Rodrigo Maia vai levar seguro para ser discutido no Congresso

Solange Vieira Susep Rodrigo Maia

O presidente da Câmara dos Deputados disse que vai se reunir com Solange Vieira, da Susep, para organizar conversas com deputados

O presidente do Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que quer entender mais sobre o setor de seguros. A declaração foi no primeiro webinar de um ciclo de debates promovido pela FGV com patrocínio da BMG Seguros para discutir o papel do seguro na expansão da infraestrutura. 

“Estou aqui para aprender sobre seguros, um tema complexo. Seguros tem pouca atenção política e da sociedade. Saneamento, reforma tributária ou reforma da previdência são temas mais polêmicos, mas menos complexos que seguros. Confesso que não temos dado atenção devida para um setor que tem um papel tão importante para a economia brasileira como demostrou Solange Vieira em sua apresentação”, disse.

Maia se referiu a titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ela afirmou que o seguro tem muito a agregar para o Brasil. “Vimos neste momento de pandemia a importância do seguro, que perpassa por todos os segmentos da economia, como saúde, seguro de empresas, seguro de vida. O seguro serve para proteger as pessoas e os negócios. Para ajudarmos o setor a crescer e atrair capital, temos de simplificar o marco regulatório”, contou. 

Solange também adiantou que em meados de agosto planeja divulgar um novo marco regulatório para grandes riscos. “É um marco regulatório importante, que dá muita liberdade para as seguradoras criarem contratos sob medida para os riscos dos grandes consumidores e certamente isso atrairá recursos significativo para o Brasil, uma vez que há excesso de capital no mundo com taxas de juros que chegam a ser negativas. Mas para isso, é preciso ter regras claras, simples e transparentes e precisamos de mudanças no resseguro”, afirmou. 

Ela citou que o Brasil tem hoje R$ 12 bilhões em venda de resseguro no total de R$ 280 bilhões em seguros de danos. “É um percentual muito baixo de resseguro diante da carteira de riscos das companhias. Há uma retenção grande demais dos riscos com as seguradoras. Precisamos discutir o resseguro, como a cláusula de preferência para as locais. Temos 17 locais. O Chile tem mais de 100. Temos admitidas e eventuais, mas há uma preferência para as locais, o que tira a atratividade das empresas estrangeiras. O resseguro é importante e não vamos conseguir desenvolver grandes riscos se não mudarmos o resseguro”, argumentou. 

Além do resseguro e de grandes riscos, Solange informou a Maia que a Lei 8666, das licitações publicas e que traz um capítulo sobre seguro garantia, traz impactos significativos não só para o mercado de seguros como também para toda a sociedade considerando-se que o seguro traz economia de custos num projeto de infraestrutura. “Uma fiança bancária pode variar entre 0,50% e 0,75% do valor da obra, enquanto o seguro garantia tem um custo médio de 0,25%. Isso é urgente para ser discutido”, frisou a titular da Susep. 

Em relação ao seguro judicial, Solange explicou a Maia que o produto libera o balanço das empresas. “Nem eu que estou no setor consigo imaginar o tamanho das coisas que podemos fazer com o seguro. Um setor que pode agregar muito para a economia brasileira. Fizemos um estudo que nos revelou que há mais de R$ 60 bilhões de recursos mobilizados em processos na justiça do Trabalho que poderiam ser liberados por uma apólice de seguro”. 

Maia se comprometeu a dialogar com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, para avançar nas discussões das mudanças na lei de licitações, para que se chegue a um consenso no que diz respeito ao seguro garantia. A discussão, que dura anos, está no percentual que o seguro garantia teria do contrato de investimento e nas obrigações das seguradoras em caso de a obra parar por algum motivo com proteção contratual. 

“Quero sentar com Solange Vieira para organizar conversas com deputados e juntos mostrarmos o impacto positivo que uma boa regulação de seguro pode ter para a sociedade com redução de custos. Precisamos discutir qual deve ser o impacto que uma simplificação na regulação pode trazer, a unificação das agências. Certamente ter um marco regulatório de melhor qualidade e uma agência com mais força possa ajudar a garantir mais investidores para os projetos de infraestrutura que o Brasil necessita”, comentou. 

Artigo: O mercado brasileiro de seguros e sua modernização

por Paulo Leão de Moura Jr, Chairman da THB Brasil

O Sistema Nacional de Seguros encontra-se em um forte processo de transição com a participação direta e indireta de todos os seus representantes. Esse processo tem como objetivo a modernização do sistema ou o que cada setor acredita ser ‘modernização’.

Para uns, a necessária inclusão do nosso Sistema ao Sistema Internacional e consequente adequação ao evidente globalismo do seguro; para outros, a tradicional postura comodista da manutenção do ‘status quo’; e outros ainda, ultraconservadores, pretendem o retorno do monopólio do resseguro e absoluto controle estatal do Sistema.

Parece-me que as iniciativas de introduzir esse processo têm início na quebra do monopólio mantido pelo IRB: algumas poucas lideranças do mercado – corretores, alguns seguradores e técnicos egressos do próprio IRB, conhecedores da condição internacional e global do seguro – tentaram atualizar a metodologia dos processos em nosso Sistema. Infelizmente, foram barrados pela ignorância abundante que permeava as decisões do Governo, na estrutura da SUSEP, nas representações das seguradoras e dos corretores que, na época, julgaram que a quebra do monopólio do resseguro e a autorização para a criação das resseguradoras brasileiras – altamente protegidas – já seria modernização suficiente para o nosso mercado. Não levaram em conta o ponto principal e tradicionalmente esquecido: os interesses maiores dos consumidores.

Por anos, o ideal de modernização do mercado foi mantido através de artigos, cursos, palestras, pressões tecno-comerciais e políticas. No entanto, com a entrada da nova Superintendente da SUSEP, Sra. Solange Paiva Vieira surgiu um interesse maior. E tudo leva a crer que, inegavelmente, a reconhecida economista e pessoa de confiança do Ministro da Economia, segue a cartilha do franco neoliberalismo onde a intervenção do Estado como partícipe da evolução e modernização da economia é permitida. Nesse sentido, contraria o laissez faire do liberalismo, a sobrevivência do mais forte do velho Darwin e do Capitalismo Selvagem dos americanos de outrora.

