnologia, consumidores vão poder contratar seguro por aplicativo?

Essa é uma plataforma importante para a gente desenvolver produtos, e com bom preço para o consumidor. As seguradoras estão começando a desenvolver plataformas de venda pelo celular e internet.

A Susep passou a autorizar o seguro intermitente para veículos. Como ele funciona?

Esse seguro foi liberado pela Susep em 2019. Neste ano, teve um crescimento de demanda de 600% e uma queda de preço de cerca de 50%. Ele é “liga e desliga”. Você sai de carro, ele é acionado pelo seu celular. Quando você chega na garagem, desliga. O preço do seguro é menor, mas depende do seu perfil. Se você usa pouco o carro, vale a pena. Hoje, funciona só para veículos.

Se o setor crescer não será preciso ter mais controle?

Estamos criando um sistema de registro de operações para apólices de seguros. Será um tipo de registrador que opera para bancos. Esse sistema vai permitir às seguradoras fazer operações sofisticadas no mercado financeiro. Isso baixa o custo e elas vão poder oferecer produtos a preços menores. Do outro lado, o consumidor vai saber que tem apólice. Muita gente hoje faz um seguro de vida, morre e a família não sabe. Com esse sistema, a Susep vai poder ter informação on-line por CPF. Os primeiros registros começam em novembro, e o processo todo vai levar três anos.

De que forma a pandemia mexeu como setor?

Na pandemia, a gente vê o quanto está sendo utilizado o seguro de vida, de saúde, de previdência. O sinistro de fiança locatícia (aluguel) subiu de R$ 52 milhões em 2019 para R$ 157 milhões no primeiro semestre deste ano. De janeiro a junho de 2020 o resgate dos planos de previdência (PGBL e VGBL) foi de R$ 40,2 bilhões, contra R$ 35.3 bilhões no mesmo período de 2019. Esta variação ocorreu em março, quando começou a Covid-19. Em março, o resgate pulou de R$5.3 bilhões, que foi o número (do mesmo mês) de 2019, para R$10,1 bilhões. Agora, em junho de 2020, já voltou ao patamar de R$ 5 bilhões por mês. São seguros muito flexíveis. Em qualquer adversidade você faz o saque.

O que acha do plano do governo em permitir o saque parcial dos fundos de pensão?

E um avanço importante. Em algum momento a gente vai ter que discutir previdência aberta e fechada. Faz todo o sentido aproximar as duas e o que cada uma tem de bom. Você só não mexe no benefício definido porque tem uma renda garantida, então fica mais difícil você permitir saques.

O governo desistiu de acabar com o DPVAT?

Não gosto do DPVAT porque é um produto estruturado na forma de um monopólio, que, por definição, é uma coisa ruim. Quando a gente tentou discutir ele com o Congresso, a ideia não era acabar, mas reformular. Acabou não funcionando. Acho que foi mal interpretado. A gente tem uma sobra de recursos do DPVAT que decidimos utilizar. Enquanto esses recursos não se extinguirem, não há espaço para rediscutir o DPVAT. A gente tem um fôlego de dois a três anos, vai depender muito do volume de sinistros que esse fundo terá que pagar.

Essa discussão vai voltar em algum momento?

A gente vai discutir que o seguro tem que existir, mas não em forma de monopólio. O DPVAT é um seguro de responsabilidade civil, de danos contra terceiros, a favor do motorista e do passageiro. Não vejo motivo para que não possa ser operacionalizado por qualquer seguradora.

Como ficou a fusão entre a Previc, que fiscaliza os fundos de pensão, e a Susep?

Eu trabalhei no projeto de unificação, a gente discutiu com o Ministério da Economia, a proposta estava amadurecendo e veio a pandemia. Agora não tem espaço no Congresso para se debruçar sobre um assunto administrativo. Talvez no ano que vem esse assunto volte. A vantagem da junção é a economia de escala, a gente consegue unificar as regras de previdência aberta e fechada. As regras têm que se aproximar, inclusive, para que a gente tenha uma portabilidade mais fluida. Defendo a tese de que o participante, da previdência aberta ou fechada, deve poder escolher por onde quer receber a aposentadoria dele.

