Porto Seguro renegocia R$ 50 milhões em aluguéis entre os meses de abril e outubro

Medida beneficiou mais de 24 mil inquilinos de imóveis residenciais e comerciais em todo o país

Fonte: Porto Seguro

A perda e a redução de renda ocasionadas pela pandemia fizeram com que muitos inquilinos optassem por renegociar valor dos aluguéis. Entre abril e outubro deste ano, a Porto Seguro renegociou, através do seguro fiança, mais de R$ 50 milhões em aluguéis de imóveis residenciais e comerciais, beneficiando mais de 24,3 mil inquilinos em todo o Brasil. O número é 938% superior ao registrado nos mesmos meses de 2019, quando a companhia auxiliou pouco mais de 2,3 mil clientes.

“O aluguel é um dos itens que mais pesa no bolso dos consumidores e vejo que o acordo entre os envolvidos na locação (inquilinos, proprietários e imobiliárias) é a melhor alternativa neste momento em que o orçamento familiar está sendo diretamente impactado”, diz Nelson Aguiar, superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro.

Parcelamento dos aluguéis em atraso ou a vencer

As imobiliárias e proprietários de imóveis podem oferecer aos inquilinos que realizaram a locação com a garantia do Porto Seguro Aluguel a possibilidade de pagarem os aluguéis em atraso ou a vencer e encargos da locação em até 10x no cartão de crédito. As possibilidades do aluguel parcelado são válidas desde que o inquilino não tenha sinistros abertos.

Série: O que esperar de 2021 – Helder Molina, nosso CEO da MAG Seguros

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Helder Molina, nosso CEO da MAG Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Se eu pudesse descrever 2020 em três palavras certamente seriam desafio, oportunidade e colaboração. Não tenho dúvidas e faço coro a outros milhões de pessoas que este foi um ano desafiador. Isso engloba não apenas a visão de negócios, mas, também, uma adaptação pessoal que cada um de nós teve que ter.

No entanto, tenho a convicção de que são nestes momentos em que nascem as maiores oportunidades. Eu costumo dizer que, sempre que há uma crise, eu acelero ainda mais. Nós lançamos muitas soluções em seguro de vida e previdência, o que é fruto da nossa busca continua em desenvolver e manter um portfólio aderente às necessidades das pessoas e ao contexto socioeconômico.

A prova da assertividade desta estratégia é que a MAG Seguros seguiu crescendo. Temos registrado alta de aproximadamente 20% e esperamos encerrar o ano mantendo esta média de crescimento.

Tudo isso é consequência do nosso forte investimento em inovação ao longo dos últimos anos, da clareza de um propósito e, também, do espírito colaborativo dos mais de 1.200 funcionários, 4 mil corretores e 800 parceiros de negócio, o que permitiu levar a segurança e a tranquilidade dos nossos mais de 4 milhões de clientes.


Qual o impacto da pandemia na empresa?

Nós não registramos grandes impactos. Somos uma empresa muito próxima, relacional. Talvez o que mais tenhamos sentido foi, nos primeiros 15 dias em que começamos a atuar em home office, como seria esta integração da companhia.

Estávamos preparados com sistemas, mas, como diversas outras empresas, não tínhamos este hábito de trabalhar de casa. Criamos uma série de processos para promover cada vez mais a proximidade do time, mesmo com a distância. Isso foi um grande aprendizado e funcionou bastante, tanto é que estamos construindo uma política de home office.


Quais as áreas mais afetadas?

Não tivemos grandes impactos. Todas as áreas continuaram atuando em sua plenitude, dando continuidade ao trabalho de excelência.


O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático. 

O consumidor, sem dúvida alguma, ficou mais aberto ao meio digital. Nosso negócio sempre foi caracterizado pelo contato pessoal e presencial. O corretor agenda uma visita, vai até um prospect, realiza a consultoria e fecha a venda. 

Neste ano, com os desafios do isolamento, todos nós, consumidores, tivemos que nos relacionar de uma nova forma com as empresas. Um exemplo disso é o prato de um restaurante vindo até a nossa casa por meio de um aplicativo, ou, até mesmo, as compras de supermercado serem realizadas desta forma.

Nós investimos desde 2017 em venda digital. Em 2019, por exemplo, 90% da nossa comercialização já foi por meio desta ferramenta. O que tivemos que fazer neste ano foi nos adaptar a esta nova realidade em realizar a consultoria de forma virtual, mas sem perder a nossa essência de estarmos presentes.

Investimos, para isso, fortemente em treinamento, desenvolvimento e capacitação dos nossos corretores para esta nova modalidade por meio de nossa universidade corporativa.


Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Neste ano nós completamos 185 anos em janeiro e lançamos nossas novas marcas comerciais. Nos tornamos MAG Seguros. Para 2021, vamos seguir investindo na nossa marca, em inovação e no desenvolvimento de novos produtos. Também vamos lançar, no ano que vem, o nosso programa de segmentação de clientes, o MAG Blue, voltado para segurados com capital elevado.

Vale destacar, ainda, que, em 2021, teremos o início da operação da Simple2u, seguradora do Grupo que vai atuar no sandbox regulatório da Susep oferecendo seguro on demand e marca a nossa entrada em produtos de ramos elementares.

Eu acredito que o nosso setor retomará a curva de crescimento que estávamos vendo ao longo dos últimos dez anos, impulsionado, principalmente, pelo aumento da conscientização sobre planejamento financeiro e importância do seguro em razão da pandemia e por conta da reforma da previdência.

O mercado já vinha colhendo e colherá cada vez mais os frutos deste aumento de consciência do brasileiro em torno de seu planejamento financeiro. Por fim, posso acrescentar, ainda, que o setor ainda terá como grande oportunidade a obrigatoriedade legal da instituição regimes de previdência complementar dos entes públicos até novembro de 2021.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fábio Protasio, CEO da AIG

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

Mitsui Sumitomo lança plataforma online para riscos corporativos

Mitsui

O sistema conta com inteligência artificial para ofertar ao corretor cotação online de propostas com valores de coberturas e franquias, bem como emissão da apólice, registro de sinistros e emissão de boletos

De olho nas médias empresas, a Mitsui Sumitomo Seguros, maior seguradora da Ásia e integrante do 8° grupo segurador do mundo, lança em novembro a sua plataforma de cotação online para riscos corporativos. Trata-se de um produto sob medida para médias empresas com limite máximo de garantia entre R$ 20 milhões a R$ 75 milhões e com valor em risco total, de até R$ 250 milhões. “Fizemos uma plataforma única no setor, com coberturas e valores diferenciados dos nossos concorrentes”, comemora Paulo de Godoy, superintende de Ramos Elementares Corporativo.

O sistema conta com dados parametrizados para ofertar ao cliente o programa de seguro que atenda às suas necessidades. O corretor preenche os dados e a plataforma calcula todas as taxas, franquias, coberturas, serviços e descontos. Automaticamente, o cliente recebe a proposta, pode emitir a apólice, registrar pedidos de indenizações, consultar parcelas a serem pagas e gerar boletos. “Caso a opção apresentada pelo robô precise ser modificada, basta o corretor entrar em contato com o time de subscritores, que avalia, faz os ajustes necessários e libera os parâmetros solicitados no sistema para a cotação online”, conta Godoy.

Em 2019, a Mitsui Sumitomo atendeu cerca de 500 solicitações de seguros de médias empresas, sendo boa parte delas com vistoria presencial, o que reduzia a capacidade da seguradora de avaliar mais negócios. Segundo Godoy, a plataforma foi criada para facilitar a vida de todos e conta com a auto inspeção realizada pelo corretor e pela empresa cliente. Para algumas atividades, o corretor recebe um link com questionário sobre riscos, sistemas de proteção usados pelo cliente, quais são os principais processos da empresa, se tem hidrantes, brigada de incêndio, como são armazenadas as mercadorias produzidas e também a matéria prima utilizada no processo de produção. Para atividades especificas a inspeção presencial continua sendo pratica. 

Agora, com a plataforma online, a expectativa da seguradora é cotar mais de 2,5 mil propostas dos corretores, que tem coberturas agregadas ao risco principal, que é incêndio, como alagamento, vendaval, lucro cessantes entre outros. A estimativa é encerrar o ano com vendas de R$ 30 milhões nesta carteira, ou seja, 20% das vendas de seguros corporativos da seguradora. Considerando-se todo o setor, seguros corporativos movimentam cerca de R$ 4 bilhões em vendas de seguros por ano. 

“Simplificar a cotação, ofertar diversidade de coberturas e dar agilidade são armas importantes para o corretor fechar o negócio. Temos uma plataforma com vantagens em relação à concorrência e isso impulsionará o nosso crescimento neste segmento. Este é um caminho sem volta. O mundo está cada vez mais digital. Quem resistia ao mundo virtual não tem mais alternativa. Todos acabam percebendo que é mais fácil, ágil e encanta o cliente”, finaliza Godoy.

Erilio Lucena, responsável por Property e Massificados da Mitsui Sumitomo Seguros, destaca a inovação que caminhou junto com a grande experiência de precificação: “a ferramenta foi lançada utilizando como base o cotador dos produtos de pequeno risco que são simples, ágeis, fáceis de operar e tem visual amigável – já conhecidos dos nossos parceiros”, destaca Erilio.

