Conjuntura CNseg 27 destaca avanços na agenda regulatória do setor segurador

CNseg

Publicação está disponível no portal da Confederação

Fonte: CNseg

Uma avaliação positiva da consulta pública para modernizar o marco regulatório dos seguros massificados; a resiliência do segmento de títulos de capitalização, que injetou R$ 9 bilhões na economia neste ano; a perda líquida de segurados em Saúde Suplementar, afetada pela contração do emprego e renda das famílias e os rumos e a relevância do seguro de Vida, sobretudo com a pandemia, são os tópicos centrais apresentados na seção Destaques dos Segmentos, bloco de abertura da edição nº 27 da Conjuntura CNseg, publicação da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, disponível em seu portal (cnseg.org.br).

Além dos tópicos sobre os segmentos que integram o setor segurador brasileiro, a publicação apresenta também os Boxes “Regulatórios”, “Jurídico” e “Relações de Consumo”. No “Jurídico”, avalia-se a importância do princípio constitucional da irretroatividade das leis em prol da segurança jurídica, da estabilidade das relações jurídicas e do funcionamento sem sobressaltos do mercado segurador. 

Já o Boxe “Regulatório” avalia o descompasso regulatório no regramento entre as atividades de auditoria contábil e a auditoria atuarial das supervisionadas da Susep, o que representa uma ineficiência operacional capaz de elevar os custos de observância.

O microsseguro, tema do Boxe “Relações de Consumo”, depende cada vez mais do aprimoramento do marco regulatório desse tipo de seguro, com ênfase em mudanças na formatação de produtos e sua distribuição, para ganhar tração e mirar os 100 milhões de consumidores identificados como público potencial do segmento.

Por fim, uma seleção de seis artigos consta da seção “Produção Acadêmica em Seguros”. Entre outros tópicos, constam: “Os dilemas contemporâneos do seguro diante das coberturas aplicadas à pandemia”; “Coronavírus e o contrato de seguros”; “Gastos tributários como ferramenta de desenvolvimento”; “As perspectivas de telemedicina no pós-pandemia” e a “Revolução tecnológica no mercado atuarial”. 

CCS-RJ Connection 2020: participantes discutiram oportunidades em cenário impactado pela pandemia

Todo o conteúdo transmitido nos dois dias do CCS-RJ CONNECTION 2020 estão disponíveis no canal do Clube no YouTube

Fonte: CCS-RJ

As oportunidades de negócios no setor de seguros continuaram sendo o foco das atividades durante o segundo e último dia do CCS-RJ CONNECTION 2020. Apenas nesta quarta-feira, quatro mil pessoas acompanharam o evento, que contou com transmissão virtual ao vivo de todas as suas atividades. O CONNECTION foi organizado pelo Clube de Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) em conjunto com a Educa Seguros e ocorreu nos dias 1 e 2 de setembro.

 “Tenho a impressão de que conseguimos mostrar, no primeiro dia, todas as conexões possíveis para o corretor de seguros. Continuaremos a fazer isso hoje”, afirmou Anderson Ojope, fundador da Educa Seguros, na abertura. Fabio Izoton, presidente do CCS-RJ, comentou sobre a importância da cooperação. “Qualquer profissional, hoje em dia, precisa trabalhar junto a seus pares para compartilhar conhecimento e experiências, e isso foi mostrado largamente nas atividades do evento”, colocou.

Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsch, diretores da instituição, destacaram ainda que a expectativa do evento, que já era alta, foi superada. “A conexão é o que nos dá força nesse momento. As oportunidades que diversos grupos têm oferecido aos corretores é o que dá força, o mais importante”, diz Sonia. Já o diretor destacou que “o sucesso do CONNECTION como um todo mostra que o corretor busca, mais do que nunca, se capacitar para melhor atender a seus clientes”.

ASPECTOS TRIBUTÁRIOS – Roger Belisário, consultor em Gestão e Finanças, abordou os aspectos tributários mais importantes para a abertura de uma empresa, por parte de um corretor que atue como profissional liberal. “Por meio de adoção do livro-caixa e da adoção e conhecimento dos diferentes regimes tributários disponíveis, o corretor pode decidir qual o mais adequado para a sua realidade”, comentou.

