MetLife reestrutura operação regional e apresenta Vanessa Kischner como diretora comercial regional 

A MetLife anuncia a chegada de Vanessa Kischner como Diretoria Comercial Regional RJ, ES, N e NE. Com mais de 25 anos de experiência no setor e dedicação ao atendimento de corretores de seguros, a executiva teve passagens marcantes em empresas como Amil Saúde, Allianz Seguros e Unibanco AIG Seguros e Previdência.

A reestruturação da área reforça o objetivo da MetLife de consolidar em sua atuação em estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, além de ampliar sua participação nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. “Estamos muito felizes com a chegada de Vanessa e certos de que sua experiência impulsionará ainda mais os resultados em estados importantes para o olhar da companhia e desenvolvimento destes mercados do país”, comenta Ramon Gomez, Vice-presidente comercial da MetLife.

Felipe Mendes, ex-GfK e NielsenIQ, assume como CEO da Pitzi

A Pitzi, insurtech brasileira especializada em proteção de eletrônicos, anunciou Felipe Mendes como novo CEO. Com mais de 30 anos de experiência em consumo, varejo e inteligência de mercado, o executivo já atuou na NielsenIQ, GfK e Unilever, além de fundar a consultoria Brains&Bytes.

Mendes chega para liderar a nova fase da empresa, que se posiciona como parceira estratégica do varejo, oferecendo soluções completas de proteção e serviços financeiros para impulsionar vendas e fidelizar clientes. Ele destaca o potencial de impacto do modelo da Pitzi, que une tecnologia, relacionamento e foco na experiência do consumidor.

O movimento ocorre em um momento positivo para o setor, com crescimento de 29% na indústria de eletroeletrônicos em 2024, segundo o MDIC. Fundada em 2012, a Pitzi soma mais de 3 milhões de clientes protegidose aposta em ferramentas como o app Pitzi Ninja e inteligência artificial para otimizar operações e aumentar margens do varejo.

A empresa também investe em gestão de eletrônicos usados e modelos de assinatura com smartphones de última geração, consolidando-se como uma das principais referências em soluções digitais para o ciclo de vida dos eletrônicos.

FenaCap participa de evento do mercado Segurador em Porto Alegre

O diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Natanael Castro, participou na quarta-feira (01/10), em Porto Alegre, do Almoço do Mercado Segurador, promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SINDSEGRS). O evento, que fez parte da programação especial em comemoração aos 130 anos da entidade gaúcha, teve a presença do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira.

No encontro, que reuniu lideranças de companhias, entidades representativas, autoridades e jornalistas, Castro falou sobre os avanços e oportunidades da Capitalização e do trabalho da FenaCap. A entidade tem acompanhado de perto as novas legislações em vigor, que abrem frentes para o setor, como a Lei de Licitações (14.133/2021), que prevê garantia em processos de licitações e contratos públicos de bens e serviços nos âmbitos federal, estadual e municipal, além de Parcerias Público-Privadas (PPPs), e a Lei de Garantia de Crédito (14.652/2023), que reforça a utilização dos Títulos de Capitalização para esse tipo de operação. Segundo o estudo “Estimativa de Potencial de Mercado”, desenvolvido pela entidade no final de 2023 e a tualizado no ano passado, essas Leis podem contribuir para o setor chegar a uma arrecadação de R$ 91 bilhões em 2028.

Resultados da Capitalização no Rio Grande do Sul


Castro reforçou que, no primeiro semestre de 2025, a arrecadação da Capitalização somou R$ 16,89 bilhões, um crescimento de 12,01% em relação ao mesmo período do ano passado. No mesmo intervalo, a receita do setor no Rio Grande do Sul chegou a R$ 1,5 bilhão, uma expansão de 28% frente a 2024.
 

“A Capitalização tem se mostrado uma alternativa ágil e flexível em diferentes frentes, como nas garantias de contratos e locações, por exemplo. Essa diversidade de aplicações reforça a proposta de valor da Capitalização e demonstra sua relevância dentro do ecossistema do mercado segurador”, afirmou Castro.

Ele destacou ainda que a entidade tem investido na disseminação de informações e na aproximação com os diversos públicos de interesse, incluindo corretores, empresas e órgãos públicos.