Microsseguro pode dar um salto no Brasil, avalia diretora da CNseg

Solange Beatriz_CNseg (2)

Solange Beatriz participou da I Conferência Nacional de Microsseguros promovida pela Associação Nacional de Microsseguradoras (ANM) e Educa Seguros

Fonte: CNseg

A Diretora Executiva da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Solange Beatriz Palheiro Mendes, concorda que Brasília é o ponto de partida para produzir uma arrancada consistente dos seguros inclusivos (ou microsseguros) no País nos próximos anos.  Ela participou do painel de abertura “O início do microsseguro no Brasil”, da 1ª Conferência Nacional de Microsseguros, ao lado do Presidente da Fenacor, Armando Vergilio, e do ex-Procurador da Susep, Marcello Bittencourt, na manhã desta terça-feira (24). Para Solange Beatriz, as diretrizes do PLC 59/2015, em tramitação no Senado, podem servir de base para os futuros debates.  

Embora anteveja alguma dificuldade para haver renúncia fiscal em prol dos seguros inclusivos nesse momento, em virtude dos gastos extraordinários gerados pela pandemia aos cofres públicos, há enormes benefícios de colocar sob o guarda-chuva dos seguros parcelas significativas da população. “É uma escolha de Sofia, dependerá um trabalho árduo de convencimento do governo e do Parlamento, mas não há dúvidas de que o fomento dos seguros inclusivos agrega valor e desonera o Estado de muitos encargos”, afirmou ela, destacando o caráter social da atividade.

Como exemplo, Solange Beatriz destacou o caso do IOF cobrado no seguro de Vida, que era um dos obstáculos históricos para seu crescimento. Sua alíquota, por meio de tratativas do mercado, resultou no  Decreto 5.172/04 que reduziu o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) para o Ramo Vida, de 7% para 2%, chegando à alíquota zero (0%) em 2006, com repercussão positiva na comercialização desses produtos do Ramo Vida.

Já Armando Vergilio assegurou que o microsseguro ainda não existe no Brasil, porque seu marco regulatório é incompleto. “O microsseguro não é um meio seguro que você paga meio prêmio para ter meia indenização. Não pode ser confundido com um micronegócio. É, na verdade, um macronegócio, que necessita de escala e de uma distribuição massificada e diversificada. Logo, o microsseguro precisa de um marco regulatório específico. Só dessa forma vão surgir corretores especializados, com grandes estruturas de distribuição”, adiantou Armando Vergilio,

A seu ver, a atual conjuntura é um ótimo momento para discutir mudanças para o pleno estabelecimento do microsseguro, que, entre outros pontos, reclama desoneração fiscal e regulatória, flexibilização de pagamento- o PIX é uma ótima ferramenta por não embutir custos-canais de acesso variados, sobretudo o digital, celeridade no pagamento das indenizações (“ocorreu, pagou”) e valores para ser economicamente viável.

O procurador do Governo Federal Marcello Bittencourt assinalou que, no plano global, a indústria de seguros é incentivada pelos governos, porque cumpre um importante papel de retroalimentar as economias. São mais de 30 trilhões de dólares movimentados em reservas técnicas- só no Brasil são R$ 1,2 trilhão-, lembrou ele, para quem normativos pró-mercado podem trazer extraordinárias contribuições ao bem-estar social.  Como exemplo, citou a cobertura de R$ 30 mil por morte ou, em caso de desemprego, parcelas de R$ 1 mil por mês pelo prazo de um ano, já disponíveis nas linhas de produtos de microsseguros.

Histórico do microsseguro

No encontro, Solange Beatriz apresentou um abrangente histórico da evolução do marco regulatório do microssseguro, hoje chamado de seguro inclusivo, destacando algumas das principais medidas que, desde 2003, contribuem para seu incremento.  As primeiras normas foram a Circular SUSEP 267/04, com condições padronizadas para o seguro de vida em grupo popular, e, na sequência, foi editada a Circular Susep 306/05, criando o seguro popular de automóvel.  Estas normas fizeram despertar o interesse da indústria seguradora para esse novo nicho de mercado, contou ela.

Entretanto, o mercado de seguros inclusivos poderia estar com mais tração se o PL 3.266/2008, de autoria do deputado Adilson Soares, incorporando propostas do mercado, tivesse sido aprovado à época. Atribui-se à forte resistência da Receita Federal o fato de o projeto com forte componente de benefícios tributários até hoje se encontrar em tramitação, agora convertido no Senado Federal no PLC 59/2015. 

Mesmo assim, o projeto de Adilson Soares, tirando a questão tributária, inspirou a Susep a implementar medidas infralegais em favor dos seguros inclusivos nas seguidas gestões.  De lá para cá, aprovou-se a Resolução 244/2011, estabelecendo diretrizes e linhas gerais, com foco na regulação de produto, na regulação prudencial, e na regulação de conduta de mercado. Ao mesmo passo em que delegou à Susep a competência para deliberar sobre as questões de ordem técnica e operacional, em conformidade com as atribuições estabelecidas pelo Decreto-Lei nº 73/66 e pela Lei Complementar nº 109, de 2001.

