Depois de se tornar protagonista nas discussões da COP30, CNseg agora impulsiona parcerias entre o público e o privado

O setor de seguros assumiu papel de protagonista na agenda climática brasileira. Na abertura do Pré-COP da CNseg, realizado em Brasília, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou que a indústria seguradora está na linha de frente da resposta às mudanças do clima — tanto como gestora de riscos quanto como investidora institucional.

“Em 2024, os prejuízos globais com desastres naturais somaram US$ 368 bilhões, dos quais US$ 145 bilhões foram cobertos por seguros. É um setor diretamente afetado, mas também parte essencial da solução, oferecendo produtos e serviços inovadores para diferentes segmentos da economia e apoiando políticas de mitigação de riscos. O seguro não pode se acanhar — precisa ocupar seu papel de relevância”, declarou.

Entre as iniciativas preparatórias para a COP30, em Belém, Oliveira anunciou a criação do Hub de Riscos Climáticos, plataforma voltada à troca de informações e desenvolvimento de produtos voltados à adaptação, além da Casa do Seguro, espaço que reunirá, durante a conferência, empresas, governo e sociedade para debater parcerias e políticas de resiliência. “Não será um evento isolado, mas um canal permanente de interação com a sociedade”, disse.

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destacou o ineditismo do engajamento do setor no evento. “Será a primeira COP com tamanha participação da indústria seguradora. Colocamos o seguro entre os temas centrais porque ele é instrumento essencial para mensurar e reduzir riscos. Num mundo em transformação, o seguro se reinventa para proteger economias e atrair investimentos sustentáveis”, afirmou. Segundo ele, ferramentas como a inteligência artificial e os green bonds terão papel determinante na transição verde brasileira.

O presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS), Lucas Vergilio, anunciou uma das principais contribuições acadêmicas do setor para a conferência: a criação do Observatório de Desastres Climáticos, lançada em agosto no âmbito do Grupo de Trabalho em Inovação e Seguros da ENS. “O Observatório vai coletar, analisar e disseminar informações sobre os impactos das mudanças climáticas na indústria de seguros, sendo um catalisador de soluções e dados para mitigação de riscos, precificação eficiente e disseminação de conhecimento para o mercado e a sociedade”, explicou.

Vergilio ressaltou que a iniciativa reforça o papel da Academia como parceira técnica da indústria na construção de políticas sustentáveis. “O seguro é proteção, é tranquilidade, é continuidade. É um amigo invisível que ampara a sociedade nos momentos em que somos surpreendidos pelos mais diversos infortúnios”, concluiu.

Porto leva estratégia Regenera à COP30 e destaca força colaborativa do setor financeiro e de seguros

Com o Brasil no centro das discussões climáticas globais ao sediar a COP30, a Porto chega a Belém com uma mensagem de cooperação e pragmatismo. A companhia será uma das dez empoderadoras da Casa do Seguro, espaço liderado pela CNseg para reunir o mercado em torno da agenda de sustentabilidade e riscos climáticos, e promover a interlocução com outros setores estratégicos da economia, como Febraban, Anfavea, Abdib e CNI entre outros.

“É uma agenda de construção coletiva. A CNseg tem cumprido um papel essencial ao articular o setor e mostrar que sustentabilidade e transição ecológica são desafios comuns a todos os segmentos — do seguro ao sistema financeiro, da indústria ao agronegócio, afirma Patrícia Coimbra, diretora de Gente, Cultura e Sustentabilidade da Porto.

Viviane Pereira, gerente de sustentabilidade da Porto, conta que durante o evento, a Porto promoverá três painéis na Casa do Seguro, abordando desde a metodologia de mensuração de emissões até os desafios da circularidade no setor automotivo. No dia 17, Patrícia Coimbra participará do painel técnico sobre bases de cálculo de emissões e pegada de carbono em seguros, apresentando o case Regenera — a estratégia de sustentabilidade lançada pela companhia em 2024. O debate contará com representantes da UNEP FI, da WayCarbon, consultoria especializada em mudanças climáticas, e da consultoria Carbon, e será mediado por Cláudia Prates.

O diferencial está no pioneirismo da Porto em adotar uma metodologia global de cálculo da pegada de carbono dos seguros. Queremos compartilhar as lições aprendidas, especialmente sobre o uso de dados e de métricas de impacto”, explica Patrícia.

