IRB Brasil Re lança serviço de inteligência de dados com alta de 30,3% na compra de resseguro até setembro

IRB resseguro

IRB+Inteligência oferece ao mercado, por meio de plataforma aberta e boletim mensal, informações e estatísticas para a compreensão do comportamento do setor, com base em dados públicos da Susep 

Os prêmios cedidos às resseguradoras brasileiras cresceram 28,9% em setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, e acumulam alta de 30,3% nos nove primeiros meses de 2020 em relação a 2019. É o que mostra o Boletim IRB+Mercado, que marca, hoje (23/11), o lançamento do novo serviço de inteligência de dados do IRB Brasil RE: o IRB+Inteligência.  

O relatório aponta ainda que o prêmio emitido pelas seguradoras aumentou 17,4% em setembro, considerando o mesmo período de 2019, com crescimento de 3,6% de janeiro a setembro de 2020. “Os números indicam reaquecimento das atividades. Ter acesso à informação de qualidade e analisar comportamentos e tendências são premissas para entender como nosso segmento funciona.”, afirma o CEO e presidente do Conselho de Administração do IRB, Antônio Cássio dos Santos. 

No acumulado do ano (janeiro a setembro), o mercado segurador cresceu 3,6%, influenciado, principalmente, pelos desempenhos das linhas de negócio Rural, Patrimonial, Seguros de Pessoas e Petróleo, nessa ordem. No período, os grupos seguradores que mais emitiram prêmios foram Bradesco, Porto Seguro e Banco do Brasil. Assim como os prêmios emitidos, o resseguro cedido também registrou aumento no mês (28,9%), o que culminou no crescimento de 30,3% no acumulado do ano até setembro.

Sinistralidade – Na comparação mensal, a taxa se manteve no mesmo patamar, com as menores taxas atribuídas às linhas Riscos Diversos, Crédito e Habitacional. Porém, no acumulado do ano até setembro, o índice teve melhora de 2,1 p.p. em relação ao ano passado, impulsionado por Automóvel. Não obstante o recuo dos prêmios em seguros nesta linha, os sinistros registraram quedas mais acentuadas (-13,4%) contribuindo para o resultado do índice. Na sequência, as linhas Responsabilidades e Riscos Diversos também influenciaram na queda da taxa.

Na visão por grupos seguradores, entre aqueles com as maiores emissões de prêmios, Zurich Santander, Caixa e BB foram os que apresentaram as menores taxas no período de janeiro a setembro deste ano. Na mesma tendência, a sinistralidade cedida em resseguro apresentou melhora no acumulado no ano, com redução de 11,2 pontos percentuais.

Vida – Foi o segmento que mais contribuiu para o desempenho do mercado no mês, devido, principalmente, aos incrementos nos segmentos Prestamista (coletivo) e Vida (coletivo e individual). No acumulado do ano, a maior influência positiva foi do ramo Vida Individual, com variação de 29,3%.

Auto e danos – Em sentido contrário, a linha que mais prejudicou o desempenho do setor foi Automóvel com queda de 4,6% no acumulado até setembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Em que se pese o fato de que, em setembro, a linha registrou aumento de 3,4% em relação ao mesmo período de 2019, após cinco meses consecutivos de recuos, fartamente compensados pela queda abrupta de despesas com sinistros.

Rural, Patrimonial e Petróleo – As linhas de negócio Rural, Patrimonial e Petróleo foram propulsoras do desempenho do setor no acumulado do ano, com crescimentos de 30,8%, 14,4% e 128,8%, respectivamente. No Patrimonial, o destaque foi Riscos Nomeados e Operacionais, com evolução de 33,2%.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações seguros e resseguros a partir dos dados públicos disponibilizados pela Susep, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A análise, que será publicada mensalmente, está disponível, na íntegra, no site da companhia (www.irbre.com). No mesmo endereço, o IRB oferece ainda um painel de dados interativo, que permite fazer consultas dinâmicas aos dados. O Dashboard IRB+Mercado Segurador, como é chamado, foi desenvolvido pelo ressegurador, é gratuito, de fácil acesso e traz informações de todo o setor. 

“Esse serviço surge a partir da necessidade de prover o mercado, e todas as pessoas interessadas nele, com informações consolidadas, confiáveis e estruturadas. Desenvolvemos um painel para garantir que todos acessem de forma dinâmica e rápida os dados e oferecemos um recorte mensal”, diz o diretor de Clientes, Inovação e Marketing do IRB Brasil RE, Lucas Mello, acrescentando que o serviço ganhará outras publicações em breve. 