Tenho grande simpatia pelo neoliberalismo, porém, no caso das atividades ora em estudo e de outras praticadas pela SUSEP, entendo que deva existir uma certa distância, salvo melhor juízo, entre a posição da Superintendente que procura modernizar este nosso arcaico Sistema e as demais estruturas da SUSEP que ainda persistem em atuar ao estilo 1967. Como no caso da Resolução 382 de 2020 que parece indicar uma certa falta de conhecimento em relação as atividades dos corretores seguros. Por outro lado, agendas diversas em estudo com a finalidade de permitir que o mercado assuma a livre criação de seus produtos, eliminando a padronização sistemática de cláusulas e condições, demonstram claro objetivo de modernizar o Sistema.

Salvo melhor juízo, o que me parece é que ninguém se atém a encontrar o que a maioria absoluta dos participantes do atual Sistema de Seguros quer. Como participar do mercado internacional ao qual é dependente e participante. Acima de tudo, a responder a demanda real do consumidor ao que, de fato, seria a modernização do mercado. 

Para tanto, é fundamental que todos se envolvam e ouçam, comentem e assessorem os estudos da SUSEP para que alcance um objetivo de longo prazo, de uma proposta para o funcionamento adequado, eficiente e eficaz de um novo Sistema de Seguros no Brasil. Que não acolha a tradicional subserviência do mais fraco ao mais forte, ponto importante do neoliberalismo. É bom lembrar, ainda, que o desenvolvimento econômico/financeiro do mercado de seguros, depende fortemente da própria evolução econômica do país e, como consequência, da adoção de medidas que venham a permitir a geração de demanda ao seguro. Com a eclosão da pandemia, já nos encontrávamos em situação grave na economia. Estávamos aguardando inúmeras reformas em seguida a da Previdência. Agora, a recessão está ainda mais forte e, certamente, seus efeitos serão sentidos pelo Sistema. Assim, é importante que seja entendido que a simples modernização não irá necessariamente influir no crescimento da produção de seguro, nem tampouco, o Sistema virá a adotar tão somente ações que, a pretexto de concorrência e redução de custos, pretendam medidas modernosas, profissionalmente falsas e alheias à realidade, muito comum em inúmeros projetos e programas deste nosso Brasil.

Como falado no início deste artigo, as ideias para modernizar o Sistema Nacional de Seguros são bastante heterogêneas, com inúmeros e diferentes pensamentos na forma pretendida para a sua manutenção e, sobretudo, na forma de agir na atividade Seguro. O importante a considerar preliminarmente, é que a atividade do seguro é importante e razoável, envolvendo milhões de empregos e dependências diversas. Portanto, é extremamente séria a tratativa para modificar exemplarmente o Sistema. A propósito, é bom lembrar que a reserva técnica de seguros no Brasil atinge um valor superior a 1 trilhão de reais. Isso é ainda pequeno considerando o mercado internacional.

Assim, dentro de minha inferência, o que realmente desejamos para um novo Sistema de Seguros?

Das inúmeras versões, atrevo-me a apresentar o que julgo cada um dos participantes poderia recomendar: realmente, é um grande atrevimento, pois, humildemente deveria me recolher a minha insignificância. Mas, vamos lá!

No contexto dos ultraconservadores, quer me parecer que em sua maioria, gostariam de voltar a 1967 com o Sistema imposto pelo Decreto Lei 63, inclusive, com a manutenção do IRB como órgão monopolista. Neste grupo, vamos encontrar um número razoável de seguradoras, principalmente, entre aquelas que melhor controlam suas instituições representativas. E, também, um número razoável de corretores de seguro ligados a seus órgãos representativos.

Já os conservadores, a meu ver, desejam manter a situação atual, o ‘status quo’, com maior controle da SUSEP no sentido de padronizar ao máximo condições e cláusulas, cercear mais ainda as atividades dos corretores de seguros com restrita fiscalização, preferivelmente sob seu total controle. Aqui encontramos as seguradoras de banco e de interesses outros.

Os liberais, por outro lado, desejam a total inserção do mercado local ao mercado internacional trazendo ao Brasil todas as operações de produtos, modernizando imediatamente os serviços inerentes a essa atividade. Instituições financeiras, bancos, empresas de investimentos e que tais seriam excluídas e proibidas de operar em seguro. A meu ver, colocaria as atividades de seguro e resseguro totalmente a mercê do mercado internacional e, aqui no Brasil, influenciado pelo capitalismo selvagem, detonaria os mais fracos. Por exemplo, teríamos que considerar se ao Brasil interessa manter empresas de resseguro. O IRB seria mantido detendo mais de 60% do resseguro nacional, como ressegurador brasileiro, alijado que seja do controle acionário dos bancos?

Por fim, temos os neoliberais da cartilha da Sra. Solange Vieira que, a meu ver, pretende abrir o mercado liberando a operação produtiva das seguradoras, criando as condições de aprimoramento técnico dos corretores de seguros, porém, equilibrando as pressões dos mais fortes, permitindo a manutenção de seguradoras e resseguradoras locais, mas, totalmente inseridas no mercado internacional.

E, afinal o que o consumidor deseja?

Atrevo-me a considerar que o cliente brasileiro, ou atuando no Brasil, deseja que seus riscos encontrem condições técnicas e de serviços eficientes e eficazes de seus corretores e do mercado de seguros que lhe permitam o controle de escolha de sua política de retenção e de transferência ao seguro. E nesse processo, uma regulação justa e criteriosa de sinistros e, sobretudo, o retorno da instituição da ‘boa-fé’ de um passado longínquo, que hoje em dia é chamada de ética profissional.

Artigo: É hora para uma política de e-mail!

por Patty Huntleym, Project Management Professional (PMP), Risk Manager – Loss Prevention and Education, Design Professional da AXA XL

Como muitos de nós estamos percebendo um aumento no uso de email nos últimos meses, este é um ótimo momento para revisar sua política de email com sua equipe. Se você não tem essa política, nunca houve momento melhor para criar uma.

