Carlos Cortez deixa Allianz e assume VP de marketing e digital na Prudential

Carlos Cortes Prudential

Depois de 5 anos no grupo Allianz como responsável por estratégia, inovação, marca comunicação e relações públicas no Allianz Partners, Carlos Cortez assume como vice presidente de marketing e digital na Prudential do Brasil, no lugar ocupado por Aura Rebelo desde abril de 2018. Aura encerra um ciclo na Prudential do Brasil pra começar um novo na Prudential International Insurance, nos EUA.

A Prudential do Brasil é uma subsidiária da Prudential Financial, Inc., uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, com 145 anos de história e inserção em mais de 40 países. A empresa chegou ao Brasil em 1997 por meio de uma joint venture com a Bradesco Seguros, a Prudential-Bradesco, atuando no ramo de seguros de vida.

A Prudential do Brasil tem cerca de R$ 900 milhões em capital segurado total, com 2,5 milhões de vidas seguradas. É uma das principais seguradoras de vida independente, sem considerar VGBL. Tem um treinamento diferenciado de consultores, conhecidos como Life Planner, e é uma das seguradoras que mais vende seguro de vida no marketplace do Itaú.

O grupo foi um dos pioneiros no Brasil na venda de seguro de vida resgatável, ainda o carro chefe no faturamento, mas tem registrado vendas expressivas do seguro de vida com cobertura de doenças graves. Um dos investimentos recentes foi a reinauguração do Teatro Manchete, agora Teatro Prudential, no Rio, onde está a matriz da companhia.

Alper compra a corretora de seguros Next Marka por R$ 22 milhões

marcos couto alper

Com essa aquisição, a Alper amplia e consolida sua atuação no Agro, buscando ser referência no setor

Fonte: Alper

A Alper Consultoria de Seguros acaba de adquirir a Next Marka corretora de seguros agrícolas e corporativos de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. “Essa é nossa terceira aquisição no ano. Mesmo com todas as adversidades ao longo de 2020 seguimos firmes no nosso objetivo de consolidação, buscando sempre opções que tragam expertise e relevância para nossos clientes e negócios”, afirma o CEO da Alper, Marcos Aurélio Couto. O valor da aquisição é estimado em R$ 22,8 milhões, que serão pagos R$ 11,9 milhões à vista no fechamento, e o restante entre 2022 a 2025 em parcelas anuais, condicionadas aos gatilhos de performance estipulados no contrato de compra e venda. 

Com a aquisição, a Alper amplia a presença na região Sul, onde quer se tornar referência em seguro agrícola. “O setor agrícola é parte relevante da economia do país, respondendo por 21,4% do Produto Interno Bruto, o que demonstra um grande potencial de negócios e nos posiciona como especialista no segmento. Além de expandir nossa presença nacional com uma nova filial em Porto Alegre”, explica Couto.  Este ano a Next Marka movimentou prêmios totais de aproximadamente R$ 35 milhões.

De acordo com o CEO da Alper, todas as três unidades da Next Mark – Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Bahia – serão completamente absorvidas pela Alper. Os atuais sócios da Next Marka, André Lins e Thiago Lins, se tornam Diretor de Seguros Agrícolas e Diretor da Filial Rio Grande do Sul, respectivamente. 

Ao longo do ano, a Alper adquiriu a Transbroker Corretora de Seguros, terceira maior corretora de seguros de transporte de carga do país, por R$ 58,05 milhões e a Vertex Administradora e Corretora de Seguros, por R$ 22,1 milhões. “Chegamos ao final de 2020 comprometidos com o nosso objetivo de crescer via aquisição e também organicamente. O ano foi desafiador, tivemos que repensar algumas estratégias, mas não abrimos mão do nosso objetivo de desenvolver produtos e serviços que atendam a necessidade de cada um de nossos clientes. Para 2021 a palavra de ordem é aceleração”, revela Couto. 

A Alper Consultoria em Seguros é listada no Novo Mercado, maior nível de governança corporativa da B3. No final do ano passado a empresa realizou uma captação de R$ 80 milhões e, a maior parte desse montante está sendo investido em fusões e aquisições. “A companhia está preparada para crescer e sabe que isso só é possível com o engajamento e o reconhecimento dos seus colaboradores”, afirma.

Aprovado prêmio zero para DPVAT 2021 e autorização para contratação de novo gestor

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Fonte: Susep

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou, em reunião extraordinária realizada hoje, prêmio zero para o DPVAT em 2021 e autorizou a contratação de novo operador pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em caráter emergencial e temporário.

