Pier lança oferta de seguro para carros de leilão em SP e BH

Insurtech amplia serviços para seguros de veículos em nome de terceiros, desde que haja parentesco comprovado do motorista principal com o proprietário

Fonte: Pier

A insurtech brasileira Pier lança uma oferta de seguro para automóveis provenientes de leilão. “Temos em nosso modelo de negócios uma comunidade de pessoas que querem descomplicar e desmistificar a área de seguros. O fato de sermos uma insurtech nos possibilita usar tecnologia, automação de processos e inteligência com modelos digitais, para alcançarmos redução de custos da operação e também evitar fraudes”, afirma Carlos Colucci, head de insurance da Pier.

Além de ofertar seguro para carros de leilão, a Pier também passou a oferecer seguros para clientes nos casos em que os veículos estão em nome de terceiros, desde que o proprietário tenha uma relação de parentesco comprovada. “Muitos de nossos clientes são da mesma família e, às vezes, o carro está no nome do pai, mas a filha que é a motorista principal. Em outros casos, o carro é da sogra e quem dirige é o genro, e assim por diante. Abrimos agora esse serviço de cobertura, que será também ampliado aos clientes de carros de leilão”, explica o executivo.

Dos clientes que procuram a Pier, 14% possuem carros oriundos de leilão. A oferta para carros neste cenário acompanha os modelos dos automóveis tradicionais, ou seja, são para veículos registrados nos Estados de São Paulo e na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde a Pier já atua com serviços de seguro por assinatura mensal. Além disso, a modalidade aplica-se para carros que valem até R$ 60 mil, a proteção é contra roubo e furto, e ainda oferece assistência de serviços 24 horas. “

“Nos automóveis tradicionais, a Pier cobre 100% do valor dado pela tabela Fipe, porém, para carros de leilão, a cobertura varia de acordo com o montante que o cliente pagou pelo veículo. Assim,  se o cliente pagou 70% do preço da tabela Fipe no ato da compra do automóvel, esse mesmo veículo será segurado e restituído por esse valor em caso de sinistro”, afirma Colucci. “Por enquanto, a Pier só faz seguro de carros de leilão que foram avaliados entre 70% a 90% do valor da tabela Fipe e, no futuro, a ideia é segurar que valem 60% da tabela oficial”, conta Colucci.

O preço do seguro para o carro de leilão varia conforme avaliação de risco. A oferta de seguros mensais por assinatura da Pier chega a ser 30% mais econômica, com parcelas a partir de R$29,00/mês (equivalente a R$ 348,00/ano) em Belo Horizonte e parcelas de R$32,90/mês (que ao ano soma R$394,80) em São Paulo”, comenta o Head de Insurance da Pier.

Estimativas do mercado demonstram que são comercializados em torno de R$ 1 bilhão de veículos no mercado de leilões.  “A falta de seguro disponível para esse mercado é um dos motivos que leva 70% da frota nacional ainda não ser protegida por seguro. O objetivo da Pier é exatamente atender esse público que não é atendido por seguradoras tradicionais. O mercado potencial da Pier só nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte, em seguro autos é de mais de 2 milhões de pessoas, isso sem incluir carros de leilão”, afirma Colucci. 

“Para as pessoas que têm medo das insurtechs, principalmente no quesito solidez, explicamos que temos investimentos de três fundos de renome do mercado financeiro”, comenta Colucci. “Também é importante destacar que estamos totalmente em conformidade com normas e regulações da SUSEP – e que nossas apólices são emitidas pela Too Seguros”, enfatiza o executivo.

MAG Investimentos promove debate online sobre reequilíbrio das contas públicas para 2021

Mag Investimentos

Dentre os pontos levantados durante live estão a aprovação de reformas, garantia de continuidade de um programa de renda básica e as formas de redução do déficit primário

Na quinta-feira (5), Bruno Funchal, secretário do Tesouro Nacional, Pedro Nery, doutor em Economia pela UnB e consultor do Senado, e Patrícia Pereira, estrategista da MAG Investimentos, se reuniram durante live para debater o cenário fiscal brasileiro. Com a mediação do Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas do Grupo Mongeral Aegon, os especialistas discutiram a saúde econômica do País e trouxeram projeções para os próximos meses, incluindo o nível de endividamento do Brasil e como é possível ter o financiamento de uma renda básica de cidadania sem comprometer a sustentabilidade dos gastos e o teto fiscal.

