Série: O que esperar de 2021 – Marcos Couto, CEO da Alper Consultoria em Seguros

marcos couto alper

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Marcos Couto, CEO da Alper Consultoria em Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Falar de 2021 é quase que precoce, apesar de estar tão próximo.  Mas, tentar acertar quais os desdobramentos e impactos é difícil, é natural que queremos que as coisas melhorem, as vacinas avancem, que a contaminação esteja sob controle, que as pessoas voltem às suas rotinas, seus negócios, mas o cenário ainda é bastante incerto. Eu sou otimista, e espero um 2021 mais positivo. 

Acredito, que o que possa garantir um ano menos tumultuado, é se manter alerta, atento, na vanguarda, querendo entender que não estamos no controle. Este ano mostrou bem que não estamos no controle, que precisamos ir nos adequando um dia de cada vez. 

Mesmo diante de todas as incertezas, nós buscamos continuar preparando a empresa para todos os tipos de desafios. Uma das estratégias foi o forte investimento em soluções digitais. Este ano mostrou que cada vez mais a transformação digital veio para ficar e quem não estiver preparado para esse mudança pode perder a oportunidade de crescer. Continuamos com uma cultura muito forte de cuidar de patrimônios e pessoas, investindo e focando nisso diariamente, com disciplina e determinação.  

Como descreve o ano de 2020?

Como um ano extremamente desafiador. Logo no começo fomos surpreendidos por uma pandemia global sem precedentes. Todos os planejamentos previstos por empresas e pessoas tiveram que ser repensados e, se por um lado trouxe um certo temor, por outro, também foi um ano de se reinventar. 

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Como todas as empresas, fomos surpreendidos e tivemos que rever nossa estratégia. Mas, somos uma corretora diversificada, com atuação em diversos segmentos e com produtos próprios, isso foi um importante diferencial neste momento. Enquanto alguns apresentaram maior dificuldade de recuperação, outros tiveram uma performance surpreendente e, com isso, conseguimos mitigar alguns impactos. 

Por exemplo, no segmento de saúde nos fomos pioneiros com o lançamento da plataforma própria de healthtech Dr. Alper, com telemedicina. Lançamos o produto no início do ano e ele teve um crescimento exponencial em razão da pandemia. Ao longo do ano, disponibilizamos outras soluções na plataforma, como atendimento psicológico, gestão de saúde e outros features. Tivemos a sensibilidade de disponibilizar esse serviço para toda a nossa base de clientes, independente do plano de saúde, nosso objetivo foi ajudar as pessoas a passar por esse momento difícil. 

Quais as áreas mais afetadas?

Buscamos identificar quais áreas poderiam ser mais afetadas, ser ágil e transparente nas medidas para reduzir os impactos, sempre buscando manter a qualidade dos serviços prestados. Mesmo assim, destacamos três áreas que tiveram maior dificuldade ao longo do ano, por fatores externos.

  • Seguros de fiança locatícia – devido a queda de renda, muitos locatários entraram em negociações com o proprietário que acabaram abrindo mão dessa garantia para manter o imóvel alugado. 
  • Seguros massificados – pela característica de distribuição pelo canal do varejo – foram duramente impactados, uma vez que a grande maioria das lojas permaneceu quase que completamente fechadas. Seguro Auto Individual/ pessoa física – com a queda na venda de veículos e o menor uso de aplicativo de transportes esses produtos foram diretamente afetados. 

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

Assim como a maioria das empresas, tivemos que repensar o nosso modelo de atendimento que era 100% presencial. Com isso, fizemos uma revisão completa da política de trabalho do nosso time e implementamos sistemas para garantir o contato com o cliente de forma estruturada. A nossa área de relacionamento ficou ainda mais perto de cada cliente, mesmo que de modo virtual, para entender as suas necessidades e, assim, desenvolver  soluções adequadas a cada problema. Por exemplo, o seguro cyber passou a ser uma realidade para todas as empresas. O trabalho home office mostrou o quanto as empresas estavam expostas a riscos e, neste sentido, a nossa equipe ajudou os clientes a identificarem seus pontos fracos e a contratarem o produto mais adequado a sua necessidade. Acredito que a maior mudança é que  o relacionamento ficou mais próximo, passamos a desenvolver produtos e serviços conforme a demanda. 

O atendimento a pessoa física também mudou, tornou-se ainda mais humano. As pessoas não querem só falar com os robôs, elas precisam de uma voz amiga e, neste sentido, mais uma vez o Dr. Alper fez uma grande diferença. 