“Nosso papel é ampliar o entendimento sobre a Capitalização como uma ferramenta capaz de apoiar desde grandes obras públicas até a educação financeira de famílias. O setor já movimenta bilhões e tem potencial de crescer ainda mais, seja como instrumento de garantia em licitações e PPPs, seja como porta de entrada para o hábito de poupar. É um primeiro degrau para que as pessoas desenvolvam disciplina financeira e construam reservas para realizar sonhos ou projetos”, completou o diretor-executivo da FenaCap.


Em sua apresentação, Dyogo Oliveira abordou o tema “Perspectivas e agenda prioritária do mercado brasileiro de seguros”, reforçando a relevância estratégica do mercado segurador para a economia nacional. O presidente da CNseg também chamou atenção para a agenda de sustentabilidade, que vem ganhando cada vez mais relevância diante dos desafios climáticos e sociais. 


“A COP30 vai ser aqui no Brasil, em Belém. É uma oportunidade histórica para o país mostrar liderança na agenda climática, e o setor de seguros tem muito a contribuir com dados, estudos e instrumentos de proteção para aumentar a resiliência da sociedade diante dos eventos climáticos”, afirmou.
 

O almoço promovido pelo sindicato é um evento consolidado como um dos mais importantes fóruns de relacionamento e debate do mercado segurador no Rio Grande do Sul.

Zurich Seguros e Seg Imob anunciam parceria para simplificar o seguro imobiliário no Brasil

Marcio Benevides

A Zurich Seguros e A Seg Imob anunciam parceria para ampliar e facilitar o acesso ao seguro incêndio imobiliário, uma proteção obrigatória para todas as locações, seja residencial ou empresarial. A união abre novas oportunidades em um setor que movimenta mais de 18 milhões de locações por ano e reúne mais de 74 mil imobiliárias, segundo dados da PNAD 2024 e do Conselho Federal de Corretores de Imóveis. 

Com um processo 100% digital para contratação do seguro incêndio imobiliário da Zurich, tanto para imóveis residenciais, quanto comerciais, a plataforma faz a gestão completa do seguro, de ponta a ponta, simplificando processos e agilizando a contratação. Para a Zurich, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em diversificar canais de distribuição e fortalecer sua presença no mercado, colocando o corretor no centro da jornada. 

“Queremos ser a melhor seguradora para os corretores operarem, oferecendo soluções acessíveis, eficientes e capazes de gerar novas oportunidades de negócio. Esta integração amplia a proteção, simplifica processos e reforça a nossa visão de longo prazo como uma companhia multilinha e multiproduto, com a solidez de uma marca global e o compromisso de estar próxima às necessidades locais.”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros.  

Para a Seg Imob, a parceria com a Zurich representa um marco para o setor. “A parceria consolida nosso compromisso com inovação, credibilidade e eficiência, oferecendo aos corretores e imobiliárias uma jornada 100% digital, suporte especializado, painéis de acompanhamento e redução de custos operacionais. Juntas, as empresas geram resultados tangíveis e fortalecem a experiência de clientes e parceiros”, afirma Silvano Tucci, CEO da Seg Imob. 

Grupo HDI promove GRC Day para fortalecer cultura de Governança, Gestão de Riscos e Compliance

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, realizou no dia 1 de outubro o GRC Day, uma data dedicada a reforçar os pilares de Governança, Gestão de Riscos e Compliance entre seus colaboradores. A iniciativa contou com uma programação especial recheada de atividades voltada para a conscientização e o fortalecimento da cultura ética e responsável dentro da companhia. 

O evento foi pensado para trazer uma ideia de que é possível garantir segurança reputacional e financeira por meio de um bom plano de gestão de riscos operacionais e risco de conformidade. A iniciativa trouxe atividades como palestras e um teatro interativo para incentivar uma reflexão sobre a importância de antecipar situações para reduzir vulnerabilidades por meio de condutas transparentes. A abertura contou com a participação da presidente da Comissão de Compliance da OAB-SP, Flavia Filhorini.

“Promover a ética corporativa de forma simples e acessível é essencial. Quando a gente entende e usa com propósito as ferramentas que as áreas de Gestão de Riscos e Compliance disponibilizam, estamos, na prática, ajudando a prevenir problemas antes mesmo que eles apareçam. O GRC Day é um momento para reconhecer e valorizar o papel de cada colaborador como agente ativo de prevenção de riscos e parte essencial da construção de um negócio ético e sustentável”, afirma Karen Schiavon, Chief Legal & Compliance Officer do Grupo HDI.

