Premiação da CNseg é a mais tradicional de inovação voltada para o setor de seguros
Fonte: CNseg
O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, está com as inscrições abertas para a décima edição do concurso, em 2021, com a expectativa de uma disputa acirrada de trabalhos que contribuirão para a melhoria do atendimento, eficiência e adaptações importantes em resposta aos novos desafios gerados pela pandemia.
Na avaliação da Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a inovação é a chave da competitividade sem limites do setor, ao incorporar soluções transformadoras em todas as áreas e inspirar ações endereçadas a agilizar processos, reduzir custos e disponibilizar produtos e serviços acessíveis a todos os públicos.
Podem entrar na disputa projetos em três categorias: Produtos e Serviços; Comunicação e Processos e Tecnologias. Devido à pandemia, a edição de 2020 foi transferida para o próximo ano, razão pela qual as inscrições já estão abertas e serão encerradas em 27 de setembro de 2021.
Desde a criação, 695 projetos participaram do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, com importantes contribuições para inovações nas três modalidades em disputa. A premiação, idealizada pela CNseg, contempla os três melhores trabalhos em cada categoria.
No site www.premioseguro.com.br, é possível conferir as regras de participação, materiais de apoio, como e-books com os projetos inscritos em edições anteriores, galeria de fotos, além da história do Prêmio e também ideias inovadoras que ajudam o desenvolvimento do setor de seguros no Brasil.
Sobre o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga
O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros já se tornou sinônimo de prestígio profissional por reconhecer a capacidade criativa dos securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços que contribuem com a inovação do Setor.
Como premiação são oferecidos aos vencedores R$ 30.000,00, R$ 15.000,00 e R$ 10.000,00 para os 1º, 2º e 3º colocados em cada uma das três categorias, totalizando R$ 165.000,00.
O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em uma iniciativa desse tipo, pelo fato de ser considerado um dos maiores empresários do país e se destacado por investir em novas modalidades de seguros. Além disso, aperfeiçoou o atendimento no mercado, incentivou a capacitação por meio da contratação de profissionais de áreas distintas e foi o primeiro a distribuir produtos de seguros por meio da rede bancária. Por seu espírito inovador, mereceu essa homenagem e serve a todos nós de inspiração.
Aplicativo voltado para os participantes do programa Parceiro DPVAT permite agilizar o atendimento com envio digitalizado de documentos diretamente pelo celular
Fonte: Seguradora Líder
Dia 12 de outubro é comemorado no Brasil do Dia do Corretor de Seguros e, para celebrar esta data, a Seguradora Líder apresenta os resultados alcançados pelo programa Parceiro DPVAT e reforça a importância desta parceria, que capacita corretores para que possam realizar o atendimento com todo suporte às vítimas de acidentes de trânsito e seus familiares. Somente neste ano, de janeiro a agosto, os mais de 125 parceiros da seguradora foram responsáveis por conduzir mais de 80 mil avisos de sinistros, o que equivale a cerca de 30% de todos pedidos recebidos pela companhia no mesmo período. E, para tornar o serviço ainda mais simples e eficiente, a companhia tem investido constantemente em soluções tecnológicas e inovações.
Uma das facilidades é o aplicativo “Seguro DPVAT” que, ao longo dos últimos meses, ganhou novas funcionalidades, como um fluxo intuitivo para utilização. Além disso, passou a viabilizar upload de arquivos digitalizados em formato PDF, o que tornou a transmissão de documentos muito mais simples. Com o aplicativo, também é possível acompanhar o posicionamento do processo – pendências, adicionar complementos e prazo de pagamento de sinistro – pelo sistema. Para o parceiro DPVAT acessar o aplicativo, basta utilizar o mesmo login e senha do SIS DPVAT. Na página inicial é necessário escolher a opção “sou corretor ou representante de seguradora consorciada”.
Para participar do Parceiro DPVAT, basta que o corretor tenha o registro profissional emitido pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Ingressando no programa, o corretor tem a oportunidade de ampliar seus contatos para a realização de outros seguros e aprimorar a divulgação do seu trabalho, passando a constar no rol de pontos de atendimento oficiais no site da Seguradora Líder (https://www.seguradoralider.com.br).
Para Coelho Neto, corretor especializado em seguros de vida e Parceiro DPVAT desde 2010, atuar com um seguro com este cunho social é uma tarefa que necessita de habilidade profissional e empatia. Mas que também resulta em grande satisfação. “É muito gratificante porque as vítimas do trânsito que atendemos, geralmente, são cidadãos simples, de pouco recursos, que precisam de apoio neste momento difícil e demonstram grande agradecimento”, afirma ele. É importante ressaltar que o serviço prestado pelo Parceiro DPVAT é totalmente gratuito para as vítimas ou seus beneficiários.
Como fazer parte do programa
Para firmar parceria, basta ser um corretor de seguros pessoa jurídica, regularmente inscrito na Superintendência de Seguros Privados (Susep); ser habilitado para atuar em todos os ramos de seguros ou vida e fazer constar de contrato social dispositivo que preveja a possibilidade de prestar serviços, além da corretagem de seguros.
