Projeções do PIB melhoram com notícias mais claras sobre auxílio emergencial

Pedro Simoes CNseg

A projeção mediana para a variação do PIB subiu mais uma semana, de -5,46% para -5,28%. Para o ano de 2021, a projeção foi mantida em 3,5%

“Apesar do noticiário destacar o que temos chamado de “desencontro” dos tempos da política e da economia, uma leitura mais atenta dos acontecimentos da última semana revela um cenário não tão desfavorável”, afirma Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, no boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Para Simões, há sinais de coalizão do governo em buscar um equilíbrio. “O debate entre o Executivo e o Ministério da Economia em relação ao Renda Brasil e mais investimentos em infraestrutura e o teto de gastos está mais em como acomodar essas demandas em um orçamento que resulte em resultados fiscais que inspirem confiança na sustentabilidade da dívida pública. O Teto de Gastos assim cumpre um de seus principais objetivos, que é explicitar a restrição orçamentária do governo”.

O economista da CNseg destaca a alta de dois pontos percentuais na projeção para o IGP-M este ano, que chegou a 11,39%, ampliando uma diferença entre a inflação medida pelo IGP e pelo IPCA. Isso que traz desafios para negócios em que há indexação por diferentes índices, como é o caso de alguns segmentos do setor de seguros. “Acredito que podemos esperar novas altas nas projeções e isso pode realmente aumentar desafios para negócios”, afirmou.

Leia abaixo o texto completo produzido pela CNseg:

SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PROJETOS – SUESP | estudos@cnseg.org.br

No 114 – agosto/2020 – semana 5

Após uma semana de muito ruído na política, inclusive com o adiamento do anúncio de medidas do programa Pró-Brasil e até especulações em relação à permanência do ministro da Economia, as projeções de retração do PIB deste ano continuam a melhorar. Isso ocorre por dois motivos principais:

i) os dados de atividades no período mais agudo da crise provocada pela pandemia da Covid-19 não foram tão ruins quanto o esperado nos cenários mais pessimistas (houve momento em que algumas empresas de análise do mercado chegaram a projetar quedas de quase 10% do PIB neste ano) e garantem uma recuperação consistente no 3o trimestre, ainda que haja dúvidas daí para frente;

ii) apesar do noticiário destacar o que temos chamado de “desencontro” dos tempos da política e da economia, uma leitura mais atenta dos acontecimentos da última semana revela um cenário não tão desfavorável.

Em primeiro lugar, fica evidente que o Teto de Gastos está cumprindo uma de suas principais funções, que é a de escancarar a restrição orçamentária do governo brasileiro, impondo debates e escolhas. Dessa maneira, o conflito entre o Renda Brasil e mais investimentos em infraestrutura e o Teto não reside tanto sobre como financiar os programas – o que cortar ou que imposto criar -, e mais sobre como acomodar essas demandas em um orçamento que resulte em resultados fiscais que inspirem confiança na sustentabilidade da dívida pública.

Em segundo lugar, a solução encontrada para a questão do Renda Brasil – a extensão do Auxílio Emergencial com valor menor até dezembro – dará tempo para que o programa que vier a suceder o Bolsa Família seja melhor desenhado. E, mais, com a constatação de que não há como acomodar o Renda Brasil no Teto sem custos econômicos e políticos, haverá tempo também para um debate mais construtivo sobre o orçamento e para que se negociem importantes reformas (como a tributária e a administrativa) como contraponto ao aumento dos gastos sociais.

Além disso, a extensão do Auxílio Emergencial diminui aquela incerteza que temos destacado a respeito da economia ao final do ano. Uma retirada suave dos estímulos certamente é mais favorável para a expectativa de crescimento. Assim, a projeção mediana para a variação do PIB subiu mais uma semana, de -5,46% para -5,28%. Para o ano de 2021, a projeção foi mantida em 3,50%. A projeção para o IPCA voltou a subir ligeiramente para 1,77% ao final deste ano.

Mas, após a divulgação do IGP-M de agosto (aceleração para 2,74% no mês, com acumulado em 12 meses chegando a 13,02%, sua maior taxa em 12 anos), a projeção para esse indicador aumentou mais de 2p.p. esta semana, para 11,39%, ampliando uma diferença entre a inflação medida pelo IGP e pelo IPCA que traz desafios para negócios em que há indexação por diferentes índices.

No calendário econômico da semana, destaque para o PIB do 2o trimestre, que será divulgado amanhã (01/09) e para a produção industrial de julho, a ser divulgada na quinta- feira (03/09), ambos pelo IBGE.