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MDS Brasil contrata Ricardo Nogueira como diretor de varejo

ricardo mds brasil

“Assumo com a missão de gerenciar uma equipe altamente profissional e, juntamente com eles, pensar e planejar estratégias de vendas para melhorar ainda mais os indicadores de desempenho”

A MDS Brasil anuncia a contratação de um novo diretor para a área de Retail. Ricardo Nogueira dos Santos assume a diretoria de Varejo. Ricardo está no mercado segurador desde 1994, fez parte do quadro das principais seguradoras do mercado nacional e tem amplo conhecimento e experiência em diferentes áreas técnicas e de negócios. Possui expertise em produtos de seguros para corretores, canais estratégicos e bancos (bancassurance).

O executivo será responsável por atividades diretamente relacionadas à Gestão e Desenvolvimento de Produtos e Serviços, Planejamento Estratégico, Planejamento Comercial e projetos com foco em inovação de negócios de seguros, gerenciamento e formação de equipes de alta performance.  

Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink, destaca que o novo membro do time vem para somar nas estratégias da companhia. “Ricardo é um executivo já consolidado no mercado e sua chegada reforça nosso foco em Varejo, que é parte da nossa estratégia de negócio de médio e longo prazo”, afirma.  

A companhia, em consequência do seu crescimento e de forma a se preparar para o futuro, tem investido em uma estrutura robusta. “Trabalhamos cada vez mais a fim de consolidar um time preparado para um futuro ainda mais promissor na companhia, e o Ricardo, com certeza, terá uma ótima performance e comprometimento com todo corpo executivo. Desejo muito sucesso nesta nova função”, declara Thomaz Tescaro, Vice-presidente de Retail & Affinity da MDS Brasil. 

“Assumo com a missão de gerenciar uma equipe altamente profissional e, juntamente com eles, pensar e planejar estratégias de vendas para melhorar ainda mais os indicadores de desempenho. Com a experiência adquirida ao longo dos anos e com um time completo, iremos diversificar ainda mais as soluções para clientes”, afirma Ricardo. 

AXA XL finaliza a incorporação da XL Seguros pela AXA Corporate Solutions no Brasil

AXA

Fonte: AXA XL

A AXA XL anunciou hoje que a incorporação da XL Seguros Brasil S.A. (XL Seguros) pela AXA Corporate Solutions Seguros S.A. (ACS) foi concluída com sucesso no Brasil. A união das entidades legais, que ainda está pendente de aprovação final do regulador local, incorpora a XL Seguros. 

Desta forma, a ACS assume todas as obrigações da XL Seguros. A decisão de unificar as duas entidades foi tomada devido à aquisição do Grupo XL pela AXA, que foi concluída em setembro de 2018. 

Comentando o anúncio, o CEO do Brasil, Renato Rodrigues, disse: “Nós estamos extremamente satisfeitos por completar esse processo. Consolidar nossas entidades legais da AXA XL nos permite otimizar nossos processos para o benefício de nossos clientes e corretores.” 

Todos os contatos existentes com a XL Seguros permanecerão os mesmos, assim como todos os contatos locais, que continuarão com a parceria com clientes e corretores, para melhor servir as necessidades de gerenciamento de riscos. 

AIG Seguros é um dos Lugares Incríveis para Trabalhar em 2020, segundo pesquisa da FIA/UOL

fabio oliveira aig

Premiação reconhece a seguradora pelas práticas que adota e qualidade no ambiente de trabalho 

Fonte: AIG

A AIG Seguros é uma das empresas reconhecidas com o Prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar, iniciativa inédita da FIA Employee Experience (FEEx) em parceria com o UOL. A premiação, lançada neste ano, visa destacar as empresas brasileiras com os mais altos níveis de satisfação entre os seus colaboradores, avaliando o ambiente de trabalho, a cultura organizacional, a atuação da liderança e a satisfação com os serviços e benefícios pela área de RH. 

“A conquista desse prêmio demonstra que nossos esforços em responder às expectativas de nossos colaboradores e o grau de engajamento obtido valem a pena. Ser um dos lugares incríveis para trabalhar mostra o esforço dos gestores e colaboradores da AIG em construir um ambiente de trabalho colaborativo e empático, que favorece a construção de equipes mais unidas, e um espaço propício à inovação e uma empresa mais produtiva, independente de estarmos todos juntos no escritório, ou distantes fisicamente, como ocorreu neste ano. Sinto enorme orgulho em fazer parte deste time”, diz Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG no Brasil. 