Atendendo aos pré-requisitos, é necessário enviar um e-mail pararelacionamento.canais@seguradoralider.com.br solicitando informações sobre o Programa Parceiro DPVAT. Após a aprovação do cadastro, o profissional passará a constar no site do Seguro DPVAT como ponto de atendimento.
Insurtech ofertará seguro de acidente pessoal e residencial on demand
A MAG Seguros é a única seguradora que tem uma insurtech aprovada no sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Afinal, o CEO, Helder Molina, um engenheiro que tem na veia inovação, foi um dos principais entusiastas da criação do sandbox, desde a gestão anterior da autarquia. “Estou muito feliz por várias razoes. A inovação faz parte da nossa vida. Uma seguradora centenária como nós só é longeva porque tem em seu DNA a inovação”, diz ele com grande emoção.
“Outro motivo que me deixa muito feliz estar neste projeto é que nós, uma seguradora tradicional de vida e previdência, agora ingressa no ramo de danos, essencial para atender o leque completo das demandas dos consumidores. Temos a chance de entregar a ele tudo o que ele precisa, num modelo de on demand. Vai a praia no sábado e quer proteger o celular só neste período? Na MAG vai poder. E a partir do momento em que conquistamos este cliente com a necessidade que ele tem, ele vai querer outras ofertas”, disse o executivo ao blog Sonho Seguro.
O projeto da MAG que foi aprovado pela Susep prevê atuação em duas frentes. Seguro de acidentes pessoais on demand por morte e invalidez acidental, considerando também ambas situações causada por crime, que terá indenização dobrada. Neste produto, com capital segurado de R$ 30 mil, tem assistência com reboque de carro, socorro mecânico, remocao de bike, reparo e check up de bike e táxi emergencial.
O seguro residencial on demand oferece cobertura para danos elétricos e roubo/furto qualificado em residências próprias ou alugadas de uso habitual ou veraneio, com limite de capital segurado de R$25 mil. O cliente que adquirir o seguro residencial on demand poderá ser elegível à contratação de uma assistência 24 horas. Basta ele programar, no mínimo, 5 dias de cobertura e a assistência estará disponível a partir do terceiro dia. Caso o seguro não seja reprogramado, a elegibilidade à assistência será suspensa.
A assistência que acompanha o produto conta com diversos serviços acionados mediante sinistro e atendimento de urgência, entre eles chaveiro para acesso ao domicílio, limpeza residencial emergencial, serviços de segurança, transporte e guarda de mobiliário, bem como profissionais como encanador, eletricista, vidraceiro, dedetização, cobertura provisória de telhados, entre outros.
Com a mecânica “Vendeu, Ganhou”, corretores podem ganhar até R$100 por apólice vendida e prêmios de R$6 mil no cartão de crédito
Fonte: Liberty
Com o intuito de incentivar o desenvolvimento de seus corretores parceiros no segmento de vida, fomentar o crescimento deste público junto à companhia e expandir seus negócios, a Liberty Seguros anuncia sua 3ª campanha de Vida deste ano: a “Com a Vida Ganha”. A iniciativa ocorre a partir do dia 01/10 e irá premiar os profissionais que se destacarem nas vendas de seguros de vida com bonificações no cartão de crédito.
Uma das novidades dessa edição fica por conta dos pontos extras pelas vendas na plataforma digital da seguradora recentemente lançada, o Meu Momento de Vida, que permite que corretores tenham seu espaço online para venda de seguro de vida e que consumidores cotem e contratem seguros de forma simples, personalizada e 100% online.
A campanha será dividida em duas fases simultâneas: a primeira seguindo o método “Vendeu, Ganhou” e um ranking regional com base no total de pontos de novas vendas. Os produtos participantes serão Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial, Liberty Vida Global e Liberty Affinity Vida.
“Vendeu, Ganhou”
Para esta etapa, são válidas apólices emitidas pelos corretores ou funcionários de corretoras entre os dias 01 de outubro e 15 de dezembro e com vigência até o dia 30 de novembro.
Os prêmios dessa ação serão por meio de cartões de crédito, e variam de acordo com a quantidade de apólices fechadas pelos participantes: se o parceiro vende entre 1 ou 2 apólices de vida, recebe R$50,00, se comercializar de 3 a 5 apólices o valor sobe para R$70,00, e, se passar das 6 apólices vendidas, a bonificação é de R$100,00 para cada apólice. Além disso, não haverá limite de premiações, ou seja, quanto mais o corretor vender, mais será premiado.
Ranking Regional
Já na fase de ranking regional, a seguradora premiará 23 corretores com até R$ 6 mil em cartões de crédito. Neste momento, cada emissão valerá uma quantidade diferente de pontos, sendo que, aquelas feitas por meio da plataforma Meu Momento de Vida e com cross sell entre os produtos de auto e residência valem o dobro de pontos.
Ativações de Conscientização
Além das ações de incentivo, a Liberty Seguros irá distribuir 200 vouchers das marcas O Boticário e Netshoes para conscientizar os parceiros sobre o Outubro Rosa, que alerta a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, e o Novembro Azul, para informá-los a respeito das doenças masculinas, como o câncer de próstata.
