A resiliência do seguro contra três riscos principais – mortalidade, gastos com saúde e catástrofes naturais – enfraqueceu em 2019, mostram os índices. A lacuna de proteção global combinada para os três perigos é calculada como atingindo um novo máximo de US$ 1,24 trilhão
A pandemia COVID-19 deve reduzir a resiliência macroeconômica global em cerca de 20% em 2020 em relação aos níveis de 2019, à medida que os pacotes de estímulo esgotam os amortecedores fiscais e monetários dos países em todo o mundo. De acordo com os últimos índices anuais de resiliência do Swiss Re Institute, o Reino Unido, o Japão e os Estados Unidos terão as maiores quedas de resiliência entre as principais economias. Suíça, Finlândia e Canadá continuam sendo os três países mais resilientes do mundo, refletindo sua força econômica abrangente contra crises futuras. O Brasil está em vigésimo lugar neste ranking.
A resiliência econômica global se manteve em 2019 em comparação com 2018, mas o mundo entrou na crise COVID-19 com menos capacidade de absorção de choques do que antes da crise financeira global de 2008-09, a última grande desaceleração econômica. O Índice de Resiliência Macroeconômica (E-RI) do Swiss Re Institute para o mundo ficou em 0,62 em 2019, contra 0,61 em 2018. O valor do índice mundial cai para 0,5 na estimativa inicial para 2020, que visa captar o impacto do estímulo fiscal e monetário em resposta ao COVID-19 na resiliência econômica.
“A resposta de estímulo fiscal e monetário ao COVID-19 foi fundamental para amortecer o impacto econômico dos bloqueios ordenados pelo governo”, disse Jerome Jean Haegeli, economista-chefe do Grupo da Swiss Re. “No entanto, a realidade dos gastos em tempo de guerra é que eles deixam muito menos espaço para futuras manobras políticas. Além do mais, o principal risco da política econômica é que essas medidas temporárias do governo sejam desafiadoras demais para se desfazer e se tornarem permanentes, deixando as economias dependentes de estímulo. O foco na reposição da resiliência por meio do restabelecimento de amortecedores fiscais e monetários, por meio de reformas estruturais para melhorar as perspectivas de crescimento de longo prazo, será fundamental.”
“Indexar” a resiliência e medir o quanto a sociedade está preparada para enfrentar riscos crescentes pode ajudar os formuladores de políticas a reduzir a exposição a desafios como economia em desaceleração, aumento da dívida nacional, mudança climática e pressão sobre os recursos naturais.
A resiliência do seguro contra três riscos principais – mortalidade, gastos com saúde e catástrofes naturais – enfraqueceu em 2019, mostram os índices. A lacuna de proteção global combinada para os três perigos é calculada como atingindo um novo máximo de US$ 1,24 trilhão.
Globalmente, a resiliência à mortalidade foi a que mais diminuiu, impulsionada pelo aumento da lacuna de proteção à mortalidade na região da Ásia-Pacífico, onde a lacuna de proteção da China se expandiu devido ao rápido crescimento da dívida das famílias.
A resiliência em saúde ficou estável, apesar de alguma deterioração nos mercados emergentes. A lacuna global de proteção à saúde aumentou em mais de 5%, para US $ 588 bilhões. A resiliência a catástrofes naturais foi a mais baixa das três áreas de risco.
O Swiss Re Institute espera que as lacunas de proteção à saúde e mortalidade aumentem à medida que as famílias enfrentam menores rendimentos, maiores custos de saúde e as consequências financeiras de perder um ganha-pão como resultado da pandemia.
“A crescente lacuna de proteção global é uma grande oportunidade para as seguradoras cumprirem seu papel como absorvedores de risco e melhorar a resiliência social”, disse Haegeli. “Em tempos de crise, as famílias precisam de proteção contra riscos. O seguro é uma ferramenta fundamental para ajudar as famílias a reduzir sua vulnerabilidade financeira em ambientes turbulentos.”
No ano passado, o Swiss Re Institute lançou seu Índice de Resiliência Macroeconômica, classificando os países em relação a um amplo espectro de variáveis para oferecer uma avaliação muito mais holística da saúde econômica do que apenas o produto interno bruto. O Swiss Re Institute também desenvolveu índices de resiliência de seguro para avaliar como o seguro ajuda indivíduos, famílias e organizações a resistir a cenários de choque em três áreas principais: catástrofes naturais, mortalidade e saúde.
Segundo dados da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), entre junho e julho, as vendas de bicicletas no Brasil cresceram 118% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os modelos mais procurados são as chamadas “bicicletas de entrada”, que custam entre R$ 800 e R$ 2 mil, normalmente utilizadas para transporte, lazer e exercícios físicos de baixo impacto.