Ao destacar que a conscientização ajuda a mitigar os riscos, o GRC Day reforça o compromisso do Grupo HDI com a integridade, a segurança e o progresso sustentável, incentivando todos os colaboradores a assumirem uma postura proativa na gestão de riscos e na promoção de boas práticas.

Bradesco Seguros faz imersão no mundo agro, ajusta comunicação e atendimento, e vende mais

Leonardo Freitas bradesco seguros

Uma crítica direta mudou a rota da Bradesco Seguros no campo. Ao ouvir que “o setor de seguros não conhece o agro”, o diretor comercial Leonardo Freitas decidiu rodar polos agrícolas de Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Sorriso e Lucas do Rio Verde. O movimento, que uniu escuta ativa a ajustes concretos, resultou em uma guinada comercial: o portfólio de equipamentos agrícolas passou a cobrir mais de 350 máquinas e as vendas avançaram em dois dígitos.

“Eu não conhecia esse mundo”, admite Freitas. “Voltamos humildes — e transformados. Ao reconhecer que precisávamos aprender, as vendas de equipamentos avançaram em dois dígitos.” O executivo destaca a importância do agro, que responde por 26% do PIB brasileiro, para o grupo Bradesco, mas admite que a linguagem, as rotinas e o tempo de decisão do produtor rural nem sempre se conectavam com os processos de seguros. Formulários extensos, exigência de croquis e anexos eram entraves práticos que distanciavam a proteção das necessidades do cliente.

Para reduzir essas barreiras, a seguradora adotou uma estratégia de imersão. Em Brasília, esteve com representantes do governo; em Campo Grande, promoveu rodada de negócios com 40 empresários; em Cuiabá, dialogou com cooperativas; e em Sorriso e Lucas do Rio Verde percorreu a cadeia do campo, da semente à colheitadeira de R$ 10 milhões.

Dessa escuta nasceram mudanças tangíveis. A cobertura de equipamentos foi ampliada, a carteira da linha cresceu 22% e o vocabulário técnico da comunicação deu lugar à linguagem do produtor. Além disso, a Bradesco Seguros passou a acompanhar o calendário das principais feiras do setor — como Copavel, Cotrijal, Tecnoshow, Bahia Farm Show e Expointer.

O novo formato “Agro Show” consolida a virada: manhãs dedicadas a corretores especializados, em dinâmica de escuta e cocriação, e tardes ao lado dos clientes, vivenciando inovações tecnológicas e a realidade do campo. Inspirado no road show corporativo do grupo, o Agro Show adota a lógica de escuta, síntese e execução. Ideias que viram prática recebem o selo “Você pediu, a gente fez”, em um ciclo que inclui ajustes de produto, jornada e treinamento.

Para Freitas, a virada funcionou por três razões: respeito à cultura local, oferta de coberturas aderentes e corretores especializados no centro da estratégia. “Mais do que vender, buscamos mostrar valor. Em vez de culpar a falta de cultura de seguro, contamos vitórias e convocamos o mercado para crescer conosco”, afirma.

A abordagem também inspira outras frentes da seguradora, como o programa de sucessão “Ciclos”, voltado a famílias de corretores. O objetivo é auxiliar os corretores de seguros a prepararem a sucessão empresarial dos seus negócios. A “jornada” é o percurso de formação, que oferece conhecimento técnico e comportamental para garantir a continuidade das corretoras nas próximas gerações, através de aulas online ao vivo, materiais digitais e parcerias com especialistas. 

A estratégia da seguradora está alinhada as expectativas do banco. A carteira do agronegócio do Bradesco atingiu R$ 130 bilhões no primeiro semestre deste ano, considerando todas as linhas direcionadas a clientes do segmento, não somente as operações voltadas ao produtor rural, segundo informou o banco em agosto. A projeção apresentada pelo banco é expandir a carteira agro em 10% a 15%, impulsionados pela crescente demanda por crédito e pela eficiência do E-agro, que oferece a facilidade do acesso digital para o produtor rural, além do seguro.