Segundo Funchal, em 2020, os gastos previstos com a pandemia são da ordem de R$ 584 bilhões e projeta-se um déficit para o final de 2020 de mais de R$ 871 bi, sendo o Brasil um dos países que mais gastaram entre os emergentes, de acordo com o FMI. Portanto, é preciso discutir o dia seguinte da pandemia e as reformas fiscais necessárias para garantir a saúde econômica nacional. “Nenhuma política pública consegue ser sustentável se o País não estiver fiscalmente organizado”, completa o secretário, que adiantou ainda a agenda dos próximos meses para que isso aconteça, incluindo discussão da Reforma Tributária, do Novo Marco Legal do Trabalho, Pacto Federativo, Reforma Administrativa, dentre outros.

Para os próximos meses, o foco deve ser diminuir o déficit primário, mantendo uma trajetória sustentável da dívida, além de garantir a continuidade de políticas de renda básica, segundo Nery. “Cerca de dez milhões de pessoas deixaram de trabalhar esse ano por conta da pandemia e, com o fim do auxílio emergencial em dezembro, a gente precisa de recursos para evitar que essas pessoas caiam na pobreza e consigam voltar para o mercado de trabalho”, afirma o economista. Ainda segundo Nery, o governo deve buscar ter uma qualidade dos gastos, gastando mais com quem ganha menos, combatendo a desigualdade e buscando um uso mais eficiente dos recursos.

Traduzindo esse contexto para o bolso do investidor, de acordo com Patrícia, existem dois cenários a serem desenhados. No primeiro, as reformas são aprovadas e o Brasil segue em um caminho de austeridade, mantendo a Selic em um patamar baixo de forma sustentável, onde o investidor terá que continuar tomando risco para conseguir um retorno maior para sua renda. A outra possibilidade, porém, é de que o País não consiga recuperar a política fiscal responsável, principalmente se a hipótese de uma segunda onda da pandemia, que começa a aparecer na Europa, se fortaleça. Nesse caso, será necessário subir a Selic de maneira mais forte e rápida do que no primeiro cenário, ainda que a hipótese de que a taxa de juros volte aos dois dígitos siga descartada. “Se isso acontecer, podemos acabar não sendo destino de investimento, principalmente vindo do exterior”, conclui Pereira.

Troca de CEOs está a todo vapor em seguros; notícia de hoje vem da Mapfre e da Seguros Sura

Em menos de 10 dias, seis trocas importantes de CEOS em seguradoras. Incrível. E ao que parece, pelos mais diferentes motivos. A MAPFRE aprovou a renovação da direção da MAPFRE Seguros no Brasil a partir de 2021. Felipe Nascimento assume o cargo de CEO de Seguros em janeiro, em substituição a Luis Gutiérrez, que retorna à sede da companhia na Espanha, seu país de origem, após 5 anos de significativas contribuições ao mercado brasileiro.

Segundo Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil, “a renovação da direção é realizada em linha com o previsto nos Planos de Sucessão da empresa e a chegada de Felipe dará continuidade às operações em benefício aos clientes, permitindo à MAPFRE Seguros avançar nos planos de crescimento”.

Nascimento iniciou carreira na companhia em 2005 e, há 6 anos, ocupa o cargo de diretor geral adjunto de Tecnologia e Processos na Espanha. Agora, retornará ao seu país de origem para assumir uma das mais importantes operações da MAPFRE do mundo.

Seguros Sura – A outra notícia do dia é a saída de Thomas Batt da presidência da Seguros Sura. Segundo comunicado enviado a parceiros, deixam o grupo colombiano Cristiano Saab, Roberto Chateuaubriand, e Denise Conde. As mudanças, segundo o comunicado, fazem parte de um novo direcionamento nas acoes do grupo no Brasil.

Os nomes dos novos executivos ainda não foram definidos. Segundo o comunicado, a partir do dia 10, Juana Francisca Liano, presidente da Suramericana e outros integrantes do comitê diretivo estarão no Brasil para conversar com os lideres e acompanhar tal transformação.

