MAPFRE lança ‘Seguro Reverso’, modelo que parte do bolso do cliente e foca em canais digitais

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A MAPFRE lançou no Brasil um novo modelo de produto voltado à inclusão de consumidores no mercado de seguros, por meio de uma proposta flexível e integrada ao ambiente digital dos parceiros. Batizada de ‘Seguro Reverso’, a solução permite que o cliente escolha o quanto deseja pagar e, a partir disso, recebe automaticamente uma proposta com coberturas ajustadas ao valor informado, conforme a necessidade do cliente. 

Com isso, a empresa aposta num modelo de seguro sob demanda, integrado a plataformas de bancos, fintechs, varejos e outros parceiros, dentro da lógica de embedded insurance, formato em que o seguro é oferecido diretamente no fluxo digital do parceiro, como parte da jornada de contratação de crédito, consultoria financeira ou patrimonial, abertura de conta e compra parcelada, por exemplo.

“O Seguro Reverso é uma proposta que respeita o orçamento do cliente e simplifica a jornada de contratação. Ele pode escolher pagar o valor que desejar, como por exemplo R$ 20, R$ 50, R$ 100 mensalmente, e com isso montamos automaticamente o pacote de proteção possível dentro desse valor”, afirma o superintendente comercial de bancassurance e parcerias financeiras da MAPFRE, Lucas Feliciano. “É uma solução pensada para públicos que muitas vezes nunca tiveram acesso a um seguro ou consideravam o produto caro e complexo”, complementa o executivo. 

A cobertura pode incluir diferentes modalidades, como seguro de vida, invalidez, perda de renda, acidentes pessoais, assistência funeral, proteção financeira e residencial, entre outras. O pagamento pode ser feito mensal ou anualmente, e toda a contratação ocorre de forma digital, diretamente no aplicativo ou site do parceiro.

“A lógica foi construir algo que pudesse ser absorvido com naturalidade na jornada e sem ser invasivo. O cliente entende o que está contratando, tem clareza sobre coberturas e limites e pode cancelar a qualquer momento. Em vez de tentar empurrar um produto fechado, damos ao cliente o controle da equação desde o início. A contratação fica mais leve, rápida e objetiva”, explica o executivo. 

MAPFRE fortalece parcerias
 

Segundo Feliciano, o produto foi desenvolvido ao longo de meses em conjunto com parceiros do varejo financeiro, que conhecem profundamente o comportamento dos seus usuários. A iniciativa faz parte da estratégia da MAPFRE de expansão no modelo B2B2C, com foco na distribuição digital e em parcerias estratégicas.
 

Para isso, a seguradora estruturou uma operação dedicada ao desenvolvimento de soluções customizadas para terceiros, com tecnologia modular, APIs abertas e esteiras de integração prontas para diferentes jornadas, desde apps e carteiras digitais até plataformas de crédito e marketplaces. “Hoje conseguimos entregar uma solução completa, que prevê integração técnica, precificação automatizada, emissão digital e gestão regulatória. Isso nos permite operar com agilidade nos ecossistemas dos parceiros e chegar a novos públicos”, afirma Feliciano. 

Além da proposta sob medida, o ‘Seguro Reverso’ também reflete um movimento estratégico na atuação da MAPFRE no país. A seguradora tem ampliado parcerias com plataformas digitais e bancos para operar como fornecedora de produtos modulares, prontos para serem incorporados por diferentes tipos de canais. Com esse modelo, a MAPFRE quer ocupar uma posição diferente no ecossistema, focada não só na venda da apólice, mas também como uma infraestrutura de proteção que pode ser incorporada ao dia a dia de outros negócios.