Sobre o Boletim IRB+Mercado

O Boletim IRB+Mercado é o relatório mensal do IRB+Inteligência. Consolida dados públicos do mercado brasileiro de seguros e resseguros a partir das bases da Susep. A análise sobre o mercado, com foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas pode ser consultada no site do IRB (www.irbre.com), em IRB+Inteligência > Painel de Dados > Boletim IRB+Mercado. 

Sobre o Dashboard IRB+Mercado Segurador

O Dashboard IRB+Mercado Segurador é o painel de dados interativo do IRB+Inteligência. Desenvolvido pelo IRB Brasil RE, disponibiliza os dados históricos das operações de seguro e resseguro, com segregação por linhas de negócio, grupos seguradores e foco nos seguros de danos, responsabilidades e pessoas. É aberto, de fácil acesso e pode ser consultado no site do IRB Brasil RE (www.irbre.com), em IRB+Inteligência > Painel de Dados > Dashboard do Mercado Segurador e Ressegurador.

Call center da Mitsui Sumitomo já retomou o patamar de atendimento antes da crise

Anderson Lima Mitsui Sumitomo

“O atendimento exige uma compreensão integral da sua necessidade e uma solução ao problema. E isso é o que nos desafia e nos orgulha todo dia”, diz Anderson Silva

A comunicação é uma atividade importante para qualquer empresa. Para a Mitsui Sumitomo, é mais que isso. É prioritária. A seguradora investe em diversos canais de atendimento. Geralmente o cliente entra em contato para relatar uma perda e quer mais detalhes sobre serviços e também como proceder para receber a indenização. “Investimos no treinamento de nossos colaboradores, para que eles atendam nossos corretores e clientes com excelência e saibam encaminhar qual quer tipo de demanda que surja”, conta Hélio Kinoshita, vice-presidente da subsidiária local do maior grupo segurador da Ásia e um dos maiores do mundo.

Comunicação de pedidos de indenizações, ou no jargão do setor “aviso de sinistro, é o principal assunto das mais de 15 mil chamadas mensais atendidas pelo call center. “Neste momento as pessoas querem expressar seus sentimentos com uma pessoa e não com um robô, o que faz o call center ser ainda o principal canal de comunicação da Mitsui Sumitomo com corretores e clientes”, diz Anderson Silva – responsável pela área na Companhia. 

Segundo Anderson, o atendimento não foi interrompido sequer por um dia com a determinação de isolamento social. “Temos um plano de contingência e todos puderam trabalhar remotamente”, disse. O volume de acidentes foi reduzido, mas em setembro já retomou o mesmo patamar antes da pandemia. Nos meses de abril e maio, a maior parte das ligações era para obter informações sobre pagamentos e para agendar vistorias. 

A Mitsui Sumitomo disponibiliza vários canais para que corretores, clientes, fornecedores e prestadores de serviços possam escolher como querem se comunicar com a companhia. “Eles podem optar por apenas mandar mensagem ou por falar com um atendente, treinado para resolver qualquer assunto”, destaca Anderson. Outras formas de atendimento digital estão em estudo para levar maior comodidade ao público.

Sobre a tendência da perda de posições em callcenter pelo crescente uso de robôs no atendimento, Anderson afirma que na Mitsui Sumitomo isso não é uma realidade. Pelo contrário. Está no radar do executivo agregar valor à cadeia inteira de relacionamento com o cliente. “A Mitsui Sumitomo vem investindo muito em crescimento, lançando novos produtos, e atender bem a todos é a cultura da companhia. A área tem absorvido novos serviços, como o atendimento das demandas das filiais para que elas fiquem mais voltadas a fazer mais negócios”, conta Anderson, que também é um dos embaixadores dos valores da seguradora responsável por fazer o elo entre colaboradores e a área de Recursos Humanos.

Anderson se orgulha dos indicadores de atendimento do grupo e também da avaliação dos consumidores no site Reclame Aqui. “Estamos sempre bem posicionados, graças ao investimento do grupo na moderna tecnologia que suporta os canais de atendimento e em treinamento da equipe. “Entender o que cliente precisa é mais importante que apenas atender. O atendimento exige uma compreensão integral da sua necessidade e uma solução ao problema. E isso é o que nos desafia e nos orgulha todo dia”.

Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

antonio trindade chubb

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, CEO da Chubb, Antonio Trindade, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Não resta dúvidas de que 2020 está sendo um ano desafiador. Além da pandemia de Covid-19, decretada pela OMS em março, tivemos uma série de ocorrências de grande impacto no Brasil e no mundo. Antes dos incêndios no nosso Pantanal, a Austrália registrou um enorme incêndio florestal no primeiro semestre, que provocou muitos prejuízos. Também tivemos terremotos no Caribe, na Turquia e no México. No Brasil, Minas Gerais foi atingida por fortes chuvas, que arrastaram carros e destruíram propriedades. Mais recentemente, tivemos o ciclone-bomba, na Região Sul do país, e até um tornado em Santa Catarina, em agosto. Evidentemente essas ocorrências afetam os resultados da indústria de seguro como um todo. Por outro lado, esses períodos são fundamentais para ampliar a percepção das pessoas e das empresas a respeito do risco ao qual todos estamos sujeitos. Por consequência, cresce também o reconhecimento à importância do mercado segurador.

A pandemia colocou ainda mais em evidência para as pessoas a importância de proteger suas famílias com uma apólice de seguros de vida e de saúde. Na esfera corporativa, abriu oportunidades para a oferta de seguros a empresas de desenvolvimento de vacinas e medicamentos, com coberturas para ensaios clínicos e testes científicos voltados ao desenvolvimento de tratamentos para essa e outras doenças. A decretação de quarentena, por sua vez, levou milhares de empresas a reformularem o modelo de trabalho de seus profissionais, com boa parte colocada em home office. Isso jogou luz sobre um problema que já era relevante, mas foi potencializado: a questão dos riscos de ataques cibernéticos. Esse certamente será um segmento que continuará a crescer no Brasil e no mundo.

Por outro lado, a maior incidência de eventos catastróficos, como os que citei, reforça a percepção de risco ao patrimônio e a necessidade de contratação de proteção para o mesmo. Com isso, devem ser potencializados segmentos como o de seguros empresariais, para condomínios e residenciais.

Quais as áreas mais afetadas?

As medidas de isolamento para conter a propagação do vírus tiveram grande impacto sobre as indústrias de entretenimento e de turismo. Assim, os ramos de seguros de eventos e de viagens foram bastante atingidos. Também o seguro transporte e todos os diretamente relacionados à atividade econômica foram afetados, mas já dão sinais consistentes de retomada.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor

A pandemia está sendo uma experiência transformadora para todos nós. Quando, do dia para a noite, somos obrigados a mudar nossa forma de trabalho, com pessoas se relacionando a distância, por canais eletrônicos, começamos a dar mais valor ao relacionamento humano. Isso nos dá a certeza de que acertamos quando decidimos investir, ainda em 2019, no aprimoramento da infraestrutura de atendimento ao cliente. Além da adoção de um sistema integrado, no qual podemos identificar o histórico de contatos, seja qual for o canal escolhido pelo segurado, mantivemos o atendimento feito por pessoas. Preferimos ter muito cuidado antes de adotar soluções tecnológicas que tiram a possibilidade de interação com quem é a razão de tudo o que fazemos na companhia. Quando um cliente nos procura, é sempre uma oportunidade para provarmos nosso valor. Seja numa abertura de atendimento a sinistro ou na solução de um problema, porque sabemos que não somos infalíveis, mas estamos empenhados em fazer o melhor. Esse olhar humano, com empatia, dificilmente poderá ser substituído.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Estamos animados com as possibilidades e oportunidades vislumbradas para 2021. Claro, ainda estaremos sob impacto da crise da pandemia, mas a própria conscientização das pessoas e das empresas quanto à importância do seguro já amplia as oportunidades para diversos segmentos.

Também vemos com bons olhos as mudanças regulatórias capitaneadas pela Susep no setor de grandes riscos. O atual ordenamento regulatório foi construído com base nos produtos massificados, onde se parte do princípio de que há uma relação assimétrica entre segurados e seguradoras. Nessa interação, o cliente tem informações e conhecimentos insuficientes e precisa ser protegido e tutelado pela regulação. O problema é que essa mesma visão foi usada para regular a relação do mercado com grandes corporações. A consequência é a impossibilidade de o mercado oferecer as soluções de seguro de que esses grupos necessitam.