Outras mudanças importantes:

Bradesco Seguros – Vinicius Albernaz sai e Ivan Luiz Gontijo Junior. Leia mais

Sompo Seguros – Sai Francisco Caiuby Vidigal, que será substituido interinamente por um executivo vindo do Japão, mas que fala bem português. Leia mais

BB Seguridade – Marcio Hamilton Ferreira entra e sai Bernardo Rothe. Leia mais

AIG – Entra Peter Zaffino como CEO, com vigência no próximo ano, sucedendo Brian Duperreault. Leia mais

IRB Brasil Re lança série “De Portas Abertas”

IRB De Portas Abertas

“A nova tendência da empresa já está clara. O passado ficou no passado. Tanto que já registramos lucro recorrente de R$ 149 milhões. Isso é agua que vai depurando”, informa o CEO Antonio Cássio dos Santos

O IRB Brasil Re lançou o “De Portas Abertas com o IRB Brasil RE”, uma série de vídeos sobre o mercado, a empresa, seus números e negócios. A cada temporada, um jornalista conversa com executivos do #IRBBrasilRE.

No primeiro episódio, o CEO Antonio Cassio fala com Denise Bueno sobre os resultados do terceiro trimestre de 2020. 

Quer entender melhor sobre o crescimento das vendas, margem de contribuição, índice combinado e outros assuntos?

Clique no link e assista a entrevista na íntegra no nosso canal do YouTube: https://lnkd.in/evFMiyi

Wiz anuncia receita bruta de R$ 282,7 milhões no 3º trimestre de 2020

Unidades de negócio Wiz Parceiros, Operação Bancassurance e Wiz BPO tiveram resultados expressivos no período

Fonte: Wiz

A Wiz Soluções registrou receita bruta de R$ 282,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 41% em relação ao mesmo período de 2019. Esse desempenho, de acordo com o balanço da companhia, é decorrente da aceleração registrada na operação Bancassurance, com destaque para os produtos Vida, Prestamista e Residencial.    

A Wiz encerrou o 3T20 com um EBITDA de R$ 132,8 milhões, conseguindo reequilibrar custos e, com isso, chegar a uma margem considerada saudável, com 53,6%. Ao longo de todo o período da pandemia a margem EBITDA esteve acima da casa dos 50%. Isso foi possível por conta das iniciativas e ao olhar atento para adequação dos custos e projetos com potenciais crescimento. 

No período, a Wiz Parceiros, unidade de negócio que atua na prospecção, ativação, suporte e capacitação de parceiros estratégicos para a venda de produtos de crédito e seguros correlatos, obteve um novo recorde de produção, com venda de R$ 1,6 bilhão em cartas de consórcio comercializadas e R$ 19 milhões em receita bruta, aumento de 12,2% no comparativo com 3T19. 

A Wiz BPO, no 3T20 atingiu R$ 24 milhões de receita bruta, sendo responsável por 8,5% do resultado da Wiz. A operação de Backoffice apresentou crescimento de 1,5% comparado com o mesmo período de 2019 com destaque para o desempenho dos produtos Prestamista, que cresceu 10,7% em receita bruta e, Habitacional, com aumento de 9,5% de receita bruta comparado com o mesmo trimestre de 2019. 

Outro destaque do período foi o fechamento de uma importante parceria estratégica, com o Banco BMG, para a venda de seguros em canais B2B2C indiretos por meio da CMG Corretora. Com essa transação, a companhia adicionou um dos mais importantes bancos brasileiros ao rol de operações com a presença Wiz, onde estima-se ganhos futuros, assim como realizado em outras operações de bancassurance que a empresa atua.

Liberty Seguros patrocina 9º Fórum da Rede Mulher Empreendedora

liberty seguros

Evento premiará projetos de mulheres empreendedoras com mentorias e recompensas em dinheiro

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros anuncia que está patrocinando  o 9º Fórum RME, da Rede Mulher Empreendedora, a maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino do país. Por conta da pandemia de COVID-19, o evento ocorrerá virtual e gratuitamente, durante os dias 05 e 06 de novembro, e irá girar em torno do tema “Conquistando a autonomia econômica do seu negócio”.

