Rádio CNseg agora em formato de podcast

Fonte: CNseg

A Rádio CNseg, iniciativa da Confederação Nacional das Seguradoras, que desde sua inauguração em outubro de 2016 já produziu mais de 1.600 programas e mais de 80 horas de conteúdo informativo relacionado ao mercado segurador, lança, hoje, 1º de setembro, o formato de podcast em seus programas, tornando a mensagem do seguro ainda mais acessível ao grande público.

Alinhados às novas tendências de comunicação digital, os programas da Rádio CNseg poderão ser acompanhados por meio do agregador de conteúdo preferido de cada um (Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcast ou Castbox) ou pelo site da própria emissora (radio.cnseg.org.br), podendo ser baixados para serem acompanhados no momento mais conveniente.

O programa “Fala Presidente”, o “Boletim da Confederação” e os boletins das Federações associadas terão a marca “SeguroCast” e um maior tempo de duração, possibilitando o aprofundamento dos temas tratados.

O material veiculado pela Rádio CNseg desde o seu lançamento ficará disponível na seção “Acervo da Rádio CNseg”, no site do canal.

Lembre-se que você também pode acessar os podcasts e conhecer mais sobre o mercado segurador e seus produtos e serviços, que levam proteção e tranquilidade a milhões de brasileiros, através do site da Rádio CNseg (radio.cnseg.org.br).

Tutorial para acessar o Podcast da CNseg no celular

Se você já possui um dos agregadores instalado no seu celular, basta procurar por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast” na busca da plataforma.

Caso você não possua um agregador instalado, visite a Play Store (Google) ou a App Store (Apple) e procure pela plataforma de sua preferência.

Depois de instalar o aplicativo, basta fazer login ou criar uma conta. Depois, é só seguir a etapa de pesquisa descrita anteriormente.

Tutorial para acessar o podcast no navegador

Para você acessar através do seu navegador, entre em um dos endereços abaixo e faça login ou crie uma conta e pesquise por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast”:

open.spotify.com/

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podcasts.google.com/

castbox.fm/

“A inovação é construída a cada dia”, diz presidente da CNseg no Connection 2020

Fonte: CNseg

“O seguro tem uma missão civilizatória muito importante, que é a da mobilização da sociedade em prol da proteção e segurança de todos”, afirmou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, durante sua participação no primeiro dia do Connection 2020, evento online organizado pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCSRJ), em 1º e 2 de setembro.  

Segundo Coriolano, o “susto” gerado pela pandemia do novo coronavírus e a consequente crise epidemiológica tiveram como um dos principais efeitos o fortalecimento do sentimento de finitude das pessoas, “fazendo crescer a demanda da sociedade por proteção e aumentando a necessidade do setor de oferecer produtos cada vez mais acessíveis a todos os públicos, de todas as regiões desse Brasil imenso”.

Com nível de solvência reconhecido internacionalmente, que “permitiu ao setor atravessar quase incólume a grande recessão ocorrida entre 2015 e 2017”, com reservas de capital na ordem de R$1,2 trilhão e preparo tecnológico, que “possibilitou a colocação da esmagadora maioria de seus profissionais em regime de home office, praticamente da noite para o dia, sem comprometimento da produtividade”, o segmento de seguros brasileiro mostrou-se à altura de sua missão. E, aproveitando a oportunidade, declarou: “Quero homenagear todos os colegas da CNseg, que não pararam de levar adiante a missão da Confederação, mesmo após seis meses de distanciamento social”.

Para o presidente da CNseg, “a inovação é construída a cada dia”, ressaltando a importância dos processos que já vinham sendo implementados pelas seguradoras antes da pandemia. “A atual crise sanitária criou mais aversão aos riscos da natureza e mostrou a necessidade de se acelerar o passo para deixar a tecnologia à disposição de todos, especialmente daqueles que mais precisam, que são os de menor renda”.

Ainda respondendo às questões que lhe foram endereçadas, o executivo disse que a ampliação da proteção securitária da sociedade também depende de outros fatores, como as reformas estruturais, principalmente a administrativa e a tributária. Na análise do Presidente da CNseg, “a atual administração da Susep, depois de algumas mensagens de difícil entendimento, vem avançando positivamente em desregulamentações que podem vir a reduzir custos e aumentar eficiência.”. Destacou a necessidade de enxugamento dos custos regulatórios e da ampliação do conhecimento dos fundamentos do seguro por parte dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. E fez questão de afirmar: “O posicionamento da CNseg é de confiança no Brasil”. 

Outra análise comentada foi que, em decorrência da pandemia, o volume de prêmios do primeiro semestre de 2020 retornou ao nível de 2013, interrompendo a forte taxa de crescimento de 2019. “No primeiro trimestre de 2020 ainda houve crescimento, mas, em abril, a queda foi sentida com mais força, chegando a 22%, seguida de um mês de maio menos agravado. Entretanto, apontou boas perspectivas no segundo semestre em alguns segmentos, que já voltaram a crescer em junho. 

Sobre os corretores, Marcio Coriolano ressaltou a importância do papel que desempenham, principalmente na “identificação dos desejos e necessidades de proteção da população”. Para tanto, destacou a necessidade de uma boa formação técnica, que, segundo ele, “fará toda a diferença na hora de entender o que passa na cabeça do consumidor, cuja diversidade de comportamentos se ampliou ainda mais com a pandemia”. 