Além de ser um dos Lugares Incríveis para Trabalhar, a AIG também recebeu da FIA o Certificado de Qualidade do Ambiente de Trabalho, a partir das informações compartilhadas sobre as iniciativas e políticas realizadas em prol do desenvolvimento dos colaboradores. A AIG tem feito uma série de ações voltadas à união da equipe, fortalecimento de uma cultura corporativa inclusiva, transparência nas informações e estratégias do negócio, além da mudança no ambiente físico de trabalho, em novembro de 2019, com a inauguração do Espaço Colaborativo AIG, a nova sede da seguradora em São Paulo (SP), com um ambiente ainda mais aberto, com o objetivo de fomentar a integração entre as pessoas e ampliar a atração e retenção de talentos. 

“A inauguração do Espaço Colaborativo AIG foi importante para concretizarmos a cultura de colaboração e confiança, contribuindo para um ambiente positivo. Essas atitudes continuaram presentes mesmo enquanto trabalhamos de casa. Este ano, diante das circunstâncias adversas e distanciamento, implementamos novas atividades que visam reduzir a distância entre as pessoas e estimular novas experiências para que todos possamos estar mais confortáveis e seguros na realidade atual”, conta Thaisa Oliveira, Superintendente de RH da AIG. 

Entre as iniciativas internas da AIG que contribuíram para o reconhecimento da FIA, destacam-se os constantes programas de desenvolvimento profissional abertos aos colaboradores, de treinamentos técnicos ao vivo, trocas de experiência sobre habilidades interpessoais, comunicação aberta e gestão de tempo, à continuidade dos intercâmbios internacionais com outras operações da AIG no mundo – ainda que as viagens tenham sido adiadas por enquanto. Outro pilar importante de engajamento interno é o incentivo da AIG ao voluntariado em prol da educação, aproximando a equipe de jovens para compartilhar conhecimento e valores essenciais, como o respeito à diversidade e inclusão. 

“Também nos preocupamos em inserir os novos colaboradores nesta realidade. Ao longo deste ano mantivemos a contratação de talentos, muitos deles que só conhecem seus times e a liderança pelas reuniões virtuais. Ficamos muito felizes quando ouvimos desses novos colegas que se sentiram acolhidos e integrados à nossa cultura. Eu mesma sou um exemplo, pois comecei na AIG em agosto e desde que cheguei pude vivenciar e contribuir com diferentes ideias e atividades”, completa Thaisa. 

E essa integração online exige criatividade. Para manter os colaboradores unidos foi realizado uma série de encontros virtuais com a participação de 100% da empresa. “Sentimos falta da interação e das trocas. Por isso, mensalmente promovemos encontros em que todos podem se atualizar sobre o andamento da nossa operação. Reservamos sempre um espaço para que diferentes colegas possam compartilhar suas experiências, além de promover bate-papos em pequenos grupos para pensarmos nossa realidade e atitudes”, explicou a executiva. 

Neste segundo semestre, a AIG lançou a iniciativa interna AIG Grandes Talentos, atividade de interação em que os colaboradores são convidados a compartilhar algum hobby artístico (canto, dança, instrumentos musicais, artes cênicas/visuais) em uma competição interna por categoria. “Essas iniciativas tem o objetivo de construir uma AIG cada vez mais colaborativa e diversa, com um ambiente onde todos podem ser quem são”, completa o CEO. 

Diversidade e Inclusão: valores essenciais na AIG 

As práticas de diversidade e inclusão estão entre os valores e grande bandeira da cultura organizacional da AIG. Com mais de 140 grupos de afinidade espalhados por 54 países em todo o mundo, a seguradora tem um posicionamento firme e histórico na defesa da diversidade, há mais de 15 anos fomentando discussões sobre inclusão e representatividade, inclusive por meio da liderança global. 

“Localmente, temos trabalhado em diferentes iniciativas focadas na conscientização e inclusão. Com o apoio de parceiros especializados, promovemos cursos sobre vieses inconscientes a 100% dos nossos funcionários, e, mais recentemente, nossa liderança participou de capacitação sobre microagressões no mercado de trabalho e treinamento sobre contratações sem vieses”, conta o CEO. “Além de não admitir qualquer tipo de discriminação, estamos engajados em promover um ambiente onde todos possam crescer e desenvolver seu potencial”, completa o executivo. 