CASES – Novos negócios com foco na assessoria dos corretores foi abordado no painel “Conexões S/A: Gerando Negócios em Grupo”. A Baeta Assessoria de Seguros, fundada por Luiz Philipe Baeta Neves, que também é o atual presidente da Aconseg-RJ, concede assessoria técnica e comercial para os corretores, intermediando sua relação com as seguradoras. Para Luiz, o modelo promovido pela empresa facilita o sucesso do trabalho do corretor. “Como a assessoria é ampla, o corretor fica mais disponível para prestar sua venda. Nossos investimentos em tecnologia e em espaço físico são essenciais para mitigar os possíveis problemas do cotidiano da corretagem.”, pontua.

Daniel Borges, sócio-diretor da Garnet Corretora de Seguros, atuante no Rio de Janeiro, é um dos associados da Baeta Assessoria, e comenta os benefícios do trabalho em conjunto com a empresa. “O backoffice oferecido pela Baeta é muito importante e faz toda a diferença. Se o corretor trabalha diretamente com as seguradoras, ele pode não ter força para lidar com questões políticas, por exemplo. Me sinto resguardado com a estrutura que me é oferecida”, opina Daniel.

O grupo A12+, outro projeto apresentado, é presidido por Renner Fidelis, que também é sócio da Apoliseg Corretora de Seguros, sediada em Goiânia. O grupo nasceu da necessidade de unir e trocar experiências entre diversos corretores. “O propósito da nossa empresa é promover o intercâmbio de ideias e negócios. Em 2018, acrescentamos o símbolo de mais em nosso nome mostrando a nossa vocação para receber mais profissionais”, coloca Renner. Já Henrique Carballo, diretor jurídico da Segna Consultoria em Seguros, do Rio de Janeiro, e assessor jurídico da A12+, apoia a formação de grupos para atuação no mercado. “A partir do grupo, o corretor adquire maior poder de negociação junto às seguradoras, além de acesso a canais de atendimento exclusivos”, entende Henrique.

A SEGASP univalores, originada com foco em seguros de vida e com sede em São Paulo, também foi citada como um dos projetos em destaque. Ricardo Tarantello, sócio-diretor da empresa, diz que a evolução com o passar dos anos é grande. “Formamos um ótimo marketplace. Conosco, o corretor ganha capacitação e percebe uma resposta positiva em todos os segmentos que desejar atuar”, estabelece Ricardo. Gisele Marques, da Marques Corretora de Seguros, indica a SEGASP univalores para outros colegas corretores. “A associação agrega diferentes soluções financeiras. A estrutura é algo que nos beneficia bastante. Conseguimos acompanhar nosso cliente ao logo do tempo, com as ferramentas que nos são dadas”, coloca Gisele.

A Loja Corr, que nasceu em Curitiba, já possui cinquenta e cinco unidades de negócios, em quase todos os estados. Diogo Ardnt Silva, CEO da rede de corretores, explica as vantagens conseguidas com o projeto. “Por meio da Loja Corr, o corretor aumenta sua competitividade. O nível de conhecimento acumulado, bem como o acesso em todo o país facilita a conclusão de novos negócios”, entende Diogo. Mariana Oliveira, CEO da Unialliance Corretora de Seguros, uma das empresas associadas, comenta porque escolheu a associação: “Dois pilares me mantêm ligada à Loja Corr. O acesso a mais produtos do que eu teria anteriormente e a plataforma de tecnologia utilizada, com excelente estrutura de backoffice”, entende Mariana.

Por fim, o MDS Group, corretora multinacional portuguesa, foi apresentada. Patrícia Martins, superintendente de Benefícios da empresa, comenta sobre a estrutura. “Dentro de nosso programa de relacionamento, oferecemos materiais de marketing, reembolso, patrocínio, entre outros instrumentos. Acumulamos condições diferenciadas com as seguradoras, além de maior expertise em segmentos e em sistemas de tecnologia”, coloca. Já Carlos Toscano, da Síntese Seguros, do Rio de Janeiro, uma das corretoras associadas, entende que só teve benefícios na relação. “A qualidade técnica da corretora facilitou muito meu trabalho. A outra é a amplitude do negócio. Desde o início, as pessoas se envolveram e mandaram novos produtos.”, entendeu Carlos.