Incentivado a falar sobre as oportunidades para o setor segurador, disse que os seguros de vida/risco terão cada vez mais importância para as pessoas, assim como o seguro saúde. Outro bom exemplo, segundo ele, é o seguro auto. “No final de 2019, muita gente dizia que o seguro de automóvel iria desaparecer. Hoje, tornou-se uma verdadeira ‘cápsula de proteção móvel’, ganhando uma importância renovada”, destacou.   

O Presidente da CNseg encerrou a entrevista reafirmando sua paixão pelo setor segurador, que, como nenhum outro, é caracterizado pelo sentimento de solidariedade, o que permite juntar pessoas e famílias para dividir riscos.

Paketá Crédito anuncia parceria inédita com a seguradora AXA no Brasil

Funcionários das empresas conveniadas da fintech poderão contratar crédito consignado atrelado a uma apólice de seguro prestamista que protege o funcionário em caso de perda de renda, invalidez e óbito

Fonte: AXA

A fintech de crédito consignado Paketá fecha parceria inédita com a AXA no Brasil, parte de um dos maiores grupos seguradores do mundo. A proposta é trazer mais segurança para o tomador no momento da contratação do empréstimo, oferecendo uma proteção financeira que cobre invalidez, desemprego involuntário e óbito. Nos próximos cinco anos, a fintech planeja emprestar R$ 1 bilhão e pretende incluir a proteção financeira em todas as transações.

“O crédito consignado é um motor da economia mas, muitas vezes, os funcionários têm receio de fazer dívidas mais longas, seja por não sentir estabilidade do trabalho ou por receio de acontecer algum acidente e essa dívida não ser paga. Queremos oferecer ao tomador a segurança que ele precisa para ter o seu empréstimo com tranquilidade” afirma Fabian Valverde, CEO da Paketá.

Com mais de 650 empresas conveniadas em todo o Brasil, dos mais variados portes, a Paketá oferece taxas atrativas e o modelo da oferta do seguro será aplicado a todos pedidos de empréstimos.

Para a AXA, essa também é uma grande oportunidade de expandir as parcerias da seguradora para novos mercados, através de uma oferta totalmente digitalizada.

“Trata-se de uma parceria em que todos só têm a ganhar. Pesquisas mostram que problemas financeiros impactam a produtividade dos funcionários e as empresas estão atentas a isso e também mais conscientes de seu papel em promover educação financeira. Isso está diretamente ligado à nossa missão de levar a proteção para o dia a dia das pessoas e contribuir para aumentar sua resiliência financeira”, afirma Sebastien Guidoni, Vice-Presidente executivo de Parcerias, Estratégia e Finanças da AXA no Brasil.

Os pedidos de empréstimo na plataforma da Paketá são liberados em até 24 horas. Todo o processo é on-line e o crédito é descontado direto da folha de pagamento do funcionário contratado em regime CLT. O prazo para o pagamento do empréstimo é de até 60 meses.

Primeiro dia do CCS-RJ CONNECTION 2020 ultrapassa 3,5 mil espectadores

Interessados ainda podem se inscrever gratuitamente para acompanhar a programação deste dia 2 de setembro, ao vivo, a partir das 14h 

Começou nesta terça-feira, 1º de setembro, o CCS-RJ CONNECTION 2020. Com mais de 3,5 mil participantes apenas no primeiro dia, o evento virtual reúne nomes consagrados do seguro, de corretores a executivos de seguradoras e entidades. A programação do encontro, promovido pelo Clube dos Corretores de Seguros (CCS-RJ) e pela Educa Seguros, foi transmitida ao vivo, das 14h às 21h. 

O fundador da Educar Seguros, Anderson Ojope, iniciou os trabalhos agradecendo a participação em massa de corretores de seguros de todo o Brasil. “Sempre soubemos da importância das conexões, mas os últimos acontecimentos nos deram a real noção disso. Estamos aprendendo a lidar com o novo normal, e o essencial trabalho dos corretores conta com novas oportunidades, a serem compartilhadas durante o CONNECTION”, comentou, convidando a diretoria do CCS-RJ para saudar os participantes do evento. 

O presidente, Fabio Izoton, destacou os parceiros que auxiliaram na realização do evento. “Os próximos dias mostrarão a todos nossa dedicação e amor no trabalho realizado para o Clube. Os apoios das entidades de mercado foram essenciais para chegarmos nesse momento”, afirmou.   

Já a diretora Sonia Marra relembrou as mudanças ocorridas no evento, que seria, originalmente, presencial. “A oportunidade que temos com esse CONNECTION é enorme, já que o público aumentou exponencialmente com o formato virtual. A solidariedade conectou, nos últimos meses, os corretores, as seguradoras e todas as instituições do mercado. É esse sentimento que nos inspira”, colocou.  

O diretor Luiz Mario Rutowitsch comentou ainda sobre sua boa percepção com o trabalho realizado. “É gratificante olhar para trás e ver que conseguimos possibilitar esse evento para todos os corretores”, disse.  