Na edição de 2020, o fórum reconhecerá os melhores pitches realizados por mulheres proprietárias de negócios, avaliando vídeos previamente inscritos pelas participantes que serão veiculados no canal de Youtube da Rede Mulher Empreendedora. Ao longo dos dois dias de evento, os 15 vídeos com mais votos na rede social serão apresentados para os presentes e passarão por novo processo de votação. Ao todo, R$10 mil serão distribuídos entre as vencedoras, além de um pacote de mentorias exclusivas com as especialistas de negócios da RME.

Além do concurso entre empreendedoras, a cerimônia trará outras atividades como rodadas de negócios e mentorias, uma arena de marketing, um painel de trajetória empreendedora e um palco principal. Dentre os participantes confirmados estão a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes, a empresária e investidora anjo, Camila Farani, o professor e head de educação do C6 Bank, Liao Yu Chieh, a empresária Sônia Hess, do Fundo Dona De Mim, vice-presidente do grupo Mulheres do Brasil e fundadora da camisaria Dudalina, Adriana Barbosa, do Fundo ÉdiTodos, e Edu Mufarrej, do Estímulo 2020.

Icatu Seguros e SICOOB lançam título de capitalização para associados da cooperativa

Objetivo é incentivar a educação financeira com a poupança de uma reserva para emergências

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros, maior seguradora entre as independentes em Vida, Previdência e Capitalização, e SICOOB, se uniram para lançar o SICOOB Realiza. O novo produto de Capitalização tem por objetivo incentivar a educação financeira dos associados SICOOB. Nesta primeira etapa, o produto será oferecido aos cooperados do SICCOB SP – distribuídos em 17 Cooperativas Singulares e 310 agências de 212 cidades do interior de São Paulo.

Para o superintendente executivo da Icatu Seguros, Alexandre Malho, a Capitalização é, para muitos brasileiros, a primeira oportunidade para começar a construir uma reserva de emergência. Com o propósito de contribuir para um Brasil onde as pessoas estejam financeiramente assistidas e protegidas em todas as fases da vida, a Icatu desenvolveu um produto simples e de fácil acesso.

O SICOOB Realiza oferece planos de contribuição mensal que variam de R$ 50,00 a R$ 500,00, podendo o cliente escolher o prazo de 48, 60 e 72 meses. A correção é pela TR (Taxa Referencial) referente aos anos capitalizados. O produto oferece ainda sorteios semanais, mensais e semestrais baseados na extração da Loteria Federal.

“É muito gratificante poder proporcionar aos cooperados do SICOOB a oportunidade de acumular uma reserva financeira para a realização de um objetivo de médio/longo prazo, concorrer aos sorteios e poder realizar um sonho, trazendo para mais próximo da sua realidade algo que, a princípio, estava distante”, explica Alexandre Malho.

O SICOOB SP é uma Cooperativa Central, sediada na cidade de Ribeirão Preto, que presta serviços econômico-financeiros e assistenciais de interesse de seus associados. A Cooperativa Singular SICOOB COCRE, com mais de 50 anos no mercado com atuação no agronegócio sucroalcooleiro, comércio, serviços e industriais, que faz parte da Central SICOOB SP, será a primeira oferecer o novo produto aos seus associados.

“Este é mais um produto que está de acordo com um de nossos principais propósitos: incentivar a educação financeira. Com ele, o cooperado terá a disciplina de guardar recursos para, lá na frente, resgatá-los. E ainda contará com a sorte dos prêmios semanais, mensais e semestrais, regidos pela loteria federal”, explica o diretor executivo da SICOOB COCRE, Nivaldo José Camillo de Oliveira.

O objetivo, além de educar financeiramente os cooperados para a importância das reservas financeiras, incentiva a ampliação de poupança interna e investimentos em projetos que vão melhorar a qualidade de vida de todos. Os participantes têm a possibilidade de reverter o resgate diretamente em cota capital, aumentando, assim, a sua participação na cooperativa.

Abrapp e FenaPrevi fecham agenda de trabalho para 2021 e avançam em parceria

carlos alberto de paula

Entidades vão atuar em torno de cinco frentes temáticas de trabalho: comunicação e educação previdenciária, tributação, produtos, projetos, eventos e representação junto aos poderes executivo, legislativo e judiciário 

A Abrapp (Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar) e a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) definiram a agenda que será trabalhada conjuntamente pelas duas entidades em 2021 para fortalecer o mercado brasileiro de previdência complementar.