SEGURO DE VIDA – O segmento de seguros de pessoas, celeiro de novas oportunidades, foi discutido em painel próprio. Fabio Lessa, diretor comercial da Capemisa, destacou os avanços políticos que influenciaram o bom resultado demonstrado pelo mercado de seguros durante a pandemia. “A aprovação das Reformas da Previdência e Trabalhista incentivaram a reflexão coletiva sobre os riscos e inseguranças, que podem ser mitigadas pelos seguros. O atendimento precisa ser genuíno, baseado em informação e personalização, por meio do corretor como meio”, comentou.

Raquel Giglio, VP de Saúde e Odonto da SulAmérica, reforçou o papel dos corretores em meio às mudanças que já estavam em curso. “Os corretores são consultores de inovação, porque conhecem cada um dos nossos clientes. Digitalização e inovação são ferramentas de inovação, para reforçar o ‘olho no olho’ entre corretores, beneficiários e seguradoras”, colocou a executiva.

Alfeo Marchi, diretor de mercado do grupo MAG Seguros, também participou do painel, frisando a demanda para os produtos voltados às pessoas. “Estudos de instituições do mercado de seguros já indicam um espaço de crescimento na proteção em todo o mundo. No pós-pandemia, teremos um ‘melhor normal’, unindo o relacionamento com as inovações tecnológicas”, avaliou. 

Amilcar Vianna, corretor de seguros e ex-presidente do CCS-RJ, por fim, fez uma analogia para explicar o momento. “Quando o mar está calmo, buscamos mais individualismo e solidão. No mar revolto, buscamos proteção e coletividade. Isso é o que acontece agora. Na área de seguro de pessoas, sou testemunha de um cenário nunca antes visto, no qual as pessoas são atraídas de forma mais espontânea para a compra dos produtos desse segmento”, relatou.

INVESTIMENTOS – Pedro Guimarães, CEO da FIDUC, tratou de investimentos e explicou detalhes importantes para aqueles que querem conhecer mais sobre os serviços do setor financeiro. “Os dois setores, de seguros e financeiro, são intimamente relacionados porque os profissionais de ambos os campos precisam ter bastante confiança nos produtos que vendem. O corretor de seguros, quando treinado, pode auxiliar no planejamento financeiro das pessoas, a partir de serviços complementares e que certamente expandem a renda do profissional de corretagem”, pontuou.

VISÃO DOS CORRETORES – Mais à noite, a nova realidade do setor de seguros foi analisada a partir da visão dos corretores. Armando Vergílio, presidente da Fenacor, entende que existe um novo papel a ser exercido pelas entidades de classe. “Até então, as instituições representavam e defendiam a categoria, com muito sucesso. Agora, viramos a chave e buscamos prover soluções para os corretores de seguros. Nosso objetivo maior é incentivar a ampliação da carteira e diversificar as áreas de atuação dos profissionais”, coloca.

Já Joaquim Mendanha, presidente do Ibracor, entende que os corretores sempre foram colocados à prova, situação que não se difere durante a pandemia. “Em diferentes momentos, os corretores se uniram em todo o país e alcançaram as vitórias da categoria. Para que a profissão se perpetue, o corretor precisa se tornar um mantenedor de boas práticas, deixando o amadorismo de lado”, disse.

Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, considera o exemplo como a melhor forma das entidades representativas influenciarem seus representados. “O Sincor-SP tem que ser o primeiro lugar no qual os corretores representados por ele pensem ao buscar novas oportunidades e resolver desafios. Mesmo perdendo grande parte de sua renda durante a pandemia, as entidades acumularam mais importância no cotidiano dos corretores”, pontuou.

Por sua vez, Gustavo Doria, fundador do CQCS, colocou em pauta questões polêmicas para a categoria. “As associações precisam ser fortalecidas, com a participação cada vez maior dos corretores. A mudança na mentalidade também precisa ser discutida. Se os corretores não entenderem a tecnologia como aliada, seu trabalho será engolido por grandes empresas. Hoje, já não é possível desconsiderar um melhor uso dos canais digitais”, opinou.