A carteira da Bradesco abrange diversos produtos de seguro agro, incluindo o Seguro de Equipamento Agrícola, que protege máquinas como tratores e colheitadeiras contra riscos como incêndio, roubo e danos. Além disso, o banco oferece o Seguro Agrícola,que protege lavouras contra riscos naturais. A carteira também inclui o Seguro Prestamista para Produtor Rural, que oferece proteção financeira em caso de imprevistos, e opções de Seguro de Vida Agro para os produtores e suas famílias. 


Porto Serviço inicia ativação de marca nas lojas Pontofrio 

São Paulo, Brasil 25-11-2021 Retrato de Lene Araújo, VP corporativo e institucional da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

A Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em soluções de assistência e conveniência para carro, casa e empresa, acaba de iniciar a ativação da marca em 22 lojas Pontofrio, distribuídas pelo Rio de Janeiro. 

As lojas selecionadas nessa fase inicial já estão com comunicação visual da marca Porto Serviço para divulgação das assistências disponíveis para contratação, como instalações de TVs e eletrodomésticos (refrigerador, fogão, lava e seca, lavadora e cooktop). 

O objetivo da ativação é ampliar a atuação da Porto Serviço e fortalecer a presença no mercado varejista, além de reforçar que as soluções de serviços da Porto estão disponíveis para todo mundo, até para quem não é cliente Porto. 

 
“Estamos muito felizes com essa nova fase da nossa parceria com o Pontofrio e com a inserção da nossa marca nos pontos de venda físicas. A ação reforça nosso compromisso de democratizar os serviços que oferecemos”, comenta Lene Araújo, CEO da Porto Serviço. 
 
Segundo Rafael Rocha Diretor de Serviços Financeiros do Grupo Casas Bahia, empresa responsável pelas lojas Pontofrio, “a presença da marca Porto Serviço nas lojas reforça o nosso cuidado no pós-venda, oferecendo aos clientes serviços de conveniência executados por uma rede de prestadores qualificada e experiente, com grande capilaridade, confiança e qualidade da marca Porto”. 

 
Em breve, as demais lojas da rede distribuídas pelo Brasil também estarão envelopadas com a marca, bem como o e-commerce.

Indenizações terão valores diferentes conforme idade e renda das vítimas

Fonte: Globo

Um mês depois do trágico acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa, que deixou 16 mortos e pelo menos 22 feridos, as famílias das vítimas ainda aguardam pelo início formal do processo de indenização. A seguradora Fidelidade, responsável pelo funcionamento do ascensor para a Carris, criou uma comissão técnica independente, presidida por Duarte Nuno Vieira, professor da Universidade de Coimbra. No entanto, o grupo ainda não se reuniu.

Segundo informações do jornal local Público, já está definido que os montantes a atribuir às famílias das vítimas mortais serão diferentes, de acordo com a idade e os rendimentos anuais de cada uma. No caso dos feridos, o valor dependerá da gravidade das lesões e do grau de incapacidade.

Devido à complexidade, os feridos deverão receber adiantamentos para despesas imediatas de recuperação, que serão posteriormente descontados no valor final da indenização. 

A Fidelidade informou que as compensações levarão em conta fatores como idade, rendimentos, existência de dependentes, despesas médicas e danos não patrimoniais. Nos casos de morte, é necessário apresentar habilitação de herdeiros e declaração de rendimentos. Para os feridos, a avaliação só ocorrerá após estabilização clínica. 

A situação é ainda mais delicada porque as vítimas são de diferentes nacionalidades. Entre os mortos, estão cinco portugueses e 11 estrangeiros de oito países. Entre os feridos, 24 pessoas constam no auto de ocorrência, mas quatro ainda não foram localizadas pela seguradora. 

Há também casos em que coexistem dois seguros, como os das vítimas portuguesas, abrangidas por seguros de acidentes de trabalho. Nestes cenários, as famílias terão de optar por qual seguro acionar. Caso escolham o laboral, o processo seguirá para tribunal de trabalho, que definirá o valor da indenização. 

Enquanto o processo não avança, a seguradora afirma estar a suportar despesas diárias, incluindo funerais, transladações, viagens, alojamento de familiares, reembolsos médicos e repatriamentos. 

Paralelamente, seguem quatro investigações independentes: uma criminal, uma preventiva e duas conduzidas pela Carris — uma interna e outra por auditoria externa.