Atualmente, são tantas as pessoas trabalhando remotamente que as conversas rápidas que costumavam acontecer na mesa, no corredor ou no elevador agora foram reduzidas a uma série de e-mails. Acrescente a isso o dilúvio diário normal de correspondência e é natural que alguns funcionários tenham esquecido o protocolo adequado para correspondências eletrônicas.

Para ajudar você a reforçar sua atual política de e-mails ou criar uma, postamos uma amostra abaixo. Recomendamos que você trabalhe com seu advogado para adequá-la às necessidades específicas da sua empresa e incorporá-lo à sua política geral de comunicação / mídia.

POLÍTICA DE EMAIL

O NOME DA EMPRESA considera o email um método importante de comunicação e reconhece a importância do conteúdo adequado do email e respostas rápidas na transmissão de uma imagem profissional e no atendimento eficaz ao cliente. Você é obrigado a usar esta ferramenta somente de maneira responsável, eficaz e legal. Embora o e-mail às vezes seja menos formal do que outras comunicações por escrito, as mesmas leis se aplicam, incluindo as aplicáveis ​​a difamação, violação de direitos autorais e plágio. Portanto, é importante que você trate o e-mail com o mesmo cuidado que tem com outras comunicações por escrito. Lembre-se de que todo e-mail que você escreve pode ser potencialmente lido por terceiros e interpretado (ou mal interpretado) por um tribunal ou órgão regulador.

Além disso, periodicamente é feito o back-up e gravação da rede da NOME DA EMPRESA. O material transmitido por e-mail pode ser divulgado a terceiros não intencionais (por exemplo, em um contexto de litígio ou investigação governamental), mesmo que uma cópia impressa do e-mail não tenha sido feita. Portanto, os e-mails devem conter apenas os fatos específicos e outras informações que precisam ser comunicadas para fins comerciais. Antes de salvar ou enviar um e-mail, considere se alguma informação contida na comunicação pode ser imprecisa ou mal interpretada se recebida por terceiros.

Uso aceitável

Esta política permite o uso pessoal limitado da sua conta de e-mail da NOME DA EMPRESA. O uso pessoal está sujeito às seguintes limitações:

• Um nível de uso que não prejudique seu trabalho

• Um nível de uso que não ameace de forma alguma a segurança ou a eficácia operacional dos sistemas da NOME DA EMPRESA

• Deve ser dada prioridade ao uso dos recursos para fins comerciais

• O uso pessoal não deve ser de natureza comercial ou com fins lucrativos, nem para qualquer forma de ganho financeiro pessoal

• O uso pessoal não deve ser de natureza que concorra com NOME DA EMPRESA nos negócios

• O uso pessoal não deve estar relacionado a qualquer uso que entre em conflito com suas obrigações com a NOME DA EMPRESA como empregador

• O uso pessoal não deve estar conectado a nenhum objetivo ou aplicativo que entre em conflito com as políticas, regras ou procedimentos da NOME DA EMPRESA

Além disso, as seguintes ações são proibidas:

• Envio ou encaminhamento de e-mail contendo comentários difamatórios,  ofensivos, racistas ou obscenos

• Enviar email não solicitado (spam), correntes ou lixo eletrônico

• Forjar ou tentar forjar mensagens de email

• Disfarçar ou tentar disfarçar sua identidade ao enviar email

• Enviar email usando a conta de email de outra pessoa, a menos que explicitamente autorizado

• Enviar conscientemente um anexo que contém um vírus ou software malicioso (malware)

Os negócios da NOME DA EMPRESA podem ser realizados em computadores e dispositivos eletrônicos apenas quando de acordo com as políticas de TI e com o uso de contas de e-mail da NOME DA EMPRESA. Evite usar endereços de e-mail da NOME DA EMPRESA para uso pessoal. Você não precisa necessariamente rescindir seu contrato; você só precisa de uma extensão de tempo e precisa que seu cliente entenda sua preocupação com a saúde e a segurança de seus funcionários e daqueles que trabalham no canteiro de obras.

Confidencialidade

As políticas de confidencialidade da NOME DA EMPRESA também se aplicam às informações transmitidas eletronicamente. O e-mail deve ser tratado como confidencial por outros usuários do sistema e acessado apenas pelo destinatário, a menos que autorizado pelo remetente, pelo destinatário endereçado ou por um membro da alta administração que exerça os direitos da NOME DA EMPRESA de monitorar as comunicações eletrônicas de acordo com lei local.

Os sistemas de e-mail não podem ser considerados seguros, portanto, não devem ser usados ​​para transmitir informações confidenciais ou pessoais externamente, até que garantias razoáveis ​​de confidencialidade tenham sido obtidas. Além disso, o seguinte aviso de isenção de responsabilidade será automaticamente adicionado a cada e-mail que tenha um destino externo:

CONFIDENCIALIDADE: Esta comunicação, incluindo anexos, é para uso exclusivo do (s) destinatário (s) e pode conter informações proprietárias, confidenciais ou privilegiadas. Se você não for o destinatário pretendido, qualquer uso, cópia, divulgação ou distribuição, ou a realização de qualquer ação mediante esta informação é estritamente proibida. Se você não for o destinatário pretendido, notifique o remetente imediatamente, exclua esta comunicação e destrua todas as cópias.

Se você tiver dúvidas sobre o envio de determinadas informações por e-mail, verifique com CARGO / DEPARTAMENTO antes de enviar o e-mail.

Os sistemas de e-mail não podem ser considerados seguros, portanto, não devem ser usados ​​para transmitir informações confidenciais ou pessoais externamente, até que garantias razoáveis ​​de confidencialidade tenham sido obtidas.

Gerenciamento de registros de e-mail

Você deve gerenciar sua conta de e-mail de maneira consistente com as políticas de gerenciamento de registros e agendamentos de retenção da NOME DA EMPRESA. Procure orientação do CARGO / DEPARTAMENTO para entender como a política se aplica a sua área. Todas as contas de e-mail mantidas em nossos sistemas são de propriedade da NOME DA EMPRESA. Os funcionários devem esperar que seus registros comerciais, incluindo e-mail, possam ser acessados ​​a qualquer momento, inclusive após deixarem a organização. O departamento de TI, solicitará que todos os gerentes forneçam instruções sobre como lidar com a conta de e-mail de um funcionário que saiu da empresa.