Nos últimos meses, a companhia reestruturou as áreas de parcerias estratégicas e reforçou a equipe com profissionais do mercado para acelerar essa frente. “A MAPFRE é uma seguradora multiproduto e multicanal, e isso nos dá flexibilidade para entregar proteção de um jeito que realmente funcione para cada público. Estamos abrindo um novo canal de crescimento para o setor. É por isso que apostamos tanto em parcerias estratégicas e reforçamos nosso time para acelerar essa frente com mais consistência”, explica Luciano Bezas, diretor-geral de canais estratégicos da MAPFRE. 

Porto Serviço inicia 5ª turma do programa Técnico do Futuro com 64% de empregabilidade

por Porto

A Porto Serviço, unidade de negócios da Porto especializada em assistências para automóveis, residências e empresas, anuncia o início da 5ª turma do programa “Técnico do Futuro”. Destinado à capacitação profissional em assistências elétricas, hidráulicas e linha branca, o projeto visa preparar novos profissionais para atuar na própria rede, e promover empregabilidade.

Com duração de três meses, o programa oferece treinamentos técnicos e comportamentais, alinhados às exigências dos prestadores atuais da Porto. Na edição anterior, 64% dos participantes foram contratados pelas bases parceiras para prestar serviços para a Companhia. O ciclo atual, iniciado em 15 de setembro, conta com 22 alunos em formação.

Além das habilidades técnicas, os participantes recebem treinamentos comportamentais, preparando-os para o mercado de trabalho e alinhando-os às práticas dos prestadores da Porto. Com um índice de desistência de apenas 10%, o programa demonstra seu compromisso com a formação de novos profissionais e com a inclusão no mercado de trabalho.

“O programa Técnico do Futuro reflete o compromisso da Porto Serviço com a geração de oportunidades reais de trabalho. Ao capacitar pessoas para as áreas de assistência elétrica, hidráulica e linha branca, estamos não apenas atendendo à nossa própria demanda, mas também oferecendo um começo ou recomeço em uma carreira promissora”, comenta Marcelo Sebastião, diretor da Porto Serviço.

Os ciclos de treinamento têm três meses de duração, e os participantes são selecionados a partir da indicação dos próprios prestadores de serviços da Companhia, que já enxergam a aderência dos perfis.

MAG Seguros investe em tecnologia para reforçar relacionamento com corretores e parceiros

A MAG Seguros, seguradora referência em vida e previdência com 190 anos de atuação, anuncia o lançamento do WhatsApp Bot de Campanhas e Incentivos, solução digital desenvolvida para otimizar a comunicação com corretores e parceiros de negócios. A ferramenta será utilizada tanto para autoatendimento – com consultas rápidas e acesso a informações oficiais – quanto para o envio de comunicados e atualizações sobre as campanhas de vendas e incentivos.
 

A novidade amplia o ecossistema conversacional da seguradora, que já conta com um bot voltado ao atendimento. Agora, o foco está no relacionamento comercial, com a proposta de aumentar a oferta de canais de comunicação com corretores e parceiros. A expectativa é alcançar um aumento de 20% na taxa de conversão em comparação ao uso exclusivo de e-mails.
 

“O futuro é conversacional. Com o WhatsApp Bot, damos um passo importante para fortalecer a experiência dos especialistas e corretores, oferecendo um canal direto, ágil e alinhado aos hábitos digitais do mercado”, afirma Leonardo Lourenço, Diretor Estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG.
 

Pilares da comunicação 360º da MAG

O lançamento do WhatsApp Bot da MAG se soma aos principais canais que compõem a estratégia de Comunicação 360º da seguradora, cada um direcionado a públicos específicos:

A solução foi desenvolvida sobre a plataforma oficial da Meta e integra a estratégia de inovação da MAG Seguros, que vem investindo em comunicação digital para tornar sua operação mais acessível, interativa e escalável. O novo canal já está disponível no número (21) 97361-9895, dedicado exclusivamente a fornecer informações sobre as campanhas de vendas e incentivos da seguradora.