Pequenas empresas, grandes impactos na saúde corporativa

Por Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde

Quando pensamos em saúde corporativa, é comum associarmos esse investimento a grandes companhias. No entanto, a verdadeira revolução silenciosa vem ocorrendo entre as pequenas e médias empresas (PMEs), que têm assumido um papel cada vez mais relevante na promoção de saúde preventiva no ambiente de trabalho. Ao oferecer planos de saúde aos seus colaboradores — o terceiro maior desejo da população brasileira, atrás apenas da casa própria e da educação, segundo pesquisa do Instituto Vox Populi/IESS, essas empresas mostram que tamanho não limita impacto, além de ser uma estratégia de mercado para atração e retenção de talentos.

Das mais de 21 milhões de empresas ativas no Brasil, quase 94% são micro ou pequenas, conforme a base nacional do CNPJ. Apenas nos três primeiros meses de 2025, mais de 1,4 milhão de novos CNPJs foram abertos, segundo o Sebrae. As PMEs respondem por quase 30% do PIB brasileiro, e têm contribuição que varia de 60% a 80% na geração de empregos em carteira assinada no nosso país, segundo dados do Ministério do Trabalho nos últimos anos.

Cada vez mais, a oferta de plano de saúde deixa de ser vista como custo e passa a ser compreendida como investimento estratégico entre os pequenos negócios. Esse investimento se reverte em benefícios tangíveis, como redução de afastamentos, menos gastos com tratamentos emergenciais e, sobretudo, um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. A Bradesco Saúde testemunha isso de perto: apenas no primeiro trimestre de 2025, registramos crescimento de 7,3% na base de beneficiários dos produtos SPG (Seguro Para Pequenos Grupos) no estado do Rio de Janeiro em relação ao mesmo período de 2024.

Esse cenário também encontra paralelo em outras economias. Na Alemanha, por exemplo, mais de 60% das PMEs oferecem benefícios de saúde ocupacional estruturados, segundo o Institute for Employment Research (IAB). Já no Reino Unido, políticas públicas incentivam pequenas empresas a adotarem programas de bem-estar por meio de deduções fiscais – e os resultados incluem maior produtividade e menor rotatividade. Uma pesquisa de 2024, da Intuit QuickBooks e Allstate Health Solutions (EUA), mostra que 2/3 dos funcionários veem benefícios de saúde como fator crucial no emprego; 78% mudariam se fossem ruins, e mais de 90% ligam satisfação e produtividade a eles. O Brasil começa a trilhar esse mesmo caminho, e o protagonismo das PMEs nesse contexto é essencial.

Na Bradesco Saúde, por exemplo, temos mais de 1 milhão de vidas atendidas em produtos voltados a pequenos grupos, com mais de 166 mil empresas desse porte como clientes. Número significativo, que mostra a relevância das PMEs para o nosso setor. Além disso, das dez empresas PME mais bem avaliadas do ranking publicado pela GPTW – Great Place to Work de 2024 –, que divulga as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, 40% contratam os produtos da Bradesco Saúde como política de valorização da saúde dos funcionários e seus familiares. Esse dado reforça que o investimento em saúde corporativa está diretamente relacionado a ambientes de trabalho mais humanizados, colaborativos e com maior retenção de talentos. Empresas que priorizam o bem-estar são também aquelas que crescem com mais consistência e sustentabilidade.

Outro ponto importante é que muitas dessas pequenas e médias empresas também estão investindo em iniciativas complementares, como campanhas de vacinação internas, programas de saúde mental, orientação nutricional e atividades físicas. Essas ações, muitas vezes em parceria com operadoras de saúde, contribuem para a redução de riscos à saúde e promovem uma cultura de prevenção que vai além do consultório médico.

O avanço do aumento do acesso aos cuidados com a saúde no país passa pelas pequenas e médias empresas. Ao investirem em programas de prevenção e promoção da saúde, além de planos odontológicos, as PMEs tornam-se mais do que motor da economia, passando a exercer, também, o papel de agentes de transformação social, promovendo uma assistência contínua e sustentável a seus colaboradores. E mais: elas contribuem para a diminuição da sobrecarga do sistema público de saúde, ao ampliar o acesso ao atendimento médico de qualidade por meio da saúde suplementar. Se quisermos construir um futuro mais saudável, é imprescindível olhar para essas empresas como parte central da solução, em linha com o papel gigantesco que elas têm na nossa sociedade.