O segundo painel, com foco no papel do setor financeiro e segurador na transição ecológica, reunirá Patrícia Chacon, da Porto Seguro, e Luciana Nicola, diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Itaú Unibanco, com mediação da consultora Denise Hills. A discussão abordará como bancos e seguradoras podem atuar conjuntamente no financiamento de uma economia de baixo carbono, alinhando capital, risco e impacto social.

Já o terceiro painel trará um olhar sobre economia circular e descarbonização da cadeia automotiva, reunindo Daniel Monroni, gerente executivo da Renova Ecopeças, e representantes da Anfavea e do programa Mover, do governo federal. O debate discutirá soluções para o reaproveitamento sustentável de salvados automotivos e os desafios de dar destino adequado aos veículos em fim de vida útil.

Além dos painéis na Casa do Seguro, a Porto também participará da Casa do Pacto Global, onde Patrícia Chacon abordará o tema das tempestades e eventos climáticos extremos, em painel que ainda está em construção.

A participação na COP30 reforça a consolidação da estratégia Regenera, lançada pela Porto em 2024 sob o mote “Cuidar do presente para regenerar o futuro”. A iniciativa estabelece metas públicas e mensuráveis em quatro pilares: Valorização do Capital Humano e Impacto Social, Estratégia Climática e Circularidade, Produtos e Soluções Sustentáveis e Engajamento da Cadeia de Valor.

Entre os compromissos assumidos pela companhia estão a redução de 40% das emissões absolutas de gases de efeito estufa até 2030, o abastecimento 100% renovável de suas operações diretas, a reciclagem dobrada de veículos e R$ 13 bilhões em produtos com atributos sustentáveis. O Regenera é um convite à ação coletiva. Sair da lógica de mitigação e avançar para a regeneração — de relações, de territórios e de economias. A COP30 será um ponto de inflexão nessa jornada, afirma Patrícia Coimbra.

A estratégia também prevê R$ 40 milhões em investimentos sociais, 50% de mulheres e 30% de pessoas negras em cargos de liderança, e a ampliação da inclusão securitária, com foco em produtos mais acessíveis e financeiros integrados — como o Porto Bairro, plano de saúde voltado a pequenos empreendedores a partir de três vidas.

No campo ambiental, a companhia atua em frentes como o Renova Porto, projeto de reciclagem automotiva alinhado à política pública de economia circular, e na parceria com a WayCarbon para o plano de descarbonização.

Com 100% das emissões operacionais já compensadas e energia renovável em todas as suas unidades principais, a Porto chega à COP30 com uma trajetória consistente e a expectativa de que o encontro fortaleça pontes entre seguradoras, bancos, governo e indústria. “Estamos em um momento em que o mercado precisa agir em bloco. O seguro tem um papel essencial na precificação de riscos e no financiamento da transição ecológica — mas só avançaremos com colaboração e diálogo, conclui Patrícia Coimbra.

Ebix acelera transformação digital no seguro brasileiro com CNP, Icatu e Aruana

mario nogueira ebix

A Ebix Technologies Limited anunciou um marco importante com a integração de três grandes seguradoras brasileiras — CNP Seguradora, Icatu Seguros e Aruana Seguradora — à sua plataforma digital de novos negócios, por meio de sua subsidiária global Ebix Latin America. O movimento reforça o compromisso da Ebix com a transformação digital, eficiência operacional e inovação no setor de seguros brasileiro.

A CNP Seguradora, subsidiária da francesa CNP Assurances com mais de duas décadas de atuação no país, está utilizando a plataforma da Ebix para ampliar o acesso a soluções digitais de seguro. A parceria prioriza flexibilidade, segurança e melhor experiência do cliente, permitindo que corretores e segurados usufruam de processos ágeis e integrados por tecnologia.

Já a Icatu Seguros, líder entre as seguradoras independentes de vida e previdência no Brasil, adotou a plataforma da Ebix para potencializar sua oferta de seguros de vida em grupo. O acordo reflete uma visão conjunta de inovação, automação e foco no cliente, fortalecendo o compromisso da Icatu em modernizar suas operações digitais.