Setor de seguros realiza evento para apresentar temas que serão debatidos durante a COP30

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realiza, no dia 8 de outubro, às 14h, em Brasília (DF), o evento Pré-COP30 – A Casa do Seguro. O objetivo principal é apresentar a agenda climática do mercado segurador, destacando os eixos centrais que guiarão a programação de conteúdo da Casa do Seguro durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA).

O encontro reunirá autoridades governamentais, parlamentares, lideranças setoriais, executivos de sustentabilidade, além de representantes do Terceiro Setor, e apresentará a estratégia de posicionamento do mercado brasileiro de seguros diante das mudanças climáticas extremas.

A abertura do evento será feita pelo presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, que dará destaque às ações que o setor já vem desenvolvendo sobre o tema das mudanças climáticas, com ênfase na atuação inédita do tema de seguros inserido na programação oficial da COP30. Em seguida, o presidente da Escola Nacional de Seguros (ENS), Lucas Vergílio, abordará o tema da educação para um mundo mais seguro e sustentável.

O restante da programação inclui painéis de discussão sobre temas como:

  • Seguros para soluções baseadas na natureza e agronegócio sustentável (com representantes do Ministério do Meio Ambiente – MMA, FGV Agro e Sociedade Rural Brasileira – SRB);
  • Infraestrutura resiliente e proteção de investimentos (com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base – ABDIB);
  • Seguros como instrumento de proteção social (com representantes da Superintendência de Seguros Privados – Susep, da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB e da Microinsurance Network);
  • Finanças Sustentáveis (com representantes do Ministério da Fazenda – MF, da Federação Brasileira de Bancos – Febraban, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – Anbima e do Instituto Clima e Sociedade – iCS).

FenSeg reúne reguladores e setor de transporte para debater novas regras do seguro de carga

 A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) promoveu, nesta quarta (1/10), o 1º Encontro Técnico de Seguro de Transportes, que reuniu as principais autoridades reguladoras, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), além de representantes de transportadores, embarcadores e do mercado de seguros. O evento, realizado em São Paulo, contou com transmissão ao vivo pelo YouTube e foi acompanhado por quase 1.500 pessoas, entre participantes presenciais e audiência online.
 

Na abertura do encontro, Danilo Silveira, diretor executivo da FenSeg, destacou o papel da entidade em promover conhecimento técnico e transparência: “Este encontro é um marco para o setor. A FenSeg reafirma seu compromisso em apoiar o desenvolvimento sustentável do transporte rodoviário de cargas por meio da disseminação de informações qualificadas e do fortalecimento das relações institucionais”.


O debate, mediado por Marcos Siqueira e Adailton Dias, presidente e vice-presidente da Comissão Técnica de Transporte da FenSeg, destacou o consenso sobre a importância da nova legislação para a profissionalização e para a segurança jurídica do setor. A mesa de debates foi composta, também, por representantes da Infra S.A., Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística) e Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).


A iniciativa da FenSeg teve como objetivo esclarecer os impactos regulatórios e operacionais e alinhar perspectivas sobre a implementação da Lei nº 14.599/2023, que trouxe mudanças significativas ao tornar obrigatória a contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RCDC) e de Responsabilidade Civil do Veículo (RCV). 


Essa obrigatoriedade foi prevista desde junho de 2023, com a publicação da Lei nº 14.599. Porém, só começou a se materializar após uma série de regulamentações. A primeira delas foi a Resolução CNSP nº 478, de 26/12/2024, que criou o ramo específico para o RCV (ramo 659). Em seguida, a ANTT publicou a Resolução nº 6.068, em 17/07/2025, definindo as exigências para o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC). Por fim, a Portaria SUROC nº 27, de 07/08/2025, estabeleceu os procedimentos para comprovar, junto à ANTT, a contratação dos seguros obrigatórios (RCTR-C, RCDC e RCV) nas inscrições e renovações do RNTRC. Assim, a obrigatoriedade passou a ter efeito prático a partir de 7 de agosto de 2025, aplicando-se às novas inscrições e renovações no registro.