Zurich elenca principais medidas de segurança para retomada das obras paralisadas

Fabio Silva

Fonte: Zurich

Devido à pandemia, muitas obras que estavam em andamento tiveram que ser interrompidas, seguindo as orientações de governos e órgãos de saúde pública, a fim de conter a expansão do vírus. E, tendo em vista esse cenário de retomada, a Zurich elaborou um documento com diretrizes para orientar as empresas a terem um retorno seguro dos projetos que ficaram paralisados durante o surto da Covid-19. 

De acordo com Fábio Silva, Superintendente de Linhas de Engenharia da Zurich, todos os setores tiveram que se readaptar e adequar a um novo cenário, no qual alguns de seus projetos foram interrompidos temporariamente, gerando atrasos no cronograma de obras. Por isso, a Zurich entendeu que seria necessário auxiliar as empresas e clientes em como procederem ao retomarem suas obras da forma mais segura.

“Este é um material básico, que pode ser adaptado conforme a necessidade de cada obra ou projeto. O intuito dele é mostrar de forma clara e prática quais as medidas a serem tomadas para criar um gerenciamento de risco em relação à questão de paralisação e a sua retomada”, afirma. 

Abaixo, a seguradora elenca as principais diretrizes, da paralisação à retomada das obras.  O guia completo, com os detalhes de cada um dos itens contemplados nas etapas de avaliação, ação e manutenção, está disponível no site da Zurich.

FenSeg lança vídeo institucional e contribui para aprimorar regulamentação do segmento de Danos

Antonio Trindade fenseg chubb

Fonte: FenSeg

 A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) deu um novo passo para ampliar a visibilidade e a importância do segmento de Danos e Responsabilidades. Criada em 2007, a entidade lançou um vídeo institucional em que mostra sua trajetória e também a abrangência do segmento que ela representa, formado por 13 grupos e mais de 90 ramos. O vídeo, com 5 minutos de duração, destaca ainda a contribuição da FenSeg no aprimoramento do modelo regulatório do mercado de seguros.

  As imagens ressaltam o papel da Federação como protagonista do processo de desenvolvimento do setor. A sua missão é representar e congregar as empresas associadas, buscando fortalecer esse segmento e suas relações com a sociedade e o poder público. Essa atuação foi reforçada ao longo dos últimos anos e envolve temas de grande relevância para o segmento.

 Em um cenário desafiador, a Federação tem participado ativamente dos debates em torno das Consultas Públicas 16 e 18, que simplificam e racionalizam os seguros de Danos Massificados e os Grandes Riscos, respectivamente. A iniciativa da SUSEP torna o ambiente regulatório mais flexível. Dessa forma, estimula a criação de novos produtos e a competitividade do setor.

  Através das suas Comissões Técnicas, com atuação voluntária dos executivos das seguradoras associadas e de seu corpo técnico, a FenSeg contribui com sugestões para aprimorar o funcionamento desses ramos. Mantém uma interlocução permanente com a SUSEP, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e empresas do setor. A CP 16/2020 separa a regulação de seguros para cobertura de Riscos Massificados e para cobertura de Grandes Riscos, observando a estruturação mínima das condições contratuais e das Notas Técnicas Atuariais dos contratos. 

 Já a CP 18/2020 estabelece como grandes riscos os seguintes ramos: D&O, riscos de petróleo, riscos nomeados e operacionais – RNO, global de bancos, aeronáuticos, stop loss, nucleares e compreensivo para operadores portuários. Para os demais ramos, serão classificados como contratos de grandes riscos quando o limite máximo de garantia (LMG) for superior a R$ 20 milhões; ou quando, no exercício imediatamente anterior, o contratante tiver ativo total superior a R$ 27 milhões ou faturamento bruto anual superior a R$ 57 milhões.

 “A revisão das normas que regulam os seguros Massificados e os Grandes Riscos vai proporcionar mais clareza na contratação dos produtos e, por consequência, trazer maior transparência para o consumidor. Dessa forma, será possível estimular a criação de novos produtos no mercado, com ganho de eficiência”, destaca Antonio Trindade, presidente da FenSeg.

No primeiro semestre de 2020, o segmento de Danos e Responsabilidades arrecadou mais de R$ 36 bilhões em volume de prêmios e pagou cerca de R$ 18 bilhões em indenizações. Excluindo-se o DPVAT, houve crescimento de 2,5% em comparação com o mesmo período do ano passado.

 Trindade reforça a importância dos Seguros Gerais nos rumos da economia. No vídeo institucional recém-lançado, ele destaca a atuação da FenSeg como aliada na tarefa de desonerar o Estado e retomar o crescimento econômico. “Além de contribuir para o avanço dos modelos regulatórios, a entidade procura estimular a inovação na oferta de produtos e serviços. Acima de tudo, cumpre a tarefa de proteger o patrimônio, a renda e o futuro dos brasileiros”, conclui. 