Na sequência foram editadas seis Circulares publicadas em 2012. As circulares da Susep, ao lado da Resolução 244, compõem o que desde então é compreendido com o marco regulatório do microsseguro (Circulares Susep 439 a 444/12).

“As Circulares trouxeram novidades importantes para o setor, dentre as quais uma nova modalidade de seguradora especializada em microsseguro (a microsseguradora), novos canais de distribuição (os correspondentes de microsseguros e correspondentes financeiros autorizados a comercializar microsseguros, além do corretor de microsseguros), além de ter servido como laboratório para uma regulação de comercialização de bilhetes por meios remotos”, assinalou ela.

Esses movimentos no plano infralegal conduziram o mercado a dispor de um ecossistema do seguro inclusivo. “Composto não só pelos produtos de microsseguro oferecidos por seguradoras tradicionais e pelas microsseguradoras, como também pelos produtos simplificados oferecidos por canais alternativos como organizações varejistas e outros representantes de seguros (casas lotéricas, bancas de jornais, etc), meios remotos e canais de affinity”, disse ela, para quem essa convivência entre diferentes modelos repercutiu mais no crescimento do microsseguro de danos, por meio de seu acesso ao canal de varejo.

Números

No ano passado, segundo dados da Susep, foram gerados R$ 355 milhões de prêmio nos ramos de microsseguros a cargo 28 empresas entre seguradoras tradicionais e microsseguradoras.

Os dados do Mapa Mundi do Microsseguro, produzido pelo Microinsurance Network – MIN, apontam que os produtos da América Latina alcançam mais segurados em média do que os da África e da Ásia e geram maior volume de prêmios. Como pontos de atenção, contudo, as taxas de sinistralidade são mais baixas na América Latina, e o tempo de regulação de sinistros é, em média, maior em nossa região.

O futuro parece promissor aos seguros inclusivos, avalia Solange Beatriz, ao anunciar uma terceira onda de evolução, sobretudo a partir da Covid-19. Colaboram a digitalização massiva da população dos países de baixa renda, assim como das próprias seguradoras e dos seus parceiros de distribuição, o que reduz custo de distribuição e processamento.

Outro fator positivo: o fortalecimento do modelo de seguro integrado a outros produtos e serviços num contexto relacionado ao risco coberto, o que torna o seguro um benefício adicional mais atraente. 

Por fim, a popularização de produtos de seguro tradicionais com coberturas simplificadas e baratas, em alguns casos de duração limitada (seguro intermitente), impulsionada pelas seguradoras tradicionais e também pelas insurtechs. “Esses produtos se valem de premissas cruciais para o microsseguro – facilidade de compreensão do produto e prêmios reduzidos – para alcançar novos consumidores, sejam eles de baixa renda ou não”, assinala. 

Adicionalmente, vale lembrar o surgimento de diversas experiências tecnológicas com produtos simplificados, oferecidos por insurtechs ou seguradoras tradicionais, facilitadas por um ambiente regulatório que vem se adequando à modernidade: o modelo de sandbox recém-lançado pela Susep, que contou com 10 inscrições, é mais uma prova disso. Sem esquecer ainda que a Susep está revendo o marco regulatório do microsseguro. “Estamos acreditando que esteja na direção do aprimoramento da regulação com vistas a ampliar o acesso da população a esse serviço de proteção social”, concluiu Solange Beatriz.

Microsseguro no mundo

Outro painel que contou com a presença da CNseg foi “O Microsseguro no mundo”. Coube ao Superintendente da CNseg, Pedro Pinheiro, coordenar os debates que tiveram a participação de Camyla Fonseca (Rep da OIT Microsseguros Latam), Katharine Pulvermacher (Microinsurance Network), e Eugênio Velasques (CNseg). Pedro Pinheiro fez a introdução sobre as três ondas da evolução do microsseguros no Brasil e no mundo, detalhadas pelos demais participantes, e destacou dados do Mapa Mundi do microsseguro, projeto do Microinsurance Network que tem a CNseg entre os apoiadores.

CSP-MG elege nova diretoria para o triênio 2021/2023

O Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) elegeu, no dia 24 de novembro, a nova diretoria para o triênio 2021/2023.  O atual presidente João Paulo Moreira de Mello foi reconduzido ao cargo, liderando a chapa única.

Durante a Assembleia Geral Ordinária Eleitoral, realizada de forma virtual, os associados e representantes das beneméritas também aprovaram os novos membros da Comissão Fiscal, Conselho Consultivo e assessores da diretoria. A reunião foi conduzida pelo presidente do Conselho Consultivo, Dr. José Osvaldo Miranda, também reeleito.