Desempenho positivo se repete pelo quarto mês consecutivo e arrecadação atinge R$ 14,7 bilhões
Fonte: FenaCap
A arrecadação do mercado de Títulos de Capitalização registrou alta de 2,03% em agosto, na comparação com o mês anterior, atingindo R$ 14,7 bilhões. O desempenho positivo, pelo quarto mês consecutivo, mostra que o mercado está gradualmente se recuperando dos efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus. Ainda em comparação ao mês anterior, os resgates recuaram 1,38%. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).
Para o presidente da entidade, Marcelo Farinha, o momento mais delicado já foi ultrapassado e a Capitalização demonstrou resiliência, “Pisamos otimistas em 2020, confiantes de que teríamos mais um ano de crescimento vigoroso. A pandemia interrompeu esse ciclo e nos desafiou, e ainda nos desafia, mas nesse momento o olhar é novamente de otimismo. Para nós o pior da crise já passou. Miramos um copo meio cheio e usamos esse resto de ano para as transformações que estão ocorrendo no nosso modelo de negócios, tais como a convergência para o ambiente digital”, assinala o executivo.
Entre janeiro e agosto, as empresas que comercializam Títulos de Capitalização entregaram a clientes sorteados R$ 655,5 milhões de prêmios em dinheiro. O montante equivale ao pagamento de R$ 3,9 milhões em prêmios por dia útil. Somados aos valores pagos em resgates, que atingiram R$ 11,9 milhões, o mercado respondeu pela injeção de R$ 667,4 bilhões na economia.
O título de capitalização da modalidade Tradicional continua sendo o carro-chefe do setor, respondendo por 75% do faturamento global. Mas duas novas modalidades – Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável – cuja comercialização começou em abril do ano passado, vêm ganhando destaque e já respondem por 11% e 7% da receita, respectivamente. O título de Filantropia Premiável voltado para consumidores interessados em apoiar projetos de organizações social, por meio da cessão do direto de resgate de suas reservas, destinou R$ 641,2 milhões a entidades filantrópicas entre janeiro e agosto deste ano.
Foram analisados 14 projetos inscritos no processo para chegar aos 11 selecionados. A MAG, de Helder Molina, e a ThinkSeg, de Andre Gregori (foto), são duas delas
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou as 11 insurtechs com os projetos selecionados para participar do Sandbox Regulatório. A partir de agora, as empresas poderão atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar.
O Sandbox Regulatório é um ambiente experimental constituído com condições especiais, limitadas e exclusivas que não representem barreiras à inovação. O ambiente tem como objetivo reduzir os custos e facilitar os processos para os consumidores, com foco na melhoria da experiência do usuário.
São 11 os projetos que propõem novas tecnologias ou processos inovadores para o mercado de seguros brasileiro, modernizando o setor e trazendo recursos simples para os usuários, possibilitando, por exemplo, novos produtos e formas de contratação, cancelamento e recebimento de indenizações.
Rafael Scherre, diretor técnico da autarquia, explica que uma das principais ações da Susep dentro da construção do novo marco regulatório do setor de seguros é a redução de barreiras à entrada, o que aumenta a concorrência e cria um ambiente mais amigável à inovação. “O Sandbox Regulatório é uma iniciativa fundamental nesse contexto. Esperamos resultados que beneficiem diretamente a vida dos consumidores, com produtos e serviços mais simples, de fácil uso e mais intensivos em tecnologia”, afirma.
Foram analisados 14 projetos inscritos no processo para chegar aos 11 selecionados. Segundo o diretor técnico Eduardo Fraga, “foram selecionadas propostas de modelos de negócios com várias características aderentes ao ambiente regulatório experimental e que vão ao encontro do seu efetivo objetivo, que é possibilitar, sob a supervisão da Susep, a introdução de novos serviços, novas formas de prestar serviços tradicionais no mercado de seguros ou novos produtos, sempre com foco no benefício ao consumidor e sua experiência com seguro e, dessa forma, aumentar sua cobertura e a penetração no país”.
Os seguros a serem oferecidos incluem tablets, smartphones e dispositivos portáteis; automóveis; animais domésticos; acidentes pessoais; funeral; residência e estabelecimentos comerciais. Haverá oferta de seguros intermitentes, utilizados sob demanda, bem como seguros paramétricos para desastres, de acordo com alertas das autoridades públicas de cada estado.
Será possível, por exemplo, contratar ou cancelar os seguros facilmente ou fazer vistorias remotamente. Além disso, a plataforma PIX (Banco Central do Brasil) será utilizada para transferência de recursos. Algumas das tecnologias envolvem o uso de inteligência artificial de forma ampla em várias etapas do processo, tais como aceitação de risco, sugestão de cobertura e detecção de fraudes; blockchain para registro de todos os eventos da apólice ou bilhete; modelos estatísticos e algoritmos de machine learning.
Alguns modelos de negócio são baseados em grupos fechados, no qual cada membro deve ser convidado por alguém que já faça parte do grupo. Em alguns casos, a lógica de remuneração é invertida, com taxas fixas para a seguradora e distribuição de bonificações para os segurados (cashback).
Além de permitir a introdução de produtos e processos inovadores no mercado de seguros brasileiro, o Sandbox Regulatório é, também, um aprendizado para o órgão regulador, que avaliará a possibilidade de estender as regras mais simples para todo o mercado. “No ambiente do sandbox, esperamos que a experiência seja totalmente digital, com o uso de várias tecnologias para simplificar o uso e melhorar a jornada dos segurados”, destaca Fernando Rieche, gestor do projeto estratégico Sandbox na Susep.