A aliança da Ebix com a Aruana Seguradora tem como objetivo implementar uma plataforma de serviços para corretores, voltada à melhoria da eficiência e à aceleração das vendas de apólices. Com uma infraestrutura digital avançada, a Aruana busca ampliar a adoção tecnológica em seus diversos ramos de atuação — incluindo vida, saúde, fiança e aluguel — impulsionando a modernização do ecossistema de seguros no Brasil.

Segundo Mario Nogueira, CEO e Head da Divisão Ebix na América Latina, “essas parcerias representam um passo importante na modernização do mercado segurador por meio de soluções digitais que promovem excelência operacional e atendem às necessidades em constante evolução das famílias e empresas brasileiras. Este é apenas o começo; novas parcerias estratégicas estão a caminho”.

MAPFRE apoia ART FOR PETS, unindo arte urbana e mobilização pela causa animal

por Mapfre

A seguradora Mapfre anuncia o patrocínio à ART FOR PETS, uma iniciativa da Artery, referência na produção de grandes exposições de arte urbana com propósito social, que transformará as ruas e espaços públicos de São Paulo em uma galeria a céu aberto em defesa da causa animal.
 

A parceria viabilizada pela Lei de Projetos Incentivados levará cerca de 30 esculturas de cães e gatos de aproximadamente 1,4 metro de altura cada, para shoppings, parques e avenidas, unindo arte, solidariedade e mobilização social.
 

O objetivo da ação é dar visibilidade à realidade de animais em situação de abandono no Brasil (estimados em mais de 30 milhões), com centenas de milhares apenas na capital paulista. As esculturas, que serão customizadas por artistas selecionados via curadoria, pretendem chamar a atenção para a urgência da causa e reforçar a importância do cuidado, da adoção responsável e da castração.
 

Para a MAPFRE, o patrocínio vai ao encontro de seus pilares de atuação, que incluem o apoio a projetos culturais de relevância e o engajamento em causas sociais que promovem o bem-estar da sociedade.
 

“A MAPFRE tem um compromisso com o incentivo à cultura e é uma enorme satisfação apoiar um projeto que une a arte de maneira acessível a uma causa tão nobre como a proteção animal,” afirma Tatiana Cerezer, diretora de Clientes, Comunicação e Marketing da MAPFRE. “É gratificante ver essas esculturas de cães e gatos colorindo a cidade e, ao mesmo tempo, mobilizando a sociedade em prol dos animais em situação de abandono. É uma parceria que reflete nossos valores de cuidado e de responsabilidade social”, finaliza a executiva. 
 

A exposição, gratuita e acessível a todos, democratiza o contato com a arte e, ao mesmo tempo, busca conscientizar a sociedade sobre a necessidade de proteger e apoiar os animais. Ao final do projeto, 100% do lucro obtido com o leilão das obras será revertido às iniciativas do Instituto Caramelo, que em 2025 celebra dez anos de atuação dedicados ao resgate e reabilitação de animais.
 

A ART FOR PETS é uma iniciativa da Artery, que desde 2011 desenvolve projetos de arte urbana que conectam marcas, artistas e causas: “Queremos que a ART FOR PETS seja mais do que uma exposição: é uma oportunidade de despertar olhares e corações para a causa animal. Cada escultura, ao ocupar o espaço urbano, simboliza uma vida que merece cuidado, respeito e a chance de um novo começo”, comenta Carol Barreto, uma das fundadoras da Artery. 
 

Cronograma em São Paulo
 

A ART FOR PETS teve início em 1º de outubro com um ateliê aberto no MorumbiShopping, onde o público poderá acompanhar o trabalho dos artistas.
 

No dia 18 de outubro, os pets disponíveis para adoção estarão presentes em um evento de sensibilização e incentivo à adoção responsável, organizado pelo Instituto Caramelo, chamado de “Maratona da Adoção”.  Além disso, o ateliê das pinturas ao vivo também acontecerá nesse dia, com a participação de alguns artistas, e vai até o dia 19 de outubro. 
 

As obras ficarão expostas de 23 de outubro a 11 de novembro. A partir do dia 12 de novembro, a exposição segue para as ruas, avenidas e parques de São Paulo em uma grande mostra pública que se estenderá até 11 de dezembro. Durante todo o período de exposição, o leilão online estará aberto para lances.
 