O vídeo pode ser conferido na íntegra.

Mais de 250 mil beneficiários deixam planos de saúde

Jose Cechin IESS

Setor começa a registrar estabilidade após sucessivas quedas em função da pandemia de Covid-19 

Fonte: IESS

Em três meses, o mercado brasileiro de planos de saúde médico-hospitalares registrou perda de mais de 250 mil beneficiários, o que equivale a uma queda de 0,5%, constata a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). No total, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o segmento conta, agora, com 46,8 milhões de beneficiários. 

Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, a leve queda de 0,2% em relação a julho do ano passado pode representar uma tendência de estabilidade para os próximos meses. “No início da pandemia pelo novo Coronavírus, em fevereiro e março, houve mais adesões do que cancelamentos aos planos médico-hospitalares. A partir de abril, o setor passou a registrar sucessivas baixas, particularmente intensa em maio e menos intensa em junho, resultado do elevado número de demissões, interrupção de atividades, fechamentos de empresas ou ainda da perda de poder aquisitivo”, aponta. “Claro que alguns números podem ser alterados pela Agência em função das revisões por parte das operadoras, mas o leve saldo positivo no mês de julho pode indicar que o mercado brasileiro começa a se estabilizar após o forte impacto da crise sanitária”, destaca. 

O setor ainda deve ficar alerta nos próximos meses, já que não é possível saber como todo o mercado brasileiro irá se comportar. “O que depende diretamente dos rumos que a Covid-19 irá tomar no Brasil, do comportamento das pessoas e das ações dos poderes público e privado”, completa o especialista. Apenas no Estado de São Paulo, 50 mil beneficiários deixaram de contar com o plano de saúde médico-hospitalar em 12 meses, o que equivale a quase metade de todos os vínculos rompidos no período. 

Cechin explica que o comportamento do mercado de planos de saúde médico-hospitalares está intimamente ligado ao saldo de empregos formais no País. O executivo destaca que isso se deve ao fato de a maior parte ser de planos coletivos empresariais, ou seja, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores. Além do vínculo rompido, a redução da massa de rendimento das famílias também acaba por influenciar sua capacidade de manter planos individuais e familiares ou mesmo coletivos por adesão. 

O pequeno saldo de crescimento em julho aponta para a atenuação do aprofundamento da crise econômica. “Vale lembrar, no entanto, que a economia brasileira fechou 1,19 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre de 2020, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Julho já mostrou certo alívio, com o crescimento do emprego, mas a retomada intensa da atividade econômica só virá após sanada a crise sanitária. Esperamos ter entrado em um momento de estabilidade para que o setor volte a crescer no futuro”, conclui José Cechin. 

A NAB consolida os mais recentes números de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares e exclusivamente odontológicos, divididos por estados, regiões, faixas etárias, tipo de contratação e modalidade de operadoras. 
Acesse o boletim na íntegra – http://bit.ly/NAB_IESS

Planos exclusivamente odontológicos 
Entre 2016 e início de 2020, o setor de exclusivamente odontológicos sempre se manteve à parte da instabilidade nacional, com elevado ritmo de crescimento, ao contrário dos médico-hospitalares. No entanto, esse segmento também sente os impactos do atual momento. 

Apesar de continuar em alta no período de 12 meses encerrado em julho deste ano, com crescimento de 2,7% (675 mil novos beneficiários), a modalidade registrou sucessivas quedas mensais a partir de março. Só entre abril e julho, o segmento perdeu aproximadamente 320 mil vínculos, ou seja, baixa de 1,2%. 

No período de três meses, a maior queda foi registrada entre os planos coletivos. Essa categoria registrou diminuição de 1,3%, o que equivale a 275 mil beneficiários. 

Novas formas de investimentos

cnseg

CNseg trabalha para aprimorar normas de investimentos do setor de seguros no País

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), junto com suas federações associadas – FenSeg, FenaPrevi e FenaCap – é patrocinadora do projeto de aprimoramento das regras de investimentos dos ativos garantidores das provisões técnicas das seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, empresas de capitalização e resseguradores locais, disciplinadas pela Resolução nº 4.444, de 2015, do Banco Central. O objetivo é elaborar um modelo de normativo baseado em princípios que regulamente os investimentos das seguradoras de forma mais eficiente, que leve em consideração as especificidades, preferências, necessidade de liquidez, horizonte de investimento, tolerância a riscos e outros fatores relacionados ao investidor. 

O Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, explica que o projeto está em fase inicial. “Estamos conversando com todas as partes interessadas no assunto, entre elas, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, Susep, CVM, Banco Central, Previc, ANS, Abrapp, Anbima e Fenaber. Agora a fase é de coleta de informações, inclusive de experiências internacionais. O objetivo é que ao final do projeto, possamos apresentar uma nova proposta de resolução para avaliação no âmbito do Conselho Monetário Nacional (CMN)”, explica. 

A Resolução nº 4.444 passou por várias revisões ao longo dos anos, mas não acompanhou a evolução da exigência de capital dos entes regulados pela Susep, passando de um modelo baseado em margem de solvência para outro ancorado em capitais de risco. “Acreditamos que um normativo baseado em princípios, com eventuais limitações a determinadas classes de ativos ou ativos financeiros em função de riscos não considerados pelo modelo de capital vigente, como concentração e liquidez, seria mais adequado”, ressalta Leal. 

O setor de seguros no País hoje é um dos maiores investidores institucionais do País e acumula cerca de R$ 1,2 trilhão em provisões técnicas. Esses recursos garantem o pagamento de indenizações, sorteios, resgates e benefícios aos segurados e clientes. 

Preço, serviços e tecnologia são diferenciais em seguro de vida, afirma diretor da SulAmérica

victor bernardes sulamerica

Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica aposta na educação financeira para reduzir o “gap” de proteção financeira dos brasileiro. Segundo estudo mundial “People Protection: insigths sobre como capacitar uma força de trabalho ágil”, realizado com 18 mil indivíduos (1.145 do Brasil) de 20 a 70 anos com alguma ocupação no mercado de trabalho em 16 países, o seguro de vida é um instrumento de proteção de apenas 8% dos entrevistados. Em outros países como Hong-Kong chega a 35%, na Malásia 31%, e nos EUA 30%.

Segundo Bernardes, preços, serviços e tecnologia são os grandes diferenciais dos produtos neste segmento, no qual a centenária companhia vê grande potencial e por isso tem se dedicado a criar uma jornada que encante o consumidor. “A SulAmérica está cada vez mais competitiva, com uma política técnica assertiva, apresentando preço e serviços adequados à necessidade do cliente com total customização em cada caso. Com relação a serviços e tecnologia, além das ferramentas de cotação e faturamento 100% online para o corretor, o estipulante pode contratar diversos serviços aos segurados, como: assistência residencial,  assistência pet, assistência bike, assistência vítima de crime, assistência pessoal, cesta natalidade, desconto em farmácia, entre outros”, disse ele ao blog Sonho Seguro. Leia abaixo os principais trechos da entrevista na qual fala da estratégia da seguradoras no segmento vida:

O que a seguradora faz para difundir a cultura do seguro?

O produto individual vem ano após ano ganhando maior relevância no mercado, mas ainda depende de uma maior conscientização  da população com relação à importância da proteção do seguro de vida e educação financeira. Para ajudarmos e apoiarmos esse avanço e disseminação da cultura do seguro, intensificamos os treinamentos aos nossos parceiros comerciais, corretores e distribuidores, mensalmente divulgamos um boletim aos nossos clientes e parceiros reforçando pontos importantes e relevantes da proteção via seguro de vida individual. Outro ponto de destaque é o fato de que, desde 2017, a companhia lançou um programa de educação financeira para todo os colaboradores, objetivando melhorar a cultura da educação financeira e melhor a qualidade de vida dos nossos colaboradores.    

Como andam as vendas no empresarial? 

A SulAmérica possui dois produtos que atendem muito bem este segmento: Vida Grupal (VG), direcionado para empresas de médio e grande porte, e Capital Global, produto simples e fácil que atende à micro e pequena empresa. Apesar do impacto da pandemia, a indústria de Vida Grupal se manteve praticamente estável no 1º semestre em relação ao mesmo período de 2019.

Quais os impactos da concorrência neste segmento?

O Vida Grupal é um mercado com alta concorrência, onde temos mais de 20 seguradoras neste segmento. Esta concorrência traz benefícios a corretores e empresas, pois estimulam as seguradoras a ofertarem condições cada vez melhores a um preço cada vez mais justo. 

Como o produto tem sido distribuído? Corretores, redes de varejo, concessionárias, autosserviço?

Nosso principal canal de distribuição são os nossos 39 mil corretores para os produtos de Vida Individual e Vida Coletivo. Já para o Seguro Viagem, além de contarmos com a parceria dos nossos corretores, oferecemos a opção do autosserviços possibilitando a contratação diretamente pelo no site. 

E os corretores, já aderiram ao segmento de vida? Quais os principais investimentos neste canal de distribuição?