Além disso, o e-mail pode estar sujeito a uma possível divulgação por intimação ou outra ordem legal das autoridades governamentais ou de acordo com procedimentos de descoberta em um processo ou investigação. Alterações, exclusões ou falhas na divulgação ou produção de e-mails identificados para divulgação podem sujeitar o NOME DA EMPRESA e o funcionário responsável por essa falha a penalidades ou sanções civis ou criminais.

Monitoramento

A NOME DA EMPRESA se reserva o direito, por meio de gerenciamento apropriado e de acordo com a lei aplicável, de revisar, monitorar, auditar, interceptar, acessar e divulgar todas as mensagens, arquivos, documentos e informações eletrônicas criadas, recebidas ou enviadas através das redes do sistema. Esse monitoramento ocorrerá apenas para proteger os interesses legítimos da NOME DA EMPRESA, de seus funcionários ou de seus clientes.

Por exemplo, o monitoramento pode ser configurado para detectar uma violação desta política, como a liberação de informações proprietárias, pessoais ou confidenciais; impedir violações da segurança da informação e preservar a eficácia operacional da TI; investigar uma queixa de assédio ou discriminação; ou para evitar vazamentos ou abuso do uso de dados de funcionários ou clientes.

A NOME DA EMPRESA pode, a seu critério, aplicar sistemas automáticos de monitoramento, filtragem e rejeição de mensagens, conforme apropriado, e negar a transmissão de mensagens com conteúdo que viole a política da empresa.

Diretrizes para escrever e-mails e gerenciar volume

Ao escrever e-mails:

• Use assuntos curtos e descritivos.

• Considere usar cabeçalhos ou outra formatação para estruturar e-mails longos.

• Envie o e-mail apenas para quem for necessário; evite listas extensas de “cc”.

• Use frases curtas e concisas.

• Identifique claramente os e-mails privilegiados na linha de Assunto como “Confidencial” ou “Comunicação Privilegiada e Confidencial Sujeita ao Privilégio Advogado-Cliente e / ou Produto de Trabalho do Advogado”, se aplicável.

• Use humor e ironia com moderação, pois eles podem ser facilmente mal interpretados.

• Evite usar abreviações, emoticons e emojis da Internet, como carinhas felizes.

• Aproveite as ferramentas de verificação ortográfica e gramatical antes de enviar seu e-mail.

• Não envie anexos desnecessários.

• Verifique se anexos grandes estão compactados (ou seja, com tamanho reduzido usando arquivos compactados ou métodos semelhantes disponíveis no departamento de TI). Os funcionários também podem usar portais de transferência de arquivos internos (por exemplo, SharePoint).


Luciano Calabró Calheiros assume como CEO da Berkley Brasil

Luciano Calheiros

“Me identifiquei muito com a cultura, os valores e a forma que a liderança conduziu os negócios até o momento. Esses foram os principais motivos para aceitar este convite tão especial”

A Berkley Seguros, um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos, anuncia a chegada do executivo Luciano Calheiros na posição de CEO Brasil. Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, Calheiros possui experiência internacional de 25 anos na indústria de seguros, dos quais 15 anos em posições de gestão, sendo a sua última atuação como CEO da joint-venture entre uma resseguradora global e um dos maiores grupos financeiro do Brasil. 

“Estou muito honrado em trabalhar na Berkley, que é uma seguradora sólida financeiramente, íntegra e transparente.  A Berkley tem uma ótima reputação no mercado e uma equipe altamente qualificada. Assumo com compromisso de dar continuidade a este trabalho de sucesso e que conquistou o respeito e reconhecimento de corretores e clientes”,comenta Calheiros. “Me identifiquei muito com a cultura, os valores e a forma que a liderança conduziu os negócios até o momento. Esses foram os principais motivos para aceitar este convite tão especial”, completa.

Para o executivo há ainda dois pontos importantes na sua chegada: com a pandemia, existe a necessidade de planejar o retorno dos colaboradores ao escritório, com o cuidado e segurança que o momento exige. Já olhando para os negócios, analisar as novas oportunidades, especialmente no médio mercado (middle market), para um crescimento rentável. “A Berkley possui todas as qualidades para se posicionar e se consolidar neste segmento, com um portfólio diversificado de produtos e linhas de negócio”, afirma.

Com o apoio da Icatu Seguros, peça “Tudo que eu queria te dizer” será transmitida de forma online em agosto

“A Icatu acredita que a cultura e o conhecimento são agentes de mudança para a sociedade. Com este apoio queremos levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público, valorizando a arte brasileira“, conclui Rafael Caetano, diretor de Marketing da Icatu Seguros.

Fonte: Icatu Seguros

Inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros, a peça “Tudo que eu queria te dizer”, estrelada por Ana Beatriz Nogueira, entrará novamente em cartaz. O formato agora é especial: o monólogo será transmitido ao vivo pela plataforma Zoom, durante todos os sábados de agosto, às 18h. Com apoio da Icatu Seguros, a iniciativa é uma forma de valorizar a cultura e o teatro, que passam por um momento delicado devido à pandemia do novo coronavírus e ao mesmo tempo levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público. 

Através de cinco cartas fictícias retiradas do livro de Martha Medeiros, Ana Beatriz dá luz às histórias e inquietações de mulheres como Renata, Andressa, Clô, Dirce, Clarissa e Ester. As cartas refletem os dilemas particulares de cada uma dessas personagens, que fazem o público se emocionar, refletir, rir e se reconhecer em várias situações.  O espetáculo, intimista por ser um monólogo, é encenado na própria casa da atriz, que completa 35 anos de carreira esse ano. 

Para estimular a interação, o público poderá enviar perguntas para Ana Beatriz no chat do Zoom, no dia da transmissão da peça, que serão respondidas pela atriz ao fim do espetáculo. 