Fiscalização e integração de dados


Um dos anúncios mais importantes veio de José Aires Amaral Filho, diretor da ANTT. Ele confirmou que a fiscalização da obrigatoriedade dos seguros já está em curso de forma presencial e anunciou o desenvolvimento de um sistema eletrônico integrado. “Estamos trabalhando em uma integração de banco de dados com a CNSeg. A expectativa é que, a partir de março do próximo ano, a fiscalização seja automatizada, vinculando as apólices de seguro diretamente ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC)”, explicou Amaral. Ele também ressaltou que o Manifesto Eletrônico de Carga (MDFe) será um documento fundamental nesse novo processo de controle.


SUSEP esclarece pontos da regulamentação


Jéssica Anne de Almeida Bastos, diretora da SUSEP, detalhou o cuidadoso processo regulatório que culminou nas novas normas, incluindo a realização de consultas e uma audiência pública para garantir a participação de todos os agentes. Um ponto de grande interesse do mercado foi esclarecido: o seguro facultativo de automóvel (RCF-V) não substitui a nova apólice obrigatória de RCV. “Criamos um ramo específico para o RCV (0659) para trazer clareza e facilitar a operação e a supervisão. Embora apólices antigas de RCF-V possam ser aceitas durante a transição, as novas contratações devem ser feitas no ramo correto”, afirmou. Ela também informou que a SUSEP está analisando uma provocação do mercado sobre a extensão da cobertura do RCV para veículos descarregados, ponto que pode ampliar o escopo previsto em lei.


A visão dos transportadores


Representando as empresas de transporte, Eduardo Ferreira Rebuzzi Filho, da NTC & Logística, celebrou a nova lei como uma “grande conquista” que traz segurança jurídica ao transferir a responsabilidade da contratação do seguro para o transportador. A principal preocupação, segundo ele, é garantir que o custo adicional seja repassado ao valor do frete, evitando a concorrência predatória.


Do lado dos transportadores autônomos, Alziro da Motta Santos Filho, da CNTA, enfatizou o caráter social da medida. “Para o caminhoneiro autônomo, cujo único patrimônio é muitas vezes o caminhão, essa lei é uma proteção fundamental. Garante que, em caso de acidente, ele não perca seu instrumento de trabalho e sua fonte de renda”, declarou, ressaltando o desafio de comunicar e educar a base de caminhoneiros sobre seus novos direitos e obrigações.


Marcelo Vinaud Prado, diretor de Mercado e Inovação da Infra S.A., ressaltou o papel da tecnologia: “A integração dos dados via MDFe e DTe será fundamental para viabilizar o acesso das seguradoras às informações dos embarques, com segurança e respeito à privacidade dos transportadores”.


Rodinei Silva, coordenador da Comissão de Transportes & Cascos do Sincor-SP, também participou do encontro e reforçou a importância da atuação dos corretores de seguros: “O corretor é peça-chave nesse processo. É ele quem orienta o transportador sobre as coberturas adequadas e garante que a contratação esteja em conformidade com a legislação”.


Próximos passos


Marcos Siqueira afirmou que “a obrigatoriedade dos seguros representa um avanço na proteção da cadeia logística e exige que todos os agentes estejam alinhados quanto às responsabilidades e à documentação exigida”. Já Adailton Dias reforçou: “Estamos diante de uma mudança que exige adaptação e entendimento técnico. Nosso papel é garantir que o mercado compreenda os impactos e esteja preparado para atender às exigências com segurança e eficiência”.

Siqueira anunciou, ainda, um importante desdobramento do encontro: um alinhamento com a ANTT para a elaboração de um comunicado conjunto que trará mais clareza sobre os novos entendimentos, reforçando a necessidade de foco em acidentes, cujo volume de sinistros é quase o dobro do registrado por roubos.