Nos modelos mais caros, a demanda também se repete. De acordo com uma pesquisa feita com mais de 2,2 mil ciclistas de montanha, pela Ciclotrilhas Floripa, cerca de 80% deles devem comprar uma nova bicicleta nos próximos dois anos. Os modelos preferidos dessa categoria custam entre R$ 2 mil e R$ 15 mil.
Com base em todo esse cenário, a Argo Seguros estima um crescimento de até 40% na venda de seguros. “Por sermos especializados nesse segmento, conseguimos formatar novos produtos, como o Bike Mulher, especialmente criado para as ciclistas, além dos acordos com fabricantes e lojas de bicicletas, por exemplo. Assim, já estamos sentindo os efeitos dessa demanda, o que deve aumentar nesse segundo semestre”, afirma Vanessa Oliveira, Head de Consumer Lines.
A seguradora, que oferece proteção para uma ampla gama de bicicletas – desde as mais simples até as de alto valor agregado com modificações, além das bikes elétricas -, deve lançar em breve uma solução para os modelos mais básicos, com valores abaixo de R$ 1.500. A ideia é justamente oferecer um produto para atender ao público que hoje está optando pela bicicleta como forma de transporte e gostaria de contar com uma proteção. As coberturas protegem contra roubos, acidentes e danos contra terceiros.
“A Argo Seguros apoia fortemente o aumento da utilização de bicicletas como meio de transporte, pois isso traz um grande benefício para saúde, assim como para o meio ambiente. Ressaltamos que, como líderes deste mercado, nossa visão é de atender o maior público possível de maneira focada em relação às suas demandas. Isso vem de encontro com o objetivo da empresa de seguir conhecida como a melhor seguradora de bikes do mercado, principalmente quando falamos do momento da indenização”, concluiu Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros.
“Agora teremos liberdade e isso vai acirrar muito a concorrência entre as seguradoras. Temos muita gente competente para ofertar produtos e serviços para os consumidores”, disse Antonio Trindade, da FenSeg
Dar liberdade e asas a criatividade das seguradoras para montarem programas de seguros acessíveis e sob medida para a mundo corporativo. Essa é a intenção da Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo apresentação da titular Solange Vieira, no ciclo integrado de webinários promovido pelo Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV, em parceria com a BMG Seguros.
Esta edição do evento trouxe importantes discussões sobre o mercado de seguros, seus principais desafios e evoluções necessárias para que esteja apto a ser um agente protagonista no próximo ciclo de investimentos em infraestrutura do país.
Como os seguradores vão sair da zona de conforto de ofertar pacotes padronizados para ofertar produtos sob medida com personalização de preços para cada companhia ou executivo?, perguntou Gesner Oliveira – Coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV Moderador, e Jorge Sant’Anna, diretor-Presidente da BMG Seguros.
A questão foi dirigida a Antonio Trindade, presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e CEO da Chubb Seguros. “Quase chorei de emoção de ler a sugestão colocada em consulta pública para o novo marco regulatório do seguro de grandes riscos. Ele é transparente e objetivo sobre o que pode e não pode ser feito. O mercado vai dar suas opiniões, mas o esqueleto apresentado está excelente”, comentou Trindade em sua apresentação no painel.
Trindade citou que muitos dos programas mundiais tem termos e condições próprias usadas em vários países do mundo e quando chega aqui no Brasil tem de fazer outros termos e condicões. “Com as mudanças poderemos manter padrões que já estao no contrato negociado pela matriz, bem como combinar coberturas que para uns clientes são importantes e para outros não, sem as amarras de produtos padronizados. Esta liberdade vai trazer criatividade para o setor, que terá de sair da zona de conforto de negar coberturas para clientes afirmando que o mercado é regulado e pronto. Agora teremos liberdade e isso vai acirrar muito a concorrência entre as seguradoras. Temos muita gente competente para ofertar produtos e serviços para os consumidores”.
Solange afirmou que vale a pena marcar uma conversa com o deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara, para discutir o seguro garantia, previsto na Lei de Licitações, para que este assunto realmente seja resolvido para que todos possam se preparar para ofertar produtos e serviços assim que os projetos de infraestrutura sairem do papel.