O presidente do CSP-MG agradeceu a confiança de todos na gestão realizada pelo Clube. “Trabalhamos bastante nos últimos anos e realizamos diversas ações em prol do desenvolvimento do mercado. O resultado é o apoio de 42 beneméritas em nosso quadro associativo. Prometemos ainda mais empenho e dedicação, contribuindo sempre para o desenvolvimento dos seguros de pessoas no Estado e no País, aumentando a proteção da população”, assegura.

A posse da diretoria acontecerá no dia 10 de dezembro, durante evento on-line de confraternização de fim do ano.

Nova diretoria do CSP-MG (triênio 2021/2023)

Diretoria Executiva

Presidente: João Paulo Moreira de Mello

Vice-Presidente: Rogério Poleti Gebin

Diretor Tesoureiro: Maurício Tadeu Barros Morais

Diretor de Seguros: Edilon Mesquita

Diretora Social: Elaine Oliveira Patente Godinho

Comissão Fiscal

Denize Gonçalves Pena                                                   

Gilberto Cordeiro da Silveira 

José Geraldo de Andrade 

Marinalda dos Santos Dias 

Wesley Ferreira de Andrade 

Conselho Consultivo

Presidente: José Osvaldo de Miranda

Secretário: Hélio Marcelino Loreno                

Membros: Augusto Frederico Costa Rosa de Matos, Edson Ferreira Iria, Fernanda Machado de Carvalho Silva, José Horta Bregunci, Landulfo de Oliveira Ferreira Júnior, Maria do Carmo Ferreira Ribeiro Costa, Roberto Silva Barbosa, Sérgio Canesso Viegas.

Assessores da Diretoria

Daniela Viana Madeira Malta Moreira

Eduardo Gabriel Diniz 

Franklin Rafael Correia da Rocha

Giuliano Alves Baeta 

Leandro Higino Godinho de Oliveira

Lorena Caires da Silveira

Raquel Ferreira da Silva

Sérgio Prates Nogueira Filho

Porto Seguro agrada investidores e analistas com informações no Investor Day

porto seguro

Recomendação dos analistas do Safra passou de neutra para compra das ações da Porto Seguro, agora com preço-alvo de R$ 67

Os especialistas da Safra Corretora elevaram o preço-alvo das ações da Porto Seguro (PSSA3) para R$ 67, depois que a empresa anunciou que pretende dobrar a sua base de clientes, informa o Safra em Especial Publicitário divulgado no Valor. A variação representa um potencial de alta de 32% sobre o valor atual dos papéis. A recomendação para as ações da Porto Seguro pelos analistas do Safra passou de neutra para compra.

A Porto Seguro apresentou os números em seu Investor Day, realizado na última sexta-feira, 20. A empresa apontou a estratégia de crescimento sustentável, baseado no aumento da penetração em serviços de seguros, mas também na venda cruzada de serviços financeiros e lançamento de novos produtos. De acordo com os analistas do Safra, o panorama continua positivo para as ações da Porto Seguro, apesar do resultado financeiro mais fraco em 2020.

A perspectiva positiva permitiu uma ligeira redução nas premissas de custo de capital próprio da seguradora pelos analistas do Safra, para 45 bps, para 11%. A redução na taxa de desconto da Porto Seguro e a rolagem do fluxo de caixa para 2021 foram os principais motivos para o aumento do preço-alvo das ações da companhia pela Safra Corretora. Este ano, o lucro da Porto Seguro deve chegar a R$ 1,582 bilhão, resultado apoiado na baixa de sinistros e no resultado financeiro da companhia.

No próximo ano, o lucro da Porto Seguro deve diminuir para R$ 1,442 bilhão, de acordo com a Safra Corretora. A queda é devida, principalmente, à base de comparação muito alta com 2020, em que o rácio de sinistralidade (a relação entre custos com sinistros e prêmios brutos emitidos) da companhia atingiu o mínimo histórico.

Apesar de as vendas de veículos seguir enfraquecida devido à pandemia de Covid-19, a Safra Corretora vê uma recuperação gradual no mercado que deve ser intensificada em 2021. Já a Porto Seguro aposta que a elevação nas ocorrências de sinistros de automóveis só virá a partir do segundo trimestre do próximo ano.A estimativa dos analistas do Safra para 2020 é que a Porto Seguro termine o ano com uma receita operacional total de R$ 18,47 bilhões.

Já para 2021, a corretora prevê que a receita operacional da companhia cresça até 8,1%, atingindo R$ 19,9 bilhões. Para o próximo ano, os analistas do Safra preveem um aumento de 2,3 pontos percentuais ao ano na sinistralidade da seguradora, que deve ser elevada para R$ 8,1 bilhões. A perspectiva também é baseada na previsão de retomada das atividades da economia.