O evento representou, na avaliação geral, um marco para o alinhamento entre o poder público e o setor privado, reforçando que as novas regras, apesar dos desafios de implementação, são um passo decisivo para o fortalecimento da segurança jurídica e operacional do transporte rodoviário de cargas no Brasil.


Sinistros

Segundo dados da CNseg, o segmento de Seguro de Transportes arrecadou R$ 3,3 bilhões em Prêmios de Seguros no primeiro semestre de 2025, o representa um crescimento de 12,8% em comparação a igual período de 2024. 


Já os sinistros apresentaram um crescimento de 25,2%, impulsionados principalmente pelas ocorrências relacionados a acidentes e roubos de carga, que seguem como as principais vulnerabilidades do modal rodoviário. Isso significa que o mercado segurador retornou mais de R$ 1,8 bilhão aos segurados em forma de indenizações no primeiro semestre do ano.

Pelo terceiro ano consecutivo, Grupo Bradesco Seguros é eleito uma das empresas mais inovadoras do Brasil pela MIT Technology Review

O Grupo Bradesco Seguros foi novamente reconhecido entre as empresas mais inovadoras do Brasil, conquistando, pela terceira vez, o prêmio Innovative Workplaces, concedido pela MIT Technology Review. O levantamento, que chega à sua quarta edição, destaca as organizações que promovem ambientes favoráveis à criatividade, colaboração e experimentação como motores de transformação.

O reconhecimento é resultado de uma cultura de inovação consolidada no Grupo Segurador, centrada nas pessoas e na criação de soluções que integram eficiência operacional, impacto positivo e visão de futuro. Entre as iniciativas que contribuíram para essa conquista está o DesBRAva, programa que forma agentes internos de inovação, capacitando funcionários com metodologias e visão estratégica para liderar transformações em suas áreas de atuação.

Outro destaque é o Festival de Inovação, evento interno que promove o compartilhamento de boas práticas, palestras com especialistas e atividades de cocriação, estimulando o protagonismo dos times e fortalecendo a ambidestria organizacional. A companhia também investe em mecanismos como o Programa de Beta Testers, que permite a participação ativa dos funcionários na validação de novas jornadas digitais antes de sua implementação.

Essas práticas têm impulsionado maior integração entre áreas, agilidade na tomada de decisões e fortalecimento do senso de pertencimento. A jornada de inovação tem se consolidado como valor transversal a todas as frentes do Grupo, promovendo avanços na maturidade digital e na capacidade de adaptação frente aos desafios emergentes.

“O reconhecimento do MIT reforça o nosso entendimento de que inovação não é um departamento, e sim uma atitude coletiva. Trata-se de uma jornada contínua, que integra pessoas, processos e tecnologia para gerar valor real”, afirma José Loureiro, Diretor de Inovação, Digital e Dados do Grupo Bradesco Seguros.

Série “Construindo Futuros” traz histórias reais de transformação por meio do seguro de vida

Leonardo_Lourenço Grupo Mag Seguros

O seguro de vida vai muito além de um contrato: ele é um instrumento de proteção que transforma vidas e constrói futuros. Para reforçar essa mensagem, a MAG Seguros lançou a série documental “Construindo Futuros”, disponível no YouTube e já assistida por mais de 30 mil pessoas.

No episódio lançado na última segunda-feira, 30, o público conhece a trajetória de Mosaniel, que tinha um bom emprego, uma família unida e planos em andamento. Poucos meses após contratar seu seguro de vida com a MAG, foi surpreendido por uma doença rara e grave: a Síndrome de Guillain-Barré. Sem conseguir andar, com um bebê a caminho e internado em estado crítico, ele descobriu o que significa, de verdade, contar com um seguro que protege a vida, inclusive nos momentos mais difíceis. Sua história é um relato inspirador de superação, resiliência e cuidado.