“A ideia de transmitir a peça em formato streaming é uma novidade bem recebida nesse cenário de distanciamento social, mas também é uma ótima saída para a democratização da cultura, independente do momento em que vivemos, fazendo com que o teatro chegue a todos os lugares, com valores acessíveis”, afirma Ana Beatriz. Os ingressos serão vendidos diretamente no site da Sympla e parte da arrecadação das vendas será doada para o Retiro dos Artistas. 

Ao longo de 28 anos, a Icatu Seguros desenvolveu um histórico de apoios e patrocínios que mostram sua ligação com a cultura brasileira, através de projetos que valorizam a preservação da memória e da identidade cultural do país. Peças teatrais, shows, livros e documentários são algumas das iniciativas que contaram com o apoio da seguradora. 

“A Icatu acredita que a cultura e o conhecimento são agentes de mudança para a sociedade. Com este apoio queremos levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público, valorizando a arte brasileira“, conclui Rafael Caetano, diretor de Marketing da Icatu Seguros.

Tudo que eu queria te dizer 

Elenco: Ana Beatriz Nogueira

Direção: Victor Garcia Peralta

Texto: Martha Medeiros 

Todos os sábados de agosto, às 18h

Duração: 40 minutos

Chubb registra prejuízo de US$ 331 milhões no segundo trimestre

“Por que você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a teleconferência com analistas

A Chubb Ltd. registrou um prejuízo líquido no segundo trimestre, principalmente devido às perdas do COVID-19, e seu principal executivo alertou na quarta-feira que as pandemias não são seguráveis em uma ampla base, sem que o governo federal desempenhe um papel importante.

O presidente e CEO Evan Greenberg disse que o COVID-19 é uma “catástrofe global lenta” sem limites geográficos ou de tempo e que afeta os dois lados do balanço.

A Chubb divulgou na terça-feira um prejuízo líquido de US$ 331 milhões no segundo trimestre, em comparação com um lucro líquido de US$ 1,15 bilhão no mesmo período de 2019. No primeiro semestre de 2020, a Chubb sofreu uma perda líquida de US$ 79 milhões, em comparação com um lucro líquido de US$ 2,19 bilhões no mesmo período de 2019. O índice combinado se deteriorou para 101% no primeiro semestre, em comparação com 89,6% no mesmo período de 2019.

Como anunciado anteriormente, as perdas líquidas de catástrofe de Chubb de US$ 1,51 bilhão incluíram US$ 1,16 bilhão de perdas de pandemia de COVID-19, US$ 353 milhões em perdas de responsabilidade civil entre outras.

Em uma teleconferência na quarta-feira, Greenberg alertou que a perda de COVID-19 é a melhor estimativa da Chubb para a perda final em seu balanço e seus passivos decorrentes da pandemia.

“Nós acertamos exatamente? Deus sabe. Existe risco em torno disso? Claro que sim. Porque você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a ligação.

O índice combinado da Chubb no segundo trimestre foi de 112,3%, em comparação com 90,1% no mesmo período de 2019. A frequência e a gravidade na maioria das linhas de negócios estão se beneficiando porque as atividades comerciais estão em baixa, disse Greenberg.

Embora a redução da atividade econômica tenha um impacto negativo no crescimento, a Chubb está se beneficiando de condições favoráveis de subscrição de propriedades comerciais e responsabilidades. “Esperamos que a Chubb tenha um crescimento positivo da receita durante todo o ano”, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos emitidos no segundo trimestre, em US$ 8,36 bilhões, aumentaram 0,1%, enquanto os prêmios líquidos de seguros gerais foram de US $ 7,74 bilhões, queda de 0,4%, disse Chubb. Os prêmios líquidos emitidos foram reduzidos em US$ 191 milhões para refletir os ajustes de exposição nas políticas em vigor da Chubb devido ao COVID-19, disse o documento.

“Nos mercados em que crescemos, melhoramos a taxa de exposição na maioria das linhas de produtos comerciais”, disse Greenberg. As taxas gerais no seguro corporativo norte-americano aumentaram 14% e, nas principais contas. As taxas aumentaram 21% em riscos especiais. As taxas de sinistros subiram mais de 25,5% e as linhas financeiras aumentaram mais de 18,5%.

Nas operações internacionais de seguros gerais da Chubb, as taxas subiram 16% nos negócios internacionais de varejo e 20% no atacado de Londres.

Durante a conferência, Greenberg também comentou sobre as tentativas de clientes com acoes judiciais para pressionar o pagamento da cobertura de lucro cessante que na maioria das vezes não existe. “A cobertura para pandemia nunca foi contemplada nas apólices padrão de lucro cessante e, portanto, nenhum prêmio foi cobrado por esses riscos”, disse ele.

No entanto, o setor tem um papel importante a desempenhar em uma solução potencial de risco de pandemia, disse ele. A Chubb apresentou recentemente seu próprio plano de pandemia de compartilhamento de riscos, apoiado pelo governo.

A Chubb também apoia ativamente os esforços republicanos de fornecer um porto seguro para que as empresas atenuem futuras reivindicações de responsabilidade relacionadas à pandemia, disse Greenberg.

Impor às empresas o ônus da responsabilidade é “uma despesa adicional que, em última análise, beneficia um setor, seria uma farsa e uma vergonha”, disse ele.

Bradesco Seguros registra resultado operacional de R$ 3,7 bilhões de abril a junho

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 3,778 bilhões de abril a junho, o que representa alta de 5,1% frente ao segundo trimestre de 2019

O banco Bradesco informou em release que o lucro líquido atingiu R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano, uma importante evolução de 3,2% em relação ao trimestre anterior, mesmo considerando o reforço de provisionamento para cenário econômico adverso que fiz neste trimestre, relacionadas ao segmento Financeiro, no valor de R$ 3,8 bilhões, e R$ 747 milhões relacionadas ao segmento de Seguros.

O desempenho do resultado operacional, cuja evolução de 5,7% foi impulsionada pelo maior resultado advindo das operações de seguros, previdência e capitalização, do excelente desempenho dos custos, com redução de 2,5% frente ao trimestre anterior e do crescimento da margem financeira, originada, em maior parte, pela margem com o mercado.