A Susep está envidando os melhores esforços para viabilizar a contratação de pessoa jurídica, já na primeira semana de janeiro de 2021, com capacidade técnica e operacional para assumir o DPVAT, garantindo as indenizações previstas em lei para a população brasileira.

O ministro Raimundo Carrero, do Tribunal de Contas da União (TCU), determinou que a Líder Seguradora dê continuidade à gestão do seguro obrigatório, o DPVAT, ainda que em caráter excepcional, para não prejudicar a prestação de serviço aos segurados. A seguradora iria interromper suas atividades no dia 31 deste mês, quando a administração seria repassada ao governo federal.

Pela decisão desta terça-feira, Susep e CNSP devem adotar providências necessárias para assegurar a continuidade do seguro DPVAT, “sem qualquer interrupção, com a manutenção, se for o caso, da Seguradora Líder na gestão da operação, em caráter excepcional de transição, sob supervisão da Susep”, até que o TCU se manifeste sobre o processo novamente.

IRB Brasil Re registra perda de R$ 23,8 milhões em outubro

Os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País

O IRB Brasil Re fechou o mês de outubro de 2020 com prejuízo líquido de R$ 23,8 milhões. De acordo com a companhia, o resultado negativo foi causado por maiores provisionamentos na carteira internacional de vidas, em um impacto único. O IRB afirma que os números de outubro também foram influenciados pela transferência/venda de portfólio de sinistros do segmento rural. Sem estes impactos, a empresa teria registrado lucro líquido de R$ 110,3 milhões.

De acordo com dados do Formulário de Informações Periódicas (FIP) referente a outubro enviado pelo IRB à Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País. O crescimento no Brasil foi de 18,2% no espaço de um ano, e no exterior, de 17,7% no mesmo período.

A sinistralidade total do IRB foi de 82,1% em outubro. Sem os efeitos não-recorrentes, o número teria sido de 59,4%. As despesas de sinistro foram de R$ 347,5 milhões, sendo que R$ 159,3 milhões vieram com o provisionamento extra na carteira de vidas. O índice de sinistralidade ficou abaixo do observado no trimestre encerrado em setembro. Naquele período, de acordo com o IRB, a sinistralidade total foi de 96,2%. Nos nove primeiros meses de 2020, ficou em 104,2%. O IRB acumulou prejuízo de R$ 901 milhões entre janeiro e setembro.

O resultado de ‘underwriting’ ou subscrição do IRB em outubro foi negativo em R$ 43,6 milhões, sendo que sem os impactos de transferência de carteira e provisões, teria ficado positivo em R$ 90,5 milhões. O ressegurador afirma que não houve impacto material em decorrência da descontinuidade de negócios e que por isso, os resultados refletem dados consolidados.

ARTIGO: Como fechamos o ano de 2020?

Francisco Galiza

por Francisco Galiza

Inicialmente, em uma análise micro, é sempre importante ressaltar a eficiência com que o segmento de seguros conseguiu se adaptar a um novo cenário, sem perda de eficiência. Todos os agentes merecem os parabéns. No aspecto macro, nas seguradoras, o lucro agregado em 2020 deve cair uns 15%, quando comparado ao nível de 2019. Em termos de receita, o segmento total (seguros + saúde) deve ter uma variação nominal de 5%. Isso leva a uma perda real, quando comparamos, por exemplo, com a variação do IGPM. Nos produtos de acumulação, porém, a queda será maior. No máximo, o valor de 2020 vai ser igual ao de 2019. Ninguém conseguiu poupar mesmo. Diante das circunstâncias terríveis do momento, com uma estimativa de queda de PIB de 4% em 2020, consideramos que os números do setor foram razoáveis. A tabela abaixo, mostra os dados de 2018, 2019 e 2020.

Para o ano de 2021, o Indicador de Confiança do setor está em 120 pontos, um sinal claro de otimismo. A recuperação veio se dando ao longo do ano, após atingir os 50 pontos em maio, como sinaliza o gráfico abaixo. Em termos de país, nesse momento, a previsão de variação do PIB em 2021 está em 3,5%. Além disso, a vacina está em horizonte próximo. Tudo leva a crer que o ano que vem será de recuperação. O mercado de seguros deve voltar a crescer nominalmente com dois dígitos. As chances são grandes. Porém, é nossa obrigação ressaltar que existem alguns nuvens que precisam ser dissipadas, como o aumento da inflação, a dívida pública e uma instabilidade política maior. Mas, enfim, economicamente, um ano de 2021 pior do que 2020 vai ser difícil.