CEO da corretora Minuto Seguros foi entrevistado pela jornalista Denise Bueno durante a 4a. edição do Corretor do Futuro
Hoje tive a honra de participar da 4a. edição do Corretor do Futuro, evento virtual promovido pela Kuantta Digital, que tem a frente o incansável empreendedor Arley Boullosa. O evento começou hoje, dia 25, com conteúdo relevante e formato moderno. Em vez de executivos ficarem falando o que querem, em todos os paineis a produção do evento colocou um jornalista para buscar respostas aos questionamentos dos corretores. Realmente bacana esta iniciativa da jornalista Karem Soares, uma das responsáveis pela produção do evento.
A minha missão foi entrevistar Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros, que dispensa apresentações, mas vou falar um pouco. Acompanho a carreira de Marcelo há mais de 25 anos. Ele é reconhecido por todos pela contribuição que dá ao setor por ser um empreendedor raiz. Enfrenta os desafios de ser empresário num Brasil do futuro que demora a ocupar a importância que tem pelo pouco cuidado dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em implementar uma reforma política que faça com que os políticos sirvam à sociedade e não ao contrário, como é hoje.
A entrevista fala sobre os desafios das seguradoras em viver num cenário de taxas reais de juros negativos pela primeira vez na vida. Fala sobre a importância dos corretores numa realidade onde os consumidores pouco conhecem seguros e precisam de consultoria financeira. Traz sugestões sobre como enfrentar as dificuldades e oportunidades trazidas pela pandemia, como o papel preponderante das seguradoras em entregar ao profissional de vendas matéria prima de qualidade, ou seja, produtos e serviços que caibam no bolso e atendam às necessidades reais de cada público. Afinal, o Brasil tem vários países dentro dele com tamanha diversidade cultura, realidades econômicas e riscos mutantes de um canto a outro.
Essas foram algumas das perguntas que Marcelo Blay respondeu com transparência para que sua experiencia possa servir para que outros tenham sucesso de forma mais rápida, evitando tantos erros na jornada, que é longa neste novo mundo digital e cheio de riscos imprevisíveis.
Como fica a vida dos corretores diante das mudanças econômicas que obrigam as seguradoras a refazer a estratégia?
Como fica a vida do cliente com o orçamento apertado versus nova consciência de risco que a pandemia trouxe a todos?
Uma oportunidade e tanto para os corretores, que podem ajudar as seguradoras a criarem produtos para este “novo normal”. Quais seriam esses produtos?
O quanto ser digital é vital neste novo cenário? Como chegar aos clientes de forma virtual?
Muitos corretores investem dinheiro em anúncios no Google, Facebook, Instagram, mas se frustram com o resultado. Conte um pouco sobre a sua experiência em transformar leads em vendas efetivas?
Muito se fala em venda cruzada, ou seja, ofertar diversos produtos e serviços na base de clientes que os corretores já tem. Poucos fazem isso. Por que? Não seria uma estratégia vencedora?
Inovar depende muito da equipe. Como engajar funcionários jovens no propósito de vender seguros?
Assista o vídeo, curta o canal do Youtube da Kuantta para ver outros e receber notificações sobre as novidades que Arley e sua equipe sempre lançam. E faça a sua parte: empreenda, com garra. Sempre dá certo. Como costuma repetir Arley Boullosa: “somente a qualificação profissional nos fornece vantagem competitiva para avançar”.
Como parte das comemorações de aniversário de 14 anos do SIS Group, convidamos você a participar do nosso webinar em parceria com o blog Sonho Seguro, da jornalista Denise Bueno.
Para discutir sobre o tema, contamos com a participação do presidente Paulo Peret e representantes de grandes seguradoras clientes da companhia:
– Com as lojas fechadas, quais estratégias de conversão no PDV e no Online. O que muda? Adaptações, desafios e conquistas
– Migração para E-Commerce – qual a expectativa para o pós-pandemia. Como fica o equilíbrio entre compra no PDV e E-Commerce. Comportamento do consumidor – ganhos da pandemia
– Pós-venda – Migração/Consolidação do processo digital de regulação de sinistros e prestação de serviços – O cliente que compra online vai querer uma regulação online!
O jornal Valor Econômico traz o tradicional anuário Valor Financeiro Seguros, antes como revista, agora em formato tabloide. As matérias traçam um raio X dos principais produtos vendidos pelo setor. Os textos no digital são apenas para assinantes. A íntegra das matérias pode ser lida no jornal impresso, vendido em bancas nesta terça-feira.