Em meio ao evento, foram lançados também dois episódios da série “O novo normal do corretor de seguros”, da Seguros na Prática, que retrata com bom humor os desafios dos corretores durante e após a pandemia. 

No início da tarde, Bruna Garcia, líder e fundadora da Megaluzz Negócios, ministrou a palestra “Mude seus hábitos e transforme seus resultados”. Para ela, “obter autoconhecimento, estabelecer suas metas e propósito, além do cultivo de bons hábitos, entre outras mudanças de comportamento, se mostram essenciais para a construção de um profissional de alta performance e, em consequência, para estabelecer uma equipe mais motivada e vencedora”.  

UNIÃO – Projetos de inovação liderados por profissionais da corretagem foram divulgados durante o painel “Conexões S/A – Evoluindo em grupo”. Um deles foi a Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (AECOR-RJ). A instituição foi fundada a partir da reunião de corretores atuantes nas cidades da Baixada Fluminense. Roberto Cabral Neto, da Cabral Seguros, atuante em Nova Iguaçu, vê a instituição como disseminadora da cultura do seguro. “Precisamos, como corretores, nos unir para aprender em meio a um mercado tão conturbado quanto o nosso. A solução, antes voltada para os corretores da Baixada, agora se tornou um projeto de todo o Estado”, complementa. 

Roberto comenta, ainda, sobre a expansão da instituição. “Começamos com três corretores de seguros e buscávamos unir esforços. Hoje, percebemos que realizamos uma trajetória muito gratificante, com muito espaço para crescimento.”, entende Roberto.

O segundo caso de inovação foi a União dos Corretores de Seguros (UCS). Ezaqueu Antonio Bueno, presidente da UCS e sócio-proprietário da Jundiaí Corretora de Seguros, instalada na cidade de mesmo nome, diz que o propósito inicial era a melhoria nos processos cotidianos de cada corretor. “Os fundadores se reuniram para dividir experiências de sucesso, impulsionando a carreira de todos”, comenta. 

Já Luiz Moraes, da Allah Corretora de Seguros, de Curitiba, Paraná, opina que ações como a implementação e expansão da UCS são necessárias. “Um corretor, sozinho, não conhece todo o mercado. A cumplicidade entre os profissionais é o principal fator de sucesso da União, que reúne cada vez mais corretores”, coloca. 

Por fim, as ações do grupo SuperAçãoTotal, encabeçado por Eliseu Dias, corretor da Tudo Seguros, sediada em Cacoal, Rondônia, mereceram um espaço no painel. Por meio do grupo, que se reúne via Whatsapp, 250 corretores de todo o Brasil trocam informações sobre sua profissão e a rotina dos corretores. “Criei o grupo com a expectativa de compartilhar metodologias de trabalho e para aproximar profissionais de seguros. Hoje, vemos o quanto fomos beneficiados com as informações ali repassadas”, disse. 

Rodrigo Rosa, da R2 Corretora de Seguros, entrou no grupo por indicação de um amigo e também se beneficia das conversas com outros profissionais. “Unidos, conseguimos funcionar como velas, que ajudam a acender outras velas e assim, formam uma grande luz”, afirmou. 

Ygor Sydartha, corretor da Sydharta Seguros, em Aracaju, Sergipe, começou na carreira da corretagem por meio dos planos de saúde e, por tratar de benefícios, se interessou no projeto. “Se todos valorizarem o conhecimento ali obtido, o corretor consegue alcançar melhores patamares na carreira”, entende Sydartha. 

Érico Parente, diretor e corretor, e Bianca Peres, corretora da Mais Proteção Financeira, de Manaus, Amazonas, também são participantes. Érico entende que as informações ali colocadas. “Conseguimos nos conectar com pessoas de todo o Brasil para melhorar nosso atendimento aos segurados”. Bianca, por sua vez, também valoriza a troca de experiências: “Ali, vemos que não existe receita de bolo, mas o compartilhamento é tranquilo”, complementa. 

AUTO E RE – Mais adiante, quatro profissionais do mercado de seguros se reuniram para tratar das oportunidades de negócios abertas nos segmentos de auto e ramos elementares. Thiago Fecher, sócio da Aris Corretora de Seguros, abordou o seguro de transportes. “Não consigo ver hoje uma ação com mais risco do que o ramo de transportes. O risco do deslocamento da mercadoria existe tanto para quem transporta, quanto para quem é o dono do patrimônio transportado. É um oceano azul”, colocou o executivo.  

Christian Menezes, diretor comercial da Allianz Brasil, comentou sobre seguro de automóveis: “A companhia concluiu uma grande operação, que mostra sua aposta nesse segmento em todo o país. O seguro tradicional deve sempre ser uma possibilidade, mas a tecnologia nos auxilia a atender os consumidores que representam 70% do mercado, ainda não segurados”, esclareceu. 

Samantha Sampaio, superintendente comercial da Junto Seguros, deu mais detalhes sobre os seguros garantias judiciais. “Nossa legislação já equipara o seguro garantia a dinheiro, o que é bom para diferentes empresas, que tenham saúde financeira”, disse.  