Allianz Partners apoia o bem-estar de seus colaboradores durante o home office

Empresa adaptou comunicação, investiu em assistência psicológica, promoveu ações de reconhecimento e criou guia para liderança

Fonte: Allianz Partners

O mundo à nossa volta mudou muito em apenas três meses e as empresas precisaram se adaptar à situação. Nestes momentos, a Allianz Partners, líder em assistência 24 horas, colocou em prática diversos planos para continuar atendendo às necessidades de seus clientes e contribuir com as boas condições de trabalho de seus colaboradores, assim como com o reforço de sua cultura.

A empresa, que conta com a maior parte do quadro de colaboradores na área de atendimento ao cliente, adaptou 100% das suas operações em uma semana. “Nos bastidores, a equipe de TI, junto às outras áreas envolvidas, trabalhava o tempo todo para configurar a tecnologia que tornaria tudo possível. Os líderes e técnicos foram incansáveis e tiveram que pensar como preparar toda estrutura, em um prazo muito difícil de cumprir”, afirma Karina Bertolla, gerente de Comunicação e Treinamento Corporativo. Além disso, a Comunicação Interna foi redesenhada para desempenhar, ainda mais o seu papel essencial de engajamento em tempos de incerteza. “Nós sempre incentivamos um clima de interação, com foco no bem-estar dos colaboradores. Por isso, desenvolvemos métodos para otimizar essa comunicação, fazendo com que ela chegasse rapidamente a todos e sem obstáculos para sua leitura. E isso englobou o envio de uma carta do presidente, após todos estarem seguros em casa, a criação de um boletim extraordinário de notícias, a ‘virtualização’ de programas de reconhecimento e a criação de manuais para esse novo momento”, completa.

O ‘novo normal’ da companhia foi um divisor de águas no que diz respeito ao trabalho remoto. De acordo com a executiva, muitos colaboradores ainda não tinham experiência de trabalhar em casa e a condição atual impulsionou o desenvolvimento de um material com dicas simples e práticas de como atuar em home office. “Nós criamos um guia para o trabalho em casa, mas não com o objetivo de tentar padronizar a rotina dos colaboradores ou criar regras. Mas sim, dar dicas e lembretes para as pessoas, falar sobre a importância de pausas para o cafezinho ou o alongamento, de interagir com as crianças e ajudá-las a compreender os diversos momentos do dia. Estimulamos a integração da família em alguns programas e comunicações e compreendemos que a separação absoluta do espaço casa e trabalho não é real. Os líderes precisam ter empatia e aceitar imprevistos de forma mais natural e leve. Em linhas gerais, trabalhamos muito a confiança em nossos materiais”, destaca Karina.

O Coral Corporativo, coordenado pela regente e professora Sheila Souza, do Instituto de Voz Sheila Souza, também ganhou novos contornos. Os ensaios que o ocorriam antes ou após o expediente com 31 colaboradores, agora passaram a ser virtuais. Essa iniciativa acontece desde 2014 e é a primeira vez que acontece de maneira remota. “A atividade exige cooperação e disciplina, despertando o espírito de equipe e emoções positivas para nos conectar novamente às pessoas e ao mundo”, ressalta a gerente.

O investimento mais recente foi o programa Conte Comigo!, que oferece assistência psicológica, jurídica, financeira e social aos colaboradores, incluindo estagiários, cônjuges e filhos. A executiva ressalta que o objetivo com a iniciativa é amenizar os impactos causados pelo distanciamento social e, também, aqueles previamente existentes, como depressão, ansiedade, questões relacionadas à separação conjugal, entre outros. Tudo feito pelo telefone, gratuitamente e de forma sigilosa.

Além disso, àqueles que atuaram com tanto afinco no início desse processo de quarentena, a empresa ainda proporcionou uma ação especial. “Os profissionais de TI, Operações e Suporte Administrativo receberam em suas residências uma caixa com mimos especiais, uma carta de agradecimento assinada pelo CEO, uma bonificação e a oportunidade de celebrarem com a família em um jantar com pizza. O resultado foi surpreendente e, inclusive, os familiares se sentiram acolhidos”, finaliza Karina.