Até o momento, a produção conta com quatro episódios, trazendo histórias reais que emocionam e inspiram. “A série foi criada para contar trajetórias inspiradoras de pessoas e, também, mostrar como o seguro de vida pode ser democrático a todos”, diz Leonardo Lourenço, diretor estatutário de marketing, comercial, tecnologia e operações do grupo MAG.

Além de Mosaniel, conhecemos as histórias do médico Ricardo Matheus, diagnosticado com uma doença rara e degenerativa, que precisou deixar a profissão, mas encontrou no seguro e no apoio familiar a segurança financeira para seguir em frente e ressignificar a vida. Também vimos a história de Gizele, profissional do setor segurador, que mostra como a proteção foi fundamental em dois momentos decisivos: a perda do pai e sua própria recuperação após um infarto durante uma transição de carreira.

Uma das histórias mais impactantes da série é sobre a trajetória de Leandro Monçôres, piloto de helicóptero que sobreviveu a uma pane aérea segundos antes do pouso e encontrou no seguro de vida a tranquilidade necessária para recomeçar. “O processo pós-acidente foi complicado. Estar em uma posição de vulnerabilidade, na qual o mínimo de apoio que podemos receber, pode fazer uma diferença enorme. E tive um diferencial por conta do seguro de vida, que foi contar com um benefício em caso de acidente ou de estar incapacitado de exercer a função”, relata Monçôres. 

Com narrativas inspiradoras como essas, a série reforça a essência da MAG Seguros: proteger para transformar. “Mais do que segurança financeira, o seguro de vida se mostra como uma ferramenta de esperança e de construção de futuros, mesmo diante do inesperado”, conclui Leonardo Lourenço.

Tokio Marine reúne 120 Corretores em almoço e reforça confiança no crescimento em dois dígitos do mercado 

por Tokio Marine

A Tokio Marine Seguradora reuniu, em São Paulo, 120 Corretores de todas as suas oito Regionais de Varejo — Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul, Minas Gerais, RJ/ES, São Paulo Interior e São Paulo Capital — além de especialistas de Vida, para um almoço especial realizado em 25 de setembro, antes da abertura oficial do Conec 2025. O encontro reforçou a confiança da Companhia no crescimento em dois dígitos do mercado neste ano, impulsionado pela própria dinâmica da indústria securitária, pelo baixo índice de penetração dos seguros no País e pela digitalização que amplia o acesso a soluções de proteção. Nesse cenário, a parceria com Corretores e Assessorias segue como peça-chave para sustentar esse avanço. 

O evento contou com a presença do Presidente José Adalberto Ferrara; do Diretor Executivo de Produtos Massificados; Marcelo Goldman; do Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith; do Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros, Adilson Lavrador, da Diretora de Canais Especiais, Marcia Silva, e foi conduzido pelo Diretor Comercial Nacional Varejo e Vida, Marcos Kobayashi. Também participaram os Diretores Regionais da Companhia e a Superintendente Comercial Vida, Rosangela Spak, que receberam pessoalmente os Corretores convidados de suas áreas de atuação.

Segundo Kobayashi, o diferencial da Tokio Marine está no fato de ser uma Especialista em Corretor de Seguros, sustentada por três pilares:

  • Proximidade: “Só este ano, investimos na abertura de cinco novas Sucursais para ampliar nossa presença geográfica e garantir que estejamos ainda mais próximos dos nossos Parceiros em todo o País”.
  • Soluções Completas: “Somos uma Seguradora Multiprodutos, com mais de 90 produtos e 120 serviços nas áreas de Massificados, Pessoa Jurídica e Vida”.
  • Especialização: “Temos um time altamente capacitado para apoiar os Corretores em todas as etapas da prospecção e da negociação”.

Os convidados também compartilharam suas percepções sobre a parceria com a Tokio Marine. Para Rogério Krever de Oliveira, da Sustentare Seguros, a Companhia se destaca tanto pela tecnologia quanto pelo atendimento humano: “Atualmente, a Tokio é uma das melhores Seguradoras do mercado. Como diz o próprio slogan, as pessoas da Companhia realmente resolvem”.