A Porto Seguro afirmou que pretende manter uma taxa de pagamento de dividendos de 50% a acionistas. Com base nesse anúncio, os analistas do Safra esperam que o rendimento de dividendos para 2021 gire em torno de 4,4%.

A diversificação da receita é a principal aposta de crescimento da Porto Seguro para o futuro. A seguradora mira na redução da dependência do segmento automotivo, cuja penetração na sua receita já caiu de 54% em 2015 para 50% no terceiro trimestre de 2020.

Um dos alvos é o setor de saúde, onde a Porto Seguro já apresentava forte crescimento na carteira de clientes, sobretudo no atendimento a pequenas e médias empresas, antes da pandemia do novo coronavírus.

A Porto Seguro aposta ainda no lançamento de uma plataforma baseada em inteligência artificial que deve assegurar o aumento de sua cobertura para clientes de todo o território nacional.

A Porto Seguro vem desembolsando grande volume de investimentos em custos fixos nos últimos anos, sobretudo em tecnologia da informação, que acredita serem escalonáveis no futuro. Hoje a empresa realiza cerca de 30% dos atendimentos de call centers via WhatsApp.

A seguradora também tem promovido o desinvestimento de ativos imobiliários e pretende vender cerca de R$ 140 milhões em ativos no futuro próximo.Durante o Investor Day, a Porto Seguro anunciou a criação da Porto Ventures, um fundo de private equity criado para investir em empresas maduras que tenham sinergia com o negócio da seguradora.

NotreDame Intermédica compra grupo Hospital do Coração de Londrina por R$ 170 milhões

O grupo do hospital de Londrina teve faturamento de R$ 135,2 milhões no ano passado

A operadora de saúde NotreDame Intermédica anunciou nesta terça-feira a compra de 100% do grupo Hospital do Coração de Londrina por R$ 170 milhões, informou em fato relevante ao mercado. O valor da aquisição equivale a R$ 700 mil por leito, informou a companhia. O preço do negócio será pago em dinheiro à vista, descontado endividamento líquido não informado pela Intermédica.

O grupo do hospital de Londrina teve faturamento de R$ 135,2 milhões no ano passado, afirmou a Intermédica. “O plano de integração prevê sinergias operacionais e administrativas com as operações da Clinipam no Paraná, além de garantir à companhia uma plataforma de expansão comercial para seus produtos”.

“A companhia reforça sua intenção em manter a estratégia de crescimento no sul do país”, afirmou a Intermédica. O grupo hospitalar adquirido, cuja transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), tem dois hospitais gerais de alta complexidade, totalizando 248 leitos, sendo 83 de UTI. A empresa ainda possui dois centros clínicos com 32 consultórios. Todas as operações estão em Londrina.

Série: O que esperar de 2021 – Rodrigo Motroni, vice-presidente na NEWE Seguros

Rodrigo Motroni

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Rodrigo Motroni, vice-presidente na NEWE Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

O ano de 2020 para a NEWE Seguros está bem representado naquela conhecida citação, num discurso do presidente John Kennedy, a respeito do termo chinês para a palavra ‘crise’, cujo ideograma também contém um desenho que representa ´oportunidade’. Num ano marcado pela pandemia da Covid-19, onde a incerteza foi a maior constante para todos nós, seja no mercado, seja na sociedade, aqui na empresa tivemos a oportunidade de aprender muito, inovar, nos reinventar, e, mais que sobreviver, conseguimos crescer – apesar dos desafios, e por causa deles. De um lado, esse crescimento se deve à nossa capacidade de responder rápido às reestruturações demandadas. Só para exemplificar, a empresa já possuía, na pré-pandemia, protocolos para trabalho home-office, então muitos funcionários estavam habilitados ao trabalho remoto e se adaptaram bem ao ‘novo normal’, enquanto outros receberam treinamento e apoio, incluindo equipamentos para trabalhar em casa, desde cadeiras adequadas a computadores. Isso vale  para os novos funcionários: nossa força de trabalho durante a pandemia cresceu quase 40% e essa percepção de que estávamos crescendo e contratando enquanto tantas outras empresas enfrentavam crises dá uma boa dimensão do quanto a oportunidade a qual me referi antes se encontrou, efetivamente, com nossa capacidade de nos adaptar. De outro lado, esse resultado também se deve a um dos nossos carros-chefes em seguros especializados, o seguro agrícola, diante da ótima performance do agronegócios em meio à crise econômica, mercado produtor que fez jus ao seu slogan: o agro não para. Não só não parou como desafiou a empresa a ampliar o uso de tecnologia para dar conta dos processos de trabalho durante a pandemia, como foi o caso do desenvolvimento, implementação e uso de protocolos como o de sensoriamento remoto, ‘faixa testemunha’ da lavoura que sofreu sinistro, a ser periciada posteriormente, entre outros.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