Cenário – A indústria de seguros iniciou 2020 com motivos para comemorar. O avanço nominal de 12,1% nas receitas em 2019 emulava o desempenho do período 2009-2014, em que crescimentos anuais de dois dígitos eram comuns. No ano passado, o setor surfou a onda de uma economia que, embora com a força de uma marola, saiu do buraco da recessão que teve início em meados da década, incentivado pelo bom desempenho de ramos como vida e previdência. A expectativa para 2020 era, se não repetir o desempenho, ao menos entregar resultados bem próximos a isso. Abril, o primeiro mês “cheio” da quarentena, foi considerado um dos piores da história recente do segmento. Houve aparente melhora em maio, com crescimento de 11,4% na arrecadação sobre abril, mas os números precisam ser relativizados, na opinião de Marcio Coriolano, presidente da CNseg. “Em grande parte isso foi influenciado pelos produtos previdenciários. Sem PGBL e VGBL, haveria queda de 2,3%.” Leia mais
Indicadores – Os balanços das seguradoras no primeiro semestre captaram os impactos da covid-19 sobre o setor de maneiras distintas. Com diferenças pontuais relacionadas ao mix dos negócios, as empresas reportaram menor arrecadação em prêmios em algumas linhas, mas compensaram as perdas com a redução atípica do índice de sinistralidade em ramos como automóveis e saúde em decorrência das medidas de isolamento social. Há um ponto em comum, entretanto, que foi refletido nas demonstrações de muitos grupos: a piora nos resultados financeiros. Leia mais
Competição – A diversidade de investidores que buscam informações sobre o mercado de seguros impressiona, ainda mais depois das restrições de circulação impostas pela covid-19. Eles estão interessados em saber como a tecnologia, a demanda dos clientes por proteções mais aderentes à realidade e as insurtechs mudam a cara do mercado e de que forma a concorrência tem se comportado. Leia mais
Inovação – A inovação começou a tomar conta, embora com atraso, do mercado segurador brasileiro. De um lado, há o avanço acelerado das insurtechs, startups que oferecem novas soluções e plataformas para o setor. Do outro, a corrida de grandes seguradoras para melhorar a experiência dos clientes. O discurso corrente é de parceria entre gigantes e novatas. Em comum, as empresas querem oferecer produtos mais digitais, simples e flexíveis. É uma demanda do novo consumidor, que busca uma contratação fácil e rápida. Leia mais
Corretoras – A tendência de fusões e aquisições entre as grandes corretoras de seguros tende a se intensificar, com impactos significativos no Brasil. Em março a Aon, segunda maior corretora do mundo, adquiriu a terceira maior, a Willis Towers Watson, em um negócio de US$ 30 bilhões que ainda precisa ser validado pelas agências de defesa econômica dos vários países em que atuam. Leia mais
Previdência – O ano de 2020 ficará marcado não só pela pandemia, mas pelos chacoalhões nas aplicações financeiras e pelo teste de nervos dos investidores. Na indústria da previdência privada não foi diferente. A captação líquida negativa nos meses de março e abril foi atípica e não acontecia desde julho de 2013. Foi um efeito direto da alta volatilidade nos mercados por conta da instabilidade, o que resultou em fuga de recursos. Em março, o saldo entre entradas e retiradas dos planos de previdência foi negativo em R$ 2,4 bilhões, e em abril, em R$ 1,5 bilhão. Leia mais
Saúde – A pandemia embaralhou as variáveis da equação que sustenta o sistema brasileiro de saúde suplementar, e as operadoras de planos de saúde e empresas de seguros de assistência à saúde têm enfrentado obstáculos para fazer essa conta fechar. A questão central é a acelerada diminuição da quantidade de beneficiários, que afeta em cheio as receitas. Leia mais
Capitalização – O impacto no setor de capitalização causado pelo distanciamento social, bastante acentuado em abril, começou a arrefecer em maio e melhorou em junho. Confirmou assim a tendência observada pelas empresas do setor: o poupador não correu para antecipar os resgates. Ao contrário, pagou normalmente as parcelas dos títulos. No acumulado até maio, a receita atingiu R$ 8,8 bilhões, com recuo de 7% em comparação aos mesmos meses do ano passado. Em maio, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão, mas em junho subiu para R$ 1,8 bilhão, segundo Marcelo Farinha, presidente da FenaCap. Leia mais
Resseguro – Especialistas da área de resseguros projetam que a recuperação de parte das perdas decorrentes da covid-19 deve ocorrer já no próximo ano. O pano de fundo para o otimismo no Brasil, em 2021, é o volume de grandes obras necessárias ao país e novas regras em andamento para configurar um setor aberto, dinâmico e com operações no mercado de capitais para atrair investidores de fora. Leia mais