O corretor de seguros, Jayme Torres, diretor da AECOR-RJ e ex presidente do CCS-RJ, mencionou ramos de demanda crescente no cenário atual: seguros residenciais, de D&O e de lucros cessantes foram alguns deles. “Percebemos, com espanto, um aumento na demanda de maior proteção para casas, bicicletas, e vimos novas possibilidades de atrair os clientes. O seguro de bike, por exemplo, mesmo com prêmios menores que os do segmento auto, ajudam na saúde financeira dos corretores”, explicou. 

CENÁRIO MACRO – O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, marcou presença no evento para falar sobre o panorama do mercado de seguros a partir de análises econômicas e políticas. Em entrevista realizada pelo jornalista convidado William Anthony, da JRS Comunicação, ele avaliou: “Temos uma confiança muito grande no Brasil. Mesmo após um grande período de recessão econômica, o mercado registra crescimento. Isso mostra nossa resiliência, e o corretor precisa se atentar às oportunidades que o momento atual oferece”.  

Coriolano opinou sobre a participação dos seguros na economia nacional. “A crise epidemiológica, que impulsionou a crise econômica, afetou a todos os campos de produção. “No entanto, na última divulgação do PIB, nosso setor contribuiu positivamente para o setor de serviços, registrando aumento. Não será um ano fácil, mas apostamos nos sistemas de trabalho híbridos e o constante investimento em tecnologia para superar os desafios”, entende o presidente da CNseg. 

O executivo ainda elogiou a iniciativa, que nomeou como “pioneira”, do CCS-RJ CONNECTION 2020, “um evento com formato que preza pela segurança de todos”. 

VISÃO DAS SEGURADORAS – À noite, executivos de grandes seguradoras discutiram o que esperam ser a nova realidade do mercado de seguros. Luiz Gutiérrez Mateo, CEO da MAFPRE Seguros, vê que o corretor de sucesso precisa entender as necessidades dos clientes. “Conseguimos, mesmo de modo remoto, manter os atendimentos, ainda com a imprevisibilidade do cenário atual. Tudo está mudando e precisamos pensar em novas demandas. O coronavírus não foi um agente de mudança, mas sim acelerou projetos e novos sistemas”, comenta.   

Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, por sua vez, interpreta o panorama de maneira mais pragmática. “A pandemia aumentou a demanda por produtos mais modernos. O seguro não será mais o mesmo, mas os corretores ainda serão centrais, porque precisamos de alguém na frente desse negócio”, coloca.  

Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Seguros, destaca o preparo do mercado de seguros nos desafios trazidos pela pandemia, bem como a importância do apoio governamental ao setor. “A agenda positiva e políticas de incentivo podem ajudar na recuperação da economia, e sempre auxiliam o setor de seguros. Os riscos ficaram mais evidentes para os possíveis consumidores, e focamos no desenvolvimento dos canais digitais”, comenta. 

Por fim, Renato Pedroso, presidente da Previsul, entende que novas formas de relacionamento foram favorecidas em meio à pandemia. “O digital deve ser entendido como um meio, e não um fim. As ferramentas digitais, potencializadas durante esse momento é facilitar, de forma direta sem desconsiderar a complexidade do seguro”, entende.

CONSUMIDOR – Thiago Amorim, gerente de riscos e seguros da iFood, tratou, a partir de uma visão externa ao mercado de seguros, das ações tomadas pela empresa frente às mudanças nos hábitos dos consumidores. Ele considera que a análise dos públicos atingidos pelo iFood, ou stakeholders, foi fundamental para lidar com a nova situação. “Estacionamos todos os projetos a longo prazo para preservar a vida e o saúde do nosso ecossistema. Nosso negócio só existe se tivermos entregadores e restaurantes protegidos e atuando em sua melhor performance”, ele explicou, fazendo correlações com possíveis caminhos para os corretores de seguros. 

O evento continua nesta quarta, 2 de setembro, a partir das 14h. Para se inscrever, acesse www.connection.ccsrj.com.br

EZZE cria plataforma para emissão de seguros garantia e depósito recursal

ezze seguros

Plataforma permite consultas pelo celular de forma ágil e prática 

A EZZE Seguros lança uma versão mobile de sua plataforma nas modalidades de seguros garantia. Com o aplicativo é possível consultar, emitir e imprimir apólices, boletos e recibo de comissão. Posteriormente, a seguradora irá estender a funcionalidade aos demais produtos. A ferramenta é compatível com as tecnologias Android e IOS e podem ser baixadas nas lojas de aplicativos de forma gratuita.

Ivo Jucá Machado, vice-presidente comercial e de marketing da EZZE, destaca que com a pandemia de Covid-19 o setor de seguros acelerou seu processo de transformação digital. “Atuamos fortemente na criação de produtos para atender a nova realidade dos negócios. Nosso compromisso é tornar mais agradável a experiência dos corretores, assessorias e clientes”.