Os grupos de diversidade no Brasil complementam os esforços de Recursos Humanos para consolidar o clima organizacional positivo. Discussões sobre como conciliar trabalho e cuidados dos filhos, parentalidade ativa, papéis igualitários entre homens e mulheres na sociedade, conscientização racial e atitudes antirracistas, direitos civis homoafetivos, combate à violência contra grupos minoritários foram alguns dos temas promovidos pelos próprios voluntários AIG, com o apoio de especialistas convidados. Outras atividades incluem o programa de mentoria para mulheres líderes, programa de estágio e desenvolvimento de carreira para jovens negros e diferentes canais abertos para acolher denúncias ou trocas de opiniões. 

Seguros SURA lança livro de megatendências

seguros sura

Além das sete megatendências globais, a companhia oferece conhecimentos que podem ser aplicados em momentos de incerteza – como o que estamos vivendo na atual pandemia – diante de fenômenos climáticos, tecnológicos, sociais, entre outros

Fonte: Seguros Sura

Para entender o impacto que a transformação tecnológica, as mudanças no meio ambiente e os fenômenos sociais têm sobre as empresas e as pessoas, a Seguros SURA disponibilizou em seu portal, gratuitamente, algumas iniciativas que fazem parte da sua estratégia de conhecimento especializado como gestora de tendências e riscos: Observatório de Tendências, Livro de Megatendências e Revista Geociências, além de conteúdos para análise do mercado regulatório e político da América Latina. 

A estratégia de conhecimento da companhia tem como objetivo capacitar os empresários para que eles possam tomar decisões e prever riscos emergentes e estratégicos que podem comprometer a continuidade das empresas. Dessa forma, os líderes das empresas são capazes de identificar fenômenos climáticos ou sociais que podem afetar o suprimento de matéria-prima e impedir que seus produtos ou serviços sejam fornecidos adequadamente, permitindo que eles possam não só superar desafios logísticos e adaptativos, mas também atender às necessidades dos clientes e ser sustentáveis. 

“Como gestores de tendências e riscos, reconhecemos a importância de nos antecipar aos fenômenos da natureza, à revolução tecnológica e às transformações da dinâmica social, já que isso impacta diretamente na competitividade empresarial. Por isso, o conhecimento é essencial para identificarmos oportunidades de adaptação em diversos cenários”, diz Gabriel Bugallo, VP de Seguros da SURA Brasil. 

Essa iniciativa surge em um contexto da pandemia, que não gera apenas mudanças constantes, mas também impacta diretamente as empresas, especialmente as MPMEs (Micro, Pequenas e Médias Empresas). Um exemplo disso é que 80% das PMEs latino-americanas não passam dos três primeiros anos de existência, segundo a Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL). Isso acontece por motivos como a falta de adaptabilidade e uma leitura insuficiente do entorno em que o negócio está sendo desenvolvido. 

Para responder a esse contexto de mudança, o novo livro da Seguros SURA analisa a inter-relação entre sociedade, meio ambiente e tecnologia, da qual emergem sete megatendências globais: globalização, urbanização e mobilidade, transferência dos eixos de poder, hiperconectividade, variabilidade e mudanças climáticas, escassez de recursos e mudanças demográficas. 

Por outro lado, o Observatório SURA analisa o entorno a partir de seis capacidades centrais para o desenvolvimento social: mobilidade, saúde, competitividade empresarial, autonomia, habitat e conectividade. Por meio da ferramenta, a companhia também disponibiliza conteúdos atualizados para os empresários, principalmente sobre aspectos relacionados a essas capacidades e que podem gerar mudanças nos consumidores, na sociedade e nos países. 

Outro material que reúne pesquisas e estudos desenvolvidos com base nos nove países onde a Seguros SURA tem presença é a Revista SURA Geociências. Focada em temas relacionados aos fenômenos naturais e seus impactos nos negócios, a revista pode ser encontrada na versão em espanhol. Com esse conhecimento, as empresas podem prever riscos e/ou aproveitar oportunidades estratégicas, com base na análise geográfica de suas operações e toda sua rede logística, bem como de fornecedores nacionais e internacionais, clientes atuais e potenciais e demais atores de sua cadeia de valor. 

Todos os conteúdos podem ser encontrados em segurossura.com /br/blog, além de conclusões e conteúdo baseado na análise dos cenários por especialistas da Suramericana (Seguros SURA), como geólogos, antropólogos e sociólogos, que enriquecem cada vez mais os conteúdos do Observatório, Megatendências e Geociências SURA. 