Agora, o momento é de comemorar a volta da vida. Muita saúde e feliz ano novo!

2021 deve ser menos volátil, mas com muitas incertezas, avalia CNseg

Pedro Simoes, CNseg

“Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”, diz Pedro Simões 

2020 termina com as tradicionais revisões dos analistas na coleta de projeções feitas pelo Banco Central  para a divulgação do Boletim Focus às segundas-feiras. Neste ultimo boletim do ano, a mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, de 3,46% para 3,49%. A mediana das expectativas dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2021 caiu, de 3,37% para 3,34%.

Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, a principal revisão foi o aumento da projeção para a taxa de juros básica, a Selic, com algumas casas projetando uma alta para além dos 3% ao longo de 2021. “O aumento está em linha com as expectativas. A inflação projetada em 3,34% ainda gera um juro real negativo, o que não parece ser compatível com a atual situação fiscal do Brasil por um longo período”, comentou.

Simões acredita que apesar do maior pessimismo com o começo do ano que vem, por conta da aceleração da pandemia em vários países, o quadro geral de incerteza permanece. “A incerteza se reduziu, mas com desfecho negativo, com a concretização da segunda onda da pandemia, mas houve também definições positivas, como a aprovação do pacote emergencial dos EUA nesta semana por Donald Trump, de estímulos de US$ 900 bilhões, o que deve impulsionar a economia americana nos próximos meses. O que acontecer por lá determinará a política monetária do Fed e, consequentemente, a política monetária do mundo inteiro”, destaca o economista da CNseg.

“Agora temos outras incertezas sobre como o efeito do fim do auxílio emergencial em 2021. O estado de calamidade caduca neste ano e o orçamento do governo para 2021 nem foi votado e não será até a volta do Congresso para votação”, avalia. 

Simões acredita que 2021 promete ser menos volátil que 2020, mas será preciso acompanhar os indicadores dia a dia, não só pelo “timing” em que a solução para a Covid-19, a vacinação, será implantada mas também pelos impacto na economia que virão após. “Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Alfredo Lalia Neto é o novo CEO da Sompo Seguros no Brasil

Como antecipou o blog Sonho Seguro, a noticia foi confirmada hoje

Fonte: Sompo

Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, anunciou hoje a indicação de Alfredo Lalia Neto, como novo CEO da companhia no Brasil. 

Alfredo Lalia Neto chega à Sompo Seguros após mais de 27 anos de experiência no setor de Seguros. Nesse período, ele ocupou diferentes cargos de liderança, entre os quais; Diretor de Gerenciamento de Riscos (CRO – Chief Risk Officer) e Diretor de Subscrição (CUO – Chief Underwriting Officer); além de CEO em duas grandes seguradoras do Brasil. Lalia Neto iniciou sua carreira na Yasuda Seguros, uma das companhias que deram origem à marca Sompo no Brasil.

“É uma honra ter a oportunidade de contribuir com o futuro da Sompo Seguros. A reconhecida cultura de inovação da empresa e colaboradores engajados fazem da companhia uma organização única e bem posicionada no mercado brasileiro. Estou ansioso para iniciar o trabalho com a equipe da Sompo Seguros, para que possamos impulsionar um crescimento sustentável e lucrativo juntos”, ressalta Alfredo Lalia Neto. 

“Gostaria de dar as boas-vindas a Alfredo por integrar nossa equipe e parabenizá-lo por seu novo cargo. Estou ansioso para trabalharmos juntos, enquanto continuamos a evoluir e expandir nossa operação brasileira”, conclui Mikio Okumura, CEO da Sompo International Holdings Ltd.

Caixa seleciona corretora de seguros para balcão do banco

Wiz , que tem 70% de sua receita com a venda de seguros no balcão do banco, é uma das que tem interesse neste processo

A Caixa Seguridade informou que seu conselho de administração aprovou o início do processo competitivo para selecionar uma co-corretora que atuará no balcão de seguros da Caixa, em parceria por uma corretora que está sendo criada pela própria Caixa Seguridade. O prazo do acordo será de dez anos e se iniciará a partir de 15 de fevereiro de 2021, quando termina a exclusividade da Wiz Soluções e Corretagem de Seguros.