Com a modificação das normas proposta pelo órgão regulador, esse grande cliente corporativo, que tem um grau de conhecimento e de suporte especializado infinitamente maior que o cliente de massificados, poderá negociar e contratar apólices desenhadas especificamente para as suas necessidades, com maior liberdade de negociação com as seguradoras, assim como acontece em outros mercados pelo mundo.

Em massificados, também pretendemos intensificar o fechamento de parcerias para oferta de produtos por meio de canais digitais. O lançamento do Chubb Studio (plataforma global de distribuição de produtos de seguro por meio dos canais digitais de parceiros) foi um grande passo no sentido de ampliar nossa presença nesse tipo de produto e a aceitação está sendo muito positiva.

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Rafael Ramalho assume como diretor de linhas pessoais na Zurich

zurich brasil Rafael Ramalho

Fonte: Zurich

O executivo Rafael Ramalho é o novo diretor de Personal Lines da Zurich no Brasil, área de negócios da companhia especializada em seguros de auto, residencial e condomínio, além de produtos para pequenas e médias empresas. Rafael Ramalho sucede Peter Rebrin, que passou a se dedicar exclusivamente à gestão da AFP Futuro da Bolívia, administradora de fundos de pensão gerenciada pela Zurich.

Com passagens por grandes seguradoras e consultorias internacionais, Rafael atuou nas aréas de precificação, subscrição e finanças destas companhias, bem como desenvolveu projetos de estratégia para grandes empresas do setor financeiro. Sua experiência contribuirá para a expansão dos negócios da Zurich no segmento dePersonal Lines.

Rafael Ramalho é formado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e possui um MBA em estratégia, finanças e marketing pela Northwestern University – Kellogg School of Management, dos Estados Unidos.

Liberty cria descontos e experiências exclusivas em seu clube de vantagens na Black Friday

liberty seguros

O lançamento faz parte do movimento da Liberty no segmento de Vida e as experiências podem ser aproveitadas 100% online

Com a chegada do mês de novembro e a Black Friday se aproximando, a Liberty Seguros elaborou uma série de descontos e experiências exclusivas para clientes, funcionários e corretores em seu clube de benefícios, o +Liberty. Todas as vantagens podem ser utilizadas 100% online, para que os membros cadastrados aproveitem as novidades de forma segura, do conforto de seus lares. 

Pensando em promover o bem-estar e a saúde dos públicos da companhia, a Liberty disponibilizará opções de atividades na plataforma Queima Diária, que traz cerca de 1.100 videoaulas distribuídas em mais de 50 programas. 

Membros do clube ainda terão direito a duas masterclasses com Carol Borba, educadora física com mais de 12 anos de experiência no ramo da saúde corporal e bem-estar. Ambas já estão disponíveis no clube de benefícios e podem ser assistidas a qualquer momento pelos usuários.

Além disso, a companhia irá oferecer 10% de desconto cumulativo no aplicativo Evino, permitindo que os usuários adicionem o cupom ao valor já reduzido de alguns produtos da plataforma por conta da Black Friday, e R$ 20 de desconto em compras acima de cem reais na loja online da Marisa. 

Para  mais informações, acesse o clube  +Liberty via site ou o app Liberty Seguros. 

Youse oferece R$ 150 para cliente que indicar seguro auto durante Black Friday

youse seguros

Até 30 de novembro, dinheiro entra direto na conta do segurado e o desconto para quem recebeu indicação é aplicado na apólice contratada

Na Black Friday deste ano, a Youse, plataforma de venda online de seguros da Caixa Seguradora, traz uma recompensa inédita para o seu programa de indicação. Até 30 de novembro, clientes dos produtos Auto, Vida ou Residencial da insurtech ganham R$ 150 quando uma pessoa de sua rede de relacionamento for indicada e adquirir o seguro para veículo automotivo dentro das regras do programa. O novo cliente recebe o mesmo valor em desconto no pacote de seguro contratado.

“O nosso programa de indicação é uma exclusividade no mercado de seguros. Nesta Black Friday, o objetivo é torná-lo ainda mais vantajoso para nossos Yousers e também beneficiar quem confiou na indicação. Por isso, triplicamos o valor da remuneração: de R$ 50 para R$ 150 durante todo o mês de novembro”, diz Thaiza Estevão, diretora de marketing e vendas na Youse. “É uma ação inédita na história do programa e o valor da recompensa pode ser aproveitado da maneira como o cliente quiser, além disso, não há limite de convites”, completa.