A performance do resultado operacional do braço segurador no comparativo com 1T20 e 2T19, tem como origem principal, a melhora do índice combinado, reflexo da queda do índice de sinistralidade, em função da redução dos procedimentos eletivos, influenciados pelo distanciamento social no segmento saúde e pela redução da frequência de avisos, impactada pela diminuição da circulação urbana no segmento de automóvel.

Em relação ao resultado financeiro, é justificado pelo comportamento dos índices econômico-financeiros, que impactaram o desempenho das aplicações financeiras, com destaque para renda variável, multimercado e pela redução do IPCA nos períodos.

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 3,778 bilhões de abril a junho, o que representa alta de 5,1% frente ao segundo trimestre de 2019.

Abaixo o release do grupo:

O Grupo Bradesco Seguros registrou crescimento de 5,1% no resultado das operações de Seguros, Previdência e Capitalização no segundo trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 28,9%.

O desempenho reflete a boa performance do Resultado Operacional em função da melhora dos Índices de Sinistralidade e Combinado, influenciados pela redução dos procedimentos eletivos decorrente do distanciamento social no segmento de Saúde, e pela queda da frequência de avisos, impactada pela diminuição da circulação urbana no segmento Auto.

Já com relação ao Lucro Líquido, apesar da melhora dos indicadores de desempenho e do crescimento de 17,5% em relação ao primeiro trimestre de 2020, com aumento de 2,1pp no Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE), foi registrada queda de 25,8% na comparação entre segundos trimestres e de 30,9% ante o primeiro semestre de 2019, impactada pelo recuo do Resultado Financeiro, decorrente da queda dos índices IPCA e CDI, e pela constituição de provisões adicionais, como medida prudencial para fazer frente à pandemia da covid-19.

No comparativo dos últimos 12 meses, houve uma evolução de 4,7% na quantidade de Segurados, Participantes em Previdência e Clientes de Capitalização, que superou 29 milhões.

Na área de produtos a seguradora apresentou novas soluções em diversos segmentos. Em Previdência Privada, lançou uma família de fundos que reforça o posicionamento da empresa no mercado, em um momento de redução da taxa básica de juros. Os novos produtos, geridos em conjunto com a Bradesco Asset Management (BRAM) e voltados a clientes com diferentes perfis e tolerância a risco, abrem opções para a diversificação de carteira, com potencial de ganhos no médio e longo prazos.

Em Saúde, foi lançada a Plataforma Saúde Digital, reunindo uma série de serviços e facilidades online para os beneficiários da Bradesco Saúde e da Mediservice. A principal novidade é o atendimento de médicos da rede referenciada por vídeo, com diferentes especialidades disponíveis para consultas a distância.

Além disso, pelo aplicativo Bradesco Saúde, o beneficiário pode realizar consultas imediatas, também por vídeo, com equipe médica dedicada. O serviço está disponível 24 horas, sete dias por semana, incluindo feriados.

Também foram adotadas em Auto e Ramos Elementares medidas para simplificação de processos, como a implantação de autovistoria e autoinspeção, de forma online, e procedimentos online para contratação de seguro de vida.

Com relação aos corretores, a companhia realizou o programa ‘Com Você Corretor’, série de lives com conteúdo informativo sobre gestão comercial e estratégia de negócios, abordando temas como alta performance de vendas, atuação multicanal e conversas consultivas no novo normal para aprimorar a atuação desses profissionais. A ação ultrapassou a marca de mais de 9 mil participações em todo o território nacional

Série “O que mudou com o Covid-19”: Seguros Sura

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A sétima entrevista desta série foi com Thomas Batt, CEO da Seguros SURA no Brasil..

Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?

Junto com o Grupo Apisul, focado na gestão de cargas de operações de transportes, nós na Seguros SURA entregamos cestas básicas a caminhoneiros nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. A iniciativa foi em apoio aos caminhoneiros que precisavam seguir com suas viagens para abastecer as cidades e encontravam muitas restrições nas estradas devido ao fechamento temporário de comércios.  Ao todo, foram distribuídas mais de 100 cestas básicas.

Participam de algum grupo de doadores?

Atualmente a Seguros SURA não faz parte de nenhum grupo de doadores, mas recentemente durante a pandemia, realizou a doação de U$140.000 ao hospital das Clínicas de São Paulo para compras de materiais e itens de proteção ao Covid-19. –

Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em homeoffice?

Desde o início da crise colocamos em prática nosso plano de pronta resposta para proteger as pessoas e adaptamos nosso modelo operacional com 100% dos nossos colaboradores em home office, mantendo a companhia produtiva e ágil nas mudanças de soluções e clausulados para gerar valor imediato aos clientes. Em pouco tempo de trabalho remoto observamos que estávamos tão produtivos quanto quando estávamos todos no escritório, e ainda criando novo processos. Estamos comprovando no dia a dia que o home office funciona, e que, além da qualidade de vida, e diminuição no tempo em trânsito de muitos colaboradores, a grande maioria  consegue trabalhar de forma produtiva e com qualidade. Fizemos várias pesquisas e conversas com nossos colaboradores e podemos afirmar que experiência com os funcionários tem sido positiva e acolhedora. Além disso temos um grupo na companhia fazendo análises de mercado e do mundo, para trazermos as melhores práticas para a nossa companhia. A Seguros SURA já estava passando por um processo de transformação digital em todas as suas áreas, incluindo Sinistros e Operações, e a pandemia acelerou algumas iniciativas focadas em garantir uma experiencia positiva aos nossos clientes: Reforçamos as ações de simplificação de processo de renovação de apólice, Simplificamos os processos de dispensa de direito de regresso, administração de riscos e vistorias, implementamos a prorrogação automática das apólices, entre outras iniciativas.