As seguradoras que entrarão em operação a partir dos projetos selecionados terão autorização temporária para atuação de 3 anos dentro do modelo Sandbox.
MAG Seguros é a única seguradora no sandbox e marca sua entrada no segmento de danos
A MAG Seguros é a única seguradora que tem uma insurtech aprovada no sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Afinal, o CEO, Helder Molina, um engenheiro que tem na veia inovação, foi um dos principais entusiastas da criação do sandbox, desde a gestão anterior da autarquia. “Estou muito feliz por várias razoes. A inovação faz parte da nossa vida. Uma seguradora centenária como nós só é longeva porque tem em seu DNA a inovação”, diz ele com grande emoção.
“Outro motivo que me deixa muito feliz estar neste projeto é que nós, uma seguradora tradicional de vida e previdência, agora ingressa no ramo de danos, essencial para atender o leque completo das demandas dos consumidores. Temos a chance de entregar a ele tudo o que ele precisa, num modelo de on demand. Vai a praia no sábado e quer proteger o celular só neste período? Na MAG vai poder. E a partir do momento em que conquistamos este cliente com a necessidade que ele tem, ele vai querer outras ofertas”, disse o executivo ao blog Sonho Seguro.
O projeto da MAG que foi aprovado pela Susep prevê atuação em duas frentes. Seguro de acidentes pessoais on demand por morte e invalidez acidental, considerando também ambas situações causada por crime, que terá indenização dobrada. Neste produto, com capital segurado de R$ 30 mil, tem assistência com reboque de carro, socorro mecânico, remocao de bike, reparo e check up de bike e táxi emergencial.
O seguro residencial on demand oferece cobertura para danos elétricos e roubo/furto qualificado em residências próprias ou alugadas de uso habitual ou veraneio, com limite de capital segurado de R$25 mil. O cliente que adquirir o seguro residencial on demand poderá ser elegível à contratação de uma assistência 24 horas. Basta ele programar, no mínimo, 5 dias de cobertura e a assistência estará disponível a partir do terceiro dia. Caso o seguro não seja reprogramado, a elegibilidade à assistência será suspensa.
A assistência que acompanha o produto conta com diversos serviços acionados mediante sinistro e atendimento de urgência, entre eles chaveiro para acesso ao domicílio, limpeza residencial emergencial, serviços de segurança, transporte e guarda de mobiliário, bem como profissionais como encanador, eletricista, vidraceiro, dedetização, cobertura provisória de telhados, entre outros.
No sandbox, 88i ganha a capacidade de subescrever riscos
Rodrigo Ventura é um dos executivos radiantes de ter o seu projeto escolhido pela Susep. Veja a seguir quais os próximos passos da 88i, segundo contou ele ao blog Sonho Seguro:
O que muda para vocês, estar na sandbox?
O que muda é que agora nós desenvolvemos a capacidade desenhar produtos de seguros, a partir das necessidades que os clientes tem para se proteger e manter o seu estilo de vida. Agora nós podemos personalizar! Outro ponto muito importante, é que a 88i ganha a capacidade de subescrever riscos, o nosso tempo de resposta para o mercado é muito maior. Nós conseguimos fazer testes AB, verificar aquilo que funciona e tem aderência. O propósito da 88i é democratizar o acesso a seguros, tornando seguros simples, intuitivos e 100% digitais.
Tem expectativa de crescimento?
A expectativa de crescimento da empresa é alcançar 50 milhões já no final do primeiro ano e seguindo um ritmo forte, para que a gente se torne uma seguradora completa antes mesmo do final do período de três anos do sandbox regulatório.
Fica mais fácil atrair capital?
Sem dúvidas, fica mais fácil porque além de ser uma empresa que está trazendo tecnologia e inovação para o mercado segurador, agora também com uma licença de seguradora, aumentam as possibilidades de transformação e disrupção do mercado e atuando num mercado regulado, essa licença faz bastante diferença no ponto de vista de oportunidades, para darmos acesso a pessoas que nunca tiveram acesso a seguro na vida. A gente pode trazer uma experiência bem mais simplificada e intuitiva. Sem letras miúdas.
Tem investidor no radar caso entrasse no projeto?
Existem investidores sim no radar, estamos em contato com alguns deles. Enquanto estamos em processo de negociação, não podemos dar mais detalhes, mas, a 88i está aberta a conversar com investidores que tenham interesse em participar deste processo de transformação do mercado de seguros.
Qual produto irá ofertar?
A 88i vai ofertar uma gama de produtos pensados nos profissionais liberais: motoristas de aplicativos, entregadores e todos os clientes que utilizam contas digitais. Pensamos nos produtos de seguro para telefone celular, acidentes pessoais, produto de assistência à saúde, perda de renda, impedimento ao trabalho, produto de automóvel e de bagagem, para delivery em aplicativos como uber e 99.