De um lado, a questão do distanciamento foi bem sentida por todos nós. Inclusive a empresa ofereceu apoio psicológico para que os funcionários pudessem dar conta desse momento que impactou as vidas de todos, tanto vida profissional quanto pessoal. Por conta disso, todos nós tivemos que lidar com o impacto que nosso trabalho sofreu por esses ajustes, o barulho e demanda de atenção das crianças em casa, espaços e estruturas residenciais não ainda totalmente adaptadas para serem um escritório eficiente, etc.  Esse desafio acabou criando também um novo cenário positivo: ao precisarmos nos organizar em todos esses pontos de contatos digitais e remotos, acabamos por ampliar nossos fóruns de discussões e diálogo com funcionários, colaboradores, parceiros, clientes, o que nos fez criar novas formas de trabalhar que vieram pra ficar e acabaram até por nos aproximar mais, com mais encontros e conversas semanais, como é o caso, por exemplo, de nossos colaboradores que residem no interior.

Quais as áreas mais afetadas?

Como decorrência das restrições que a pandemia impôs a todos os setores do mercado, posso dizer que a área comercial foi a mais afetada. Em especial no impacto que isso gerou nas interações presenciais com o corretor e o segurado: o mercado do seguro rural, por exemplo, sempre dependeu muito do contato presencial, do olho no olho, visita às propriedades, a conversa direta com o produtor, práticas que não só são uma característica do jeito se relacionar do brasileiro e do latino americano em geral, mas também características do empresário do campo, do negócio rural. Isso ocorreu também em outras linhas de produto, as linhas financeiras, o seguro garantia, gerando desafios imediatos para a dinâmica comercial. De qualquer forma, como disse antes, conseguimos nos adaptar construindo novos canais e formatos de interação, em ambiente digital, de certa forma até mesmo ampliando a quantidade de pontos de contato que tínhamos e a periodicidade desse contato.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático.

Com certeza, a internet e as mídias sociais, e adoção de novas tecnologias e a digitalização de processos, foram mudança fundamentais e vieram pra ficar. Mesmo considerando o fato de que nosso maior contato é o com o corretor, a comunicação e relacionamento com todo os nossos públicos se ampliaram e se fortaleceram esse ano, incluindo aí segmentos de consumidores significativos com os quais não mantínhamos contato direto. Quando eu ia imaginar, por exemplo, que eu iria participar de uma live com a administradora de uma grande comunidade, organizada digitalmente num grupo de Facebook, de mulheres empreendedoras e produtoras do agronegócio no Brasil para conversar sobre seguro agrícola? 

Quais as tendências da empresas e do setor para 2021?

Nossa perspectiva é de expansão, especialmente diante do ritmo em que o agronegócio segue produzindo e crescendo no Brasil, e considerando também a continuidade da política do governo de subvenção do prêmio do seguro agrícola. O agro é um dos mercados que se mantiveram, cresceram e saem fortalecidos desse ano e 2021 promete.  Outra tendência que já se impõe como realidade e imperativo para as empresas e o setor do seguros como um todo é a questão da transformação digital e o uso de tecnologias. Para a NEWE, esse cenário não tem volta, tanto no que diz respeito ao uso da internet e mídias sociais para construção de relacionamento e comunicação, quando a digitalização, automação e uso de inteligência artificial, e várias outras práticas inovadoras e disruptivas na estrutura e processos da empresa.  Vivemos uma grande transformação nos últimos 8 meses, e hoje já faz parte definitiva do nosso trabalho processos como o sensoriamente remoto, análises remotas de lavoura, análises de risco, entre outras. A mesma coisa para os produtos financeiros, seguro garantia, para os quais vemos também um grande potencial de crescimento esse ano, ainda que não tão de imediato, já que estão intimamente ligados à saúde financeira das empresas, e nesse ponto ainda precisamos observar quais serão os efeitos finais dessa pandemia, quais empresas irão de fato sobreviver, e viver nesse novo cenário.  Enfim, mesmo trabalhando com perspectivas diferentes dependendo de cada tipo de produto e negócio, temos uma visão muito positiva sobre o que nos reserva 2021.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

IVAN LUIS GONTIJO bradesco seguros
Data: 29.05.2018 Local: Alphaville, SP. Cliente: Bradesco Seguros Assunto: Ivan Luis Gontijo, diretor jurídico e compliance. Fotógrafo: Julio Bittencourt Assistente: Luiz Michelini

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

O cenário continua sendo desafiador, mas estamos otimistas e percebendo sinais de melhora, pois o setor tem respondido com resiliência e apresentado bons resultados. O mercado segurador demostra que segue firme na recuperação dos produtos ofertados, contribuindo positivamente para um melhor cenário econômico através da proteção de bens, empresas e famílias. Com a retomada das atividades, a sinistralidade será maior do que a observada nos últimos períodos. Como indicado, em Saúde, temos a volta dos procedimentos adiados no período da pandemia, além da própria dinâmica dos sinistros relacionados à Covid-19, cujo preço final é maior que o mix típico de sinistro. Nos produtos de Vida, temos ainda a continuidade dos efeitos da pandemia, seja em mortes, seja em desemprego. No entanto, à medida que vamos retomando as vendas e estabilizando a operação, verificaremos a manutenção da melhora que vínhamos obtendo com a gestão dos serviços e da rede, negociações com nossos parceiros e outras frentes operacionais.