Como as empresas estão mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

Procuramos manter uma comunicação próxima e transparente com os colaboradores para tirar dúvidas sobres as ações, iniciativas e mudanças da companhia durante a crise. Nesse momento é muito importante que os colaboradores se sintam acolhidos e já faz parte da cultura da Seguros SURA olharmos primeiro para as pessoas e em seguida para a sustentabilidade dos nossos negócios, e isso nos permitiu entender que somos capazes de sermos criativos e de inovar.  Há diversos reflexos causados pelo isolamento e é muito importante considerarmos o fator psicológico. Pensando nisso, disponibilizamos algumas ferramentas para ajudar os nossos colaboradores, como o acesso online a psicólogos para as pessoas que estão sofrendo de ansiedade e pânico e estendemos esse benefício para suas famílias. Auxiliamos imediatamente nossos colaboradores com profissionais especializados para apoiá-los em caso de contágio. Além disso, as ações de RH e comunicação têm sido fundamentais nesse momento, pois acreditamos que é um dever da empresa estar atenta ao bem-estar de toda a equipe, entender como as pessoas estão produzindo e como essas pessoas estão conectadas consigo mesmas para apoiá-las neste momento de desafios. Realizamos também um trabalho próximo ao todos os líderes, com informações e orientações importantes para liderarem e apoiarem as suas equipes. Realizamos lives e posts sobre medidas de prevenção ao coronavírus, enviamos dicas sobre exercícios e alimentações para a quarentena, lives com profissionais para orientações de meditação, alimentação e l de saúde (psicóloga) sobre a importância de cuidar da mente no período de quarentena. Durante este período realizamos também algumas pesquisas para acompanhar a saúde dos colaboradores. Estamos aproveitando para investir também durante esse período da pandemia, com a contratação de novos executivos: Lucas Di Bin, como vice-presidente de Riscos, Márcio Lossurdo, Diretor de Seguro Garantia, e Javier Rehbein, como Diretor de Soluções de Vida.

Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?

A Seguros SURA vem sempre buscando formas e maneiras de potencializar os seus corretores, parceiros e clientes e consideramos que este período temos que ajudar ainda mais. É curioso como o contexto da pandemia nos permitiu enxergar como a nossa estratégia, tanto a da companhia quanto a do comercial, é consistente. Evidenciamos junto aos nossos corretores e parceiros que somos uma empresa de atendimento próximo, humanizado, acessível, ágil e capaz de não apenas desenvolver negócios, mas, também aportar e apoiar na sustentabilidade de suas empresas de acordo com suas necessidades. Desde o começo da pandemia, tivemos que tomar algumas atitudes rápidas para minimizar o impacto nas vendas e que pudéssemos seguir perto dos nossos corretores. Nos adaptamos rapidamente às novas ferramentas para darmos continuidade aos negócios e a visita virtual possibilitou que mantivemos nossa proximidade para alavancar ainda mais as vendas da SURA, corretores e parceiros. As lives se tornaram um importante meio de comunicação e nesse momento tem sido fundamental para mantermos essa proximidade. Realizamos diversos encontros virtuais com os corretores, entre eles muitas lives sobre sustentabilidade. Seguimos uma comunicação constante para suporte e alinhamento de informações de encontro com as necessidades dos clientes. Além disso, efetuamos uma pesquisa que mostrou que a satisfação dos corretores com a Seguros SURA, foi mais de 60% e o engajamento com a nossa companhia aumentou ainda mais, o que prova que estamos no caminho certo. Com isso, desenvolvemos também o Sura Talks, um bate-papo em nosso canal do YouTube que deve se perpetuar ao longo do tempo como forma de prover conhecimento e desenvolvimento do canal.

Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, passar mais detalhes.

Sim, os eventos online são uma excelente forma de mantermos os eventos vivo, porém também tiveram que ser repensados e adaptados a esta nova realidade. Para os colaboradores, pensando na interação com as equipes, produzimos eventos on-lines como a Live “SURA tem Talento”, realizada com os talentos internos, incentivando a arte de diversas formas como canto, performance com instrumento, declamação de poema/poesia, etc. Realizamos também o Arraiá Mundo SURA, uma festa virtual com os colaboradores com diversão e brincadeiras, concurso de fantasia/decoração.  Os dois eventos foram muito bem avaliados e tiveram a participação e engajamento de um número muito grande de colaboradores. nAlém disso, recentemente lançamos uma nova iniciativa de eventos online chamada SURA TALKS, onde vamos transmitir uma série de lives, criada pela Empresas SURA e organizadas por profissionais da Seguros SURA, para abordar assuntos atuais, de gestão, tendências e iniciativas para ajudar corretores e empresários de qualquer segmento a refletir e se preparar melhor para as mudanças constantes que vivemos.

Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

Sabemos que estamos passando um momento muito delicado e acredito que ainda vai levar um bom tempo para que o país e nossa economia volte ao normal, mas o governo tem um papel importante dentro do mercado segurador e que também deve olhar o setor e gerar novas ações para potencializar ainda mais. Semelhante ao que foi abordado para os bancos através do Banco Central, acreditamos que a Indústria de Seguros deveria ter um alívio nos instrumentos de Solvência e Liquidez para absorção de mais Riscos uma vez que o comportamento de Empresas e Indivíduos passam por mudanças e novas necessidades e também, daria mais capacidade à Indústria neste momento.

Diante das dificuldades sociais, há alguma ação junto a clientes para mitigar riscos de desordem social?

Desde o ano passado a Seguros SURA oferece mentoria gratuita para potencializar startups, micro, pequenas e médias empresas através do Empresas SURA, plataforma da seguradora que conecta e capacita empreendedores de forma gratuita. Com a pandemia, tivemos um aumento de 55% de procura pelos atendimentos por conta das dificuldades enfrentadas por essas empresas em meio à crise da Covid-19, e por isso intensificamos as ações a passamos a oferecer também materiais e serviços de forma online. É uma inciativa que pretende capacitar empresas e fidelizar clientes.

A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós covid?

Entendemos que a crise realmente abre muitas oportunidades! Neste momento estamos focando os nossos esforços para desenvolver produtos, soluções e capacidades que se conectem ainda mais com as novas necessidades dos clientes, e acelerando modelos de negócio como o recém divulgado “On Demand”, que vêm de total encontro a esta nova realidade que estamos vivendo e às mudanças no comportamento do consumidor.