Automóvel – A queda de 5,86% nos prêmios de seguro automotivo emitidos no primeiro semestre, frente a igual período de 2019 é fruto de um esforço enorme das seguradoras para manter as renovações, já que o fechamento das concessionárias praticamente zerou a entrada de novos veículos na base. Os apelos incluíram manutenção ou redução no preço das apólices, parcelamentos em dez vezes sem juros, prorrogação do bônus por 60 dias para quem não conseguia renovar e um reforço nas estratégias para a oferta de produtos mais enxutos. O que ajudou nos resultados foi a sinistralidade, em queda. Leia mais
Vida – No primeiro semestre, as seguradoras de vida pagaram R$ 5,3 bilhões em indenizações, 7,4% acima do valor registrado em igual período do ano passado. Neste valor estão benefícios para famílias que acionaram o seguro por morte, para despesas com funeral, para pagar prestações atrasadas de financiamentos e de colégios por desemprego ou reembolso de despesas por viagens canceladas. Leia mais
Residência – Dois movimentos opostos levaram o mercado de seguros residenciais a um equilíbrio. Por um lado, a covid-19 impulsionou o home office e muitas pessoas buscaram proteger seus lares, que agora assumem a função de escritórios, garantindo assistência a equipamentos domésticos e de informática. Por outro, o desemprego levou a uma significativa redução na renovação de contratos. Os entrantes compensaram em igual medida a saída de clientes. O resultado foi uma estabilidade na arrecadação de prêmios, que totalizou R$ 1,5 bilhão no primeiro semestre, volume idêntico ao registrado em igual período de 2019. Leia mais
Agro – As seguradoras definem estratégias para aumentar a presença no mercado de seguros agrícolas, que cresceu de forma significativa nos últimos anos com o incremento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O desembolso para contratação de apólices saltou de R$ 480 milhões em 2019 para quase R$ 995 milhões este ano (+107%), e será de R$ 1,3 bilhão em 2021. Leia mais
Alta Renda – Uma breve listagem das possíveis coberturas de seguros pode dar uma ideia das demandas de proteção do público informalmente classificado como “alta renda”, formado por pessoas pertencentes à classe A. Um praticante amador de golfe, se quiser, pode contratar um seguro para reembolso dos gastos com a eventual comemoração do que no esporte se conhece como “hole in one”, ou seja, colocar a bolinha num buraco numa única tacada. Caso o jardim de uma residência de alto padrão seja atingido, por exemplo, por incêndio, vandalismo ou vendaval, um seguro pode cobrir as despesas de reparo de paisagismo. Perda total, roubo ou furto de embarcação por ocasião de participação em competição de pesca também podem ser cobertos por um seguro. Leia mais
Seguros Financeiros – Modalidades de apólices que protegem executivos, empresas, profissionais liberais e acionistas em casos de processos na justiça, fraudes ou problemas na emissão de ações estão ganhando mercado. Segundo levantamento da FenSeg, somente os prêmios diretos em D&O totalizam R$ 396 milhões em 2020, no acumulado até junho, um avanço de 74,9% em relação ao mesmo período de 2019, quando somou R$ 226 milhões. É a maior alta no ramo de responsabilidades, perdendo apenas para riscos cibernéticos (115%) e acima de riscos ambientais (27,1%). Para se ter uma ideia, entre 2018 e 2019, o salto no volume de prêmios atingiu 36,3%, de R$ 443 milhões para R$ 603 milhões. Leia mais
Riscos Cibernéticos – Apesar de modesto em volume, o seguro cibernético cresceu 115% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2019, atingindo R$ 18 milhões em prêmios. Em 2019, o resultado anual foi de R$ 21 milhões. A aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o número de ataques cibernéticos com prejuízos milionários estimularam o interesse das empresas. Este ano, o aumento do perímetro suscetível a ataques com o home office e a digitalização a toque de caixa aumentaram a necessidade de proteção. Leia mais
Seguro Transporte – Um clima de expectativa e de incerteza afeta o mercado de seguro de transportes. Embora haja previsão de queda em torno de 10% nos negócios este ano, as companhias do setor ainda esperam uma retomada do consumo nos próximos meses para minimizar os efeitos da crise. Os resultados entre janeiro e abril apontam retração de 4,08% na emissão de prêmios (R$ 1,025 bilhão) e evolução de 5,97% nos sinistros (o pagamento em indenizações somou R$ 680,1 milhões) na comparação com igual período de 2019. Leia mais