Por fim, de 12 de dezembro a 20 de janeiro, parte das esculturas estarão em uma mostra especial em Centros Culturais da cidade.
 

Prevenção ainda não chega às favelas: 7 em cada 10 moradores têm dificuldade para realizar exames contra o câncer

A luta contra o câncer ainda esbarra em barreiras de acesso, principalmente nas favelas brasileiras. Uma pesquisa conduzida pelo Data Favela revelou que sete em cada dez moradores de comunidades enfrentam dificuldades para realizar exames de prevenção e diagnóstico. O levantamento, realizado em diferentes regiões do país, mostrou ainda que 75% dos entrevistados têm medo de descobrir a doença, sobretudo pela dificuldade em acessar tratamentos adequados, agravada pela desinformação e falta de infraestrutura de saúde.
 

As desigualdades também impactam diretamente a sobrevida dos pacientes. Um estudo recente do Grupo Cooperativo Latino-Americano de Oncologia (LACOG), comparou prontuários de 582 homens com câncer de próstata avançado. O resultado escancara a diferença: pacientes tratados na rede privada viveram, em média, 2 anos e 4 meses a mais do que os atendidos pelo SUS.


Campanhas de conscientização

É nesse contexto que o Outubro Rosa e o Novembro Azul se tornam ainda mais relevantes. Mais do que símbolos coloridos, as campanhas nacionais buscam chamar atenção para a importância de exames simples, como mamografia, Papanicolau e PSA, que podem fazer a diferença entre um tratamento precoce e um diagnóstico tardio.


Na tentativa de reduzir essa desigualdade, algumas iniciativas têm surgido dentro das próprias comunidades. A Favela Seguros, iniciativa da Favela Holding em parceria com o Grupo MAG lançou a campanha “Família Protegida – É Hora da Prevenção”. A iniciativa oferecerá um (1) check-up gratuito a novos clientes do produto Família Protegida entre 01 de outubro e 30 de novembro.
O pacote inclui consultas médicas presenciais ou on-line, exames laboratoriais e procedimentos específicos para cada público: ultrassonografia das mamas e Papanicolau para mulheres; avaliação da próstata e hemoglobina glicada para homens.

Os novos clientes da Favela Seguros terão o prazo de até 12 meses, a contar da data da contratação, para agendar a consulta e realizar os exames. Ainda assim, a recomendação é que o atendimento seja feito o quanto antes, garantindo uma prevenção mais eficaz.

“O Outubro Rosa e o Novembro Azul simbolizam uma luta que não pode ser restrita a campanhas de conscientização. Nas favelas, a prevenção muitas vezes não chega. Por isso, com esta iniciativa, queremos oferecer acesso real a exames básicos e fundamentais, garantindo que mais famílias possam cuidar da saúde de forma preventiva”, afirma Ronaldo Gama, head da Favela Seguros.
 

Um desafio permanente

Embora ações como essa representem avanços, especialistas apontam que o problema é estrutural. A pesquisa do Data Favela mostrou que muitos entrevistados acreditam em mitos, como o de que micro-ondas ou antenas de celular causam câncer, ou ainda que homens não podem ter câncer de mama.

“Ações como a Família Protegida e campanhas de conscientização cumprem um papel duplo: além de estimular a prevenção, também combatem notícias falsas e preconceitos que afastam a população dos exames”, conclui Gama.

Com mais de 600 mil novos casos de câncer estimados no Brasil para 2025, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a mensagem de Outubro Rosa e Novembro Azul segue urgente: prevenir é viver.

Isabella Costa Ximenez assume resseguros da recém-criada Acrisure Re Brasil

A Acrisure Re Brasil, divisão de resseguros da líder global em fintech Acrisure, nomeia Isabella Costa Ximenez como diretora executiva e líder de resseguros. A executiva será responsável por estruturar as operações locais da Acrisure Re, definir a estratégia de resseguro facultativo e atuar em colaboração com os líderes de seguros patrimoniais e de responsabilidade civil (P&C) voltados ao varejo no Brasil e em toda a América Latina. A diretora também passa a integrar o comitê executivo da Acrisure Brasil. Em seu novo cargo, Isabella se reportará diretamente a Thomaz Menezes, CEO da Acrisure Brasil, América Latina e Caribe.
 