Susep coloca normativo sobre seguros de danos e de pessoas em consulta

susep

Edital divulga cronograma para registro das demais operações de seguros, bem como das operações de previdência complementar aberta, capitalização e resseguros 

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública proposta de normativo que dispõe sobre condições para o registro facultativo e para o registro obrigatório das operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de reparação simples. O registro deve ser realizado em sistemas homologados e administrados por entidades registradoras credenciadas pela Susep. 

A proposta de circular estabelece as informações básicas e complementares que devem constar do registro, além de estabelecer o prazo de até dois dias úteis a partir do fato gerador para que o registro seja realizado. 

A proposta estabelece as condições para o registro facultativo das operações de seguros de danos e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples (ANEXO I), assim como as condições para o registro obrigatório das operações de seguros classificadas no grupo de riscos financeiros, exceto o seguro garantia (ANEXO II). 

Optou-se, assim, por dar sequência ao processo de regulamentação do SRO priorizando operações que guardam maior similaridade com as operações de seguro garantia, que já foram regulamentadas, tanto em termos das entidades que oferecem tais seguros quanto em volumetria de operações. 

Ainda, no âmbito desta Consulta Pública, a Susep decidiu divulgar cronograma para a determinação da obrigatoriedade de registro das demais operações de seguros, bem como das operações de previdência complementar aberta, capitalização e resseguros, conforme condições a serem regulamentadas posteriormente. 

Esse cronograma, que será utilizado como referência para as atividades internas da autarquia, contém o seguinte detalhamento em relação aos ramos e modalidades de operações e as respectivas datas previstas para a obrigatoriedade de registro: 

  • Grupos patrimonial, responsabilidades, marítimos, aeronáuticos, petróleo, nucleares, rural, aceitações no exterior e sucursais no exterior: 1º de julho de 2021; 
  • Grupo transporte: 1º de setembro de 2021; 
  • Grupo automóvel: 1º de novembro de 2021; 
  • Seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição simples: 1º de fevereiro de 2022; 
  • Operações de previdência e de seguros de pessoas estruturados em regime financeiro de repartição de capitais de cobertura e em regime financeiro de capitalização: 1º de julho de 2022; 
  • Operações de resseguro local: 1º de novembro de 2022; e 
  • Operações de capitalização: 2 de janeiro de 2023. 

A consulta pública estará aberta até o dia 19 de fevereiro de 2021. 

Quali doa recursos para viabilização do projeto Natal Solidário – Janela de Isabela

Com parte do aporte realizado pela Companhia, mais de 1,5 mil livros foram doados a mais de 10 hospitais que tratam o câncer infantil no estado de São Paulo

Fonte: Qualicorp

Hospitais e casas de apoio de diversas regiões do estado de São Paulo que
tratam o câncer infantil receberam, na terça-feira (22), exemplares do
livro “Janela de Isabela”, do autor André Castilho. A ação faz parte do
projeto Natal Solidário – Janela de Isabela, que foi concretizado graças ao
aporte realizado pela Quali, que correspondeu a cerca de 70% do valor total. Ao todo, foram distribuídos 1,5 mil livros que mostram o conceito de como a imaginação pode mudar a realidade de pacientes com câncer. 

“Eu tinha exatamente uma semana para arrecadar fundos que me ajudassem a entregar esses livros como um presente de Natal para as pessoas que precisam de uma mensagem de esperança e coragem para seguir a luta. Para isso, fiz uma vaquinha virtual, mas um dia antes dela ser finalizada, tinha menos de 30% do valor total necessário. Foi quando a Quali tomou conhecimento do meu projeto e completou tudo o que faltava para que ele fosse concretizado. Estou muito feliz e posso dizer que recebi o meu milagre de Natal”, comenta André Castilho, autor do livro e idealizador do projeto.

Com o aporte da Companhia, André conseguiu atingir o valor necessário para viabilizar a confecção dos exemplares e organizar as entregas, feitas
pessoalmente por ele.

“Para nós é uma honra colaborar com uma causa tão nobre como essa. Assim que soubemos dessa iniciativa, nos identificamos com o seu propósito e decidimos de imediato que iríamos ajudar a viabilizar a doação dos livros, que certamente ajudarão a todos que tiverem acesso a ele. Nós acreditamos que ações como essas devem ser multiplicadas”, finaliza Pablo Meneses, vice-presidente de Operações e Relacionamento da Quali.

Legenda da foto: Douglas Boscato, gerente da Fundação Criança, mantenedora do ITACI – Instituto de Tratamento do Câncer Infantil, e André Castilho, autor do livro Janela de Isabela e idealizador da campanha, durante entrega dos livros ao ITACI.