Emotion traz o conceito de seguros emocionais
Wladimir Chinchio conta que estar no sandbox possibilitará a insurtech Emotion operacionalizar as inovações que já tinham em mente. “O Sandbox nos entrega uma ambiente aberto para inovação, ter esta oportunidade será de grande valia para validarmos ideias que defendemos a bastante tempo. Como por exemplo a simplificação do processo de venda e de atendimento aos ao clientes. Estamos levando a simplicidade ao extremo, teremos um plano único, com única cobertura, isso facilita o momento de contratação, após a adesão o segurado pode mudar tudo pela app, qualquer alteração terá vigência imediata, pois nosso cálculo é por segundo”, contou ele ao blog Sonho Seguro.
Além de poder aumentar ou diminuir a cobertura, o segurado poderá pausar o seguro, ou seja, teremos intermitência no seguro de vida. Além de todos esses aspectos técnicos, a insurtech traz um conceito novo, que é o conceito de seguros emocionais. “O segurado terá uma área na app, para guardar conteúdo (fotos, videos, documentos e áudios), registrar emoções que serão entregues aos beneficiários quando o segurado “virar estrela”. Esperamos com esse serviço, tangibilizar o seguro de vida”.
A expectativa é alcançar o limite de vidas já no segundo ano e a partir disso avaliar o pleito de uma seguradora full. Segundo o executivo, certamente fica mais fácil atrair capital. “Sem dúvida a participação no Sandbox é um diferencial para novos investimentos’, disse. Neste momento não há um investidor na manga. “Mas tem muita gente interessada, até porque, esse ano também recebemos autorização de nossa fintech(www.numbrs.com.br) e nossa ideia é combinar essas duas ofertas”.
Barranco: esperamos que os resultados transformem não só a nossa empresa, mas todo o setor
Para Flix, ser escolhida é ingressar em uma nova era, diz Felipe Barranco
A Flix, primeira plataforma brasileira com foco exclusivo na venda de seguros e assistências residenciais, é uma das 11 empresas escolhidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para participar de seu Sandbox Regulatório. A partir de agora, a empresa poderá atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar.
Fundada durante a pandemia por Felipe Barranco, Marcos Carneiro e Manoel Carlos Barranco, a Flix tem como propósito digitalizar, escalar e simplificar um produto autoral relativo à proteção imobiliária. E será justamente o seu seguro compreensivo residencial estudado nesta iniciativa. A empresa conta com dois parceiros em seu modelo de negócios, a Sancor, uma seguradora Argentina com base em Londrina, interior do Paraná, e a Tempo Assist, empresa de assistências residenciais, permitindo uma operação rápida e eficaz.
Segundo Felipe Barranco, CEO da Flix, essa é uma oportunidade que pode ajudar a democratizar todo o setor “Estamos muito felizes por participar deste Sandbox. Apesar de novos no mercado, sabemos que temos muito a oferecer em termos de tecnologia e serviços. Teremos mais autonomia, agilidade no processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços e buscaremos sempre muita inovação, tudo isso para termos uma melhor precificação. Temos um plano de negócios estruturado para chegarmos a 1 milhão de clientes em até cinco anos. E esperamos que os resultados transformem não só a nossa empresa, mas todo o setor”, afirmou.
O ambiente experimental do Sandbox Regulatório é ideal para que as barreiras à inovação sejam derrubadas e o setor possa usufruir de produtos mais baratos e que os usuários tenham uma experiência melhor. Além de permitir a introdução de produtos e processos inovadores no mercado de seguros brasileiro, o Sandbox Regulatório é, também, um aprendizado para o órgão regulador, que avaliará a possibilidade de estender as regras mais simples para todo o mercado.
Igor: agora, como seguradora digital, há autonomia e aumento do nosso potencial de crescimento, facilitando o desenvolvimento de novos produtos
Para Pier, sandbox traz autonomia para desenvolver novos produtos
A insurtech utiliza inteligência artificial para levar uma experiência única aos usuários, conquistou consumidores apaixonados ficando conhecida pela contratação mais fácil e os reembolsos mais rápidos do mercado. A empresa possui mais de 15 mil clientes na área de seguro de celulares e estreou no Seguro de Auto em 2020.
Igor Mascarenhas, CEO da Pier, explica que a aprovação é um marco para a insurtech. “A diferença é que a Pier, antes, precisava de uma seguradora tradicional para subscrever seus riscos, atuando como parceira para ofertar seus seguros, e agora, como seguradora digital, há autonomia e aumento do nosso potencial de crescimento, facilitando o desenvolvimento de novos produtos. O consumidor é o grande beneficiado em muitos sentidos, pois temos mais agilidade para melhorar e criar novos serviços, reduzir o tempo de retorno do investimento e poder nos dedicar mais ao desenvolvimento da nossa tecnologia e ampliação do time. Além disso, o aumento da competitividade com novos players costuma beneficiar o usuário final”, explica.
A Pier está em uma fase de grandes transformações. “Como seguradora digital, o consumidor já vai perceber a expansão de oferta do Seguro de Auto, pois até o primeiro semestre de 2021 estaremos presentes em todos os Estados do Brasil. Até setembro, estávamos operando exclusivamente em São Paulo e Minas Gerais”, conta o CEO.
No Sandbox Regulatório, a Susep analisou os critérios: emprego de nova tecnologia, redução de custos para o consumidor, produto diferente do atual, produto escalável e possível de ser comercializado fora do Sandbox, experiência dos sócios, menores riscos ao consumidor e se o processo de contratação é simplificado. A Pier se classificou em todos os quesitos avaliados e com essa aprovação passará a operar como uma seguradora digital autorizada pelos próximos anos.