Com mais de 15 anos de experiência no setor, Ximenez chega da Lockton, onde ocupava o cargo de diretora de colocação. Antes disso, desempenhou funções de liderança na JLT Re e na Odyssey Reinsurance.
 

“Estou muito feliz em me juntar à Acrisure Re Brasil neste momento decisivo de crescimento. Temos uma oportunidade única de oferecer soluções inovadoras e gerar valor de longo prazo para nossos clientes em toda a América Latina. Estou ansiosa para colaborar com Thomaz e a equipe global e construir um negócio sólido e de impacto no Brasil e região”, afirma Ximenez.
 

“A experiência e a liderança de Isabella serão fundamentais enquanto estabelecemos a Acrisure Re Brasil e ampliamos nossa oferta de resseguro por toda a América Latina”, comenta Thomaz Menezes. “Esta nomeação reflete nosso compromisso de longo prazo com a região e nossa confiança na capacidade da executiva de construir uma base sólida de crescimento.”
 

Além disso, a Acrisure Re Brasil atuará em estreita coordenação com a equipe internacional da Acrisure Re, apoiando o contínuo crescimento e desenvolvimento de seus negócios de resseguros em todo o mundo.

MetLife reestrutura operação regional e apresenta Vanessa Kischner como diretora comercial regional 

A MetLife anuncia a chegada de Vanessa Kischner como Diretoria Comercial Regional RJ, ES, N e NE. Com mais de 25 anos de experiência no setor e dedicação ao atendimento de corretores de seguros, a executiva teve passagens marcantes em empresas como Amil Saúde, Allianz Seguros e Unibanco AIG Seguros e Previdência.

A reestruturação da área reforça o objetivo da MetLife de consolidar em sua atuação em estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, além de ampliar sua participação nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. “Estamos muito felizes com a chegada de Vanessa e certos de que sua experiência impulsionará ainda mais os resultados em estados importantes para o olhar da companhia e desenvolvimento destes mercados do país”, comenta Ramon Gomez, Vice-presidente comercial da MetLife.

Felipe Mendes, ex-GfK e NielsenIQ, assume como CEO da Pitzi

A Pitzi, insurtech brasileira especializada em proteção de eletrônicos, anunciou Felipe Mendes como novo CEO. Com mais de 30 anos de experiência em consumo, varejo e inteligência de mercado, o executivo já atuou na NielsenIQ, GfK e Unilever, além de fundar a consultoria Brains&Bytes.

Mendes chega para liderar a nova fase da empresa, que se posiciona como parceira estratégica do varejo, oferecendo soluções completas de proteção e serviços financeiros para impulsionar vendas e fidelizar clientes. Ele destaca o potencial de impacto do modelo da Pitzi, que une tecnologia, relacionamento e foco na experiência do consumidor.

O movimento ocorre em um momento positivo para o setor, com crescimento de 29% na indústria de eletroeletrônicos em 2024, segundo o MDIC. Fundada em 2012, a Pitzi soma mais de 3 milhões de clientes protegidose aposta em ferramentas como o app Pitzi Ninja e inteligência artificial para otimizar operações e aumentar margens do varejo.

A empresa também investe em gestão de eletrônicos usados e modelos de assinatura com smartphones de última geração, consolidando-se como uma das principais referências em soluções digitais para o ciclo de vida dos eletrônicos.

FenaCap participa de evento do mercado Segurador em Porto Alegre

O diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Natanael Castro, participou na quarta-feira (01/10), em Porto Alegre, do Almoço do Mercado Segurador, promovido pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SINDSEGRS). O evento, que fez parte da programação especial em comemoração aos 130 anos da entidade gaúcha, teve a presença do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira.

No encontro, que reuniu lideranças de companhias, entidades representativas, autoridades e jornalistas, Castro falou sobre os avanços e oportunidades da Capitalização e do trabalho da FenaCap. A entidade tem acompanhado de perto as novas legislações em vigor, que abrem frentes para o setor, como a Lei de Licitações (14.133/2021), que prevê garantia em processos de licitações e contratos públicos de bens e serviços nos âmbitos federal, estadual e municipal, além de Parcerias Público-Privadas (PPPs), e a Lei de Garantia de Crédito (14.652/2023), que reforça a utilização dos Títulos de Capitalização para esse tipo de operação. Segundo o estudo “Estimativa de Potencial de Mercado”, desenvolvido pela entidade no final de 2023 e a tualizado no ano passado, essas Leis podem contribuir para o setor chegar a uma arrecadação de R$ 91 bilhões em 2028.