Balanço do IRB é aprovado por acionistas e ex-diretores responsabilizados

Assembleia também deu sinal verde para responsabilizar judicialmente os ex-executivos envolvidos na divulgação de informações inverídicas sobre a base acionária, entre outros atos que causaram danos à companhia 

A Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária de acionistas do IRB Brasil RE, realizada de forma virtual, na última sexta-feira (31), aprovou as demonstrações financeiras de 2019 do ressegurador. Também ficou definido o pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos aos acionistas, assim como a administração foi autorizada a responsabilizar judicialmente os ex-executivos envolvidos na divulgação de informações inverídicas sobre a base acionária e cobrar ressarcimento dos prejuízos causados à empresa. 

Investigações independente e interna, concluídas no fim de junho, responsabilizaram José Carlos Cardoso e Fernando Passos, ex-CEO e ex-CFO, pela veiculação de informações falsas sobre a base acionária, assim como pelo recebimento e pagamento a título de bônus, sem as devidas aprovações e justificativas internas, de aproximadamente R$ 60 milhões; realização de operação de recompra de ações em desrespeito aos limites impostos pelo Conselho de Administração; e incorreções nas demonstrações financeiras. 

Devido a essas incorreções, as demonstrações financeiras de 2019 foram revisadas e apresentadas aos acionistas – com pareceres de auditores independentes, do Comitê de Auditoria e do Conselho Fiscal da companhia –, além da proposta de destinação do lucro líquido apurado de R$ 1.210.120.047,43. Os dois tópicos foram aprovados. 

Dividendos 

Sobre os dividendos distribuídos, o montante global de proventos foi de R$ 317.053.370,63, sendo o valor líquido de impostos de R$ 287.403.511,26. Desses, R$ 91.331.346,91 (líquido) referem-se ao lucro líquido do exercício social de 2019, o que corresponde a 7,55% do total; e R$ 225.722.023,72 (R$ 196.072.164,35 líquidos) referem-se a lucros de exercícios anteriores alocados em conta de retenção de lucros.  

O valor por ação dos proventos foi distribuído da seguinte forma: R$ 198.445.591,18, a título de Juros sobre Capital Próprio bruto, declarado pelo Conselho de Administração em novembro de 2019, equivalente a R$ 0,21307607849 por ação (R$ 0,18508733526 líquido por ação, imputado ao dividendo obrigatório); R$ 27.276.432,54, a título de Juros sobre Capital Próprio bruto, declarados na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, equivalente a R$ 0,02953635375 por ação (R$ 0,02565658730 líquido por ação, imputado ao dividendo obrigatório); e R$ 91.331.346,91, a título de dividendo (complemento do dividendo obrigatório), equivalente a R$ 0,09889837927 por ação. A base do total de ações utilizada foi de 923.486.791 ações, já excluídas as ações em tesouraria. 

A data base de cálculo para a posição acionária que fará jus aos dividendos e juros sobre capital próprio declarados na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária será 14 de agosto próximo. A partir de 17 de agosto, as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos e ex-juros. 

Conselhos e remuneração 

Os acionistas também deram aval para a fixação do Conselho Fiscal da empresa em quatro membros efetivos e outros quatro suplentes e, em seguida, elegeram os oito nomes indicados pelo IRB.  

Além disso, Hugo Daniel Castillo Irigoyen foi chancelado como o nono membro titular do Conselho de Administração da empresa. A decisão de aumentar o número de cadeiras no Conselho de Administração foi tomada em assembleia realizada em junho. Hugo junta-se aos titulares Regina Helena Jorge Nunes; Ivan Gonçalves Passos; Henrique José Fernandes Luz; Marcos Pessoa de Queiroz Falcão; Marcos Bastos Rocha; Roberto Dagnoni; e Ellen Gracie Northfleet, além do presidente Antonio Cássio dos Santos. 

A assembleia também aprovou a proposta de fixar o limite de valor da remuneração anual global dos administradores e dos membros dos conselhos da companhia, para o período entre abril deste ano e março de 2021. Ficou estabelecido o montante de R$ 42.481.999,00 para remuneração do Conselho de Administração, Diretoria Estatutária e Conselho Fiscal. 