Por meio do próprio aplicativo, na aba Clube Youser, o cliente gera o link de convite e o envia para quem quiser. O indicado deve cotar e contratar o Seguro Auto por meio do link enviado pelo amigo. Após a aprovação do novo cliente, dentro das regras do programa, ambos são recompensados: quem indicou recebe o dinheiro direto na conta bancária, e o indicado ganha o desconto no valor total do seguro. O regulamento completo do programa está disponível no site: https://www.youse.com.br/clube-youser/convide-amigos-e-ganhe. O formato é exclusivamente um programa de indicação para quem é cliente e proativamente quer compartilhar os serviços da Youse.

Grupo SURA fortalece criação de valor para as pessoas e empresas

A transformação acelerada dos modelos operacionais, a eficiência, o controle de despesas e receitas permitem um resultado positivo. O Grupo mantém a solvência e a liquidez necessárias diante da conjuntura e antecipou a gestão de fluxo de caixa necessária para 2021

Fonte: SURA

O Grupo SURA e suas filiais Suramericana (Seguros SURA) e SURA Asset Management concentraram seus esforços para transformar e adaptar seus diferentes negócios para continuar gerando valor às pessoas e empresas que confiaram na SURA em meio à pandemia, conscientes do seu papel para a contribuição de diversos programas, soluções, fundos e produtos à recuperação econômica, e na conservação do emprego nos 10 países nos quais está presente. 

“Somos conscientes de que estamos vivendo um ano complexo, atípico e ainda com muitas incertezas pela frente diante da evolução da pandemia, no entanto apresentamos resultados resilientes no terceiro trimestre. Agora, o mais importante é manter o cuidado com os colaboradores da SURA, manter a liquidez e a solvência das companhias para seguir entregando conhecimento, soluções e alternativas que sejam relevantes para as pessoas e as empresas neste momento crucial para a reativação econômica”, explica Gonzalo Perez, presidente do Grupo SURA. 

Nesse sentido, dentro das ações implementadas em 2020, a SURA Asset Management concedeu recentemente diversos fundos de financiamento para entregar liquidez a pequenas e médias empresas. Na mesma linha as operações da Seguros SURA entregaram conhecimento e consultoria especializada em gestão de tendências e riscos para mais de 82.000 PMEs de nove países durante a pandemia. Quanto à prestação de serviços de saúde na Colômbia, mais de 2.300 empregos foram criados, e os pacientes com COVID-19 na SURA registram uma taxa de letalidade que é um quarto da média do país e menos de um terço da taxa global. 

Além disso, as empresas fortaleceram seus modelos operacionais com serviços, acessos e soluções através de canais digitais, que contribuem para a biossegurança dos seus clientes e colaboradores, enquanto aceleram processos de transformação tecnológica que geram eficiências. 

Resultados consolidados em setembro 

As transformações dos negócios durante a pandemia também refletem nos resultados financeiros consolidados do Grupo SURA que são resilientes à conjuntura: as receitas diminuíram 3,3% no terceiro trimestre em relação ao acumulado em setembro de 2019, impulsionadas pelo crescimento de 5,8% nos prêmios emitidos, 2,8% em comissões e apesar da menor rentabilidade de investimento devido à volatilidade do mercado de capitais e a diminuição de receitas pelo método de participação em companhias associadas, como o Bancolombia. 

“Os resultados mostram um crescimento controlado das despesas operacionais de apenas 2,9%, apesar dos impactos da pandemia, ao mesmo tempo que mantém a eficiência e a solidez financeira. Mesmo assim, antecipamos ações para garantir a liquidez necessária para 2021 e compensar os impactos da pandemia nos negócios”, comenta Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Finanças Corporativas do Grupo SURA. 

O lucro líquido consolidado do Grupo SURA somou USD 107.3 milhões, 73,4% menor que o acumulado no terceiro trimestre de 2019. 

Desempenho das filiais 

A Suramericana (Seguros SURA – especializada em seguros, tendências e riscos) obteve um crescimento acumulado de 10% até setembro em suas receitas totais, as despesas operacionais aumentaram 6,8% e a as receitas líquidas aumentaram 0,7%, totalizando USD 81.5 milhões. Além da boa dinâmica comercial, se destaca a sustentação do lucro líquido, apesar do maior índice de sinistros particularmente nas soluções de vida, e maiores custos na prestação de serviços de saúde. Isto foi possível, principalmente, pelo controle de despesas não essenciais, e a diversificação de suas receitas, uma vez que as filiais contribuíram com 54% do lucro líquido a partir de setembro. 