Resultados da Capitalização no Rio Grande do Sul


Castro reforçou que, no primeiro semestre de 2025, a arrecadação da Capitalização somou R$ 16,89 bilhões, um crescimento de 12,01% em relação ao mesmo período do ano passado. No mesmo intervalo, a receita do setor no Rio Grande do Sul chegou a R$ 1,5 bilhão, uma expansão de 28% frente a 2024.
 

“A Capitalização tem se mostrado uma alternativa ágil e flexível em diferentes frentes, como nas garantias de contratos e locações, por exemplo. Essa diversidade de aplicações reforça a proposta de valor da Capitalização e demonstra sua relevância dentro do ecossistema do mercado segurador”, afirmou Castro.

Ele destacou ainda que a entidade tem investido na disseminação de informações e na aproximação com os diversos públicos de interesse, incluindo corretores, empresas e órgãos públicos.


“Nosso papel é ampliar o entendimento sobre a Capitalização como uma ferramenta capaz de apoiar desde grandes obras públicas até a educação financeira de famílias. O setor já movimenta bilhões e tem potencial de crescer ainda mais, seja como instrumento de garantia em licitações e PPPs, seja como porta de entrada para o hábito de poupar. É um primeiro degrau para que as pessoas desenvolvam disciplina financeira e construam reservas para realizar sonhos ou projetos”, completou o diretor-executivo da FenaCap.


Em sua apresentação, Dyogo Oliveira abordou o tema “Perspectivas e agenda prioritária do mercado brasileiro de seguros”, reforçando a relevância estratégica do mercado segurador para a economia nacional. O presidente da CNseg também chamou atenção para a agenda de sustentabilidade, que vem ganhando cada vez mais relevância diante dos desafios climáticos e sociais. 


“A COP30 vai ser aqui no Brasil, em Belém. É uma oportunidade histórica para o país mostrar liderança na agenda climática, e o setor de seguros tem muito a contribuir com dados, estudos e instrumentos de proteção para aumentar a resiliência da sociedade diante dos eventos climáticos”, afirmou.
 

O almoço promovido pelo sindicato é um evento consolidado como um dos mais importantes fóruns de relacionamento e debate do mercado segurador no Rio Grande do Sul.

Zurich Seguros e Seg Imob anunciam parceria para simplificar o seguro imobiliário no Brasil

Marcio Benevides

A Zurich Seguros e A Seg Imob anunciam parceria para ampliar e facilitar o acesso ao seguro incêndio imobiliário, uma proteção obrigatória para todas as locações, seja residencial ou empresarial. A união abre novas oportunidades em um setor que movimenta mais de 18 milhões de locações por ano e reúne mais de 74 mil imobiliárias, segundo dados da PNAD 2024 e do Conselho Federal de Corretores de Imóveis. 

Com um processo 100% digital para contratação do seguro incêndio imobiliário da Zurich, tanto para imóveis residenciais, quanto comerciais, a plataforma faz a gestão completa do seguro, de ponta a ponta, simplificando processos e agilizando a contratação. Para a Zurich, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em diversificar canais de distribuição e fortalecer sua presença no mercado, colocando o corretor no centro da jornada. 

“Queremos ser a melhor seguradora para os corretores operarem, oferecendo soluções acessíveis, eficientes e capazes de gerar novas oportunidades de negócio. Esta integração amplia a proteção, simplifica processos e reforça a nossa visão de longo prazo como uma companhia multilinha e multiproduto, com a solidez de uma marca global e o compromisso de estar próxima às necessidades locais.”, afirma Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros.  

Para a Seg Imob, a parceria com a Zurich representa um marco para o setor. “A parceria consolida nosso compromisso com inovação, credibilidade e eficiência, oferecendo aos corretores e imobiliárias uma jornada 100% digital, suporte especializado, painéis de acompanhamento e redução de custos operacionais. Juntas, as empresas geram resultados tangíveis e fortalecem a experiência de clientes e parceiros”, afirma Silvano Tucci, CEO da Seg Imob.