Seguros é destaque em debate sobre como fintechs podem revolucionar as finanças

“No mercado de seguros, afirmou, a oportunidade está em atrair novos consumidores e abrir novos mercados”, afirmou o executivo da Seguros Sura, Marcelo Biasoli

Fonte: Seguros Sura

O digital já faz parte do dia a dia das pessoas e o consumidor se identifica com modelos de negócios que usam tecnologia para prover mais autonomia, experiencia e conveniência às pessoas, afirmou Marcelo Biasoli, diretor de Estratégia de Negócios e Marketing da Seguros SURA no Brasil, durante a live E-Investidor sobre o tema “Fintech: como essa inovação pode revolucionar suas finanças”.

Segundo Biasoli, há um movimento de aceleração onde empresas que possuem o DNA digital ganham maturidade no desenvolvimento de soluções e produtos digitais, e as que querem se tornar digitais começam a estudar e desenvolver projetos onde o consumidor passa a ser o foco. No mercado de seguros, afirmou, a oportunidade está em atrair novos consumidores e abrir novos mercados. “Alguns indicadores mostram claramente esse potencial, onde 30% da frota de veículos do brasil de veículos possuem seguro e dos mais de 230 milhões de celulares ativos no país, menos de 6 milhões possuem produtos de seguro para proteção dos aparelhos. Para isso as empresas devem desenvolver modelos de negócios que se conectem com as tendências do consumidor, produtos que despertem o desejo de consumo das pessoas e ter plataformas com linguagem simples que habilitem o crescimento em escala do negócio”.

Segundo Biasoli, a pandemia quebrou barreiras e vem proporcionando a mudança de hábitos rapidamente, as pessoas que possuem alguma resistência buscam de adaptarem as novas formas de trabalho, a fazer transações financeiras e interagir com pessoas online, usar serviços delivery sem restrições, entre outros. “As pessoas que compreenderem que as mudanças proporcionadas pelo mundo atual fazem parte do seu dia a dia e as empresas que desenvolverem soluções com tecnologias para acompanhar a velocidade, garantir conectividade e testar novos modelos de negócios, serão os premiados no futuro bem próximo.”

A companhia firmou recentemente parceria com a Insurtech Trov, para viabilizar o Seguro Sob Demanda para o mercado, através de parcerias com Instituições Financeiras, empresas de Varejo, Utilities e Plataformas Digitais. “Tínhamos na Seguros SURA a solução, e vimos nesta parceira a oportunidade de agregar conhecimento no modelo para sermos ainda mais assertivos e rápidos como o consumidor e o mercado tem exigido”.

Com a competitividade crescente os preços tendem a ser mais atrativos para o consumidor aumentando a possibilidade de novos negócios no mercado. “As inovações digitais proporcionam experiências diferenciadas para o consumidor, possuem parcerias estratégicas, otimizam processos e trazem uma escalabilidade de negócios significativa. Quanto maior a conveniência e o valor entregue, melhor. O mercado sob demanda tende a crescer cada vez mais no Brasil e no mundo” comenta Biasoli.

A Live E-Investidor reuniu especialistas de várias áreas para discutir sobre a transformação digital, os novos modelos de negócios, a chegada do Open Banking no Brasil, fim do dinheiro físico e novas formas de pagamentos via aplicativos de mensagens.  O conteúdo completo da participação do Marcelo Biasoli na live pode ser assistida no canal do Youtube do E-Investidor em https://youtu.be/fke-2BMBsak

Baixas taxas de juros podem reduzir renda total de aposentadoria em 15%

Mercer Consultoria analisa a necessidade de Entidades, empresas e indivíduos revisarem suas estratégias de investimentos para manter o nível do benefício previdenciário

Nos últimos meses, os planos de previdência complementar e a gestão de seus investimentos, em particular, foram muito impactados por duas grandes mudanças ocorridas no País. Primeiro, as baixas taxas de juros, que em alguns casos aumentaram os passivos dos fundos de previdência (caso dos Planos de Benefício Definido) e, em outros, não permitem alcançar o nível de rendimentos reais para gerar o benefício de aposentadoria esperado (caso dos planos de acumulação, como Contribuição Definida).  Em segundo lugar, a Reforma da Previdência, que aumentou as idades mínimas de aposentadoria e assumiu novas regras de cálculo que resultaram, em geral, em um menor nível de benefício da Previdência Social.

De acordo com o estudo da Mercer, o efeito composto das alterações promovidas pela Reforma da Previdência com o novo momento econômico pode implicar em uma redução de aproximadamente 15% na renda total esperada de aposentadoria para um participante de plano de previdência complementar, sendo que, destes, aproximadamente 3% decorrem da revisão da regra do cálculo do benefício da Previdência Social e 12% da queda da rentabilidade real projetada de 6% a.a. para 3% a.a., conforme o cenário-base de longo prazo para a economia brasileira considerado pela consultoria.

Para o líder da área de Wealth da Mercer Brasil, João Morais, as únicas maneiras para alcançar níveis de benefícios próximos àqueles planejados inicialmente são aumentando o nível de poupança de aposentadoria e diversificando portfólios de investimento para buscar rentabilidades maiores para as reservas.  “Nossa recomendação é que as entidades de previdência complementar compreendam rapidamente o impacto da redução da taxa de juros nas avaliações de seus planos e, se necessário, revejam a estratégia de investimento, buscando outras classes de ativos além dos títulos públicos federais”, diz Morais.

Para que empresas e indivíduos possam manter os benefícios de aposentadoria em patamares sustentáveis, os especialistas da Mercer recomendam algumas ações práticas. Primeiramente, a promoção de programas contínuos e abrangentes de educação financeira para que as pessoas entendam não só a importância de poupar recursos para sua aposentadoria, como também como fazê-lo. Em segundo lugar, gestores de fundos de pensão devem diversificar o portfólio de investimentos para um perfil de maior retorno e risco. “Isso é fundamental para a solvência dos planos e para a manutenção de níveis de benefícios compatíveis com as expectativas dos participantes”, complementa Morais.

O estudo detalhado da Mercer “O desafio de investir – Como investir considerando um cenário de juros baixos e as novas regras da previdência?” pode ser baixado aqui.