VENDAS – A última palestra do CCS-RJ CONNECTION 2020 foi de Rodrigo Maia, consultor e professor da ENS. Para ele, o papel do corretor de seguros, na próxima década, será o de adaptação a uma realidade até então desconhecida. “O profissional de seguros não pode mais ser especialista em um único segmento. Planejamento e proteção se tornam as funções mais atendidas pelo setor. Para sobreviver no mercado, o corretor precisa agregar valor e diferencial ao seu serviço, e não apenas esperar a demanda do cliente chegar”, conclui Maia.

O encerramento do evento contou com a participação do presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton, acompanhado dos diretores do Clube Sonia Marra e Luiz Mario Rutowitsch, e do fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope.

MAG Seguros conquista selo RA1000 no Reclame Aqui

MAG Seguros Nuno david

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência com 185 anos de história no país, acaba de conquistar mais um marco: o selo RA100, concedido pelo site Reclame Aqui. O reconhecimento é destinado às empresas que atingiram o nível máximo de excelência no atendimento ao cliente, segundo o site. 

“Receber o selo RA1000 reflete o nosso compromisso em cuidar das pessoas e é consequência de um trabalho consistente da MAG Seguros na busca de manter sempre os melhores níveis de atendimento a todos os públicos e, neste caso específico, junto aos clientes e beneficiários”, explica Nuno Pedro David, CMO da seguradora. 

Para receber o selo RA1000 a empresa deve atender a critérios definidos pelo Reclame Aqui, como ter um número de avaliações igual ou superior a 50, possuir um índice de resposta e de solução igual ou superior a 90%, ter média mínima de 7 na avaliação dos consumidores e contar com índice mínimo de 70% no indicador em que o consumidor aponta se voltaria a fazer negócio com a empresa. 

“O selo RA1000 reforça ainda mais a confiança das pessoas na marca da MAG Seguros, além do elevado grau de confiança na nossa marca e na nossa prestação de serviço”, finaliza David. 

Seguros SURA realiza lives para conscientizar parceiros sobre segurança cibernética

Seguros Sura

Especialistas discutem temas que vem ganhando importância entre pessoas, pequenas e médias empresas, além de grandes organizações

Fonte: SURA

Seguros SURA vem desenvolvendo diversas ações para capacitar pessoas e empresas para uma jornada segura e sustentável. Entre elas, o SURA Talks, uma nova iniciativa de eventos online, onde é transmitido uma série de lives,  para abordar assuntos atuais, de gestão, tendências e iniciativas para ajudar corretores e empresários de qualquer segmento a refletir e se preparar melhor para as mudanças constantes que estamos vivendo, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil.

Com um olhar cada vez mais para a segurança, a companhia trouxe para o SURA Talks uma série dividida em dois blocos para abordar a importância da segurança cibernética e a proteção de dados, questões que vem sendo potencializadas durante a pandemia em um cenário que estamos cada vez mais conectados e expostos digitalmente. 

O primeiro bloco teve como tema “Os desafios da Cyber Segurança em tempos de pandemia”comandada por Thomas Batt, CEO da Seguras SURA Brasil, em bate-papo com os convidados Eduardo Guedes, VP de Tecnologia e Operações da Seguros SURA e Yanis Cardoso Stoyannis, Gerente de Consultoria e Inovação de Cyber Security da EMBRATEL/Claro Brasil. O assunto deu sequência ao segundo bloco com a live “Proteção de Dados: A sua empresa está preparada?”,dessa vez comandada por Guedes com a participação de Yanis e de Leonardo Braga Moura, Sócio da Silveiro Advogados, como convidado.

A pandemia do novo coronavírus acelerou a transformação digital nos negócios e trouxe uma série de novos hábitos no mundo corporativo, entre eles o home office. Com as empresas tendo que operar remotamente de casa e as pessoas em um estado emocional atingido pelo medo da pandemia, as organizações criminosas perceberam na vulnerabilidade uma porta de entrada. De acordo com Yanis, os hackers são criativos, estudam o linguajar da vítima, enviam e-mails e criam app’s falsos utilizando imagem do Ministérios da Saúde e da Economia, por exemplo, se aproveitando assim da vulnerabilidade de pessoas que estão com medo à procura de informações. É importante explorar o comportamento humano, ter a conscientização e entender o que acontece no mundo para se precaver.