Mundo pós-pandemia: futurologista prevê como o Coronavírus vai mudar a vida da população mundial

Allianz estudo pos covid-19

Estudo aborda como a residência, a saúde, a mobilidade e as viagens podem evoluir em 2021

Fonte: Allianz Partners

Com o fim da pandemia global – previsto para dezembro de 2020 -, surgirá uma nova maneira de viver e o mundo, com certeza, será muito diferente. Tendo em vista antecipar algumas mudanças que moldarão essa nova realidade, a Allianz Partners, líder em assistência 24 horas e seguro viagem, produziu, em parceria com o Futurologista Ray Hammon, o relatório “Life after COVID-19”. Dividido em quatro categorias – casa, saúde, mobilidade pessoal e viagens -, o conteúdo exclusivo traz os seguintes destaques: 

·        Casa: as residências não serão mais um lugar para passar apenas noites e fins de semana, elas se tornarão uma fortaleza digital multifuncional;

·        Saúde: a tecnologia digital para a saúde será a norma, incluindo a telemedicina e incentivando a rápida adoção de tecnologias vestíveis, que são dispositivos inteligentes utilizados como um acessório (relógios, pulseiras ou até mesmo óculos de realidade virtual);

·        Mobilidade pessoal: as viagens rodoviárias voltarão aos níveis normais e as principais cidades do mundo continuarão reorganizando a infraestrutura para estimular o uso da micromobilidade;

·        Viagens: medidas rigorosas de saneamento serão adotadas em todo o setor de lazer e turismo e as viagens aéreas de lazer provavelmente voltarão aos níveis pré-COVID-19 somente após alguns anos.

Que são melhor detalhados abaixo:

1.   A casa assume uma dimensão completamente nova

A Covid-19 acelerou o futuro das casas e deu a elas um novo papel. Embora o trabalho em casa tenha sido uma exceção antes da pandemia, ela se tornará cada vez mais normal para os empregos que a permitem. O lar, portanto, se tornará mais do que apenas um local de lazer, será um centro de trabalho. Isso incluirá seu uso crescente para profissões como personal trainer, locutores de rádio e psicoterapeutas. Além disso, a residência se tornará um centro de aprendizado, pois os universitários terão cada vez mais probabilidade de passar um semestre ou dois na casa dos pais.  A casa do futuro também será transformada em uma fortaleza digital com sensores inteligentes, e até mesmo monitoramento integrado de saúde, como equipamentos e aplicativos de diagnóstico eletrônico, que permitirão a segurança e a independência dos moradores.

No futuro, será um local em que poderemos obter atendimento médico e acomodar equipamentos e serviços para idosos. A longo prazo, algumas famílias poderão escolher criar espaço em casa para cuidar de um membro da família que necessite de cuidados específicos. Além disso, será possível realizar conexões de vídeo para permitir que as pessoas vulneráveis sejam tratadas remotamente pelos profissionais de saúde, no conforto de sua própria casa.

2.   Os cuidados de saúde terão que responder a novas expectativas

As sociedades reformadas que emergirão da pandemia de 2020 estarão mais sábias e muito mais preparadas para lidar com qualquer novo risco à saúde pública. A opinião pública exigirá mais gastos com saúde por parte dos governos, e os países localizarão cada vez mais cadeias de suprimentos médicos para garantir acesso rápido a medicamentos e equipamentos.

Médicos e pacientes continuarão, na medida do possível, a realizar consultas de rotina remotas e online, pois a entrega digital de serviços e informações médicas tem o potencial de aliviar as imensas filas dos sistemas de saúde. Durante a crise da Covid-19, além de permitir consultoria e apoio aos pacientes, a telemedicina também ajudou a impedir a propagação do vírus, reduzindo o número de pessoas que visitam clínicas e hospitais. A tecnologia se tornará habitual com a rápida adoção de tecnologias vestíveis.

Com a chegada da pandemia e o subsequente isolamento social, o número de pacientes que relataram problemas de saúde mental, como tristeza, aumento da ansiedade e depressão, aumentou drasticamente. Os profissionais de saúde mental também têm feito uso considerável de aconselhamento remoto, o que permite um melhor acompanhamento médico a longo prazo para aqueles que mais sofrem.

Prevê-se que as consequências da saúde mental durem mais que a própria pandemia; é muito provável que os profissionais continuem a usar as consultas por vídeo em sua combinação de métodos de tratamento no futuro.

3.   Uma mudança em direção no compartilhamento e mobilidade flexível

Embora o uso de “máscaras inteligentes” permita identificar as pessoas doentes, o volume de passageiros nos trens será reduzido e muitas pessoas vão repensar suas viagens. Durante os lockdowns, as pessoas descobriram que podiam pedir suas compras ou outros itens de compras online com facilidade e rapidez. Muitos trabalhavam em casa e agora se perguntam se faz sentido possuir um carro. É provável que isso acelere a tendência de aluguel de carros a curto prazo, e não a posse de carros, e provavelmente aumente o número de pessoas que utilizarão o modelo de compartilhamento de carros.

Nos últimos meses, milhares de quilômetros de ciclovias foram construídas em cidades que estão sendo fechadas ao trânsito. Viajantes de todo o mundo adotaram massivamente a bicicleta à medida que emergem dos meses de isolamento social. Isso terá um impacto positivo no uso de novos modos de micromobilidade, como bicicletas, bicicletas elétricas, patinetes e scooters (compartilhadas e próprias) que podem levar as pessoas para diversos lugares e ainda evitar o uso de transporte público, ajudando a reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa e melhorando a qualidade do ar.