A SulAmérica sempre incentivou muito a diversificação de carteira, pois acreditamos na gestão integral da saúde, que reúne saúde física, emocional e financeira. É importante o corretor ter opções diferentes para que possa atender as necessidades pontuais de seus clientes. Para dar uma ideia, mais de 30 mil corretores já passaram pelo nosso treinamento sobre ampliação de carteira. Oferecemos também cada vez mais ferramentas que auxiliem nossos parceiros a desenvolver uma venda correta e consultiva para os clientes/prospects.  

Como a tecnologia beneficiou os produtos de vida?

Processos que anteriormente eram manuais, como a contratação do seguro de vida e o envio documentos (Kit Boas Vindas e Apólice), tornaram-se 100% digitais; além do Guia Digital de Produtos – exclusivo para Corretor, lançado esse ano. Com isso, nossos colaboradores ganham mais tempo para melhorar a experiência dos clientes, corretores e parceiros, pensando em soluções que podem beneficiar todo o mercado.

E o COVID-19, quais os efeitos no produto?

Devido a pandemia, passamos a enxergar a importância de alguns produtos e assistências que nossos clientes poderiam utilizar em sua própria residência, como: Escola Online (disponível no Produto de Previdência Educaprev), Médico na Tela, Assistência Check up Kids ou Senior. Além disso tivemos um impacto na sinistralidade, por uma decisão da SulAmérica em indenizar os nossos segurados em caso de morte pelo novo coronavírus, pois entendemos que não podíamos deixar as famílias dos nossos clientes desamparadas nesse momento. 

Quantas indenizações já foram pagas?

No total da carteira tivemos uma redução de aproximadamente 10% nos sinistros de Vida no primeiro semestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior, mas por outro lado, tivemos um aumento de aproximadamente 18% nos pagamentos de Serviço Funeral, o que sinaliza maior penetração da assistência na nossa carteira e reforça a importância dos nossos serviços adicionais aos segurados no momento que efetivamente entregamos o nosso produto e exercemos a função de proteção familiar. 

Quais serviços são mais acessados, como desconto em academia, lazer, farmácias…?

Sem dúvida nenhuma, o benefício mais utilizado é o Desconto em Farmácia. Quase 90% dos nossos clientes se beneficiam dessa assistência.

O resseguro tem ajudado a criar produtos diferenciados?

O ressegurador traz produtos e assistências praticados no mercado internacional e, a partir dessas informações, buscamos alternativas para incluí-los em nossos produtos.     

IRB Brasil Re registra prejuízo de R$ 685 milhões no segundo trimestre

IRB faz emissão

O IRB Brasil Re registrou prejuízo líquido no segundo trimestre de 2020 de R$ 685,1 milhões, contra um lucro líquido de R$ 13,9 milhões no 1T20 e de R$ 397,5 milhões no 2T19. No semestre, o prejuízo líquido ficou em R$ 671,2 milhões. 

Segundo nota divulgada pelo ressegurador, o resultado se deve aos sinistros retidos no período, de R$ 2,3 bilhões contra R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre; e de R$ 798,7 milhões no mesmo trimestre de 2019. “Os principais responsáveis pelo resultado no período foram despesas com sinistros maiores que as normais e efeito de desvalorização cambial”, explica Werner Romera Süffert, vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores do IRB Brasil RE. “Houve aceleração nos avisos de sinistros em relação ao segundo trimestre de 2019, principalmente do exterior, nas linhas de negócios patrimonial e vida e, no Brasil, em patrimonial e rural.” 

O IRB informa que “tem efetuado o pagamento tempestivo das suas obrigações e não procrastinado registros e/ou pagamentos de sinistros, entre outras atividades, dando suporte às nossas cedentes nesse período de incertezas”. O índice de sinistralidade do período foi de 135,3% contra 76,5% no primeiro trimestre e de 58% do no segundo trimestre de 2019. 

No segundo trimestre de 2020, o IRB Brasil RE reportou que o volume total de prêmios emitidos avançou 8% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 2,54 bilhões.  Os prêmios emitidos no Brasil totalizaram R$ 1,1 bilhão no segundo trimestre de 2020, uma queda de 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia informa que esse recuo deveu-se principalmente a um menor volume de prêmios emitidos na linha de riscos especiais (-90,3%) e rural (-19,9%). 

Já os prêmios emitidos no exterior alcançaram R$ 1,3 bilhão no 2T20, um crescimento de 41,4% em relação ao 2T19. O efeito positivo da variação cambial no período deu a maior contribuição ao aumento dos prêmios emitidos no exterior, além  do desempenho das linhas de negócios Patrimonial, com crescimento de 69,3% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo intervalo de 2019, com destaque para o aumento das taxas de renovação e a obtenção de novas contas; outra linha que se beneficiou das condições favoráveis do câmbio foi a de resseguros Rurais.  No primeiro semestre de 2020, o volume total de prêmios emitidos cresceu 10,2% em relação ao mesmo período de 2019, totalizando R$ 4,5 bilhões. 