Afinidades – Os efeitos da pandemia atingiram em cheio a venda de seguros ligados ao varejo, em especial o garantia estendida, uma das principais fontes de renda das seguradoras. Por ser um produto vendido principalmente em loja física, teve que contar com o e-commerce, que apesar do crescimento a partir de março foi insuficiente para manter a performance do produto em anos anteriores. Segundo dados da Susep, o volume de prêmios do primeiro semestre teve queda de 22,04% comparada ao mesmo período do ano passado. Em valores, a arrecadação caiu para R$ 1,237 bilhão, ante R$ 1,586 bilhão em 2019. Leia mais
Microsseguros – Lançado em 2013, o microsseguro não correspondeu às expectativas do setor, que estimava um público-alvo de até 100 milhões de pessoas, que estariam dispostas a pagar tíquetes médios entre R$ 7 e R$ 10 mensais para coberturas de vida, residência, auxílio funeral e invalidez, entre outras situações. Segundo dados da Susep, as vendas dos diversos tipos de microsseguros no primeiro semestre registraram uma queda de 23,52% em relação ao mesmo período do ano passado. Para Jose Varanda, coordenador de graduação da Escola de Negócios e Seguros (ENS), a causa foi a perda de renda das classes D e E. “O público de baixa renda entendeu que o microsseguro era uma despesa e não uma proteção para momentos de crise”, explica. Leia mais
Especialista em Responsabilidade Civil Eventos, a MDS Brasil traçou estratégia para assegurar todo o evento
Fonte: MDS
A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, é a corretora de seguros oficial do Prêmio Casa Vogue Design 2020, que revelará os destaques do design nacional em uma transmissão online feita hoje (24.08), às 20h, diretamente do showroom High End Experience. O evento é organizado pela marca de maior prestígio do Brasil em decoração, arquitetura e lifestyle. A parceria em seguros com a Casa Vogue teve início no Baile da Vogue 2020, no Rio de Janeiro. A tradicional festa carnavalesca contou com total cobertura da MDS Brasil.
A MDS Brasil atuou com os seus especialistas para identificar a melhor solução em seguro para o evento, oferecendo todo o respaldo para a equipe de montagem, filmagem e entretenimento no intuito de garantir uma noite incrível do começo ao fim. O principal objetivo dessa modalidade de seguro é gerenciar os riscos que envolvem os profissionais em caso de danos materiais, corporais ou morais involuntários a terceiros. O Seguro RC Eventos é um grande aliado para situações que fogem do controle durante festas, shows, feiras e outros e, por ser feito sob medida, tem papel fundamental na manutenção dos negócios do segurado, mesmo após incidentes.
Referência em Responsabilidade Civil Eventos, a MDS Brasil já atuou em grandes superproduções do País, tais como Jornada Mundial da Juventude, Jogos Olímpicos Rio 2016, Rock in Rio 30 anos, Disney Magic Run Rio de Janeiro, São Paulo Oktoberfest entre outros shows, musicais e ações esportivas.
Sobre a premiação
A 4ª edição do Prêmio Casa Vogue Design 2020 celebrará as melhores produções nacionais de design de mobiliário e artigos para a casa em um formato totalmente online. Devido à pandemia, a cerimônia que seria realizada em março foi adiada para agosto. A premiação contará com a apresentação do ator Jonathan Haagensen e da atriz Erika Januza, que entreterão o público com atuações marcantes e interações ao vivo. Os vencedores receberão o troféu em suas casas. É possível acompanhar tudo gratuitamente pelo canal no Youtube, Instagram, Twitter ou Facebook da Casa Vogue.
A projeção mediana para o crescimento do PIB subiu mais uma semana de -5,52% para – 5,46%. Para o ano de 2021, a projeção foi mantida em 3,50%
“Expectativas com a melhora do desempenho do PIB segue dando o tom do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, mas ainda há incertezas em relação ao desempenho da economia a partir do último trimestre”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, no boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.
Segundo Simões, as incertezas pairam principalmente em cima do complexo equilíbrio político e fiscal. “O ministério da Economia tem demandas, como cumprir o teto de gastos, mas precisa mantar a economia girando ao mesmo tempo. Como mostram dados da pesquisa PNAD Covid-19 de julho, divulgados na semana passada pelo IBGE, a parcela de domicílios que receberam algum auxílio emergencial relacionado à pandemia chegou a 44,1%. Em alguns estados do Norte e do Nordeste esse percentual ultrapassa os 60%. O custo é alto, do ponto de vista de gastos, mas movimenta a economia neste período de isolamento social, beneficiando vários outros indicadores”, citou ele ao blog Sonho Seguro.