Foram criadas cinco frentes temáticas para dar impulso ao acordo inédito firmado pelas duas entidades, em agosto deste ano. Os dois setores, juntos administram cerca de R$ 2 trilhões em reservas para aposentadoria.

As duas entidades vão concentrar esforços nas áreas de comunicação e educação previdenciária, tributação, produtos (com o objetivo de desenvolver o mercado de rendas – annuities ou mercado de rendas, e manter ativo o debate em torno do aprimoramento do regime geral de previdência) e em  projetos, em especial no aperfeiçoamento da tábua biométrica brasileira (BR-EMS).

Também será pilar da estratégia, manter uma linha de atuação conjunta junto aos poderes executivo, legislativo e judiciário, otimizando as estruturas já existentes de interlocução de cada entidade para conduzir o  debate e fortalecer os mecanismos de proteção da poupança previdenciária.

As duas entidades também planejam intensificar a atuação conjunta em eventos. FenaPrevi e Abrapp abrirão seus fóruns de debate internos para a participação da entidade parceira, ampliando a troca de informações entre os dois segmentos.

Para Carlos De Paula, diretor executivo da FenaPrevi, esta agenda comum materializa o compromisso de colaboração das duas entidades e traz pragmatismo ao acordo. “Mais do que nunca estamos empenhados em fortalecer o mercado de poupança previdência no país”, diz.

Lucro da Munich Re recua para € 199 milhões

Christoph Jurecka Munich Re

Fonte: Munich Re

No terceiro trimestre de 2020, o retorno sobre o patrimônio líquido (RoE) anualizado foi de 3,6%

A Munich Re registrou lucro de € 199 milhões no terceiro trimestre de 2020, abaixo dos € 999 milhões no primeiro trimestre. O resultado operacional caiu para € 353 milhões, em comparação com € 844 milhões no mesmo trimestre do ano passado. Em comparação com o terceiro trimestre de 2019, os prêmios brutos emitidos aumentaram 3% para € 14,1 bilhões (13,7 bilhões) e em 6% para € 41,2 bilhões no primeiro trimestre.

“No resseguro, o terceiro trimestre costuma ser caracterizado por perdas acima da média – e foi o que aconteceu novamente este ano. Além das grandes perdas e catástrofes naturais causadas pelo homem nos EUA, os altos pedidos de COVID-19 em andamento afetaram o resultado. Um aspecto gratificante é que a ERGO apresentou mais uma vez um bom trimestre. Dado o crescimento dinâmico da Munich Re e os recentes aumentos consideráveis de preços para cobertura de resseguro, podemos olhar para o futuro com confiança”, afirmou o CFO, Christoph Jurecka.

Graças em parte ao título verde com um volume de € 1,25 bilhão emitido em setembro, o índice de solvência melhorou para 216% no terceiro trimestre (30 de junho de 2020: 211%). No terceiro trimestre de 2020, o retorno sobre o patrimônio líquido (RoE) anualizado foi de 3,6%.

Nas operações de resseguro o resultado de € 63 mil. O ramo de negócios de resseguro contribuiu com € 63 milhões (US$ 746 milhões) para o resultado consolidado no terceiro trimestre e € 619 milhões (2,1 bilhões) no primeiro trimestre. O resultado operacional totalizou € 55 milhões (690 milhões), enquanto os prêmios brutos emitidos subiram para pouco menos de € 10 bilhões (€ 9,9 bilhões; terceiro trimestre de 2019: € ​​9,5 bilhões).

O segmento de resseguro de vida e saúde gerou um lucro de € 86 milhões (282 milhões) no terceiro trimestre. A receita de prêmios aumentou para € 3,1 bilhões (2,9 bilhões). O resultado trimestral reflete também perdas decorrentes de mortes relacionadas com COVID-19, especialmente nos EUA, num total de cerca de € 100 mil. O resultado técnico, incluindo negócios com transferência de risco não significativo, foi de € 56 milhões (226 milhões).

O resseguro de acidentes de propriedade contribuiu com – € 23 milhões (464 milhões) para o resultado do terceiro trimestre. O volume premium subiu para € 6,7 bilhões (6,5 bilhões). O índice combinado foi de 112,2% (103,9%) dos prêmios ganhos líquidos. As principais perdas de mais de € 10 milhões cada totalizaram € 1,518 bilhão (981 milhões). Esses números incluem ganhos e perdas com a liquidação de grandes perdas de anos anteriores.