A despesa com retrocessão se manteve praticamente estável no primeiro semestre, apresentando um leve aumento de 1,8% em relação ao mesmo período de 2019.. Assim, o índice de retrocessão nosegundo trimestre deste ano aumentou de 28,7% no mesmo período do ano passado para 32,8% no segundo trimestre deste ano; e recuou de 26,7% no primeiro semestre do ano passado para 24,7% no primeiro semestre deste ano.

Subscrição de ações

O ressegurador também concluiu o leilão final de subscrição de sobras de ações, dentro do processo de capitalização anunciado em 8 de julho. Os números finais da subscrição serão divulgados pelo IRB após homologação pela B3. Até o dia 24 de agosto haviam sido subscritas 97,47% das ações ofertadas na capitalização, alcançando o valor de R$ 2,2 bilhões. No processo, o ressegurador também viu uma ampla difusão do perfil de acionistas que adquiriram os papéis, o que afastou a necessidade de investimento adicional de acionistas institucionais, os chamados “âncoras”, a exemplo de Bradesco e Itaú.  

“O resultado da subscrição é um sinal inequívoco da confiança que o mercado tem na atual administração do IRB Brasil e concede à companhia solidez inconteste para seguir no caminho do crescimento com a geração de valor sustentável de longo prazo”, diz Antônio Cássio dos Santos, CEO e presidente do Conselho de Administração do ressegurador.   

Para o CEO, o valor subscrito reforça sobremaneira a margem de liquidez regulatória da companhia, “que havia sido substancialmente afetada pela desvalorização do real diante do dólar e pela aceleração dos sinistros avisados, especialmente, pelas seguradoras internacionais a partir da pandemia. Além disso, ele viabiliza nossa estratégia de negócios para os próximos anos, por fortalecer a estrutura de capital e melhorar a posição de caixa” de forma relevante, comenta.  

“Seguiremos com nossa estratégia de longo prazo,  sem pressa mas sem pausa, com foco  na nossa capacidade de subscrição de riscos no Brasil, que nos destaca na condição de líder com Market Share da ordem de 37%”, diz Cassio. “Adicionalmente, continuaremos fortalecendo nossa atividade no exterior, de forma a utilizar o nosso know-how quase secular e eficiência operacional para edificação em bases sólidas de resseguradora igualmente respeitada e com margens positivas recorrentes. Estamos entusiasmados com o novo momento do IRB Brasil RE”, completa.   

Sobre o período, o CEO Antonio Cassio destacou ainda a capacidade do IRB de renovar todos os contratos considerados relevantes que venceram no semestre, “efeito de nosso foco em garantir a eficiência e a qualidade dos serviços prestados aos clientes”, avalia.  “Também foi iniciada, no fim de primeiro semestre, ampla depuração de portfólio, visando eliminar negócios recorrentemente com margens negativas ou setores cujos riscos assumidos sejam notadamente são superiores aos prêmios recebidos”, finalizou. 

Fenaprevi e Abrapp se reúnem nesta sexta-feira

A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida e a Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) dão o primeiro passo para materializar o convênio de colaboração que firmaram em junho para criar uma agenda convergente para o mercado de previdência complementar no país.

As duas entidades se reúnem hoje, em conferência virtual, para a primeira reunião de trabalho em que vão debater o mercado de rendas, dados estatísticos, benefícios de risco , entre outros temas do setor.

Fenaprevi e Abrapp representam setores que administram juntos cerca de R$ 2 trilhões em reservas de fundos de previdência. Cerca de 10 executivos das duas entidades devem participar do encontro.

Seguradoras lançam serviços e conseguem estimular a venda de seguro online no varejo

Seguro no varejo

Zurich, Generali, Seguros Sura e Mapfre comentam as iniciativas adotadas desde o início da pandemia para driblar a queda nas vendas com o fechamento das lojas físicas

Os executivos dedicados à venda de seguros de afinidades e massificados, aqueles vendidos pelo comércio varejista, concessionárias de serviços como telefônicas, entre outros clientes que possuem um parrudo banco de dados de consumidores, estao com a agenda lotada. Eles buscam todas as inovações possíveis para incrementar a venda de seguro digital por meio das parceiras que tem nesses contratos, segundo citaram os executivos reunidos no webinar A distribuição no mercado de Afinidades e Massificados – efeitos da pandemia, promovido pelo Blog Sonho Seguro, com apoio do SIS Group, que inclui o evento nas comemorações de 14 anos do grupo.