Ao mesmo tempo, as autoridades precisarão fornecer pontos de carregamento, criar mais ciclovias e regular o uso para garantir que os motociclistas estejam seguro, respeitem os limites de velocidade, usem capacete e tenham responsabilidade pelos itens de mobilidade compartilhada. Com o aumento do uso e por ser um equipamento compartilhado, os fornecedores precisarão garantir a segurança de todos e fornecer regras de higiene e dicas de seguranças básicas.

4.   A experiência de viagem nunca mais será a mesma

A Covid-19 tem sido um verdadeiro ponto de virada para a indústria de viagens: aviões permanecem aterrados, serviços de trem reduzidos, navios de cruzeiro não puderam atracar por causa de passageiros infectados e restaurantes e hotéis tiveram que fechar por causa de medidas sanitárias. O período pós-pandemia abrirá uma nova era de precaução com menos espontaneidade e mais proteção contra o vírus.

Prevê-se que o transporte aéreo de curta distância e as viagens aéreas domésticas se recuperem primeiro, mas os viajantes mudarão de comportamento, incluindo máscaras durante toda a jornada e os abraços e beijos de despedidas dos familiares serão fora do aeroporto. Em alguns casos, pontes de embarque, ou ponte telescópica para aviões serão usadas como um “túnel desinfetante”. As companhias reduzirão as malas da cabine para acelerar o embarque e reduzir o risco de contaminação, além de diminuir os serviços de bordo.

Os mais afetados certamente serão a indústria de cruzeiros, pois ninguém tem uma visão clara de como eles podem ser organizados, respeitando o distanciamento social e, acima de tudo, a quarentena de viajantes doentes para evitar a contaminação.

A hospitalidade será impactada por medidas aprimoradas de saneamento. É provável que os restaurantes reabram com menos horas, por menos dias, com muito menos mesas e menus bastante simplificados. Enquanto isso, os pedidos de entrega e retirada de aplicativos para smartphones continuarão em alta. Os pacotes all inclusive de hotel provavelmente serão redesenhados para remover a entrega de comida e bebida em estilo buffet, e assim garantir que os hóspedes recebam serviço em suas mesas individuais e distanciadas. As excursões locais deverão ser fornecidas para festas individuais e, inevitavelmente, serão mais caras.

Finalmente, as viagens de negócios serão reconsideradas, pois a pandemia mostrou que o gerenciamento global de projetos pode ser feito por videoconferência, permitindo reduções de custos financeiros e de emissões de Gases de Efeito Estufa. Provavelmente, apenas reuniões comerciais, exposições e eventos esportivos internacionais voltarão aos níveis normais no futuro próximo.

Sirma Boshnakova, CEO da Allianz Partners, comenta: “A crise do Coronavírus tem nos levado a muitas mudanças na maneira como vivemos nossa vida cotidiana e, com isso, as expectativas e os comportamentos dos consumidores evoluíram. Encomendamos este relatório para poder antecipar e desenvolver as soluções mais inovadoras e eficazes para nossos clientes, oferecendo a eles tranquilidade agora e no futuro. Como líder em serviços de assistência 24 horas e seguro viagem, estamos prontos para apoiar as transformações nos negócios mais importantes para o nosso grupo: residencial, saúde, auto e viagens”.

O relatório completo está disponível para leitura aqui

Liberty Seguros lança clube de vantagens com centenas de descontos e cursos grátis

Com a novidade, clientes e corretores podem contar ainda mais com os serviços da seguradora

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia a nova versão de seu clube exclusivo de benefícios: o +Liberty. O novo clube 100% digital foi idealizado com o objetivo de trazer mais proximidade e oferecer uma experiência de qualidade para clientes e corretores mesmo quando não precisam dos serviços de assistência e sinistro da seguradora.

Dentre os benefícios disponíveis no lançamento, destacam-se o curso de Personal Organizer, que ajudará as pessoas a cuidarem de seus espaços neste momento em que passamos mais tempo em nossas casas, e também o curso de Marketing Digital completo, que será oferecido gratuitamente aos clientes PME. Além disso, a Liberty seguirá oferecendo a assinatura anual do Chefsclub.  Combinados, esses benefícios já oferecem mais de R$120,00 em descontos de imediato para os clientes. E em toda plataforma, também estão disponíveis cupons de desconto em mais de 200 parceiros que podem ser utilizados sem precisar sair de casa, além de novas experiências exclusivas que serão lançadas a cada mês.

A seguradora trabalha diariamente para oferecer a melhor experiência possível para todos os seus públicos e esse objetivo é refletido em sua pesquisa do nível de satisfação dos clientes (NPS). Os dados desse levantamento apontam também que clientes que passaram por alguma experiência com a Liberty tiveram em média 19 pontos percentuais de satisfação a mais do que os que não precisaram utilizar nenhum serviço.

Pensando nisso, a Liberty levou para dentro de casa o desafio de dar a todos os clientes e seus corretores parceiros a melhor experiência com a seguradora, mesmo quando não precisaram de serviços de assistência ou sinistros, entregando assim ainda mais confiança para que aproveitem seus bens e os momentos importantes da vida e dando início ao projeto do + Liberty.