Ainda segundo o executivo, engana-se quem pensa que apenas grandes organizações são alvo de ataques cibernéticos e afirma que as invasões acontecem em qualquer empresa independente do porte ou segmento. “Estima-se que 60% dos ataques são em pequenas e médias empresas, geralmente as empresas menores não possuem cultura de segurança como uma grande organização”.

De acordo com Eduardo Guedes, existem no mercado diferentes serviços disponíveis na nuvem que ajudam na blindagem, gestão e monitoramento do ambiente para uma defesa cibernética eficaz. Em caso de ataques bem sucedidos, existem ainda ferramentas que monitoram o ambiente e ajudam a descobrir o que aconteceu e quais dados foram violados. É importante explicar e entender o que houve para planejar uma resposta tanto de proteção tecnológica quanto de proteção física e de relacionamento, pensando em uma comunicação que não gere pânico aos envolvidos.

A LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados protege as atividades de tratamento de dados pessoais. Os principais pilares que precisam ser tratados na proteção de dados, sob o ponto de vista da LGPD, segundo Yanis, é a confidencialidade das informações, quem realmente pode ter acesso a essas informações; a integridade para garantir que as informações não tenham sido alteradas de forma indevida durante seu ciclo de vida; a disponibilidade para garantir que as informações estarão disponíveis sempre que necessário; e a autenticidade do documento.

Para Leonardo Braga, a lei no Brasil se aplica a pequenas, médias e grandes empresas, pessoas jurídicas e físicas. De acordo com o advogado, todas as empresas precisam se adequar à lei, empreender algum tipo de programa interno para entender os princípios da LGPD e melhorar suas práticas de proteção.

Caso as empresas não estiverem adaptadas a LGPD a partir da data que a lei entrar em vigor, poderão ser aplicadas sanções e multas pela autoridade nacional, podendo resultar em multas de até R$50 milhões por infração. “A lei traz uma série de obrigações que demandam esforço e investimento, mas há uma perspectiva positiva. Podemos enxergar como uma oportunidade de negócios, de estimular o momento de tecnologia e inovação que vivemos”, diz o advogado.

O SURA Talks é resultado da iniciativa Empresas SURA, plataforma de orientação gratuita para aumentar a competitividade das MPMEs. O projeto agora ganha espaço no ambiente digital para abordar as questões mais requisitadas pelos empreendedores, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil.  

Mais acesso na saúde suplementar ajuda a desonerar o SUS

Em live promovida pela Revista Apólice, diretora executiva da FenaSaúde sugere maior oferta de planos individuais e nova segmentação de cobertura

A ampliação do acesso à saúde suplementar pode ser benéfica para todo o sistema de saúde, inclusive o SUS. Por isso, aperfeiçoamentos que aumentem a oferta e facilitem a aquisição de um plano ou seguro de saúde por famílias e empresas, como vem defendendo a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), precisam estar na agenda do país no pós-pandemia.

“Precisamos trazer mais usuários para a saúde suplementar e desonerar o SUS. Cada paciente que se vale do sistema particular para tratamento deixa aberta uma vaga para quem só tem o sistema público a que recorrer. Logo, mais saúde suplementar é bom para todos. Nossa agenda é ampliar o acesso com a maior oferta de planos individuais e novas segmentações de cobertura que façam mais sentido para o beneficiário”, defendeu a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, durante a live “O mercado de seguros no pós-pandemia”.

Realizado nesta quarta-feira (2), o evento integrou as comemorações pelos 25 anos da Revista Apólice e também contou com a participação da advogada e professora Angélica Carlini. A mediação foi da jornalista Kelly Lubiato.

Vera ressaltou que o desempenho do setor de saúde suplementar, assim como muitos outros segmentos, está estritamente ligado à oferta de emprego e renda. Com a crise econômica agravada pela covid-19, o desafio é se preparar para um cenário com maior demanda por saúde, queda de renda e do emprego formal e menor capacidade do Estado de atender a população por meio do SUS. 