As despesas com perdas maiores correspondem a 26,7% (18,4%) dos prêmios ganhos líquidos, portanto, mais que o dobro da média de longo prazo (12%). Isto deveu-se principalmente a grandes perdas provocadas pelo homem, que ascenderam a mais de € 1 bilhão (€ 1,045 bilhão; 3º trimestre de 2019: € ​​404 milhões). Destes, cerca de € 700 milhões relacionados com perdas relacionadas com a pandemia de COVID-19.

Neste contexto, o terceiro trimestre voltou a registar perdas incorridas com cancelamento ou postergação de grandes eventos, bem como perdas noutros ramos de resseguro de ramos elementares, como a interrupção de negócios. Somado a isso, Munich Re sofreu perdas não relacionadas ao COVID-19, por exemplo, a explosão do porto de Beirute.

As despesas com grandes perdas decorrentes de catástrofes naturais totalizaram € 474 milhões (577 milhões), especialmente como consequência das perdas por tempestade de vento e incêndios florestais nos EUA. No terceiro trimestre, as reservas para reivindicações básicas de anos anteriores totalizando cerca de € 226 milhões foram liberadas; Isso corresponde a 4% dos prêmios ganhos líquidos.

A Munich Re busca continuamente definir o valor das provisões para sinistros emergentes na extremidade superior da faixa de estimativa, de modo que os lucros da liberação de uma parte dessas reservas sejam possíveis em um estágio posterior.volume_upcontent_copysharestar_border

Plataforma de treinamento online dos corretores da Icatu Seguros traz mais inovações digitais

upgrade tecnológico permite que os corretores acessem de qualquer lugar – por meio de smartphones ou tablets – o conteúdo dos mais de 40 cursos

O Educatu, plataforma digital da Icatu Seguros voltada ao treinamento e capacitação de seus corretores, tem novidades. Agora, além de um aplicativo, a plataforma conta com uma versão desenvolvida e adaptada para mobile. O upgrade tecnológico permite que os corretores acessem de qualquer lugar – por meio de smartphones ou tablets – o conteúdo dos mais de 40 cursos de aperfeiçoamento profissional e as novidades que a Icatu disponibiliza para a sua força de vendas.

A nova experiência possibilita que a capacitação seja feita online ou offline, proporcionando mais flexibilidade e comodidade aos corretores. Além da mobilidade, a modernização embarcada à plataforma permite o acompanhamento de webinars, inclusive com transmissão ao vivo, e calendário de eventos para que os corretores organizem o seu dia a dia e mantenham a rotina mais acessível, na palma da mão. 

Ainda mais tecnológica, a plataforma passa a contar também com espaço destinado às mídias digitais, que poderão agregar podcast, vídeos e arquivos com conteúdo educacional, além de trilhas de desenvolvimento que reforçam os materiais didáticos já disponibilizados pela Icatu. As trilhas permitem ao aluno se aprofundar nos temas desejados, com uma estratégia educacional direcionada. Como por exemplo: conhecer toda a grade de produtos Icatu concentrada em um só lugar ou entender mais sobre o universo do Seguro – disponível na trilha “Quero entender Seguro de Vida”.

O vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, Alexandre Vilardi, diz que as novidades do Educatu reforçam o empenho da companhia em trazer mais facilidades com investimentos em tecnologia. “Tivemos mais de 7.000 acessos ao Educatu em 2020 e isso demonstra o interesse do corretor em se atualizar de forma dinâmica e flexível, onde ele estiver e quiser. Com a versão para celular ou tablet e o aplicativo, todo o acesso ao nosso conteúdo estará a um clique, na palma da mão, ainda mais ágil, intuitivo e prático”.

Entre as facilidades incorporadas ao Educatu estão ainda a criação de grupos colaborativos e uma área destinada à troca de conhecimento e esclarecimento de dúvidas. Conteúdos institucionais, novos produtos e serviços, além do atual cenário dos mercados segurador e financeiro também serão divulgadas neste novo espaço e com acesso facilitado e móvel.