A proposta do Sandbox é que a Susep, durante o período de experimentação acompanhe de perto as inovações desenvolvidas, avalie riscos e, em caso de resultados positivos, promova as mudanças regulatórias necessárias a fim de possibilitar o ingresso definitivo das novas tecnologias no mercado. A Pier conta com a experiência de Carlos Colucci, como diretor responsável do Sandbox e Head de Seguros.
“O programa de Sandbox Regulatório, além de viabilizar o ingresso de players de tecnologia, também posiciona a Susep como um órgão regulador visionário, que acolhe as mudanças promovidas pelas insurtechs de forma sustentável e organizada”, afirma a advogada Bárbara Possignolo, responsável pelo jurídico da Pier.
Bárbara Possignolo explica que a seguradora digital e a seguradora tradicional são diferentes. “O foco do Sandbox Regulatório está em produtos massificados de curto prazo e, com isso, estão excluídos os segmentos de previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil, por exemplo. Para serem selecionados, os projetos precisam ser inovadores, focados em tecnologia e redução de custos para o consumidor. Além disso, dentre os critérios de análise está a apresentação de produtos e serviços que possam ser comercializados em escala e que estejam prontos para entrar no mercado. A Pier se enquadra em todas as características, por isso foi selecionada”, conta a advogada.
A Pier foi selecionada para ser seguradora digital no Brasil principalmente por:
Ter desenvolvido em dois anos uma comunidade de 15 mil clientes de seguro de celular e pago mais de R$ 5,6 milhões em sinistros, tendo registrado um recorde em reembolsar um sinistro em apenas 38 segundos, feito inédito no mercado brasileiro.
A Pier, por meio de uma relação próxima com seu cliente, deixa transparente todas as informações de cobertura e preço.
A insurtech vende seguro com coberturas mensais, proposta que melhora a experiência do usuário em caso de necessidade de cancelamento ou durante a ocorrência de sinistros. Nas seguradoras que cobrem o risco anual, se o bem for roubado no início do contrato, o segurado tem descontado da sua indenização o valor integral do prêmio anual. Na Pier, o desconto é referente apenas ao mês contratado.
O processo de Underwriting, usando tecnologia, permite a análise de 6 mil variáveis (enquanto que normalmente, uma seguradora tradicional analisa 20), de cada cliente e preços competitivos. A Pier possui planos flexíveis para contratações em períodos específicos e sem carência.
Abaixo, a lista dos participantes selecionados (ordem alfabética):
Impedimento para o trabalho / perda de renda; acidentes pessoais individual; celular e outros; auto (casco); deslocamento de volumes/bagagem / objetos em circulação.
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COOVER
Animais domésticos (aplicação de vacinas, atendimentos ambulatoriais, cirurgias, consulta urgência e emergência, consultas de rotina, exames laboratoriais/imagens e internação).
Acidentes pessoais (invalidez permanente total ou parcial por acidente, reembolso de despesas médico-hospitalares e odontológicas por acidente, complemento de diárias por incapacidade temporária por acidente. Cobertura adicional: funeral).
São mais de 150 opções de atividades totalmente gratuitas e sob medida para apoiar nossos corretores parceiros a turbinarem seu conhecimento
Fonte: SulAmérica
Neste Dia do Corretor, a SulAmérica entrega um presente especial para seus parceiros: o PRASABER, Escola de Negócios SulAmérica, uma plataforma de cursos e treinamentos online totalmente gratuita, com opções variadas para desenvolvimento de habilidades e dos negócios. Estarão disponíveis desde conteúdos técnicos e funcionais até comportamentais e de relacionamento. Parte deles serão apresentados por nomes de peso, como Walter Longo, Mario Sérgio Cortella, Ricardo Amorim e Murilo Gun. Tudo isso via aplicativo exclusivo ou via site . “Para esta plataforma, nossos principais focos foram na qualidade das informações, treinamentos e cursos e facilidade de acesso. O conhecimento é a melhor forma de se atualizar para manter os negócios sempre atuais”, comenta André Lauzana, vice-presidente Comercial e Marketing da SulAmérica.
Uma das grandes novidades do PRASABER são os cursos oferecidos em parceria com a PUC/RS. São opções que vão de Criatividade e Geração de Valor, passando por Oficina de Vendas até Estratégia Digital e Economia Criativa. O melhor é que quem fizer esses cursos pode abater os créditos do MBA oferecido pela universidade. Na Escola de Negócios SulAmérica eles são gratuitos. Porém, para liberação, é necessário concluir três outros cursos.
“A Escola de Negócios é um incentivo e um presente que realmente fará diferença na vida e na carreira dos corretores de seguros. Pesquisamos o mercado para escolher os melhores conteúdos e conversamos muito com os corretores para entender suas necessidades. O PRASABER foi feito sob medida para apoiá-los numa arrancada de sucesso”, revela Lauzana.
A plataforma é gamificada para incentivar bastante os corretores a usarem. Por exemplo, quem conclui os cursos soma pontos para poder assistir a cursos e treinamentos mais sofisticados. Além disso, também junta pontos para o PRA, o programa de reconhecimento da SulAmérica.