“A Seguros SURA acredita que o conhecimento é vital para promover a competitividade das empresas e o bem-estar das pessoas, principalmente porque os desafios do mundo atual são muito diferentes dos que elas enfrentaram no passado. Por isso, é fundamental que tenhamos uma visão ampla do entorno, agindo como facilitadores para que as empresas e as pessoas tenham sempre o melhor desempenho”, afirma Gabriel Bugallo “Nosso modelo de gestão de tendências e riscos conta com dados e informações relevantes para que os empresários possam enfrentar todos os seus desafios, inclusive este que estamos vivendo com a pandemia”, finaliza. 

De olho em aportes de fim de ano, MAG Seguros lança novos planos de previdência

MAG Seguros

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, companhia especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos e reconhecida como precursora da previdência no país, acaba de lançar novos planos PGBL e VGBL. As soluções desenvolvidas unem uma das menores taxa de administração, que é a partir de 0,25% ao ano, com valores de contribuições a partir de R$ 100 mensais ou aporte de R$ 1000. Os novos planos também garantem isenção de taxa de carregamento, tanto de entrada quanto de saída e estão disponíveis para contratação 100% digital. Esta condição está disponível para clientes de seguro da companhia e a expectativa é de captar, pelo menos, R$ 20 milhões no primeiro ano.
 

“Com este novo plano a MAG Seguros proporciona para as pessoas o acesso a uma das melhores previdências privadas do país. Não é lançar um plano apenas com uma das menores taxas de administração para grandes investidores, mas permitir que cada vez mais pessoas possam planejar a sua aposentadoria”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos da MAG Seguros.
 

Nubank faz parceria com Chubb para seguro de vida

antonio trindade chubb

Banco digital amplia portfólio de produtos e reinventa seguro de vida com preços mais acessíveis e experiência 100% digital

O Nubank passa a oferecer seguro de vida em seu aplicativo. O Nubank Vida marca a entrada da empresa no setor brasileiro de seguros, e acelera a ampliação de seu portfólio de produtos.”O custo e a complexidade das opções existentes no mercado tornam o seguro de vida um sonho distante para a maioria dos brasileiros. Assim como já fizemos ao ajudar a criar uma nova geração de serviços financeiros na América Latina, damos o primeiro passo para democratizar o acesso a esse setor com um produto prático e totalmente adaptável às necessidades de cada um”, afirma David Vélez, fundador e CEO do Nubank.

“O Nubank Vida é um produto prático e 100% personalizável. Abandonamos os pacotes pré-definidos e a linguagem técnica e cheia de asteriscos dos contratos convencionais que só encarecem e dificultam o processo. O cliente terá autonomia para escolher e só pagar o que realmente valoriza e utiliza.”

A seguradora responsável pelo Nubank Vida é a Chubb, a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, com presença em mais de 54 países e territórios. A nova solução utiliza como base as capacidades de integração do Chubb Studio, a plataforma digital global recém-lançada pela seguradora.

“Estamos felizes em participar da reinvenção que o Nubank está propondo para o setor de serviços financeiros no país”, diz Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil. “Termos sido escolhidos para apoiar a entrada do Nubank no setor de seguros, além de nos dar um enorme orgulho, demonstra o acerto da nossa estratégia digital e a qualidade da nossa equipe. Juntos, entregamos uma solução de seguros sob medida, totalmente alinhada ao foco ímpar do Nubank em oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes”.

O lançamento do Nubank Vida acontece em um ano marcado pela forte aceleração das plataformas digitais e pelo intenso crescimento do Nubank, que hoje soma mais de 30 milhões de clientes no Brasil. Em 2020, a empresa estreou no setor de investimentos com a compra da Easynvest e adquiriu as empresas Plataformatec e Cognitect, em busca de talentos na área de engenharia de software. Ainda, reforçou sua presença internacional com os primeiros cartões de crédito no México e a chegada à Colômbia em setembro.

Reinventando o seguro

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Chubb and Nubank News Release

O movimento do Nubank no setor de seguros acompanha uma demanda encontrada na sua própria base de usuários. Em levantamento realizado pelo banco digital, apenas 20% de seus clientes afirmam ter um seguro de vida ativo.

Mais de 70% dos clientes do Nubank, no entanto, demonstraram interesse em ter acesso ao serviço. O custo, a complexidade e a falta de entendimento sobre os reais benefícios trazidos pelas opções existentes atualmente foram os principais motivos apontados pelos que se mantêm fora do mercado segurador.

O Nubank Vida chega para ser a evolução das tradicionais opções disponíveis no mercado e reúne simplicidade e preços acessíveis ao permitir que o cliente escolha a proteção e as coberturas adequadas ao seu momento de vida. Isso reduz o preço médio inicial, que será de R$ 9, sem reajuste por idade durante cinco anos.