A SURA Asset Management (especialista em pensões, poupança, investimento e gestão de ativos) manteve seus rendimentos por comissões, impulsionada em parte pelo negócio voluntário e a diversificação geográfica do negócio de poupança para aposentadoria, que tem demonstrado resiliência diante do aumento do desemprego na região e a redução das taxas regulatórias em alguns países. Dessa forma, compensou parcialmente os rendimentos mais baixos da reserva (Capital regulatório) associado ao negócio de fundos de pensão. As despesas operacionais aumentaram 2,9% e o lucro líquido fechou em USD 69.4 milhões, 56,1% inferior ao acumulado no terceiro trimestre de 2019. Destaca-se o crescimento de 16% dos ativos administrados em poupança voluntária. 

Outros destaques recentes: 

• A S&P Global Ratings manteve a qualificação do Grupo SURA (BBB-) como emissor de dívida local e internacional. A qualificação destaca a capacidade de resposta da organização em meio a um ambiente complexo. 

• A Suramericana (Seguros SURA) é a primeira seguradora de origem latino-americana no segmento Gerais por volume de prêmios emitidos, de acordo com o ranking anual da Fundação Mapfre. 

• A Seguros SURA Colômbia e AFP Integra (Peru) lideraram suas indústrias no ranking Merco Empresas, que avalia a reputação corporativa nos seus respectivos países. 

• O Grupo SURA é uma das cinco companhias do continente reconhecidas com o prêmio Latin Trade IndexAmericas de Sustentabilidade. Também é uma das 15 companhias latino-americanas listadas pela Forbes como uma das melhores empresas empregadoras do mundo. 

• O Grupo SURA também está no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones 2020, na segunda posição mundial no setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercados de Capitais, com uma qualificação superior a 81%, entre as 17 empresas do setor incluídas no índice global. 

Artigo: como o seguro contra riscos políticos pode ajudar nas finanças da América Latina?

Stuart Barrowcliff

por Stuart Barrowcliff*

Apesar dos frequentes episódios de volatilidade econômica e política, os investidores há muito consideram que a América Latina oferece oportunidades significativas de crescimento no longo prazo em todo o espectro econômico. Vimos o retorno dos peronistas na Argentina; uma virada para a direita no Brasil; protestos políticos na Bolívia, Colômbia e Chile; e a continuação de mais de uma década de deterioração política e econômica na Venezuela. As causas são inúmeras – corrupção, desigualdade de renda, má administração econômica e, mais recentemente, o impacto de pandemias e dos baixos preços do petróleo. No entanto, a região é um mercado importante e continuará a atrair capital de longo prazo, com os projetos de energia renovável tornando-se um foco cada vez mais importante e crítico para a sustentabilidade.

Apesar de um cenário em constante mutação e desacelerações periódicas na economia global, os projetos de energia renovável que podem reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa avançarão no longo prazo. O mundo precisará continuar se concentrando na sustentabilidade e no financiamento das mudanças climáticas. As oportunidades para projetos são onipresentes, mas muitas vezes é necessário um catalisador para mobilizar os recursos necessários – especialmente em mercados emergentes e em desenvolvimento.

Seguro de risco político, seguro de crédito e títulos podem ser este catalisador para o financiamento climático. O desenvolvimento e a construção de fontes de energia renováveis, como solar, eólica e hídrica, apresentam muitos riscos para os investidores, e os riscos concomitantes de financiamento em países emergentes e em desenvolvimento são formidáveis. As ferramentas de mitigação de risco, como seguro de risco político, seguro de crédito e títulos, são flexíveis e podem ser adaptadas para atender a muitas das necessidades de gerenciamento de risco de bancos, fundos de investimento, instituições financeiras de desenvolvimento, agências de crédito à exportação e empresas multinacionais no financiamento de energias renováveis.

Como esses riscos podem afetar um projeto de energia renovável? Durante a fase de planejamento, desenvolvimento ou entrega de um parque de turbinas eólicas, por exemplo, o país anfitrião pode substituir seu governo, alterar seus planos para esse desenvolvimento específico ou mudanças econômicas podem impedir que uma empresa pública de energia elétrica cumpra seu contrato de compra de energia no nível tarifário acordado. Essas ações podem levar à frustração contratual, paralisações, protestos violentos que danificam instalações e muito mais – cortando o retorno esperado para os investidores do projeto.