“Depois do sucesso do Clube Liberty Momentos, que teve mais de 500 mil acessos no ano passado, ficou claro que o próximo passo seria reformular esse programa, disponibilizando vantagens ainda mais exclusivas e úteis neste momento. Com o novo +Liberty, os clientes têm seu investimento, ao contratar o seguro, valorizado. Ao mesmo tempo, os corretores também podem aproveitar os benefícios do clube e utilizá-lo como mais um argumento para que seus clientes escolham a Liberty.”, afirma Patricia Chacon, Diretora de Transformação da Liberty Seguros.

Vantagens que vão além do seguro contratado

Para os segurados, a companhia oferecerá opções de descontos para que aproveitem a vida com confiança, como cursos online de música pelo site Musicdot, o aplicativo de treino e personal BioTreino, cupons para os streamings de vídeo Watch ESPN e Clubinho Play, descontos no aplicativo de delivery James, além do acesso gratuito aos serviços de limpeza de casas e escritórios do app Parafuzo.

O novo clube também traz benefícios exclusivos para clientes empresariais de PME. 

Já no caso dos corretores parceiros, visando expandir suas carteiras e desenvolvê-los pessoal e profissionalmente, a Liberty irá disponibilizar descontos em lojas de equipamentos de escritório como Dell, Lenovo, Oppa e Multilaser; além de cupons em cursos das escolas online, Alura e Leveduca.

Para acessar o clube basta entrar no Meu Espaço Cliente ou Meu Espaço Corretor no site ou acessar nos apps Liberty – em IOS e Android.

Cristina Vidal e Confidence v3 integram Programa Acelera D’Or

Com especialização em grandes riscos, a profissional de destaque no mercado de seguros será a nova diretora comercial da D’Or Consultoria

Fonte: D’Or

Atuante há mais de 22 anos no setor de seguros, Cristina Vidal se une ao quadro executivo da D’Or Consultoria. Formada em Administração de Empresas pela UNESA/RJ, além de MBA em Gestão Empresarial pela FGV, ela assume o cargo de diretora comercial, destinando foco no segmento de grandes riscos.

Cristina possui grande experiência em gestão, com histórico de liderança de projetos e equipes em âmbitos nacional e internacional. Entre as suas realizações, estão inseridas desde a gerência de equipes em grandes empresas do setor de seguros, até a implementação de operações de multinacionais no Brasil. Também ministra aulas e cursos para formação e atualização de corretores na Escola de Negócios e Seguros (ENS). “Como membro do time da D’Or, vejo a oportunidade de estruturar uma operação que ofereça serviços de alta qualidade sem perder de vista a particularidade de cada cliente”, comenta Cristina.

Para o CEO da D’Or Consultoria, Bruno Iannuzzi, a chegada de Cristina Vidal com sua corretora Confidence V3 reforça a D’Or na posição de importante player do segmento de grandes riscos, mantendo o mesmo padrão de qualidade e serviços que conquistamos no segmento de saúde corporativo”.  

O anúncio da nova incorporação ocorre após a aquisição da Four Corretora, uma das mais tradicionais corretoras de Riscos Corporativos do Rio de Janeiro, demonstrando o quanto o segmento é estratégico para a D’Or consultoria.

Carlos Alberto Oliveira, responsável pela área e pelo programa Acelera D’or, afirma: “Cristina é uma personalidade de destaque no mercado de seguros. Ela traz experiência e conhecimento neste importante segmento, o que é um grande benefício para a D’Or Consultoria”.

Fundación MAPFRE abre inscrições para bolsas de estudo e pesquisa com foco em promoção da saúde

Serão considerados, principalmente, iniciativas que incorporem aspectos relacionados à COVID-19. Apoio financeiro pode chegar a 30 mil euros por projeto

Fonte: Mapfre

Com o objetivo de promover o desenvolvimento científico visando o bem-estar social, a Fundación MAPFRE acaba de abrir as inscrições para o programa global de Bolsas de Auxílios à Pesquisa Ignacio H. de Larramendi. 

Este ano, o auxílio será focado em projetos na área de “Promoção à Saúde”, principalmente iniciativas relacionadas à COVID-19, como: redução de infecções, autocuidado e cultura de autoproteção, relação entre estado de saúde anterior (estilo de vida) e morbimortalidade, pandemia e saúde mental, entre outros. 

Podem concorrer ao programa pesquisadores individuais ou em equipes – nos âmbitos acadêmico ou profissional -, que desejam desenvolver trabalhos de forma independente ou no âmbito de universidades, hospitais, empresas ou centros de pesquisa aos quais estejam associados. 

Os projetos selecionados receberão aporte de até 30 mil euros cada um. As pesquisas, inclusive as relacionadas à COVID-19, devem se enquadrar em uma das seguintes linhas temáticas: estratégias para a mudança de hábitos: prevenção da obesidade e incentivo à atividade física; educação para pacientes; avaliação de danos corporais; ou gestão em saúde: qualidade e segurança clínica. 

Para se inscrever, é necessário preencher a ficha e enviar os documentos pelo site da Fundación (http://www.fundacionmapfre.com.br/fundacion/br_pt/bolsas-de-auxilio/bolsas-auxilios/ignacio-h-de-larramendi/)até 30 de outubro. 

Um Comitê de Avaliação designado pela Fundación MAPFRE, com a assessoria de especialistas nos diferentes temas, ficará responsável pela avaliação dos projetos. As bolsas concedidas devem totalizar 240 mil euros. 