O gerenciamento do seguro será 100% digital e todo o processo de contratação, incluindo a simulação e confirmação do serviço, leva menos de um minuto diretamente no aplicativo do Nubank. Com a proposta de democratizar o seguro de vida, todas as profissões de risco, muitas vezes rejeitadas devido à alta periculosidade da ocupação, serão contempladas. O seguro também cobre pandemias como Covid-19 e doenças geralmente excluídas, como diabetes.

“As pessoas têm receio de que, quando mais precisarem, terão barreiras para acionar o seguro. É essa experiência dolorosa no momento em que elas mais precisam que iremos combater com agilidade no pagamento de indenizações e com a excelência do atendimento Nubank”, conclui Vélez.

Para garantir esta agilidade, além do acesso diretamente por meio do aplicativo e do atendimento 24 horas do Nubank, a Chubb estruturou uma equipe de sinistros dedicada e revisou seus fluxos e processos, com base em modelos de notificação simplificados e respostas imediatas. Em alguns casos, classificados como simples e urgentes, o pagamento pode ser feito em poucas horas.

O novo seguro de vida será disponibilizado gradualmente para toda a base de usuários. Para os clientes que desejarem ter acesso ao produto em primeira mão, o Nubank liberou a opção de inscrição em uma lista de interesse.

It´sSeg compra B2P e passa a atuar em gestão de afastados

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Com a décima primeira aquisição, companhia amplia o leque de serviços para os clientes. Um dos focos é fazer gestão do fator previdenciário, tributo que incide sobre a folha de pagamentos por ocorrências de afastamento laboral

A It´sSeg comprou a B2P, empresa especializada em gestão de afastados, um nicho de mercado que ganha cada vez mais relevância no país. A B2P, que tem 15 anos de mercado, tem foco no acompanhamento e gestão de funcionários afastados por razões médicas. A companhia atende atualmente 22 clientes que empregam 400 mil colaboradores. Só este ano, a empresa fez a gestão de 12 mil afastados para as empresas atendidas. 

O portfólio de serviços da nova empresa do grupo It´sSeg inclui a gestão de informações dos afastados, o acompanhamento dos funcionários nestas condições (burocracia, perícia, tratamento e preparação para o retorno) e também oferta pacotes de ginástica laboral, já que um dos fatores mais recorrentes para afastamento são os problemas musculares decorrentes de má postura no trabalho. 

Um dos focos de atuação da B2P é mitigar os custos com fator previdenciário das empresas. O tributo incide sobre a folha de pagamentos das empresas de acordo com frequência de afastamento e a severidade dos casos. 

“Com nosso sistema de informações, as empresas conseguem identificar rapidamente os casos de afastamento e fazer intervenções para reduzir o número de ocorrências, reduzindo o custo do fator previdenciário”, diz Oswaldo Merbach, sócio da B2P. Só em 2019, a empresa ajudou os clientes a economizarem R﹩ 36 milhões em custos com o fator previdenciário. 

Essa é primeira aquisição da It´sSeg fora do universo de corretoras de seguros e benefícios. As 10 aquisições anteriores envolveram corretoras Gebram, Torres Benefícios, Raduan, Você Clube, Barela Seguros, PMR Seguros, MBS e LP Corretora e Bergus, esta última com sede no Paraná e presença na região sul e com forte atuação em seguros agrícolas. 

A última aquisição foi anunciada em outubro com a compra da Victory, uma das últimas grandes consultorias independentes de gestão de planos de saúde e seguros de benefícios no país, com 200 clientes , 350 mil vidas sob gestão e R﹩ 300 milhões em prêmios ao ano. 

Atualmente, a It´sSeg administra uma carteira de mais de 1000 grandes empresas e 1,2 milhão de vidas, conjunto que deve movimentar este ano R﹩ 2,3 bilhões em prêmios de seguros. 

“Estamos cumprindo nossa estratégia de ser a principal consolidadora do mercado de gestão de benefícios no país”, diz Thomas Menezes. “Com a aquisição da B2P, ampliamos o leque de soluções e passamos a entregar um serviço estratégico para os nossos clientes que nenhuma outra corretora do país oferece”, diz Thomaz Menezes, CEO e sócio fundador da It´sSeg. 