MAPFRE lança ‘Seguro Reverso’, modelo que parte do bolso do cliente e foca em canais digitais

mapfre

A MAPFRE lançou no Brasil um novo modelo de produto voltado à inclusão de consumidores no mercado de seguros, por meio de uma proposta flexível e integrada ao ambiente digital dos parceiros. Batizada de ‘Seguro Reverso’, a solução permite que o cliente escolha o quanto deseja pagar e, a partir disso, recebe automaticamente uma proposta com coberturas ajustadas ao valor informado, conforme a necessidade do cliente. 

Com isso, a empresa aposta num modelo de seguro sob demanda, integrado a plataformas de bancos, fintechs, varejos e outros parceiros, dentro da lógica de embedded insurance, formato em que o seguro é oferecido diretamente no fluxo digital do parceiro, como parte da jornada de contratação de crédito, consultoria financeira ou patrimonial, abertura de conta e compra parcelada, por exemplo.

“O Seguro Reverso é uma proposta que respeita o orçamento do cliente e simplifica a jornada de contratação. Ele pode escolher pagar o valor que desejar, como por exemplo R$ 20, R$ 50, R$ 100 mensalmente, e com isso montamos automaticamente o pacote de proteção possível dentro desse valor”, afirma o superintendente comercial de bancassurance e parcerias financeiras da MAPFRE, Lucas Feliciano. “É uma solução pensada para públicos que muitas vezes nunca tiveram acesso a um seguro ou consideravam o produto caro e complexo”, complementa o executivo. 

A cobertura pode incluir diferentes modalidades, como seguro de vida, invalidez, perda de renda, acidentes pessoais, assistência funeral, proteção financeira e residencial, entre outras. O pagamento pode ser feito mensal ou anualmente, e toda a contratação ocorre de forma digital, diretamente no aplicativo ou site do parceiro.

“A lógica foi construir algo que pudesse ser absorvido com naturalidade na jornada e sem ser invasivo. O cliente entende o que está contratando, tem clareza sobre coberturas e limites e pode cancelar a qualquer momento. Em vez de tentar empurrar um produto fechado, damos ao cliente o controle da equação desde o início. A contratação fica mais leve, rápida e objetiva”, explica o executivo. 

MAPFRE fortalece parcerias
 

Segundo Feliciano, o produto foi desenvolvido ao longo de meses em conjunto com parceiros do varejo financeiro, que conhecem profundamente o comportamento dos seus usuários. A iniciativa faz parte da estratégia da MAPFRE de expansão no modelo B2B2C, com foco na distribuição digital e em parcerias estratégicas.
 

Para isso, a seguradora estruturou uma operação dedicada ao desenvolvimento de soluções customizadas para terceiros, com tecnologia modular, APIs abertas e esteiras de integração prontas para diferentes jornadas, desde apps e carteiras digitais até plataformas de crédito e marketplaces. “Hoje conseguimos entregar uma solução completa, que prevê integração técnica, precificação automatizada, emissão digital e gestão regulatória. Isso nos permite operar com agilidade nos ecossistemas dos parceiros e chegar a novos públicos”, afirma Feliciano. 

Além da proposta sob medida, o ‘Seguro Reverso’ também reflete um movimento estratégico na atuação da MAPFRE no país. A seguradora tem ampliado parcerias com plataformas digitais e bancos para operar como fornecedora de produtos modulares, prontos para serem incorporados por diferentes tipos de canais. Com esse modelo, a MAPFRE quer ocupar uma posição diferente no ecossistema, focada não só na venda da apólice, mas também como uma infraestrutura de proteção que pode ser incorporada ao dia a dia de outros negócios.

Nos últimos meses, a companhia reestruturou as áreas de parcerias estratégicas e reforçou a equipe com profissionais do mercado para acelerar essa frente. “A MAPFRE é uma seguradora multiproduto e multicanal, e isso nos dá flexibilidade para entregar proteção de um jeito que realmente funcione para cada público. Estamos abrindo um novo canal de crescimento para o setor. É por isso que apostamos tanto em parcerias estratégicas e reforçamos nosso time para acelerar essa frente com mais consistência”, explica Luciano Bezas, diretor-geral de canais estratégicos da MAPFRE.