O resultado da convocação será divulgado em dezembro de 2020 no site da Fundación MAPFRE. 

Artigo: Como lidar com os riscos e responsabilidades com os prestadores de serviços nas empresas

Por Caio Carvalho, Diretor de Riscos Empresariais da MDS Brasil 

Lei nº 13.467, também conhecida como a Reforma Trabalhista, completou dois anos e, desde então, celebra-se tambéma regulamentação das atividades terceirizadas no Brasil. Desde a consolidação da Reforma, que permitiu também a terceirizaçãodas atividades-fim nas empresas, este modelo de contratação de trabalho aumentou consideravelmente. Segundo o levantamentomais recente do IBGE sobre o tema, as contratações terceirizadas já representam 22% dos postos de trabalho formais no país.  

Esses números refletem uma tendência global de outsourcing: de acordo com o Information Service Group (ISG), osvalores dos contratos terceirizados naquele mesmo ano em todo o mundo chegavam à marca dos US$ 47,8 bilhões. Outro dado do levantamento que chama a atenção são as áreas mais contratadas: TI e Infraestrutura, o que revela um movimento de terceirização de cargos cada vez mais estratégicas para o desenvolvimento dos negócios. 

Para efeitos de seguros empresariais, o terceiro não é uma ilha isolada dentro da operação, mas parte integral dela. Profissionais terceirizados vêm sendo inseridos em nichos específicos, desenvolvendo projetos específicos junto às equipes e conquistando um posicionamento cada vez mais estratégico dentro das empresas. Neste cenário, a empresa deve considerá-lo um funcionário como qualquer outro para efetuar suas análises de riscos e projeções para proteção corporativa. 

Os riscos que as empresas assumem incorporando terceirizados são muito parecidos com os riscos assumidos na contratação de um colaborador CLT. O que muda é a estratégia que as empresas precisam adotar para avaliar e conter esses riscos, já que ambos, terceirizados e celetistas, podem atuar em seu core business. Portanto, os riscos dos negócios são os mesmos. Eles devem ser identificados, avaliados e controlados no ambiente de trabalho, considerando sua estrutura física e operacional.  

As responsabilidades da empresa são as mesmas tanto para seu quadro de funcionários celetistas quanto para seusterceirizados, e as seguradoras já enxergam os terceiros como equivalentes a funcionários. Entre os principais riscos empresariaispassíveis de coberturas securitárias estão: 

– Riscos Físicos: acidentes de trabalho e incidentes que envolvam falhas na estrutura física da empresa ou de segurançalaboral. Tudo o que ocorrer nas dependências da companhia ou a serviço dela. 

– Riscos Jurídicos: processos trabalhistas ou da esfera civil. Se um profissional terceirizado sofre algum tipo de assédiodentro da empresa, ela pode ser diretamente responsabilizada, mesmo que a ação seja movida por um ME e não por umapessoa física. 

Seria prematuro traçar uma conjuntura de possíveis riscos financeiros para a gestão de terceirizados. Ao contrário de outros países, a terceirização de todas as atividades é relativamente muito nova no Brasil e estamos tateando esse caminho.   

Estamos vivendo um momento de aprendizado, principalmente na contratação de Micro Empresas (MEs) para projetos e funções estratégicas do negócio. Aos poucos, amadurecemos os modelos de contrato e os elaboramos de maneira cada vez melhor para essas novas necessidades de mercado. 

Da mesma forma que essa relação é tratada com qualquer outro colaborador. Terceirizados também têm um contrato de prestação de serviço e, neles, pode haver as cláusulas que disponham sobre as obrigações do CNPJ contratado, políticas de confidencialidade e regras de compliance, assim como as diretrizes de acesso à informação privilegiada e uso de equipamentos. Cada empresa deve delimitar este aspecto internamente. 

As empresas mais competitivas e com grandes quadros de funcionários encaram a Gestão de Terceirizados de forma natural, como uma etapa necessária para sua organização interna. Há uma adesão considerável do mercado a essa prática administrativa e a tendência é que ela aumente conforme a terceirização avance no país. 

Em primeiro lugar, nós atuamos em uma análise primordial, que é a da intensidade da exposição a riscos que um prestador de serviços está sujeito trabalhando para a empresa. Existem casos, por exemplo, como o segmento de telefonia, em que terceirizados ou eventualmente ‘quarteirizados’ estão na linha de frente do core business. São eles que visitam clientes, fazem instalações do produto final e reparos nas residências dos consumidores, e, por isso, trabalhando muito mais expostos aos riscos da operação do que uma equipe interna de colaboradores CLT. 

Pensando em situações como essa, em que uma empresa tem completa responsabilidade pelo prestador terceirizado e também pelo serviço que é prestado por ele, a gestão de riscos analisas todos os pontos vulneráveis, de ponta a ponta do negócio, e desenvolve uma apólice personalizada e segmentada para a empresa como um todo. É uma espécie de apólice guarda-chuva.  

Independentemente do segmento do negócio, toda empresa que gerencia seus riscos e protege suas operações deve considerar a adoção de uma apólice de Responsabilidade Civil com coberturas que contemplem seus colaboradores e também prestadores de serviço.