Valor: Liberty leva prêmio por gestão de RH

Carlos Magnarelli liberty Seguros

Companhia foi eleita a empresa campeã da pesquisa “Valor Carreira”, que premia as organizações com as melhores práticas de gestão de pessoas do país

Fonte: Valor Econômico

O consumidor está mais exigente, quer respostas rápidas e produtos mais digitais e simples. Ao mesmo tempo, a tecnologia avança em um ritmo acelerado e demanda projetos ágeis, com entregas em ciclos curtos. Esse novo cenário se reflete em um ambiente de trabalho com mais autonomia para os funcionários. O recado é claro: não dá para fazer gestão de pessoas como antigamente, enfatiza Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros Brasil – um argentino que está no Brasil há 20 anos, 19 deles na seguradora, primeiro como CFO e desde 2015 como presidente.

A Liberty foi eleita a empresa campeã da pesquisa “Valor Carreira”, que premia as organizações com as melhores práticas de gestão de pessoas do país, realizada pelo Valor e pela consultoria Mercer. A seguradora recebeu o título em evento realizado on-line ontem, onde foram anunciadas as 35 empresas destacadas na pesquisa, que chega à 18ª edição. Os perfis das vencedoras estão reunidos em um tablóide especial que circula com a edição de hoje do jornal e que também pode ser conferidos no site do Valor.

Um dos motivos que levou a Liberty ao pódio foi que, em um contexto de transformações aceleradas, os 2.700 funcionários da seguradora foram estimulados a inovar constantemente, seja por meio de pequenas melhorias em processos, seja pelo desenvolvimento de novos produtos e serviços. “Precisamos de pessoas que pensam em inovação, que sejam ágeis e resilientes, porque tudo muda cada vez mais rápido”, diz Magnarelli. Há alguns anos, a seguradora adota metodologias ágeis, com um conjunto de práticas e ferramentas. O sistema, chamado Liberty Management System (LMS), bebe da fonte dos principais métodos e técnicas de gestão de negócios, como design thinking e filosofia Lean.

O executivo cita um dos principais projetos que contribui para o fomento à inovação. Chamado Programa 3A, ele trabalha a aceleração em três frentes: pessoas, projetos e ideias. Em ‘pessoas’, uma das ações é incentivar os profissionais a fazer melhorias no dia a dia. A cada três meses, a companhia premia as três melhores ideias, que são apresentados ao comitê executivo. Por ano, são cerca de 4.000 melhorias apresentadas pelos funcionários, geralmente pequenas mudanças no modo de trabalhar e processos do dia a dia. “As pessoas precisam se sentir motivadas e se engajar com a companhia. Não dá mais para ir ao trabalho e fazer 500 vezes a mesma coisa.”

Em outra frente, a seguradora abre espaço para os colaboradores apresentarem ideias “mais parrudas” sobre o desenvolvimento de novos produtos, novas coberturas e mudanças na experiência do cliente ou na venda feita pelo corretor. Em grupos, os funcionários de diferentes áreas se juntam para propor ideias. Na última edição da iniciativa, mais de 40% dos colaboradores apresentaram projetos, conta Magnarelli. “Esses projetos passam por uma triagem e elegemos os melhores. O ganhador deste ano será premiado com uma viagem para a matriz, em Boston, quando a pandemia passar. E, claro, a ideia será acelerada.”

Um dos frutos dessa iniciativa foi o “Meu Momento de Vida”, plataforma digital que permite a contratação 100% on-line de seguro de vida. A ferramenta, lançada em outubro, foi cocriada com os corretores parceiros da companhia que integram o conselho de corretores. O produto comercializado é um seguro de vida, com capital mínimo de R$ 10 mil e máximo de R$ 2,5 milhões, com coberturas para morte, invalidez por acidente, doenças graves e assistência funeral. Para indicar o capital necessário, a plataforma possui uma ferramenta de recomendação, baseada em três variáveis: educação dos filhos, reposição de renda e patrimônio atual. “O cliente pode navegar de forma fácil e calcular a apólice, mas também pode pedir apoio do corretor”, diz Magnarelli.

Com todos os funcionários trabalhando de forma remota desde março, e sem previsão de retorno ao escritório, a Liberty já tinha como prática oferecer a possibilidade do home office, de uma a duas vezes por semana. “Trabalhamos em home office desde 2014. Já tínhamos agilidade para trabalhar nesse formato”, diz. Mas ele próprio precisou se adaptar ao novo modelo. Acostumado com a presença física e o contato, o executivo admite que não foi uma mudança fácil, mas reconhece que o momento é de cuidar das pessoas.

Para ajudar os funcionários nessa transição do escritório para o home office, a companhia estruturou o que chamou de “escritório digital”, com dicas de cuidados com a saúde física e mental, mas também recomendações para o dia a dia. Por exemplo, em vez de fazer reuniões de uma hora, a sugestão é marcar conversas de 50 minutos, reservando dez minuto de intervalo. “Se queremos cuidar das pessoas, precisamos cuidar desses detalhes”, diz o executivo.