“Mesmo antes da pandemia, já vínhamos defendendo o aperfeiçoamento regulatório do setor, de maneira a adequar o mercado às condições econômicas do país e à capacidade financeira das famílias e das empresas. Entre as propostas apresentadas, e agora reforçadas, estão maior segmentação, com mais modalidades de cobertura além dos planos referência, hospitalar e ambulatorial; novos modelos de franquias e coparticipação; e mais liberdade para a comercialização de planos individuais, com regras mais competitivas para preços e reajustes”, esclareceu.

A diretora executiva da FenaSaúde também defendeu a adoção de novos modelos de remuneração com base em valor e não só no chamado fee for service,que paga por volume de serviços realizados.“Precisamos fazer a transição para modelos de remuneração baseados em evidências e na geração de valor, ou seja, melhores resultados para os pacientes e menores custos para o sistema. É preciso mudar o foco: de quantidade para desempenho e resultados”.

Além disso, a FenaSaúde vem propondo, e o novo coronavírus reforçou, a necessidade de maior ênfase na atenção primária, maior prevenção e menor uso de hospitais. “A pandemia mostrou que nem sempre é preciso estar no ambiente hospitalar. A telemedicina também ajudou e veio pra ficar porque trouxe acesso seguro ao paciente”, avaliou a diretora executiva da entidade.

Zurich muda comando na América Latina, mas mantém uma mulher no cargo de CEO para a região

O grupo Zurich anunciou nesta semana várias mudanças de executivos ao redor do mundo. Veja o novo board da Zurich a partir de 1º de outubro de 2020, e na América do Norte e APAC a partir de 1º de janeiro de 2021:

Segundo comunicado do grupo, Claudia Dill (foto) decidiu renunciar ao cargo de CEO da América Latina por motivos pessoais e saiu da empresa ontem. Claudia será sucedida a partir de 1º de outubro por Laurence Maurice (sem foto disponível para divulgação), nova CEO da América Latina, que deixa a Allianz após mais de 20 anos no grupo. 

O blog Sonho Seguro deseja sucesso a Claudia, executiva que concedeu a seguinte entrevista no passado:

Leia mais Assumir como CEO das operações da Zurich na AL foi desafiador, conta Claudia Dill

Vejam as outras mudanças:

  • Kristof Terryn assumirá como CEO da América do Norte, sucedendo Kathleen Savio.
  • Sierra Signorelli assumirá a função de Group Chief Underwriting Officer (CUO) (Diretora Executiva de Subscrição do Grupo).
  • Tulsi Naidu. Ela, que é CEO da Zurich no Reino Unido desde 2016, assumirá como CEO da APAC.
  • A Zurich anuncia a nomeação de Katja Roth Pellanda como nova Group General Counsel (Diretora Jurídica do Grupo), a partir de 1º de outubro.
  • Jack Howell, CEO da Ásia-Pacífico (APAC), será o líder da unidade de Global Business Platforms e será realocado em Zurique. 
  • Ericson Chan, atualmente CEO da Ping An Technology, entrará para a Zurich a partir de 1º de outubro, como Group Chief Information and Digital Officer (Diretor executivo de Tecnologia da Informação e Digital) e membro do Comitê Executivo.
  • A partir de 1º de janeiro de 2021, Kathleen Savio, CEO da América do Norte, será nomeada para a nova função de Group Chief Transformation Officer (CTO)

Susep publica circular com políticas sobre prevenção à lavagem de dinheiro

Fonte: Valor

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou nesta quarta-feira (2) no “Diário Oficial da União” (DOU) a circular 612, que dispõe sobre políticas e procedimentos destinados ao combate de crimes de lavagem de dinheiro e prevenção ao terrorismo. A decisão abrange seguradoras, corretoras, empresas de capitalização, resseguradores e entidade abertas de previdência complementar.

Segundo a norma, essas empresas devem desenvolver e implementar política, procedimentos e controles internos, efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e riscos das operações realizadas, que contemplem a identificação, avaliação, controle e monitoramento dos riscos de serem envolvidas em situações relacionadas à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

As empresas devem dispor de estrutura de governança visando a assegurar o cumprimento da política e dos procedimentos e controles internos de prevenção à lavagem de dinheiro. Deve ser indicado um diretor responsável, que terá acesso imediato e irrestrito aos dados de identificação dos clientes, beneficiários, terceiros, outras partes relacionadas e beneficiários finais.