SulAmérica é confirmada no índice FTSE4Good

Fonte: SulAmérica

SulAmérica foi incluída, pelo quarto ano consecutivo e com melhora de avaliação neste ciclo, no índice de sustentabilidade FTSE4Good Index Series, um dos mais importantes índices internacionais composto por companhias de capital aberto comprometidas com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG).

O FTSE4Good é aferido pela FTSE (Financial Times Stock Exchange) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. A elaboração do índice pela FTSE Russell é baseada em dados de domínio público, inclusive relatórios financeiros ou de sustentabilidade, de forma independente, atendendo a rígidos critérios de seleção.

Liberty Seguros lança terceira edição da Academia Digital para os corretores

liberty seguros

Em 2020, o foco das aulas será em prospecção e gestão de clientes potenciais, além de marketing digital

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança mais uma edição de sua Academia Digital, treinamento criado para capacitar corretores a vender seguros por meio redes sociais. Desde a sua primeira edição, em 2018, o curso já impactou mais de 1.000 pessoas e, neste ano, o foco será habilitar os corretores parceiros em novas formas de marketing digital, incluindo integração com processo de geração e gestão de leads.

Nos módulos anteriores do curso, a Liberty Seguros ajudou corretores a promoverem e desenvolverem seus negócios por meio de canais como Facebook, Instagram e Google Ads, além de ensiná-los as melhores práticas de utilização do WhatsApp Business como ferramenta de atendimento aos clientes. 

Na terceira edição da Academia Digital, os parceiros terão acesso à novas dicas de marketing digital, informações sobre ciclos de vendas e ferramentas para gestão de clientes potenciais, também conhecidos como leads.

O novo treinamento será dividido em 10 vídeo-aulas ministradas por Lorran Souza, especialista em marketing digital e parceiro da companhia desde a primeira temporada da ação:

  1. “O funil de vendas e o consumidor na era digital”
  2. “A importância de um site no processo de captação de leads”
  3. “O que são landing pages e como a sua deve ser”
  4. “Ferramentas para gestão de leads”
  5. “A importância do marketing de conteúdo”
  6. “Mensure os resultados e aprimore sua estratégia”
  7. “Os benefícios do trabalho baseado em leads qualificados”
  8. “Estratégias de SEO em produção de conteúdo”
  9. “Como fazer e-mail marketing”
  10. “Case: Entrevista Corretor Liberty”

O curso terá início no dia 04 de agosto e os módulos serão divulgados nas semanas subsequentes, com o último disponibilizado no dia 25/08. 

No dia final de setembro, haverá ainda um novo webinar com o especialista, exclusivo para os corretores que assistiram todas as aulas e se destacaram nos testes. Dentre estes, serão selecionados dez nomes para concorrer a uma mentoria gratuita com Lorran, fornecida como prêmio pela Liberty Seguros. 

“Desde a primeira edição da Academia Digital, o nosso objetivo foi desenvolver os corretores para ajudá-los a crescer junto com a companhia, expandindo suas carteiras por meio do digital”, diz Marcos Machini, Vice-Presidente Comercial da Liberty Seguros. “Com a expansão do digital e a crescente variedade de plataformas disponíveis, é indispensável que os corretores estejam preparados para atender as demandas nesses novos formatos e tenham estrutura para administrar seus clientes em potencial de maneira eficiente”, completa. 

As aulas das primeiras edições da Academia Digital continuam disponíveis para que todos os interessados possam assisti-las desde o início, mas não é necessário ter participado das edições anteriores para participar dessa sequência.

Para ter acesso à nova edição da Academia Digital e às edições passadas, basta acessar a Plataforma de Treinamento no Meu Espaço Corretor. 

Marcio Coriolano pontua cinco temas prioritários para a saúde suplementar

Segundo dados apresentados por ele, nos últimos 12 anos a saúde suplementar acumulou arrecadação de R$ 1,58 trilhão

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, foi um dos debatedores do Webinar “Impacto da Pandemia no Cenário Econômico”, organizado pela Rede D’Or. O encontro virtual aconteceu ontem, dia 29, com a participação de representantes de instituições médicas e economistas. 