A pandemia também exigiu esforços de atendimento aos segurados e corretores. Com o seguro de automóvel como principal linha de negócio, a Liberty notou uma redução dos sinistros porque a circulação de veículos diminuiu nas ruas, de maneira geral. “Isso fez com que a rentabilidade aumentasse. E com isso, conseguimos repassar esse ganho para os clientes, com diminuição de preços para quem renovou a apólice”, explica. A seguradora também estendeu o prazo de pagamento do seguro e adiantou as comissões dos corretores. “Fomos ágeis em adaptar as entregas à nova realidade”.

O executivo diz que um dos nortes do negócio é funcionar como uma companhia enxuta, com despesas baixas. “Isso traz um benefício fantástico, porque conseguimos ter preços menores. E gera crescimento e melhor resultado”, aponta. Em um ano desafiador para o setor de seguros, a Liberty cresceu 10,6% de janeiro a setembro, com arrecadação de prêmios de R$ 2,97 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No mesmo período, o mercado segurador recuou 0,2%.

Em seguro auto – que representa 77% das operações da seguradora – a alta foi de 7,6% nos nove primeiros meses de 2020, ao passo que o mercado como um todo caiu 4,1%. “Começamos o ano em sétimo lugar no ranking de auto, e agora estamos em quinto”. No seguro residencial, a companhia apurou um crescimento de 47% de janeiro a setembro. “As pessoas estão em casa, perceberam que precisam de seguro”, afirma. Já o seguro patrimonial, voltado para pequenas e médias empresas, sofreu com o fechamento de negócios.

Para o executivo, o balanço do ano é positivo. Ele evita traçar perspectivas para 2021, mas acredita que será mais um ano desafiador, principalmente enquanto não houver uma vacina contra a covid-19. Dentro de casa, o plano é manter a cultura da organização, com foco no bem-estar dos funcionários. “Nossa principal função é desenvolver as pessoas. E como consequência disso, vem o restante”.

No mercado de seguros, os clientes e corretores vão preferir cada vez mais trabalhar de forma digital, o que exigirá constante investimento em inovação e tecnologias como inteligência artificial (IA) e machine learning. “Nossos investimentos em tecnologia são quatro vezes superiores ao que investíamos cinco anos atrás. E vamos continuar porque uma companhia de seguros no futuro será de tecnologia.”

Munich Re espera voltar ao lucro pré pandemia em 2021

Christoph Jurecka Munich Re

No próximo ano, planejamos – apesar das perdas adicionais antecipadas da COVID-19 – atingir a meta de lucro de € 2,8 bilhões, conforme previsto antes da pandemia

A Munich Re espera retornar aos níveis pré-pandêmicos de lucro anual de € 2,8 bilhões (US$ 3,35 bilhões) em 2021, após uma queda para € 1,2 bilhão em 2020, disse a resseguradora na terça-feira, enviando suas ações 2,2% mais altas. A receita de prêmios do grupo aumentará para € 55 bilhões em 2021, de 54 bilhões em 2020, apesar de uma queda nos volumes de prêmios causada pela pandemia. 

“A Munich Re espera consequências financeiras do COVID-19 no próximo ano também, mas em uma escala consideravelmente menor do que em 2020”, disse. No quarto trimestre de 2020, o lucro chegará a € 200 milhões, acrescentou. A Munich Re retirou sua projeção em março de um aumento de lucro para € 2,8 bilhões em 2020 de € 2,7 bilhões um ano antes.

Christoph Jurecka, diretor financeiro, afirmou que espera gerar um lucro claramente superior a € 1 bilhão este ano. “A pandemia naturalmente teve um impacto considerável em nosso resultado. Mas os encargos decorrentes do COVID-19 são financeiramente administráveis para a Munich Re. Ao cobrir perdas seguradas que totalizam bilhões, estamos desempenhando um papel substancial ajudando a economia e a sociedade a lidar com a pandemia. Nosso negócio está claramente no caminho certo”, afirmou.

Segundo ele,  na ausência do COVID-19, o grupo teria sido capaz de atingir a meta de resultado original para 2020. “Graças ao nosso forte balanço, estamos em uma posição muito boa para explorar as oportunidades de mercado atuais. No próximo ano, planejamos – apesar das perdas adicionais antecipadas da COVID-19 – atingir a meta de lucro de € 2,8 bilhões, conforme previsto antes da pandemia.”