Direto de São Luís (MA), Karlay Almeida, da MK Corretora de Seguros, ressaltou a importância da manutenção das equipes comerciais. “A Tokio é uma Seguradora que preserva seus times de atendimento locais por muito tempo, o que gera parceria, proximidade e amizade de verdade com os Corretores”, disse.

Já Bianca Braz, da Áquila Corretora, integrante do Grupo Líder, destacou a variedade do portfólio da Seguradora como um fator decisivo: “Além da proximidade, a ampla gama de produtos da Tokio é um diferencial importante que fortalece a nossa atuação no dia a dia”.

Ao se dirigir aos profissionais reunidos, o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, reiterou a prioridade estratégica da Companhia em continuar fortalecendo a relação com os Corretores e as Assessorias. “São vocês que nos ajudam a concretizar nossa missão de proteger Pessoas e Empresas e apoiar o desenvolvimento da sociedade”, concluiu.

MAPFRE na Favela’ chega ao Sol Nascente, a maior favela do Brasil

por Mapfre

A MAPFRE, companhia global de seguros e referência de atuação em sustentabilidade, expandiu o projeto ‘MAPFRE na Favela’, iniciativa que leva acesso a seguros a comunidades periféricas e demonstra a integração de práticas sustentáveis à estratégia e ao modelo de negócios da empresa. A expansão chega à comunidade Sol Nascente, no Distrito Federal, considerada a maior favela do país em número de domicílios. Com mais de 32 mil residências, a comunidade enfrenta carências históricas de infraestrutura, mas abriga uma rede dinâmica de pequenos comércios e serviços, como salões de beleza, oficinas, cozinhas improvisadas, entre outros, dentro das próprias casas.
 

O lançamento oficial da expansão do projeto foi realizado em um evento na comunidade, com a participação de lideranças locais, representantes do G10 Favelas e executivos da seguradora. O objetivo é aproximar o seguro de trabalhadores que, embora movimentem a economia local, têm uma demanda reprimida por produtos de proteção e segurança que atendam às suas necessidades como micro e pequenos empreendedores. 
 

“O seguro é uma ferramenta fundamental para promover equilíbrio econômico e proteção social, especialmente em comunidades onde a vulnerabilidade é maior. Nosso compromisso é criar estabilidade por meio da cultura da prevenção e poder proporcionar isso à comunidade Sol Nascente. O projeto MAPFRE na Favela é um passo estratégico para ampliar a inclusão e mostrar que o seguro é um direito de todos”, reforça Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da MAPFRE. 

Proteção para negócios e equipamentos De acordo com o Data Favela, instituto de pesquisa que estuda a economia e o comportamento dos moradores das favelas brasileiras, mais de 17 milhões de brasileiros vivem em 12,3 mil favelas, movimentando cerca de R$ 300 bilhões por ano. Entre eles, 5,2 milhões atuam como empreendedores, a maioria de maneira informal. Sem acesso a instrumentos de proteção, muitos desses trabalhadores veem seus negócios ameaçados por imprevistos cotidianos como incêndios, furtos ou quebra de equipamentos. Para ajudar a reverter essa realidade, a MAPFRE desenvolveu três soluções para esse público, com preços acessíveis e contratação simplificada:

  • MAPFRE Meu Trampo: seguro voltado a empreendedores informais, que pode ser contratado com CPF, com coberturas contra incêndio, raio ou explosão e diversas assistências emergenciais.
     
  • MAPFRE Meu Bem Protegido: seguro para equipamentos e instrumentos de trabalho, fundamentais para a continuidade do negócio e geração de renda.
     
  • MAPFRE Minha Vida: seguro de decesso, com assistência funerária que oferece descontos em consultas, exames e medicamentos.

