Icatu Seguros promove debate sobre diversificação de investimentos com objetivo de longo prazo

Com participação da Trígono Capital, encontro virtual explicou as vantagens de diversificar sua carteira previdenciária com ações de grande potencial de valorização e boas perspectivas de distribuição de dividendos

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros realizou, nesta quinta-feira (30/7), mais um “Conversa com Especialista” no seu canal no Youtube. Nesta semana, o debate foi sobre o lançamento de um novo fundo, o Trígono Icatu 100 FIA PREV, e como diversificar a previdência privada com investimentos em ações de empresas de setores distintos. No bate-papo virtual, a mediadora Talita Raupp contou com os convidados e experts do mercado Fred Mesnik e Werner Roger, respectivos CEO e CIO da Trígono Capital, que discutiram os principais diferenciais e características do produto, bem como perspectivas para o mercado acionário diante de muitas incertezas, queda de juros e, também, da retomada após a pandemia.

A Trígono, em conjunto com a Icatu Seguros, disponibilizou um portfólio de previdência privada com alocação integral em ações com foco em empresas small caps com boas perspectivas de distribuição de dividendos. Os profissionais de finanças explicaram o conceito de trabalho usado pela Trígono Capital e de que forma isso impactará positivamente no produto criado com a Icatu Seguros. 

Conceito ESG e investimento em ações no mercado brasileiro

No início do debate, os especialistas explicaram um dos principais pilares do processo de um investimento, o ESG, conjunto de ações e medidas aplicadas que tornam as empresas sustentáveis e seus negócios bem valorados frente ao mercado, tais como aspectos consolidados de governança, meio ambiente, social e econômico. Em paralelo, empresas não aderentes ao ESG e envolvidas em eventos negativos possuem, em média, um retorno e/ou volatilidade menos consistentes: “É importante que uma empresa seja aderente aos preceitos ESG, pois sua performance se destaca diante das demais devido ao compromisso que elas assumem, principalmente com governança. Um bom exemplo de companhia sustentável, com boa governança e que performa bem é a WEG que, nos últimos dois anos, teve uma média de volatilidade de 43% e 209% de retorno”, conta Roger. 

O executivo reforçou ainda que a gestora de ações Trígono implementou uma política de exclusão de empresas cujo nicho de negócio seja mais sensível diante do mercado. Assim como qualquer companhia violadora dos dez fundamentos do Pacto Global das Nações Unidas, que levam em consideração temas como direitos humanos, condições e relações no trabalho, normas éticas e respeito ao meio ambiente. “É uma questão natural que o próprio mercado tem excluído empresas destes setores. Embora, muitas vezes, a rentabilidade destas instituições gere bons dividendos, em termos de desempenho na bolsa estão negativos”.

Já o especialista em finanças, Fred Mesnik, deu dicas sobre o mercado brasileiro de ações e informou que, atualmente, há 254 empresas possíveis de investimentos na bolsa. Dentro deste montante de companhias, 123 delas possuem capitalização menor na B3 – as chamadas small e micro caps avaliadas até 5 bilhões de reais – porém rendem mais dinheiro no longo prazo em comparação com as demais 101 empresas denominadas mid large caps com valor de mercado entre 5 e 20 bilhões de reais ou superior, respectivamente. 

Com base nesses conceitos do segmento acionário, a Trígono Capital se juntou com a Icatu Seguros para trazer papéis de ações interessantes e valorados no mercado, nos quais os clientes da seguradora podem aplicar a previdência privada em companhias de setores rentáveis, sustentáveis e diversificados como saúde, construção, agronegócio, concessão e energia, mineração e metalurgia, educação, consumo, óleo e gás, financeiro, tecnologia, telecomunicações e outros.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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