Um ponto comum entre todos é a urgência em se repensar o pais num momento tão complicado do mundo. “As grandes batalhas e conquistas vão acontecer dentro do país. Todos temos de se preparar, pois o Brasil já estava na UTI quando foi atingido pelo coronavírus. Sobreviver agora é estar pronto para as oportunidades”, disse Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil e sócio fundador da Gávea Investimentos em sua palestra ‘O que esperar do cenário econômico para os próximos meses”. Investir em saúde, infraestrutura, reforma política e tributárias foram algumas das urgentes prioridades citadas por Fraga para que o Brasil consiga vencer as feridas causadas por uma década sem crescimento continuado.

Marcio Coriolano reforçou a urgência das reformas estruturais e acrescentou as que precisam acontecer na saúde suplementar, que vinha num ritmo acelerado, mesmo em períodos recessivos. Em sua fala, ele afirmou que não acredita num novo normal mágico. “Acredito que temos de voltar a equacionar o que deveria ter sido normal na última década, e que ainda não conseguimos resolver”, comentou.

Segundo dados apresentados por ele, nos últimos 12 anos a saúde suplementar acumulou arrecadação de R$ 1,58 trilhão. “É um volume considerável, pago por pessoas que querem ter um plano de saúde”. Desse valor, R$ 1,31 trilhão retornou para os beneficiários de planos de saúde, mediante pagamento a toda a rede de atenção à saúde, formada por hospitais, laboratórios, médicos, indústria de fármacos e todo o tipo de profissionais médicos.

No entanto, desde 2014, as operadoras de planos de saúde vêm perdendo clientes por conta do desemprego. Dados apresentados por Denizar Vianna, ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde em sua palestra “Como será o mercado da saúde suplementar no pós-pandemia?”, revelam perdas financeiras significativas com o maior uso de tecnologia e procedimentos por parte dos usuários.

Desde 2016, o número de beneficiários atendidos, segue na casa dos 47 milhões. “A previsão agora é aumento do desemprego e as operadoras vão perder clientes com vínculo empregatício se essa projeção se confirmar. E se as operadoras perdem, toda a cadeia perde, pois hospitais e laboratórios têm boa parte das suas receitas proveniente dos planos de saúde”, enfatizou Vianna. 

Os trabalhadores informais são citados como um dos desafios do setor. “Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 38 milhões de trabalhadores informais, que tem capacidade de pagar o plano de saúde, mas não estão organizados para ter acesso ao sistema de saúde suplementar. “Só os trabalhadores que usam aplicativos são 4 milhões. Eles poderiam ser foco da saúde pelo coletivo por adesão. Mas qual o tíquete médio? Em 2019, era de R$ 338. E esse valor não da para trazer o mercado informal para a saúde suplementar. Precisamos discutir o que é necessário em mudança regulatória, tanto as que dependem do Congresso como aquelas que podem ser realizadas pelo órgão regulador, para dar mais acesso a população à saúde suplementar”, pontou Vianna.

O presidente da CNseg frisou que a retomada do crescimento dependerá do comportamento do produto, da renda e do emprego. “Os planos de saúde empresariais dependem crucialmente da produção e do emprego e os planos por adesão da renda. Além disso, precisamos retomar discussões importantes que estavam na pauta do setor e precisam ser retomados.” 

Marcio Coriolano se referiu a cinco importantes temas: racionalidade da incorporação tecnológica; prioridade para a atenção primaria da saúde; prioridade para a promoção e prevenção da saúde; mudança do modelo de remuneração dos serviços médicos; e revisão do marco legal da Lei 9.656. “Sou otimista como todo segurador, já que nossa missão é dar proteção de longo prazo. Afinal, nos comprometemos em gerenciamento de riscos. Temos um desafio enorme de dar sustentabilidade para a saúde suplementar. Ela mostrou as suas soluções neste momento grave de pandemia. E o nosso sistema privado tem todas as condições de sair mais fortalecido se todos esses tópicos forem debatidos e implementados”. 