Projeto ganha capilaridade

A chegada ao Distrito Federal é fruto de uma parceria com o G10 Favelas, grupo que reúne lideranças comunitárias e iniciativas sociais em territórios de todo o país. A aliança permite que o projeto circule de forma mais orgânica dentro da comunidade, com apoio de lideranças locais para explicar as vantagens da proteção financeira e quebrar barreiras de desinformação que ainda afastam esse público do setor segurador.Para a MAPFRE, trata-se de um movimento que une estratégia de negócios e impacto social. “Estamos fortalecendo a função social do seguro ao mesmo tempo em que criamos condições para que os empreendedores locais protejam seu trabalho e seus sonhos”, destacou Fátima Lima.
 

“Com a oferta de microsseguros acessíveis, estamos proporcionando uma rede de segurança para aqueles que trabalham duro para melhorar suas vidas e suas comunidades. Esta iniciativa é um grande passo para a inclusão financeira e a proteção dos sonhos de muitos empreendedores de favelas”, afirma Gilson Rodrigues, presidente do G10 Bank, instituição que atua como representante de seguros da MAPFRE.
 

Com a expansão para a favela Sol Nascente, a MAPFRE planeja levar o projeto a outros territórios periféricos do Brasil ao longo do próximo ano, em um movimento que une estratégia de negócios, inovação e impacto social de longo prazo.

CNseg: senado aprova PLP da reforma tributária e exclui aplicação do ITCMD sobre planos de previdência privada

O Projeto de Lei Complementar 108/2024, foi aprovado nesta terça-feira (30), no Senado Federal e, por ter sofrido alterações, volta à Câmara dos Deputados para votação final. A proposta faz parte da Reforma Tributária: institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços, trata da distribuição do produto da arrecadação do IBS aos entes federativos e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD).

O setor segurador teve acatadas diversas sugestões, tendo como destaque a emenda ao texto do Senador Eduardo Gomes (PL-TO), que suprime artigo que poderia trazer insegurança jurídica na definição de “contrato de risco”, já plenamente estabelecida no Direito Civil. Tal dispositivo resultaria em incerteza quanto à incidência do Imposto sobre Doações e Causa Mortis (ITCMD) nos planos de previdência privada. Estima-se que mais de 15 milhões de famílias estão protegidas pelos planos previdenciários comercializados por seguradoras.

Entendendo a importância do tema, o relator da matéria, Senador Eduardo Braga (MDB-AM), deixou claro no texto a não incidência expressa de ITCMD nos benefícios de previdência privada e de seguro, sendo uma demanda de longa data do setor segurador. A decisão reflete a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito do RE nº 1.363.013, com repercussão geral, cuja decisão transitou em julgado em março de 2025. A decisão estabeleceu que “é inconstitucional a incidência do ITCMD quanto ao repasse, para os beneficiários, de valores e direitos relativos ao plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) ou ao Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) na hipótese de morte do titular do plano”.

Para o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, a exclusão, garantida em lei, da incidência do ITCMD sobre os planos de previdência privada traz segurança jurídica à decisão do STF, que já havia declarado a inconstitucionalidade dessa cobrança sobre os planos de previdência privada, que protegem parcela importante da população brasileira.

“Diante de um cenário em que o Brasil envelhece de forma acelerada e a população tem menos filhos, o sistema de previdência pública necessita de parceiros para se sustentar. É fundamental que valorizemos a nossa longevidade e o futuro de nossas famílias, por isso não devemos permitir o aumento da tributação sobre a previdência que estamos formando”, ressaltou.

Colnago fez questão de parabenizar a atuação do Senado, juntamente com o Ministério da Fazenda, pelo aperfeiçoamento do texto que já havia sido aprovado pela Câmara e destaca, em nome do setor segurador, o empenho dos Senadores Eduardo Braga e Eduardo Gomes na construção deste importante marco legal.