Solange Beatriz lembrou que os produtos de seguro são intensos em processos, com muitas diferenciações e particularidades e as divergências são uma realidade
Fonte: CNseg
“O ano de 2020 foi muito rico em questões regulatórias, com a Susep causando uma verdadeira revolução”, afirmou a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, na abertura de mais uma edição do “CNseg Webinars”, realizado em 7 de outubro, tendo como tema: “O Novo Marco Regulatório de Conduta e Atendimento e o Papel das Ouvidorias de Seguros”.
O evento contou também com a participação do Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Rafael Scherre; do Presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Silas Rivelle; da Diretora de Comunicação e Experiência do Cliente da Caixa Seguradora, Sany Silveira; da Ouvidora da Seguradora Líder, Gisele Garuzi; e da consultora de Relações de Consumo Maria Stella Gregori.
Solange Beatriz se referia, principalmente, à Resolução CNSP 382/2020, que dispõe sobre princípios a serem observados nas práticas de conduta adotadas pelas seguradoras no que se refere ao relacionamento com o cliente, e à Circular Susep 613/2020, que define a plataforma Consumidor.gov como canal oficial para registro e tratamento das reclamações dos consumidores de seguro.
O fortalecimento das ouvidorias com o novo marco regulatório da Susep
Segundo a Diretora da CNseg, a Resolução CNSP evidencia princípios como ética, responsabilidade, transparência, boa-fé objetiva, entre outros, para reger a relação entre empresas, intermediários e consumidores durante todo o ciclo de vida dos produtos, considerado por ela como algo bastante positivo. Já a Circular da Susep, também elogiada por Solange Beatriz, fortalece ainda mais as ouvidorias, colocando-as como responsáveis pelo gerenciamento do conteúdo transmitido ao canal Consumidor.gov, contribuindo para a mitigação de conflitos e redução da judicialização.
Concordando que a atuação da Susep em 2020 pode ser considerada uma revolução, Rafael Scherre afirmou que esse processo já vinha desde 2019, quando ocorreram as primeiras iniciativas de flexibilização, como a autorização para a comercialização de seguros intermitentes e a retomada das discussões dos seguros paramétricos.
A regulação inspirada nas melhores práticas internacionais
O Diretor da Superintendência de Seguros Privados explicou que a Resolução CNSP foi inspirada nas melhores práticas regulatórias internacionais. “A ideia é que supervisão pare de ser pontual, no varejo, e priorize os casos que possam representar danos significativos aos consumidores, olhando para uma base de dados maior, que facilite a identificação dos problemas mais graves”, afirmou.
Disse também que esse marco regulatório pretendeu dar mais atenção à divulgação de desempenho dos fundos de investimento previdenciários e ao índice de reclamação do setor de seguros, que são ações alinhadas ao Código de Defesa do Consumidor (CDC), que incentiva o fornecimento de informações qualificadas aos consumidores, para que estes possam fazer as melhores escolhas, além de induzir as melhores práticas de condutas das seguradoras.
A consultora Maria Stella Gregori também elogiou o novo marco regulatório, afirmando que a regulação retira o foco das questões econômico-financeiras para focar no consumidor, além de passar a priorizar a coletividade das ações em detrimento dos casos individuais de problemas nas relações de consumo. Ao concordar com a Maria Stella, Solange Beatriz afirmou: “A cada dia, fica mais evidente que o direito não é de um consumidor, mas dos consumidores, como um todo. O direito coletivo deve prevalecer sobre o direito individual”.
No evento, a Diretora de Comunicação e Experiência do Cliente da Caixa Seguradora destacou o que considera uma “atuação mais inteligente do regulador”, que busca um maior engajamento do setor ao invés de querer regular pela imposição. “Essa tem que ser a perspectiva da regulação e do nosso trabalho nas seguradoras, o de criar caminhos para fortalecer cada vez mais as relações de consumo”, afirmou Sany Silveira.
Consumidor também precisa melhorar sua compreensão sobre os produtos do setor
“Essas normas da Susep são um presente para os ouvidores”, disse Gisele Garuzi, afirmando que a missão das ouvidorias é “trabalhar a cultura voltada para os clientes”. A Ouvidora da Líder lembrou que muitos pontos da Resolução CNSP 382 já estavam presentes nos códigos de ética e conduta das seguradoras, mas ela veio reforçar ainda mais a responsabilidade das empresas de fazer cumprir esses princípios. Gisele ressaltou, porém, que os consumidores também precisam entender que nem sempre as suas demandas são pertinentes e, eventualmente, ouvirão um “não”, sendo esse entendimento um grande desafio para os ouvidores.
Ratificando a fala de Gisele Garuzi, Solange Beatriz lembrou que os produtos de seguro são intensos em processos, com muitas diferenciações e particularidades e as divergências são uma realidade.
A importância de se considerar os índices de efetividade na resolução de reclamações
Afirmando que o relacionamento entre o ente regulador e as empresas reguladas deve ser, sobretudo, de colaboração, o Presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Silas Rivelle, considerou muito positivo esse novo rumo da Susep, mais focado na orientação que na multa, contribuindo, assim, para o fortalecimento da competitividade e evolução do setor. Entretanto, Silas questionou os critérios da Susep para a definição do Índice de Reclamações do Setor, que não deveria considerar apenas os números de reclamações/demandas, mas também os índices de efetividade de resolução. E falando em índices de efetividade, informou que ele é de 97% para as 146.637 demandas que chegaram, em 2019, às ouvidorias das 96 empresas associadas, que representam 93% da arrecadação de prêmios do setor.