Vale mencionar que ainda há muitas incertezas sobre os próximos meses e saída da pandemia, até que haja progresso na produção das vacinas. O período de isolamento social nos mostrou novas formas de adaptação e exaltou a importância da qualidade nas interações. Para facilitar e simplificar o atendimento aos clientes, o Grupo segurador intensificou os investimentos em tecnologia e inovação visando à evolução de seus canais digitais. Com isso, queremos cada vez mais aperfeiçoar e dar continuidade a esse processo, investindo em treinamentos e capacitação para funcionários, corretores e parceiros do setor. O aprofundamento da transformação digital, além do cuidado com a eficiência operacional, são temas vitais. Permanecemos confiantes na retomada da economia em 2021, nos mantendo alertas e sensíveis às movimentações do setor de seguros e do mercado em geral.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil

Associação Beneficente da Allianz realiza 1ª Mostra Virtual, com lives e posts nas redes sociais

Alberty Centendo, 13, preparando o seu trabalho para ser transformado em post nas redes sociais

Obras e apresentações podem ser conferidas pelo YouTube e Instagram da entidade

Fonte: Allianz

A Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA) promove a 1ª Mostra Virtual, pelo Portal ABA Digital, no YouTube, e pela página do Instagram, @abaassociacao. Até 30 de novembro, um catálogo de 83 trabalhos, inspirados nas obras de Pablo Picasso, e uma série de apresentações e atividades serão compartilhados nas plataformas digitais. 

As produções contam com a participação de crianças, a partir dos 4 anos, de adolescentes, com até 17 anos, e de adultos, da terceira idade. “Fazer os trabalhos para a Mostra, com as aulas pelo celular, foi diferente. Eu gostei muito de participar das atividades, de aprender a baixar e mexer em novos aplicativos e de trocar mensagens com os meus colegas e educadores, mas eu ainda prefiro ir até a ABA”, conta Alberty Vagner Luque Centendo, de 13 anos. 

Confira a programação:   

  • 24/11 – Mostra de Dança
  • 25/11 – Mostra de Programação 
  • 26/11 – Mostra de Ações Sustentáveis
  • 27/11 – Mostra de Artes Visuais
  • 30/11 – Mostra de Audiovisual 

“A 1ª Mostra Virtual é uma forma de comunicar, de maneira compacta, as atividades desenvolvidas ao longo de 2020. Com a elaboração, organização e apresentação dos trabalhos, mantivemos ativo o pulsar da ABA na vida do público atendido, mesmo com as aulas à distância”, conta Rose Oliveira, diretora da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz. 

Até o anúncio do isolamento social pela Covid-19, a ABA recebia de segunda a sexta-feira em sua sede, na comunidade Santa Rita, localizada na Zona Leste de São Paulo, cerca de 920 crianças e adolescentes, no período complementar ao escolar, e adultos, para o desenvolvimento de atividades socioeducativas. Diante da pandemia, o planejamento da associação foi adaptado e o atendimento, que era presencial, passou a ser 100% online, com videoaulas. “Criamos o canal no YouTube, em abril, para manutenção dos vínculos entre ABA e as famílias e, também, como uma ferramenta para que os conteúdos chegassem à casa de todos os atendidos”, relembra Rose. 

O compromisso da Allianz Seguros com a educação é de longo prazo, somando mais de 26 anos. E, mesmo frente às atuais circunstâncias, a seguradora seguiu acreditando que é de forma contínua, permanente e com perspectiva de inclusão, que pode contribuir para o desenvolvimento da comunidade Santa Rita.

“Em 2021, nós, enquanto companhia e colaboradores, mantivemos firmes o propósito de gerar oportunidades de crescimento pessoal e social por meio da ABA e, assim, transformar potenciais em competências. Esta é a primeira mostra digital e uma oportunidade incrível de apresentar virtualmente o trabalho consistente realizado com as crianças, adolescentes e adultos durante este ano, aos colaboradores, voluntários e parceiros comprometidos e engajados com o propósito da Associação”, finaliza Daniella Satake, superintendente de Comunicação, Sustentabilidade e Relações Institucionais da Allianz Seguros.