Veja todos participantes:

Moderadores:
Dr. João Pantoja – Diretor Geral do Hospital Copa Star
Dr. Gilberto Amorim
Oncologista da Oncologia D’OR e Clinica São Vicente;

Palestrantes:
Como os economistas interpretam as estatísticas da COVID-19?
Prof. Juliano Assunção
Professor Associado do Departamento de Economia da PUC Rio;

O que esperar do cenário econômico para os próximos meses?
Prof. Arminio Fraga
Ex- Presidente do Banco Central do Brasil, Sócio Fundador da Gávea Investimentos;

Como será o mercado da saúde suplementar no pós-pandemia?
Dr. Denizar Vianna
Ex- Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde

Debatedores:
Dr. Marcio Coriolano
Presidente da CNseg

Dr. Leandro Reis
Vice-Presidente Médico da Rede D’OR São Luiz

Coordenação do evento:
Drª. Olga Souza
Diretora Nacional da Cardiologia da RDSL

Dr. Flavio Cure
Cardiologista – H Copa Star

Icatu Seguros promove debate sobre diversificação de investimentos com objetivo de longo prazo

Com participação da Trígono Capital, encontro virtual explicou as vantagens de diversificar sua carteira previdenciária com ações de grande potencial de valorização e boas perspectivas de distribuição de dividendos

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros realizou, nesta quinta-feira (30/7), mais um “Conversa com Especialista” no seu canal no Youtube. Nesta semana, o debate foi sobre o lançamento de um novo fundo, o Trígono Icatu 100 FIA PREV, e como diversificar a previdência privada com investimentos em ações de empresas de setores distintos. No bate-papo virtual, a mediadora Talita Raupp contou com os convidados e experts do mercado Fred Mesnik e Werner Roger, respectivos CEO e CIO da Trígono Capital, que discutiram os principais diferenciais e características do produto, bem como perspectivas para o mercado acionário diante de muitas incertezas, queda de juros e, também, da retomada após a pandemia.

A Trígono, em conjunto com a Icatu Seguros, disponibilizou um portfólio de previdência privada com alocação integral em ações com foco em empresas small caps com boas perspectivas de distribuição de dividendos. Os profissionais de finanças explicaram o conceito de trabalho usado pela Trígono Capital e de que forma isso impactará positivamente no produto criado com a Icatu Seguros. 

Conceito ESG e investimento em ações no mercado brasileiro

No início do debate, os especialistas explicaram um dos principais pilares do processo de um investimento, o ESG, conjunto de ações e medidas aplicadas que tornam as empresas sustentáveis e seus negócios bem valorados frente ao mercado, tais como aspectos consolidados de governança, meio ambiente, social e econômico. Em paralelo, empresas não aderentes ao ESG e envolvidas em eventos negativos possuem, em média, um retorno e/ou volatilidade menos consistentes: “É importante que uma empresa seja aderente aos preceitos ESG, pois sua performance se destaca diante das demais devido ao compromisso que elas assumem, principalmente com governança. Um bom exemplo de companhia sustentável, com boa governança e que performa bem é a WEG que, nos últimos dois anos, teve uma média de volatilidade de 43% e 209% de retorno”, conta Roger. 

O executivo reforçou ainda que a gestora de ações Trígono implementou uma política de exclusão de empresas cujo nicho de negócio seja mais sensível diante do mercado. Assim como qualquer companhia violadora dos dez fundamentos do Pacto Global das Nações Unidas, que levam em consideração temas como direitos humanos, condições e relações no trabalho, normas éticas e respeito ao meio ambiente. “É uma questão natural que o próprio mercado tem excluído empresas destes setores. Embora, muitas vezes, a rentabilidade destas instituições gere bons dividendos, em termos de desempenho na bolsa estão negativos”.

Já o especialista em finanças, Fred Mesnik, deu dicas sobre o mercado brasileiro de ações e informou que, atualmente, há 254 empresas possíveis de investimentos na bolsa. Dentro deste montante de companhias, 123 delas possuem capitalização menor na B3 – as chamadas small e micro caps avaliadas até 5 bilhões de reais – porém rendem mais dinheiro no longo prazo em comparação com as demais 101 empresas denominadas mid large caps com valor de mercado entre 5 e 20 bilhões de reais ou superior, respectivamente. 

Com base nesses conceitos do segmento acionário, a Trígono Capital se juntou com a Icatu Seguros para trazer papéis de ações interessantes e valorados no mercado, nos quais os clientes da seguradora podem aplicar a previdência privada em companhias de setores rentáveis, sustentáveis e diversificados como saúde, construção, agronegócio, concessão e energia, mineração e metalurgia, educação, consumo, óleo e gás, financeiro, tecnologia, telecomunicações e outros.