Ao encerrar o evento, o Diretor da Susep concordou com a crítica feita por Silas, lembrando da dificuldade de agradar a todos e reforçando que o objetivo da Susep, ao olhar para esses dados, é incentivar um melhor comportamento, tanto por parte das empresas como dos consumidores.
Dados revelam, ainda, que as motocicletas foram responsáveis por quase 60% dos acidentes envolvendo crianças e adolescentes
Fonte: Seguradora Líder
Representando cerca de 25% da população brasileira, as crianças e os adolescentes na faixa etária de 0 a 17 anos têm sido vítimas constantes de acidentes de trânsito. Neste dia 12 de outubro, quando se comemora o Dia das Crianças, a Seguradora Líder alerta para o alto índice de casos de invalidez permanente entre esta parcela da população. Dados do Seguro DPVAT mostram que, de janeiro a agosto de 2020, mais de 7,7 mil acidentados nesta faixa etária foram indenizados no país e, desse total, 73% (5.707) ficaram com sequelas permanentes após a ocorrência e foram indenizados pela cobertura de invalidez.
O levantamento da Seguradora Líder mostra, ainda, que a cobertura para reembolso de despesas médicas e suplementares indenizou 14% (1.135) das vítimas infanto-juvenis. Os outros 12% (957) dos benefícios foram destinados aos familiares das vítimas que não sobreviveram aos acidentes.
Na dianteira das ocorrências com menores de idade estão as motocicletas (57%), totalizando 4.485 sinistros pagos. Os automóveis aparecem em seguida, com 2.631 indenizações. Já os caminhões e pick-ups foram responsáveis por 453 ocorrências indenizadas, enquanto ônibus, micro-ônibus e vans registraram 194 pagamentos, e os ciclomotores responderam por 36 sinistros.
Para o diretor de Operações e TI da Seguradora Líder, Iran Porto, o levantamento realizado serve como um alerta aos responsáveis e aos próprios jovens. “Além dos cuidados ao conduzir crianças e adolescentes como passageiros, é preciso redobrar a atenção nas vias públicas. Para se ter uma ideia, cerca de 4.300 crianças e adolescentes estavam na condição de pedestres quando se acidentaram”, chama a atenção o executivo, ressaltando que é fundamental que os adultos fiquem atentos e respeitem as medidas de proteção. “Se compararmos o total de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT este ano às crianças com idades de 0 a 7 anos, e em de 2008, ano que o uso da cadeirinha passou a ser obrigatório no país, é possível observar uma redução de 50%”, observa Iran.
Neste ano, os estados com os cenários mais preocupantes em termos de acidentes envolvendo menores de idade são: Minas Gerais, que lidera o ranking com 881 indenizações pagas; São Paulo, com 786 registros; e Ceará, em terceiro lugar com 550 sinistros; Já Amapá, Acre e Distrito Federal, foram as unidades federativas que registraram os menores índices, com 16, 30 e 51 ocorrências, respectivamente.
Recentemente, a Seguradora Líder disponibilizou para consulta pública os dados estatísticos do Seguro DPVAT. No painel, é possível encontrar a quantidade de acidentes registrados no Brasil e fazer cruzamentos por categoria, coberturas e por faixa etária. A página pode ser acessada emhttp://www.seguradoralider.com.br/dadosdpvat.
O ressegurador diz que a movimentação provavelmente ocorreu em função da retomada da cobertura do papel pelo UBS, com recomendação de venda e preço-alvo de R$ 4,60. Os papéis caíram 17,11% ontem
Fonte: Valor
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionou o IRB sobre a oscilação atípica das ações da companhia ontem. O ressegurador diz que a movimentação provavelmente ocorreu em função da retomada da cobertura do papel pelo UBS, com recomendação de “venda” e preço-alvo de R$ 4,60. Os papéis caíram 17,11% ontem, com giro financeiro de R$ 1,7 bilhão, bem acima da média recente.
Na resposta à CVM, o IRB reforçou uma série de medidas que já tinha anunciado para aprimorar sua governança e melhorar seus resultados. A companhia diz que o plano de regularização de liquidez junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep) foi formalmente aprovado pela autarquia e vem sendo cumprido; a solvência em junho era de 101% e, após a operação de capitalização, ficou no patamar de 244%, “estando, portanto, a sua saúde econômico-financeira no mais alto nível do mercado global de resseguros”.
O IRB relembra ainda que não planeja realizar nenhuma chamada de capital além da ocorrida em agosto. Também diz que não perdeu nenhum contrato importante e contou com crescimento de prêmio emitido total da ordem de 24,5% nos sete primeiros meses de 2020.
A companhia também lembra que o resultado de julho já demonstra melhora, com uma menor influência dos efeitos dos negócios já descontinuados (clean-up do portfólio), os quais possuem cauda curta; e que os negócios remanescentes (run-on) já demonstram estar no caminho do break even.
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