Participaram da conversa  Claudia Papa Scarpa, VP da área comercial e de marketing da Generali, Cristiano Saab, VP de Canais, Vendas & Subscrição da Seguros Sura; Luis Reis, diretor de afinidades da Zurich; Raphael de Luca Junior , diretor geral da Mapfre Seguros. Paulo Peret, presidente do SIS Group e da SIS Serviços, com moderação da jornalista Denise Bueno .

Veja o vídeo no canal do Blog Sonho Seguro no Youtube, que tem cerca de 50 minutos, e saiba mais. Se estiver sem tempo, pode escolher as falas dos executivos que mais lhe interessam. E aproveita para curtir o canal do YouTube do Blog Sonho Seguros para que possamos trazer mais conteúdo relevante para todos no setor. Curte, please!

O varejo é uma imensa porta de entrada para novos consumidores

“A ideia de fazer este webinar surgir para debater o enorme desafio que a pandemia trouxe para este segmento. Gerar conteúdo e fomentar debates como esse que enriquecem o setor é uma das nossas prioridades e por isso foi incluído em nossas comemorações de 14 anos, período que enfrentamos muitos desafios e obtivemos muitos conquistas. Apesar de todas as perdas da pandemia, tornar o mercado mais digital certamente ajudará a conquistar novos consumidores para o setor de seguros e o varejo é uma imensa porta de entrada”, afirmou Paulo Peret.

Boa parte dos contratos se concentra nas redes de varejo e o seguro garantia ainda é um dos mais vendidos, apesar do avanço da comercialização do seguro contra furto e roubo de celulares e computadores, residência, proteção financeira em caso de desemprego involuntário e serviços de assistências para casas, carros e também funeral.

Basicamente, a oferta até antes da pandemia Covid-19 era feita em lojas físicas, pelos vendedores, olho no olho. Com o fechamento das lojas em razão do isolamento social para conter a contaminação do coronavírus, as vendas de seguros despencaram, acompanhando as estatísticas do setor de comércio. Segundo dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio registrou queda recorde de 7,8% no segundo trimestre em relação ao primeiro e um desempenho negativo de 3,1% no ano, o pior desde 2016.

As vendas online salvaram os balanços das varejistas. A Via Varejo viu suas vendas online dispararem 280%, totalizando R$ 5,1 bilhões no período. Na Magalu, as vendas online dispararam 182% no período, atingindo R$ 6,7 bilhões. Esse valor já representa 78% das vendas totais. A B2W, embora tenha registrado prejuízo R$ 74,6 milhões no período, a empresa registrou alta de 72,2% nas vendas online. 

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a venda online dos cinco primeiros meses atingiu R$ 41,92 bilhões, um crescimento de 56,8% em relação a igual período do ano passado. O volume de pedidos cresceu 65,7%. Foram mais de 6 milhões de consumidores que compraram pela primeira vez online, o dobro da expectativas divulgadas no início do ano pela associação.

Apesar da alta das vendas online, seguros ainda apresentou um comportamento tímido. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios do seguro garantia no primeiro semestre teve queda de 22% comparada ao mesmo período do ano passado. Em valores, a arrecadação caiu para R$ 1,2 bilhão, ante R$ 1,5 bilhão em 2019. Segundo os executivos, a taxa de conversão na aquisição de um seguro de garantia estendida em lojas físicas gira entre 15% e 20%, e cai para até 4% no e-commerce.

“Em março houve uma grande incerteza com as lojas fechadas, mas houve uma recuperação rápida diante das ações rápidas com nossos parceiros”, afirmou Luís, da Zurich. Temos parceiros que as vendas online conseguiram crescer entre 8 a 10 vezes as vendas de seguros no online. Esperamos caminhar para uma relativa normalidade até o final do ano”.

A Zurich tem uma carteira com mais de 50 parceiros de peso como Casas Bahia, Vivo, Ponto Frio e Riachuelo. De acordo com Reis, desde abril a seguradora incluiu benefícios para encantar clientes, como telemedicina, help desk para os clientes de celular e cursos profissionalizantes, além de novas ações de comunicação. “Essas iniciativas foram bem aceitas em nossa base de clientes e certamente outras novidades virão para agregar valor à parceira”.

Claudia, da Generali, citou que Paulo Peret é um dos grandes responsáveis pela estratégia digital da seguradora. “Desde o inicio da pandemia fomos obrigados a nos digitalizar. As empresas de varejo que já tinham avançado nas estratégias digitais tiveram muitos ganhos”, afirma. Segundo ela, o desafio é mudar a forma de venda, de emocional, que é na loja física, para uma venda consciente para o online, ressaltando o importância dos seguros diante de uma perda por riscos aleatórios e beneficios que ajudam a resolver detalhes do dia a dia. “Agregar novos produtos e serviços, com oferta personalizada, são estratégias cruciais para o sucesso deste tipo de operação”, afirma.