O risco político e o seguro de crédito podem responder a muitas dessas situações que resultam em perdas que impedem os projetos de alcançar seus planos. Esses tipos de cobertura excluem certos riscos, no entanto. Especificamente, regulamentações e ações governamentais de natureza geral, geralmente são excluídas da cobertura de seguro contra riscos políticos, mas atos seletivos ou discriminatórios seriam cobertos.

Daqui a dez anos é o prazo para os países cumprirem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e, de acordo com o Instituto Internacional de Finanças, os mercados emergentes precisarão de trilhões de dólares em investimentos adicionais para fechar suas lacunas dos ODS. Com altos níveis de dívida pública, o financiamento não endividado, como o investimento direto estrangeiro e o financiamento de ações, será uma fonte importante para o cumprimento dos ODS.

Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Clima COP25, em dezembro de 2019, a Organização Latino-Americana de Energia anunciou uma meta de energia renovável de 70% da capacidade elétrica da região até 2030. A Colômbia, que pressionou a meta, propôs como meta nacional que 74% da geração de energia da rede colombiana seja proveniente de fontes renováveis, incluindo fontes renováveis ​​não convencionais, como biocombustíveis. Além da Colômbia, outras nações latino-americanas que aderiram à meta regional são: Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Paraguai e Peru. No final do ano passado, Panamá e Brasil ainda consideravam sua participação.

De acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável, uma organização intergovernamental que promove ações de energias renováveis ​​em todo o mundo, vários dos maiores países da América Latina já estão gerando quantidades significativas de eletricidade por meio de várias fontes renováveis. Brasil, Chile e México, por exemplo, em 2017 geraram juntos mais de 500.000 gigawatts-hora de fontes renováveis, incluindo energia hidrelétrica, energia eólica onshore, biocombustíveis sólidos, solar e geotérmica.

Aproveitar esse momento na geração de energia renovável e cumprir as metas da região exigirá investimentos adicionais substanciais em projetos de energia. Para manter o fluxo de capital em projetos de energia renovável, as partes interessadas precisarão mitigar seus riscos. O risco político e o seguro de crédito podem atenuar muitos desses riscos.

Sobre o autor

Stuart Barrowcliff é vice-presidente e subscritor sênior de risco político global, crédito e seguro de títulos da AXA XL. Ele ingressou na XL Catlin, agora parte da AXA, em 2011. Sua experiência profissional inclui várias funções executivas em outras organizações de seguros e instituições financeiras globais. Possui mestrado em economia internacional e estudos latino-americanos.

Artigo escrito com exclusividade para o blog Sonho Seguro.

Too Seguros escolhe CDS como registradora do SRO

open banking seguro

i4PRO viabilizou a plataforma de registro que valida as informações extraídas do sistema operacional

A Too Seguros, que tem como acionistas BTG Pactual e CAIXA, escolheu a CSD como registradora para o sistema de registro de operações (SRO) Release conta que foi desenvolvida uma plataforma de registro que valida as informações extraídas do sistema operacional i4PRO. Ela concilia os dados entre essa plataforma e a registradora, e permite o gerenciamento das operações, com um dashboard que exibe o volume de apólices emitidas, LMG médio, prêmios pagos e entre outros. “Criamos um sistema de gestão de dados que valida as informações extraídas do I4PRO para que cheguem até a CSD, a registradora escolhida, sem divergências!” explica Roberto Ferraz, Superintendente de Operações da Too. A Too Seguros também é a parceria da insurtech Pier, que participa do sandbox regulatório da Susep.

Angela Assis assume comando da BrasilPrev

Brasilprev, Ângela Beatriz de Assis.

Ela estará à frente de uma empresa com mais de R$ 300 bilhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 3,5 bilhões

A diretora comercial e de marketing da Brasilprev, Ângela Assis, foi escolhida como presidente da companhia. Será a primeira mulher no cargo na história da empresa, fundada em 1993, e que concentra os negócios de previdência privada do Banco do Brasil. A nomeação de Assis ao posto mais alto da Brasilprev está em linha com a promessa do novo presidente do BB, André Brandão, de valorizar a diversidade e a equidade de gênero na instituição. Ela estará à frente de uma empresa com mais de R$ 300 bilhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 3,5 bilhões, informa a Agência Estado.