As empresas precisam ainda promover uma avaliação interna de risco, que deverá ser revisada a cada dois anos, bem como quando ocorrerem alterações significativas nos perfis de risco. Um monitoramento deverá ser feito de forma reforçada e contínua em operações envolvendo pessoas expostas politicamente, seus familiares, representantes e estreitos colaboradores.

Além disso, operações suspeitas deverão ser comunicadas ao Coaf, no prazo de vinte e quatro horas contadas a partir da conclusão da análise ou do conhecimento de condição assim enquadrada. A comunicação será automática em operações realizadas com pagamento de prêmio, contribuição, aporte e aquisição de título de capitalização em espécie, em valor igual ou superior a R$ 10 mil.

Bitfy e 88i fazem parceria para viabilizar a contratação de seguros em bitcoin

bitcoin e seguros

O valor é convertido em reais automaticamente

O portal Money Times informa que a carteira multiuso e sem custódia de bitcoins Bitfy acaba de firmar parceria com a 88i, uma empresa de tecnologia de seguros que fornece soluções digitais de seguro. Assim, a parceria viabiliza a contratação de seguros e assistências com pagamento em bitcoin. O valor é convertido em reais automaticamente para cumprir a legislação de seguros determinada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo informou Rodrigo Ventura, CEO da 88i, ao blog Sonho Seguro.

Segundo o texto, os usuários podem contratar proteção para celular, seguro de acidentes pessoais, assistência para automóveis e bagagens, entre outros serviços de proteção, usando bitcoins por meio da carteira Bitfy, além de obter descontos de até 8%.

“Além da necessidade, compartilhamos com a 88i da missão de tornar as contratações e experiências de serviços mais práticas e democráticas, agora com a possibilidade de contratações de seguros de forma inovadora com pagamento em Bitcoins”, comenta Lucas Schoch, CEO da Bitfy.

“A 88i está conectada a várias seguradoras e empresas de assistência para oferecer aos clientes experiências diversificadas, acessíveis e confiáveis. 88i e Bitfy compartilham do mesmo propósito de inclusão social e acesso aos serviços financeiros para todas as pessoas. Juntas, combinam duas soluções poderosas em serviços financeiros e seguros para a nova economia digital” afirma Rodrigo Ventura, CEO da 88i.

Rádio CNseg agora em formato de podcast

Fonte: CNseg

A Rádio CNseg, iniciativa da Confederação Nacional das Seguradoras, que desde sua inauguração em outubro de 2016 já produziu mais de 1.600 programas e mais de 80 horas de conteúdo informativo relacionado ao mercado segurador, lança, hoje, 1º de setembro, o formato de podcast em seus programas, tornando a mensagem do seguro ainda mais acessível ao grande público.

Alinhados às novas tendências de comunicação digital, os programas da Rádio CNseg poderão ser acompanhados por meio do agregador de conteúdo preferido de cada um (Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcast ou Castbox) ou pelo site da própria emissora (radio.cnseg.org.br), podendo ser baixados para serem acompanhados no momento mais conveniente.

O programa “Fala Presidente”, o “Boletim da Confederação” e os boletins das Federações associadas terão a marca “SeguroCast” e um maior tempo de duração, possibilitando o aprofundamento dos temas tratados.

O material veiculado pela Rádio CNseg desde o seu lançamento ficará disponível na seção “Acervo da Rádio CNseg”, no site do canal.

Lembre-se que você também pode acessar os podcasts e conhecer mais sobre o mercado segurador e seus produtos e serviços, que levam proteção e tranquilidade a milhões de brasileiros, através do site da Rádio CNseg (radio.cnseg.org.br).

Tutorial para acessar o Podcast da CNseg no celular

Se você já possui um dos agregadores instalado no seu celular, basta procurar por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast” na busca da plataforma.

Caso você não possua um agregador instalado, visite a Play Store (Google) ou a App Store (Apple) e procure pela plataforma de sua preferência.

Depois de instalar o aplicativo, basta fazer login ou criar uma conta. Depois, é só seguir a etapa de pesquisa descrita anteriormente.