Esta semana vai ser importante em termos políticos. O ministro Paulo Guedes pretende lançar ainda nesta semana o pacote econômico apelidado de “Big Bang”, o Pró-Brasil, com o Renda Brasil combinado a medidas de cortes de despesas, obras públicas, estímulos ao emprego, bem como atração de investimentos privados. A ideia era lançar dia 25, mas algumas medidas ainda precisam ser finalizadas antes do anúncio. Também está na reta final a elaboração do Orçamento de 2021, que será enviado ao Congresso até o dia 31. “Temos aqui um campo das disputas de interesses que terão de ser equilibrados e o mercado todo está de olho neste tema, que pode impactar nas projeções de vários indicadores”, explicou.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PROJETOS – SUESP estudos@cnseg.org.br
No 113 – agosto/2020 – semana 4
A semana passada foi marcada por volatilidade relativamente alta nos mercados. Externamente, a maior fonte de volatilidade foi a ata do Fed, o Banco Central dos EUA, considerada pessimista quanto à recuperação da economia americana pelos analistas. Internamente, houve a tensão política gerada pela derrubada, pelo Senado Federal, do veto presidencial ao reajuste de servidores públicos até 2021.
Apesar disso, as sinalizações ao final da semana se tornaram mais positivas que negativas. Nesse cenário, as projeções para a retração do PIB deste ano continuam a melhorar, ainda embaladas por dados para o nível de atividade em junho considerados positivos.
No comentário da semana passada, enfatizamos que, apesar dos dados de junho já garantirem uma recuperação “contratada” para o 3o trimestre, resultado do carregamento estatístico (que no caso do IBC-Br “garante” um crescimento de 3,7% da economia no período), permanecem grandes incertezas em relação ao desempenho da economia a partir do último trimestre, principalmente por conta do complexo equilíbrio político e financeiro entre demandas diretamente opostas de disciplina fiscal, com a manutenção de mecanismos que se mostraram importantes para garantir a estabilidade da economia e a queda dos juros nos últimos anos – como o teto de gastos e a regra de ouro – e mais gastos sociais e de obras em infraestrutura.
Em relação a isso, alguns sinais positivos não passaram desapercebidos pelos analistas. Após eficiente investida, em que se demonstrou boa capacidade de articulação, o governo, juntamente lideranças dos partidos do chamado “Centrão” e o presidente da Câmara dos Deputados, conseguiram manter a proibição ao reajuste dos servidores públicos que havia sido derrubada no Senado.
Além disso, em uma nova demonstração de acomodação dos diversos interesses que pode favorecer as expectativas, é esperado para amanhã o anúncio do Programa Pró-Brasil, que deverá englobar uma versão da reforma administrativa, a desoneração da folha de salários das empresas e a criação da renda mínima, o Renda Brasil, que pretende agregar diversos programas de transferência, ampliando-os de modo a alcançar grande parte da população vulnerável que se tornou “visível” com o Auxílio Emergencial.
Segundo dados da PNAD Covid-19 de julho, divulgados na semana passada pelo IBGE, a parcela de domicílios que receberam algum auxílio emergencial relacionado à pandemia chegou a 44,1% em julho. Em alguns estados do Norte e do Nordeste esse percentual ultrapassa os 60%. Com esses sinais, a projeção mediana para o crescimento do PIB subiu mais uma semana de -5,52% para – 5,46%. Para o ano de 2021, a projeção foi mantida em 3,50%.
A projeção para o IPCA voltou a subir ligeiramente, para 1,71% ao final deste ano, mas ainda muito abaixo do piso da meta estabelecida pelo CMN para este ano, que é de 2,5% (1,5p.p. abaixo do centro da meta, de 4,0%). Ao mesmo tempo, aprofundou-se a divergência entre a projeção para a inflação medida pelo IPCA e pelo IGP- M, cuja expectativa para este ano subiu para 9,36% após a divulgação da segunda prévia de agosto. As projeções para a Selic permaneceram em 2% para o final deste ano, mas, após caírem para 2,75% para o final de 2021 na semana passada, voltaram a subir para 3,00%.
Tal movimento pode representar tanto a expectativa de economia maisaquecidaapósarecuperaçãodochoque da pandemia quanto alguma expectativa de maior compatibilidade entre a taxa de juros básica de curto prazo, a Selic, e os juros longos – que continuam a subir, embutindo tanto a percepção de maior risco fiscal quanto a própria ideia de que os juros devem ter que subir mais do que se imagina em algum momento. No calendário econômico da semana, destaque para a divulgação de diversos indicadores de confiança, além do IGP-M de agosto, dos dados de crédito do Banco Central e sa PNAD Contínua de julho, a serem divulgados na sexta-feira (28/08).