MAG Live: a importância da elevação dos investimentos para a economia nacional

MAG Seguros CORONAVIRUS

Debate promovido pela MAG Investimentos trata sobre os investimentos como forma de restauração econômica do país 

Fonte: MAG Seguros

A nova edição da MAG Live, realizada nesta quinta-feira (30/7), abordou a ‘Recuperação da atividade econômica através de investimentos’. Participaram do debate o Secretário Especial Adjunto do Programa de Parcerias e Investimentos do Ministério de Economia, Bruno Leal, o professor da Fundação Dom Cabral e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Gilmar Mendes e a estrategista da MAG Investimentos, Patrícia Pereira. 

Sob a mediação de Arnaldo Lima, Diretor de Estratégias Públicas da MAG Seguros, o fórum tem como objetivo trazer a informação sobre as principais questões do cenário político e econômico do país, transformando investidores em protagonistas de seu próprio futuro. 

O secretário Bruno Leal ressaltou a importância do Programa de Parceria e Investimentos. “Mesmo sendo considerada jovem, em 2016, a nossa secretaria já colhe bons frutos. 

Leal pontuou a importância da privatização como forma de alavancar a economia brasileira. ” A grande questão para atrair os investimentos, principalmente os privados, é de fato a estabilidade macroeconômica, por isso a importância de se ter uma consolidação fiscal. O investimento historicamente vem do setor privado, é ele quem traz a dinâmica para a economia. Em relação a investimentos voltados à infraestrutura, eles sempre foram derivados dos investimentos públicos. Entretanto no atual cenário com a retorsão fiscal que nós vivemos, e com a necessidade de movimentar esses investimentos, é necessário que haja a promoção dos investimentos privados também para esse setor”, afirmou o Secretário. 

O professor da Fundação Dom Cabral e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Gilmar Mendes, ressaltou a importância de gerar uma reformulação no Estado Brasileiro. “Mudar o Estado é a única forma de consertar as coisas do passado e avançar para um futuro. É confiar na venda de ativos e na privatização. A reforma estruturadora que o governo propõe é a única saída para se fazer um estado do tamanho e forma que ele deve ser”, comentou Gilmar. 

Mendes ainda reforçou que enxerga grandes oportunidades através do posicionamento do governo atual para que o Estado alcance seus objetivos. “Estamos otimistas porque temos grandes projetos e estamos avançando. O desafio hoje da equipe econômica é fazer hoje tudo que deveríamos ter feito no passado. Mas estamos avançando e aproveitando as oportunidades”, disse. 

Trazendo uma melhor visão do mercado financeiro e suas perspectivas, a estrategista Patrícia Pereira ratificou a visão de Mendes. “Estamos no caminho certo, mas o caminho não é fácil. O Brasil tem muitas questões do passado que não podem ser esquecidas, mas estamos vendo hoje um governo que olha o macro, para de fato mudarmos essa dinâmica. Em plena pandemia, a PL do saneamento pontuada pelo Bruno foi aprovada, a reforma tributária voltou ao radar e o governo já apresentou a primeira fase da proposta dele, gerando movimento no Estado”, comentou Patrícia. 

A estrategista ainda mencionou a dificuldade que o mercado externo enxerga no mercado financeiro brasileiro . “Para quem enxerga o nosso mercado de fora, vê com certa dificuldade o nosso otimismo tendo tanta judicialização, impostos em cima de impostos, exceções e poucas regras, além de muitas quebras contratuais. Nosso histórico não nos ajuda, precisamos estar mais sólidos para que o investidor estrangeiro nos veja com bons olhos”, explicou. 

Ao final, o Secretário pontuou que a privatização será o grande protagonista do crescimento econômico brasileiro. “Com a privatização, nós conseguimos enxergar uma melhora nos serviços, gerando uma nova realidade. E é nessa linha que nós da PPI seguimos trabalhando de forma a aumentar e promover a nossa carteira para que tenhamos o produto a ser ofertado no fim do dia aos investidores. O governo vem com prioridades para empresas como a Eletrobras, o porto de Santos, PL dos Correios e temos outros setores ainda a definir”, disse Leal.