Tutorial para acessar o podcast no navegador

Para você acessar através do seu navegador, entre em um dos endereços abaixo e faça login ou crie uma conta e pesquise por “Rádio CNseg” ou “SeguroCast”:

open.spotify.com/

www.deezer.com/br/

podcasts.google.com/

castbox.fm/

“A inovação é construída a cada dia”, diz presidente da CNseg no Connection 2020

Fonte: CNseg

“O seguro tem uma missão civilizatória muito importante, que é a da mobilização da sociedade em prol da proteção e segurança de todos”, afirmou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, durante sua participação no primeiro dia do Connection 2020, evento online organizado pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCSRJ), em 1º e 2 de setembro.  

Segundo Coriolano, o “susto” gerado pela pandemia do novo coronavírus e a consequente crise epidemiológica tiveram como um dos principais efeitos o fortalecimento do sentimento de finitude das pessoas, “fazendo crescer a demanda da sociedade por proteção e aumentando a necessidade do setor de oferecer produtos cada vez mais acessíveis a todos os públicos, de todas as regiões desse Brasil imenso”.

Com nível de solvência reconhecido internacionalmente, que “permitiu ao setor atravessar quase incólume a grande recessão ocorrida entre 2015 e 2017”, com reservas de capital na ordem de R$1,2 trilhão e preparo tecnológico, que “possibilitou a colocação da esmagadora maioria de seus profissionais em regime de home office, praticamente da noite para o dia, sem comprometimento da produtividade”, o segmento de seguros brasileiro mostrou-se à altura de sua missão. E, aproveitando a oportunidade, declarou: “Quero homenagear todos os colegas da CNseg, que não pararam de levar adiante a missão da Confederação, mesmo após seis meses de distanciamento social”.

Para o presidente da CNseg, “a inovação é construída a cada dia”, ressaltando a importância dos processos que já vinham sendo implementados pelas seguradoras antes da pandemia. “A atual crise sanitária criou mais aversão aos riscos da natureza e mostrou a necessidade de se acelerar o passo para deixar a tecnologia à disposição de todos, especialmente daqueles que mais precisam, que são os de menor renda”.

Ainda respondendo às questões que lhe foram endereçadas, o executivo disse que a ampliação da proteção securitária da sociedade também depende de outros fatores, como as reformas estruturais, principalmente a administrativa e a tributária. Na análise do Presidente da CNseg, “a atual administração da Susep, depois de algumas mensagens de difícil entendimento, vem avançando positivamente em desregulamentações que podem vir a reduzir custos e aumentar eficiência.”. Destacou a necessidade de enxugamento dos custos regulatórios e da ampliação do conhecimento dos fundamentos do seguro por parte dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. E fez questão de afirmar: “O posicionamento da CNseg é de confiança no Brasil”. 

Outra análise comentada foi que, em decorrência da pandemia, o volume de prêmios do primeiro semestre de 2020 retornou ao nível de 2013, interrompendo a forte taxa de crescimento de 2019. “No primeiro trimestre de 2020 ainda houve crescimento, mas, em abril, a queda foi sentida com mais força, chegando a 22%, seguida de um mês de maio menos agravado. Entretanto, apontou boas perspectivas no segundo semestre em alguns segmentos, que já voltaram a crescer em junho. 

Sobre os corretores, Marcio Coriolano ressaltou a importância do papel que desempenham, principalmente na “identificação dos desejos e necessidades de proteção da população”. Para tanto, destacou a necessidade de uma boa formação técnica, que, segundo ele, “fará toda a diferença na hora de entender o que passa na cabeça do consumidor, cuja diversidade de comportamentos se ampliou ainda mais com a pandemia”. 

Incentivado a falar sobre as oportunidades para o setor segurador, disse que os seguros de vida/risco terão cada vez mais importância para as pessoas, assim como o seguro saúde. Outro bom exemplo, segundo ele, é o seguro auto. “No final de 2019, muita gente dizia que o seguro de automóvel iria desaparecer. Hoje, tornou-se uma verdadeira ‘cápsula de proteção móvel’, ganhando uma importância renovada”, destacou.   

O Presidente da CNseg encerrou a entrevista reafirmando sua paixão pelo setor segurador, que, como nenhum outro, é caracterizado pelo sentimento de solidariedade, o que permite juntar pessoas e famílias para dividir riscos.