Além disso, o ambiente político também deverá estar em destaque, com o já mencionado lançamento do Pró-Brasil, anúncios de medidas para preservar o teto de gastos com “gatilhos” para redução automática de despesas obrigatórias e discussões sobre o Orçamento da União em 2021, que deve ser enviado pelo governo ao Congresso até o dia 31 deste mês.
Venham descobrir essas e outras respostas no webinar A distribuição no mercado de Afinidades/Massificados – efeitos da pandemia, promovido pelo Blog Sonho Seguro, com apoio do SIS Group.Clica no link e coloque na agenda
Com o isolamento social, as lojas de varejo deixaram de vender. Inclusive seguros. O comércio varejista foi o mais impactado nas vendas, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE. Já as vendas de seguros provenientes de parceiros de negócios do varejo caíram sensivelmente. Os principais seguros vendidos pelos varejistas são vida e acidentes, com força no prestamista, bem como apólices para celular e de garantia estendida, que dobra a cobertura dada pelo fabricante.
As vendas online salvaram os balanços das varejistas. A Via Varejo viu suas vendas online dispararem 280%, totalizando R$ 5,1 bilhões no período. Na Magalu, as vendas online dispararam 182% no período, atingindo R$ 6,7 bilhões. Esse valor já representa 78% das vendas totais. A B2W, embora tenha registrado prejuízo R$ 74,6 milhões no período, a empresa registrou alta de 72,2% nas vendas online.
Os supermercados, também fortes em venda de seguro garantia, celular entre outros, também cresceram no e-commerce. A estimativa de vendas do Grupo Pão de Açúcar, conhecido pela sigla GPA, no e-commerce é de R$ 1 bilhão. Esse valor representa três vezes o desempenho de 2019. Este otimismo também embala o Carrefour.
A mudança de hábito do consumidor com a pandemia faz com que todos sigam seus passos: clientes do varejo inovam e exigem mudanças dos corretores e das seguradoras parceiras também. Comprar pela internet virou uma rotina, não mais uma compra de ocasião. É um novo olhar, um novo modo de pensar, um novo modo de viver, especialmente de consumir.
Para debater este tema, a o SIS Group promove o webinar: A distribuição no mercado de Afinidades/Massificados – efeitos da pandemia, como parte das comemorações do aniversário de 14 anos de prestação de serviços ao mercado segurador. O evento acontece no próximo dia 27 de agosto, às 17h, pelo canal do Youtube do blog Sonho Seguro. Clica lá e coloca na agenda!
Veja os principais tópicos da pauta do webinar:
– Com as lojas fechadas, como ficou a venda. Quais estratégias de conversão no PDV e no Online. O que muda? Adaptações, desafios e conquistas
– Migração para E-Commerce – qual a expectativa para o pós-pandemia. Como fica o equilíbrio entre compra no PDV e E-Commerce. Comportamento do consumidor – ganhos da pandemia.
– Pós-venda – Migração/Consolidação do processo digital de regulação de sinistros e prestação de serviços – O cliente que compra on-line vai querer uma regulação on-line!
– Inovações
Convidados:
Para debater estes temas, pesos pesados do mercado segurador quando o assunto é canal de afinidades. Teremos Claudia Papa Scarpa, VP da área comercial e de marketing da Generali, Cristiano Saab, VP de Canais, Vendas & Subscrição da Seguros Sura; Luis Reis, responsável por parcerias da Zurich Latin America; Raphael de Luca Junior , diretor geral da Mapfre Seguros. Paulo Peret, presidente do SIS Group e da SIS Serviços, com moderação de Denise Bueno .
Seguradora recebe Marc Tawil no Instagram para debater o novo normal e como seguir gerando bons negócios
A próxima live para corretores no Instagram da AXA no Brasil terá como tema “Novo normal, novo consumidor, novas atitudes” com Marc Tawil, comunicador #1 LinkedIn Top Voices e colunista da Revista Época Negócios. A transmissão será no dia no dia 26/08 às 17h, com mediação de Danielle Titton Fagaraz, gerente de Comunicação e Marketing da companhia.
“Essa é mais uma ação que faz parte da estratégia da companhia para levar informações e dicas de negócios para apoiar o corretor. Queremos trazer uma reflexão sobre a nova ordem estabelecida com o confinamento e os impactos dela em todos nós. Vamos falar sobre os desafios de se conectar com esse novo consumidor e quais caminhos seguir para continuar gerando boas experiências e bons negócios.” afirma Danielle.
Além de top voice no LinkedIn e de seu trabalho como colunista, o convidado Marc Tawil, é estrategista de Comunicação, TEDxSpeaker, escritor e podcaster. Para acompanhar a live, basta seguir o perfil @AXAnoBrasil no Instagram e se conectar no horário.
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