A Generali lançou produtos aderentes ao ecommerce e incluiu nas apólices de garantia estendida de equipamentos eletrônicos cobertura para segurança cibernética. Também lançou cobertura para Covid de R$ 4 mil em caso de proteção internação hospital e seguro medicamentos para 100% dos remédios genéricos prescritos no pronto socorro em caso de interação hospitalar dos clientes.

Todos os executivos afirmaram que acrescentar novos serviços e produtos, canais de atendimento diversos e indenzacoes remotas durante a pandemia ajudaram a conter os efeitos da crise nas operações de massificados e afinidades, mas ainda há muito a fazer pois a penetração de seguros nesses canais permanece aquém da sua potencialidade. “As vendas de seguros no varejo já vinham numa crescente, principalmente impulsionado pelos smartphones. A tendência do digital veio para ficar, mas por mais tecnologia que se tenha, o atendimento presencial permanece, pois cada consumidor tem a sua opção de como quer ser atendido. Certamente veremos uma mudança do comportamento de consumo a partir de agora, tanto porque ele se acostumou a comprar online como também porque tem novas ofertas de seguros. Mas nao podemos deixar de lado o fato de que no Brasil ainda temos um grande contingente de pessoas desbancarizadas. Ainda hoje há quem queira receber a indenização em cheque”, explica Luca Junior, da Mapfre.

Saab, da Seguros Sura, afirmou que a seguradoras buscam se tornar mais “sexy” para os consumidores. “Precisamos aprimorar atributos para melhorar a oferta ao consumidor. Entender a jornada dos clientes. O que ele espera. Como o seguro pode ter elementos para despertar a vontade das pessoas em comprar proteção? O que aproxima o consumidor do setor em proteção e conveniência? Temos agora uma nova regulamentação da Susep que ajuda a transformar o processo digital, e também uma parceria exclusiva com a insurtech americana Trov para nos ajudar a avançar neste segmento do mercado. Estamos animados e otimistas”, contou.

O grupo SIS tem uma forte atuação no mercado de celulares, atuando no backoffice das seguradoras. Sem dados oficiais, estima-se que o Brasil tenha entre 5 a 10 milhões de seguros para celular, um volume baixo diante dos mais de 230 milhões de seguros. A SIS lançou uma plataforma para gerenciador 33 testes diferentes do aparelho e saber o real estado do aparelho, incluindo a procedência. Por meio da plataforma, o cliente instala o aplicativo no celular e a SIS faz a avaliação de forma remota e manda um motoboy retirar e devolver o aparelho. “O serviço foi desenvolvido para driblar a pandemia e isso acelerou a evolução do mercado. Temos a tecnologia como um dos pilares para o desenvolvimento de ponta a ponta para que as seguradoras conquistem cada dia mais consumidores para o setor”, comentou Peret.

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Sindseg PR/MS comemora 96 anos com homenagem a Possiede

Possiede: Uma carteira bem administrada traz resultados

Solenidade será nesta sexta-feira (28), às 16h, transmitida em Live no canal do sindicato no Youtube

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul (Sindseg PR/MS) comemora seu aniversário de 96 anos nesta sexta-feira (28). Uma programação especial de atividades durante toda a semana termina amanhã com solenidade na sede do sindicato em Curitiba transmitida ao vivo, a partir das 16h, pelo Youtube.   

O ponto alto da cerimônia será a homenagem ao grande ícone do mercado segurador, o ex-presidente do Sindseg PR/MS João Gilberto Possiede. Precursor do Seguro Garantia no Brasil e figura reverenciada nacionalmente, foi o presidente que permaneceu por mais tempo à frente da instituição (1993-2019). Ele vai acompanhar a transmissão de sua residência com a possibilidade de interação. Será exibido um vídeo institucional e em seguida ocorrerá o descerramento da foto de Possiede na galeria dos presidentes. 

Na ocasião também será lançado o novo website do sindicato, uma iniciativa do atual presidente Altevir Dias do Prado para modernizar a comunicação com o mercado e trazer novas funcionalidades – como a TV Sindseg PR/MS – além de permitir integração completa com as redes sociais. 

“O Sindseg PR/MS teve um passado de participação efetiva nas grandes discussões que nortearam o mercado segurador, é uma instituição quase centenária e bastante tradicional. Com orgulho deste passado mas com vistas ao futuro, estamos implantando novas ferramentas tecnológicas e de governança. A ideia é dar uma roupagem mais contemporânea ao sindicato e o novo site faz parte dessa proposta”, afirmou o presidente.